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Encontro da AFIA – panorama, desafios e crescimento do setor

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel organizou no passado dia 23 de janeiro, o 9º Encontro da Indústria Automóvel

in Revista Automotive, Edição nº 66, Janeiro 2019


O evento contou com mais de uma centena de convidados, e que permitiu um amplo debate sobre o desenvolvimento
e principais desafios com que se defronta a indústria automóvel, confirmando, uma vez mais, a força produtiva e exportadora deste setor.

No Museu da Vista Alegre (Ílhavo), estiveram representadas as maiores empresas portuguesas de componentes, empresas multinacionais estrangeiras, construtores de automóveis, associações / clusters, câmaras de comércio e indústria, centros tecnológicos, centros de formação, empresas de serviços e de consultoria, órgãos de comunicação social, entidades do sistema financeiro, entidade públicas e governamentais, bem como os parceiros e patrocinadores, como foram os casos da Fuchs e da Hays.

Tomás Moreira, presidente da AFIA, destacou aos presentes, o papel e o trabalho desenvolvido pela sua entidade,
que já conta com 50 anos de existência, ao longo dos quais, os pilares centrais das suas atividades continuam a ser a
promoção da competitividade dos fabricantes nacionais, as exportações e a internacionalização das empresas associadas. O tema central deste encontro foi o “Crescimento na Mudança”.

Segundo Tomás Moreira, “nos últimos dez anos, a indústria nacional de componentes para automóveis cresceu de uma forma sustentada, a uma taxa superior à dos seus mercados, aumentando assim as suas quotas e volumes de negócios. O nosso setor cresceu através de novos projetos, novos clientes e produtos com maior valor, bem como de novas empresas e mais investimentos.

No entanto, o mercado automóvel europeu continua a ser o maior destino das nossas exportações, dependência que
poderá trazer novos desafios ao setor, visto que poderá haver alguma retração no futuro, no continente europeu. Para além desta possibilidade, existem novos constrangimentos aos fabricantes nacionais de componentes automóvel, por via das novas regras de emissões, das motorizações alternativas, novos conceitos de mobilidade e uma maior conectividade.

Do ponto de vista produtivo – exemplificou – também estamos a entrar numa nova era, com o advento da indústria 4.0 e da robótica; da maior utilização da inteligência artificial; o uso de mais nanotecnologia e, principalmente, de uma nova organização do trabalho. Assim, em conclusão, a inovação e evolução tecnológica, a excelência operacional e o controlo de custos, são três dos grandes desafios para os quais o setor precisa dar uma resposta adequada”, destacou.

 

(crédito fotos AFIA/NOMORE/Hugo Monteiro)

 

 

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