Exportações de componentes automóveis aumentam

As exportações de componentes automóveis registaram no mês de março um aumento de 41,6%, face ao mesmo período de 2020, chegando aos 919 milhões de euros.

in AFIA, 10-05-2021


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia que as exportações em março registaram um aumento de 41,6% face ao mesmo período de 2020.

Depois de dois meses com quedas consecutivas as exportações de componentes automóveis subiram para os 919 milhões de euros, tornando-se este, no melhor mês de março de sempre.

No primeiro trimestre de 2021 as exportações de componentes automóveis atingiram os 2586 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 5,4% relativamente a 2020, alcançando neste primeiro trimestre os níveis registados na época pré-Covid.

No que se refere aos países de destino das exportações, de Janeiro a Março de 2021 e quando comparados com 2020, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 773 milhões de euros (+7,8%). A seguir surge a Alemanha com 523 milhões de euros (+8,8%), a França com 323 milhões de euros +1,6%) e, finalmente, o Reino Unido com 131 milhões de euros (-36,4%). Na totalidade, estes países representam 68% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

É ainda de referir que as exportações de componentes automóveis crescem acima das vendas de automóveis na Europa: 5,4% vs 0,9%, o que vem, uma vez mais, confirmar a resiliência e capacidade lutadora das empresas portuguesas de componentes automóveis.

No entanto, e apesar desta melhoria, a situação para o segundo trimestre continua a ser de incerteza e muito influenciada pela escassez de semicondutores e componentes eletrónicos, que tem afetado a atividade dos construtores de automóveis e algumas fábricas de construção automóvel na Europa que atrasaram ou tiveram mesmo que parar temporariamente a produção por falta de chips. Esta situação, também está a afetar a indústria portuguesa de componentes para automóveis devido às paragens na produção dos seus clientes.

O Brexit continua também a ser uma ameaça às exportações, pois desde 2017 que as exportações para o Reino Unido estão em queda, passando dos 300 milhões de euros (1º trimestre de 2017) para os 131 milhões de euros no acumulado até março de 2021, o que significa uma descida de 56%.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 10 de Maio pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste link.

 

AFIA | Exportações de componentes automóveis com nova queda

As exportações de componentes automóveis voltam a cair pelo segundo mês consecutivo, registando uma diminuição de 5,2%. A pandemia e o Brexit são alguns dos principais responsáveis por esta queda.

in AFIA, 09-04-2021


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia uma queda nas exportações de 5,2% no mês de Fevereiro, face ao mesmo período de 2020. Este é o segundo mês consecutivo em que se registam quedas nas vendas ao exterior, depois de 6 meses de subidas.

No acumulado do ano as exportações caíram 7,6% relativamente a 2020, deslizando para os 1.700 milhões de euros.

No que se refere aos países de destino das exportações, de Janeiro a Fevereiro de 2021 e quando comparados com 2020, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 518 milhões de euros (-5,2%). A seguir surge a Alemanha com 328 milhões de euros (-4,5%), a França com 211 milhões de euros (-11,2%) e, finalmente, o Reino Unido com 83 milhões de euros (-46,2%). Na totalidade, estes países representam 68% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Entre os fatores que influenciaram negativamente o comportamento das exportações destaca-se a escassez de semicondutores que está a afetar a atividade dos construtores de automóveis, e que levou algumas fábricas de construção automóvel na Europa a atrasar, ou até mesmo a parar, temporariamente por falta chips afetando assim, a indústria portuguesa de componentes devido às paragens na produção dos seus clientes. O Brexit (exportações para o Reino Unido caíram quase 50%) e as medidas que os países europeus tomaram para mitigar a propagação dos contágios provocados pela Covid-19, nomeadamente o confinamento e o encerramento dos stands de vendas e automóveis, são também algumas de várias ações que levaram a estes resultados.

Ainda assim, as exportações de componentes automóveis continuam a mostrar sinais de resiliência, com uma queda de 7,6% no acumulado do ano, em comparação com o mercado automóvel na Europa, que desceu 23,1%. De acordo com dados da ACEA – Associação dos Construtores Automóveis Europeus, entre Janeiro e Fevereiro as vendas de automóveis novos na Europa caíram 23,1%.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de Abril pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste link.

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

A indústria de componentes para automóveis em Portugal emprega diretamente 60.000 pessoas. Fatura 10,8 mil milhões de Euros (ano 2020), com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 5,6% do PIB, 8,6% do emprego da indústria transformadora e 16,1% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

AFIA | Exportações de componentes automóveis registam queda

As exportações de componentes automóveis registaram no primeiro mês de 2021 uma diminuição de –10,0% em relação ao mesmo período de 2020, interrompendo assim uma série de seis meses de subidas consecutivas

in AFIA, 12-03-2021


Depois de registar subidas consecutivas nos últimos seis meses, a Indústria de Componentes para Automóveis apresenta agora nova queda nas exportações, mostrando no mês de Janeiro, uma descida de –10,0% relativamente ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel as exportações de componentes automóveis deslizaram, durante o mês de Janeiro, para os 814 milhões de euros, depois de ter registado em Dezembro o melhor mês de sempre, com as exportações a aumentarem para os 677 milhões de euros.

No que se refere aos países de destino das exportações, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 261 milhões de euros (-2,6%). A seguir surge a Alemanha com 153 milhões de euros (-10,8%), a França com 104 milhões de euros (-8,7%) e, finalmente, o Reino Unido com 41 milhões de euros (-46,8%). Na totalidade, estes países representam 69% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

No que se refere à queda registada, as principais razões devem-se, essencialmente, às medidas que os países europeus tomaram para mitigar a propagação dos contágios provocados pela Covid-19, nomeadamente o confinamento e o encerramento dos stands de vendas de automóveis, entre outras ações. De acordo com os dados da ACEA – Associação dos Construtores Automóveis Europeus – em Janeiro, as vendas de automóveis novos caíram -25,7% na Europa.

Dentro destes fatores que prejudicaram as exportações de componentes automóveis, encontra-se ainda o Brexit, uma vez que as exportações para o Reino caíram quase 50%, e a escassez de semicondutores que está a afetar a atividade dos construtores de automóveis, uma vez que algumas fábricas na Europa atrasaram, ou tiveram mesmo de parar, temporariamente a produção por falta de chips.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 12 de Março pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

A indústria de componentes para automóveis em Portugal emprega diretamente 60.000 pessoas. Fatura 10,8 mil milhões de Euros (ano 2020), com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 5,6% do PIB, 8,6% do emprego da indústria transformadora e 16,1% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

AFIA | Exportações de componentes automóveis com sexta subida consecutiva

As exportações de componentes automóveis registaram em Dezembro um crescimento de +7,3%, o que representa a sexta subida consecutiva. Uma demonstração da capacidade e resiliência do setor.

in AFIA, 09-02-2021


A Indústria de Componentes para Automóveis vem, uma vez mais, demonstrar a capacidade de resiliência através da extraordinária recuperação da forte queda que registou no primeiro semestre de 2020. No mês de Dezembro as exportações cresceram +7,3% relativamente ao mesmo mês de 2019, o que significa um aumento pelo sexto mês consecutivo. Aliás, este foi mesmo, o melhor mês de Dezembro de sempre, com as exportações a aumentarem para os 677 milhões de euros.

No entanto, no total do ano de 2020 as exportações de componentes automóveis ficaram-se pelos 8,6 mil milhões de euros, o que demonstra que, apesar da forte subida de +5,3% registada no 2º semestre, em relação a 2019, não compensou a queda acentuada do 1º semestre, altura em que as vendas tiveram uma derrapagem de -25,7%.

Desta forma, as exportações no total de 2020 desceram -10,8% em relação ao ano de 2019, sendo que, em termos absolutos, as vendas ao exterior diminuíram mil milhões de euros quando comparados com o ano anterior.

Perante estes resultados confirma-se que as exportações de componentes automóveis, apesar do meio envolvente tão adverso, resistem melhor face à queda da produção automóvel na Europa. Um facto que demonstra, sem dúvida, a competitividade e capacidade de resiliência da indústria portuguesa de componentes automóveis.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de fevereiro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
Esta indústria agrega 250 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego direto na ordem das 61.000 pessoas. Fatura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

 

Aumento nas exportações de componentes automóveis pelo quinto mês consecutivo

Depois da forte queda sentida no 2º trimestre de 2020, a indústria de componentes automóveis continua a demonstrar uma grande capacidade de resiliência. Este foi o quinto mês consecutivo a registar um aumento

in AFIA, 08-01-2020


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia o aumento, pelo quinto mês consecutivo, das exportações de componentes automóveis, registando uma subida de 6,4% no mês de novembro, em relação ao mesmo período do ano anterior, tendo aumentado para os 940 milhões de euros.

Desta forma, o acumulado até novembro ficou-se nos 7,9 mil milhões de euros, representando uma diminuição de -12% face ao período homólogo de 2019, o que significa que entre janeiro e novembro de 2020 as vendas ao exterior caíram cerca de 1,1 mil milhões de euros em relação a 2019.

No que se refere aos países de destino das exportações, de janeiro a novembro de 2020 e quando comparados com 2019, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 2.379 milhões de euros (-1,0%). A seguir surge a Alemanha com 1.688 milhões de euros (-12,0%), a França com 950 milhões de euros (-25,1%) e, finalmente, o Reino Unido com 543 milhões de euros (-31,0%). Na totalidade, estes países representam 70% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Apesar da melhoria, é importante referir que este acréscimo ainda não compensou a queda do acumulado do ano.

No entanto, e ainda que o meio envolvente se apresente adverso as exportações portuguesas têm resistido melhor face à queda da produção automóvel na Europa, que é duas vezes superior. A produção automóvel na Europa caiu 30%, enquanto que a exportações de componentes automóveis portuguesas caiu 12%, quando em março de 2020 se estimava uma queda de 30%. Este facto demonstra bem o nível de competitividade e resiliência que este setor apresenta em Portugal.

Refira-se, no entanto, que apesar destes resultados mantém-se o clima de imprevisibilidade no mercado, devido às medidas de contenção do COVID-19 que os países europeus estão a ser obrigados a tomar.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 8 de janeiro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 250 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego direto na ordem das 61.000 pessoas. Fatura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

Exportações de componentes sobem pelo quarto mês consecutivo

A indústria de componentes automóveis mostra uma vez mais a sua capacidade de resiliência com aumento, pelo quarto mês consecutivo, de 3,6% nas exportações de outubro em relação ao mesmo período de 2019.

 in AFIA, 10-12-2020


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia o aumento, pelo quarto mês consecutivo, das exportações de componentes automóveis, que vem uma vez mais demonstrar a sua grande capacidade de resiliência e adaptação com uma subida de 3,6% relativamente ao mesmo período de 2019, situando-se agora nos 964 milhões de euros.

Ainda assim, e apesar do acréscimo, o valor registado não foi suficiente para compensar a queda no acumulado do ano. Aliás, entre Janeiro e Outubro as exportações de componentes de automóveis derraparam 14%, ou seja, o acumulado de outubro ficou-se nos 6,9 mil milhões de euros, o que significa que foram vendidos menos 1,1 mil milhões de euros ao exterior, em comparação com o ano anterior.

No que se refere aos países de destino das exportações, de janeiro a outubro de 2020 e quando comparados com 2019, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 2.053 milhões de euros (-3,1%). A seguir surge a Alemanha com 1.485 milhões de euros (-13,3%), a França com 833 milhões de euros (-26,7%) e, finalmente, o Reino Unido com 473 milhões de euros (-33,0%). Na totalidade, estes países representam 70% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

É de referir que, e apesar das dificuldades que se vivem atualmente, as exportações portuguesas demonstram uma maior resistência face à queda da produção automóvel a Europa. Note-se que a queda da produção automóvel na Europa (30%) é duas vezes superior à diminuição das exportações portuguesas de componentes automóveis (14%). Este facto, vem demonstrar claramente a competitividade e resiliência da indústria portuguesa de componentes automóveis.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 10 de dezembro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 250 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego direto na ordem das 61.000 pessoas. Fatura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

Exportações de componentes automóveis mantêm crescimento

As exportações de componentes automóveis aumentaram 9,4% registando, pelo terceiro mês consecutivo, uma subida em relação a 2019.

in AFIA, 10-11-2020


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia o aumento, pelo terceiro mês consecutivo, das exportações de componentes automóveis. Com uma subida de 9,4% relativamente ao mesmo mês do ano de 2019 situam-se agora nos 947 milhões de euros.

Apesar do aumento, registado já pelo terceiro mês consecutivo, este ainda não compensou a queda acumulado deste ano. No acumulado até ao mês de setembro, as exportações de componentes automóveis ficaram-se pelos 6,1 mil milhões de euros, o que vem representar uma diminuição de -16,3% em relação ao período homólogo de 2019. Desta forma, significa que entre janeiro e setembro de 2020 as vendas ao exterior registaram uma diminuição de 1,2 mil milhões de euros quando comparados com 2019.

Em termos de países destino das exportações de janeiro a setembro de 2020, e face ao mesmo período de 2019, Espanha continua a liderar as vendas com 1.805 milhões de euros (-5,2%), seguida da Alemanha com 1320 milhões de euros (-14,5%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 719 milhões de euros (-30,3%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 419 milhões de euros (-34,1%). No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Refira-se ainda que as perspetivas para o 4º trimestre é que haja nova retração no mercado automóvel, devido às medidas de contenção do COVID-19 que os países europeus estão a ser obrigados a tomar, pelo que é possível que se sinta uma redução das exportações dos componentes automóveis portugueses.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 09 de novembro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 


Sobre a AFIA
A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego direto na ordem das 59.000 pessoas. Fatura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

Exportações de componentes automóveis aumenta pelo segundo mês consecutivo

Depois de 4 meses em queda as exportações registam agora uma subida pelo segundo mês consecutivo. No entanto, o ambiente de incerteza mantém-se para os próximos tempos

in AFIA, 09-10-2020


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – o valor das exportações de componentes automóveis registou novo aumento durante o mês de agosto, registando uma subida de 3,1% face ao mesmo período de 2019. Esta subida acontece pelo segundo mês consecutivo, chegando agora aos 582 milhões de euros.

Já no que se refere ao acumulado até ao mês de agosto, as exportações de componentes automóveis ficaram-se pelos 5,1 mil milhões de euros, representando uma diminuição de -19,8% em relação ao período homólogo de 2019. Ou seja, entre janeiro e agosto de 2020 as vendas ao exterior registaram uma diminuição de 1,3 mil milhões de euros em relação a 2019.

Em termos de países destino das exportações de janeiro a agosto de 2020, e face ao mesmo período de 2019, Espanha continua na primeira posição com vendas de 1.514 milhões de euros (-9,9%), seguida da Alemanha com 1120 milhões de euros (-17,3%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 606 milhões de euros (-34,1%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 352 milhões de euros (-36,1%). No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Apesar deste aumento pelo segundo mês consecutivo, os empresários continuam a manifestar a sua preocupação pelo impacto que esta situação de pandemia de Covid-19, está a ter em todo o mundo.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 09 de outubro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações consultar o ficheiro pdf.

 


 

Sobre a AFIA
A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

A indústria automóvel ibérica reclama a sua posição como sector estratégico da economia, na XXXI Cimeira Ibérica

  • O sector automóvel em Portugal e Espanha destacou-se como um sector importante para o relançamento da economia, assim como um instrumento fundamental para a manutenção de emprego seguro e de qualidade.
  • As metas de descarbonização e digitalização são definidas como prioridades de médio prazo para o sector automóvel na transição para a nova mobilidade.
  • É necessário um compromisso e uma estratégia, de ambos os países, para fazer face à recuperação da produção e da procura, afetadas pela COVID-19.

in ACAP, AFIA, ANFAC, SERNAUTO, 08-10-2020


As principais Associações de Construtores de Automóveis e de Componentes em Espanha, ANFAC (Asociación Española de Fabricantes de Automóviles y Camiones) e SERNAUTO (Asociación Española de Proveedores de Automoción), e em Portugal, ACAP (Associação Automóvel de Portugal) e AFIA (Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel), aproveitaram a oportunidade da realização da XXXI Cimeira Ibérica, que irá decorrer na Guarda (Portugal) a 10 de outubro, para destacar o valor do setor automóvel como instrumento estratégico de Espanha e Portugal, no sentido de alcançar os objetivos de recuperação económica dos dois países. Solicitam, assim, um maior compromisso, por parte dos governos de ambos os países, para definir uma estratégia que garanta a viabilidade sustentável da indústria automóvel na sua transformação para uma mobilidade sustentável, livre de emissões.

Na declaração conjunta assinada pelos presidentes de cada uma das associações automóveis luso-espanholas destaca-se o momento crucial que o setor está a passar, com o processo de reindustrialização, para fazer face aos desafios da descarbonização e digitalização que surgem para fazer face à nova indústria da mobilidade. Tudo isto, no contexto do forte impacto económico e industrial da crise COVID-19 no sector, o qual veio estabelecer novos objetivos, a curto prazo, de recuperação da procura e da produção. Por conseguinte, as Associações consideram necessário o trabalho conjunto e o compromisso das administrações e governos, com os principais representantes do sector, para restabelecer os níveis pré-crise e liderar esta transformação, garantindo que o sector automóvel ibérico possa manter a sua relevância e liderança no futuro.

A indústria automóvel é um importante setor estratégico para a economia e o emprego na região ibérica, responsável por 11% do PIB espanhol e 6% do PIB português e representando 9% de emprego em relação à população ativa em Espanha e 12% em Portugal. Tendo em conta o próximo Plano Europeu de Recuperação, o sector automóvel necessita de uma dotação financeira significativa para garantir não só a recuperação aos níveis pré-crise, mas também um maior crescimento sustentável para reforçar o seu papel como motor para os outros sectores da nossa economia.

Por esta razão, as Associações do sector solicitam aos governos português e espanhol para criarem um quadro, mais estreito, de cooperação e colaboração face às políticas europeias relacionadas com o automóvel para, assim, impulsionar a competitividade da indústria. Além disso, solicitam que sejam tomadas ações bilaterais, para responder às necessidades do sector e promover uma estratégia com instrumentos específicos em matérias económicas, laborais, regulamentares e de investimento que deem um forte apoio à indústria automóvel, em linha com a sua importância para a economia ibérica e o seu papel de importante motor da recuperação económica.

Como salienta a declaração conjunta, o sector automóvel está imerso num processo de transformação para uma nova mobilidade que deve ser mais eficiente, sustentável e acessível. Por conseguinte, é necessário estabelecer as bases para a construção de uma estratégia e de um plano de ação que responda à transição para a mobilidade de emissões zero através de incentivos financeiros e não financeiros, renovação do parque circulante com a criação de um Plano de Incentivos ao Abate, desenvolvimento de uma poderosa infraestrutura de recarga, apoio ao desenvolvimento e implementação de condução autónoma e conectada, um roteiro coerente para o desenvolvimento de futuras normas de emissões de CO2 e um quadro regulamentar homogéneo para o transporte de bens entre os dois países. Isto, em consonância com os objetivos de transformação ambiental e digital da União Europeia, permitindo que a indústria automóvel em Espanha e Portugal se mantenha na vanguarda desta transformação.

José Vicente de los Mozos, Presidente da ANFAC, destacou que “estamos num momento crucial da história do automóvel. Perante os novos desafios, marcados pela pandemia, mas também pela nova mobilidade do futuro, temos de aproveitar a recuperação para impulsionar a indústria em Espanha e Portugal, aumentar a nossa competitividade. O polo ibérico deve ser posicionado como um destino atrativo para os investimentos industriais, mas só o conseguiremos com o compromisso de todos: governos, administrações, câmaras municipais, agentes sociais e sociedade. É por isso que pedimos, em conjunto enquanto sector, este trabalho conjunto para a competitividade e o futuro da indústria automóvel ibérica, tanto a nível bilateral como nas políticas europeias.”

María Helena Antolín, Presidente da SERNAUTO, sublinhou que “Espanha tem um ecossistema altamente inovador e competitivo, composto por mais de 1.000 fornecedores de automóveis e centros tecnológicos de classe mundial. A sua capacidade tecnológica permitiu-nos atrair todo o tipo de projetos. Entre todos, temos de garantir as melhores condições de trabalho, fiscal, energética e logística para continuar a atrair investimentos para o nosso país. Uma vez que a concorrência é global, posicionarmo-nos como líderes é uma necessidade imperativa para o mercado ibérico”.

José Ramos, Presidente da ACAP, afirmou que “é de importância crucial, para o nosso setor, que o governo português implemente um plano de incentivo ao abate de veículos antigos. O nosso parque circulante é um dos mais velhos da Europa, e este plano é muito importante para se alcançar a redução das emissões de CO2, contribuindo assim para a descarbonização da economia”

José Couto, Presidente da AFIA, destacou que “a indústria automóvel tem uma relevância importante tanto para as economias de Portugal como para Espanha, devido à sua capacidade de exportação, à criação de empregos qualificados, ao valor acrescentado e ao efeito catalisador noutros setores, nomeadamente enquanto motor da capacidade competitiva do ecossistema científico. Por isso, é fundamental estabelecer um quadro que garanta uma transformação cuidadosamente gerida para alcançar com sucesso a descarbonização e a digitalização da economia.”

 

Faltam apenas algumas semanas para salvar o sector automóvel da UE e do Reino Unido do desastre de perder 110 mil milhões de euros de um Brexit sem acordo

  • Os líderes automóveis da UE e do Reino Unido unem-se para apelar a um acordo urgente, que permita antes do fim do período de transição, dentro de apenas 15 semanas, um ambicioso acordo de comércio livre.
  • Novas estimativas mostram o impacto catastrófico das tarifas da OMC em caso de “não acordo”, pondo em risco a produção de cerca de 3 milhões de carros e carrinhas fabricados na UE e no Reino Unido durante os próximos cinco anos.
  • O “não acordo” significaria perdas comerciais combinadas entre a UE e o Reino Unido no valor de até 110 mil milhões de euros até 2025, além dos cerca de 100 mil milhões de euros de valor de produção perdida este ano por causa da crise do coronavírus.
  • Para evitar um segundo golpe económico ao sector que emprega 14,6 milhões de pessoas, a indústria apela aos negociadores para que garantam urgentemente um acordo que proporcione tarifas zero, regras de origem modernas e evite regulamentos diferentes nos dois lados do canal.

in AFIA, 14-09-2020


Com apenas 15 semanas para o término do período de transição do Brexit, os líderes da indústria automóvel europeia uniram hoje forças para apelar à UE e ao Reino Unido para que garantam um acordo de comércio livre (ACL) ambicioso sem mais demoras. Os negociadores de ambos os lados devem agora envidar todos os esforços para evitar o “não acordo” no final da transição, o que, segundo novas estimativas, custaria ao sector automóvel europeu cerca de 110 mil milhões de euros em perdas comerciais nos próximos cinco anos 1, colocando postos de trabalho em risco num sector que cria e mantém 14,6 milhões de empregos, o que representa um em cada 15 empregos da UE e do Reino Unido 2.

As principais organizações representativas dos fabricantes de veículos e de componentes automóveis na UE, a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) e a Associação Europeia de Fornecedores de Componentes para Automóveis (CLEPA), juntamente com 21 associações nacionais, incluindo a SMMT (Reino Unido), a VDA (Alemanha), o CCFA (França), a PFA (França) e a AFIA (Portugal), alertam hoje que a indústria pode enfrentar sérias repercussões. De facto, as economias e os empregos dos dois lados do canal correm o risco de um segundo golpe devastador sob a forma de não acordo, somados aos cerca de 100 mil milhões de euros de produção perdida até agora, este ano devido à crise do coronavírus 3.

Sem um acordo em vigor até 31 de dezembro, ambas as partes seriam obrigadas a manter relações comerciais sob as regras não preferenciais da Organização Mundial do Comércio (OMC), incluindo uma tarifa de 10% sobre os carros e até 22% para carrinhas e camiões 4. Tais tarifas – muito superiores às reduzidas margens da maioria dos fabricantes – teriam quase de certeza de ser repercutidas aos consumidores, tornando os veículos mais caros, reduzindo a escolha e afetando a procura. Além disso, os fabricantes de componentes para automóveis também serão atingidos pelas tarifas. Isso aumentará o preço de produção ou levará a mais importações de componentes de outros países não pertencentes à UE, que serão mais competitivos.

Antes da crise do coronavírus, a produção de veículos automóveis da UE e do Reino Unido rondava as 18,5 milhões de unidades por ano 5. Este ano já se perderam cerca de 3,6 milhões de unidades em todo o sector devido à pandemia 6. Novas estimativas indicam que, no caso dos carros e carrinhas, uma redução da procura resultante de uma tarifa de 10% da OMC poderia diminuir cerca de três milhões de unidades produzidas nas fábricas da UE e do Reino Unido nos próximos cinco anos, com perdas no valor de 52,8 mil milhões de euros para as fábricas do Reino Unido e 57,7 mil milhões de euros para as fábricas sediadas em toda a UE 7. Os fabricantes de componentes para automóveis também serão afetados por estas alterações.

Esta dupla perda de negócios prejudicaria seriamente as receitas de um sector que é um dos ativos mais valiosos da Europa, empregando milhões de pessoas e gerando prosperidade partilhada para todos, com um superavit comercial combinado de 74 mil milhões de euros com o resto do mundo em 2019. Em conjunto o setor automóvel da UE27 e do Reino Unido são responsáveis por 20% da produção mundial de veículos automóveis e investem cerca de 60,8 mil milhões de euros por ano em inovação, sendo o maior investidor europeu em I&D 8.

Alcançar um ambicioso Acordo de Comércio Livre UE-Reino Unido com disposições específicas para o sector automóvel é fundamental para o sucesso futuro da indústria automóvel europeia. Qualquer acordo deve incluir tarifas e quotas zero, regras de origem adequadas tanto para os veículos com motores de combustão interna como para os veículos alimentados por energias alternativas, bem como componentes e grupos propulsores (powertrains), e um quadro regulamentar para evitar divergências.

É fundamental que as empresas conheçam de antemão a informação detalhada sobre as condições comerciais acordadas a partir de 1 de Janeiro de 2021 para fazerem os preparativos finais. Isto, combinado com um apoio específico e um período de introdução gradual adequado que permita uma maior utilização de materiais estrangeiros durante um período de tempo limitado, assegurará que as empresas sejam capazes de lidar com o final do período de transição.

Eric-Mark Huitema, Director-Geral da ACEA, afirmou: “Os desafios para a indústria automóvel da UE são significativos – temos absolutamente de ter um acordo comercial ambicioso UE-Reino Unido em vigor até Janeiro. Caso contrário, o nosso sector – que está a sofrer os efeitos da crise da COVID – será duramente atingido por um duplo golpe”.

Sigrid de Vries, Secretário-Geral da CLEPA, afirmou: “Um Brexit sem acordo perturbaria a cadeia de abastecimento automóvel integrada e atingiria a indústria num momento crítico. O impacto será sentido muito para além das trocas comerciais bilaterais, traduzindo-se numa perda de empregos e de capacidade de investimento. O sector automóvel é o maior investidor privado em I&D da UE, com 60 mil milhões de euros investidos anualmente. Precisamos de um acordo que mantenha a competitividade global do sector”.

Mike Hawes, Chefe Executivo da SMMT, disse: “ Os números de hoje mostram o impacto devastador que se seguiria a um Brexit sem acordo. O choque de tarifas e outras barreiras comerciais agravaria os danos já causados por uma pandemia e recessão global, pondo em risco as empresas e empregos que sustenta. As nossas indústrias estão profundamente integradas, pelo que instamos todas as partes a reconhecerem as necessidades deste fornecedor vital de empregos e prosperidade económica, e a fazerem tudo o que estiver ao seu alcance para assegurar um ambicioso acordo de comércio livre agora, antes que seja tarde demais”.

Hildegard Müller, Presidente da VDA, afirmou: “A indústria automóvel precisa de condições estruturais estáveis e fiáveis. Seria uma grande desvantagem para ambas as partes se a retirada do Reino Unido terminasse com a aplicação de tarifas no comércio mútuo”. Isto comprometeria as cadeias de valor estreitamente ligadas e possivelmente torná-las-ia não rentáveis. Os nossos associados têm mais de 100 unidades de produção no Reino Unido. Esperamos que a UE e o Reino Unido continuem a sua estreita parceria com um acordo de comércio livre abrangente”.

Thierry COGNET, Presidente da CCFA, afirmou: “Uma situação de ‘não acordo’ a 1 de Janeiro de 2021 seria particularmente desafiante para os fabricantes. O que precisamos dos negociadores, num contexto económico já muito afetado pela crise da COVID, é de um acordo substancial que nos proteja de tarifas, quotas e divergências regulamentares”.

José Couto, Presidente da AFIA, disse: “a indústria automóvel necessita de um acordo que mantenha a competitividade e permita às empresas continuarem a relação comercial com os seus parceiros britânicos. O Reino Unido é o 4º principal cliente dos componentes automóveis fabricados em Portugal”.

As 23 Associações Automóveis signatárias são:

  • ACAROM – Romanian Association of Automobile Builders www.acarom.ro
  • ACEA – European Automobile Manufacturers Association www.acea.be
  • ACS – Automotive Cluster of Slovenia www.acs-giz.si/en
  • AFIA – Portuguese Manufacturers Association for the Automotive Industry www.afia.pt
  • AIA – Czech Automotive Industry Association www.autosap.cz
  • ANFIA – Italian Association of the Automobile Industry www.anfia.it
  • AUTIG – Danish Automotive Trade & Industry Federation www.autig.dk
  • BIL SWEDEN – Swedish Association of Automobile Manufacturers and Importers www.bilsweden.se
  • CCFA – Committee of French Automobile Manufacturers www.ccfa.fr
  • CLEPA – European Association of Automotive Suppliers www.clepa.eu
  • FEBIAC – Belgian Federation of Automobile and Motorcycle Industries www.febiac.be
  • FKG – Scandinavian Automotive Supplier Association www.fkg.se
  • FFOE – Austrian Association of the Automotive Industry www.fahrzeugindustrie.at
  • ILEA – Luxembourg Automotive Suppliers Association www.ilea.lu/
  • MGE – Hungarian Vehicle Importers Association www.mge.hu
  • PFA – French Association of the Automotive Industry www.pfa-auto.fr/
  • RAI – Dutch Association for Mobility Industry www.raivereniging.nl
  • SDCM – Polish Association of Automotive Parts Distributors and Producers www.sdcm.pl
  • SERNAUTO – Spanish Association of Automotive Suppliers www.sernauto.es
  • SIMI – Society of the Irish Motor Industry www.simi.ie/en
  • SMMT – Society of Motor Manufacturers and Traders  www.smmt.co.uk
  • VDA – German Association of the Automotive Industry www.vda.de
  • ZAP – Automotive Industry Association of the Slovak Republic  www.zapsr.sk

Notas aos editores

1: Estimativas da SMMT e incluem carros e veículos comerciais ligeiros (VCL). Com base na imposição de 10% de tarifa; 6,3% de aumento de preço; e 18,9% de queda na procura. Utiliza os dados da JATO relativos preços médios dos veículos automóveis.
2: ACEA pocket guide 2020 / 21
3: Cálculos SMMT & ACEA, IHS Markit LV Production Recovery Tracker (Julho 2020)
4: Tarifa Global do Reino Unido (10% para carros/carrinhas) & Tarifa Externa Comum da UE (10-22% dependendo da categoria e tonelagem)
5: ACEA pocket guide 2020 / 21 inclui carros, veículo comerciais ligeiros e pesados
6: ACEA pocket guide 2020 / 21 (apenas carros e VCL)
7: Estimativas da SMMT e incluem carros e veículos comerciais ligeiros (VCL). Com base na imposição de 10% de tarifa; 6,3% de aumento de preço; e 18,9% de queda na procura. Utiliza os dados da JATO relativos preços médios dos veículos automóveis.
8: ACEA pocket guide 2020 / 21

Sobre o sector da UE

  • 14,6 milhões de europeus trabalham no sector automóvel, o responsáveis por 6,7% de todos os empregos na UE.
  • A tributação dos veículos automóveis gera 440,4 mil milhões de euros para os governos nos principais mercados europeus
  • A indústria automóvel gera um superavit comercial de 74 mil milhões de euros para a UE.
  • volume de negócios gerado pela indústria automóvel representa mais de 7% do PIB da UE.
  • Investindo anualmente 60,9 mil milhões de euros em I&D, o sector automóvel é o maior contribuinte privado europeu para a inovação, representando 29% da despesa total da UE.
  • A UE é líder mundial em veículos autônomos, responsável por mais de 30% dos pedidos de patentes.

Sobre a AFIA

  • A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
  • Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
  • Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.