Participação portuguesa nos Automotive Meetings Tangier-Med

Numa iniciativa conjunta da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel e da CEFAMOL – Associação Nacional da Indústria de Moldes, e que contou com o apoio da Delegação da AICEP em Marrocos, decorreu entre os dias 6 e 8 a participação portuguesa nos Automotive Meetings Tangier-Med, Marrocos.

in AFIA, 15-02-2019


Esta foi a sexta edição deste certame organizado pela AMICA (associação marroquina para a indústria e construção automóvel) evento focado em reuniões bilaterais entre as empresas participantes. No total estiverem representadas 150 empresas, entre construtores de automóveis, fabricantes de componentes, indústria de moldes e prestadores de serviços. Além de empresas marroquinas, participaram empresas de outros países tais como França, Espanha, Alemanha, Coreia do Sul e Japão.

A delegação portuguesa foi constituída por 8 empresas (Batista Moldes, CR Moldes, Gotec, KLC, MD Moldes, Moldit, Prifer e Toolpresse-TJ Moldes) que mostraram a sua capacidade para responder às necessidades do mercado automóvel marroquino. A promoção da oferta nacional e a identificação de novas oportunidades assume maior relevo quanto mais se atenta no significativo desenvolvimento da indústria automóvel naquele país. Um crescimento acelerado do número de viaturas montadas que passou de 40 mil em 2010 para mais de 400 mil carros produzidos no ano de 2018. Alavancado no plano de aceleração industrial 2014-2020, Marrocos pretende chegar até 2022 com uma capacidade de produção anual de um milhão de veículos, para tanto contribuindo os planos de crescimento industrial da Renault (2 fábricas), da PSA – Peugeot Citroën e do recente anúncio da construção de uma fábrica do construtor chinês BYD.

Marrocos já é um parceiro de negócio significativo para as empresas nacionais de fabricação de componentes que em 2018 para lá exportaram 71 milhões de euros, sendo por isso Marrocos o 16º destino das exportações de componentes portugueses.

Esta participação teve um saldo extremamente positivo pelos múltiplos contactos e visitas recebidas, sendo de salientar o encontro com o Ministro da Indústria de Marrocos, que afirmou a importância da indústria automóvel portuguesa para a consolidação da indústria automóvel daquele país do Magreb. Relembre-se que em Dezembro de 2017 a AFIA assinou um protocolo de colaboração com a AMICA que visa o reforço da cooperação técnica e comercial; e a coordenação de acções entre as duas entidades.

 


 

Da esquerda para a direita: Rui Cordovil (Delegado da AICEP Marrocos), Moulay Hafid El Alamy (Ministro da Indústria de Marrocos), Adão Ferreira (Secretário-Geral da AFIA) e Manuel Oliveira (Secretário-Geral da CEFAMOL).
Visita do Ministro da Indústria ao stand da AFIA / CEFAMOL

 

 

Autoeuropa vai produzir versão mais desportiva do T-Roc

Versão ‘vitaminada’ do veículo utilitário desportivo será oficialmente apresentada dia 7 de março, no Salão Automóvel de Genebra.

in Dinheiro Vivo, 14-02-2019


 

A Autoeuropa prepara-se para produzir mais T-Roc. A Volkswagen vai apresentar no dia 7 de março, no Salão Automóvel de Genebra, o T-Roc R, a versão mais desportiva do veículo utilitário desportivo e que também será montada na unidade portuguesa do gigante automóvel alemão a partir dos próximos meses.

Nesta versão, será montado um motor a gasolina 2.0 turbo, com 296 cv, semelhante ao que está debaixo do capot do Volkswagen Golf R e do Seat Leon Cupra, as versões mais dinâmicas do grupo Volkswagen.

O T-Roc R tem sido testado pela unidade de negócio Volkswagen R na versão antiga do circuito de Nürburgring e tem contado com o contributo dos pilotos Petter Solberg e Benjamin Leuchter, segundo informação enviada à imprensa esta quinta-feira.

O Volkswagen T-Roc começou a ser produzido em série no final de julho de 2017 na fábrica da Autoeuropa. O grupo automóvel alemão diz que desde novembro de 2017 já foram vendidas perto de 200 000 unidades deste veículo, o primeiro modelo de larga escala da unidade de Palmela

 

 

Nissan to open plant in Algeria

Nissan has signed a joint-venture agreement with an Algerian private partner to build a car plant at a cost of $160 million, the company said on Wednesday.

in Automotive News Europe, by Hamid Ould Ahmed | Reuters, 13-02-2019


The plant, near the western city of Oran, is due to start production in the first half of 2020 with a capacity of 63,500 cars and light commercial vehicles annually, Peyman Kargar, Nissan’s senior vice president and chairman of operations in Africa, Middle East and India, said at a signing ceremony in Algiers.

The plant will produce several models, Nissan said. Details of which vehicles will be built in Algeria will be announced at a later date, the company said.

Nissan’s partner, Hasnaoui Group, will hold a majority stake in the project, which is expected to create 1,800 jobs.

Algeria has banned car imports as part of an attempt to cut spending due to lower oil and gas earnings, the main source of state finances.

“We want to help diversify our economy,” said Hasnaoui Group’s owner Sofiane Hasnaoui.

The North African country, an OPEC member, has been trying to attract foreign investment and develop the non-energy sector, which accounts for just 6 percent of total export revenues.

“Algeria is a big country for us. Thanks to government’s support, we managed to conclude this deal,” said Kargar.

“Our top priority is to meet local demand, but we will think about exporting our product later,” he added.

The deal also includes training of the plant’s employees by Nissan staff, Hasnaoui said.

 

 

Stable EU auto market in view for 2019, with CO2 and trade challenges ahead

In 2019, EU car sales will stagnate at 2018 levels in terms of units sold, staying close to the 15 million new registrations mark recorded last year, according to new forecasts by the European Automobile Manufacturers’ Association (ACEA).

in ACAP, 13-02-2019


Although 2018 was the fifth consecutive year of growth, the pace of growth has slowed down significantly over the last few years, amounting to a slight increase of just 0.1% in 2018 (compared to +9.3% in 2015). For 2019, ACEA expects at best a stable EU car market, with a growth rate of under 1%.

“Given this rather shaky growth forecast, we will need to take every effort to safeguard our industry’s competitiveness, bearing in mind some of the major challenges ahead,” stated ACEA President Carlos Tavares during a press conference in Paris this afternoon. “These include meeting stringent car and van CO2 targets – both for 2020 and the recently-agreed post-2020 targets – the looming prospect of a no-deal Brexit, and the ever-present threat of tariffs on US car imports.”

Largely due to the continuing decline in diesel sales – which are being offset primarily by an increase in sales of petrol cars (up by almost six and a half percentage points last year) – first indications suggest that 2018 was the second year in a row where CO2 emissions from new cars increased. In this context, meeting future CO2 targets will require a significantly stronger market uptake of electric cars and other alternatively-powered vehicles than is currently proving possible. Consumers however remain sceptical.

Indeed, the latest full-year figures show that just 2% of all new cars sold in 2018 were electrically-chargeable. This is largely due to the limited affordability of these cars, as well as the lack of charging and refuelling infrastructure. “In an effort to make these extremely ambitious CO2 reductions achievable in practice, we are urging policy makers to ensure that all the right enabling conditions are in place, particularly by making the much-needed investments in infrastructure,” urged Mr Tavares.

“The prospect of a no-deal Brexit still has not been ruled out. On the contrary, this scenario looks more likely than ever before,” Tavares warned. Hence, auto manufacturers are being forced to take drastic contingency measures – with some seeking warehouse space to stockpile parts, others planning a temporary post-Brexit production shutdown, and several companies even cutting back their investments in the UK.

Tavares: “The harsh fact, however, remains that none of this can realistically cover all the gaps left by the UK’s withdrawal from the EU on WTO terms. That is why we are urging both sides to redouble their efforts to successfully conclude a withdrawal deal in these crucial final weeks.”

 

 

 

 

O Centro de Mangualde irá produzir o novo Opel Combo, integrando toda a nova geração de pequenos furgões do Groupe PSA

Após o lançamento industrial da terceira geração dos veículos comerciais das marcas Citroën e Peugeot, o Centro de Mangualde produzirá, pela primeira vez, veículos da marca Opel.

in PSA Mangualde, 08-02-2019


Em 2018, a fábrica de Mangualde iniciou a produção dos novos Peugeot Partner/Rifter e Citroën Berlingo/ Berlingo Van. Para receber a produção destes veículos com os melhores níveis de eficiência, o Centro realizou um profundo processo de modernização e uma das mais importantes transformações industriais da sua história.

No desenvolvimento deste projeto e com a integração da Opel no dispositivo industrial do Groupe PSA, o Centro de Mangualde irá incluir, a partir do segundo semestre de 2019, a produção do novo Opel Combo, em duas variantes – comercial e de passageiros.

Este novo modelo vai possibilitar uma maior estabilidade e flexibilidade dos volumes de produção, permitindo que a fábrica se torne mais competitiva para responder a um mercado automóvel cada vez mais exigente.

A fabricação do Combo será partilhada com a fábrica de Vigo (Espanha), que já produz a marca Opel desde julho de 2018. Esta nova geração de veículos comerciais ligeiros do Groupe PSA está a ser produzida sobre a plataforma EMP2 e em exclusivo mundial nas duas fábricas ibéricas – Mangualde e Vigo.

Os modelos Peugeot Partner, Citroën Berlingo e Opel/Vauxhall Combo foram eleitos recentemente “Furgão Internacional do Ano 2019” e “Best Buy Car of Europe de 2019”, galardões internacionais que reconheceram as múltiplas qualidades dos pequenos furgões do Groupe PSA.

Os principais mercados de destino dos modelos Opel Combo produzidos na fábrica de Mangualde serão Portugal, Espanha, França e Itália.

 

 

 

Skoda inicia la producción del Scala en la República Checa

Skoda ha iniciado la producción de su nuevo modelo compacto, el Scala, en su factoría de Mladá Boleslav (República Checa).

in AutoRevista, 12-02-2019


Se trata del primer vehículo de la marca basado en la plataforma MQB-A0del Grupo Volkswagen. Michael Oeljeklaus, responsable de Producción y Logística del Comité Ejecutivo de Skoda ha manifestado que “el inicio de la producción del nuevo ŠKODA SCALA es un momento muy especial para el conjunto de la compañía, especialmente para nuestra plantilla. El modelo fue diseñado y desarrollado en Mladá Boleslav – y aquí se fabricará a partir de hoy”.

La fabricación sobre plataforma MQB-A0 del Grupo Volkswagen permite emplear sistemas de asistencia innovadores de segmentos superiores, y proporciona una seguridad y un confort aún mayores en el segmento de los coches compactos. Junto con el sistema de asistencia de carril, el Scala incorpora detector de ángulo muerto, asistente lateral con alerta de tráfico posterior y control de crucero adaptativo. También están disponibles faros delanteros y traseros full-LED.

Actualmente, los clientes pueden elegir entre cuatro variantes de motor: tres de gasolina y una versión TDI. Una quinta variante, una versión GNC propulsada por gas natural, se incorporará a la oferta a lo largo de este año. La potencia de estos motores va de 66 kW (90 CV) a 110 kW (150 CV). Todos ellos cuentan con turboalimentación así como con inyección directa, y cumplen con la normativa de emisiones Euro 6d-TEMP. También están equipados con sistema Stop/Start y tecnología de recuperación de la energía de frenada. El Scala es el primer modelo europeo de la marca que incorpora la palabra Skoda en el portón trasero.

 

 

Artigo de opinião | Veículos elétricos

Será que o objetivo central das políticas públicas passa por alavancar a substituição maciça do parque convencional por novos automóveis elétricos?

in Público, artigo de opinião de Demétrio Alves, 11-02-2019


Face à intensa intervenção pública de milhares de “cientistas” assegurando que tudo, e o seu contrário, em matéria do clima, se deve ao CO2 antropogénico, impõe-se clarificar que este artigo não tem como objetivo debater a verosimilhança científica de tal correlação. Até pela insuficiência do articulista nessa matéria.

Mesmo dando como aceite que as alterações climáticas sejam um problema para o planeta e para a humanidade, e que tal se deve ao CO2 produzido pelas atividades socioeconómicas, por que razão há quem tenha que suportar os enormes custos das medidas de erradicação/mitigação (a grande maioria dos consumidores/contribuintes), enquanto outros (investidores/empresários/especuladores) extraem fabulosos lucros com as políticas públicas e privadas voluntaristas que norteiam a descarbonização feita em marcha acelerada?

Vejamos a questão da mobilidade/transporte de pessoas e mercadorias. Com o objetivo de “descarbonizar a economia e a sociedade”, iniciaram-se na UE grandes campanhas para intensificar a substituição de viaturas tradicionais por veículos com propulsão elétrica. É a campanha do “tudo elétrico”.

Através de uma agressiva publicidade comercial e institucional têm-se conseguido crescimentos nas vendas dos híbridos – que só fazem curtíssimos percursos com emissões zero – e, também, nos últimos dois anos, de viaturas exclusivamente elétricas. Trata-se de veículos significativamente mais caros do que os seus equivalentes convencionais, apesar da subsidiação estatal suportada com esforço fiscal e parafiscal de consumidores/contribuintes.

Será que o objetivo central das políticas públicas passa por alavancar a substituição maciça do parque convencional por novos automóveis (TI) elétricos? Pelo que se lê, vê e ouve, parece que sim. Ou seja, os nossos esclarecidos dirigentes governamentais gostariam de substituir, não o paradigma de mobilidade, mas apenas o tipo das viaturas: nas metrópoles, cidades e vilas, não haveria gases, é certo, mas… as filas e engarrafamentos perdurariam!

A produção de um carro elétrico implica mais 50% de CO2 em comparação com a de um carro térmico equivalente. O seu fabrico (motor e baterias) exige metais caros e alguns com grandes impactes ambientais no processo extrativo. Estima-se que o ponto de equilíbrio, em termos das emissões de CO2, entre uma viatura elétrica e outra convencional, só se atinja ao fim de 40.000 km percorridos. Isto é, cerca de três anos para um utilizador médio.

O cobalto, grafite, magnésio, lítio ou neodímio necessários determinariam, se houvesse uma massificação de veículos elétricos, uma corrida às matérias primas com consequências imprevisíveis. Cada carro elétrico necessita de 4 kg de neodímio e, para obter 24 gramas, é preciso tratar 600 kg de minério. O Banco Mundial alertou para a possibilidade de vir a haver saturação na exploração/extração de metais e elementos raros.

O fabrico dos veículos elétricos implicará utilizar cerca de 250 kg de alumínio/unidade. A sua produção exige muita eletricidade que não pode depender da (intermitência) flutuabilidade e imprevisibilidade das renováveis.

A questão da autonomia está por resolver não obstante as audaciosas promessas quanto às quilometragens conseguidas entre recargas. As viaturas elétricas individuais (TI) são funcionais nos circuitos estritamente urbanos, com frequentes paragens e arranques. Para deslocações longas e médias (áreas metropolitanas) já assim não é.

A rede infraestrutural para recargas (rápidas e/ou lentas), os tempos necessários e o preço da eletricidade + serviços complementares, são questões cruciais que estão por esclarecer. Num teste realizado em Espanha com uma moderna viatura elétrica, verificou-se a necessidade de 12h40 minutos para fazer Madrid-Sevilha (520 km), com três paragens para carregamento, duas lentas e uma rápida!

Agora que se têm verificado baixíssimas temperaturas, imagine-se o que aconteceria aos ocupantes de uma viatura elétrica forçada a parar durante várias horas numa estrada isolada? O esforço de eletrificação motriz deveria, de facto, privilegiar os meios e modos pesados de transporte de passageiros (comboios, metros, elétricos, etc.).

 

 

 

 

Autoeuropa vai prolongar produção da Sharan até 2022

A fábrica de Palmela vai baixar o volume de produção da carrinha, que tinha o fim previsto para 2020. Empresa promete fazer investimentos.

in ECO economia online, por Mónica Silvares, 11-02-2019


A Autoeuropa vai reduzir a produção da carrinha Sharan, cujo fim estava previsto para 2020. No entanto, em contrapartida, a fábrica de Palmela compromete-se a prolongar a produção por mais dois anos, apurou o ECO.

A administração da fábrica esteve reunida esta segunda-feira com os sindicatos a quem foi deixada a garantia de continuidade de produção do modelo até 2022, apesar de uma redução dos atuais níveis de produção. No encontro, que decorreu esta manhã, a empresa comprometeu-se ainda em continuar a fazer investimentos na fábrica, uma preocupação manifestada pelos sindicatos e que recebeu bom acolhimento junto da administração.

Na agenda do encontro esteve ainda os horários atuais e uma tentativa por parte dos sindicatos de fixar uma data limite para os mesmos. No entanto, a administração não se comprometeu com uma data, dizendo apenas que os três turnos diários, mais dois ao sábado e domingo, se vão manter enquanto o nível de produção assim o justificar. Em causa podem estar seis a sete anos com o presente esquema de trabalho. Tudo dependerá do volume de produção, que o ano passado duplicou, graças à procura pelo novo modelo o T-ROC, embora tenha ficado aquém da meta de 240 mil definida no início de 2018.

Este ritmo elevado também levou os sindicatos a manifestar preocupação quanto aos acidentes de trabalho e as doenças profissionais. A preocupação é mútua e por isso vai ser agendada para março uma reunião com a responsável pela área de higiene e segurança no trabalho da empresa.

 

 

 

U.S. Light Vehicle Sales Expected to Take a Dip in 2019

Many Risks to the Forecast
CAR’s updated automotive sales outlook forecasts U.S. light vehicle sales at 16.8 million units for 2019.

in Center for Automotive Research, 11-02-2019


CAR’s forecast includes a continuation of sales declines in 2020 and 2021 down to 16.5 million units in 2021. Sales are projected to rebound to 16.8 million units by 2022 and continue an upward trend through 2025.

Figure 1: U.S. Light Vehicle Sales, 2015-2018, and CAR’s Forecast, 2019-2025

Source: Historical data – Ward’s Automotive Intelligence; Forecast – Center for Automotive Research

There are a number of positive factors that support a high level of U.S. light vehicle sales, including:

  • Projected moderate U.S. economic output growth in 2019
  • Historically low U.S. unemployment rates
  • Relatively low oil prices continue through 2020
  • Underlying nominal wage growth continues
  • High levels of consumer confidence were reached in Q4 2018, and
  • Solid new housing starts and home prices rebounding to pre-recession levels

Just as there are positives affecting the forecast, there are range of trends and risk factors that could drive U.S. light vehicle sales lower, including:

  • Uncertain passage of the United States Mexico Canada (USMCA) trade agreement
  • Continued imposition of steel and aluminum import tariffs – especially on Canada and Mexico, two of the largest sources of imported metals for the auto industry
  • Lingering effects from the December-January partial government shutdown and the possibility of another government hiatus
  • The potential national security tariffs that could be levied on imports of autos and automotive parts under Section 232
  • Long-term treasury yields falling to near the federal funds rate and the potential for a treasury yield curve inversion that is a leading indicator of a U.S. recession
  • Slowed global economic growth including auto sales declines in China, economic impacts of Brexit on the UK and EU, and slowing economic output in Japan, and
  • Potential impact of trade negotiations with China, Japan, EU, and UK.

 

 

Continental concluiu aquisição da Kathrein Automotive

A empresa tecnológica Continental anunciou que concluiu, com sucesso, o processo de aquisição da Kathrein Automotive GmbH, depois das autoridades da concorrência aprovarem, oficialmente, a transação.

in Jornal das Oficinas, 10-02-2019


Esta incorporação constitui um passo que dará à Continental um importante segmento de competências. Antenas inteligentes para veículos são o ponto de partida para a conectividade do futuro dentro e fora do automóvel.

O potencial de aplicação varia do acesso remoto a chaves até soluções telemáticas de aplicações de navegação. Um veículo conectado pode conter até 22 antenas instaladas.

Apoiada pelo conhecimento da Kathrein Automotive, a Continental pode oferecer um vasto portefólio, desde antenas de haste até ao Módulo de Antena Inteligente.

As principais funções do Módulo de Antena Inteligente incluem a integração de várias tecnologias V2X, tais como a solução global 5G Hybrid V2X, que permite a comunicação através da rede móvel, bem como uma rápida, direta e fiável troca de dados. A Continental ganhou, recentemente, o primeiro cliente para a sua plataforma híbrida e flexível de 5G.

A Continental está a incorporar todos os colaboradores da Kathrein Automotive em todas as suas localizações: Brasil, China, Alemanha, México, Portugal e EUA. Ambas as partes concordaram em não divulgar o valor da compra.

A decisão da Continental de adquirir a especialista na produção de sistemas de transmissão e receção de dados de veículos, colocou a empresa numa posição cimeira no promissor mercado de antenas para veículos.

Os analistas consideram que este mercado vai crescer cerca de 6,5% por ano, entre 2019 e 2022. A incorporação do know-how da Kathrein Automotive constitui um importante desenvolvimento naquilo que provou, até à data, ser uma parceria de sucesso.

Como resultado da cooperação entre a Continental e a Kathrein, o Módulo de Antena Inteligente e o Multifuncional Smart Device Terminal estão já no mercado e fornecem, com sucesso, soluções de conectividade.

O Módulo de Antena Inteligente substitui as antenas individuais que, até hoje, eram espalhadas em torno dos veículos. Combina as antenas e os componentes eletrónicos complementares num módulo de hardware.

Isto não só simplifica o conjunto de cabos e reduz o espaço de instalação, como melhora, simultaneamente, a qualidade do sinal. O Multifuncional Smart Device Terminal permite aos condutores integrarem o seu estilo de vida digital nos seus veículos, ligando-os, de forma fácil e abrangente, aos seus dispositivos móveis.