Empresas 4.0 | Regulamento do Sistema de Incentivos

Já foi publicada a Portaria que regulamenta o Sistema de Incentivos “Empresas 4.0”, criado no âmbito da Componente 16 do PRR, que contempla com conjunto de medidas que visam a promoção e o apoio financeiro de projetos para a modernização de modelos de negócio e processos de produção das empresas.

in IAPMEI, 07-04-2022


Os concursos integrados no Sistema de Incentivos “Empresas 4.0” irão abrir gradualmente, permitindo às empresas e outras entidades candidatarem-se a estas medidas de apoio.

 

Saiba mais no site do IAPMEI

 

 

AFIA | Convite para Sessão de Apresentação “Fundo de Capitalização e Resiliência” | auditório do Parque de Exposições de Aveiro | 15.Fev.2022, 14horas | INSCRIÇÃO GRATUITA

No seguimento do lançamento, pelo Banco Português de Fomento, dos dois primeiros Programas de Investimento do Fundo de Capitalização e Resiliência, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, vai realizar na tarde do dia 15 de Fevereiro, um encontro subordinado a esta temática.

Pretende-se, com este evento, promover um amplo debate sobre um dos principais problemas com que se defronta o sector e que condiciona a competitividade externa das empresas: o Financiamento.

A Sessão de Apresentação decorrerá no auditório do Parque de Exposições de Aveiro, sito na Rua Dom Manuel Almeida Trindade (Aveiro), de acordo com o seguinte

PROGRAMA:

  • 14h00 Receção dos participantes e café de boas-vindas
  • 14h30 Abertura | José Couto, Presidente da AFIA
  • 14h45 Apresentação do Fundo de Capitalização e Resiliência
    • Tiago Simões Almeida, Administrador Executivo do Banco Português de Fomento
  • 15h30 Qual o Papel da Banca
    • Luís Alves, Direção Empresas Desenvolvimento de Negócio do Banco BPI 
  • 16h00 Debate
  • 16h30 Encerramento

 

Nesse sentido, gostaríamos de contar com a Vossa presença, enviando para esse efeito um email para eventos@afia.pt até ao dia 14 de Fevereiro com a seguinte informação:

  • NOME(s) PARTICIPANTE(s)
  • CARGO(s)
  • EMAIL(s) DIRETO(s)

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia.

 

 


Proteção de Dados – RGPD
Declaro, para os devidos efeitos, que consinto o tratamento de qualquer outra informação ou imagens, som e/ou vídeo, que forneça ou em que participe no âmbito da Sessão de Apresentação “Fundo de Capitalização e Resiliência” promovida pela AFIA para as seguintes finalidades, devidamente assinaladas:

  • Promoção e divulgação de imagens, som e/ou vídeo recolhidos no evento.

COVID-19
O uso de máscara é obrigatório, excetuando momentos de café, e pedimos a todos que respeitem as medidas de segurança, de acordo com as recomendações da DGS.


 

BPF lança os dois primeiros Programas de Investimento do Fundo de Capitalização e Resiliência

O Banco Português de Fomento lançou hoje os dois primeiros Programas de Investimento do Fundo de Capitalização e Resiliência (FdCR), com uma dotação global de 650 milhões de euros.

in Banco Português de Fomento, 25-01-2021


Os novos instrumentos financeiros – Programa de Recapitalização Estratégica e Programa Consolidar – têm como objetivo apoiar a solvabilidade e resiliência financeira de empresas nacionais estratégicas e o investimento produtivo, em crescimento e consolidação empresarial.

Para Beatriz Freitas, CEO do BPF, “o lançamento destes dois Programas é um exemplo claro da missão do BPF em financiar a economia, projetando-a para o futuro. Acreditamos que o FdCR terá um impacto significativo na modernização, expansão e internacionalização de empresas estratégicas nacionais, e através destes dois programas procuramos que isso seja feito em conjunto com os gestores e acionistas de cada empresa.”

Programa de Recapitalização Estratégica

Com uma dotação de até 400M€ e uma duração expectável de até 10 anos, permitirá ao BPF financiar diretamente empresas nacionais estratégicas não financeiras, viáveis no final de 2019, que desenvolvam atividade em território nacional e que cumpram as condições de elegibilidade constantes da Ficha de Produto.

Os objetivos deste instrumento financeiro são:

  • Estimular o crescimento sustentável de longo prazo da economia portuguesa, o qual terá de responder simultaneamente à prioridade europeia da dupla transição para uma sociedade mais ecológica e mais digital;
  • Reduzir o défice estrutural de capitalização do tecido empresarial português;
  • Colmatar a delapidação de capitais próprios ocorrida durante a crise pandémica em empresas não-financeiras relevantes e de potencial impacto futuro significativo.

O investimento do FdCR ao abrigo do Programa de Recapitalização Estratégica contempla a possibilidade de investir a par com investidores privados e pode ser feito através de instrumentos de capital, incluindo ações ordinárias ou preferenciais, não tomando, no momento do investimento inicial, participações iguais ou superiores a 50% do capital social ou dos direitos de voto da empresa investida; e/ou de instrumentos de quase-capital, incluindo obrigações convertíveis ou outros instrumentos híbridos, tais como empréstimos participativos.

Programa Consolidar

Com uma dotação de 250M€, o Programa Consolidar visa promover o investimento em PME e Mid Caps, impactadas pela pandemia de Covid-19, mas economicamente viáveis e com potencial de recuperação, através de fundos de capital de risco onde existe, também, capital privado.

Com este Programa pretende-se promover o crescimento, expansão e consolidação de projetos empresariais, bem como o desenvolvimento de novas áreas de negócio e novos produtos, através da reestruturação dos respetivos modelos de negócio e a profissionalização e reforço da equipa de gestão dos Beneficiários Finais.

O investimento será feito através de fundos de capital de risco geridos por intermediários financeiros (Sociedades de Capital de Risco ou Sociedades Gestoras de Capital de Risco, reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CMVM) ou outra entidade de supervisão europeia equivalente) cuja seleção será efetuada através de um procedimento aberto, transparente e competitivo com duas fases.

Saiba mais e consulte aqui as condições gerais e as Fichas de Produto detalhadas de cada um dos instrumentos.

 

 

Linha BPI/PRR

O BPI é o parceiro das empresas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), disponibilizando uma oferta completa e competitiva, para apoiar os seus projetos submetidos ao PRR, adaptando-se às diferentes fases dos mesmos.

in BPI, 19-01-2022


 

Com o lançamento do PRR, o BPI foi pioneiro na criação de um apoio específico, a Linha BPI/PRR, que tem como objetivo satisfazer as necessidades de financiamento das entidades com candidaturas submetidas aos concursos de investimento do plano.

Ao abrigo desta linha, o BPI disponibiliza soluções simples e flexíveis, que permitem às empresas avançar com os projetos imediatamente após a submissão da candidatura, não tendo de aguardar pela aprovação/decisão das Entidades de Gestão e Governação do PRR.

 

Mais informações em Linha BPI / PRR

 

 

Capitalização das empresas pronta para avançar

No último dia de 2021 a Recuperar Portugal contratualizou com o Banco Português de Fomento (BPF) e com o IAPMEI um investimento emblemático para a recuperação e resiliência das empresas “Capitalização das empresas e resiliência financeira” dotando o BPF de uma verba até 1,3 mil milhões de euros para empréstimos. A assinatura do contrato define o Banco Português de Fomento como entidade gestora, responsável pela implementação desta vertente do PRR.

in Recuperar Portugal, 03-01-2022


Com o cumprimento deste objetivo, previsto no Plano de Recuperação e Resiliência estão criadas as condições para em 2022 serem lançados os primeiros avisos de candidatura para as empresas. Foi igualmente cumprido um marco para concretizar o próximo pedido de desembolso junto da Comissão Europeia,  a publicação da Política de Investimentos do Fundo de Capitalização e Resiliência, que define as condições de acesso aos Produtos de capitalização.

O Instrumento de capitalização pretende combater a grave depauperação de capital próprio no tecido empresarial português, em particular nas pequenas e médias empresas, como resultado da crise económica espoletada pela pandemia. Neste âmbito, a Componente 5 “Capitalização e Inovação Empresarial” e em particular esta vertente de empréstimos promove a recapitalização de empresas de cariz estratégico e/ou operacional e financeiramente viáveis previamente à eclosão do surto de SARS-CoV-2.

A recapitalização prevista, realizada maioritariamente através de instrumentos de capital e quase-capital, é direcionada ao aumento da autonomia financeira das empresas, dotando-as da capacidade necessária para, de forma robusta, retomar e desenvolver a sua atividade operacional.  Ademais, esta medida visa catalisar o investimento produtivo das empresas não-financeiras, incentivando a estreita cooperação entre agentes económicos privados e públicos, nacionais e europeus. Neste domínio, releva-se o estabelecimento de parcerias com o Grupo Banco Europeu de Investimento (BEI), designadamente para a implementação de programas de investimento estratégico, com alicerce no princípio de atração e envolvimento de operadores privados, alavancando a sua dimensão, abrangência e impacto.

Siga na página de candidaturas os avisos. Subscreva as notificações para ser o primeiro a saber.

 

PRR | Descarbonização da Indústria

A Componente 11 – Descarbonização da Indústria, integrada na Dimensão Transição Climática (PRR), visa alavancar a descarbonização do setor industrial e empresarial e promover uma mudança de paradigma na utilização dos recursos, concretizando medidas do Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030) e contribuindo para acelerar a transição para uma economia neutra em carbono.

in IAPMEI, atualizado 03-01-2022


Contributos para os objetivos gerais do PRR

Esta componente contribui diretamente para dois dos pilares do PRR, definidos no artigo 3º do Reg. (UE) 2021/241:

TRANSIÇÃO ECOLÓGICA

O investimento visa contribuir para a concretização do PNEC 2030, em particular materializando o seu «Objetivo 7 – Desenvolver uma indústria inovadora e competitiva» e contribuindo também para os seguintes objetivos do PNEC 2030:

  • Objetivo 1 – Descarbonizar a economia nacional;
  • Objetivo 2 – Dar prioridade à eficiência energética;
  • Objetivo 3 – Reforçar a aposta nas energias renováveis e reduzir a dependência energética do país;

Esta iniciativa é crucial para que a indústria possa contribuir para as metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa (45% a 55%), de incorporação de energias renováveis no consumo bruto de energia final (47%) e de eficiência energética (35%), bem como para a redução da intensidade energética e carbónica da indústria assumidas por Portugal.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

As iniciativas passam também pela aposta em soluções digitais, existentes ou emergentes, nomeadamente através de soluções inteligentes de apoio a medição, monitorização, tratamento de dados para a gestão e otimização de processos, redução de consumos e diminuição de emissões poluentes, aumentando a eficiência de utilização de recursos (matérias-primas, água, energia), promovendo a economia circular e consequente diminuição da pegada de carbono.

 

DOCUMENTOS PARA DOWNLOAD

 

 

PRR | Descarbonização da Indústria

A Componente 11 – Descarbonização da Indústria, integrada na Dimensão Transição Climática (PRR), visa alavancar a descarbonização do setor industrial e empresarial e promover uma mudança de paradigma na utilização dos recursos, concretizando medidas do Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030) e contribuindo para acelerar a transição para uma economia neutra em carbono.

in IAPMEI, 14-12-2021


O Aviso “Apoio à elaboração de roteiros de descarbonização da indústria e capacitação das empresas” (a publicitar em breve), tem por finalidade apoiar, atividades ou projetos que, entre outros, ajudem na mitigação das alterações climáticas, através de ações que contribuam para a descarbonização da economia e, desta forma, para o cumprimento de metas, designadamente no domínio da descarbonização, das energias renováveis e da eficiência energética.

Contributos para os objetivos gerais do PRR

Esta componente contribui diretamente para dois dos pilares do PRR, definidos no artigo 3º do Reg. (UE) 2021/241:

  • TRANSIÇÃO ECOLÓGICA
    • O investimento visa contribuir para a concretização do PNEC 2030, em particular materializando o seu «Objetivo 7 – Desenvolver uma indústria inovadora e competitiva» e contribuindo também para os seguintes objetivos do PNEC 2030:
      • Objetivo 1 – Descarbonizar a economia nacional;
      • Objetivo 2 – Dar prioridade à eficiência energética;
      • Objetivo 3 – Reforçar a aposta nas energias renováveis e reduzir a dependência energética do país;
    • Esta iniciativa é crucial para que a indústria possa contribuir para as metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa (45% a 55%), de incorporação de energias renováveis no consumo bruto de energia final (47%) e de eficiência energética (35%), bem como para a redução da intensidade energética e carbónica da indústria assumidas por Portugal.

 

  • TRANSFORMAÇÃO DIGITAL
    • As iniciativas passam também pela aposta em soluções digitais, existentes ou emergentes, nomeadamente através de soluções inteligentes de apoio a medição, monitorização, tratamento de dados para a gestão e otimização de processos, redução de consumos e diminuição de emissões poluentes, aumentando a eficiência de utilização de recursos (matérias-primas, água, energia), promovendo a economia circular e consequente diminuição da pegada de carbono.

https://recuperarportugal.gov.pt/


 

No dia 10 de dezembro foram apresentados os apoios para projetos de investimento com vista à Descarbonização da Indústria, uma das Componentes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Este investimento, liderado pelo IAPMEI, conta com uma dotação de 715M€ e destina-se a promover e apoiar financeiramente a iniciativa da indústria nacional para uma atuação pluridimensional no plano ambiental, estando estruturado para o desenvolvimento de projetos em quatro vertentes: processos e tecnologias de baixo carbono na indústria; adoção de medidas de eficiência energética na indústria; incorporação de energia de fonte renovável e armazenamento de energia; apoio à capacitação das empresas e a elaboração de instrumentos de informação.

Veja ou reveja aqui a apresentação dos apoios à Descarbonização da Indústria:

 

 

https://recuperarportugal.gov.pt/

 

 

Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, na sessão «Descarbonização | Propostas para a Economia Verde», Ílhavo, 10 dezembro 2021
(Foto: João Bica)

 

Comissão Europeia autoriza ajudas de três mil milhões à indústria automóvel em Espanha

As ajudas estão relacionadas com o designado Projeto Estratégico para a Recuperação e Transformação Económica (PERTE) do automóvel elétrico, como parte do plano de recuperação e resiliência de Espanha.

in Negócios / Lusa,  10-12-2021


A Comissão Europeia autorizou hoje ajudas de três mil milhões de euros à indústria automóvel em Espanha, fundos que, segundo o governo, vão ajudar a transformar o setor e criar 140 mil empregos.

As ajudas estão relacionadas com o designado Projeto Estratégico para a Recuperação e Transformação Económica (PERTE) do automóvel elétrico, como parte do plano de recuperação e resiliência de Espanha.

O esquema de Espanha prevê ajudas ao investimento, desenvolvimento e inovação, bem como à proteção do ambiente, incluindo a eficiência energética, para a realização de vários projetos integrados na cadeia de valor daqueles veículos, segundo adiantou a Comissão Europeia, em comunicado.

O programa vai vigorar até final de 2023.

Espanha é o segundo fabricante europeu de automóveis e o nono mundial. O setor representa 11% da faturação da indústria.

 

Susana Vera/Reuters

 

La Junta Directiva de SERNAUTO traslada a la Ministra de Industria sus propuestas de cara a la recuperación

El pasado 20 de octubre, la Junta Directiva de la Asociación Española de Proveedores de Automoción (SERNAUTO) se reunió con la Ministra de Industria, Comercio y Turismo, Reyes Maroto, con el ánimo de trasladarle las inquietudes del sector ante la compleja situación en la que está inmerso y reiterarle la máxima colaboración de cara al PERTE del vehículo eléctrico y conectado.

in SERNAUTO, 21-10-2021


Durante el almuerzo de trabajo celebrado en Madrid, los miembros de la Junta Directiva de SERNAUTO compartieron con la Ministra Maroto, el Director General de Industria, Galo Gutiérrez, y el equipo de Gabinete, las previsiones del sector de componentes de automoción que han ido empeorando en los últimos meses y la preocupación existente por la lenta recuperación prevista debida a diversos factores como la escasez de semiconductores y componentes electrónicos, el alza de precios y escasez de materias primas, así como por el incremento de los costes logísticos y energéticos.

La Ministra de Industria se mostró sensible a esta situación y comentó en detalle las líneas de financiación e iniciativas, nacionales y europeas, activadas por su cartera para tratar de minimizar este impacto.

Por otro lado, se le expusieron los proyectos en los que se está trabajando desde la Plataforma Tecnológica Española de Automoción y Movilidad “Move to Future”, coordinada por la Asociación, y las necesidades que tienen las empresas de cara a la convocatoria de las ayudas previstas en el PERTE VEC.

Desde SERNAUTO se considera que el PERTE VEC debe ser un proyecto sectorial para conseguir el fortalecimiento de la cadena de valor de la industria de automoción y de todo el ecosistema innovador para que España, no solo se convierta en un Hub Europeo de la Electromovilidad, sino del vehículo del futuro. Es necesario poner en valor el esfuerzo de las más de 100 entidades públicas y privadas involucradas en las Manifestaciones de Interés (MDIs) presentadas, con el fin de desarrollar nuevos proyectos e inversiones (industriales y de I+D+i) y anclar así en España la actividad del tejido industrial de automoción y la del resto de sectores implicados, algo fundamental para que los fondos europeos tengan realmente el impacto deseado.

Para ello, María Helena Antolin, Presidenta de SERNAUTO, afirmó que “es necesario aplicar inteligencia y estrategia-país para responder a las necesidades reales de todos los actores de un sector tan clave para la economía española y la generación de empleo. Esta visión de estrategia-país, dando cabida a las necesidades de un mayor número de organizaciones de toda la cadena de valor, fortalecerá el ecosistema y garantizará el nivel competitivo y posicionamiento global del sector de automoción español”.

En este sentido, Reyes Maroto manifestó la sensibilidad de su Ministerio respecto a la necesidad de ser ambiciosos en la concreción de los proyectos para que cojan forma y que lleguen a ser reales. Para ello, comentó que están trabajando en grupos interministeriales con eficacia y defendiendo la posición de España ante Europa.

Además, también se abordó el tema de los costes de la energía eléctrica y la problemática que encara en la actualidad el tejido industrial. El incremento progresivo del precio de la electricidad desde el mes de abril está afectando significativamente a todos los fabricantes de componentes, además de a los electrointensivos.

Finalmente, se trasladó la importancia de seguir trabajando en la mejora de la fiscalidad existente en materia de innovación para reforzar la competitividad de las empresas del sector de componentes instaladas en España frente a otros países. Este hecho resulta crucial para atraer proyectos de innovación a nuestro país, retener talento y conocimiento y seguir generando riqueza y empleo. La Ministra entendió la relevancia de esta cuestión y se mostró partidaria a trabajar conjuntamente con el sector en esta línea.

La Presidenta de SERNAUTO, en nombre de toda la Junta Directiva, agradeció a la Ministra Maroto y a los miembros de su equipo, su cercanía con el sector y su sensibilidad hacia las cuestiones planteadas y mostró el compromiso de la Asociación para continuar impulsando estos y otros temas que promuevan la competitividad de esta industria estratégica para el país y seña de identidad de la Marca España.

 

En la imagen adjunta aparecen en la primera línea (de izda. a derecha): Ricardo Olalla (Bosch España), Oskar Goitia (Mondragón), Eduardo González (Continental), Galo Gutiérrez (Ministerio de Industria), Reyes Maroto (Ministerio de Industria), María Helena Antolin (SERNAUTO), Miguel López-Quesada (Gestamp), Mercedes Pujol (Ficosa) y María Luisa Soria (SERNAUTO). En la segunda línea (de izda. a derecha): Cristina San Martín (SERNAUTO), José Portilla (SERNAUTO), Benito Tesier (Brembo), Carlos Lorente (Clarios) y Jose Esmorís (CIE Automotive).