Exportações de componentes automóveis com novo record

A Indústria de Componentes para Automóveis acaba de bater novo recorde absoluto nas exportações. No ano de 2019 as exportações de componentes automóveis registaram um aumento de 4,2% relativamente a 2018, ultrapassando os 9700 milhões de euros. Em relação ao ano de 2010 este valor regista ainda uma subida de 86%.

in AFIA, 15-02-2020


Atualmente a indústria de componentes automóveis representa 16,3% das exportações portuguesas de bens transacionáveis, tendo registado um aumento de 4,2% face ao ano de 2018.

Perante estes resultados confirma-se que as exportações de componentes automóveis crescem mais do que a restante indústria transformadora, mostrando-se um dos setores mais importantes para o crescimento da economia e para as exportações portuguesas.

Com base nos dados do INE – Instituto Nacional de Estatística, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel constatou ainda que as exportações do sector de componentes automóveis crescem mais 4,1% para os países da União Europeia e 4,3% para o resto do mundo.

 

Para mais informações clicar aqui (ficheiro pdf)

 

 

AFIA acompanha empresas em Missão Empresarial a Marrocos

A AICEP organizou uma missão empresarial a Marrocos, nos dias 11 e 12 de Dezembro, em Casablanca, com o objectivo de aprofundar as relações comerciais bilaterais. Esta missão foi composta por um fórum empresarial e missões empresariais sectoriais nas áreas Automóvel e Moldes, Materiais de Construção, TIC e Ensino Superior.

in AFIA, 13-12-2019


A delegação portuguesa da área dos moldes e automóveis foi constituída por 4 empresas CR MOULDS, PTC GROUP, SOCEM e RANGEL que mostraram a sua capacidade para responder às necessidades do mercado automóvel marroquino. A promoção da oferta nacional e a identificação de novas oportunidades assume maior relevo quanto mais se atenta no significativo desenvolvimento da indústria automóvel naquele país.  Um crescimento acelerado do número de viaturas montadas que passou de 40 mil em 2010 para mais de 400 mil carros produzidos no ano de 2018. Alavancado no plano de aceleração industrial 2014-2020, Marrocos pretende chegar até 2022 com uma capacidade de produção anual  de um milhão de veículos, para tanto contribuindo os planos de crescimento industrial da Renault (2 fábricas), da PSA – Peugeot Citroën.

Marrocos já é um parceiro de negócio para as empresas da indústria automóvel portuguesa que em 2018 para lá exportaram 85 milhões de euros, sendo por isso Marrocos o 18º destino das exportações da indústria automóvel portuguesa.

A AFIA e a CEFAMOL, através dos seus Secretários-Gerais, acompanharam esta missão.

Relembre-se que em Dezembro de 2017 a AFIA assinou um protocolo de colaboração com a AMICA – Associação Marroquina para a Indústria e Construção Automóvel que visa o reforço da cooperação técnica e comercial; e a coordenação de acções entre as duas entidades.

Estão já em estudo novas acções para 2020 para o fortalecimento das relações, entre a indústria automóvel dos dois países.

 

 

Exportações de componentes automóveis com record absoluto

A Indústria de Componentes para Automóveis acaba de bater novo recorde absoluto nas exportações. Nos primeiros dez meses deste ano as exportações ultrapassaram os 8200 milhões de euros, o que representa um aumento de 4% relativamente ao mesmo período de 2018, e de 89% relativamente ao ano de 2010.

in AFIA, 12-12-2019


Este é um dos sectores mais importantes para o crescimento da economia e para as exportações portuguesas, tendo vindo a demonstrar consecutivamente um excelente desempenho, que vem resultando dos ganhos de competitividade que o país tem registado nos últimos anos e da constante melhoria desenvolvida pelas suas empresas.

Com base nos dados do INE – Instituto Nacional de Estatística, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel constatou ainda que as exportações do sector de componentes automóveis crescem mais 4% do que a restante indústria transformadora.

De referir também que a indústria de componentes automóveis representa 16,4% das exportações de bens transaccionáveis.

 

 

 

Exportações de componentes automóveis continuam a crescer

A Indústria de Componentes para Automóveis é um dos sectores mais importantes para o crescimento da economia e para as exportações portuguesas, tendo vindo a demonstrar um excelente desempenho, resultante de ganhos de competitividade do País nos últimos anos e da constante melhoria desenvolvida pelas empresas.

in AFIA, 20-11-2019


São conhecidos os valores de exportação acumuladas até Setembro de 2019. Com base nos dados do INE – Instituto Nacional de Estatística, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel constatou que o sector de componentes automóveis voltou a crescer e exportou 7,3 mil milhões de euros, mais 3,1% face ao período homólogo do ano transacto.

 

 

 

Exportações de componentes automóveis continuam a crescer

Nos primeiros oito meses deste ano as exportações de componentes automóveis registaram resultados positivos a rondar os 6.400 milhões de euros

in AFIA, 17-10-2019


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel as exportações de componentes automóveis registaram um crescimento de 2,4% nos primeiros oito meses de 2019, atingindo o resultado record de 6.400 milhões de euros, quando comparadas com os resultados do mesmo período do ano passado. Esta informação surge com base nos dados de comércio internacional de bens divulgados pelo INE.

Em relação aos destinos das exportações a AFIA refere que estes mantêm também a mesma tendência apresentando Espanha e Alemanha como os principais destinos, seguidos de perto pela França e Inglaterra. O conjunto destes quatro países representam assim, 70% do total das exportações, estando os restantes 30% distribuídos por outros países europeus e outros de fora da Europa, como os Estados Unidos da América, Marrocos, China, México e Turquia.

É ainda de notar que entre 2010 e 2019 as vendas de componentes automóveis portugueses ao exterior aumentaram 91%, o que demonstra mais uma vez o contributo positivo desta indústria para a sustentabilidade de economia nacional.

 

A AFIA juntamente com outras 22 Associações da Indústria Automóvel diz não a um Brexit sem acordo

EU Automotive leaders unite to say “no” to ‘no deal’ Brexit

  • Europe’s leading automotive representatives warn of catastrophic consequences of a ‘no deal’ Brexit.
  • Barrier-free trade crucial for continued success of the deeply integrated pan-European auto sector.
  • Application of WTO tariffs on cars and vans could mean €5.7bn bill for EU/UK industry and consumers.
  • Sector calls for no-deal to be ruled out to safeguard the future of European automotive.

Monday 23 September, 2019 With just over one month to go before the UK is due to leave the EU, the European automotive industry today made a united call for the UK and the EU to avoid a ‘no deal’ Brexit. The lead organisations representing vehicle and parts manufacturers across the EU, the European Automobile Manufacturers Association (ACEA) and European Association of Automotive Suppliers (CLEPA), as well as 21 national associations, including the Committee of French Automobile Manufacturers (CCFA), the German Association of the Automotive Industry (VDA), and the Society of Motor Manufacturers and Traders (SMMT), joined forces to stress the impact a ‘no deal’ Brexit would have on one of Europe’s most valuable economic assets.

 

The automotive industry is one of the EU’s biggest success stories and contributors to growth and wealth, producing 19.1 million vehicles a year and employing 13.8 million people across the wider sector – one in 16 of the EU’s workforce.1 Fundamental to this has been the deeply integrated nature of the industry, which has sought to maximise single market and customs union benefits to the advantage of businesses EU-wide.

 

European industry chiefs today warned that the repercussions of ‘no deal’ to this vital sector will be severe. The UK’s departure from the EU without a deal would trigger a seismic shift in trading conditions, with billions of Euros of tariffs threatening to impact consumer choice and affordability on both sides of the Channel. The end of barrier-free trade could bring harmful disruption to the industry’s just-in-time operating model, with the cost of just one minute of production stoppage in the UK alone amounting to €54,700 (£50,000).2 Meanwhile, WTO tariffs on cars and vans could add €5.7 billion (£5 billion) to the collective EU-UK auto trade bill,3 raising prices for customers if manufacturers cannot absorb the additional cost. Automotive manufacturers believe that such disruption and cost must be avoided, and that all effort should be made to deliver an orderly withdrawal of the UK from the EU.

 

Christian Peugeot, CCFA President, said, “Brexit is not just a British problem, we are all concerned in the European automotive industry, and even further. Be it as exporters to the UK market or producers locally, which we are both, we will inevitably be negatively affected.”

 

Bernhard Mattes, VDA President, said, “We regret Brexit. The United Kingdom is a fully integrated player in the value chain of the German Automotive Industry. More than 100 production facilities as well as research and development located in the UK prove our commitment to the UK-market as a number one market in the EU. In the view of the German automotive industry, therefore, everything has to be done to maintain the free movement of goods, of services, the freedom of capital and the freedom of movement for workers between the UK and the EU. At the same time, we acknowledge that the internal market and the cohesion of EU27 are a priority and a pre-condition.

 

“The EU and UK automotive industry need frictionless trade and would be harmed significantly by additional duties and administrative burden on automotive parts and vehicles. Consequently, the UK and the EU should undertake all necessary steps to avoid a no-deal Brexit.”

 

Mike Hawes, SMMT Chief Executive, said, “European Automotive is deeply integrated and the benefits of free and frictionless trade have helped our sector become one of Europe’s most valuable assets, delivering billions to economies and supporting millions of livelihoods across the EU A ‘no deal’ Brexit would have an immediate and devastating impact on the industry, undermining competitiveness and causing irreversible and severe damage. UK and EU negotiators have a responsibility to work together to agree a deal or risk destroying this vital pillar of our economies.”

 

Erik Jonnaert, ACEA Secretary General, said, “Barrier-free trade is crucial for the continued success of the deeply integrated European auto industry, which operates some 230 assembly and production plants right across the EU. Brexit will have a significant negative impact on the automotive sector and a ‘no deal’ Brexit would greatly exacerbate those consequences, causing massive disruptions to an industry which is so vital to Europe’s economy. Even the repeated need to plan and implement contingency measures to deal with a disorderly Brexit is highly disruptive to our members. The European automobile industry therefore calls for all sides to rule out a no-deal scenario as soon as possible.”

 

Sigrid de Vries, CLEPA Secretary General, said, “The European automotive industry is operating highly integrated global supply chains. A single vehicle consists of around 30,000 parts many of which cross borders multiple times. Frictionless and tariff-free trade, as well as regulatory certainty, is vital. Brexit has a negative effect on all these aspects. Brexit, specifically a no-deal Brexit, will be seriously damaging to the supplier’s industry in Europe and the UK and must be avoided.”

 

European automotive is highly integrated, with supply chains that cross multiple countries. A no-deal Brexit would immediately result in the UK no longer being party to EU trade agreements and preferential arrangements with some 30 countries, including Turkey, South Africa, Canada, Japan and South Korea, and content from UK suppliers would no longer contribute to EU originating content for the purposes of rules of origin. This will potentially make it harder for European manufacturers to access the preferential terms of agreed EU trade deals. In addition, a no-deal Brexit would immediately make the EU market smaller, and potentially less attractive to international trade partners.

 

At this time of intense global competition and technological transformation, EU and UK automotive manufacturers need a Brexit outcome that maintains free and frictionless trade and allows them to continue to invest, produce and sell competitively, and that encourages cross-border technological collaboration. This will drive future innovation, benefitting consumers, societies and economies right across Europe. With so much at stake, it is in the interest of all parties to avoid a no-deal Brexit and deliver a managed withdrawal of the UK from the EU.

 

Mario Armero, ANFAC Executive Vice President, said, “Spain is mainly a net exporter of vehicles to the European Union. The Spanish automotive industry sells two thirds of its production outside our frontiers. The United Kingdom is one of the main markets for these sales and, since Brexit was voted, exports have fallen exponentially. The establishment of tariffs and trade barriers worries us and harms the competitiveness of our factories and the development of our highly integrated supply chains. A ‘no deal’ Brexit will further worsen this trade and harm the entire production chain, in Spain and in Europe.”

 

Gianmarco Giorda, ANFIA Director, said, “The UK is the third destination market for parts and components for motor vehicles and the fourth for cars, therefore, it is relevant for the Italian industry, especially for component suppliers who represent an important interlocutor for the local manufacturers. The introduction of new customs tariffs, longstanding procedures and so higher prices could only have a devastating effect on the automotive industry, both for the Italian and for the British ones.”

Mattias Bergman, BIL Sweden Chief Executive, said, “Sweden and our automotive industry is a strong believer in free trade where a barrier free market is crucial for the automotive industry to continue to contribute to society and economic growth within Europe. Brexit by itself is negative for the industry and a ‘no deal’ will add substantial risk and will have large negative impact on not only the industry, but the entire Europe.”

 

Claude Cham, FIEV President, said, “At a time when the global economy is slowing down with volume decrease in our industry; and our entire eco-system is focused on the major challenge with new mobility, the ‘no deal’ Brexit would bring significant loads without values, ??neither for the states nor for the citizens nor for industries. Common sense tells that global competitiveness is directly linked to the size of a market of which the United Kingdom in the EU is of prime importance. This is even more important for the United Kingdom itself, which would be de-facto relegated out of one the world’s largest markets. The ‘no deal’ Brexit will also directly affect Europe’s ability to respond to its own environmental challenges and its global leadership on the issue by weakening its domestic market irrigated by its strong internal market.”

 

Fredrik Sidahl, FKG Chief Executive, said, “The EU with the base foundation of peace has over the years become a true region of automotive industry. For Sweden as a part of EU and extremely dependent on export, EU is the main market. Among all the states in EU, the UK is one of our core individual markets for vehicles and components and we must, with all means avoid a hard brexit both for Sweden but also for Europe. Automotive and the flow of parts and research programs are linked together, and a divorce between the UK and EU will dramatically change this for the worse.”

 

Luc Chatel, PFA President, said, Brexit will have a huge impact on the whole automotive sector in France, on manufacturers as well as on suppliers. The impact will be direct in terms of tariffs, customs procedures, logistics, industrial localisation decisions, etc. And there will also be an indirect impact, as for all economic sectors, because of the foreseeable downturn in the European growth.”

 

Alfred Franke, SDCM President, said, “A ‘no deal’ Brexit plus troubling symptoms of a slowing world economy, global trade tensions between United States and China as well as challenges facing our industry could lead to serious downturn in European automotive industry – one of the most important industries in the EU. Therefore, every effort should be made to ensure that the UK’s exit from the European Union is preceded by an appropriate deal that will protect us from a potential catastrophe.”

 

The 23 Automotive Association signatories include:

 

  • ACAROM – Romanian Association of Automobile Builders https://acarom.ro
  • ACEA – European Automobile Manufacturers Association acea.be
  • AFIA – Portuguese Manufacturers Association for the Automotive Industry afia.pt
  • AIA – Czech Automotive Industry Association autosap.cz
  • ANFAC – Spanish Association of Car and Truck Manufacturers anfac.com
  • ANFIA – Italian Association of the Automobile Industry anfia.it
  • AUTIG – Danish Automotive Trade & Industry Federation autig.dk
  • BIL SWEDEN – Swedish Association of Automobile Manufacturers and Importers bilsweden.se
  • CCFA – Committee of French Automobile Manufacturers ccfa.fr
  • CLEPA – European Association of Automotive Suppliers clepa.eu
  • FEBIAC – Belgian Federation of Automobile and Motorcycle Industries febiac.be
  • FIEV – French Federation of Vehicle Equipment Industries fiev.fr
  • FKG – Scandinavian Automotive Supplier Association https://fkg.se
  • FFOE – Austrian Association of the Automotive Industry fahrzeugindustrie.at
  • ILEA – Luxembourg Automotive Suppliers Association https://www.ilea.lu/
  • OSD – Turkish Automotive Manufacturers Association osd.tr
  • PFA – French Association of the Automotive Industry pfa-auto.fr/
  • SDCM – Polish Association of Automotive Parts Distributors and Producers sdcm.pl
  • RAI – Dutch Association for Mobility Industry https://raivereniging.nl
  • SMMT – Society of Motor Manufacturers and Traders smmt.co.uk
  • SERNAUTO – Spanish Association of Automotive Suppliers http://www.sernauto.es
  • TAYSAD – Automotive Suppliers Association of Turkey taysad.org.tr
  • VDA – German Association of the Automotive Industry vda.de

 

 

Notes to editors

 

  1. Motor industry employees account for 6.1% of total EU employment. Source:acea.be/statistics/tag/category/key-figures

 

  1. Delays to the arrival of components would cost gross value of £70 million a day based on five day working week. This equals £50,000 a minute. Source: smmt.co.uk/wp-content/uploads/sites/2/2019-UK-AUTOMOTIVE-TRADE-REPORT.pdf

 

  1. Tariffs – UK exports to EU27 on WTO terms:

 

Passenger cars Light commercial vehicles/pick ups Commercial vehicles Buses Engines                  (in vehicles) Parts
10 10 22 16 2.7 2 – 5

 

Source: https://madb.europa.eu/madb/euTariffs.htm

 

Temporary Tariffs – UK imports

 

Passenger cars Light commercial vehicles/pick ups Commercial vehicles Buses Engines Parts
10 10 22 16 0 0

 

Source: https://www.gov.uk/government/news/temporary-tariff-regime-for-no-deal-brexit-published

 

 

 

 

Empresas Portuguesas de Componentes Automóveis Mostraram as suas Inovações em Frankfurt

A AFIA em parceria com a AEP promoveu novamente a indústria portuguesa de componentes automóveis no Salão Automóvel de Frankfurt

in AFIA, 19-09-2019


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Industria Automóvel, no âmbito do acordo de colaboração para a promoção internacional da indústria portuguesa de componentes para automóveis celebrado com a AEP – Associação Empresarial de Portugal, promoveu pela segunda vez a participação nacional no Salão Automóvel de Frankfurt, que decorreu entre os dias 10 a 13 de Setembro naquela cidade alemã.

A IAA – Internationale Automobil-Ausstellung é um certame bienal organizado pela VDA – associação alemã da indústria automóvel, e é muito mais do que um salão automóvel, sendo o verdadeiro fórum da mobilidade, onde são revelados os mais recentes desenvolvimentos, inovações e tecnologias ligadas ao mundo da mobilidade, sob o mote “Driving Tomorrow”.

No stand colectivo promovido pela AFIA e AEP, marcaram presença:

  • CR MOULDS, empresa especializada na concepção, gestão, fabricação e optimização de moldes para injecção de termoplásticos e fundição injectada. www.crmoulds.pt.
  • EDAETECH, empresa de engenharia e tecnologia para a indústria automóvel, aeronáutica e metalomecânica (desenvolvimento e fabrico de protótipos, produção de pequenas séries de componentes metálicos). www.edaetech.pt.
  • GENSYS (grupo PINTO BRASIL), concebe e implementa soluções informáticas inovadoras para planeamento, controlo e programação da produção em ambientes de grande complexidade e diversidade. www.gensys.pt.
  • SOPLAST, especializada no desenvolvimento e produção de componentes técnicos obtidos pelo processo de moldação por injecção para as indústrias automóvel, electrónica e construção. www.soplast.com.

O principal objectivo desta participação foi mais uma vez dar a conhecer as capacidades e competências da indústria portuguesa de componentes automóveis e estabelecer contactos para aumentar as exportações.

A Europa é o principal destino das exportações das empresas nacionais, absorvendo 90% das vendas ao exterior. Sendo que o mercado alemão por si só absorve 20% das produção dos fabricantes de componentes portugueses.

A feira teve um saldo extremamente positivo pelos múltiplos contactos que foram estabelecidos com potenciais e actuais clientes, tanto construtores de automóveis como multinacionais integradoras de sistemas.

Para 2020 já estão confirmadas e integradas no programa de acções de promoção internacional da indústria portuguesa de componentes para automóveis, as seguintes feiras promovidas pela AFIA em colaboração com a AEP:

  • Global Automotive Components and Suppliers Expo, Estugarda (Alemanha), 16 a 18 de Junho;
  • IZB International Suppliers Fair, Wolfsburg (Alemanha), 6 a 8 de Outubro.

Para mais informações contactar a AFIA: telefone 226 172 668 ou a.ferreira@afia.pt.

 

 

 

 

 

COMUNICADO DE IMPRENSA | Eventual nova fábrica de veículos todo-o-terreno em Portugal

Segundo notícias publicadas esta manhã na imprensa “Portugal acolhe nova fábrica de veículos todo-o-terreno”.

in AFIA, 06-09-2019


A concretizar-se esta nova implantação, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel congratula-se e manifesta a sua satisfação por este reconhecimento, que demonstra a competitividade da indústria automóvel portuguesa.

A AFIA, desde o ano de 2018, tem vindo a colaborar com a INEOS AUTOMOTIVE na identificação de potenciais fornecedores para o “Projekt Grenadier” https://projektgrenadier.com/. Tendo já ocorrido reuniões individuais entre empresas portuguesas de componentes automóveis e a INEOS.

A Associação está em contacto permanente com todas as entidades que têm poder para influenciar o sector, sensibilizando-as para as potencialidades desta indústria e incentivando-as no sentido das intervenções possíveis e desejáveis.

A AFIA promove o crescimento, a competitividade, a internacionalização e as exportações das empresas nacionais, apoia compradores estrangeiros a encontrar fornecedores portugueses e apoia os investidores estrangeiros no início e na integração de novas actividades em Portugal, tendentes a alargar a base industrial portuguesa e a reforçar o sector.

A indústria de componentes para automóveis, representada pela AFIA, reitera o compromisso em sustentar o crescimento da economia nacional.

 

 

Empresas Portuguesas de Componentes Automóveis Presentes no Salão Automóvel de Frankfurt

A AFIA em parceria com a AEP promove novamente a indústria portuguesa de componentes automóveis no Salão Automóvel de Frankfurt

in AFIA, 02-09-2019


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Industria Automóvel, no âmbito do acordo de colaboração para a promoção internacional da indústria portuguesa de componentes para automóveis celebrado com a AEP – Associação Empresarial de Portugal, promove pela segunda vez a participação nacional no Salão Automóvel de Frankfurt, que decorrerá entre os dias 10 a 13 de Setembro naquela cidade alemã.

A IAA – Internationale Automobil-Ausstellung é um certame bienal organizado pela VDA – associação alemã da indústria automóvel, e é muito mais do que um salão automóvel, sendo o verdadeiro fórum da mobilidade, onde são revelados os mais recentes desenvolvimentos, inovações e tecnologias ligadas ao mundo da mobilidade, sob o mote “Driving Tomorrow”.

No stand colectivo promovido pela AFIA e AEP, marcarão presença:

  • CR MOLDES, empresa especializada na concepção, gestão, fabricação e optimização de moldes para injecção de termoplásticos e fundição injectada. www.crmoulds.pt.
  • EDAETECH, empresa de engenharia e tecnologia para a indústria automóvel, aeronáutica e metalomecânica (desenvolvimento e fabrico de protótipos, produção de pequenas séries de componentes metálicos). www.edaetech.pt.
  • GENSYS (grupo PINTO BRASIL), concebe e implementa soluções informáticas inovadoras para planeamento, controlo e programação da produção em ambientes de grande complexidade e diversidade. www.gensys.pt.
  • SOPLAST, especializada no desenvolvimento e produção de componentes técnicos obtidos pelo processo de moldação por injecção para as indústrias automóvel, electrónica e construção. www.soplast.com.

O principal objectivo desta participação é mais uma vez dar a conhecer as capacidades e competências da indústria portuguesa de componentes automóveis e estabelecer contactos para aumentar as exportações.

A Europa é o principal destino das exportações das empresas nacionais, absorvendo 90% das vendas ao exterior. Sendo que o mercado alemão por si só absorve 20% das produção dos fabricantes de componentes portugueses.

 

 

Exportações de componentes automóveis com record absoluto

No primeiro semestre deste ano as exportações de componentes automóveis registaram resultados positivos ultrapassando os 5.000 milhões de euros

in AFIA, 09-08-2019


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel as exportações de componentes automóveis registaram um crescimento de 2,6% no primeiro semestre de 2019, atingindo o resultado record de 5.000 milhões de euros, quando comparadas com os resultados do mesmo período do ano passado. Esta informação surge com base nos dados de comércio internacional de bens divulgados, hoje, pelo INE.

Em relação aos destinos das exportações a AFIA refere que estes mantêm também a mesma tendência apresentando Espanha e Alemanha como os principais destinos, seguidos de perto pela França e Inglaterra. O conjunto destes quatro países representam assim, 71% do total das exportações, estando os restantes 29% distribuídos por outros países europeus e outros de fora da Europa, como os Estados Unidos da América, Marrocos, China, México e Turquia.

É ainda de notar que entre 2010 e 2019 as vendas de componentes automóveis portugueses ao exterior aumentaram 92%, o que demonstra mais uma vez o contributo positivo desta indústria para a sustentabilidade de economia nacional.