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S de Socem, simples, seguro e sustentável

S-Prolife é o nome do projecto que a Socem desenvolveu no âmbito de uma candidatura ao Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva no contexto da Covid-19 (Portugal 2020), no valor de um milhão de euros, que deu origem a uma gama alargada de produtos personalizáveis.

in Revista Moldes & Plásticos / Jornal de Leiria, por Elisabete Cruz com Raquel de Sousa Silva, 01-10-2020


Alguns destes equipamentos de protecção individual deverão ser lançados no mercado no final do ano.
“S de Socem, mas também de simples, seguro e sustentável”, explica Luís Febra, administrador do grupo sediado na Martingança, concelho de Alcobaça. O empresário adianta que inicialmente resistiu à ideia de “fazer mais do mesmo” em termos de EPI (equipamentos de protecção individual) contra a Covid-19, e que o grupo só avançou para o desenvolvimento de novos produtos (viseiras e máscaras) quando percebeu que podia ir mais além e criar artigos que “sobrevivessem à era Covid”.

Nesta perspectiva, e a pensar no mercado industrial, nomeadamente nos sectores da pedra e da agricultura, foi criada a viseira S-Visor, disponível em várias cores e compatível com outros equipamentos de protecção individual. “Pode ser montada em capacetes de construção civil, por exemplo”, explica Luís Febra. “Aliás, estamos também a desenvolver um novo capacete para incorporar a viseira”, adianta.

A viseira já está a ser testada por potenciais clientes, para ajustes. “Queremos vender aquilo que o mercado quer comprar, e não o contrário”, frisa o empresário. “Em ambientes com muita luz, por exemplo, percebeu-se que a viseira não pode ser totalmente transparente, tem de incorporar protecção solar”.

Também a máscara S-Breather, com três filtros diferentes, segue o mote da simplicidade, segurança e sustentabilidade. Será adequada a ambientes industriais, mas também a laboratórios. O filtro é fabricado na Marinha Grande sob orientação da Socem, que aguarda a sua certificação. Logo que este requisito esteja cumprido, a máscara será colocada no mercado.

“Os EPI à venda em Portugal são todos importados. A nossa ideia é substituir importações”, diz Luís Febra, que acredita que este pode ser um novo nicho de negócio para a Socem. “A lógica é de diversificação no seio do grupo, criando produtos próprios”. Estes artigos serão produzidos nas fábricas de plástico do grupo: Plastimago (Marinha Grande) e Maxiplás (Pombal).

 

extracto do artigo
“Empresas viram na Covid-19 uma oportunidade para lançar novos produtos no mercado
Pandemia O aparecimento do novo coronavírus no mundo criou sérias dificuldades a muitas empresas. Se algumas foram obrigadas a encerrar portas ou a entrar em lay off.”


Pode efetuar o download da Revista Moldes & Plásticos, ficheiro pdf

AQUI

https://drive.google.com/file/d/1j9_6F1o0mTeSlv2XmumSnJOkZu3yyzez/view

 

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