AFIA | Queda mantém-se nas exportações de componentes automóveis

Quando comparadas com o mesmo período de 2019, as exportações de componentes automóveis registam queda de 10,8% em Julho

in AFIA, 09-09-2021


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – as exportações de componentes automóveis registaram no mês de julho uma queda de 10,8% relativamente ao mesmo período de 2019, fixando-se assim nos 701 milhões de euros.

Depois de uma análise às vendas ao exterior nos primeiros sete meses deste ano, verifica-se que as exportações apenas estiveram acima do nível verificado em 2019, durante os meses de fevereiro e março.

Assim, e no acumulado até julho de 2021, as exportações de componentes automóveis atingiram os 5.538 milhões de euros. Um valor que representa uma diminuição de -4,6% no que se refere ao mesmo período de 2019.

Em termos de países destino das exportações de janeiro a julho de 2021, e face ao mesmo período de 2019, Espanha mantém a primeira posição com vendas de 1.609 milhões de euros (+2,7%), seguida da Alemanha com 1.123 milhões de euros (-6,3%) e em terceiro lugar surge a França com um registo de 666 milhões de euros (-22,7%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 265 milhões de euros (-45,4%). No total, estes 4 países concentram 66% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Estes valores menos positivos, continuam a dever-se à falta de chips e componentes eletrónicos, o que tem provocado graves problemas nas cadeias de abastecimento, levando os construtores a interromperem temporariamente o trabalho. Uma situação que tem acontecido em Portugal, mas também, um pouco por todo o mundo. A este ponto negativo, junta-se ainda a situação da pandemia, que em certos países continua com níveis muito elevados, e o Brexit, que tem levado as exportações para o Reino Unido a caírem 45,4%.

No entanto, e é importante assinalar o comportamento das exportações para Espanha (principal cliente dos componentes automóveis fabricados em Portugal, com uma quota de 29%), que estão acima do nível pré-pandemia, uma vez que as exportações para este país aumentaram 2,7% face a Janeiro-Julho de 2019.

Dada a atual instabilidade que se vive na indústria automóvel, com os problemas de abastecimento de matérias-primas e mudança de paradigma na mobilidade, a AFIA reforça o pedido para «que sejam criadas soluções flexíveis para as empresas de componentes automóveis, para que estas se possam adaptar aos ciclos de produção e assim responderem de uma forma mais eficaz e eficiente às flutuações das encomendas.»

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de setembro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste link.

ESTATÍSTICAS DAS EXPORTAÇÕES DE COMPONENTES AUTOMÓVEIS | Janeiro-Julho 2021 – gráficos

 

 

AFIA | Exportações de componentes automóveis mantêm queda face a 2019

Quando comparadas com o mês de junho de 2019, as exportações de componentes automóveis registam uma queda de 1,4%.

in AFIA, 09-08-2021


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – o valor das exportações de componentes automóveis registou em junho uma queda de 1,4% face ao mesmo período de 2019.

É importante referir que as vendas, para o mês de junho, de componentes automóveis para o exterior mantiveram o movimento descendente pelo 3.º mês consecutivo mostrando, no entanto, uma melhoria em relação aos mês anterior: abril (-0,3%); maio (-21,0%) e junho (-1,4%).

Assim em junho as exportações de componentes automóveis ficaram-se pelo 705 milhões de euros.

Já no acumulado até junho de 2021 as exportações atingiram os 4.837 milhões de euros, o que representa uma diminuição de 3,6% relativamente ao período homólogo de 2019. Ou seja, no primeiro semestre de 2021 as vendas ao exterior estão 183 milhões de euros abaixo ao verificado em igual período de 2019.

Em termos de países destino das exportações de janeiro a junho de 2021, e face ao mesmo período de 2019, Espanha mantém a primeira posição com vendas de 1.408 milhões de euros (+5,0%), seguida da Alemanha com 976 milhões de euros (-6,5%) e em 3.º lugar surge a França com um registo de 591 milhões de euros (-21,1%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 238 milhões de euros (-43,7%). No total, estes 4 países concentram 66% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Note-se ainda que as vendas de automóveis na Europa, e principal destino dos componentes fabricados em Portugal, quando comparadas com o ano de 2019, situam-se 23% abaixo, o que significa que no primeiro semestre de 2021 venderam-se menos 1,9 milhões de automóveis face ao período homólogo de 2019.

É relevante voltar a assinalar a boa performance da indústria portuguesa de componentes para automóveis, que num ambiente bastante adverso, consegue aumentar a sua quota de mercado e atingir níveis próximos da pré pandemia Covid-19, o que confirma uma vez mais a resiliência desta indústria. Enquanto o mercado automóvel na Europa está a cair 23% as exportações portuguesas de componentes automóveis “apenas” descem 3,6%.

A situação continua muito instável e a ser muito influenciada pela situação da pandemia, pela escassez de semicondutores e componentes eletrónicos, que está a afetar atividade dos construtores de automóveis. Algumas fábricas de construção automóvel na Europa atrasaram ou tiveram mesmo que parar temporariamente a produção por falta de chips, pelo que esta situação também está a afetar, obviamente, a indústria portuguesa de componentes para automóveis dadas as paragens na produção dos seus clientes.

A todos estes aspetos, juntamos ainda a falta de matérias-primas (aço, componentes metálicos, polímeros, borracha…) ou atrasos no seu fornecimento, aliado ao aumento substancial dos preços das mesmas, o que igualmente está a condicionar fortemente a atividade das empresas da indústria de componentes para automóveis.

Por sua vez, o Brexit continua a atingir negativamente as exportações: desde 2017 que as exportações para o Reino Unido estão em queda, passando dos 546 milhões de euros para os 239 milhões de euros no acumulado até junho de 2021, o que representa uma descida de 56%.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de agosto pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste

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AFIA | Exportações de componentes automóveis em queda face a 2019

Quando comparadas com o mês de maio de 2019, as exportações de componentes automóveis registam uma queda de 21%.

in AFIA, 09-07-2021


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia que as exportações de componentes automóveis registaram, neste mês de maio, uma queda de 21% relativamente ao mesmo mês de 2019, tendo-se situado nos 708 milhões de euros.

Desta forma, e analisando as vendas ao exterior durante os primeiros cinco meses do ano, nota-se que foi apenas em março que as exportações se situaram acima do nível verificado em 2019.

Já no que se refere ao acumulado até ao mês de maio de 2021, as exportações de componentes automóveis atingiram os 4082 milhões de euros, o que representa uma diminuição de 4% em relação a 2019.

Note-se ainda que as vendas de automóveis na Europa, e principal destino dos componentes fabricados em Portugal, quando comparadas com o ano de 2019, situam-se 33% abaixo, o que significa que até maio de 2021 venderam-se menos 1,7 milhões de automóveis face ao período de janeiro-maio de 2019.

No que se refere aos países de destino das exportações, de janeiro a maio de 2021 e quando comparados com 2019, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 1207 milhões de euros (+7,1%). A seguir surge a Alemanha com 809 milhões de euros (-8,9%), a França com 504 milhões de euros (-20,7%) e, finalmente, o Reino Unido com 202 milhões de euros (-43,2%). Na totalidade, estes países representam 67% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

É importante voltar a assinalar a boa performance da indústria portuguesa de componentes para automóveis, que num ambiente bastante adverso, consegue aumentar a sua quota de mercado e atingir níveis próximos da pré pandemia Covid-19, o que confirma uma vez mais a resiliência desta indústria.

A situação continua muito instável e a ser muito influenciada pela situação da pandemia, pela escassez de semicondutores e componentes eletrónicos, que está a afetar atividade dos construtores de automóveis. Algumas fábricas de construção automóvel na Europa atrasaram ou tiveram mesmo que parar temporariamente a produção por falta de chips, pelo que esta situação também está a afetar, obviamente, a indústria portuguesa de componentes para automóveis dadas as paragens na produção dos seus clientes.

A todos estes aspetos, juntamos ainda a falta de matérias-primas (aço, componentes metálicos, polímeros, borracha…) ou atrasos no seu fornecimento, aliado ao aumento substancial dos preços das mesmas, o que igualmente está a condicionar fortemente a atividade das empresas da indústria de componentes para automóveis.

Por sua vez, o Brexit continua a atingir negativamente as exportações: desde 2017 que as exportações para o Reino Unido estão em queda, passando dos 458 milhões de euros para os 203 milhões de euros no acumulado até maio de 2021, o que representa uma descida de 56%.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de Julho pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste link.

 

 

Exportações de componentes automóveis aumentam

As exportações de componentes automóveis, em abril, aumentaram 340% face ao período homólogo de 2020.

in AFIA, 14-06-2021


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia que as exportações de componentes automóveis em abril subiram para os 788 milhões de euros. Este aumento, de 340%, tem como base um valor muito baixo de 179 milhões de euros, registado em abril de 2020.

Embora tenha ocorrido esta enorme subida, as exportações em abril de 2021 comparadas com as exportações de abril de 2019, ou seja, antes da pandemia, não as ultrapassaram.

Até abril de 2021, a soma das exportações de componentes automóveis, atingiram os 3374 milhões de euros, o que corresponde a um pequeno acréscimo de +0,5%, comparando com 2019.

No que se refere aos países de destino das exportações, de janeiro a abril de 2021 e quando comparados com 2020, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 1000 milhões de euros (+34,9%). A seguir surge a Alemanha com 679 milhões de euros (+24,5%), a França com 424 milhões de euros (+27,5%) e, finalmente, o Reino Unido com 191 milhões de euros (-20,0%). Na totalidade, estes países representam 67% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Desde o início de 2021 até abril, venderam-se menos 1,3 milhões de automóveis face ao mesmo período de 2019, o que se conclui que as vendas de automóveis na Europa, que é o principal destino dos componentes fabricados em Portugal, comparando com o ano de 2019, diminuíram 25%.

Deste modo, verifica-se uma vez mais a resiliência da indústria portuguesa de componentes para automóveis, visto que, num ambiente bastante adverso causado pela pandemia de Covid-19, aumentou a sua quota de mercado e atingiu os níveis de pré-pandemia.

No entanto, embora se note esta melhoria, a escassez de semicondutores e componentes eletrónicos continua a afetar a atividade dos construtores de automóveis demonstra que a situação continua bastante instável. Algumas fábricas de construção automóvel na Europa adiaram ou pararam de forma temporária a sua produção pela ausência de chips, afetando também a indústria portuguesa de componentes para automóveis.

Também se tem verificado uma falta de matérias-primas, tais como o aço, os polímeros, os componentes metálicos, a borracha, etc., bem como o atraso no fornecimento destas, o que provocou um aumento substancial dos seus preços, condicionando gravemente a atividade da indústria de componentes automóveis.

A questão do Brexit não vem também facilitar a atual crise, uma vez que, desde 2017, as exportações para o Reino Unido estão em queda, tendo passado dos 372 milhões de euros (1º quadrimestre de 2017) para 169 milhões de euros na soma até abril de 2021, o que representa uma descida de 55%.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de Junho pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

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Exportações de componentes automóveis aumentam

As exportações de componentes automóveis registaram no mês de março um aumento de 41,6%, face ao mesmo período de 2020, chegando aos 919 milhões de euros.

in AFIA, 10-05-2021


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia que as exportações em março registaram um aumento de 41,6% face ao mesmo período de 2020.

Depois de dois meses com quedas consecutivas as exportações de componentes automóveis subiram para os 919 milhões de euros, tornando-se este, no melhor mês de março de sempre.

No primeiro trimestre de 2021 as exportações de componentes automóveis atingiram os 2586 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 5,4% relativamente a 2020, alcançando neste primeiro trimestre os níveis registados na época pré-Covid.

No que se refere aos países de destino das exportações, de Janeiro a Março de 2021 e quando comparados com 2020, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 773 milhões de euros (+7,8%). A seguir surge a Alemanha com 523 milhões de euros (+8,8%), a França com 323 milhões de euros +1,6%) e, finalmente, o Reino Unido com 131 milhões de euros (-36,4%). Na totalidade, estes países representam 68% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

É ainda de referir que as exportações de componentes automóveis crescem acima das vendas de automóveis na Europa: 5,4% vs 0,9%, o que vem, uma vez mais, confirmar a resiliência e capacidade lutadora das empresas portuguesas de componentes automóveis.

No entanto, e apesar desta melhoria, a situação para o segundo trimestre continua a ser de incerteza e muito influenciada pela escassez de semicondutores e componentes eletrónicos, que tem afetado a atividade dos construtores de automóveis e algumas fábricas de construção automóvel na Europa que atrasaram ou tiveram mesmo que parar temporariamente a produção por falta de chips. Esta situação, também está a afetar a indústria portuguesa de componentes para automóveis devido às paragens na produção dos seus clientes.

O Brexit continua também a ser uma ameaça às exportações, pois desde 2017 que as exportações para o Reino Unido estão em queda, passando dos 300 milhões de euros (1º trimestre de 2017) para os 131 milhões de euros no acumulado até março de 2021, o que significa uma descida de 56%.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 10 de Maio pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

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AFIA | Exportações de componentes automóveis com nova queda

As exportações de componentes automóveis voltam a cair pelo segundo mês consecutivo, registando uma diminuição de 5,2%. A pandemia e o Brexit são alguns dos principais responsáveis por esta queda.

in AFIA, 09-04-2021


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia uma queda nas exportações de 5,2% no mês de Fevereiro, face ao mesmo período de 2020. Este é o segundo mês consecutivo em que se registam quedas nas vendas ao exterior, depois de 6 meses de subidas.

No acumulado do ano as exportações caíram 7,6% relativamente a 2020, deslizando para os 1.700 milhões de euros.

No que se refere aos países de destino das exportações, de Janeiro a Fevereiro de 2021 e quando comparados com 2020, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 518 milhões de euros (-5,2%). A seguir surge a Alemanha com 328 milhões de euros (-4,5%), a França com 211 milhões de euros (-11,2%) e, finalmente, o Reino Unido com 83 milhões de euros (-46,2%). Na totalidade, estes países representam 68% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Entre os fatores que influenciaram negativamente o comportamento das exportações destaca-se a escassez de semicondutores que está a afetar a atividade dos construtores de automóveis, e que levou algumas fábricas de construção automóvel na Europa a atrasar, ou até mesmo a parar, temporariamente por falta chips afetando assim, a indústria portuguesa de componentes devido às paragens na produção dos seus clientes. O Brexit (exportações para o Reino Unido caíram quase 50%) e as medidas que os países europeus tomaram para mitigar a propagação dos contágios provocados pela Covid-19, nomeadamente o confinamento e o encerramento dos stands de vendas e automóveis, são também algumas de várias ações que levaram a estes resultados.

Ainda assim, as exportações de componentes automóveis continuam a mostrar sinais de resiliência, com uma queda de 7,6% no acumulado do ano, em comparação com o mercado automóvel na Europa, que desceu 23,1%. De acordo com dados da ACEA – Associação dos Construtores Automóveis Europeus, entre Janeiro e Fevereiro as vendas de automóveis novos na Europa caíram 23,1%.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de Abril pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste link.

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

A indústria de componentes para automóveis em Portugal emprega diretamente 60.000 pessoas. Fatura 10,8 mil milhões de Euros (ano 2020), com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 5,6% do PIB, 8,6% do emprego da indústria transformadora e 16,1% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

AFIA | Exportações de componentes automóveis registam queda

As exportações de componentes automóveis registaram no primeiro mês de 2021 uma diminuição de –10,0% em relação ao mesmo período de 2020, interrompendo assim uma série de seis meses de subidas consecutivas

in AFIA, 12-03-2021


Depois de registar subidas consecutivas nos últimos seis meses, a Indústria de Componentes para Automóveis apresenta agora nova queda nas exportações, mostrando no mês de Janeiro, uma descida de –10,0% relativamente ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel as exportações de componentes automóveis deslizaram, durante o mês de Janeiro, para os 814 milhões de euros, depois de ter registado em Dezembro o melhor mês de sempre, com as exportações a aumentarem para os 677 milhões de euros.

No que se refere aos países de destino das exportações, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 261 milhões de euros (-2,6%). A seguir surge a Alemanha com 153 milhões de euros (-10,8%), a França com 104 milhões de euros (-8,7%) e, finalmente, o Reino Unido com 41 milhões de euros (-46,8%). Na totalidade, estes países representam 69% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

No que se refere à queda registada, as principais razões devem-se, essencialmente, às medidas que os países europeus tomaram para mitigar a propagação dos contágios provocados pela Covid-19, nomeadamente o confinamento e o encerramento dos stands de vendas de automóveis, entre outras ações. De acordo com os dados da ACEA – Associação dos Construtores Automóveis Europeus – em Janeiro, as vendas de automóveis novos caíram -25,7% na Europa.

Dentro destes fatores que prejudicaram as exportações de componentes automóveis, encontra-se ainda o Brexit, uma vez que as exportações para o Reino caíram quase 50%, e a escassez de semicondutores que está a afetar a atividade dos construtores de automóveis, uma vez que algumas fábricas na Europa atrasaram, ou tiveram mesmo de parar, temporariamente a produção por falta de chips.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 12 de Março pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

A indústria de componentes para automóveis em Portugal emprega diretamente 60.000 pessoas. Fatura 10,8 mil milhões de Euros (ano 2020), com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 5,6% do PIB, 8,6% do emprego da indústria transformadora e 16,1% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

AFIA | Exportações de componentes automóveis com sexta subida consecutiva

As exportações de componentes automóveis registaram em Dezembro um crescimento de +7,3%, o que representa a sexta subida consecutiva. Uma demonstração da capacidade e resiliência do setor.

in AFIA, 09-02-2021


A Indústria de Componentes para Automóveis vem, uma vez mais, demonstrar a capacidade de resiliência através da extraordinária recuperação da forte queda que registou no primeiro semestre de 2020. No mês de Dezembro as exportações cresceram +7,3% relativamente ao mesmo mês de 2019, o que significa um aumento pelo sexto mês consecutivo. Aliás, este foi mesmo, o melhor mês de Dezembro de sempre, com as exportações a aumentarem para os 677 milhões de euros.

No entanto, no total do ano de 2020 as exportações de componentes automóveis ficaram-se pelos 8,6 mil milhões de euros, o que demonstra que, apesar da forte subida de +5,3% registada no 2º semestre, em relação a 2019, não compensou a queda acentuada do 1º semestre, altura em que as vendas tiveram uma derrapagem de -25,7%.

Desta forma, as exportações no total de 2020 desceram -10,8% em relação ao ano de 2019, sendo que, em termos absolutos, as vendas ao exterior diminuíram mil milhões de euros quando comparados com o ano anterior.

Perante estes resultados confirma-se que as exportações de componentes automóveis, apesar do meio envolvente tão adverso, resistem melhor face à queda da produção automóvel na Europa. Um facto que demonstra, sem dúvida, a competitividade e capacidade de resiliência da indústria portuguesa de componentes automóveis.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de fevereiro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
Esta indústria agrega 250 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego direto na ordem das 61.000 pessoas. Fatura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

 

Aumento nas exportações de componentes automóveis pelo quinto mês consecutivo

Depois da forte queda sentida no 2º trimestre de 2020, a indústria de componentes automóveis continua a demonstrar uma grande capacidade de resiliência. Este foi o quinto mês consecutivo a registar um aumento

in AFIA, 08-01-2020


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia o aumento, pelo quinto mês consecutivo, das exportações de componentes automóveis, registando uma subida de 6,4% no mês de novembro, em relação ao mesmo período do ano anterior, tendo aumentado para os 940 milhões de euros.

Desta forma, o acumulado até novembro ficou-se nos 7,9 mil milhões de euros, representando uma diminuição de -12% face ao período homólogo de 2019, o que significa que entre janeiro e novembro de 2020 as vendas ao exterior caíram cerca de 1,1 mil milhões de euros em relação a 2019.

No que se refere aos países de destino das exportações, de janeiro a novembro de 2020 e quando comparados com 2019, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 2.379 milhões de euros (-1,0%). A seguir surge a Alemanha com 1.688 milhões de euros (-12,0%), a França com 950 milhões de euros (-25,1%) e, finalmente, o Reino Unido com 543 milhões de euros (-31,0%). Na totalidade, estes países representam 70% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Apesar da melhoria, é importante referir que este acréscimo ainda não compensou a queda do acumulado do ano.

No entanto, e ainda que o meio envolvente se apresente adverso as exportações portuguesas têm resistido melhor face à queda da produção automóvel na Europa, que é duas vezes superior. A produção automóvel na Europa caiu 30%, enquanto que a exportações de componentes automóveis portuguesas caiu 12%, quando em março de 2020 se estimava uma queda de 30%. Este facto demonstra bem o nível de competitividade e resiliência que este setor apresenta em Portugal.

Refira-se, no entanto, que apesar destes resultados mantém-se o clima de imprevisibilidade no mercado, devido às medidas de contenção do COVID-19 que os países europeus estão a ser obrigados a tomar.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 8 de janeiro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 250 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego direto na ordem das 61.000 pessoas. Fatura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

Exportações de componentes sobem pelo quarto mês consecutivo

A indústria de componentes automóveis mostra uma vez mais a sua capacidade de resiliência com aumento, pelo quarto mês consecutivo, de 3,6% nas exportações de outubro em relação ao mesmo período de 2019.

 in AFIA, 10-12-2020


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – anuncia o aumento, pelo quarto mês consecutivo, das exportações de componentes automóveis, que vem uma vez mais demonstrar a sua grande capacidade de resiliência e adaptação com uma subida de 3,6% relativamente ao mesmo período de 2019, situando-se agora nos 964 milhões de euros.

Ainda assim, e apesar do acréscimo, o valor registado não foi suficiente para compensar a queda no acumulado do ano. Aliás, entre Janeiro e Outubro as exportações de componentes de automóveis derraparam 14%, ou seja, o acumulado de outubro ficou-se nos 6,9 mil milhões de euros, o que significa que foram vendidos menos 1,1 mil milhões de euros ao exterior, em comparação com o ano anterior.

No que se refere aos países de destino das exportações, de janeiro a outubro de 2020 e quando comparados com 2019, Espanha mantém-se na liderança com vendas no valor de 2.053 milhões de euros (-3,1%). A seguir surge a Alemanha com 1.485 milhões de euros (-13,3%), a França com 833 milhões de euros (-26,7%) e, finalmente, o Reino Unido com 473 milhões de euros (-33,0%). Na totalidade, estes países representam 70% do total das exportações portuguesas de componentes automóveis.

É de referir que, e apesar das dificuldades que se vivem atualmente, as exportações portuguesas demonstram uma maior resistência face à queda da produção automóvel a Europa. Note-se que a queda da produção automóvel na Europa (30%) é duas vezes superior à diminuição das exportações portuguesas de componentes automóveis (14%). Este facto, vem demonstrar claramente a competitividade e resiliência da indústria portuguesa de componentes automóveis.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 10 de dezembro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf AQUI

 

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.

Esta indústria agrega 250 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego direto na ordem das 61.000 pessoas. Fatura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.

Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.