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Prifer Fundição | A importância da oferta de uma cadeia de valor integrada

Trabalha exclusivamente para a Europa, com foco na Europa Central, em indústrias como o automóvel, mobiliário, eletrodomésticos, iluminação, eletricidade e equipamentos. Tem 163 colaboradores e, em 2018, faturou 20,5 milhões de euros.

in Negócios, por Filipe S. Fernandes, 26-11-2019


Prifer Fundição Menção Honrosa Exportação + Emprego

PRÉMIOS EXPORTAÇÃO & INTERNACIONALIZAÇÃO

 

A Fundifás era uma empresa familiar de serviços de fundição injetada e fabrico próprio de produtos como ferragens para o setor da construção civil, que tinha como principal cliente a Prifer.

Em 2012 esta empresa constatou o potencial do negócio, decidiu que era estratégica e adquiriu a unidade industrial, que passou a Prifer-Fundição. “O objetivo é oferecer de forma diferenciada das restantes empresas do setor, a possibilidade aos seus clientes de fundir, acabar e revestir as peças produzidas, colmatando desta forma uma dificuldade dos clientes e integrando verticalmente a cadeia de valor”, diz Filipe Prior.

Em parceria com clientes fazem o desenvolvimento de peça, projeto de molde, industrialização, e respetiva produção série dos seus produtos.

Trabalha exclusivamente para a Europa, com foco na Europa Central, em indústrias como automóvel, mobiliário, eletrodomésticos, iluminação, eletricidade e equipamentos. Tem 163 colaboradores e, em 2018, faturou 20,5 milhões de euros.

A Prifer Fundição é 100% detida pela Prifer sgps, que, por sua vez, é controlada por Carlos Neves (50%) e João Prior (50%). Estes dois sócios têm ainda 29% da J. Prior, que foi a empresa onde se iniciou a atividade industrial da família, e participações minoritárias em empresas como a Prilev e Prilux. “Atualmente, a sua ligação ao grupo Prifer é de parceira e parte integrante das soluções oferecidas aos clientes”, referiu Filipe Prior.

Cadeia de valor integrada verticalmente

O Grupo Prifer funciona de forma integrada entre as suas associadas na oferta de soluções de produção e montagem de componentes para a indústria nacional e internacional, e conta, além da Prifer fundição (PDC), com Prifer Metals (PMS), Prifer Technical Molds (PTM), Tecma (TGS), MOP e Prinemo, empresas em que o grupo detém a totalidade ou a maioria do capital.

Como refere Filipe Prior, “a estratégia de cadeia de valor integrada verticalmente, a equipa multidisciplinar e as tecnologias produtivas de vanguarda permitem apoiar os projetos dos seus clientes em todas as fases da cadeia produtiva, apresentando soluções rápidas, eficazes e completas”. O que fazem em domínios como a engenharia & desenvolvimento, produção de moldes e de peças em plástico, alumínio, zamak e metal, acabamento e revestimento de superfícies dos mais variados substratos e assemblagem de componentes.

Em 2018 o grupo atingiu um volume de negócios aproximado global de 80 milhões de euros com as exportações a representar aproximadamente os 70%. Tem nove fábricas e mais de 700 colaboradores.

 

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