Exportações Componentes Automóveis

Exportações de componentes automóveis mantêm queda, apesar de menos acentuada

Apesar de manterem a queda pelo quarto mês consecutivo, as exportações de componentes automóveis em junho registaram uma queda menos acentuada, registaram uma descida de 8% relativamente ao mesmo período de 2019.

in AFIA, 07-08-2020


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – o valor das exportações de componentes automóveis registou em junho uma queda de 8% face ao mesmo período de 2019.
É importante referir que as vendas, para o mês de junho, de componentes automóveis para o exterior mantiveram o movimento descendente pelo 4º mês consecutivo mostrando, no entanto, uma pequena melhoria em relação aos meses anteriores – março (-26%); abril (-76%); maio (-57%) e junho (-8%).

No que se refere à evolução mensal das exportações de componentes automóveis em junho diminuíram para os 705 milhões de euros.

Já no acumulado até junho de 2020 as exportações ficaram-se pelo 3.754 milhões de euros, o que representa uma diminuição de 26% relativamente ao período homólogo de 2019. Ou seja, no primeiro semestre de 2020 as vendas ao exterior diminuíram 1.296 milhões de euros, relativamente a 2019.

Em termos de países destino das exportações de janeiro a junho de 2020, e face ao mesmo período de 2019, Espanha mantém a primeira posição com vendas de 1.326 milhões de euros (-6,3%), seguida da Alemanha com 799 milhões de euros (-22,5%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 444 milhões de euros (-40,4%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 189 milhões de euros (-57,3%). No total, estes 4 países concentram 73% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

De referir que os valores registados e, apesar de apresentarem já pequenos sinais de melhoria, são ainda resultado da pandemia COVID-19 que levou ao abrandamento geral da atividade, encerramento temporário das fábricas de automóveis e consequente cancelamento de encomendas.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 07 de agosto pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf.

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

 

AFIA solidária com os seus Associados

Tendo em conta a extensão do impacto da crise na atividade dos fabricantes de componentes para automóveis, a AFIA cancelou a emissão e consequente pagamento das Quotas aos Associados, relativas ao 2º Trimestre de 2020, Abril-Junho.

in AFIA, 16-07-2020


Esta decisão foi tomada pela Direção para mostrar tanto a solidariedade da Associação como o seu compromisso ao lado de todos os fabricantes de componentes para automóveis.

Numa carta dirigida aos Associados, José Couto, Presidente da AFIA, explica as razões desta decisão excecional:

As nossas empresas estão a ser postas à prova perante desafios que são incomensuráveis e com consequências difíceis de avaliar e antecipar.

O papel da AFIA é, e será, acompanhar os fabricantes de componentes para automóveis, representá-los, defendê-los e ajudá-los a antecipar e gerir todas estas dificuldades no dia-a-dia.

A AFIA tem-se preocupado em estabelecer conversações com as entidades nacionais com o objetivo de apresentar soluções de modo a mitigar os graves efeitos que a pandemia causada pela doença COVID-19 está a provocar na Indústria Automóvel.

É dentro deste quadro e deste espírito que o Conselho Diretor decidiu cancelar / suspender a emissão e consequente pagamento das Quotas aos Associados, relativas ao 2º Trimestre de 2020, Abril-Junho.

Este esforço financeiro muito importante, excecional e temporário parece-nos ser um investimento necessário, tendo em conta as dificuldades presentes e futuras que as empresas estão a atravessar.

Esta medida só é possível dado o rigoroso controlo orçamental que a AFIA tem realizado ao longo dos últimos anos.

Esta quebra de receitas nas Quotas da AFIA, 25%, não põe em causa de forma alguma todas as vantagens e serviços a que os nossos Associados continuarão a ter direito.

Sabemos de experiências anteriores que o Associativismo é essencial, e mais do que nunca crucial para a defesa dos interesses do sector e sairemos ainda mais unidos e reforçados no final desta crise!

 

 

Exportações de componentes automóveis mantêm quebra acentuada

De acordo com a AFIA o valor das exportações de componentes automóveis registou em maio de 2020 uma diminuição de 57% em relação ao mesmo mês do ano 2019

in AFIA, 10-07-2020


De acordo com a AFIA o valor das exportações de componentes automóveis registou em maio de 2020 uma diminuição de 57% em relação ao mesmo mês do ano 2019.

De acordo com os dados recolhidos pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – as vendas em maio de componentes automóveis para o exterior mantiveram o movimento descendente com uma queda de 57% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Apesar desta ser uma queda menos acentuada do que a registada no mês de abril, os resultados negativos mantêm-se sendo este o 3º mês consecutivo de queda com março a registar uma diminuição de 26% e abril de 76%.

Desde 2009 que não se verificava um mês de maio com valores tão baixos com as exportações de componentes automóveis a registar uma queda de mais de metade para 388 milhões de euros.

Estes valores são ainda resultado da pandemia COVID-19 que levou ao abrandamento geral da atividade, encerramento temporário das fábricas de automóveis e consequente cancelamento de encomendas.

No acumulado até maio deste ano as exportações de componentes automóveis ficaram nos 3.049 milhões de euros, o que representa uma descida de 28,8% face ao período homólogo de 2019. Ou seja, as vendas ao exterior entre janeiro e maio caíram diminuíram 1.231 milhões de euros face a 2019.

Em termos de países destino das exportações, Espanha mantém a primeira posição com vendas de 861 milhões de euros (-24,4% face a janeiro-maio de 2019), seguida da Alemanha com 660 milhões de euros (-25,8%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 377 milhões de euros (-41,0%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 226 milhões de euros (-36,6%). No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

De referir que os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 10 de Julho pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações clicar aqui (ficheiro pdf)

 


 

Sobre a AFIA
A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

Exportações de componentes automóveis com quebra histórica de 76% em abril

De acordo com a AFIA o valor das exportações de componentes automóveis registou em abril de 2020 uma diminuição de 76% em relação ao mesmo mês do ano transato

in AFIA, 08-06-2020


De acordo com os dados recolhidos pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – as vendas em abril de componentes automóveis para o exterior derraparam 76% em relação ao mesmo mês do ano passado. A maior quebra mensal alguma vez registada.

Salienta-se que já em março as exportações diminuíram 26%, o que interrompeu o arranque positivo de 2020. Altura em que se registaram acréscimos de 7% e 8%, janeiro e fevereiro, respetivamente.

Estes valores de abril refletem os efeitos da pandemia COVID-19, com o abrandamento geral da atividade, encerramento temporário das fábricas de automóveis e consequente cancelamento de encomendas.

No acumulado até abril as exportações caíram para os 2.700 milhões de euros, o que representa uma descida de 21% face ao primeiro quadrimestre de 2019. Ou seja, as vendas ao exterior caíram quase 720 milhões de euros entre janeiro de abril, face ao período homólogo de 2019.

Em termos de países destino das exportações, Espanha ocupa a primeira posição com vendas de 751 milhões de euros (-17,0% face a janeiro-abril de 2019), seguida da Alemanha com 555 milhões de euros (-20,7%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 334 milhões de euros (-34,5%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 214 milhões de euros (-25,0%).

No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

De referir que os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de Junho pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações clicar aqui (ficheiro pdf)

 


 

Sobre a AFIA
A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

 

Exportações de componentes automóveis com diminuição de 25,4% já com os primeiros efeitos do COVID-19

De acordo com a AFIA o valor das exportações de componentes automóveis registou em março de 2020 uma diminuição de 25,4% em relação ao mesmo mês do ano transato.

in AFIA, 08-05-2020


De acordo com os dados recolhidos pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – as vendas em março de componentes automóveis para o exterior ficaram-se pelos 664 milhões de euros, o que corresponde a uma queda de 25,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Desde maio de 2009 que não se registava uma queda tão acentuada nas exportações.

Estes valores já revelam os primeiros impactos do COVID-19, pois foi na segunda metade de março que as empresas começaram a sentir o abrandamento geral da atividade, com o encerramento temporário das fábricas de automóveis e consequente cancelamento de encomendas.

No acumulado até março as exportações caíram para os 2.500 milhões de euros, o que representa uma descida de 3,5% face ao primeiro trimestre de 2019.

Em termos de países destino das exportações, Espanha ocupa a primeira posição com vendas de 725 milhões de euros (+3,8% face a janeiro-março de 2019), seguida da Alemanha com 493 milhões de euros (-7,1%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 325 milhões de euros (-14,5%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 210 milhões de euros (-9,8%).

No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Note-se ainda que os componentes automóveis neste período de janeiro a março, representam 17,1% das exportações de bens transacionáveis. Isto é, por cada 100 euros que Portugal exporte de bens, 17,10 euros referem-se a componentes automóveis.

De referir que os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 8 de Maio pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações clicar aqui (ficheiro pdf)

 


Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

COVID-19 e indústria de componentes automóveis

Com o abrandamento da economia e redução da procura, as vendas de automóveis estão em queda acentuada. Os grandes cortes na produção de automóveis, na União Europeia as fábricas automóveis estão paradas, obrigam os fornecedores a considerar mudanças drásticas. Esta situação é um culminar de fortes pressões sobre as empresas em geral, e em particular para as portuguesas, caracterizada por redução de encomendas.

in AFIA, 24-03-2020


Como consequência, perspetiva-se a curto prazo um severo impacto na atividade económica e das exportações de um dos sectores que mais contribui para a economia nacional: 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

As primeiras projeções da AFIA indicam quebras abruptas na atividade de 50% neste mês de março, mas em abril e maio a diminuição chegará aos 90%. Só a partir de novembro a indústria portuguesa de componentes para o automóvel começará a recuperar, sem, contudo chegar aos números de 2019. Para a totalidade do ano de 2020 é projetada uma descida de 30% no volume de negócios, o que se traduz, numa diminuição de 3,5 mil milhões de euros face aos valores registados no ano passado. Assim para o ano de 2020 o volume de negócios ficará nos 8,5 mil milhões de euros, sendo que no ano passado o setor vendeu 12 mil milhões de euros.

Face ao exposto, às necessidades específicas e à importância estratégica desta indústria, a AFIA solicita ao Governo que sejam tomadas medidas urgentes, flexíveis e eficazes que passam pela:

  • criação de uma linha de crédito específica para as empresas deste sector (o que não foi considerado, surpreendentemente, na apresentação de ontem efetuada pelo Governo, sobre as medidas económicas);
  • alteração do regime de lay-off, de modo a permitir o acesso imediato a este regime para as empresas que tenham tido uma quebra de faturação superior a 40% nos últimos trinta dias, mas medidos depois do final do período pedido para o lay-off e comparando com a média mensal dos últimos 2 meses anteriores a esse mesmo período, devendo, resultar claro deste regime a possibilidade de lay-off parcial e, ainda, pela alteração do regime de férias de modo a permitir, desde já, a sua marcação.
  • criação de medidas de proteção dos postos de trabalho.

Estas medidas, permitirão às empresas não só atenuar esta crise, mas também manter a sua competitividade, após este período, logo que se verifique a retoma gradual da economia.

As empresas estão disponíveis para dialogar com o Governo e encontrar modelos de desenvolvimento integrados, sob pena de redução drástica dos investimentos e encerramento de empresas ou unidades de produção, com consequências graves na economia e sociedade.

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

Sector Automóvel, muito preocupado com a Grave Crise que se vive actualmente, concorda com as medidas já tomadas pelo Governo, mas exige um Plano de Apoio Específico para as Empresas do Sector

A grave crise, que resultou da pandemia do coronavírus, irá ter os efeitos de uma guerra devastadora, com especial impacto na nossa economia.

Comunicado conjunto ACAP, AFIA, ANECRA, ARAN / 18-03-2020


O sector automóvel representa 19% do PIB, 25% das exportações de bens transacionáveis e emprega, directamente, cerca de duzentas mil pessoas. Por outro lado, em termos da União Europeia, Portugal é um dos países em que as receitas fiscais geradas pelo sector automóvel, têm um maior peso no total das receitas fiscais do Estado, representando vinte e um por cento do total dessas receitas.

O sector automóvel aprova as medidas que têm vindo a ser tomadas pelo Governo, assim como as recomendações sanitárias para as empresas e trabalhadores, as quais estão a ser rigorosamente cumpridas. As empresas, desde o início da crise, têm vindo a aplicar planos de contingência de modo a que, por um lado, possam proteger os seus colaboradores e, por outro, possam continuar a sua laboração de modo a que as consequências, em termos económicos, não sejam ainda mais negativas.

É de salientar, que este é um sector composto por todo o tipo de empresas, desde as maiores exportadoras às pequenas e médias, às microempresas e empresários em nome individual. Por outro lado, este tecido empresarial tem um cobertura alargada a todo o território nacional, sendo o maior empregador em muitas regiões do nosso país.

É, neste sentido, que as Associações signatárias ACAP, AFIA, ANECRA e ARAN, que representam as empresas de todas as áreas de actividade do Sector Automóvel, vêm alertar para a necessidade de, para além das medidas já tomadas pelo governo, ser criado um Plano específico de apoio ao sector automóvel. Estas medidas, permitirão às empresas não só atenuar esta crise, mas também para manter a sua competitividade, após este período, logo que se verifique a retoma gradual da economia.

As Associações signatárias, solicitam ao Governo que sejam tomadas medidas urgentes que passam, entre outras, pela criação de uma linha de crédito específica para as empresas deste sector (o que não foi considerado, surpreendentemente, na apresentação de hoje efetuada pelo Governo, sobre as medidas económicas); pela alteração do regime de lay-off, de modo a permitir o acesso imediato a este regime para as empresas que tenham tido uma quebra de facturação superior a 40% nos últimos trinta dias, ou comparativamente com a do mês homólogo do ano anterior e deveria, ainda, resultar claro deste regime a possibilidade de lay-off parcial e, ainda, pela alteração do regime de férias de modo a permitir , desde já, a sua marcação .

Por outro lado, e tal como aconteceu na recessão que vivemos em 2009, deverá ser implementado um plano de incentivo ao abate de veículos em fim de vida, com o objectivo de renovar o parque automóvel e permitir às empresas uma saída gradual da crise.

Por fim, com a possível declaração do estado de emergência, pedimos que a actividade de prestação de serviços através de veículos de pronto-socorro e o sector de assistência e reparação automóvel sejam considerados sectores essenciais, dado que são imprescindíveis para a manutenção da segurança dos cidadãos.

Em Portugal, o sector automóvel está presente na nossa economia e na nossa sociedade, há mais de um século e, desde sempre, assumiu o seu compromisso para com a sociedade pelo que, neste momento, particularmente difícil, iremos também contribuir para que esta pandemia seja ultrapassada rapidamente, esperando da parte do Governo a maior atenção para as propostas que apresentámos.

 

Exportações de componentes automóveis aumentam 7,8% em Janeiro

As exportações de componentes automóveis registaram em Janeiro um aumento de 7,8% face ao mesmo mês de 2019.

in AFIA, 12-03-2019


De acordo com os dados apurados pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, em Janeiro as vendas de componentes automóveis ao exterior atingiram os 922 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 7,8% face ao verificado no mesmo mês do ano passado.

Em termos de países destino das exportações, Espanha ocupa a primeira posição com vendas de 272 milhões de euros (+18,7% face a Janeiro de 2019), seguida da Alemanha com 177 milhões de euros (-0,2%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 115 milhões de euros (-8,6%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 78 milhões de euros (+0,8%).

No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Desde o ano de 2010 as vendas ao exterior mais do que duplicaram passando dos 399 milhões de euros para os 922 milhões de euros em 2020, o que representa um acréscimo de 131%.

Note-se ainda que os componentes automóveis representam 17,8% das exportações de bens transacionáveis.

De referir que os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgados no dia 11 de Março, pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

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Exportações de componentes automóveis com novo record

A Indústria de Componentes para Automóveis acaba de bater novo recorde absoluto nas exportações. No ano de 2019 as exportações de componentes automóveis registaram um aumento de 4,2% relativamente a 2018, ultrapassando os 9700 milhões de euros. Em relação ao ano de 2010 este valor regista ainda uma subida de 86%.

in AFIA, 15-02-2020


Atualmente a indústria de componentes automóveis representa 16,3% das exportações portuguesas de bens transacionáveis, tendo registado um aumento de 4,2% face ao ano de 2018.

Perante estes resultados confirma-se que as exportações de componentes automóveis crescem mais do que a restante indústria transformadora, mostrando-se um dos setores mais importantes para o crescimento da economia e para as exportações portuguesas.

Com base nos dados do INE – Instituto Nacional de Estatística, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel constatou ainda que as exportações do sector de componentes automóveis crescem mais 4,1% para os países da União Europeia e 4,3% para o resto do mundo.

 

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AFIA acompanha empresas em Missão Empresarial a Marrocos

A AICEP organizou uma missão empresarial a Marrocos, nos dias 11 e 12 de Dezembro, em Casablanca, com o objectivo de aprofundar as relações comerciais bilaterais. Esta missão foi composta por um fórum empresarial e missões empresariais sectoriais nas áreas Automóvel e Moldes, Materiais de Construção, TIC e Ensino Superior.

in AFIA, 13-12-2019


A delegação portuguesa da área dos moldes e automóveis foi constituída por 4 empresas CR MOULDS, PTC GROUP, SOCEM e RANGEL que mostraram a sua capacidade para responder às necessidades do mercado automóvel marroquino. A promoção da oferta nacional e a identificação de novas oportunidades assume maior relevo quanto mais se atenta no significativo desenvolvimento da indústria automóvel naquele país.  Um crescimento acelerado do número de viaturas montadas que passou de 40 mil em 2010 para mais de 400 mil carros produzidos no ano de 2018. Alavancado no plano de aceleração industrial 2014-2020, Marrocos pretende chegar até 2022 com uma capacidade de produção anual  de um milhão de veículos, para tanto contribuindo os planos de crescimento industrial da Renault (2 fábricas), da PSA – Peugeot Citroën.

Marrocos já é um parceiro de negócio para as empresas da indústria automóvel portuguesa que em 2018 para lá exportaram 85 milhões de euros, sendo por isso Marrocos o 18º destino das exportações da indústria automóvel portuguesa.

A AFIA e a CEFAMOL, através dos seus Secretários-Gerais, acompanharam esta missão.

Relembre-se que em Dezembro de 2017 a AFIA assinou um protocolo de colaboração com a AMICA – Associação Marroquina para a Indústria e Construção Automóvel que visa o reforço da cooperação técnica e comercial; e a coordenação de acções entre as duas entidades.

Estão já em estudo novas acções para 2020 para o fortalecimento das relações, entre a indústria automóvel dos dois países.