Exportações de componentes automóveis com diminuição de 25,4% já com os primeiros efeitos do COVID-19

De acordo com a AFIA o valor das exportações de componentes automóveis registou em março de 2020 uma diminuição de 25,4% em relação ao mesmo mês do ano transato.

in AFIA, 08-05-2020


De acordo com os dados recolhidos pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – as vendas em março de componentes automóveis para o exterior ficaram-se pelos 664 milhões de euros, o que corresponde a uma queda de 25,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Desde maio de 2009 que não se registava uma queda tão acentuada nas exportações.

Estes valores já revelam os primeiros impactos do COVID-19, pois foi na segunda metade de março que as empresas começaram a sentir o abrandamento geral da atividade, com o encerramento temporário das fábricas de automóveis e consequente cancelamento de encomendas.

No acumulado até março as exportações caíram para os 2.500 milhões de euros, o que representa uma descida de 3,5% face ao primeiro trimestre de 2019.

Em termos de países destino das exportações, Espanha ocupa a primeira posição com vendas de 725 milhões de euros (+3,8% face a janeiro-março de 2019), seguida da Alemanha com 493 milhões de euros (-7,1%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 325 milhões de euros (-14,5%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 210 milhões de euros (-9,8%).

No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Note-se ainda que os componentes automóveis neste período de janeiro a março, representam 17,1% das exportações de bens transacionáveis. Isto é, por cada 100 euros que Portugal exporte de bens, 17,10 euros referem-se a componentes automóveis.

De referir que os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 8 de Maio pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações clicar aqui (ficheiro pdf)

 


Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

COVID-19 e indústria de componentes automóveis

Com o abrandamento da economia e redução da procura, as vendas de automóveis estão em queda acentuada. Os grandes cortes na produção de automóveis, na União Europeia as fábricas automóveis estão paradas, obrigam os fornecedores a considerar mudanças drásticas. Esta situação é um culminar de fortes pressões sobre as empresas em geral, e em particular para as portuguesas, caracterizada por redução de encomendas.

in AFIA, 24-03-2020


Como consequência, perspetiva-se a curto prazo um severo impacto na atividade económica e das exportações de um dos sectores que mais contribui para a economia nacional: 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

As primeiras projeções da AFIA indicam quebras abruptas na atividade de 50% neste mês de março, mas em abril e maio a diminuição chegará aos 90%. Só a partir de novembro a indústria portuguesa de componentes para o automóvel começará a recuperar, sem, contudo chegar aos números de 2019. Para a totalidade do ano de 2020 é projetada uma descida de 30% no volume de negócios, o que se traduz, numa diminuição de 3,5 mil milhões de euros face aos valores registados no ano passado. Assim para o ano de 2020 o volume de negócios ficará nos 8,5 mil milhões de euros, sendo que no ano passado o setor vendeu 12 mil milhões de euros.

Face ao exposto, às necessidades específicas e à importância estratégica desta indústria, a AFIA solicita ao Governo que sejam tomadas medidas urgentes, flexíveis e eficazes que passam pela:

  • criação de uma linha de crédito específica para as empresas deste sector (o que não foi considerado, surpreendentemente, na apresentação de ontem efetuada pelo Governo, sobre as medidas económicas);
  • alteração do regime de lay-off, de modo a permitir o acesso imediato a este regime para as empresas que tenham tido uma quebra de faturação superior a 40% nos últimos trinta dias, mas medidos depois do final do período pedido para o lay-off e comparando com a média mensal dos últimos 2 meses anteriores a esse mesmo período, devendo, resultar claro deste regime a possibilidade de lay-off parcial e, ainda, pela alteração do regime de férias de modo a permitir, desde já, a sua marcação.
  • criação de medidas de proteção dos postos de trabalho.

Estas medidas, permitirão às empresas não só atenuar esta crise, mas também manter a sua competitividade, após este período, logo que se verifique a retoma gradual da economia.

As empresas estão disponíveis para dialogar com o Governo e encontrar modelos de desenvolvimento integrados, sob pena de redução drástica dos investimentos e encerramento de empresas ou unidades de produção, com consequências graves na economia e sociedade.

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

Sector Automóvel, muito preocupado com a Grave Crise que se vive actualmente, concorda com as medidas já tomadas pelo Governo, mas exige um Plano de Apoio Específico para as Empresas do Sector

A grave crise, que resultou da pandemia do coronavírus, irá ter os efeitos de uma guerra devastadora, com especial impacto na nossa economia.

Comunicado conjunto ACAP, AFIA, ANECRA, ARAN / 18-03-2020


O sector automóvel representa 19% do PIB, 25% das exportações de bens transacionáveis e emprega, directamente, cerca de duzentas mil pessoas. Por outro lado, em termos da União Europeia, Portugal é um dos países em que as receitas fiscais geradas pelo sector automóvel, têm um maior peso no total das receitas fiscais do Estado, representando vinte e um por cento do total dessas receitas.

O sector automóvel aprova as medidas que têm vindo a ser tomadas pelo Governo, assim como as recomendações sanitárias para as empresas e trabalhadores, as quais estão a ser rigorosamente cumpridas. As empresas, desde o início da crise, têm vindo a aplicar planos de contingência de modo a que, por um lado, possam proteger os seus colaboradores e, por outro, possam continuar a sua laboração de modo a que as consequências, em termos económicos, não sejam ainda mais negativas.

É de salientar, que este é um sector composto por todo o tipo de empresas, desde as maiores exportadoras às pequenas e médias, às microempresas e empresários em nome individual. Por outro lado, este tecido empresarial tem um cobertura alargada a todo o território nacional, sendo o maior empregador em muitas regiões do nosso país.

É, neste sentido, que as Associações signatárias ACAP, AFIA, ANECRA e ARAN, que representam as empresas de todas as áreas de actividade do Sector Automóvel, vêm alertar para a necessidade de, para além das medidas já tomadas pelo governo, ser criado um Plano específico de apoio ao sector automóvel. Estas medidas, permitirão às empresas não só atenuar esta crise, mas também para manter a sua competitividade, após este período, logo que se verifique a retoma gradual da economia.

As Associações signatárias, solicitam ao Governo que sejam tomadas medidas urgentes que passam, entre outras, pela criação de uma linha de crédito específica para as empresas deste sector (o que não foi considerado, surpreendentemente, na apresentação de hoje efetuada pelo Governo, sobre as medidas económicas); pela alteração do regime de lay-off, de modo a permitir o acesso imediato a este regime para as empresas que tenham tido uma quebra de facturação superior a 40% nos últimos trinta dias, ou comparativamente com a do mês homólogo do ano anterior e deveria, ainda, resultar claro deste regime a possibilidade de lay-off parcial e, ainda, pela alteração do regime de férias de modo a permitir , desde já, a sua marcação .

Por outro lado, e tal como aconteceu na recessão que vivemos em 2009, deverá ser implementado um plano de incentivo ao abate de veículos em fim de vida, com o objectivo de renovar o parque automóvel e permitir às empresas uma saída gradual da crise.

Por fim, com a possível declaração do estado de emergência, pedimos que a actividade de prestação de serviços através de veículos de pronto-socorro e o sector de assistência e reparação automóvel sejam considerados sectores essenciais, dado que são imprescindíveis para a manutenção da segurança dos cidadãos.

Em Portugal, o sector automóvel está presente na nossa economia e na nossa sociedade, há mais de um século e, desde sempre, assumiu o seu compromisso para com a sociedade pelo que, neste momento, particularmente difícil, iremos também contribuir para que esta pandemia seja ultrapassada rapidamente, esperando da parte do Governo a maior atenção para as propostas que apresentámos.

 

Exportações de componentes automóveis aumentam 7,8% em Janeiro

As exportações de componentes automóveis registaram em Janeiro um aumento de 7,8% face ao mesmo mês de 2019.

in AFIA, 12-03-2019


De acordo com os dados apurados pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, em Janeiro as vendas de componentes automóveis ao exterior atingiram os 922 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 7,8% face ao verificado no mesmo mês do ano passado.

Em termos de países destino das exportações, Espanha ocupa a primeira posição com vendas de 272 milhões de euros (+18,7% face a Janeiro de 2019), seguida da Alemanha com 177 milhões de euros (-0,2%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 115 milhões de euros (-8,6%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 78 milhões de euros (+0,8%).

No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Desde o ano de 2010 as vendas ao exterior mais do que duplicaram passando dos 399 milhões de euros para os 922 milhões de euros em 2020, o que representa um acréscimo de 131%.

Note-se ainda que os componentes automóveis representam 17,8% das exportações de bens transacionáveis.

De referir que os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgados no dia 11 de Março, pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

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Exportações de componentes automóveis com novo record

A Indústria de Componentes para Automóveis acaba de bater novo recorde absoluto nas exportações. No ano de 2019 as exportações de componentes automóveis registaram um aumento de 4,2% relativamente a 2018, ultrapassando os 9700 milhões de euros. Em relação ao ano de 2010 este valor regista ainda uma subida de 86%.

in AFIA, 15-02-2020


Atualmente a indústria de componentes automóveis representa 16,3% das exportações portuguesas de bens transacionáveis, tendo registado um aumento de 4,2% face ao ano de 2018.

Perante estes resultados confirma-se que as exportações de componentes automóveis crescem mais do que a restante indústria transformadora, mostrando-se um dos setores mais importantes para o crescimento da economia e para as exportações portuguesas.

Com base nos dados do INE – Instituto Nacional de Estatística, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel constatou ainda que as exportações do sector de componentes automóveis crescem mais 4,1% para os países da União Europeia e 4,3% para o resto do mundo.

 

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AFIA acompanha empresas em Missão Empresarial a Marrocos

A AICEP organizou uma missão empresarial a Marrocos, nos dias 11 e 12 de Dezembro, em Casablanca, com o objectivo de aprofundar as relações comerciais bilaterais. Esta missão foi composta por um fórum empresarial e missões empresariais sectoriais nas áreas Automóvel e Moldes, Materiais de Construção, TIC e Ensino Superior.

in AFIA, 13-12-2019


A delegação portuguesa da área dos moldes e automóveis foi constituída por 4 empresas CR MOULDS, PTC GROUP, SOCEM e RANGEL que mostraram a sua capacidade para responder às necessidades do mercado automóvel marroquino. A promoção da oferta nacional e a identificação de novas oportunidades assume maior relevo quanto mais se atenta no significativo desenvolvimento da indústria automóvel naquele país.  Um crescimento acelerado do número de viaturas montadas que passou de 40 mil em 2010 para mais de 400 mil carros produzidos no ano de 2018. Alavancado no plano de aceleração industrial 2014-2020, Marrocos pretende chegar até 2022 com uma capacidade de produção anual  de um milhão de veículos, para tanto contribuindo os planos de crescimento industrial da Renault (2 fábricas), da PSA – Peugeot Citroën.

Marrocos já é um parceiro de negócio para as empresas da indústria automóvel portuguesa que em 2018 para lá exportaram 85 milhões de euros, sendo por isso Marrocos o 18º destino das exportações da indústria automóvel portuguesa.

A AFIA e a CEFAMOL, através dos seus Secretários-Gerais, acompanharam esta missão.

Relembre-se que em Dezembro de 2017 a AFIA assinou um protocolo de colaboração com a AMICA – Associação Marroquina para a Indústria e Construção Automóvel que visa o reforço da cooperação técnica e comercial; e a coordenação de acções entre as duas entidades.

Estão já em estudo novas acções para 2020 para o fortalecimento das relações, entre a indústria automóvel dos dois países.

 

 

Exportações de componentes automóveis com record absoluto

A Indústria de Componentes para Automóveis acaba de bater novo recorde absoluto nas exportações. Nos primeiros dez meses deste ano as exportações ultrapassaram os 8200 milhões de euros, o que representa um aumento de 4% relativamente ao mesmo período de 2018, e de 89% relativamente ao ano de 2010.

in AFIA, 12-12-2019


Este é um dos sectores mais importantes para o crescimento da economia e para as exportações portuguesas, tendo vindo a demonstrar consecutivamente um excelente desempenho, que vem resultando dos ganhos de competitividade que o país tem registado nos últimos anos e da constante melhoria desenvolvida pelas suas empresas.

Com base nos dados do INE – Instituto Nacional de Estatística, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel constatou ainda que as exportações do sector de componentes automóveis crescem mais 4% do que a restante indústria transformadora.

De referir também que a indústria de componentes automóveis representa 16,4% das exportações de bens transaccionáveis.

 

 

 

Exportações de componentes automóveis continuam a crescer

A Indústria de Componentes para Automóveis é um dos sectores mais importantes para o crescimento da economia e para as exportações portuguesas, tendo vindo a demonstrar um excelente desempenho, resultante de ganhos de competitividade do País nos últimos anos e da constante melhoria desenvolvida pelas empresas.

in AFIA, 20-11-2019


São conhecidos os valores de exportação acumuladas até Setembro de 2019. Com base nos dados do INE – Instituto Nacional de Estatística, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel constatou que o sector de componentes automóveis voltou a crescer e exportou 7,3 mil milhões de euros, mais 3,1% face ao período homólogo do ano transacto.

 

 

 

Exportações de componentes automóveis continuam a crescer

Nos primeiros oito meses deste ano as exportações de componentes automóveis registaram resultados positivos a rondar os 6.400 milhões de euros

in AFIA, 17-10-2019


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel as exportações de componentes automóveis registaram um crescimento de 2,4% nos primeiros oito meses de 2019, atingindo o resultado record de 6.400 milhões de euros, quando comparadas com os resultados do mesmo período do ano passado. Esta informação surge com base nos dados de comércio internacional de bens divulgados pelo INE.

Em relação aos destinos das exportações a AFIA refere que estes mantêm também a mesma tendência apresentando Espanha e Alemanha como os principais destinos, seguidos de perto pela França e Inglaterra. O conjunto destes quatro países representam assim, 70% do total das exportações, estando os restantes 30% distribuídos por outros países europeus e outros de fora da Europa, como os Estados Unidos da América, Marrocos, China, México e Turquia.

É ainda de notar que entre 2010 e 2019 as vendas de componentes automóveis portugueses ao exterior aumentaram 91%, o que demonstra mais uma vez o contributo positivo desta indústria para a sustentabilidade de economia nacional.

 

A AFIA juntamente com outras 22 Associações da Indústria Automóvel diz não a um Brexit sem acordo

EU Automotive leaders unite to say “no” to ‘no deal’ Brexit

  • Europe’s leading automotive representatives warn of catastrophic consequences of a ‘no deal’ Brexit.
  • Barrier-free trade crucial for continued success of the deeply integrated pan-European auto sector.
  • Application of WTO tariffs on cars and vans could mean €5.7bn bill for EU/UK industry and consumers.
  • Sector calls for no-deal to be ruled out to safeguard the future of European automotive.

Monday 23 September, 2019 With just over one month to go before the UK is due to leave the EU, the European automotive industry today made a united call for the UK and the EU to avoid a ‘no deal’ Brexit. The lead organisations representing vehicle and parts manufacturers across the EU, the European Automobile Manufacturers Association (ACEA) and European Association of Automotive Suppliers (CLEPA), as well as 21 national associations, including the Committee of French Automobile Manufacturers (CCFA), the German Association of the Automotive Industry (VDA), and the Society of Motor Manufacturers and Traders (SMMT), joined forces to stress the impact a ‘no deal’ Brexit would have on one of Europe’s most valuable economic assets.

 

The automotive industry is one of the EU’s biggest success stories and contributors to growth and wealth, producing 19.1 million vehicles a year and employing 13.8 million people across the wider sector – one in 16 of the EU’s workforce.1 Fundamental to this has been the deeply integrated nature of the industry, which has sought to maximise single market and customs union benefits to the advantage of businesses EU-wide.

 

European industry chiefs today warned that the repercussions of ‘no deal’ to this vital sector will be severe. The UK’s departure from the EU without a deal would trigger a seismic shift in trading conditions, with billions of Euros of tariffs threatening to impact consumer choice and affordability on both sides of the Channel. The end of barrier-free trade could bring harmful disruption to the industry’s just-in-time operating model, with the cost of just one minute of production stoppage in the UK alone amounting to €54,700 (£50,000).2 Meanwhile, WTO tariffs on cars and vans could add €5.7 billion (£5 billion) to the collective EU-UK auto trade bill,3 raising prices for customers if manufacturers cannot absorb the additional cost. Automotive manufacturers believe that such disruption and cost must be avoided, and that all effort should be made to deliver an orderly withdrawal of the UK from the EU.

 

Christian Peugeot, CCFA President, said, “Brexit is not just a British problem, we are all concerned in the European automotive industry, and even further. Be it as exporters to the UK market or producers locally, which we are both, we will inevitably be negatively affected.”

 

Bernhard Mattes, VDA President, said, “We regret Brexit. The United Kingdom is a fully integrated player in the value chain of the German Automotive Industry. More than 100 production facilities as well as research and development located in the UK prove our commitment to the UK-market as a number one market in the EU. In the view of the German automotive industry, therefore, everything has to be done to maintain the free movement of goods, of services, the freedom of capital and the freedom of movement for workers between the UK and the EU. At the same time, we acknowledge that the internal market and the cohesion of EU27 are a priority and a pre-condition.

 

“The EU and UK automotive industry need frictionless trade and would be harmed significantly by additional duties and administrative burden on automotive parts and vehicles. Consequently, the UK and the EU should undertake all necessary steps to avoid a no-deal Brexit.”

 

Mike Hawes, SMMT Chief Executive, said, “European Automotive is deeply integrated and the benefits of free and frictionless trade have helped our sector become one of Europe’s most valuable assets, delivering billions to economies and supporting millions of livelihoods across the EU A ‘no deal’ Brexit would have an immediate and devastating impact on the industry, undermining competitiveness and causing irreversible and severe damage. UK and EU negotiators have a responsibility to work together to agree a deal or risk destroying this vital pillar of our economies.”

 

Erik Jonnaert, ACEA Secretary General, said, “Barrier-free trade is crucial for the continued success of the deeply integrated European auto industry, which operates some 230 assembly and production plants right across the EU. Brexit will have a significant negative impact on the automotive sector and a ‘no deal’ Brexit would greatly exacerbate those consequences, causing massive disruptions to an industry which is so vital to Europe’s economy. Even the repeated need to plan and implement contingency measures to deal with a disorderly Brexit is highly disruptive to our members. The European automobile industry therefore calls for all sides to rule out a no-deal scenario as soon as possible.”

 

Sigrid de Vries, CLEPA Secretary General, said, “The European automotive industry is operating highly integrated global supply chains. A single vehicle consists of around 30,000 parts many of which cross borders multiple times. Frictionless and tariff-free trade, as well as regulatory certainty, is vital. Brexit has a negative effect on all these aspects. Brexit, specifically a no-deal Brexit, will be seriously damaging to the supplier’s industry in Europe and the UK and must be avoided.”

 

European automotive is highly integrated, with supply chains that cross multiple countries. A no-deal Brexit would immediately result in the UK no longer being party to EU trade agreements and preferential arrangements with some 30 countries, including Turkey, South Africa, Canada, Japan and South Korea, and content from UK suppliers would no longer contribute to EU originating content for the purposes of rules of origin. This will potentially make it harder for European manufacturers to access the preferential terms of agreed EU trade deals. In addition, a no-deal Brexit would immediately make the EU market smaller, and potentially less attractive to international trade partners.

 

At this time of intense global competition and technological transformation, EU and UK automotive manufacturers need a Brexit outcome that maintains free and frictionless trade and allows them to continue to invest, produce and sell competitively, and that encourages cross-border technological collaboration. This will drive future innovation, benefitting consumers, societies and economies right across Europe. With so much at stake, it is in the interest of all parties to avoid a no-deal Brexit and deliver a managed withdrawal of the UK from the EU.

 

Mario Armero, ANFAC Executive Vice President, said, “Spain is mainly a net exporter of vehicles to the European Union. The Spanish automotive industry sells two thirds of its production outside our frontiers. The United Kingdom is one of the main markets for these sales and, since Brexit was voted, exports have fallen exponentially. The establishment of tariffs and trade barriers worries us and harms the competitiveness of our factories and the development of our highly integrated supply chains. A ‘no deal’ Brexit will further worsen this trade and harm the entire production chain, in Spain and in Europe.”

 

Gianmarco Giorda, ANFIA Director, said, “The UK is the third destination market for parts and components for motor vehicles and the fourth for cars, therefore, it is relevant for the Italian industry, especially for component suppliers who represent an important interlocutor for the local manufacturers. The introduction of new customs tariffs, longstanding procedures and so higher prices could only have a devastating effect on the automotive industry, both for the Italian and for the British ones.”

Mattias Bergman, BIL Sweden Chief Executive, said, “Sweden and our automotive industry is a strong believer in free trade where a barrier free market is crucial for the automotive industry to continue to contribute to society and economic growth within Europe. Brexit by itself is negative for the industry and a ‘no deal’ will add substantial risk and will have large negative impact on not only the industry, but the entire Europe.”

 

Claude Cham, FIEV President, said, “At a time when the global economy is slowing down with volume decrease in our industry; and our entire eco-system is focused on the major challenge with new mobility, the ‘no deal’ Brexit would bring significant loads without values, ??neither for the states nor for the citizens nor for industries. Common sense tells that global competitiveness is directly linked to the size of a market of which the United Kingdom in the EU is of prime importance. This is even more important for the United Kingdom itself, which would be de-facto relegated out of one the world’s largest markets. The ‘no deal’ Brexit will also directly affect Europe’s ability to respond to its own environmental challenges and its global leadership on the issue by weakening its domestic market irrigated by its strong internal market.”

 

Fredrik Sidahl, FKG Chief Executive, said, “The EU with the base foundation of peace has over the years become a true region of automotive industry. For Sweden as a part of EU and extremely dependent on export, EU is the main market. Among all the states in EU, the UK is one of our core individual markets for vehicles and components and we must, with all means avoid a hard brexit both for Sweden but also for Europe. Automotive and the flow of parts and research programs are linked together, and a divorce between the UK and EU will dramatically change this for the worse.”

 

Luc Chatel, PFA President, said, Brexit will have a huge impact on the whole automotive sector in France, on manufacturers as well as on suppliers. The impact will be direct in terms of tariffs, customs procedures, logistics, industrial localisation decisions, etc. And there will also be an indirect impact, as for all economic sectors, because of the foreseeable downturn in the European growth.”

 

Alfred Franke, SDCM President, said, “A ‘no deal’ Brexit plus troubling symptoms of a slowing world economy, global trade tensions between United States and China as well as challenges facing our industry could lead to serious downturn in European automotive industry – one of the most important industries in the EU. Therefore, every effort should be made to ensure that the UK’s exit from the European Union is preceded by an appropriate deal that will protect us from a potential catastrophe.”

 

The 23 Automotive Association signatories include:

 

  • ACAROM – Romanian Association of Automobile Builders https://acarom.ro
  • ACEA – European Automobile Manufacturers Association acea.be
  • AFIA – Portuguese Manufacturers Association for the Automotive Industry afia.pt
  • AIA – Czech Automotive Industry Association autosap.cz
  • ANFAC – Spanish Association of Car and Truck Manufacturers anfac.com
  • ANFIA – Italian Association of the Automobile Industry anfia.it
  • AUTIG – Danish Automotive Trade & Industry Federation autig.dk
  • BIL SWEDEN – Swedish Association of Automobile Manufacturers and Importers bilsweden.se
  • CCFA – Committee of French Automobile Manufacturers ccfa.fr
  • CLEPA – European Association of Automotive Suppliers clepa.eu
  • FEBIAC – Belgian Federation of Automobile and Motorcycle Industries febiac.be
  • FIEV – French Federation of Vehicle Equipment Industries fiev.fr
  • FKG – Scandinavian Automotive Supplier Association https://fkg.se
  • FFOE – Austrian Association of the Automotive Industry fahrzeugindustrie.at
  • ILEA – Luxembourg Automotive Suppliers Association https://www.ilea.lu/
  • OSD – Turkish Automotive Manufacturers Association osd.tr
  • PFA – French Association of the Automotive Industry pfa-auto.fr/
  • SDCM – Polish Association of Automotive Parts Distributors and Producers sdcm.pl
  • RAI – Dutch Association for Mobility Industry https://raivereniging.nl
  • SMMT – Society of Motor Manufacturers and Traders smmt.co.uk
  • SERNAUTO – Spanish Association of Automotive Suppliers http://www.sernauto.es
  • TAYSAD – Automotive Suppliers Association of Turkey taysad.org.tr
  • VDA – German Association of the Automotive Industry vda.de

 

 

Notes to editors

 

  1. Motor industry employees account for 6.1% of total EU employment. Source:acea.be/statistics/tag/category/key-figures

 

  1. Delays to the arrival of components would cost gross value of £70 million a day based on five day working week. This equals £50,000 a minute. Source: smmt.co.uk/wp-content/uploads/sites/2/2019-UK-AUTOMOTIVE-TRADE-REPORT.pdf

 

  1. Tariffs – UK exports to EU27 on WTO terms:

 

Passenger cars Light commercial vehicles/pick ups Commercial vehicles Buses Engines                  (in vehicles) Parts
10 10 22 16 2.7 2 – 5

 

Source: https://madb.europa.eu/madb/euTariffs.htm

 

Temporary Tariffs – UK imports

 

Passenger cars Light commercial vehicles/pick ups Commercial vehicles Buses Engines Parts
10 10 22 16 0 0

 

Source: https://www.gov.uk/government/news/temporary-tariff-regime-for-no-deal-brexit-published