Serilusa adere à AFIA

A AFIA dá as boas-vindas ao novo Associado: Serilusa – Decorações Plásticas, Lda.

in AFIA, 30-06-2020


A Serilusa – Decorações Plásticas, Lda. é especializada na injeção, pintura, soldadura por ultrasons de peças em plástico e montagem de peças decorativas em plástico e alumínio para automóveis.

A Serilusa integra o grupo espanhol ALUDEC e está presente em Portugal desde 1998.

A Serilusa tem o seu sistema de gestão da qualidade certificado pela norma ISO 9001:2015.

Para mais informações visite a página da Serilusa em:

https://aludec.com/

 

 

Presidente da AFIA responde a questionário do Expresso sobre o impacto da Covid-19 nos projetos de investimento do Portugal 2020

José Couto, presidente da AFIA, alerta que as empresas da fileira automóvel estão “a recuperar de uma tempestade que não foi anunciada”. E que “investimentos planeados e em curso terão de ser repensados”, como é o caso de novas soluções tecnológicas e de incremento dos processos de implementação de um quadro de modernização no âmbito da indústria 4.0.

Mas porque as empresas de componentes não podem deixar de investir para responderem aos desafios da indústria automóvel, a AFIA pede instrumentos que garantam o reforço dos capitais permanentes, sem aumentar o endividamento ou prejudicar o rating das empresas junto das instituições de crédito. E também a reformulação de critérios de acesso ao Portugal 2020, para garantir investimentos de modernização e digitalização das empresas, com maiores taxas de comparticipação e de maior prazo de reembolso.

 

Leia a seguir o artigo completo


 

Associações alertam para o risco de projetos ficarem pelo caminho ou nem saírem do papel. Associação Empresarial de Portugal defende mesmo subida da taxa de cofinanciamento europeu para mais de 90%

in Expresso, textos Joana Nunes Mateus, foto Nuno Botelho, 20-06-2020


Aumentar a taxa de comparticipação dos fundos comunitários é das medidas mais urgentes que todas as associações empresariais contactadas pelo Expresso defendem para ajudar os empresários a conseguirem levar adiante a carteira de €11 mil milhões de projetos de investimento aprovados pelo Portugal 2020 antes da súbita crise provocada pela covid-19.

A verdade é que a pandemia apanhou a meio, ou ainda no arranque, milhares de projetos de investigação, inovação, qualificação ou internacionalização aprovados pelos empréstimos e subsídios dos chamados sistemas de incentivos ao investimento empresarial.

Esta carteira de investimentos do Portugal 2020 já está a encolher. E um recente inquérito aos associados da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) mostra que poderá encolher ainda mais. De facto, 42% dos empresários inquiridos planeiam “suspender ou cancelar totalmente” o investimento previsto para 2020, 40% vão mantê-lo “parcialmente” e apenas 18% tencionam manter a sua totalidade. Cada vez mais pessimista, o Banco de Portugal alerta mesmo que o investimento empresarial pode cair 17% em 2020.

Neste contexto, a Associação Empresarial de Portugal (AEP) foi uma das primeiras a propor ao Governo aumentar as taxas de cofinanciamento europeu para minorar o impacto da covid-19 nos projetos já em curso. “Creio que, nesta fase que exige uma forte estabilização da atividade económica, as taxas de comparticipação devem ser elevadas, embora em cumprimento das regras europeias. Desejavelmente devem ultrapassar os 90%”, diz o presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro.

O presidente da AEP considera esta medida fundamental para que as empresas não desistam de investir. “Não podemos esquecer que estamos perante instrumentos muito importantes com vista ao estímulo do investimento produtivo, com a mais-valia da respetiva natureza inovadora.”

TAXA BASE É DE 35%

Aliás, o Governo até já está a mobilizar os fundos europeus para pagar, a fundo perdido, 100% de vários investimentos públicos e 80% a 95% da reconversão industrial para a produção de máscaras, álcool gel e outros bens essenciais ao combate da covid-19.

Mais baixas são as taxas de cofinanciamento europeu aos investimentos empresariais: “A taxa base para uma média empresa é de 35%. E só metade deste incentivo é a fundo perdido já que a outra metade é um empréstimo a reembolsar. Mesmo uma PME do interior só consegue 60%, da qual metade é reembolsável”, explica Victor Cardial, presidente da Associação dos Consultores de Investimento e Inovação de Portugal.

Daí que o aumento desta taxa de comparticipação seja reivindicado por várias das fileiras que mais investem com os fundos europeus. É o caso da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA), da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) ou da Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confeção (ANIVEC). Quatro associações que responderam ao inquérito do Expresso.

TEMPESTADE NÃO ANUNCIADA

“Admito que venha a haver algumas empresas que não consigam ultrapassar esta fase extremamente difícil. Mas a grande maioria das que estão envolvidas em projetos financiados pelo Portugal 2020 irá executar os referidos projetos. Não se trata de whisful thinking. É uma convicção alicerçada numa análise próxima das empresas, acompanhada, em muitos casos, de conversas sobre o assunto com as empresas em causa”, diz Rafael Campos Pereira, o vice-presidente executivo da AIMMAP que defende o aumento da taxa de comparticipação em projetos conjuntos e individuais ou a maior flexibilidade na sua execução.

José Couto, presidente da AFIA, alerta que as empresas da fileira automóvel estão “a recuperar de uma tempestade que não foi anunciada”. E que “investimentos planeados e em curso terão de ser repensados”, como é o caso de novas soluções tecnológicas e de incremento dos processos de implementação de um quadro de modernização no âmbito da indústria 4.0.

Mas porque as empresas de componentes não podem deixar de investir para responderem aos desafios da indústria automóvel, a AFIA pede instrumentos que garantam o reforço dos capitais permanentes, sem aumentar o endividamento ou prejudicar o rating das empresas junto das instituições de crédito. E também a reformulação de critérios de acesso ao Portugal 2020, para garantir investimentos de modernização e digitalização das empresas, com maiores taxas de comparticipação e de maior prazo de reembolso.

REVOLUÇÃO NO TÊXTIL

“Algumas empresas terão dificuldade em prosseguir com a execução dos investimentos contratualizados com o Portugal 2020, podendo haver projetos que irão ficar pelo caminho ou mesmo não chegarem a sair do papel”, admite o presidente da ATP, Mário Jorge Machado. Este explica que “a capacidade de endividamento das empresas foi fortemente impactada no contexto da pandemia, limitando a sua capacidade de investimento”. Nos últimos meses, as condições de mercado alteraram-se tão “significativamente que ninguém consegue prever para quando a recuperação da economia para níveis pré-covid-19”. E os projetos apresentados antes da pandemia poderão nem “responder aos objetivos que tinham sido delineados à época”.

Os empresários vão assim precisar de prazos de execução dos investimentos e de reembolso dos empréstimos mais alargados, melhores condições nos adiantamentos de fundos europeus. E também de margem para alterar os projetos que já não fazem sentido nesta nova realidade e de taxas de financiamento maiores.

“O ânimo, em geral, é de enorme preocupação com o impacto imediato originado pela pandemia e de extrema apreensão e incerteza em relação ao impacto futuro”, acrescenta o presidente da ANIVEC, César Araújo. “Todavia, nas últimas semanas temos vindo a assistir a um interessante processo de reorganização interno, no sentido de defenderem os seus negócios e os postos de trabalho dos seus colaboradores.”

Para que a grande maioria dos projetos contratualizados com o Portugal 2020 possa ser concretizado pelos industriais de vestuário e confeção, César Araújo pede várias medidas: “O aumento da taxa de comparticipação seria, nesta fase, uma medida muito interessante para as empresas, principalmente para as exportadoras. Mas podemos acrescentar outras. Por exemplo, o cumprimento dos prazos para análise dos pedidos de pagamento, a desburocratização de alguns procedimentos e a aceleração no pagamento dos 5% finais do incentivo nos projetos já realizados.”


 

NÃO SE PODE PERDER A CABEÇA

A Associação dos Consultores de Investimento e Inovação de Portugal (ACONSULTIIP) denuncia o crescente descontrolo na atribuição dos fundos do Portugal 2020. “A descoordenação estratégica, a multiplicação de programas e sistemas, a profusão de avisos, concursos, decisões, autoridades de gestão, sistemas de informação e notícias, têm vindo a criar uma desorientação crescente dos empresários, investidores, gestores, consultores e de todos os envolvidos no processo de revitalização da economia portuguesa que é de muito mau augúrio”, diz o presidente da ACONSULTIIP, Victor Cardial.

Dá exemplos do que considera ser a crescente subjetividade com que são avaliados os projetos de investimento ou o facto de nem todas as decisões das autoridades regionais serem publicadas no sistema de informação centralizado do Balcão 2020. “Isto mostra como a estrutura já nem consegue dar uma resposta adequada à enorme entropia que criaram”, diz ao Expresso. “Num momento de crise como este, é indispensável manter a cabeça fria, senão estamos todos perdidos. Sem liderança forte, não iremos distribuir dinheiro de helicóptero… Iremos é pô-lo na ventoinha!”, teme o presidente da ACONSULTIIP. Em nome de consultores que preparam e acompanham muitas das candidaturas das empresas aos fundos comunitários, esta associação considera indispensável repensar todo o edifício regulamentar do Portugal 2020, reajustando os métodos e os modelos, simplificando e centralizando a sua gestão, melhorando o controlo e a operacionalidade, garantindo um nível de exigência adequado aos projetos e assegurando avaliações competentes e em tempo útil. Na reta final deste quadro comunitário, “com apoios que não são adequados ao momento que vivemos, tanto ao nível dos montantes disponíveis como à forma e extensão dos apoios, torna-se necessário o desenho de um sistema simples, integrado, adequado à realidade e capaz de manter ou elevar o nível de exigência dos projetos para permitir uma retoma competitiva do tecido empresarial”, pede Victor Cardial. A proposta que a ACONSULTIIP deixa ao governo é a criação de três programas integrados de apoio às empresas: o MAIN — Modernização, Adaptação e Inovação nos Negócios dirigido às micro e pequenas empresas (em particular, do comércio e serviços), o RACE – Revitalização Estratégica da Competitividade Empresarial vocacionado para PME e empresas de média capitalização e o RISC, com capital de risco para desenvolver novas ideias, negócios e processos de reestruturação empresarial. “Na nossa perspetiva, um quadro simples, fácil de implementar e de ser acolhido pela comunidade empresarial, permite o foco no essencial e a rapidez na ação que são fundamentais na situação atual.”

 

COVID-19 – Conheça as Medidas de Apoio às Empresas e Emprego

Conheça as medidas do Governo para apoio ao emprego e às empresas

 in AFIA, 01-04-2020 (atualizado 20-06-2020)


Decreto-Lei n.º 27-B/2020, Diário da República n.º 118/2020, 2º Suplemento, Série I, 19 de junho de 2020

Prorroga o apoio extraordinário à manutenção dos contratos de trabalho em situação de crise empresarial e cria outras medidas de proteção ao emprego, no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social


Layoff – Formulário online na Segurança Social Direta (atualizado 18-06-2020)

As empresas que pretendam aderir à atual Medida Extraordinária de Apoio à Manutenção dos Contratos de Trabalho (layoff simplificado) ou ao layoff no âmbito do Código do Trabalho já dispõem de formulário online. Para submeter o pedido devem, através da Segurança Social Direta, escolher a opção Layoff do menu Emprego.

O formulário online agora disponibilizado aplica-se a novos pedidos ou a pedidos de prorrogação e substitui os formulários físicos Mod. RC 3056-DGSS e o Anexo, bem como Mod. RC 3057–DGSS e o Anexo.

 


Seguros de crédito – Facilidade de Curto Prazo OCDE 2020

A 5 de Junho o Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital e o Secretário de Estado Adjunto e das Finanças assinaram um Despacho conjunto que aprova a “Facilidade de Curto Prazo OCDE 2020.

Entretanto já foram assinados os protocolos que operacionalizam esta medida com as 4 seguradoras: COSEC, Credito Y Caucion, COFACE, CESCE.

O montante garantido é de 750 milhões de euros.


Programa de Estabilização Económica e Social (atualizado 07-06-2020)

 


 

SITUAÇÃO DE CALAMIDADE (atualizado 12-06-2020)

Resolução do Conselho de Ministros n.º 43-B/2020

  •  Prorroga a declaração da situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19

 


Comissão de Normalização Contabilística (atualizado 01-06-2020)

A CNC emitiu as seguintes recomendações:

  • Recomendação 1 – Tratamento dos impactos da COVID-19 no relato financeiro das empresas e entidades em SNC (aprovada em 01 de abril de 2020)
  • Recomendação 2 – Tratamento dos impactos da COVID-19 no relato financeiro das empresas e entidades em SNC dos exercícios que encerram após 31 de dezembro de 2019 (aprovada em 06 de maio de 2020)
  • Recomendação 3 – Tratamento dos apoios governamentais no âmbito da pandemia da COVID-19 (atualizada em 01 de junho de 2020)

 


Plano de Desconfinamento – Conselho de Ministros de 29 de maio de 2020

 


Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E)

Portaria n.º 122/2020 – D.R. n.º 100/2020, Série I de 2020-05-22  – Procede à terceira alteração ao Regulamento que criou o Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E), aprovado pela Portaria n.º 105/2017, de 10 de março (adita um anexo que estabelece as regras excecionais e temporárias aplicáveis a operações apoiadas pelo SI2E, em resposta imediata ao impacto da crise de saúde pública no contexto do surto de COVID -19).


FAQ sobre Orientação Técnica n.º 1/2020 – Sistemas de Incentivos às Empresas

Foi disponibilizado no Portal do Portugal 2020, um documento com as novas FAQ/Perguntas Frequentes relativas à Orientação Técnica n.º 1/2020 – Medidas COVID-19 | Sistemas de Incentivos às Empresas.


 

Novo manual da DGS com medidas prevenção e controlo da Covid-19 (atualizado 19-05-2020)

A Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou o primeiro volume de um manual com “Medidas Gerais de Prevenção e Controlo da COVID-19”, onde apresenta as caraterísticas gerais da doença e do vírus, bem como os gestos e procedimentos que devem ser adotados diariamente pela população.

No manual, os autores descrevem de uma forma sumária as principais características da doença, como sinais, sintomas e vias de transmissão, que “permitem perceber a importância e razão das medidas preventivas a adotar”.

Entre as medidas preventivas, o manual destaca o distanciamento entre pessoas, a utilização de equipamentos de proteção, a higiene pessoal, nomeadamente a lavagem das mãos e etiqueta respiratória, a higiene ambiental, como a limpeza e desinfeção, e a automonitorização de sintomas, com abstenção do trabalho caso surjam sintomas sugestivos de Covid-19.


Programa ADAPTAR – destinado às micro, pequenas e médias empresas (atualizado 25-05-2020)

Estabelece um sistema de incentivos à adaptação da atividade empresarial ao contexto da doença COVID -19, destinado a micro, pequenas e médias empresas (Programa ADAPTAR).

Este sistema visa minorar os custos acrescidos para o restabelecimento rápido das condições de funcionamento das empresas, sendo apoiados, nomeadamente, os custos de aquisição de equipamentos de proteção individual para trabalhadores e utentes, equipamentos de higienização, contratos de desinfeção e os custos com a reorganização dos locais de trabalho e alterações de layout dos estabelecimentos.


Despacho n.º 5503-B/2020 (atualizado 14-05-2020)

Concessão de uma garantia pessoal do Estado ao Fundo de Contragarantia Mútuo, no âmbito do apoio às empresas nacionais decorrentes da pandemia da doença COVID-19.


Pagamentos aos Beneficiários do SI Competitividade e Internacionalização (atualizado 14-05-2020)

De acordo com informação do Portugal 2020, foi recentemente publicada pela AD&C – Agência para o Desenvolvimento e Coesão, a Norma de Pagamentos dos Sistemas de Incentivos no âmbito do RECI – Regulamento Específico do domínio Competitividade e Internacionalização (Norma AD&C n.º12).


Requerimento de Apoios Excecionais – Nova data | Prazos para efetuar requerimento (atualizado 11-05-2020)

No âmbito dos apoios excecionais e extraordinários previstos no Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, para trabalhadores por conta de outrem, trabalhadores independentes e membros de órgãos estatutários, informamos sobre os prazos de entrega dos próximos requerimentos.

Apoio Excecional à Família para Trabalhadores por conta de Outrem e Trabalhadores Independentes

O apoio financeiro deverá ser requerido nas seguintes datas:

  • relativo ao mês de abril – de 1 a 13 de maio;
  • relativo ao mês de maio – de 1 a 10 de junho;
  • relativo ao mês de junho – de 1 a 10 de julho.

Apoio Extraordinário à redução da atividade económica dos Trabalhadores Independentes e dos Membros de Órgãos Estatutários

O apoio financeiro deverá ser requerido através de formulário online disponível na Segurança Social Direta, nas seguintes datas:

  • relativo ao mês de abril – de 20 a 4 de maio;
  • relativo ao mês de maio – de 20 a 31 de maio;
  • relativo ao mês de junho – de 20 a 30 de junho.

Consulte o Despacho.


Segurança Social – Cálculo e pagamento (29 de Abril) (Segurança Social)

Informação relevante para o cálculo e pagamento da medida extraordinária de apoio à manutenção dos contratos de trabalho (layoff).

MAIS INFORMAÇÃO

 


Controlo de temperatura corporal (atualizado 01-05-2020)

Artigo 13.º-C – Decreto-Lei n.º 10-A/2020

1 – No atual contexto da doença COVID-19, e exclusivamente por motivos de proteção da saúde do próprio e de terceiros, podem ser realizadas medições de temperatura corporal a trabalhadores para efeitos de acesso e permanência no local de trabalho.
2 – O disposto no número anterior não prejudica o direito à proteção individual de dados, sendo expressamente proibido o registo da temperatura corporal associado à identidade da pessoa, salvo com expressa autorização da mesma.
3 – Caso haja medições de temperatura superiores à normal temperatura corporal, pode ser impedido o acesso dessa pessoa ao local de trabalho.

Consulte aqui o Decreto-Lei 10-A/2020 (versão consolidada)


 

Ofício-circulado n.º 20 223/2020, de 28/04 (Autoridade Tributária e Aduaneira)

COVID 19 – Medidas de apoio excecionais e temporárias. Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13/03 e Decreto-Lei n.º 10-G/2020, de 26/03 – Perguntas frequentes (FAQ).

MAIS INFORMAÇÃO


Ofício-circulado n.º 30 220/2020, de 29/04 (Autoridade Tributária e Aduaneira)

IVA – Alínea a) do n.º 10 do artigo 15.º do Código. Extensão da isenção durante o período de emergência motivado pela pandemia do novo coronavírus – Covid-19.

MAIS INFORMAÇÃO


Flexibilização de Pagamentos – Guia de utilização do serviço


Autoridade Tributária e Aduaneira

Despacho 153/2020-XXII do SEAF de 24-04-2020: Cumprimento de obrigações fiscais (COVID 19).

 


Apoio à Manutenção de Contratos de Trabalho – Formação

Lay-Off Plano de Formação

 


Plano Extraordinário de Formação – Reforçar a qualificação dos trabalhadores

 


Incentivo Financeiro Extraordinário para Apoio à Normalização da Atividade da Empresa (período de candidatura ainda encerrado)

 


Apoio excecional à família para Trabalhadores por Conta de Outrem ? Entrega de Declaração de Remunerações


Linha de Crédito de Apoio à Atividade Económica Covid-19 acessível a todos os setores (atualizado 23-04-2020)

 


DIFERIMENTO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES (atualizado 17-04-2020)

 


MORATÓRIAS DE CRÉDITOS

 


 

SISTEMAS DE INCENTIVOS ESPECÍFICOS NO COMBATE AO COVID-19


PORTUGAL 2020

 


 

Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE)

  • A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), atendendo à continuação da emergência de saúde pública suscitada pela pandemia de COVID-19, e depois de, numa primeira fase, ter aprovado conjunto de medidas excecionais e urgentes, procede agora à prorrogação dos prazos inicialmente previstos.
  • A ERSE regulamenta ainda o fracionamento de pagamentos e estabelece novas medidas para o setor da energia.
  • Consulte o comunicado aqui

 


AMBIENTE

 


DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE (DGS)

Conheça as principais Orientações e Informações da DGS para as empresas:

 


COVID-19 | DIÁRIO DA REPÚBLICA – medidas destinadas aos cidadãos, às empresas e às entidades públicas e privadas


 

NÃO PARAMOS ESTAMOS ON

Site sobre todas as medidas excepcionais implementadas pelo Governo em resposta ao COVID-19:

https://covid19estamoson.gov.pt/

Página da CIP

http://cip.org.pt/covid-19-informacoes-as-empresas/

 

 

 

Exportações de componentes automóveis com quebra histórica de 76% em abril

De acordo com a AFIA o valor das exportações de componentes automóveis registou em abril de 2020 uma diminuição de 76% em relação ao mesmo mês do ano transato

in AFIA, 08-06-2020


De acordo com os dados recolhidos pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – as vendas em abril de componentes automóveis para o exterior derraparam 76% em relação ao mesmo mês do ano passado. A maior quebra mensal alguma vez registada.

Salienta-se que já em março as exportações diminuíram 26%, o que interrompeu o arranque positivo de 2020. Altura em que se registaram acréscimos de 7% e 8%, janeiro e fevereiro, respetivamente.

Estes valores de abril refletem os efeitos da pandemia COVID-19, com o abrandamento geral da atividade, encerramento temporário das fábricas de automóveis e consequente cancelamento de encomendas.

No acumulado até abril as exportações caíram para os 2.700 milhões de euros, o que representa uma descida de 21% face ao primeiro quadrimestre de 2019. Ou seja, as vendas ao exterior caíram quase 720 milhões de euros entre janeiro de abril, face ao período homólogo de 2019.

Em termos de países destino das exportações, Espanha ocupa a primeira posição com vendas de 751 milhões de euros (-17,0% face a janeiro-abril de 2019), seguida da Alemanha com 555 milhões de euros (-20,7%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 334 milhões de euros (-34,5%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 214 milhões de euros (-25,0%).

No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

De referir que os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de Junho pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações clicar aqui (ficheiro pdf)

 


 

Sobre a AFIA
A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

 

Head of European suppliers group outlines plan to confront coronavirus crisis

Thorsten Muschal, executive vice president sales and program management at Faurecia, was elected to lead the European suppliers association CLEPA in January. He was immediately tested by the auto industry’s biggest challenge in recent memory, the coronavirus pandemic. He spoke with Automotive News Europe News Editor Peter Sigal about how CLEPA members, which have expressed growing worries in recent surveys, can weather the crisis, and what the group’s future priorities are.

in Automotive News Europe, by Peter Sigal, 19-05-2020


What are you doing to help your members, large and small, survive right now?
What we are experiencing right now shows that a European voice and aligned behavior joined in a shared policy approach is more needed than ever. The big members, the Bosches, the ZFs, the Continentals — they all have put task forces in place to manage social systems and protect their people in different countries. They are looking for coordinated political and financing support. For smaller companies it’s more a question of survival.

How can the supply chain keep itself afloat, with factories shut and orders in limbo?
It’s key to make sure that everybody pays to keep the supply chain up and running so the smaller companies don’t fall into bankruptcy. The first thing we say is that nobody should take advantage of this situation. We have seen in a crisis that not everything is rational. We need to push this discipline. It’s a question of ethics.

What lessons could be learned?
In every crisis there is always an “after.” But this one is different. We have a lot to learn. We are all learning the lesson that globalization is a challenging topic, and we see how difficult it is to keep our supply chain working. We also need to think about how we start up again. The megatrends [such as electrification, autonomy and connectivity] will be back and we should not completely neglect our whole agenda.

Outside of the coronavirus pandemic, what is the most pressing issue for CLEPA and its members?
Let me start by looking at the extremely big picture. The auto industry is under a lot of pressure, and it’s facing its biggest transformation ever. It started several years ago with Dieselgate [Volkswagen Group’s diesel-emissions cheating scandal], and now we have digitalization, carbon neutrality and autonomous vehicles. We need to build Europe into an automotive industry powerhouse. To do that, to build on our strengths, we need to make Europe an attractive marketplace. So, we have to raise our voice and have an influence on politicians.

How do you improve Europe’s competitiveness?
It’s always a big bet when you invest in a new technology. Suppliers have to make decisions. Should you localize an R&D center in Spain, Portugal, Germany or France? Where can you find the right conditions and the right political framework? Europe is perfectly positioned globally. On the one side there’s the market in China, on the other is the U.S. market. If Europe shows up at the right time with the right, attractive market conditions, we can build on our leading position. We have a very strong, diverse supply industry that covers a lot of areas.

What sets Europe’s supply base apart?
Innovation is a key differentiator for Europe. We have all the ingredients. We have strong European customers, which are leading automakers, and we have the strongest supply base in the world. This is a position we need to defend and make even stronger. But we are undergoing a huge transformation.

The auto industry did not get what it wanted in the last round of EU emissions targets. How will you approach legislators in Brussels to make your voice heard?
We need to be realistic. The crisis and scandals that started four or five years ago were created by the auto industry. We have hurt our reputation. That’s a fact, whether you like it or not. A lot of policymakers are very critical of this. What we need to do is demonstrate the things we are doing to work toward decarbonization, to make cars safer and more customer friendly. There is a lot of work in front of us, especially with a new European Council. We need to provide the different commissions and with studies and facts, and then have an intensive exchange of views. It’s not only about the cars and the emissions they product. It’s also about the infrastructure and business models.

Can you convince legislators to look beyond tailpipe emissions to the whole CO2 picture?
Tailpipe emissions are certainly critical, and our supply base and automakers are working to improve them. However, we need to tackle emissions in a broader sense, including vehicle life cycle, the grid and infrastructure, and charging stations. We also need to gain end-consumer acceptance. People have questions that need answers: What kind of powertrain should I buy? What is the resale value of my car going to be? Where can I charge my car?

We are still awaiting EU certification for higher levels of autonomous vehicles, including so-called Level 3. Is that a problem for suppliers and automakers?
We see an ongoing trend for stronger and improved assistance systems, but the fully autonomous car remains a long-term vision. There are questions of legislation, liability, mixed traffic between autonomous and traditional cars, and also consumer behavior. Regarding legislation, it reinforces what we expect from policymakers: strong support for the industry to bring ideas into reality, with the proper legislation.

 

MEET THE BOSS

Name: Thorsten Muschal
Title: CLEPA President
Age: 52
Main challenge: Helping Europe’s suppliers navigate the coronavirus crisis and beyond.

 

“We need to make Europe an attractive marketplace. So, we have to raise our voice and have an influence on politicians,” CLEPA President Thorsten Muschal said.

 

 

A AFIA dá as boas-vindas ao novo Associado: AGI – Augusto Guimarães & Irmão, Lda.

A Direcção da AFIA aprovou a adesão da AGI – Augusto Guimarães & Irmão, Lda.

in AFIA, 15-05-2020


Fundada em 1915 a AGI – Augusto Guimarães & Irmão, Lda. desenvolve o seu negócio em 3 áreas:

  • Distribuição de matérias-primas plásticas e equipamentos para a Indústria com aplicação nos mais diversos setores de atividade.
  • Distribuição de máquinas de impressão 3D e filamentos de alta performance.
  • Distribuição de materiais para o setor da construção civil.

Com foco na excelência a AGI – Augusto Guimarães & Irmão, Lda. tem o seu sistema de gestão de qualidade certificado segundo as normas internacionais ISO 9001: 2015.

É uma empresa de larga tradição mas sempre voltada para o futuro, sendo signatária do Pacto Português para os Plásticos.

Para mais informações desta empresa sedeada em Vila Nova de Gaia, visite o site:

 

www.agi.pt

 

 

 

CIP: Segurança Social já pagou 260 milhões a empresas em lay-off

O setor dos componentes automóveis, que tem grande parte da sua mão-de-obra em lay-off, admite que este ano pode perder 12 mil funcionários.

in Dinheiro Vivo, por Ana Laranjeiro, 11-05-2020


Com a pandemia de Covid-19 chegou o regime simplificado de lay-off para as empresas que ficaram a braços com fortes quebras nas suas carteiras de encomendas. Os dados da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), avançados esta segunda-feira por António Saraiva, apontam para que 107 mil empresas em Portugal estejam sob o regime de lay-off simplificado. O que significa que estão abrangidas por este regime 623 mil pessoas. Os dados da CIP apontam ainda para que já tenham sido realizados 85 mil pagamentos, “na ordem dos 260 milhões de euros”.

No início da sua intervenção na apresentação das conclusões do inquérito feito às empresas sobre o recurso ao lay-off, António Saraiva indicou que “mais de metade das empresas mantêm-se parcial ou total encerradas” e que das cerca de 1500 empresas que inquiridas “84% afirmam que medidas do governo ficam aquém ou muito aquém das suas reais necessidades”.

Além disso, “25% das empresas que recorreram ao lay-off tiveram de colocar a totalidade dos seus trabalhadores nesse regime”. O líder da CIP reitera assim que estes números mostram “a necessidade do instrumento [lay-off simplificado] se manter” além de junho “e que tenha flexibilidade, como temos defendido, de se ajustar às necessidades das empresas. Não pode ser rígido. Tem de se adaptar à flexibilidade das empresas e às suas necessidades, de acordo com as encomendas que vão tendo, para estas poderem ajustar os recursos humanos a essa necessidade real”.

Por fim, outra conclusão do inquérito é que “das empresas que pediram lay-off até 10 de abril, cerca de 30% ainda não tinha recebido o apoio até 4 de maio. Mesmo assim, nas empresas que recorreram ao lay-off, 84% delas cumpriram integralmente o pagamento de salários aos seus trabalhadores”.

Componentes automóveis com dias difíceis

A indústria automóvel é uma das que enfrenta dias difíceis. Se a procura antes da crise sanitária e económica registava níveis elevados, a chegada do Covid-19 à Europa está a levar a quebra do setor, com os clientes a optarem por estar por melhores dias para comprarem um novo veículo. Por isso, também a indústria de componentes automóveis já conheceu dias mais felizes.

José Couto, líder da AFIA, associação que representa o setor, disse esta tarde que grande parte dos recursos humanos do setor estão em lay-off, e pediu que este regime seja prolongado para lá de junho e que seja adotadas caraterísticas mais flexível. Ainda assim, não esconde que, até ao final do ano, há muitos postos de trabalho em causa.

“A expectativa é que sejam vendidos menos 3,8 milhões de veículos este ano face a 2019. Nós, em 2019, éramos responsáveis por cerca de 59 mil trabalhadores. O volume de negócios foi de 12 mil milhões de euros, o que representa mais ou menos 6% do PIB, dos quais, 9,7 mil milhões de euros foram para exportação”, indicou José Couto, na apresentação dos resultados ao inquérito realizado às empresas.

As perspetivas para 2020 apontam para um quebra de 30% em termos de faturação face a 2019, ou seja, o volume de negócios deverá fixar-se na casa dos “8,4 mil milhões em 2020, o que representa um decréscimo de 30% e nos coloca aos níveis de 2014/2015”.

Parte destes números podem ser justificados pelo facto de grande parte desta indústria – mais de 90% – trabalhar sobretudo para o mercado europeu que, tal como Portugal, foi afetado pela pandemia e cujas economias vão registar contrações.

“As exportações em março, comparado com as dos ano passado, já representam uma queda superior a 25%. O que, embora algumas empresas já se queixassem de queda das encomendas, as encomendas estavam até ao final do mês e, portanto, só nas últimas semanas é que houve uma contração significativa do mercado. Dos dos 59 mil trabalhadores que trabalham nesta indústria – nos últimos dez anos criámos 19 mil postos de trabalho – a expectativa até ao final do ano é de termos cerca de menos 12 mil trabalhadores porque é expectável que o mercado automóvel na Europa sofra uma queda de 30% até ao final do ano. Só poderemos chegar a valores iguais aos de janeiros de 2019 no primeiro trimestre de 2021”, disse.

 

António Saraiva, Presidente da CIP.
(PAULO SPRANGER/Global Imagens)