EPEDAL | Onde a tecnologia e a qualidade se fundem

A EPEDAL foi fundada em 1981, com sede em Sangalhos, é fornecedora de componentes metálicos e subconjuntos para a indústria automóvel. Mais concretamente, componentes e subconjuntos para assentos, escapes, sistemas de refrigeração, chassis e carroçaria, quer para automóveis (95%), quer para camiões (5%).

in Portugal Business On the Way by AEP, 3º Trimestre 2019


Com a missão de satisfazer integralmente as exigências dos seus clientes, acionistas e colaboradores, a EPEDAL privilegia os fatores críticos do sector: prazos de entrega, qualidade e preços. Daí o seu lema: “onde a tecnologia e a qualidade se fundem.”

Recorrendo às mais recentes tecnologias de fabrico de estampagem, conformação de tubo e arame, soldadura robotizada e montagem automatizada de subconjuntos, a EPEDAL reúne uma série de certificações.

A certificação do sistema de garantia da qualidade e ambiente, pelo BVQI (ISO/TS16949, ISO 14001 e ISO 18001) e pela Volkswagen (VDA) são demonstradoras da capacidade da EPEDAL para operar num mercado deste nível de exigência.

Como prova de qualidade do trabalho da EPEDAL é a fiabilidade e a fidelidade absolutas com as especificações de dezenas de produtos diferentes, patente na crescente carteira de clientes, onde imperam nomes como Volkswagen, Mitsubishi Fuso Truck, Faurecia, Tenneco, Gestamp, Estampación F. Segura ou Kirchhoff.

Recorde-se que a EPEDAL é membro fundador do CEIIA (Centro de Excelência e Inovação para a Indústria Automóvel Portuguesa).

O volume de negócios da EPEDAL concentra-se sobretudo em Portugal (55,7%), mas a exportação já tem um peso considerável: Espanha (31%), França (10,8%), República Checa (1,5) e Eslovénia (1%).

Recentemente, esta empresa participou, com outras empresas do sector, nos “Automotive Meetings Madrid”. A IFEMA – Feira de Madrid acolheu a primeira edição dos “Automotive Meetings Madrid”, um evento que procura promover as relações entre todos os que estão envolvidos na cadeia de abastecimento do sector da indústria automóvel, no qual marcaram presença mais de 200 empresas provenientes de 19 países.

 

 

https://epedal.pt

 

 

Empresas Portuguesas de Componentes Automóveis Mostraram as suas Inovações em Frankfurt

A AFIA em parceria com a AEP promoveu novamente a indústria portuguesa de componentes automóveis no Salão Automóvel de Frankfurt

in AFIA, 19-09-2019


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Industria Automóvel, no âmbito do acordo de colaboração para a promoção internacional da indústria portuguesa de componentes para automóveis celebrado com a AEP – Associação Empresarial de Portugal, promoveu pela segunda vez a participação nacional no Salão Automóvel de Frankfurt, que decorreu entre os dias 10 a 13 de Setembro naquela cidade alemã.

A IAA – Internationale Automobil-Ausstellung é um certame bienal organizado pela VDA – associação alemã da indústria automóvel, e é muito mais do que um salão automóvel, sendo o verdadeiro fórum da mobilidade, onde são revelados os mais recentes desenvolvimentos, inovações e tecnologias ligadas ao mundo da mobilidade, sob o mote “Driving Tomorrow”.

No stand colectivo promovido pela AFIA e AEP, marcaram presença:

  • CR MOULDS, empresa especializada na concepção, gestão, fabricação e optimização de moldes para injecção de termoplásticos e fundição injectada. www.crmoulds.pt.
  • EDAETECH, empresa de engenharia e tecnologia para a indústria automóvel, aeronáutica e metalomecânica (desenvolvimento e fabrico de protótipos, produção de pequenas séries de componentes metálicos). www.edaetech.pt.
  • GENSYS (grupo PINTO BRASIL), concebe e implementa soluções informáticas inovadoras para planeamento, controlo e programação da produção em ambientes de grande complexidade e diversidade. www.gensys.pt.
  • SOPLAST, especializada no desenvolvimento e produção de componentes técnicos obtidos pelo processo de moldação por injecção para as indústrias automóvel, electrónica e construção. www.soplast.com.

O principal objectivo desta participação foi mais uma vez dar a conhecer as capacidades e competências da indústria portuguesa de componentes automóveis e estabelecer contactos para aumentar as exportações.

A Europa é o principal destino das exportações das empresas nacionais, absorvendo 90% das vendas ao exterior. Sendo que o mercado alemão por si só absorve 20% das produção dos fabricantes de componentes portugueses.

A feira teve um saldo extremamente positivo pelos múltiplos contactos que foram estabelecidos com potenciais e actuais clientes, tanto construtores de automóveis como multinacionais integradoras de sistemas.

Para 2020 já estão confirmadas e integradas no programa de acções de promoção internacional da indústria portuguesa de componentes para automóveis, as seguintes feiras promovidas pela AFIA em colaboração com a AEP:

  • Global Automotive Components and Suppliers Expo, Estugarda (Alemanha), 16 a 18 de Junho;
  • IZB International Suppliers Fair, Wolfsburg (Alemanha), 6 a 8 de Outubro.

Para mais informações contactar a AFIA: telefone 226 172 668 ou a.ferreira@afia.pt.

 

 

 

 

 

INEOS Automotive’s uncompromising 4×4 to be built in Wales and named ‘Grenadier’

Grenadier name chosen by the company’s fans and followers.

Wales to be the home of the INEOS Grenadier, to be assembled in a new manufacturing facility in Bridgend.

A significant commitment to UK manufacturing, creating up to 500 jobs as part of INEOS’s £600 million investment to bring the Grenadier to market in 2021.

in INEOS Automotive, 18-09-2019


INEOS Automotive has announced that its utilitarian 4×4 will be named ‘Grenadier’ after the pub in which it was conceived, with over 6,000 international fans and followers responding to an online poll to choose the vehicle’s name.

INEOS also confirmed that the Grenadier will be built in a bespoke new manufacturing facility on a greenfield site in Bridgend, South Wales. This will create 200 jobs initially, and up to 500 in the long term.  Site development is now under way to support planned start of production in 2021.

INEOS Group Chairman Sir Jim Ratcliffe said: “We have looked long and hard at possible manufacturing locations for Grenadier across the world with lots of good options to choose from.  The decision to build in the UK is a significant expression of confidence in British manufacturing, which has always been at the heart of what INEOS stands for.”

Welsh Government Economy and Transport Minister Ken Skates said: “Today’s announcement is great news for Wales and I’m delighted INEOS Automotive will be setting up home in Bridgend which has a long history of skilled manufacturing expertise. The Welsh Government has worked closely with the company to make this happen and I look forward to seeing the development of the new site progress ahead of the planned start of production in 2021.”

INEOS Automotive has confirmed that in parallel, it will be investing in a sub-assembly plant in Estarreja, Portugal.  The facility will produce the Grenadier’s body and chassis, working in conjunction with INEOS’s European supply chain partners.

Dirk Heilmann, Chief Executive Officer of INEOS Automotive, commented: “Confirming production in the UK, as well as our investment in Portugal, is a major milestone for the project.  We are progressing well with the design and engineering work, as well as our marketing and distribution plans.  In the months ahead, we look forward to sharing more information about the Grenadier, and engaging with local suppliers, the community and region, in advance of the start of production in 2021.”

 


 

 

COMUNICADO DE IMPRENSA DA AFIA, 06 de Setembro de 2019

 

 

 

 

ACAP: “Temos capacidade para captar fábricas que saiam do Reino Unido”

O secretário-geral da ACAP acredita que o peso do mercado interno nos comerciais ligeiros possa subir e aponta o Brexit como uma oportunidade para Portugal captar fábricas automóveis que possam sair do Reino Unido.

in Negócios, por Pedro Curvelo, 18-09-2019


A que fatores atribui a quebra no peso do mercado interno como destino da produção nas fábricas portuguesas?

Em primeiro lugar, 1994 foi o último ano antes do início da produção da Autoeuropa, a qual colocou Portugal no ranking dos países produtores de automóveis. Esta é uma indústria global e a instalação desta fábrica permitiu aumentar significativamente as nossas exportações até porque fabricava em exclusivo um modelo para todo o mundo. Nos comerciais, assistimos, entretanto, ao encerramento de unidades que produziam estes veículos.

Nalguns países existe um “orgulho” em comprar automóveis produzidos no próprio país, em Portugal isso não sucede. Porquê?

Essa situação poderá acontecer quando exista uma marca nacional, o que não é o caso de Portugal. Esse fenómeno está mais ligado à nacionalidade da marca do que ao local de produção.

 

O mercado nacional poderá recuperar peso como destino da produção?

No caso dos ligeiros de passageiros será difícil, mas nos comerciais ligeiros acredito que sim, que os valores possam aumentar. Mas tudo depende da escolha dos consumidores e empresas, dado que estamos no mercado aberto.

A abertura de novas fábricas poderia ajudar?

A instalação de novas fábricas seria sempre de saudar. E eu considero que o Brexit pode ser uma oportunidade para a indústria automóvel nacional e para o país. Temos condições para captar fábricas que se venham a deslocalizar do Reino Unido.

 

 

Cinco milhões de veículos produzidos em 25 anos nas fábricas portuguesas

Entre 1994 e 2018 as fábricas portuguesas produziram cinco milhões de veículos automóveis, com a Autoeuropa a ser responsável por mais de metade deste número. O mercado nacional foi o destino de menos de 370 mil viaturas.

in Negócios por pedro Curvelo, 17-09-2019


A produção automóvel em Portugal nos últimos 25 anos cifrou-se em cinco milhões de viaturas. Mais exatamente foram 5.006.563 os veículos que saíram das linhas de produção nacionais. Deste total, apenas 7,3% tiveram por destino o mercado português, o que corresponde a pouco mais de 367 mil veículos. Desde 2002 que os portugueses compram anualmente menos de 10 mil viaturas fabricadas no país.

Autoeuropa produziu mais de metade

A Autoeuropa alterou “radicalmente” o panorama da indústria automóvel nacional, diz Helder Pedro. Logo em 1996, primeiro ano completo de laboração da fábrica de Palmela, a produção automóvel portuguesa cresceu 46,7%. Como a unidade do grupo Volkswagen exportou sempre mais de 98% dos veículos, o peso do mercado nacional diminuiu de imediato, baixando dos 39% em 1994 para 22,6% no ano seguinte e para 16,2% em 1996.

Das linhas de montagem da fábrica de Palmela saíram, até ao final do ano passado, mais de 2,6 milhões de veículos, correspondendo a 53,2% da produção do país entre 1994 e 2018.

 

Apetro e ACAP defendem que metas do Governo para redução do CO2 são irrealistas

Luís Mira Amaral acusa o Governo de esquecer a ferrovia nos planos em curso para a transformação do setor dos transportes.

in Negócios, por Sara Ribeiro, 16-09-2019


Os setores das empresas petrolíferas e automóvel consideram que as metas estabelecidas pelo Governo para a redução das emissões de CO2 não são realistas. “O Governo foi mais papista do que o Papa”, defendeu Hélder Pedro, secretário-geral da ACAP. Na opinião do representante da indústria automóvel, o Plano de Energia e Clima (PNEC) “vai mais à frente daquilo que a própria União Europeia definiu”.

Pelas mesmas razões, o presidente da associação que representa as petrolíferas, António Comprido, considera que “há algum romantismo na forma como o Governo fixou as metas. É tão importante ser ambicioso como realista”, acrescentou.

Os responsáveis falavam no final da apresentação de um estudo da KPMG encomendado pela Apetro sobre a redução das emissões de CO2 em Portugal até 2030 e o papel da indústria petrolífera. Uma das conclusões deste estudo, que tem como base as metas do PNEC e do roteiro nacional de carbono 2050, é a poupança fiscal em 2,6 mil milhões de euros. Um passo que será alcançado com o aumento do número de veículos elétricos até 2030, por exemplo, e um cenário que “depois terá que ser resolvido pelos governos”, como apontou Carlos Solé, sócio da KPMG Espanha, que elaborou o estudo.

Já Luís Mira Amaral, aproveitou para  sublinhar que “ao contrário do PNEC, este estudo tem contas”. Para o presidente dos Conselhos da Indústria e da Energia da CIP, o plano apresentado pelo Ministério tutelado por Matos Fernandes “é irrealista”.

Outro ponto do PNEC apontado pela negativa por Mira Amaral prende-se com o facto de “esquecer o setor  ferroviário” na reestruturação do setor dos transportes para alcançar as metas de descarbonização propostas. “Para o Governo é só preciso intensificar a energia renovável e os carros eléctricos” para cumprir objetivos. “O Governo esquece a ferrovia”, acrescentou.

No final da apresentação do estudo, confrontado pelos jornalistas com estas críticas, Matos Fernandes respondeu que “quem acha que é irrealista pensa mal, é porque não leu os documentos”, disse referindos ao PNEC e ao roteiro para a neutralidade. “Pensam mal aqueles que pensam que para Portugal ser neutro é preciso apenas fechar umas chaminés”, acrescentou o ministro do ambiente.

 

 

O setor automóvel sofrerá uma deterioração do risco de crédito nos próximos cinco anos

A Crédito y Caución salienta que, devido aos desafios estruturais que o setor enfrenta, ocorrerá um aumento nos atrasos e nos incumprimentos mesmo que haja uma reversão no crescente protecionismo e nas limitações ao livre comércio.

in Crédito y Caución, 10-11-2019


A queda nas vendas globais de veículos e os importantes desafios estruturais que o setor enfrenta terão um impacto significativo no risco de incumprimento na indústria automóvel. A Crédito y Caución prevê “um aumento do risco de crédito de muitos fornecedores do setor automóvel estruturalmente mais fracos nos próximos cinco anos, o que levará a um incremento das tensões na liquidez, nos atrasos nos pagamentos e nas insolvências”.

A questão vai além da possível imposição efetiva de tarifas punitivas a veículos e peças por parte dos EUA. A análise da seguradora de crédito realça que este cenário de deterioração do risco ocorrerá mesmo que o crescente protecionismo seja revertido e que as limitações ao livre comércio não se concretizem. Segundo o relatório, que analisa detalhadamente a situação de doze mercados, a reorganização do setor e a evolução dos hábitos de consumo podem levar a “uma grave deterioração da situação financeira de todas as empresas do setor ao longo da cadeia de valor, incluindo os fabricantes de peças originais”.

Num contexto de incerteza em torno das tecnologias que irão prevalecer no futuro da mobilidade, o relatório aponta que “serão necessários grandes investimentos para fazer face às mudanças nas condições do mercado” que ascenderão, apenas no segmento de veículos elétricos, a perto de 300.000 milhões de dólares nos próximos anos. Inovações como a condução autónoma ou a relativa simplicidade dos motores elétricos, que utilizam muito menos peças que os motores de combustão, estão a atrair atores externos ao setor que contam com uma forte capitalização e com vantagens tecnologias que propiciam uma reestruturação da cadeia de valor.

De acordo com as previsões contidas no relatório, as vendas mundiais de carros diminuirão 5% em 2019. Este contexto “representa um grande desafio para a maioria dos pequenos e médios fornecedores. Muitos deles estão a ser fortemente afetados pela atual recessão, na medida em que as vendas se deterioraram e as margens, já escassas, se reduziram ainda mais”. A Crédito y Caución confirma que os níveis de incumprimento e insolvência já estão a aumentar entre os operadores que fornecem componentes de menor valor para um único fabricante.

 

 

Indasa tem novo diretor Ibérico

Rafael Dias é o novo diretor ibérico da Indasa, cargo assumido a 1 de setembro. A mudança de paradigma comercial unirá os mercados português e espanhol através de uma visão comum. O Jornal das Oficinas acompanhou a passagem de testemunho do histórico responsável nacional de vendas, Paulo Castro.

in Jornal das Oficinas, 03-09-2019


Portugal e Espanha. Dois mercados unidos numa estratégia e numa direção comum. A Indasa empreendeu uma grande mudança na sua estrutura comercial, nomeando Rafael Dias como iberian market manager, substituindo, já em setembro, o anterior responsável da área de vendas a nível nacional, Paulo Castro. O Jornal das Oficinas presenciou a passagem de testemunho.

Num ano em que a Indasa abriu uma filial em Itália e se prepara para celebrar quatro décadas de existência, trata-se de uma fusão relevante para a atividade da empresa. Antes desta mudança de estratégia comercial, a Indasa dispunha apenas de uma filial em Barcelona, que era controlada a partir de Portugal. Mas faltava uma figura que assumisse categoricamente a direção ibérica.

 

Leia o artigo completo aqui.

 

 

Gigaliner da Volkswagen Autoeuropa vai poupar 70 toneladas de emissões de CO2/ano

Solução pioneira no cluster automóvel nacional;
Menos 40% de camiões na rota servida pelo Gigaliner;
Expansão da frota em análise para 2020.

in Volkswagen Autoeuropa, 30-08-2019


A Volkswagen Autoeuropa apresentou hoje o Gigaliner, um camião de três eixos acoplado a um semirreboque e a um dolly que vai poupar 70 toneladas de CO2/ ano, uma redução de cerca de 30% das emissões de CO2 na rota servida por este novo modelo de transporte.

Esta solução logística marca uma mudança significativa no setor da logística e dos transportes, como refere Dinora Guerreiro, diretora da cadeia de abastecimentos e transportes da Volkswagen Autoeuropa: “Com este projeto será possível obter melhorias a vários níveis, mas realço sobretudo as perspetivas ambiental e económica”.

O primeiro Gigaliner ao serviço da Volkswagen Autoeuropa irá percorrer cerca de 150km até ao fornecedor MD Plastics, que se localiza em Valado dos Frades (Nazaré). “Dentro de um ano esperamos estender esta solução a outros fornecedores Portugueses e talvez a fornecedores Espanhóis”, refere ainda Dinora Guerreiro.

Com este novo conceito de transporte, será possível reduzir entre 30% e 40% o tráfego de camiões por semana nesta rota, o que significa uma poupança de custos logísticos de 5% face às condições atuais.

A Torrestir foi o parceiro logístico responsável pela preparação do Gigaliner, que cumpre todos os requisitos legais atuais.

 

 

Exportações de componentes automóveis com record absoluto

No primeiro semestre deste ano as exportações de componentes automóveis registaram resultados positivos ultrapassando os 4.400 milhões de euros

in AFIA, 09-08-2019


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel as exportações de componentes automóveis registaram um crescimento de 2,6% no primeiro semestre de 2019, atingindo o resultado record de 4.400 milhões de euros, quando comparadas com os resultados do mesmo período do ano passado. Esta informação surge com base nos dados de comércio internacional de bens divulgados, hoje, pelo INE.

Em relação aos destinos das exportações a AFIA refere que estes mantêm também a mesma tendência apresentando Espanha e Alemanha como os principais destinos, seguidos de perto pela França e Inglaterra. O conjunto destes quatro países representam assim, 71% do total das exportações, estando os restantes 29% distribuídos por outros países europeus e outros de fora da Europa, como os Estados Unidos da América, Marrocos, China, México e Turquia.

É ainda de notar que entre 2010 e 2019 as vendas de componentes automóveis portugueses ao exterior aumentaram 72%, o que demonstra mais uma vez o contributo positivo desta indústria para a sustentabilidade de economia nacional.

 

Para mais informações clique aqui (ficheiro pdf).