BMW: EUR 28 million in investments for its Salzburg site

The BMW Group is investing more than EUR 28 million to expand its facility in Salzburg.

in Austrian Business Agency, 31-07-2019


An innovative office complex with an integrated education and training centre covering an area of more than 12,000m² will be built by the year 2020. According to BMW, the expansion is due to the strong structural growth achieved over past decades. Salzburg has served as the headquarters of the sales company of the BMW Group in Austria for more than 40 years. Today the site encompasses four companies of the brand which are present in twelve countries in South East and Eastern Europe. Last year close to 72,000 vehicles were sold in twelve markets from BMW’s base in Salzburg, generating revenue of about EUR 3 billion.

At present, people from 18 different nations are employed at the BMW site in Salzburg. The office location should fulfil the latest requirements and serve as both an education and training centre in order to promote the international working atmosphere and professional development. The new BMW Group concept of the “New Worlds of Work” will also be implemented at the site.

 

 

Portugal lidera digitalização na Mehler

Com uma nova imagem corporativa, a Mehler tem vindo a apostar fortemente em Portugal. Na unidade produtiva de Vila Nova de Famalicão, onde trabalham cerca de 300 pessoas, a empresa investiu 5 milhões de euros nos últimos três anos para a trazer para a indústria 4.0, num modelo que irá replicar nas restantes fábricas.

in Jornal Têxtil, 24-07-2019


O foco do investimento esteve na indústria 4.0 e na digitalização e permitiu simplificar o layout interno da unidade produtiva portuguesa, uma das nove fábricas da Mehler, que constitui a unidade de negócio Engineered Products do Grupo KAP. «Do ponto de vista da digitalização, a que está mais avançada é a empresa portuguesa», afirma Alberto Tavares, CEO da Mehler. «Neste momento já reunimos em todas as máquinas – temos cerca de 100 teares em Portugal – informação de velocidade, de produção, paragens, causas de paragens… Essa informação é extraída automaticamente da máquina e vai para o nosso sistema de gestão. Ou seja, não há ninguém a introduzir dados nem ordens de produção. Já é tudo automatizado», explica ao Portugal Têxtil, acrescentando que «agora vamos replicar às outras unidades industriais do grupo».

Outra área que faz parte das valências da Mehler em território luso é a investigação e desenvolvimento de novos produtos, com o departamento responsável dividido entre Portugal e Alemanha. «Na Alemanha temos uma grande proximidade à indústria química, que é um dos grandes impulsionadores de muitas mudanças. Novos materiais, novas fibras, novas estruturas. E em Portugal também temos uma equipa forte, que está muito ligada ao CeNTI, ao CEiiA, ao Citeve e à Universidade do Minho também, com quem fazemos grandes desenvolvimentos», enumera Alberto Tavares.

Inovação em foco

Entre as áreas em destaque, o CEO da Mehler refere, entre outras, a mobilidade, que, de resto, «é o que tem maior peso no nosso volume de negócios», que em 2018 rondou os 170 milhões de euros. «Estamos a trabalhar em novos projetos para a mobilidade elétrica mas ainda não são produtos no mercado, são projetos de desenvolvimento», sublinha. Em parceria com o CEiiA e a Universidade do Minho, a Mehler está a trabalhar «em produtos para baixar o peso da bateria dos automóveis. Ainda não são produtos finais, são produtos que estão em estudo e desenvolvimento. Mas, claramente, a redução do peso dos carros elétricos é uma área em que estamos focados neste momento», clarifica.

Uma outra área que esteve em destaque na última edição da Techtextilfoi a indústria farmacêutica, onde a Mehler mostrou um produto usado no processo de produção das borrachas de silicone dos frascos de insulina. «As borrachas de silicone têm de ter uma característica: quando se tira a seringa, tem que voltar a fechar, para o líquido não evaporar nem sair. O nosso tecido serve para dar uma determinada característica ao silicone, que depois faz com que ele feche quando tira a seringa. Portanto, não está incorporado o tecido no silicone mas é autorizado no processo de fabrico do silicone», esclarece o CEO.

A oferta da empresa em Frankfurt incluiu ainda os tecidos para corrimões de escadas rolantes, para o sector mineiro, para sistemas de filtragem e mangueiras e correias de distribuição para o motor de automóveis, mas tem vindo a alargar-se. «Outro sector onde temos feito uma aposta é o da defesa/aeroespacial, muito focado nos EUA, onde temos tecidos para sistemas de vigilância aérea, aquilo que se chamam os zeppelins. Também fazemos tecidos para os coletes à prova de bala», destaca.

Exportação a 100%

Em Portugal, contudo, são os produtos para a indústria mineira que têm mais peso, juntamente com os artigos para as correias de distribuição dos motores, o que faz com que a exportação seja total. «Não vendemos nem um euro em Portugal, porque os nossos produtos são para aplicações para as quais não existem processos industriais em Portugal», revela Alberto Tavares.

Apesar do abrandamento sentido na Europa, que levou a uma estabilização dos negócios da Mehler, a unidade lusa continuou a crescer em 2018, atingindo um volume de negócios de 41 milhões de euros. «Em Portugal crescemos as vendas em 12%», indica Alberto Tavares, adiantando que o aumento esteve relacionado com «uma recuperação do sector mineiro».

Quanto às perspetivas da Mehler para 2019, a instabilidade deverá fazer-se sentir. «O mercado, em termos de números, está similar ao ano passado, neste momento. Tem havido uma quebra de vendas relacionadas com o sector automóvel, mas o comportamento é diferente de região para região. Os EUA continuam a crescer, mas temos tido quebras de venda na Europa e na China», desvenda o CEO da Mehler, que aponta uma «redução do crescimento da economia chinesa, com uma redução do consumo de automóveis» como um dos fatores.

Como tal, «2019 vai ser um ano com alguma incerteza e ainda com alguma instabilidade», acredita. «Temos medidas mais protecionistas, temos o Brexit que é uma história que nunca mais termina e isso cria instabilidade no comportamento das próprias pessoas e dos investidores», considera Alberto Tavares, estimando que «o nosso volume de negócios em 2019 seja similar a 2018».

No que concerne ao longo prazo, as apostas na inovação são para manter e reforçar. «Entendemos que, se não o fizermos, em 10 ou 20 anos podemos estar fora negócio, porque a velocidade com que as coisas mudam hoje em dia na sociedade é muito mais rápida. Temos que estar atentos às tendências. Portanto, a longo prazo, a única coisa que temos a certeza é que temos de continuar a apostar neste processo de inovação e desenvolvimento de novos produtos e procurar novos segmentos de mercado para não estarmos tão dependentes do sector da mobilidade ou da construção. Daí estarmos a apostar mais forte na indústria aeroespacial e na indústria da defesa. E há uma aposta também em tudo o que são aplicações que requerem resistência ao fogo e à temperatura, que achamos que é uma tendência bastante grande. A terceira área é a indústria da mobilidade elétrica – é aí que estamos a focar a nossa aposta para médio e longo prazo», conclui Alberto Tavares.

 

 

Mangualde deixa Reino Unido por causa do Brexit e ressuscita Opel Combo

A fábrica de Mangualde do grupo Peugeot-Citroën (PSA) vai começar a produzir três modelos a partir de outubro. O Opel Combo irá juntar-se na linha de montagem aos modelos comerciais Citroën Berlingo e Peugeot Partner, substituindo a produção de carros com volante à direita que vão deixar de ser exportados para o Reino Unido por causa do brexit.

in Dinheiro Vivo, por Diogo Ferreira Nunes, 19-07-2019


“A partir de outubro, vamos deixar de fabricar carros com volante do lado direito, que são exportados, sobretudo para o Reino Unido, para nos protegermos do brexit e dos seus impactos políticos e económicos”, explica a PSA Mangualde em declarações ao Dinheiro Vivo. “Assim, é mais fácil adaptar a produção ao Opel Combo”, sem necessidade de novos investimentos ou reforço das equipas.

O primeiro Combo made in Mangualde saiu da linha de montagem na terça-feira, mais de 12 anos depois do último carro produzido pela Opel em Portugal. Para já, é um veículo em pré-série “para verificar se o processo está preparado ao nível dos sistemas informáticos, meios, peças e formação”.

Na primeira semana de setembro, irá decorrer a segunda fase de pré-séries, em que serão montadas 12 unidades. O ritmo de produção irá aumentar até ao início da montagem em série, agendado para outubro. Nessa altura, este modelo da Opel irá representar 12% da produção da fábrica de Mangualde, entre 10 500 e 12 000 veículos ainda neste ano. Serão produzidas as variantes comercial e de passageiros.

Portugal, Espanha, França e Itália serão os quatro principais mercados do Opel Combo, que será produzido em conjunto com a unidade de Vigo, tal como já acontece com a Citroën Berlingo e a Peugeot Partner.

A PSA Mangualde assinala ainda que “este novo produto vai possibilitar uma maior estabilidade e flexibilidade dos volumes de produção, para responder a um mercado automóvel volátil e cada vez mais exigente”.

Nos primeiros seis meses de 2019, a fábrica de Mangualde produziu 38 mil automóveis, mais 15,1% do que no mesmo período do ano passado (33 mil unidades). Desde abril de 2018, a fábrica do grupo liderado por Carlos Tavares labora com três turnos diários de trabalho. Este ano, prevê bater o recorde de produção, ao produzir entre 70 mil e 80 mil automóveis.

O último Combo feito em Portugal tinha sido fabricado em dezembro de 2006, quando foi encerrada a fábrica da Opel em Portugal na Azambuja – na altura, a marca pertencia ao grupo General Motors.

Arranque no meio de greve

O início da produção do Opel Combo ocorre num momento em que os trabalhadores da fábrica de Mangualde estão a fazer greve ao trabalho aos sábados até ao final do ano. Os operários exigem negociar com a administração um novo regime de banco de horas. A administração já ameaçou fechar a unidade do distrito de Viseu se não houver um regime de trabalho flexível.

Desde 13 de julho e até ao final deste mês, os operários estarão seis dias consecutivos, na linha de montagem, com turnos diários de até 10 horas. Em troca, a PSA Mangualde diz que vai pagar um prémio extraordinário de 17 euros por cada sábado de trabalho a mais. Este cenário vai repetir-se em agosto: apesar de a fábrica parar três semanas, será necessário trabalhar nos sábados e domingos, na semana antes e depois da pausa de Verão. Por esses quatro dias a mais, a PSA Mangualde compromete-se a pagar um prémio extraordinário de 50 euros.

 

 

Exportações de componentes automóveis aumentam 5%

As exportações de componentes automóveis atingiram um valor de 3700 milhões de euros para o período de Janeiro a Maio. Comparativamente com período homólogo do ano transacto, este valor representa um crescimento de 5%.

in AFIA, 19-07-2019


Este vigoroso crescimento do valor das exportações está muito acima do crescimento global do mercado, e em particular do mercado europeu para o qual é esperada uma estagnação para o ano de 2019. Isto quer dizer que a indústria portuguesa de componentes para a indústria automóvel continua a conquistar quota de mercado, crescendo a taxa bem acima da taxa de crescimento do mercado automóvel.

As exportações de componente são dirigidas maioritariamente para o mercado europeu, Espanha e Alemanha são os destinos prioritários, logo seguidos de França e Inglaterra. Estes quatros países absorvem 71% do total das exportações de componentes, os restantes 29% vão para destinos diversos, como: restante países europeus, Estados Unidos da América, Marrocos, China e México.

Os componentes de automóveis fabricados em Portugal representaram nos cinco primeiros meses deste ano 15% do total das exportações portuguesas de bens e serviços transaccionáveis.

Os cálculos da AFIA têm por base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgados pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações clique aqui (ficheiro pdf).

 

 

 

 

 

 

Portugal com terceira maior subida na produção

O aumento de 67,7% na produção automóvel em Portugal no ano passado coloca o país como 29.º maior produtor mundial. Este ano deverá passar a ser classificado como um “país produtor automóvel”, ao superar a barreira das 300 mil viaturas fabricadas.

in Negócios, por Pedro Curvelo, 12-07-2019


A indústria automóvel portuguesa atingiu um máximo histórico de produção no ano passado e o volume registado colocou Portugal à beira de entrar para o “clube” de países produtores de automóveis, uma classificação atribuída a partir de 300 mil unidades produzidas.

O aumento de 67,7% no número de veículos fabricados, que somaram 294.366 unidades, foi o terceiro maior a nível mundial, segundo os dados da Organização Internacional de Construtores Automóveis (OICA).

Portugal apenas foi superado pelo Egito, com uma subida de 95%, e pela Áustria, com um crescimento de 69,7%. No entanto, ambos os países têm volumes de produção inferiores aos de Portugal, com 71.600 e 164.900 veículos fabricados em 2018, respetivamente.

O “salto” de quase 113 mil veículos produzidos nas fábricas portuguesas permitiu ao país ascender à 29.ª posição entre os maiores produtores automóveis, três lugares acima face a 2017.

O que significa ser um país produtor automóvel?

Mas, afinal qual é a importância de Portugal ser um país produtor automóvel? “Muita”, garante Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

“Em primeiro lugar, o país torna-se um produtor automóvel de pleno direito, ganhando peso nos fóruns internacionais do setor e sendo visto como um ‘player’, refere ao Negócios.

“E para o país é de uma enorme importância como fator extra para atrair investimento estrangeiro, para a instalação de ‘hubs’ tecnológicos dos grandes fabricantes, como já assistimos com a Volkswagen, Daimler e BMW, esta em parceria com a Critical Software”, acrescenta. “O setor automóvel tem um peso muito significativo na economia nacional e, sobretudo, nas exportações”, diz ainda.

Adicionalmente, o dirigente da ACAP destaca que, ao alcançar um patamar de produção de 300 mi veículos, gera-se um “ambiente favorável à criação de sinergias em todo o ‘cluster’ automóvel”.

Já Adão Ferreira, secretário-geral da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA), indica que “apesar do forte aumento no ano passado, a produção portuguesa é um décimo da de Espanha”. O responsável considera, ainda assim, que o crescimento da produção é “positivo”, até porque gera novas oportunidades para as empresas nacionais de componentes.

Entre janeiro e abril deste ano, as exportações de componentes cresceram 4%, “com um dinamismo superior ao das vendas totais”, atingindo os 2,9 mil milhões de euros, indica Adão Ferreira.

O presidente da AFIA, José Couto sublinha por seu lado que “o efeito de arrasto do aumento da produção em Portugal não é muito elevado paras as fabricantes de componentes, uma vez que os mercados internacionais absorvem a grande maioria das vendas da fileira”.

Admite, ainda assim, que “gostaríamos de ter uma maior incorporação de componentes produzidos em Portugal nos veículos que são fabricados no país”. “Não estamos satisfeitos com os níveis atuais e consideramos que há margem para aumentar essa incorporação”, frisa José Couto.

Marca dos 300 mil será batida este ano

Este ano a fasquia das 300 mil viaturas produzidas será “seguramente” superada em Portugal, refere o secretário-geral da ACAP.

Nos primeiros cinco meses do ano – os dados de junho serão divulgados na próxima semana -assistiu-se a uma subida homóloga de 22,8%, para 155.384 veículos.

Na segunda metade do ano o crescimento homólogo deverá diminuir, uma vez que a Autoeuropa aumentou o número de turnos no segundo semestre do ano passado.

Hélder Pedro refere que a tendência deverá ser de “consolidar os volumes de produção acima dos 300 mil”, admitindo que as taxas de crescimento serão bastante menores, “uma vez que a Autoeuropa, que tem grande peso na produção total, está próxima da capacidade máxima”.

Sem a entrada de outro fabricante “dificilmente poderá haver uma subida muito acentuada”, conclui.

 


 

A FAVOR I CONTRA

As oportunidades e os desafios no horizonte

 

O setor tem a forte concorrência dos países de leste e de Marrocos para captar investimento. O elevado nível de qualificação técnica é apontado como uma vantagem portuguesa.

 

A FAVOR

QUALIFICAÇÃO

Portugal tem uma “escola” de técnicos muito qualificados no setor automóvel, defende o secretário-geral da ACAP, Hélder Pedro.

“CLUSTER” AUTOMÓVEL CONSOLIDADO

Apesar de não ter muitas unidades de montagem de veículos, Portugal conta com uma importante rede de empresas de componentes para a indústria automóvel e que têm sabido adaptar-se, diz a AFIA.

“HUBS” TECNOLÓGICOS

A tendência recente de instalação de centros de desenvolvimento tecnológico de fabricantes automóveis, como a BMW, Volkswagen e Daimler Mercedes-Benz é um fator de atração.

 

CONTRA

PERIFERIA FACE À EUROPA

Portugal enfrenta uma forte concorrência dos países do leste europeu para a atração de investimento e instalação de novas unidades. A situação geográfica desses mercados, no centro da Europa, é um obstáculo para Portugal.

ELETRIFICAÇÃO

A tendência do setor automóvel de aposta em veículos eletrificados é um desafio para as fábricas em Portugal, que teriam de ser reconvertidas, e para toda a fileira. A AFIA indica que as empresas de componentes portuguesas estão “vigilantes” e já produzem para carros eléctricos ou híbridos da Tesla, BMW, Nissan e Renault, por exemplo.

 

 

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in OPTIMAL, 22-06-2019


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Gestamp instala a primeira linha de estampagem a quente em Portugal

A Gestamp, multinacional espanhola especializada na conceção, desenvolvimento e fabrico de componentes metálicos de alta engenharia destinados à indústria automóvel, inaugurou uma linha de estampagem a quente em Aveiro, a qual é mesmo a primeira do género em Portugal. A assinatura do contrato entre a AICEP e a Gestamp decorreu no dia 2 de julho, em Lisboa.
in Gestamp / AICEP, 03-07-2019

A assinatura do contrato contou com a presença do ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira. Este acordo contempla a concessão de um crédito de três milhões de euros à Gestamp, sem juros, do qual cerca de dois milhões de euros poderão ser convertidos a fundo perdido.

Localizada nas instalações da Gestamp em Aveiro, a nova linha, que apoiará a produção automóvel da Volkswagen, resulta de um investimento de 20,6 milhões de euros, entre 2018 e 2020, e prevê a criação de 35 postos de trabalho, dos quais 14 altamente qualificados. Esta infraestrutura foi considerada de interesse estratégico nacional, o que levou hoje à oficialização de uma parceria com o Governo português.

Graças a esta tecnologia de estampagem a quente, a Gestamp poderá fabricar peças mais seguras e leves, destinadas a veículos automóveis. Tal permitirá obter uma melhor relação entre consumo energético e impacto ambiental. A multinacional espanhola introduz esta tecnologia inovadora pela primeira vez em Portugal. Por esta via, pretende oferecer um melhor serviço aos seus clientes, as principais marcas automóveis, tanto para modelos movidos a combustão, como para os que possuem motorização elétrica.

Uma linha equipada com os métodos mais inovadores da Indústria 4.0

Esta linha é composta por um forno, o qual aquece o aço a temperaturas que rondam os 900 graus centígrados. A instalação conta com os mais recentes avanços ao nível da Indústria 4.0, e faz parte do projeto global do Grupo para monitorizar as suas linhas de estampagem a quente.

Com isso, espera melhorar o desempenho e aumentar a capacidade produtiva da sua linha de estampagem a quente. Para tal, são analisados diariamente mais de 100 mil milhões de dados, no sentido de identificar eventuais desvios dos padrões comportamentais da linha, e, assim, antecipar potenciais incidentes.

A Gestamp Aveiro conta com cerca de 700 colaboradores e exporta 80 por cento da sua produção, para além de trabalhar preferencialmente com fornecedores nacionais. Ao todo, a Gestamp emprega cerca de 1.600 pessoas nas três fábricas que possui no país, localizadas em Vila Nova de Cerveira e Vendas Novas, para além da de Aveiro. A empresa opera em Portugal desde 1997.

O diretor da Gestamp para a Europa do Sul, Fernando Macías, explicou que “desde a sua fundação que a Gestamp está presente em Portugal, há mais de duas décadas. Viemos, como sempre o fizemos, para acompanhar os nossos clientes no fabrico dos produtos mais inovadores. Hoje, essa aposta encontra-se mais viva do que nunca, como bem demostra este novo projeto”.

 

AICEP assina dois contratos de investimento com Altran e Gestamp num total de 32,6 milhões

A AICEP assina amanhã dois contratos de investimento com as empresas Altran e Gestamp, no valor global de 32,6 milhões de euros e a criação de cerca de 300 postos de trabalho, a maioria altamente qualificados.

in Jornal Económico, por Maria Teixeira Alves, 01-07-2019


A AICEP assina amanhã dois contratos de investimento com as empresas Altran e Gestamp, no valor global de 32,6 milhões de euros e a criação de cerca de 300 postos de trabalho, a maioria altamente qualificados.

A Altran, líder global em serviços de engenharia e Investigação e Desenvolvimento (R&D) e a Gestamp é uma empresa de engenharia multinacional espanhola, líder na indústria automotiva europeia.

Presidente do Conselho de Administração da AICEP, Luís Castro Henriques, vai presidir à cerimónia, que conta ainda com a intervenção do Secretário de Estado da Internacionalização,Eurico Brilhante Dias e do Ministro-Adjunto e da Economia Pedro Siza Vieira.

 

 

Indasa lança fita de adesão máxima

A Indasa acaba de lançar no mercado a nova fita M T E Red, fita vermelha com adesão máxima garantida.

Trata-se de uma fita com resistência até 100º C durante 30 minutos. Esta fita garante a melhor performance durante todo o processo na cabine de pintura e é compatível com todos os materiais de repintura.

A M T E Red da Indasa tem uma espessura consistente. o que proporciona um acabamento ainda mais uniforme nas extremidades.

Esta fita caracteriza-se pela sua resina de borracha natural, que resulta na inexistência de resíduos.

Tem como mais-valia também o facto de ser de fácil aplicação e manuseamento, dada a facilidade que ela confere ao desenrolar.

Está já disponível no mercado nas dimensões de largura 18 mm, 24 mm, 36 mm e 48 mm, sendo que o comprimento é sempre de 50 metros.

 

Marruecos muestra su potencial con un sector de automoción en pleno auge

La embajadora de Marruecos en España, Karima Benyaich, ofreció una panorámica sobre laevolución reciente y la situación actual de su país en un desayuno informativo, organizado por Executive Forum España, en colaboración con Cepsa. En esta visión destacó, entre otros sectores, la intensa progresión del sector de automoción, plasmada en la reciente apertura de la factoría de vehículos y motores de Groupe PSA en la localidad de Kenitra. Benyaich se refirió a la evolución de los últimos que ha cristalizado, según el título de su discurso, en un “modelo de éxito basado en una economía emergente e inclusiva”.

in AutoRevista, 27-06-2019


Remarcó que la evolución económica del país, “con la decisiva implicación y máximo compromiso de Su Majestad el Rey Mohammed VI”, aumenta su atractivo como plataforma “no solo para el mercado local, sino para explorar el continente africano”. Señaló los avances en desarrollo de capital humano, educación, reformas del mercado laboral e impulso de la igualdad de género. Benyaich recordó los esfuerzos traducidos en un salto cualitativo en las sustanciales mejoras de las infraestructuras entre las que sobresalen “el único tren de alta velocidad de África y el puerto de Tánger-Med”, lo que e convierten en país de referencia en el continente.

Karima Benyaich describió el despliegue de estrategias sectoriales a largo plazo, “de la que ya estamos cosechando resultados alentadores”. Como fruto de un Plan de Aceleración Industrial, se han materializado ecosistemas de automoción como el de Renault en Tánger y el ya mencionado de PSA, en los que se combinan las actividades de constructores de vehículos, con las de proveedores en un alto nivel de integración.Estas estructuras se apoyan con centros de I+D y escuelas de formación”. Marruecos está experimentando un avance en el diseño, desarrollo y fabricación de productos con mayor valor tecnológico. 

La embajadora apuntó que el PIB marroquí se ha triplicado en los últimos 20 años y Marruecos está en la senda de configurar una país equiparable en muchos aspectos a sus vecinos europeos. En este punto, subrayó que Marruecos “es el primer destino de la inversión española en África” y que el país es “el segundo socio comercial de España fuera de la Unión Europea, solo por detrás de Estados Unidos. Entendemos la relación con España como la de un socio de co-desarrollo. El know how español cada vez está siendo más demandado por las distintas actividades económicas, cuyo desarrollo crece en Marruecos. Buscamos potenciar un binomio económico bajo el signo de la complementariedad y la convergencia. Animamos a las empresas españolas a apostar por Marruecos y abrirse también camino en el mercado africano”

 Un millón de vehículos en 2025

Tras la intervención de Karima Benyaich, tomó la palabra Aziz el Atiaoui, consejero económico y empresarial de la embajada de Marruecos en España, quien desglosó la evolución de los distintos sectores industriales, poniendo el acento en la digitalización y en Marruecos “como país mejor conectado de África”. Mencionó la importancia de 22 plataformas industriales de diversos sectores, así como de seis zonas francas (y dos más en construcción), entre las que se encuentran Tanger Free Zone, Tanger Automotive City (con presencia de la factoría de Renault en Tánger, la primera del grupo francés con cero emisiones) y Atlantic Free Zone, pulmón anexo a la nueva factoría de Groupe PSA en Kenitra. En estas zonas destacó “las ventajosas condiciones fiscales para las empresas que se siguen implantando”.

El Atiaoui avanzó las previsiones de que “en Marruecos se fabriquen 700.000 vehículos en 2020 y apuntó el objetivo de un millón de 2025, con perspectivas de superar a Italia en volumen”. Enfatizó que “la plataforma multienergía de la factoría de Groupe PSA en Kenitra abre la posibilidad de fabricar vehículos eléctricos, algo que ya se puede considerar como una realidad en Marruecos. Además, el año pasado se firmó un acuerdo con el constructor de chino de vehículos eléctricos BYD, para una posible implantación industrial en la que se producirían no solo coches, sino camiones y autobuses, con un volumen de exportación a Europa”.