Recuperar Portugal e BPF lançam novo Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC)

A Estrutura de Missão Recuperar Portugal (EMRP)  e o  Banco Português de Fomento (BPF), ontem, dia 30 de setembro, no Palácio da Bolsa no Porto, o Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC), num evento que incluiu a assinatura do protocolo para o lançamento de novas medidas de apoio às Empresas, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), bem como a anúncio da abertura dos três primeiros Avisos de Candidatura do IFIC.

in Estrutura de Missão Recuperar Portugal, 01-10-2025


O Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, na sessão de abertura do evento, que contou com uma sala cheia de representantes de empresas, afirma que a apresentação deste novo instrumento é feita “com os olhos postos no futuro”, “uma iniciativa que reforça o compromisso do governo com o crescimento económico”. Um instrumento que “pretende ser um acelerador da inovação empresarial em Portugal” para uma “economia mais robusta, inovadora e preparada para os desafios do futuro”. O ministro lembra que o dinheiro para este investimento do PRR, surge da reprogramação aprovada por Bruxelas, na qual se retiraram alguns investimentos que não eram passíveis de ser cumpridos nos prazos supostos, mas que irão avançar com outras fontes de financiamento.

Seguiu-se a intervenção de Gonçalo Regalado, Presidente do BPF, que apresentou os mais recentes resultados do banco, fazendo também um balanço dos últimos anos e mostrando a dinâmica que criaram para acelerar a economia portuguesa, referindo que “estão a financiar de uma forma continua todo o tecido económico empresarial em Portugal”. Gonçalo Regalado, referindo a importância do IFIC refere que “em parceria com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal vamos ter o processo de receção das candidaturas que são submetidas pelas empresas”.

Fernando Alfaiate, Presidente da Recuperar Portugal, indica que este instrumento, criado na reprogramação, ajudará a conseguir cumprir o PRR em tempo, “sendo o desafio temporal do PRR a prioridade máxima para maximizar as subvenções que o país tem disponíveis”. Referindo que o PRR se foca em áreas essenciais para transformar a economia e tal acontece também com o IFIC, que o faz “com inovação, com tecnologia, que permita o crescimento sustentável, digital e tornar as empresas mais competitivas”. Acrescenta ainda que estes objetivos se alinham “com a estratégia europeia”.

Veja aqui a apresentação

Na sessão de encerramento, Hélder Reis, Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional frisa que, como já tem vindo a indicar, “trabalhamos para não perder um único euro de subvenções do PRR”. O Secretário de Estado, foca ainda a coesão social e económica de todo o território, como sendo o objetivo do governo e do PRR, e acrescentando que “a alocação das verbas deste instrumento deve ter a intenção também da promoção da equidade territorial.” Hélder Reis refere ainda que “o que hoje aqui apresentámos começou a ser planeado ainda em 2024”.

Neste dia, foram ainda lançados os 3 avisos das Novas Linhas de Apoio às Empresas do IFIC, de Subvenções não reembolsáveis (Fundo Perdido) estando disponíveis em Candidaturas – Plano de Recuperação e Resiliência – Recuperar Portugal:

Veja aqui como fazer a sua candidatura

  • Linha Reindustrializar 

Dotação: 150M€

Objetivo: Visa conceder apoio à produção de novos bens e serviços, ou melhorias significativas da produção atual, através da aplicação de conhecimento e resultados de I&D (investigação e desenvolvimento) em contexto empresarial, ou ainda de atividades de I&D desenvolvidas no âmbito da execução da operação.

  • Linha para a Economia de Defesa e Segurança

Dotação: 50M€

Objetivo: Reforço da base industrial e tecnológica nacional de defesa e segurança, no âmbito das aplicações de dupla utilização, apoiando projetos de investigação e desenvolvimento, investimento produtivo e internacionalização.

  • Linha IA para PME

Dotação: 100M€

Objetivo: Apoiar a adoção de soluções de inteligência artificial por micro, pequenas e médias empresas, com vista à otimização de processos internos, ao aumento da eficiência operacional e/ou à integração de tecnologias digitais na interação com os clientes e parceiros.


Conferência Hi_rEV “Automotive Plastic Parts” | VÍDEO e FOTOGRAFIAS

Estão disponíveis as fotografias e vídeo da conferência Hi_rEV “Automotive Plastic Parts – O Contributo dos Plásticos para a economia Circular“, realizada pela AFIA, no dia 10 de julho de 2025, na Figueira da Foz .

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Conferência Hi_rEV “Automotive Plastic Parts – O Contributo dos Plásticos para a Economia Circular”

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Este evento organizado pela AFIA, a Associação dos Fabricantes para a Indústria Automóvel, faz parte da programação da agenda Hi-rEV – Recuperação do Setor de Componentes Automóveis. O projeto Hi-rEV é uma agenda mobilizadora PRR para o cluster automóvel que apoia as empresas no seu processo de transição para a eletrificação. É composto por um consórcio de 22 parceiros, que junta empresas, associações e entidades do Sistema Científico e Tecnológico.

O projeto Hi-rEV é uma agenda mobilizadora no âmbito do PRR – Programa de Recuperação e Resiliência, com cofinanciamento da União Europeia através do NextGenerationEU.

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Conferência Hi_rEV “Automotive Plastic Parts” | APRESENTAÇÕES

Estão disponíveis para download as apresentações efetuadas durante a conferência Hi_rEV “Automotive Plastic Parts – O Contributo dos Plásticos para a economia Circular“, realizada pela AFIA, no dia 10 de julho de 2025, na Figueira da Foz .

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Este evento organizado pela AFIA, a Associação dos Fabricantes para a Indústria Automóvel, faz parte da programação da agenda Hi-rEV – Recuperação do Setor de Componentes Automóveis. O projeto Hi-rEV é uma agenda mobilizadora PRR para o cluster automóvel que apoia as empresas no seu processo de transição para a eletrificação. É composto por um consórcio de 22 parceiros, que junta empresas, associações e entidades do Sistema Científico e Tecnológico.

O projeto Hi-rEV é uma agenda mobilizadora no âmbito do PRR – Programa de Recuperação e Resiliência, com cofinanciamento da União Europeia através do NextGenerationEU.

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Fundos Europeus: Empresas dispensadas de apresentar os seguintes documentos a partir de 15 de julho

  • Certidão Permanente
  • Certidão de Não Dívida à Segurança Social
  • Certidão de Não Dívida à Autoridade Tributária
  • Cerificado de PME
  • Informação Empresarial Simplificada
  • Declaração de Empresa Única Autónoma

VER O DESPACHO / DIPLOMA

Despacho n.º 8312/2025 do Gabinete do Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional

Ministério da Economia e da Coesão Territorial

in Ministério da Economia e da Coesão Territorial, 13-07-2025


O Futuro dos Plásticos na Indústria Automóvel em Debate na Figueira da Foz

No próximo dia 10 de julho a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel realizará na Figueira da Foz uma conferência sobre o futuro dos plásticos no setor automóvel. Um conjunto de especialistas irá reunir-se no auditório da Microplásticos para discutir o contributo dos plásticos para a economia circular.

A indústria automóvel enfrenta vários desafios decorrentes das transformações impostas pela transição tecnológica que vivemos. Atualmente, os plásticos representam cerca de 20% do peso total de um veículo, uma proporção que irá aumentar com a produção dos novos veículos elétricos, que necessitam ser mais leves e, por conseguinte, com menos partes metálicas.

Os dados recentes apontam para um consumo de 5 milhões de toneladas para fabricação de partes plásticas no setor automóvel da Europa, um valor que tem vindo a aumentar na última década. “As metas de descarbonização no setor automóvel impõem às empresas um quadro regulatório exigente, o que significa que temos que introduzir estratégias de circularidade e reciclagem destes materiais”, refere Frederico Pais, administrador da Microplásticos.

Por sua vez, e de acordo com Jorge Coelho, professor na Universidade de Coimbra e um dos intervenientes nesta conferência, “os recentes avanços nas técnicas inovadoras de polimerização permitem melhorar a sustentabilidade e o uso renovável dos novos materiais”.

Em Portugal, o negócio da fabricação de partes plásticas representa 2.800 milhões de euros, o que o torna um dos subsetores de maior importância na indústria de componentes para o setor automóvel, a par com toda a cadeia de fabricação de moldes que o sustenta.

Refere ainda Frederico Pais que “os construtores de automóveis (OEM) procuram soluções sustentáveis que reduzam a pegada ecológica e, por isso, os plásticos serão componentes essenciais de uma economia circular e o seu contributo será fundamental para as metas de sustentabilidade”.

Este evento é organizado pela AFIA, a Associação dos Fabricantes para a Indústria Automóvel e faz parte da programação da agenda Hi-rEV – Recuperação do Setor de Componentes Automóveis. O projeto Hi-rEV é uma agenda mobilizadora PRR para o cluster automóvel que apoia as empresas no seu processo de transição para a eletrificação. É composto por um consórcio de 22 parceiros, que junta empresas, associações e entidades do Sistema Científico e Tecnológico.

O projeto Hi-rEV é uma agenda mobilizadora no âmbito do PRR – Programa de Recuperação e Resiliência, com cofinanciamento da União Europeia através do NextGenerationEU.

 

Conferência Hi_rEV “Automotive Plastic Parts – O Contributo dos Plásticos para a Economia Circular”


Conferência Hi_rEV | Automotive Plastic Parts – O Contributo dos Plásticos para a Economia Circular | 10 de julho, 9h30 – 13h00, Figueira da Foz | PROGRAMA

As metas de sustentabilidade e a transição tecnológica estão a impactar a indústria de plásticos no setor automóvel.

No centro desta mudança emergem novos materiais, novas tecnologias e aplicações mais sustentáveis que tentam responder a estes desafios.

Através deste workshop, a AFIA irá partilhar testemunhos de empresas e de investigadores que estão no centro desta transformação. Junte-se também a esta mudança!

A participação neste evento é gratuita, mas de inscrição obrigatória, que deverá ser efetuada até ao dia 5 de julho. Aceda ao Formulário de Inscrição.

A inscrição inclui presença no evento e o almoço durante a sessão.

 

 


 

* Sobre o Hi-rEV

  • O projeto Hi-rEV é uma agenda mobilizadora para o desenvolvimento, teste e demonstração de uma nova geração de tecnologias, processos e produtos que permitam um novo posicionamento do cluster automóvel nacional nas cadeias de valor globais do carro do futuro?. Assim, tem como objetivo ajudar as empresas que produzem componentes para veículos a combustão a fazerem a transição para a produção de componentes para veículos elétricos. É composto por um consórcio de 22 parceiros, que junta empresas, associações e entidades do Sistema Cientifico e Tecnológico.
  • https://hi-rev.pt/

 

 

 


Conferência Hi_rEV | Automotive Plastic Parts – O Contributo dos Plásticos para a Economia Circular | 10 de julho, 9h30 – 13h00, Figueira da Foz | CONVITE

APRESENTAÇÕES + FOTOGRAFIAS + VÍDEO

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel no âmbito da agenda mobilizadora Hi-rEV – Recuperação do Setor de Componentes Automóvel *, vai realizar a conferência “Automotive Plastic Parts – O Contributo dos Plásticos para a Economia Circular“, 10 de julho, pelas 9h30 na Figueira da Foz.

O futuro dos plásticos na indústria automóvel está a sofrer fortes transformações devido às metas de sustentabilidade e à transição tecnológica em curso. A moldagem por injeção continuará a ser preponderante na fabricação dos veículos, todavia, os seus materiais, técnicas e funções estão a evoluir de forma significativa.

No ano de 2024 estima-se que o volume de negócios relacionado com partes plásticas tenha registado o valor global de 50 mil milhões de euros, um valor impulsionado por novas práticas de engenharia e produção que contribuem fortemente para este novo paradigma de transição.

Cada vez mais os construtores automóveis (OEM) procuram soluções sustentáveis que reduzam a pegada ecológica e, por isso, os plásticos serão componentes essenciais de uma economia circular e o seu contributo será fundamental para os ambiciosos objetivos de descarbonização.

Através deste workshop, a AFIA irá partilhar testemunhos de empresas e de investigadores que estão no centro desta tendência. Não perca esta oportunidade para estar também no centro desta transformação!

A participação neste evento é gratuita, mas de inscrição obrigatória, que deverá ser efetuada até ao dia 5 de julho. Aceda ao Formulário de Inscrição.

A inscrição inclui presença no evento e o almoço durante a sessão.

 

PROGRAMA

09:30 Registo de Participantes

09:45 Receção/ Mensagem Boas-Vindas

  • Frederico Pais | Board Member Microplásticos
  • José Couto | Presidente da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel

10:00 Apresentação do Projeto HiRev

  • Orador a confirmar

10:30 Circularidade no Setor dos Plásticos

  • Nuno Aguiar |  Diretor Técnico da APIP – Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos

11:00 Novas Tecnologias de Polimerização

  • Jorge Coelho, Professor/ Investigador | Universidade de Coimbra / Instituto Pedro Nunes

11:30 Black Masterbatches: materiais circulares para uma transição sustentável.

  • Marco Eira |  Diretor Comercial Cabot Corporation

12:00 Casos Práticos na Indústria

  • Mesa-redonda: DRT Group, MD Group, Microplásticos
  • Moderação: a designar

13:00 Encerramento

13:15 Almoço

 


 

* Sobre o Hi-rEV

  • O projeto Hi-rEV é uma agenda mobilizadora para o desenvolvimento, teste e demonstração de uma nova geração de tecnologias, processos e produtos que permitam um novo posicionamento do cluster automóvel nacional nas cadeias de valor globais do carro do futuro?. Assim, tem como objetivo ajudar as empresas que produzem componentes para veículos a combustão a fazerem a transição para a produção de componentes para veículos elétricos. É composto por um consórcio de 22 parceiros, que junta empresas, associações e entidades do Sistema Cientifico e Tecnológico.
  • https://hi-rev.pt/


Metas para atingir neutralidade carbónica são “oportunidade” para relançar indústria automóvel

Membros do consórcio Be.Neutral discutiram o futuro da indústria automóvel em Portugal e traçaram soluções para aumentar a competitividade do setor na Europa. Na iniciativa enquadrada no Demo Day Be.Neutral, em Guimarães, as metas traçadas para atingir a neutralidade carbónica foram encaradas como uma “oportunidade”.

in Diário de Notícias, 25-11-2024


O futuro da indústria automóvel em Portugal e na Europa foi o mote para o debate “Portugal na construção de uma nova indústria automóvel”, tendo por base o relatório Draghi que se enquadra com os objetivos da Be.Neutral. Numa altura em que a Europa perde competitividade no setor face à China e aos Estados Unidos, a necessidade de integrar políticas industriais e sustentáveis e encarar as metas desenhadas para atingir a neutralidade carbónica como uma oportunidade foram alguns dos temas em cima da mesa.

É o exemplo e o objetivo é que seja replicado. O cluster automóvel criado por oito cidades do Norte, em conjunto com um consórcio de 44 entidades científicas, tecnológicas e empresariais, no âmbito da Agenda Be.Natural do PRR, é a “plataforma que pode ajudar a acelerar o caminho para a neutralidade carbónica das cidades”, começou por destacar Manuel Ramalho Eanes, administrador da NOS, que vê nestas metas uma “oportunidade” para que a Europa agilize a sua produção industrial. Isabel Furtado, CEO da TMG Automotive, também foi perentória na necessidade de apostar numa industrialização limpa da Europa. “Temos que ser pioneiros. Temos conhecimento, capacidade de aplicar conhecimento à tecnologia e tradição de fazer bem. Neste momento temos capacidade para liderar uma agenda. A indústria como a que até agora temos tem os dias contados e é insustentável”, defendeu.

Também António Cunha, presidente da CCDR do Norte, lançou o repto para uma economia “mais dinâmica e agressiva” na Europa, lamentando que o “tempo das decisões” continue a ser por tradição “demorado”. Questionado sobre se acabou o tempo de políticas industriais cautelosas, Paulo Dimas, coordenador do Centro para a Inteligência Artificial Responsável, sugeriu que a “iniciativa deve estar centrada no produto”, com a necessidade de a “indústria a lançar desafios a sério”.

O papel de Portugal nos automóveis de futuro

Esses desafios estão demonstrados no cluster criado a Norte, com um número diversificado de empresas, que se propõe a criar 700 milhões de euros de riqueza e 2200 empregos. O investimento ronda os 220 milhões de euros, 80% do qual financiado pelo PRR. E como é que possível o financiamento desses projetos inovadores que façam progredir as soluções de uma escala regional para um nível mundial? Jorge Portugal, diretor geral da COTEC, fala na necessidade de atrair capital de risco, sendo para isso necessário testar o “conceito numa região” que ajude à “internacionalização do projeto”. Antes, na abertura da sessão, Domingos Bragança, presidente da Câmara de Guimarães, já tinha apontado a cidade de Guimarães como o território ideal para levar a cabo estes testes.

Já Manuel Castro Almeida, ministro Adjunto e da Coesão Territorial de Portugal, reconheceu que há “sinais de perda de competitividade evidente” na Europa quando se fala do setor automóvel. “Estamos a colocar em risco o emprego de 14 milhões de europeus”, apontou, notando a importância de investir em mais em investigação e inovação para “inverter este ciclo de degradação do setor automóvel”. Por isso, elogiou as agendas mobilizadoras, como a Agenda Be.Neutral, nomeadamente para estreitar o caminho “entre uma ideia em concretização”. “Com a produção e valorização do lítio, Portugal pode ser um país de relevo nos automóveis de futuro”, defendeu.

O debate “Portugal na construção de uma nova indústria automóvel na Europa” decorreu no âmbito do Demo Day Be.Neutral, no Museu do Design, em Guimarães. Além deste, Porto, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Viana do Castelo, Braga, Oliveira de Azeméis e Vila Nova de Famalicão são os municípios que integram a agenda Be.Neutral.

 

 


Agenda Mobilizadora GreenAuto reafirma a Stellantis Mangualde como um importante dinamizador da inovação e da sustentabilidade em Portugal

  • Stellantis Mangualde organiza o 1º TechDay da Agenda Mobilizadora GreenAuto com a presença da Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR.
  • Este projeto cofinanciado pelo Governo visa posicionar a indústria automóvel nacional na cadeia de valor dos veículos de baixas emissões.

in Stellantis Mangualde, 19-11-2024


No âmbito da dinamização da Agenda Mobilizadora GreenAuto, a Stellantis Mangualde, enquanto líder deste projeto, organizou e recebeu no dia 14 de novembro o primeiro TechDay do consórcio, num evento de apresentação dos resultados e dos progressos alcançados até ao momento.

A Agenda Mobilizadora para a inovação empresarial designada “GreenAuto” é cofinanciada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) Português e visa posicionar a indústria automóvel nacional na cadeia de valor dos veículos de baixas emissões.

Com um investimento global de 119 milhões de euros, este projeto permite que, neste momento, estejam 180 pessoas do Consórcio altamente qualificadas a trabalhar no âmbito da agenda GreenAuto.

Durante o evento TechDay, as 36 entidades envolvidas na Agenda tiveram a oportunidade de mostrar os 18 produtos e processos inovadores, digitais e sustentáveis associados à fabricação de automóveis e seus componentes.

O produto principal do GreenAuto é a produção de veículos elétricos, que, desde outubro, é já uma realidade na fábrica de Mangualde. Recorde-se que, esta unidade de produção automóvel foi a primeira em Portugal a produzir em grande escala Veículos de Passageiros e Comerciais Ligeiros elétricos a bateria, tornando-se numa bandeira da mobilidade elétrica sustentável neste país.

O 1º TechDay da Agenda GreenAuto contou com a presença de todas as entidades que formam o consórcio, assim como de membros do IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação e da Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR (CNA-PRR).

Após a visita às instalações da fábrica de Mangualde, o Dr. Pedro Dominguinhos, Presidente da CNA-PRR, felicitou as equipas pelos produtos e processos desenvolvidos até ao momento e reforçou que todos os envolvidos neste projeto estão a contribuir fortemente para a dinamização, competitividade e sustentabilidade em Portugal.

 

 


Agendas Mobilizadoras – Mais prazo para conclusão dos Projetos Mobilizadores de Agendas de Inovação

O Regulamento do Sistema de Incentivos “Agendas para a Inovação Empresarial”, aprovado pela Portaria n.º 43-A/2022, de 19 de janeiro,  foi alterado com a publicação da Portaria n.º 164/2024/1, especificamente no que estabelecia como critério de elegibilidade dos projetos mobilizadores que os mesmos tivessem uma duração máxima de 36 meses e que estivessem concluídos e com resultados concretizados até 31 de dezembro de 2025.

in IAPMEI, 14-06-2024


Atendendo ao grau de complexidade destes projetos mobilizadores e ao interesse estratégico na sua realização, considerou-se decisivo permitir o alargamento do prazo para a sua execução, sem comprometer o calendário de metas definido no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).O impacto positivo esperado desta alteração recai especificamente sobre os projetos mobilizadores de agendas de inovação cujos projetos tinham como critério de elegibilidade “Ter uma duração máxima de 36 meses e estar concluído e com resultados concretizados até 31 de dezembro de 2025.’ Assim, poderá ser prorrogado o prazo de 36 meses para conclusão destes projetos, sujeito a autorização pelo IAPMEI, mediante pedido fundamentado do líder do consórcio, mantendo como data-limite 31 de dezembro de 2025.