Entrevista a José Couto // Presidente da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA)

“O que a indústria mais quer é não perder postos de trabalho” A expectativa é que haja uma retoma do mercado até2021, para que a queda não seja tão pronunciada, espera o empresário, realçando, por outro lado, que a saída de quadros significa perda de competitividade

in 100 maiores e melhores empresas do distrito de Leiria e concelho de Ourém de 2019 | REGIÃO DE LEIRIA, 30-07-2020

Entrevista de Camilo Soldados a José Couto // Presidente da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA)


Qual é o estado das empresas do sector automóvel?

Neste momento, aquilo que sabemos dos nossos associados é que as empresas recomeçaram a trabalhar. Neste mês de julho várias empresas abandonaram este processo de lay-off simplificado porque têm encomendas e não cumprem as regras dos 40% [de quebra na faturação].

Estão a tentar encontrar outras formas de ajustar os custos ao nível de produção, sempre com o receio de que, em setembro ou outubro, se volte a uma situação de paralisação da atividade. Os construtores automóveis estão a produzir para os seus parques, para o seu stock e à espera de que o consumo reaja. É uma situação de alguma precariedade, tendo em conta que as empresas vão iniciar os seus processos de produção e poderão ter que parar novamente. Neste momento, há a preocupação em adaptar os custos e a estrutura da empresa às expectativas dos mercados, o que significa adequar o quadro de pessoal à atividade. É uma das alternativas, uma vez que as propostas do governo para bloquear os despedimentos não são adequados para esta indústria.

As ajudas não são suficientes para que as empresas consigam reter o número de funcionários?

Suficientes é uma coisa, não serem adequadas é outra. Estas medidas não são adequadas à indústria automóvel. Ter que baixar custos é fundamental, promovendo a adequação do quadro de pessoal. Isto com muita pena da indústria automóvel, que entre 2007 e 2019 criou 19 mil postos de trabalho e formou-os. Portanto, teve um custo. A competitividade destas empresas tem muito a ver com a qualidade dos seus trabalhadores. Despedir é subtrair à competitividade das empresas.

Quais seriam os números dos despedimentos?

A expectativa que os nossos associados nos deram andava na ordem de 12 mil postos de trabalhos, num universo total de 69 mil. Se as piores expectativas se manifestarem, o número poderá ser acima dos 12 mil. Se houver um aumento da procura, o número será menor. No ano passado, a indústria de componentes para automóveis faturou 12 mil milhões de euros. Este ano, a expectativa é faturar 8,4 mil milhões de euros.

Além de despedir, quais serão outras medidas que as empresas poderão tomar para reduzir custos?

Estas empresas são obrigadas a ter um sistema muito escrutinado de qualidade para poderem ser fornecedores da indústria automóvel. Há um conjunto de investimentos prévio aos processos de produção que não é descartável de um momento para o outro. A diminuição de custos significa internalizar muitas atividades que estavam externalizadas e diminuir atividades de investigação e desenvolvimento. Mas é claro que, na estrutura de custos destas empresas, o pessoal tem um peso significativo.

Os cortes na investigação de desenvolvimento podem comprometer a intensidade tecnológica a curto prazo.

Essa é uma questão muito importante. A indústria de componentes e automóvel, de uma forma geral, necessita de investir todos os anos. Para ganhar negócios é preciso que as empresas se mantenham tecnologicamente competitivas. A paragem neste processo de investimento fará com que, comparativamente, esta vantagem desapareça em termos europeus.

Quando falava na perspetiva de voltar a parar, está a referir–se a não haver encomendas para manter a atividade ou está a falar de novo período de confinamento?

A segunda vaga da recessão vai ser antes da segunda vaga da pandemia. Do ponto de vista económico, depois do Verão, é preciso perceber se há ou não consumo e se os gostos dos consumidores continuam a ser os mesmos. Há um desvio da procura para outro tipo de produtos. O mercado europeu, até este momento, caiu 3,7 milhões de automóveis em 2020 relativamente a 2019. É uma queda de 14 milhões para 10 milhões. A expectativa é chegarmos ao final do ano com uma queda de consumo de 30% e não há nenhuma empresa que aguente uma queda de 30% sem fazer ajustes na sua estrutura de custos.

Que resposta acham que poderia o governo dar?

As medidas do governo português eram provavelmente as possíveis numa reação rápida. O que consideramos é que é preciso olhar de outra forma. Por exemplo, as associações que estão na MOBINOV, que é o cluster da indústria automóvel, em conjunto com o cluster dos moldes, propuseram ao governo um conjunto de medidas. É importante que o governo ajude a manter o nível de investimento para que as empresas continuem competitivas. Pedimos ao governo que fossem encontrados meios de o Estado injetar fundos nas empresas, sem que isso causasse o aumento do endividamento. Mais tarde, obviamente que o Estado poderá recuperar [os fundos]. Fomos apanhados num momento em que estamos a investir no aumento do nível de automatização, de robotização, de melhoria dos sistemas de informação: tudo aquilo que é um quadro referencial da indústria 4.0. Se pararmos o processo nesta altura, vamos ter problemas mais à frente.

As medidas que propusemos ao governo prendem-se com isto: capitalizar as empresas e aumentar o nível de competências internas das empresas, já que temos esta baixa de atividade.

Nesse processo de capitalização, admitiriam que fossem impostas salvaguardas dos postos de trabalhos?

O que a indústria mais quer é não perder postos de trabalho. Para continuarmos a ser competitivos temos que ter pessoas qualificadas. Estamos abertos a todas as contrapartidas e a esta discussão. Aceitar que o Estado posso interagir neste processo de maneira a capitalizar já significa um novo posicionamento relativamente ao que são os instrumentos tradicionais de apoio às empresas.

Como é que se pode dar a volta a esta situação? É uma questão de esperar que se retome a normalidade?

Esta indústria não tem alternativas. Tem que esperar que os clientes lhe façam encomendas. Não podemos pôr uma peça que é para determinado automóvel noutro automóvel. Há aqui uma cadeia de produção muito fechada.

Neste cenário há alguma perspetiva positiva?

Acreditamos que possa haver um crescimento do consumo. A expectativa é de, na pior das hipóteses, chegarmos ao final do ano com uma queda de 30% e que se possa ter uma recuperação para níveis de 2019 no final do primeiro trimestre de 2021. Se isto acontecesse, esperamos que grande parte das empresas encontrem metodologias para se manterem ativas e com capacidade de responder a novos desafios. Abaixo deste número, teríamos um desastre. Temos também que pensar que os consumidores vão ter novas formas de escolher. Há um processo de aceleração no novo conceito de mobilidade, mas também na sensibilidade relativamente às questões ambientais. Provavelmente vamos ser confrontados com modificações mais rápidas.

Esta ruptura causada pela pandemia pode orientar a indústria mais para o elétrico?

Acreditamos que a motorização elétrica vai ter um incremento. Sabemos que os nossos clientes estão neste momento a desenvolver novos produtos nesse sentido. Hoje há também soluções que têm impactos negativos muito menores em termos ambientais e isso também é um caminho que se vai fazer paralelamente ao processo de eletrificação dos motores.

Como consequência deste período de confinamento, algumas cidades europeias, incluindo portuguesas, anunciaram alterações à forma como é feita a mobilidade nos seus centros. Como vê uma maior restrição à circulação do automóvel nas cidades?

Em 2019, essa era já uma das nossas preocupações. Acreditávamos que esse efeito sobre a produção automóvel iria ter repercussões e iria levar a alguns ajustes da capacidade produtiva instalada. No final deste processo, que poderá acontecer no final do primeiro semestre de 2021, teremos que perceber o que realmente mudou e quais foram efetivamente os efeitos. Será muito importante perceber, por exemplo, como evoluiu o conceito de car-sharing, se houve diminuição da atividade deste conceito… Ainda é cedo para perceber se houve alterações radicais em relação àquilo que pensávamos que seria o futuro.

 


 

PERFIL

José Couto é o presidente da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA) e integra o conselho de administração da MOBINOV, a associação que representa o cluster automóvel. Como empresário, administra a Microplásticos, sediada na Figueira da Foz. Desde 2010 que lidera o Conselho Empresarial do Centro / Câmara de Comércio e Indústria do Centro, uma estrutura que nasceu em 1993. Integra também a direção da Confederação Empresarial de Portugal como vogal.

 

López-Tafall (Anfac): “Industria está trabajando para atraer nuevos fabricantes y esperemos que cristalice”

El director general de la patronal de los fabricantes de vehículos, José López-Tafall, ha destacado el papel clave del plan de impulso del Gobierno para el refuerzo de la industria de la automoción española, el cual, puntualizó, ha sido «muy bien recibido en las sedes de inversores internacionales».

in La Tribuna de Automoción, por Ignacio Anasagasti, 15-07-2020


El director general de la Asociación Española de Fabricantes de Automóviles y Camiones (Anfac), José López-Tafall, ha declarado que, tras el anuncio de Nissan del cierre de las plantas de Barcelona, «es posible que nuevas empresas, y por qué no nuevos fabricantes, puedan venir a España» o incluso que se confirmen inversiones «en nuevas partes de la cadena de valor de la automoción». Para ello, subrayó que «el Ministerio de Industria está trabajando con todas sus fuerzas y esperemos que vaya cristalizando».

El responsable de la patronal, que ha intervenido en una rueda de prensa virtual para presentar el anuario de 2019 de su organización, ha considerado crucial para que la industria española se refuerce en el futuro el plan de impulso del Gobierno, dotado con 3.750 millones de euros, del cual ha detallado que ha sido «muy bien recibido» en las sedes de los inversores internacionales. «El programa va en la buena dirección», añadió, haciendo patente que, aunque cuenta «con menos recursos» que los de otras potencias del automóvil europeas, como Alemania o Francia, «la diferencia económica no será importante si somos ágiles» en la implementación de las medidas.

López-Tafall ha destacado que tanto las administraciones como el sector en su conjunto «están trabajando para que sea la última vez que una empresa se marcha del país«, en lo que resultará fundamental, a su juicio, que España «mantenga su competitividad, la flexibilidad laboral, el diálogo fluido con los agentes sociales, la fortaleza de la cadena logística y la coherencia [regulatoria y de políticas de impulso] a medio plazo».

En relación al cierre de Nissan, aunque ha apuntado que es un tema «en el que no entramos», ha aseverado que «lo importante sería que [la salida] fuese de la manera más consensuada posible con los agentes sociales y las autoridades, lo que puede contribuir a atraer nuevas inversiones específicamente a Cataluña».

Aumento fiscal en enero

Preguntado por este medio sobre si Anfac espera que el Gobierno adopte alguna decisión para evitar una subida del Impuesto de Matriculación el próximo enero por el fin de la vigencia del valor correlado a NEDC, el directivo contestó que dentro del plan de impulso gubernamental se incluye una revisión de la fiscalidad y «este proceso lleva tiempo sin duda», porque «tiene un componente legal y está vinculado, además, a la financiación de las corporaciones locales y las comunidades autónomas».

Concretamente, el Ejecutivo en su hoja de ruta con el sector ha fijado que se aborde la modificación tributaria a partir de 2021, lo que, salvo que se introdujese alguna medida puntual en los próximos meses, hará que se arranque el curso que viene con un incremento de impuestos para gran parte del mercado.

«Entendemos que nos pondremos de acuerdo y que no debe haber demasiados problemas», remachó López-Tafall sobre el planteamiento que se pondrá encima de la mesa el año próximo de «avanzar en una fiscalidad ambiental que favorezca la descarbonización y la retirada de la circulación de los vehículos más contaminantes».

Nueva previsión de ventas

En relación al resultado de matriculaciones de 2020, aunque la asociación en su presentación reflejaba la proyección inicial que apuntaron durante el estado de alarma de que se registraría un descenso del 45% –se realizó antes de la puesta en marcha de las ayudas a la compra–, el director general comentó que «si el virus no evoluciona de manera negativa y con el impacto que pensamos pueda tener el Plan Renove» se podría moderar el ajuste hasta el 35%, contabilizándose entre 800.000 y, «ojalá», 850.000 automóviles.

Sobre la necesidad de que tras el fin en diciembre del programa de achatarramiento (o antes por agotamiento de fondos) se implanten nuevos incentivos, el directivo indicó que el «foco no hay que ponerlo en si va a haber más Renove, sino en la necesidad de que haya políticas activas de renovación del parque«. En este sentido, declaró que puede haber «varias vías», como la fiscal o la mencionada de las subvenciones.

 

 

El director general de Anfac, José López-Tafall, en la presentación del Anuario de 2019.

 

 

INEOS Automotive Reveals the Design of its Upcoming 4×4, The Grenadier

INEOS Automotive today reveals the exterior design of the Grenadier, its forthcoming, no-nonsense 4×4 vehicle for the world, another step on the road towards start of production.

in INEOS Automotive, 01-07-2020


  • Form follows function” in an engineering-led design process focused on delivering a vehicle to do a job
  • Development programme moving forward, with prototype testing now on the march towards accumulating 1.8 million kilometres on and off-road over the coming year
  • Created to fulfil the vision of adventurer and INEOS Group Chairman, Sir Jim Ratcliffe, the Grenadier will be a capable, durable and reliable 4×4 designed and built to handle the world’s harshest environments
  • #GrenadierUnwrapped

Built from the ground up on an all-new platform, the INEOS Grenadier has been designed on purpose: namely to meet the demands of its future owners for a rugged, capable and comfortable go-anywhere working vehicle.

“The brief was simple. We set out to design a modern, functional and highly capable 4×4 vehicle with utility at its core”, said Toby Ecuyer, Head of Design. “A design that is ‘easy-to-read’, with no ambiguity about the Grenadier’s role in life.  There to do everything you need, and nothing you don’t. Nothing is for show. Modern engineering and production techniques ensure the Grenadier is highly capable, but we have been able to stay true to the essence of creating a utilitarian vehicle that will stand the test of time”.

Dirk Heilmann, INEOS Automotive’s CEO, said: “We are delighted to be able to share the design of the Grenadier so early in the process. Most manufacturers would hold back, but we are a new business, building a new brand, and we want to take people with us on this exciting journey.

“Showing the design now allows us to focus on the critical next phase of the vehicle’s development, testing its capability and durability.  We have a very challenging programme ahead, as we put prototypes through their paces in all conditions, on the way to accumulating some 1.8 million test kilometres over the coming year.  From today the covers are off. Testing ‘in plain sight’ without the need for camouflage wrapping, foam blocks or fake panels is an added benefit.”

Sir Jim Ratcliffe, Chairman of INEOS, said: “The Grenadier project started by identifying a gap in the market, abandoned by a number of manufacturers, for a utilitarian off-road vehicle.  This gave us our engineering blueprint for a capable, durable and reliable 4×4 built to handle the world’s harshest environments. But it had to look the part as well. As you will see today, Toby and his team have done a great job in delivering a design that is both distinctive and purposeful.”

 

Autoeuropa atinge três milhões de automóveis produzidos

A fábrica de Palmela da Volkswagen atingiu a marca histórica esta quinta-feira, pouco mais de 25 anos após ter iniciado a produção.

in Negócios, por Pedro Curvelo, 26-06-2020


Três milhões. Este é o número de veículos que a Autoeuropa produziu desde o arranque da produção, em 1995. O marco histórico foi atingido esta quinta-feira, 25 de junho, revela a empresa através da rede social LinkedIn.

A fábrica do grupo Volkswagen em Palmela previa alcançar o “número mágico” em abril, ainda antes de celebrar os 25 anos, mas a paragem forçada em meados de março devido à pandemia da covid-19 acabou por adiar por dois meses a meta.

Inaugurada em 1995, a maior fábrica de produção automóvel de Portugal demorou oito anos a alcançar a fasquia de um milhão de unidades, o que aconteceu a 16 de junho de 2003.

Foram necessários mais dez anos para ver sair a unidade dois milhões da fábrica de Palmela. Foi a 2 de julho de 2013 que a fasquia foi superada, numa altura em que a Autoeuropa produzia os modelos Sharan, Eos e Scirocco, da Volkswagen, e ainda o Seat Alhambra.

Agora, sete anos volvidos, sai das linhas de montagem da fábrica o veículo número três milhões, tendo a aceleração no volume de produção da Autoeuropa sido impulsionada pelo modelo T-Roc, que começou a ser produzido em 2017.

O início da produção do SUV compacto da Volkswagen foi o “motor” da aceleração da Autoeuropa nos últimos anos. Sendo que a produção acumulada nos dois últimos anos totaliza 477.800 unidades, quase tanto como os 490.995 veículos que saíram da fábrica entre 2013 e 2017.

A Autoeuropa fechou 2019 com um recorde absoluto de produção: 256.878 unidades, isto depois de em 2018 ter produzido 223.200 veículos, pulverizando o anterior recorde, de 1998, que se cifrava em 138.890 automóveis.

 

El Opel Crossland X vuelve a la línea de producción de PSA Zaragoza

Tras la reanudación de la producción en la planta de Groupe PSA en Zaragoza el pasado 13 de mayo, protagonizada por el Opel Corsa, el otro modelo de la marca que se fabrica en el centro, el Crossland X, ha regresado a la Línea 1 y, junto a él, 1.500 trabajadores que se encargan de la producción en dicha línea.

in AutoRevista, 08-06-2020


El Opel Crossland X, que se encuadra en la categoría de SUV del segmento B, comparte línea con el Citroën C3 Aircross.

A los 2.000 empleados que ya están trabajando en la planta para Corsa, se han sumado otros 1.500 trabajadores para producir los modelos de la línea 1 en los turnos de mañana y tarde. El Opel Crossland X inició su trayectoria industrial en 2017. Desde entonces, más de 320.000 unidades de este SUV compacto han salido de la fábrica aragonesa, donde se ensambla en exclusiva mundial.

Desde Opel señalan que “con la funcionalidad, la amplitud, la agilidad y la elegancia deportiva como señas de identidad, el Opel Crossland X destaca por su tecnología y sus innovadoras prestaciones. Cuenta, según acabados, con faros LED, pantalla de proyección (Head-up Display) y Cámara de Visión Trasera Panorámica de 180 grados con Asistente Avanzado de Aparcamiento”.

El Opel Crossland X “incorpora los equipamientos más avanzados de su segmento”, según fuentes de la marca alemana, entre los que destacan la Alerta de Colisión Frontal con Detección de Peatones y Frenada Automática de Emergencia, la Alerta de Somnolencia del Conductor, la Alerta de Cambio Involuntario de Carril, el Reconocimiento de Señales de Tráfico y el Sistema de Alerta de Ángulo Muerto.

En cuanto a conectividad, ofrece las ventajas de la tecnología multimedia IntelliLink, compatible con Apple CarPlay y Android Auto e incluye una gran pantalla táctil a color de hasta ocho pulgadas. Los smartphones compatibles se pueden cargar mediante la carga inalámbrica inductiva.

Por otro lado, en este modelo, tanto el conductor como el copiloto,  pueden disfrutar de los asientos ergonómicos certificados por AGR. Por otra parte, el volumen máximo del maletero de 520 litros —sin abatir los asientos traseros— es un referente en su categoría. Además, los pasajeros de la parte trasera tienen la posibilidad de ajustar su asiento longitudinalmente 150 milímetros, con lo que se aumenta el espacio para las piernas o la capacidad del maletero.

 

Una unidad del Opel Corsa en proceso de fabricación antes de la pandemia de la Covid-19.
Foto: Groupe PSA

 

Los proveedores de automoción prevén una reducción de la facturación de un 20-30% en 2020

  • La crisis provocada por la pandemia del Coronavirus acentúa la compleja situación del sector, inmerso en una transformación industrial y tecnológica sin precedentes.
  • Según las previsiones, en 2020 el empleo en el sector caerá entre un 6 y un 10%.
  • En 2019, la facturación de la industria española de componentes para automoción alcanzó los 35.822 millones de euros, un 3,6% menos que en 2018.
  • El empleo directo se redujo un 2% en 2019 alcanzando las 225.400 personas.
  • A pesar de todo, se mantiene la alta inversión en I+D+i (4,1% de la facturación), lo que supone el triple que la media industrial española.

in Sernauto, 03-06-2020


Como cada año, la Asociación Española de Proveedores de Automoción (SERNAUTO) presenta los datos del sector correspondientes al ejercicio anterior y sus previsiones para el año en curso.

Según las primeras estimaciones, para 2020 se prevé una fuerte caída de la facturación del sector de proveedores de automoción entre un 20% y un 30%, fruto de la crisis económica que está provocando el Coronavirus. De cumplirse estas previsiones, ello afectaría igualmente al empleo generado por los proveedores de automoción que se reduciría significativamente:  solo el empleo directo caería entre un 6-10%.

Estas cifras demuestran, una vez más, la acuciante necesidad de poner en marcha un plan de choque que permita una reactivación más rápida del sector, conjugado también con un plan país a medio y largo plazo dado el rol estratégico que juega en la economía y sociedad española.

SERNAUTO propone que este plan combine medidas de ayuda a la oferta y a la demanda ya que tendrán un mayor impacto en la economía. En paralelo a la renovación del parque, se deben poner en marcha ayudas vinculadas al desarrollo industrial para no perder competitividad.

Datos del Sector 2019

La reducción de la producción de vehículos a nivel mundial, la incertidumbre y las tensiones comerciales, unido al profundo proceso de transformación al que se enfrenta el sector (movilidad, conducción autónoma, digitalización y electrificación), han hecho que la cifra de facturación de los proveedores de automoción instalados en España en 2019 se redujera ligeramente alcanzando los 35.822 millones de euros, un 3,6% menos que en 2018.

Teniendo en cuenta que la producción mundial de vehículos cayó un 5,2% en 2019, el impacto en la facturación de los proveedores de automoción en España ha sido menor, gracias a su diversidad en mercados y clientes, el incremento de su competitividad y su apuesta por el liderazgo tecnológico.

Se produjo también una leve reducción de un 2% en el empleo directo generado por el sector que actualmente se sitúa en las 225.400 personas, 5.000 menos que en 2018. Este empleo directo se caracteriza por ser estable, de calidad y repartido por toda la geografía. De hecho, representa más de 10% del empleo industrial en varias Comunidades Autónomas.

En 2019, el sector de proveedores de automoción generó más de 365.000 empleos directos e indirectos.

Con el fin de poder mantenerse a la vanguardia tecnológica, los proveedores de automoción continuaron realizando una fuerte apuesta por la I+D+i, invirtiendo el 4,1% de su facturación (casi 1.460M €), el triple que la media industrial.

Asimismo, las inversiones en capacidades productivas volvieron a rondar los 1.900 M €, un esfuerzo que se mantiene año tras año para seguir siendo competitivos y adecuarse a las demandas de sus clientes.

En 2019, las exportaciones del sector cayeron un 3,1% quedándose en los 20.754 millones de euros, es decir, un 58% de la facturación.

De la facturación en el mercado nacional (15.068 M €), 9.798 millones de euros corresponden al suministro de equipos y componentes a los fabricantes de vehículos (-4,6%) y 5.270 millones de euros proceden del mercado de recambios (-3,9%).

El Director General de SERNAUTO, José Portilla, destaca que: «Estábamos inmersos en una transformación industrial y tecnológica sin precedentes que la llegada de la pandemia no ha hecho más que acelerar. Es imprescindible contar ya con un plan país que apoye a nuestras empresas y genere confianza tanto a nuestros clientes como al mercado. No podemos permitirnos perder el liderazgo con el que ahora contamos a nivel europeo y mundial porque ello repercutiría seriamente en el empleo y en el bienestar de millones de familias. Es tiempo de innovar, trabajar juntos y potenciar la oferta y la demanda de vehículos».

 


 

Acerca de SERNAUTO

 SERNAUTO es la Asociación Española de Proveedores de Automoción. Fundada en 1967, reúne a más del 85% de la facturación del sector a través de sus empresas asociadas. Representa a una industria formada por más de 1000 empresas que proveen de componentes a las 17 plantas de fabricación de vehículos implantadas en España, siendo además el tercer sector que más exporta, directamente el 58% de la producción y alcanzando el 82% si se tienen en cuenta los componentes instalados en vehículos exportados. Se trata de un sector estratégico que en 2019 facturó en España más de 35.822 millones de euros, alcanzando 365.000 empleos directos e indirectos.

Además de ser el interlocutor del sector en el diálogo con las Administraciones Públicas, SERNAUTO es la entidad reconocida por la Administración como asociación representativa del sector en España.

SERNAUTO es miembro del Consejo de Dirección de CLEPA, Asociación Europea de Proveedores de Automoción.

Website: www.sernauto.es

 

Interactive map: Production impact of COVID-19 on the European auto industry

This interactive map shows the impact of the coronavirus / COVID-19 crisis on the production of motor vehicles for each of the 27 EU member states plus the UK.

in ACEA, 01-06-2020


Production impact, by country

Status on: 01/06/2020

  • EU-wide production losses due to factory shutdowns amount to at least 2,446,344 motor vehicles so far.
    • This figure includes passenger cars, trucks, vans, buses and coaches.
  • The average shutdown duration is 30 working days at the moment.
  • Production losses are obviously set to increase if shutdowns are extended or additional plants are brought to a halt.

 

 

    • These are estimates based on data currently available.

    Disclaimer

    • This is by far the most comprehensive EU-wide overview currently available, combining all known information and available sources.
      • The data is aggregated by ACEA and updated on a weekly basis using multiple sources, including IHS Markit, MarkLines, national automobile manufacturers’ associations and (public) announcements by manufacturers.
    • Nevertheless, it is important to stress that ACEA fully acknowledges that this overview is non-exhaustive, it merely serves as a tool to show the EU-wide impact of the crisis.

 

 

IndustriAll Europe, Ceemet, ACEA, CLEPA, CECRA and ETRMA call for an ambitious recovery plan for the automotive sector

Saving jobs while reducing emissions

in CLEPA, 26-05-2020


For many decades, the European automotive sector has been one of the key pillars of the economic and social welfare of Europe. Indirectly, the sector provides employment to 13,8 million workers. The European assembly plants still produce 1 in every 4 cars worldwide. The sector is highly innovative and accounts for 20% of industrial research funding in Europe. Europe’s automotive sector has become a global leader with a strong export orientation. It is a stronghold of European industry and a driver for jobs and economic growth across Europe. As a result of the substantial economic interlinkages with other sectors along the value chain, its importance for employment and growth for the whole economy is clear.

COVID-19 provoked an unprecedented crisis in the sector with an effective standstill of car production and distribution in Europe for several weeks. Sales came to a halt, investments have plummeted and the market introduction of new clean models has been postponed. At the same time, post-pandemic work organisation is increasing production costs.

The economic and social impact of the COVID-19 crisis on the automotive sector is particularly severe. Workers, although supported by short-time work arrangements, have seen their incomes reduced, and companies are facing cash drains as their revenues have disappeared. Currently, there is little visibility on what the future holds. If this situation persists, the sector risks a meltdown with large-scale bankruptcies and restructuring.

During the financial crisis (2008-13), the automotive sector lost 440.000 jobs (in car production and the aftermarket). If no measures are taken, this number risks being dwarfed by the current recession which may be much deeper.

Therefore, industriAll Europe, Ceemet, ACEA, CLEPA, CECRA and ETRMA, the European business organisations and the trade unions for the sector call on the European Commission for a bold industrial recovery plan. Such a plan should be based on two objectives. First of all, bringing the industry back on track by stimulating sales and reviving production, and secondly, supporting the industry in its journey towards a carbon-neutral future, based on the Green Deal and Europe’s climate objectives.

To date, the sector has been substantially investing in its transition towards the new paradigm of a carbon-neutral and digitalised economy: including, alternative powertrains, batteries, connected cars, mobility services, and automated driving. The industry can make a real contribution to the Green Deal and mitigating the climate emergency. But due to COVID-19, strong support from the national governments and the Commission is needed in order to help the sector to make the necessary investments in transitioning to decarbonisation while supporting European jobs and keeping its contribution to EU exports and the social welfare of European citizens.

To bring the sector back on track and enable it to emerge from this recession, the European automotive sector urgently needs:

  • Coordinated measures to support the relaunch of the industry incl. the aftermarket with harmonised guidance on preventive health and safety measures for the workplace; coordination is also needed to avoid further disruptions in the sophisticated automotive supply chains.
  • Support for viable companies to maintain their resilience. To avoid stranded assets liquidity support has to be maintained as long this is needed: state aid, investment guarantees, tax breaks, soft loans
  • Support for companies in maintaining/developing their human capital while the income and job security of workers must be preserved e.g.  through continuation of short-time work arrangements connected to skills upgrading
  • Introduce/reinforce temporary demand stimulus measures by vehicle renewal schemes that are coordinated on EU level and financially supported by the Commission. These measures should be eligible for latest technologies and in addition be differentiated according safety and environmental performance based on certified CO2 emissions.  Demand stimulus is needed to re-start the assembly lines and to preserve jobs. It should also restore the capacity of companies to generate the cash flows they need to invest in a sustainable future.
  • Take into account these extraordinary circumstances when assessing the impact of regulatory reforms on the sector.

To support the sector in delivering on the digital and low-carbon transitions, we request that the European Commission takes the following actions:

  • Develop and maintain technological leadership by means of ambitious technology programmes to support both digital and low-carbon transitions
  • Provide investment support (grants, loans, equity) for the market introduction of new sustainable technologies
  • Accelerate the roll-out of charging and re-fuelling infrastructure for cars, vans and commercial vehicles in public, as well as private, places, and deliver at least 2 million charging points and refuelling stations across the EU for all vehicle types as indicated earlier.
  • Introduce/reinforce market incentives to promote the uptake of alternative powertrains
  • Promote industrial collaboration and industrial alliances to share the cost of the development and market introduction of new low-carbon technologies
  • Facilitate investments in the next generation digital infrastructure as a key enabler for more reliable connectivity between vehicles
  • Make use of innovative public procurement to support demand and to bring new innovations to the market
  • Boost investment in the research and developments as well in the production of batteries, hydrogen, and low-carbon liquid fuels, within the European Union.
  • Develop the circular economy connected to the automotive supply chain (recycling, re-manufacturing, re-use)
  • Support the many automotive SME’s in redefining their value chain positioning in a fast-changing automotive landscape

As the COVID-19 crisis has serious ramifications for jobs, industriAll Europe, Ceemet, ACEA, CLEPA, CECRA and ETRMA, call for the organisation of a just transition for every worker affected by restructuring.  Solutions have to be found through timely anticipation of change, an effective social dialogue at all levels, active labour market policies, up-and re-skilling, and support to redevelopment plans for automotive regions.

industriAll Europe, Ceemet, ACEA, CLEPA, CECRA and ETRMA insist that the upcoming European recovery plan pays due attention to a sector that has already invested heavily in its transition and that has the ambition to continue these investments once it has overcome the COVID-19 crisis.  To save jobs and companies, it is important to act decisively to ensure the continuity of economic activity, to stave off bankruptcies and to prevent mass layoffs. The EU must maintain the ambition to keep the full automotive value chain inside the EU. This would allow the EU to keep a strong European automotive sector and to maintain our global leadership in clean vehicles, to deliver on its climate objectives and to maintain/create high quality jobs. Finally, a recovery of the automotive sector will generate positive knock-on effects for the overall economy.

 


Note to editors: EU’s automotive sector

  • 13.8 million Europeans work in automotive, accounting for 6.1% of all EU jobs.
  • 11.4% of EU manufacturing jobs – some 3.5 million – are in the automotive sector.
  • Motor vehicle taxation brings in €440.4 billion for governments in major European markets
  • The automobile industry generates a trade surplus of €84.4 billion for the EU.
  • The turnover generated by the automotive industry represents over 7% of EU GDP.
  • Investing €57.4 billion in R&D annually, the automotive sector is Europe’s largest private contributor to innovation, accounting for 28% of total EU spending.

The EU motor vehicle fleet is getting older year-on-year. Passenger cars are now on average 11.1 years old, vans 11 years and heavy commercial vehicles 12 years.

 


 

About the organisations:
IndustriAll European Trade Union is the federation of independent and democratic trade unions representing workers in the metal, chemical, energy, mining, textile, clothing and footwear sectors and related industries and activities. IndustriAll Europe represents 7 million working men and women united within 180 national trade union affiliates in 38 European countries.
Contact: Andrea Husen-Bradley, press & communication, +32 473 73 43 63, ahb@industriall-europe.euwww.industriall-europe.eu

ACEA, the European Automobile Manufacturers’ Association, represents the 16 major Europe-based car, van, truck and bus manufacturers: BMW Group, CNH Industrial, DAF Trucks, Daimler, Ferrari, Fiat Chrysler Automobiles, Ford of Europe, Honda Motor Europe, Hyundai Motor Europe, Jaguar Land Rover, PSA Group, Renault Group, Toyota Motor Europe, Volkswagen Group, Volvo Cars, and Volvo Group.
Contact: Cara McLaughlin, Communications Director, +32 485 886 647, cm@acea.bewww.acea.be

CECRA is the European federation bringing together national professional associations which represent the interest of motor trade and repair businesses and European Dealer Councils. CECRA represents on a European scale 336.720 motor trade and repair businesses. Together they employ 2.9 million people.
Contact: Bernard Lycke, Director General, +32 475 932 693, bernard.lycke@cecra.eu, www.cecra.eu

CLEPA, the European Association of Automotive Suppliers, represents over 3.000 companies supplying state-of-the-art components and innovative technology for safe, smart and sustainable mobility, investing over 25 billion euros yearly in research and development. Automotive suppliers in Europe directly and indirectly employ nearly five million people across the continent.
Contact: Pilar Pérez, Communications Director, +32 478 949 159, communications@clepa.be, www.clepa.eu

ETRMA, the European Tyre & Rubber Manufacturers Association represent nearly 4.400 companies in the EU, directly employing about 370.000 people. The global sales of ETRMA’s corporate members represent 70% of total global sales, have a strong manufacturing and research presence within the EU and candidate countries, with 93 tyre-producing plants and 17 R&D centres.
Contact: Fazilet Cinaralp, Secretary General, +32 475 34 83 71, f.cinaralp@etrma.org, www.etrma.org

Ceemet represents the metal, engineering and technology-based industry employers in Europe. Member organisations represent 200,000 companies in Europe, providing over 17 million direct and 35 million indirect jobs. Ceemet is a recognised European social partner at the industrial sector level, promoting global competitiveness for European industry through consultation and social dialogue.
Contact: Chetan Corten, Head of Communications, +32 472 25 02 28, chetan.corten@ceemet.org , www.ceemet.org

 

EU said to mull $22B package to boost sales of ‘clean cars’

The European Commission is preparing a major economic stimulus package that could include 20 billion euros ($22 billion) to offer consumers in the 27-nation bloc incentives to buy environmentally friendly passenger cars, German daily newspaper Sueddeutsche Zeitung reported.

in Automotive News Europe, by Christiaan Hetzner, 20-05-2020


Details of the subsidies for car purchases have not been finalized. Discussions are still taking place and there are disagreements over how to define “clean cars,” the paper said, citing an internal EU document.

The German transport ministry is pushing to include cars that emit 140 grams per km, far above the 2021 fleet emission target of 95 g/km. This would mean buyers of SUVs such as the Volkswagen Tiguan with a 148-hp engine would qualify for a subsidy, the Sueddeutsche Zeitung said.

Such a move would be “completely unacceptable,” Stef Cornelis, from the Brussels-based lobby group Transport & Environment, told the paper. Stefan Heimlich, head of the European motorist club ACE, also criticized the German proposal, saying it would hurt, not help, automakers’ efforts to reach CO2 emission reduction targets mandated by the EU.

The European auto industry, the world’s second largest by production after China, has pushed for a coordinated and harmonized fleet renewal scheme for all vehicle types and categories.

On May 14, CEOs from major car and truck manufacturers and their suppliers met with members of the Commission to discuss a recovery plan for the automotive sector “with a view to stimulating the wider economy and bolstering the transformation to a carbon-neutral society.”

France’s Finance Minister, Bruno Le Maire said on May 18 that any aid offered to the industry by his government offered would seek to encourage sales of cars with lower emissions.

German Chancellor Angela Merkel also has made it clear that any economic stimulus packages must also serve to protect the climate. Her comments make it unlikely that Berlin would introduce incentives to encourage consumers to swap old cars for new models. Many European governments used such scrapping programs in 2009 to boost new-car sales.

European Commission President Ursula von der Leyen on May 13 outlined her reasoning for a focus on carbon-friendly stimulus measures. “If it is necessary to increase our debt, which our children will then inherit, then at the very least, we must use that money to invest in their future by addressing climate change, reducing the climate impact and not adding to it,” she told the European Parliament.

The incentives would be part of a 100 billion-euro package economic program for the transport sector, according to the Sueddeutsche Zeitung.

The incentives would be one element of a broader stimulus plan that will include 100 billion euros for the transport sector, according to the Sueddeutsche Zeitung.

Half of that sum might be earmarked towards accelerating development of new alternative drivetrains to cut emissions from road transport, the one major area of the economy that continues to see rising carbon emissions. Funds would also go towards constructing 2 million public charging stations for EVs by 2025.

A spokeswoman for the Commission declined to comment on the Sueddeutsche Zeitung report, but told Automotive News Europe that a new “Marshall Plan” to underpin an economic recovery would be presented on May 27.

 

France to focus aid on greener car sector after virus hit

France is seeking to bolster sales of cars with lower emissions as part of a support package to be announced over the next two weeks for an industry hard hit by coronavirus lockdowns, Finance Minister Bruno Le Maire said on Monday.

in Reuters, 18-05-2020


Some carmakers, including France’s Renault and PSA, the group behind Peugeot, are starting to reopen plants after closures to control the spread of the novel coronavirus.

But demand was already weak even before the impact of the pandemic, which has exacerbated the financial difficulties of companies and their suppliers.

Le Maire, who met with auto industry bosses on Friday, told France Info radio the government aimed to use any support package or scrappage scheme to encourage a shift towards less polluting vehicles.

“I will announce a support plan … in order to get consumption going again, in order to help this transformation towards a more sustainable model, with particular support for the cars that emit the least CO2,” Le Maire said.

Electric vehicles were too expensive for many households, Le Maire said, without giving further details of the types of measures envisaged and whether they would include direct state support for some firms.

Le Maire said the French government also hoped to announce a plan to help the country’s aeronautics sector by July 1.

France has rolled out bailout measures and state-guaranteed loans for other sectors hit by the pandemic, and has again sought to attach environmental conditions.

It requested for instance that airline Air France KLM cut carbon emissions and domestic flights.

In the auto industry, Renault is in particular focus. After posting its first loss in a decade last year before the pandemic hit, it is first in line in the industry for a state-backed loan, which should amount to around to 5 billion euros ($5.40 billion), Le Maire has previously said.

Some suppliers have struggled to tap state aid schemes, which are funnelled though commercial banks. Novares, which makes plastic components for cars, went into temporary receivership at the end of April after failing to reach a rapid agreement with its lenders to solve a cash crunch.

 

FILE PHOTO: The logo of Renault is seen at the Renault automobile factory in Flins as the French carmaker ramps up car production with new security and health measures during the outbreak of the coronavirus disease (COVID-19) in France, May 6, 2020. REUTERS/Gonzalo Fuentes/File Photo

 

Reporting by Sudip Kar-Gupta and Leigh Thomas; Writing by Sarah White; Editing by Catherine Evans and Barbara Lewis