HIGH VOLUME COMPOSITE PARTS PRODUCTION

Over the past years OPTIMAL has been developing processes for high volume composite parts production. Nowadays, we have technology to produce components in total cycle times under 5 mins, covering from preforming, curing, CNC trimming and finishing.

in OPTIMAL, 22-06-2019


We have a demonstrator, with a complex geometry and integrated metallic inserts we can share with our customers. Feel free to ask for your sample.

 

http://www.optimal.pt/

 

 

Gestamp instala a primeira linha de estampagem a quente em Portugal

A Gestamp, multinacional espanhola especializada na conceção, desenvolvimento e fabrico de componentes metálicos de alta engenharia destinados à indústria automóvel, inaugurou uma linha de estampagem a quente em Aveiro, a qual é mesmo a primeira do género em Portugal. A assinatura do contrato entre a AICEP e a Gestamp decorreu no dia 2 de julho, em Lisboa.
in Gestamp / AICEP, 03-07-2019

A assinatura do contrato contou com a presença do ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira. Este acordo contempla a concessão de um crédito de três milhões de euros à Gestamp, sem juros, do qual cerca de dois milhões de euros poderão ser convertidos a fundo perdido.

Localizada nas instalações da Gestamp em Aveiro, a nova linha, que apoiará a produção automóvel da Volkswagen, resulta de um investimento de 20,6 milhões de euros, entre 2018 e 2020, e prevê a criação de 35 postos de trabalho, dos quais 14 altamente qualificados. Esta infraestrutura foi considerada de interesse estratégico nacional, o que levou hoje à oficialização de uma parceria com o Governo português.

Graças a esta tecnologia de estampagem a quente, a Gestamp poderá fabricar peças mais seguras e leves, destinadas a veículos automóveis. Tal permitirá obter uma melhor relação entre consumo energético e impacto ambiental. A multinacional espanhola introduz esta tecnologia inovadora pela primeira vez em Portugal. Por esta via, pretende oferecer um melhor serviço aos seus clientes, as principais marcas automóveis, tanto para modelos movidos a combustão, como para os que possuem motorização elétrica.

Uma linha equipada com os métodos mais inovadores da Indústria 4.0

Esta linha é composta por um forno, o qual aquece o aço a temperaturas que rondam os 900 graus centígrados. A instalação conta com os mais recentes avanços ao nível da Indústria 4.0, e faz parte do projeto global do Grupo para monitorizar as suas linhas de estampagem a quente.

Com isso, espera melhorar o desempenho e aumentar a capacidade produtiva da sua linha de estampagem a quente. Para tal, são analisados diariamente mais de 100 mil milhões de dados, no sentido de identificar eventuais desvios dos padrões comportamentais da linha, e, assim, antecipar potenciais incidentes.

A Gestamp Aveiro conta com cerca de 700 colaboradores e exporta 80 por cento da sua produção, para além de trabalhar preferencialmente com fornecedores nacionais. Ao todo, a Gestamp emprega cerca de 1.600 pessoas nas três fábricas que possui no país, localizadas em Vila Nova de Cerveira e Vendas Novas, para além da de Aveiro. A empresa opera em Portugal desde 1997.

O diretor da Gestamp para a Europa do Sul, Fernando Macías, explicou que “desde a sua fundação que a Gestamp está presente em Portugal, há mais de duas décadas. Viemos, como sempre o fizemos, para acompanhar os nossos clientes no fabrico dos produtos mais inovadores. Hoje, essa aposta encontra-se mais viva do que nunca, como bem demostra este novo projeto”.

 

AICEP assina dois contratos de investimento com Altran e Gestamp num total de 32,6 milhões

A AICEP assina amanhã dois contratos de investimento com as empresas Altran e Gestamp, no valor global de 32,6 milhões de euros e a criação de cerca de 300 postos de trabalho, a maioria altamente qualificados.

in Jornal Económico, por Maria Teixeira Alves, 01-07-2019


A AICEP assina amanhã dois contratos de investimento com as empresas Altran e Gestamp, no valor global de 32,6 milhões de euros e a criação de cerca de 300 postos de trabalho, a maioria altamente qualificados.

A Altran, líder global em serviços de engenharia e Investigação e Desenvolvimento (R&D) e a Gestamp é uma empresa de engenharia multinacional espanhola, líder na indústria automotiva europeia.

Presidente do Conselho de Administração da AICEP, Luís Castro Henriques, vai presidir à cerimónia, que conta ainda com a intervenção do Secretário de Estado da Internacionalização,Eurico Brilhante Dias e do Ministro-Adjunto e da Economia Pedro Siza Vieira.

 

 

Indasa lança fita de adesão máxima

A Indasa acaba de lançar no mercado a nova fita M T E Red, fita vermelha com adesão máxima garantida.

Trata-se de uma fita com resistência até 100º C durante 30 minutos. Esta fita garante a melhor performance durante todo o processo na cabine de pintura e é compatível com todos os materiais de repintura.

A M T E Red da Indasa tem uma espessura consistente. o que proporciona um acabamento ainda mais uniforme nas extremidades.

Esta fita caracteriza-se pela sua resina de borracha natural, que resulta na inexistência de resíduos.

Tem como mais-valia também o facto de ser de fácil aplicação e manuseamento, dada a facilidade que ela confere ao desenrolar.

Está já disponível no mercado nas dimensões de largura 18 mm, 24 mm, 36 mm e 48 mm, sendo que o comprimento é sempre de 50 metros.

 

Marruecos muestra su potencial con un sector de automoción en pleno auge

La embajadora de Marruecos en España, Karima Benyaich, ofreció una panorámica sobre laevolución reciente y la situación actual de su país en un desayuno informativo, organizado por Executive Forum España, en colaboración con Cepsa. En esta visión destacó, entre otros sectores, la intensa progresión del sector de automoción, plasmada en la reciente apertura de la factoría de vehículos y motores de Groupe PSA en la localidad de Kenitra. Benyaich se refirió a la evolución de los últimos que ha cristalizado, según el título de su discurso, en un “modelo de éxito basado en una economía emergente e inclusiva”.

in AutoRevista, 27-06-2019


Remarcó que la evolución económica del país, “con la decisiva implicación y máximo compromiso de Su Majestad el Rey Mohammed VI”, aumenta su atractivo como plataforma “no solo para el mercado local, sino para explorar el continente africano”. Señaló los avances en desarrollo de capital humano, educación, reformas del mercado laboral e impulso de la igualdad de género. Benyaich recordó los esfuerzos traducidos en un salto cualitativo en las sustanciales mejoras de las infraestructuras entre las que sobresalen “el único tren de alta velocidad de África y el puerto de Tánger-Med”, lo que e convierten en país de referencia en el continente.

Karima Benyaich describió el despliegue de estrategias sectoriales a largo plazo, “de la que ya estamos cosechando resultados alentadores”. Como fruto de un Plan de Aceleración Industrial, se han materializado ecosistemas de automoción como el de Renault en Tánger y el ya mencionado de PSA, en los que se combinan las actividades de constructores de vehículos, con las de proveedores en un alto nivel de integración.Estas estructuras se apoyan con centros de I+D y escuelas de formación”. Marruecos está experimentando un avance en el diseño, desarrollo y fabricación de productos con mayor valor tecnológico. 

La embajadora apuntó que el PIB marroquí se ha triplicado en los últimos 20 años y Marruecos está en la senda de configurar una país equiparable en muchos aspectos a sus vecinos europeos. En este punto, subrayó que Marruecos “es el primer destino de la inversión española en África” y que el país es “el segundo socio comercial de España fuera de la Unión Europea, solo por detrás de Estados Unidos. Entendemos la relación con España como la de un socio de co-desarrollo. El know how español cada vez está siendo más demandado por las distintas actividades económicas, cuyo desarrollo crece en Marruecos. Buscamos potenciar un binomio económico bajo el signo de la complementariedad y la convergencia. Animamos a las empresas españolas a apostar por Marruecos y abrirse también camino en el mercado africano”

 Un millón de vehículos en 2025

Tras la intervención de Karima Benyaich, tomó la palabra Aziz el Atiaoui, consejero económico y empresarial de la embajada de Marruecos en España, quien desglosó la evolución de los distintos sectores industriales, poniendo el acento en la digitalización y en Marruecos “como país mejor conectado de África”. Mencionó la importancia de 22 plataformas industriales de diversos sectores, así como de seis zonas francas (y dos más en construcción), entre las que se encuentran Tanger Free Zone, Tanger Automotive City (con presencia de la factoría de Renault en Tánger, la primera del grupo francés con cero emisiones) y Atlantic Free Zone, pulmón anexo a la nueva factoría de Groupe PSA en Kenitra. En estas zonas destacó “las ventajosas condiciones fiscales para las empresas que se siguen implantando”.

El Atiaoui avanzó las previsiones de que “en Marruecos se fabriquen 700.000 vehículos en 2020 y apuntó el objetivo de un millón de 2025, con perspectivas de superar a Italia en volumen”. Enfatizó que “la plataforma multienergía de la factoría de Groupe PSA en Kenitra abre la posibilidad de fabricar vehículos eléctricos, algo que ya se puede considerar como una realidad en Marruecos. Además, el año pasado se firmó un acuerdo con el constructor de chino de vehículos eléctricos BYD, para una posible implantación industrial en la que se producirían no solo coches, sino camiones y autobuses, con un volumen de exportación a Europa”.

 

 

Empresa de componentes automóveis investe 15 milhões e cria 70 empregos em Viana

A empresa de componentes automóveis Aludec Coatings vai investir 15 milhões de euros numa unidade fabril no Parque Empresarial de Lanheses, em Viana do Castelo, e criar 70 postos de trabalho, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município refere que o presidente da Câmara, José Maria Costa, assinou hoje o contrato de investimento com a Aludec Coatings, no âmbito do Regime de Incentivos.

Segundo o município, a Aludec Coating irá desenvolver a atividade industrial na referida unidade fabril por si ou através da sua subsidiária Serilusa – Decorações Plásticas, a quem pretende concessionar as referidas instalações.

No âmbito deste contrato de investimento, a Câmara isenta a empresa do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e concede-lhe a isenção total do pagamento das taxas devidas pelo licenciamento da nova unidade industrial e pela junção de dois lotes.

O município de Viana do Castelo decidiu, desde o início do Regime de Incentivos, criado em 2012, mais 35 propostas de isenção de IMT.

“Os investimentos previam a criação de 3.557 postos de trabalho, mas, efetivamente, foram concretizados até ao momento 4.857 postos de trabalho, garantindo mais 1.300 empregos do que o estimado inicialmente”, sublinha o comunicado.

Acrescenta que o Regime de Incentivos para 2019 prevê reduções e isenções de taxas para investidores de empreendimentos turísticos e acolhimento empresarial, atividades económicas relacionadas com as fileiras da agricultura e floresta de base regional e do mar e regeneração urbana, com especial enfoque no Setor Tecnológico, Serviços Partilhados e Indústrias/Atividades Criativas.

 

 

PSA starts 208 production in Morocco

PSA Group has started production at its new factory in Kenitra, Morocco, with the Peugeot 208 as its first model.

in Automotive News Europe, by Peter Sigal, 21-06-2019


The 557-million-euro plant has an annual capacity of 200,000 vehicles, and most will be exported.

The factory will produce cars on PSA’s new CMP architecture for compact and small cars. In addition to the Peugeot 208, it could produce expected new versions of the Citroen C-Elysee and Peugeot 301, three-box cars that are mainly sold in regions outside of Europe.

PSA says the plant will serve 80 countries.

Production will start at 100,000 vehicles and ramp up to 200,000 in the next two years. PSA is also building gasoline engines at the plant, many for export to other group factories in Europe. The plant will be able to produce 200,000 annually.

With the opening of the factory, which will employ 4,500 people at full capacity, PSA says it now has a complete ecosystem in Morocco.

Its regional headquarters are in Casablanca, and the Kenitra plant will be served by a technical center with 500 engineers, and 27 suppliers that have built factories and assembly plants in the area. All told, the factory will create around 20,000 direct and indirect jobs.

Other automakers and suppliers have set up shop in Morocco, taking advantage of low wages compared to Europe and generous incentives from the government, as well as easy access to major ports. Renault has two factories in the country — one in Tangiers with an annual capacity of 400,000 vehicles and one in Casablanca that builds around 85,000 vehicles a year.

Among the benefits offered to PSA and other automotive businesses to locate in the Kenitra trading zone include exemptions on corporate tax (for a limited time), value-added tax and customs duties. The government is also providing training subsidies for PSA workers. In return, PSA has agreed to export 85 percent of the production and source a high percentage of parts locally.

PSA will also continue to build the 208 at its Trnava plant in Slovakia.

 

 

CIP ataca metas do Governo para 2030: “Há uma ambição excessiva na massificação do veículo elétrico”

A associação patronal portuguesa considera o Plano Nacional de Energia e Clima “claramente voluntarista” ao adotar uma meta de 20% de renováveis nos transportes no horizonte 2030, a cumprir em parte com a massificação dos carros elétricos

in Expresso, por Miguel Prado, 19-06-2019 


A CIP – Confederação Empresarial de Portugal recebeu com preocupação e críticas o Plano Nacional de Energia e Clima para 2030 (PNEC), que o Governo colocou em consulta pública. Na sua posição sobre o documento, a que o Expresso teve acesso, a CIP ataca as projeções do Governo para a descarbonização da economia, em particular nos transportes.

“O objetivo de 20% de renováveis nos transportes, área especialmente complexa, é claramente voluntarista e tudo indica que não será exequível, sendo de ponderar que a ambição nacional não ultrapasse, neste caso, a meta proposta pela União Europeia”, aponta a CIP.

A mesma organização nota ainda que “há uma ambição excessiva na massificação do veículo elétrico, esquecendo-se a passagem do modo de transporte rodoviário de mercadorias no médio-longo curso para os modos marítimo e ferroviário, como a UE propõe”.

A CIP questiona como será possível Portugal alcançar as metas planeadas pelo Governo para 2030 (mais de 20% do parque automóvel, que hoje soma mais de 6 milhões de carros, será elétrico), tendo em conta que “existe uma inércia de substituição de equipamentos por parte dos consumidores, associado ao seu tempo de vida útil”, e que o carro elétrico ainda implica um investimento superior ao dos carros convencionais, além de que é necessário expandir a infraestrutura de carregamento.

“Estamos ainda demasiado dependentes do modo rodoviário, representando o modo ferroviário apenas 6%. A ferrovia para o transporte de mercadorias apenas é objeto de uma leve referência”, observa a CIP.

Nos seus comentários, a associação patronal critica também o PNEC por não ter “o indispensável equilíbrio entre os diversos eixos de atuação”, já que, nota a CIP, o plano privilegia “a produção de eletricidade e uma grande evolução nos transportes” e no que respeita à indústria é “apenas dirigista”.

“E quanto à produção de eletricidade, não se poderá esquecer a biomassa, energia renovável que cria empregos localmente e que tem externalidades positivas no que respeita à limpeza das florestas”, frisa ainda a CIP.

 

 

“Se requiere un alto nivel de flexibilidad por parte de nuestros proveedores para manejar la demanda”

El Dr. Stefan Sommer, miembro del Comité de Dirección del Grupo Volkswagen para Compras, habla de la estrategia del Grupo en esta área, en una entrevista exclusiva para AutoRevista.

AutoRevista.- ¿Cuál debería ser la contribución del área de Compras para cumplir con los objetivos Together 2025 + Group Plan?

Stefan Sommer.- El Área de Compras está estratégicamente alineda con la estrategia del Grupo, Together 2025+, y aporta una importante contribución a la transformación de Volkswagen. Las Compras proporcionan aspectos importantes para los futuros campos de actuación de Volkswagen, así como para toda la cadena de suministro.

Junto con nuestros colaboradores/proveedores [partners] externos, las Compras, desde un punto de partida temprano, influyen en los proyectos para generar conceptos de vehículos óptimos con estructuras de costes económicos.

Volkswagen quiere ser el primer y principal punto de contacto para colaboradores/proveedores [partners] externos que buscan una futura cooperación. En los próximos años, alrededor del 80% de las innovaciones serán creadas por nuestros proveedores. Por lo tanto, una innovación dirigida y una gestión de proveedores es esencial para mantener la competencia de las nuevas tecnologías. El objetivo es una cooperación de confianza para proteger la exclusividad de las innovaciones de nuestros colaboradores/proveedores. Además, las innovaciones de software recibirán un fuerte enfoque por parte del Área de Compras.

Además, el Área de Compras otorgará importancia a la sostenibilidad dentro de la cadena de suministro para convertirse, a su vez, en un proveedor de movilidad sostenible.

AR.- ¿Cómo está cambiando el área de actividad de Compras en relación con la adquisición de nuevas tecnologías, nuevos materiales, etc.?

S.S.- La actividad de Compras cambiará con las nuevas tecnologías y materiales. En un entorno volátil, las cuestiones complejas requieren incrementar el networking de toda la cadena de suministro, una gestión eficaz de los colaboradores/proveedores y también nuevas competencias dentro de la organización. En los próximos años, las Compras digitalizarán cada vez más la cadena de suministro para poder reaccionar ante la volatilidad del mercado.

Además, la cooperación con nuestros colaboradores/proveedores en campos futuros se reforzará dentro de nuestro programa FAST (Future Automotive Supply Tracks) para crear conjuntamente el cambio tecnológico. FAST apunta a optimizar los procesos de innovación y globalización mediante la integración muy cercana de un grupo seleccionado de proveedores.

Hay nuevas responsabilidades, como en el área de software, pero también campos la tecnología de baterías, se desarrollan dentro del departamento de compras.

AR.- ¿Cómo utiliza Volkswagen los nuevos conceptos como Blockchain en la gestión de la cadena de suministro?

S.S.- Con el objetivo de fomentar su desempeño en materia de sostenibilidad, el Grupo Volkswagen dedica actualmente una gran inversión a soluciones tecnológicas y nuevos enfoques en transparencia y trazabilidad. Junto con colaboradores de proyectos, estamos utilizando blockchain (entre otras tecnologías) para alcanzar la transparencia y, si es posible, la trazabilidad en nuestras cadenas de suministro.

En un proyecto, nos centramos en nuestra cadena de suministro del plomo utilizado en baterías de arranque. Nuestro socio del proyecto es Minespider, una startup internacional de soluciones tecnológicas en la cadena de suministro. Estamos rastreando el flujo de plomo y sus productos a lo largo de los diferentes pasos de la cadena de suministro. En otro proyecto, trabajamos con RCS Global en nuestra cadena de suministro de cobalto para identificar a los proveedores hasta el nivel Tier-n y, por lo tanto, poder así garantizar la trazabilidad del flujo de material.

AR.- ¿Qué tipo o requisitos exige el Grupo VW de sus proveedores en el momento del cambio en términos de tendencias de la Industria 4.0, vehículos eléctricos, automóviles conectados, conducción autónoma y uso compartido de automóviles?

S.S.- La competencia por tecnologías innovadoras va en aumento. Volkswagen es un socio confiable para diseñar conjuntamente la transferencia de tecnología de sus proveedores al vehículo. Sin embargo, para definir tendencias emergentes y poder ofrecer los productos adecuados en el futuro, Volkswagen y sus socios serán cada vez más globales para no perder su conexión tecnológica.

La situación de mercado volátil no cambiará en un futuro próximo. Como resultado, se requiere un alto nivel de flexibilidad por parte de nuestros proveedores para manejar la demanda.

Además ofreceremos pronto el Volkswagen I.D. Se trata del primer vehículo con cadena de suministro y producción de CO?-neutra. La transformación que se implementará en Volkswagen continuará en la cadena de suministro.
El Grupo Volkswagen confiere una gran importancia a la creación de un valor duradero. Nuestra comprensión de la sostenibilidad consiste en luchar simultáneamente por los objetivos económicos, sociales y ambientales, de una manera que les dé la misma prioridad a cada uno de ellos. Los colaboradores proveedores comerciales en el negocio de Volkswagen son parte integral del éxito del Grupo.

Por este motivo, a partir del próximo 1 de julio, lanzaremos una calificación de sostenibilidad (“S-Rating”) para nuestros proveedores. El S-Rating expondrá muy claramente nuestras expectativas hacia la sostenibilidad e introducirá procesos con los cuales evaluar el desempeño de la sostenibilidad de nuestros proveedores. Cada proveedor en el alcance de la calificación tendrá que buscar la sostenibilidad, especialmente en lo relativo a los derechos humanos, la salud y la seguridad, el medio ambiente y la lucha contra la corrupción. Los proveedores que no cumplan con nuestros requisitos ya no serán elegibles para la contratación.

 

 

Tomás Moreira, Presidente da AFIA: “Portugal não vive apenas da Autoeuropa”

Tomás Moreira representa o sector automóvel, mas quer pôr a ferrovia no topo da agenda nacional

in Expresso, por Margarida Cardoso, 01-06-2019


Pode parecer estranho, mas a indústria portuguesa de componentes automóveis quer ver o país a investir na ferrovia. “É estratégico para Portugal, para o sector e para as exportações nacionais em geral”, defende Tomás Moreira, presidente da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel.

“A tendência é movimentar bens por ferrovia, mas Portugal não está a acompanhar o movimento. Está a tornar-se uma ilha e isso pode ser crítico”, alerta Tomás Moreira, à frente de um sector que fatura €11 mil milhões, vale 5% do PIB e emprega 51 mil pessoas.

Quando Espanha e França tiveram alternativas ferroviárias à estrada, “teremos um forte handicap e seremos obrigados a usar as plataformas logísticas construídas pelos espanhóis junto à fronteira”, diz o dirigente associativo. “Haverá taxas parar atravessar estes países e isso vai penalizar as entregas na Alemanha, o maior mercado europeu e o segundo maior cliente de Portugal, a seguir a Espanha, até porque os nossos maiores concorrentes estão no leste da Europa”, explica.

A questão torna-se especialmente relevante quando a guerra comercial entre os EUA e a China, ameaça acelerar a vinda de fabricantes chineses para a Europa, depois dos americanos, japoneses e coreanos, o sector espera a entrada dos chineses. E Portugal tem espaço para receber mais um grande fabricante automóvel:

“Temos apenas 1% das fábricas automóveis cá e estamos atentos. Mas sem ferrovia, perdemos competitividade”, afirma.

No curto prazo, a principal preocupação está nos recursos humanos, na flexibilidade da legislação laboral, na formação dos trabalhadores. Num sector que trabalha sem stocks, “as flutuações do mercado chegam às fábricas no mesmo dia e exigem agilidade”, defende Tomás Moreira, admitindo que isso passa por despedimentos, mas também por contratações, questões como o banco de horas, a remuneração de horas extras, a formação.

“Neste Momento, não encontramos no mercado as pessoas qualificadas necessárias e isso compromete o investimento em Portugal”, diz o presidente da AFIA, consciente da dinâmica de um sector a viver com margens muito pequenas e contractos decididos por diferenças de cêntimos, o que torna a questão dos custos fundamental, mesmo para uma oferta no segmento médio alto, com investigação, desenvolvimento de produto, peças mais técnicas, valor acrescentado.

Desde a crise de 2009, o ciclo tem sido de crescimento contínuo, com o volume de negócios a duplicar, o investimento a crescer anualmente desde 2010, de €220 milhões para €800 milhões, refletindo a dinâmica do lançamento de novos modelos na Autoeuropa e na PSA e um aumento da quota de mercado de Portugal no sector. Mas o actual momento é de incerteza por razões económicas e políticas e pelas dúvidas à volta do automóvel do futuro.

Motor a combustão? Híbrido? Eléctrico? Células de hidrogénio? A escolha terá impactos diferentes, uma vez que os híbridos têm as componentes de um veículo tradicional, enquanto um carro 100% eléctrico não traz motor, nem escape nem outros componentes.

“A disrupção será grande, mas o veículo eléctrico ainda só representa 2% das vendas automóveis. Se de hoje para amanhã se produzissem apenas veículos elétricos, Portugal perdia 10% dos postos de trabalho.

Teria impacto, mas não rebentava o sector até porque muitos componentes continuam a ser necessários, dos assentos aos faróis, e as empresas já estão a preparar o futuro”, afirma.

Na direção da AFIA desde 2009, na presidência desde 2013, Tomás Moreira acredita que a Autoeuropa pesou no salto dado pelo sector dos componentes automóveis. Trouxe investimento internacional e nacional, criou massa crítica que permitiu a duas dezenas de empresas lusas criarem unidades no exterior. Mas se há uma certeza, é a de que “Portugal não vive apenas da Autoeuropa”. As empresas souberam conquistar outros clientes e mercados, como mostram os números: “O sector exporta 85% doa que faz e a quota da Autoeuropa é de 10%.

 

DE NORTE A SUL

230

é o total de empresas do sector. Metade é de capital estrangeiro. 70% estão entre Monção e Leiria

 

21%

é a quota de Espanha nas exportações. É o maior mercado, seguido da Alemanha (17%)