Ana Teresa Lehmann, Secretária de Estado da Indústria visitou Alcanena

A Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, efectuou, no passado dia 14 de Setembro, uma visita a Alcanena, com deslocação a algumas empresas de curtumes do concelho, entre outras entidades.

in Correio do Ribatejo, 18-09-2018


 

O programa da visita teve início na Câmara Municipal, onde decorreu a sessão de recepção, que contou com as intervenções da Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Fernanda Asseiceira, do Presidente da APIC – Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes, e da Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann.

Seguiu-se uma visita ao CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro, onde foi efectuada a Apresentação do Sector de Curtumes do Concelho de Alcanena, pela APIC, após o que teve lugar uma visita à empresa Couro Azul.

Seguiu-se a Visita ao Artspace João Carvalho.

À tarde, foi efectuada uma visita à empresa Curtumes Ibéria, SA e, por último, a comitiva efectuou uma breve visita à ETAR – Estação de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena.

Na visita que efectuou a Alcanena, a Secretária de Estado da Indústria foi acompanhada pela Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Fernanda Asseiceira, pelo Presidente da Assembleia Municipal, Silvestre Pereira, pelos Vereadores Maria João Gomes, Luís Pires, Hugo Santarém e Óscar Pires, representantes da APIC, representantes da AUSTRA, representantes da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, representantes do Agrupamento de Escolas de Alcanena, nomeadamente Ana Cláudia Cohen (directora) e Mónica Rodrigues, Deputada Idália Serrão, representantes da AED Portugal Aeronautics, Space and Defender Cluster, representantes da AICEP – Portugal Global, Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Miguel Pombeiro, representantes do CTIC, representantes da DGAE – Direção Geral das Actividades Económicas, representantes do IAPMEI, representantes do Instituto Politécnico de Leiria, Presidentes de Junta e membros do executivo das Juntas de Freguesia do concelho, representantes do Sindicato de Curtumes do Distrito de Santarém, representantes AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, representantes do Centro Tecnológico do Calçado, representantes da APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, representantes da PFP – Plataforma Ferroviária Portuguesa, representantes da NERSANT, Comandante dos Bombeiros Municipais de Alcanena, Jorge Frazão, Comandante do Posto Territorial da GNR de Alcanena, 1º Sargento Patrícia Fernandes, entre outras entidades.

 

 

Açores recebe primeira fábrica para produção de veículos elétricos

O Arquipélago dos Açores está a investir forte na captação de investidores externos para reforçar a economia local.

in pplware, 13-09-2018


 

Fruto de uma parceria publico-privada, os Açores irão agora receber uma fábrica de carros elétricos para uso profissional e turístico.

 

Apostando numa forte política de captação de investimento, o governo regional dos Açores tem conseguido atrair bastante interesse externo e projetos com alguma relevância que contribuem para o desenvolvimento local.

 

Exemplo disso foi o evento realizado no dia de ontem onde Vasco Cordeiro, presidente do Governo Regional, anunciou e assinou uma parceria entre a entidade pública SDEA – Sociedade de Desenvolvimento Empresarial dos Açores e a MG City, com o objetivo de avançar com a abertura de quatro empresas com produtos inovadores.

 

De entre os projetos negociados, encontra-se a construção da primeira fábrica de veículos elétricos dos Açores. Nesta unidade será fabricado um veículo elétrico destinado ao mercado profissional e do turismo, que utilizará a marca Azor. Segundo as previsões, os primeiros veículos começarão a sair para o mercado no final de 2020.

 

De forma a tornar este projeto possível, a empresa responsável já está à procura de um local para construção da fábrica, sendo a zona da Lagoa, em São Miguel, o local mais provável para a abertura desta nova unidade.

 

Ao todo, serão 4 os projetos que irão resultar desta parceria, resultando num investimento de 12 milhões de euros que irá resultar na criação direta de 70 postos de trabalho qualificado.

 

Com este projeto, os Açores recebem uma das primeiras fábricas de veículos elétricos do país e dão mais um passo na direção da sua modernização e na captação inovação para um local onde por vezes as novidades tardam a chegar.

 

Será uma aposta que deveria ser replicada no continente?

 

 

Portugal quer diversificar investimento chinês com setor automóvel – AICEP

O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Luís Castro Henriques, disse hoje que Portugal quer “diversificar a tipologia do investimento chinês” no país, com destaque para o setor automóvel.

in Diário de Notícias / Lusa, 13-09-2018


“Acho que chegámos a um ponto em que os investidores chineses compreenderam como o investimento em Portugal corre bem. Aproveitando isso, estamos aqui a tentar diversificar a tipologia do investimento”, disse Castro Henriques à agência Lusa, em Pequim.

O responsável pela AICEP falava à margem de um seminário, na embaixada portuguesa na China, que visou a captação de investimento para o setor automóvel, em particular na área dos veículos elétricos, em que “há empresas chinesas que estão já na fronteira tecnológica mais avançada”.

“Se Portugal é competitivo para as boas empresas alemãs, francesas, belgas e americanas, de certeza que será também competitivo para as boas empresas chinesas”, afirmou.

Lembrando que Portugal, para além de ser um “destino competitivo” para instalar capacidade produtiva, pode também servir de plataforma para os mercados europeu e dos países de língua portuguesa, Castro Henriques apontou a possibilidade de parcerias entre empresas chinesas e industriais portugueses.

“Acreditamos que Portugal é um destino muitíssimo competitivo para quem quer estar presente em África e, em particular, nos países de língua portuguesa, pelas relações que temos e acesso a mercados onde o conhecimento é fundamental. Neste caso, ‘joint-ventures’ [parcerias] com empresas portuguesas podem ser interessantíssimas”, disse.

A China tornou-se, nos últimos anos, um dos principais investidores em Portugal, comprando participações importantes nas áreas da energia, dos seguros, da saúde e da banca.

Por exemplo, em maio passado, a estatal chinesa China Three Gorges lançou uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) voluntária sobre o capital da EDP, na qual é já o maior acionista, com uma participação de 23,27%.

No seminário em Pequim estiveram fabricantes chineses de automóveis como a JAC Motors ou Foton, as câmaras de comércio China Chamber of International Commerce e China Chamber of Commerce, e os financiadores China Development Bank e China-Portuguese-speaking Countries Co-operation and Development Fund.

 

 

A Cadeia de Distribuição e os Riscos Associados

A Cadeia de Distribuição e Respetivo Valor
A abordagem da Aon no que concerne à gestão de riscos da cadeia de distribuição (Supply Chain) considera uma amplitude significativa de riscos que podem impactar negativamente as operações comerciais dos nossos clientes, alguns dos quais comuns a todas as indústrias e outros muito específicos para segmentos específicos como é o caso da Industria Automóvel.

in AON Portugal, por Filipe Pimenta da Gama 13-09-2018


A ajuda na condução de processos mais eficientes, com a triagem das necessidades específicas da cadeia de valor de cada empresa, e da disponibilização de equipas de especialistas que possam desenvolver soluções específicas da indústria que vão desde a identificação e quantificação de riscos, programas de financiamento do risco até ao estabelecimento de estratégias de resolução de sinistros, é fundamental para o atingimento dos objetivos traçados e proteção do respetivo balanço.

Os Desafios de uma Economia Global

As cadeias de valor, nos dias de hoje, devem ser mais eficientes e mais flexíveis do que nunca. Assegurar que os materiais e bens cheguem no ponto certo no momento certo, é fulcral. As cadeias de abastecimento são cada vez mais longas e complexas, aumentando o risco de falhas ou interrupções em qualquer ponto.

A abordagem da Aon, no que concerne à gestão de riscos da cadeia de abastecimento, foi desenvolvida para garantir e atender a estes desafios e muito mais.

Questões-chave que afetam as Cadeias de Abastecimento nos dias de hoje

Resultantes dos “Surveys” setoriais da Aon, os nossos clientes identificaram como problemas da cadeia de abastecimento que afetam as operações da sua organização, os seguintes aspetos:

  • Outsourcing, offshoring e insourcing de produção;
  • Maior exigência para entregas rápidas (inventários JIT, modelos comerciais on-demand);
  • Produtos complexos que existem fornecedores de vários níveis, aumentando as interdependências e a necessidade de coordenação;
  • Desastres naturais e eventos geopolíticos que afetam os fornecedores e cadeias de abastecimento;
  • Despesas de demanda e perda de clientes chave;
  • Aumento do risco cibernético;
  • Logística e atrasos nos portos;
  • Defeitos de fabricação e recalls;
  • Solvência do fornecedor;
  • Roubo e perda de carga.

Embora muitas destas questões sejam garantidas através de políticas de gestão de risco e transferidos para apólices de seguros tradicionais, muitas vezes existem lacunas dentro do programa de gestão de risco/controle, as quais devem ser devidamente analizadas e acauteladas para garantir um total conhecimento e controlo dos riscos da Cadeia de Distribuição.

 

Filipe Pimenta da Gama | Director 
Aon Portugal | Business Development

 

 

Future EU CO2 targets for cars and vans: auto makers sound alarm after parliament vote

The European Automobile Manufacturers’ Association (ACEA) has sounded the alarm on the outcome of yesterday evening’s European Parliament vote on future CO2 targets for cars and vans.

in ACEA, 11-09-2018


 

“We are very concerned by the direction taken by the Environment Committee,” stated ACEA Secretary General, Erik Jonnaert. “The extremely stringent reduction levels adopted are totally unrealistic, as they would require a massive and sudden shift to electromobility. The framework conditions for such a seismic shift are clearly not in place, and consumers are just not ready to go fully electric at this stage.”

Jonnaert: “Let me be clear: we are fully committed to moving towards zero-emissions mobility. But this transition must be made at a pace that is manageable. This is vital not only for our industry and its workers, but also for consumers – who are meant to actually buy these vehicles – and for member states, who will have a huge job to ensure that the network of recharging infrastructure is sufficient.”

The position by the Environment Committee – the lead committee on this dossier – is not representative of the whole European Parliament. It contrasts quite strongly with the positions of the other committees involved (ITRE and TRAN).

“We hope that the European Parliament will take the opportunity to re-examine this proposal to align it more with reality. We await the plenary vote next month to see what course the Parliament as a whole will take for the trialogue negotiations,” stated Mr Jonnaert.

 

 

A DS Smith Tecnicarton vai expor até 6 soluções diferentes de embalagem industrial na Empack Porto

A empresa mantém a sua aposta no mercado português, graças à importância de setores como o automóvel ou o agrícola

in DS Smith Tecnicarton, 12-09-2018


 

A DS Smith Tecnicarton estará presente na próxima edição da Empack Porto com uma vasta gama de produtos. No total, até 6 embalagens industriais que representam a variedade de designs e inovações que a empresa pode desenvolver.

 

Nesta ocasião, realçamos a presença de embalagens destinadas à indústria automóvel e ao setor industrial, como a Tecnipack, fabricadas tanto em plástico como em cartão ondulado e ambas personalizadas com acondicionamentos flexíveis ou com espuma e polipropileno, respetivamente. Importa recordar e realçar que a Tecnicarton tem capacidade para distribuir estes produtos com um reduzido tempo de entrega, já que, graças à sua excelente gestão, consegue desenvolvê-los num tempo 30% inferior ao dos restantes fabricantes.

 

Outro dos produtos estrela desta quarta edição da Empack Porto será a Tecnikit, para painéis de bordo da indústria automóvel. Trata-se de uma embalagem industrial que, pelo seu design e funcionamento, permite o acesso à linha de montagem, sem necessidade de movimentos de carga ou descarga intermédios. Este design e a sua operacionalidade mereceram o prémio IAP Award para a Inovação na última edição da Empack Madrid, em novembro de 2017.

 

Para completar a gama de produtos que a Tecnicarton apresentará no Porto, a empresa irá expor igualmente a Tecnitank, embalagens de exportação fabricadas em cartão laminado quíntuplo e uma embalagem metálica que permite à indústria automóvel personalizar a distribuição interior em função do tamanho e do peso das peças.

 

Para Alicia Correa, Diretora de comunicação da Tecnicarton, “o mercado português continua a ser estratégico para a empresa, motivo pelo qual iremos novamente  marcar presença na nossa feira”. Correa realçou “a diversidade de mercados a que podemos fornecer soluções personalizadas, já que Portugal conta com um potente setor industrial, sobretudo na Zona Norte, e importantes setores, como o agrícola, aos quais podemos igualmente fornecer soluções”.

 


 

Sobre a Tecnicarton:

A Tecnicarton é uma empresa líder em soluções inovadoras para o setor de embalagem industrial. A sua principal atividade centra-se em soluções para o transporte e para a logística de produtos de grande volume e peso, bem como para produtos que exigem uma proteção total na cadeia logística.

Atualmente trabalha em novos projetos para clientes como a Renault, a Volkswagen ou a Ford, bem como para fabricantes de equipamentos e componentes: airbags, projetores, painéis de bordo, etc. Os seus produtos são utilizados em operações para o equipamento original, CKD e peças de reposição.

Também trabalha para os setores aeronáutico e agroalimentar, com embalagens de grandes pesos e granéis.

A Tecnicarton pertence ao Grupo DS Smith, fornecedor de embalagens de cartão ondulado, líder na Europa e especializado em embalagem de plástico a nível mundial. Atualmente, opera em 34 países e emprega cerca de 25.400 pessoas.

 

 

 

Comissão Europeia apoia o projeto “DigiMAT”

A Comissão Europeia vai apoiar, com 1,1 milhões de euros, o “DigiMAT”, projeto de inovação nas áreas das novas tecnologias e inteligência artificial, financiados pelo programa de incentivo à inovação Horizonte 2020. Este projeto, do qual a Sakthi Portugal faz parte, terá a duração de dois anos.

in Sakthi Portugal/AICEP, 12-09-2018


O projeto “DigiMAT” lançará no mercado um modelo capaz de desenvolver algoritmos para relacionar parâmetros do processo de fundição com as características dos materiais, de forma a desenvolver uma nova geração de materiais com características customizadas. Estas novas ligas permitirão o desenvolvimento de componentes com redução até 12,5 por cento no peso e poupança de cerca de nove por cento no consumo de energia e matérias-primas na produção.

 

Os resultados esperados deste projeto estão alinhados com os objetivos definidos pelo H2020, nomeadamente ao nível do impacto ambiental, por diminuição do peso do carro, com a respetiva diminuição do consumo de combustível e emissão de gases poluentes para a atmosfera; e do desafio de liderança industrial, com processos de produção e processos avançados (Fábricas do Futuro).

 

Este projeto é um consórcio de quatro empresas, coordenado pela espanhola Veigalan. Também fazem parte a IK4 Azterlan, também espanhola, a Sakthi Portugal e a Continental Teves da Alemanha. As empresas espanholas terão a seu cargo o desenvolvimento do modelo matemático, tendo como fonte a base de dados disponibilizada pela Sakthi Portugal. Cabe à Sakthi fazer o desenvolvimento e produção dos componentes para posterior teste e validação por parte da Continental.

 

A Veigalan subcontratou a Faculdade de Engenharia do Porto para a realização de ensaios laboratoriais e o Centro de Investigação N. Mahalingam (CITNM) para apoio na gestão do projeto, com base no conhecimento que tem vindo a adquirir na área da Industria 4.0 aplicada à indústria metalúrgica.

 

Entre as valências do CITNM, é de destacar o lançamento da Academia de Alta Performance em Engenharia (HiPE) no dia 20 de setembro, que irá apresentar os cursos de especialização para 2018, em Gestão e Projetos de Indústria 4.0 e Inovação em Componentes Automóveis (http://citnm.pt/pt/hipe.php).

 

 

A PTC Academy vai realizar o curso “Liderar 4.0”

“A PTC Academy vai realizar o curso “Liderar 4.0” nos próximos dias 15 e 17 de outubro, nas instalações da PTC Group, em Oliveira de Azeméis.

in PTC Group, 12-09-2018


Saber “LIDERAR” não acontece de um dia para outro. Não é por magia que, da noite para o dia, se ganham as competências necessárias para exercer o papel de “LÍDER”. Neste curso, os formandos irão adquirir competências nas áreas da Liderança, Comunicação, Organização, Planeamento e Trabalho em Equipa, bem como a lidar com os desafios profissionais da atualidade.

O curso será ministrado por Vasco Rosa Pires, Coach Certificado e que trabalha no desenvolvimento de competências em visão estratégica, organização empresarial, sistematização de negócios, vendas, liderança, consultoria e coaching.

 

Para mais informações contactar: academy@ptcgroup.com.pt

 

http://www.ptcgroup.com.pt/pt/

 

 

CIP apresenta mais de 50 propostas

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal apresentou hoje mais de 50 propostas para o Orçamento do Estado para 2019 (consulte aqui), elegendo a promoção da produtividade como principal prioridade da política económica, e concretizando-a num conjunto de propostas estruturado em quatro grandes eixos:  

in CIP 11-09-2018


  • Promover o investimento;
  • Fomentar condições de capitalização e financiamento;
  • Adequar o mercado de trabalho;
  • Melhorar o ambiente de negócios;

A CIP destaca ainda, como medidas transversais aos quatro eixos de propostas, a necessidade absoluta de previsibilidade no plano fiscal.

Desde logo, garantindo que a tributação que incide direta ou indiretamente sobre as empresas não é agravada e que não serão criados novos impostos que afetem as empresas; além da inclusão, em todas as alterações fiscais tendentes a reduzir a carga fiscal sobre as empresas, de uma cláusula de compromisso da sua continuidade durante um período não inferior a 7 anos.

“É tempo de o Governo deixar de olhar para as empresas como meras fontes de receita, mas antes como o motor de crescimento da economia portuguesa. A redução da carga fiscal é necessária mas a previsibilidade do enquadramento fiscal é igualmente importante. Não é possível às empresas portuguesas terem um plano de investimentos a médio prazo quando o enquadramento fiscal muda todos os anos”, nota António Saraiva.

Os sinais evidentes de que a componente cíclica da recuperação tende a desvanecer-se levam a CIP a con­cluir que é necessário sustentar o crescimento em ba­ses mais sólidas e duradouras, consistentes com um modelo de economia competitiva, assente em aumen­tos da produtividade.

De facto, a produtividade é condição indispensável para que as empresas continuem a criar mais empre­go, para que possam suportar aumentos salariais e para que as exportações continuem a ser, como até agora, o principal motor da recuperação.

É, por isso, fundamental ultrapassar os fatores estrutu­rais que determinam a dinâmica muito fraca da produ­tividade, desde o início do século, dinâmica essa que, na atual fase de recuperação económica, se agravou para valores negativos.

Para o dirigente da CIP “só com empresas fortes podemos ter um Estado Social justo”. E adianta: “Não é dificultando o desempenho daqueles que mais empregos geram e riqueza multiplicam no País, que vão conseguir reunir os meios necessários para a criação de políticas de redistribuição sustentáveis. Políticas de que um Portugal mais justo, mais solidário e mais transversalmente desenvolvido, tanto necessita. Sem riqueza não há políticas redistributivas que resultem no tempo”.

António Saraiva afirma ainda que: “Na CIP, não prometemos nem pedimos paraísos, nem demagogias irresponsáveis. As nossas empresas e empresários perceberam e interiorizaram como ninguém o significado do conceito de sustentabilidade. O que queremos é que nos ajudem a criar condições justas e adequadas ao desempenho da nossa atividade. Que compreendam a necessidade de se criarem incentivos a quem mais investe, arrisca e produz”.

O discurso do Presidente da CIP e a intervenção de Pedro Capucho, Coordenador do Departamento dos Assuntos Económicos da CIP, já estão disponíveis em: http://cip.org.pt/conferencia-orcamento-de-estado-2019-oradores/