Custo das matérias-primas para veículos elétricos mais do que duplicou em dois anos

Os preços das matérias-primas necessárias para a produção de veículos elétricos subiram mais do dobro em dois anos, segundo a empresa AlixPartners

in Expresso / Lusa, 23-06-2022


Os preços das matérias-primas necessárias para a produção de veículos elétricos subiram mais do dobro em dois anos, apurou um estudo da empresa norte-americana AlixPartners.

O documento assinala que materiais como cobalto, níquel e lítio, necessários para produzir baterias elétricas, aumentaram 144% desde março de 2020.

Na base do aumento, o preço médio das matérias-primas de um veículo elétrico está agora em 8255 dólares, quando em março de 2021 era de 3381.

Só os custos de materiais específicos passaram de dois mil dólares por veículo elétrico para 4500.

O aumento dos preços destes materiais está a alargar a distância entre os custos dos veículos elétricos e os de combustão, que também estão a sofrer aumentos dos preços das matérias-primas.

Para a AlixPartners, o valor médio das matérias-primas necessárias para produzir um veículo de combustão está agora em 3662 dólares por automóvel, menos 4593 dólares do que para os elétricos.

O documento da AlixPartners avançou que o aumento dos custos é fruto do rápido aumento da produção dos veículos elétricos pelas principais companhias automobilísticas do mundo.

Prevê-se que para 2028, os veículos elétricos representavam 33% das vendas mundiais de automóveis, proporção que em 2035 deve chegar a 54%.

O ano passado, apenas oito por cento de todos os veículos vendidos no mundo eram elétricos.

Entre 2022 e 2026, o setor automóvel tem previsto investir 526 mil milhões de dólares na produção de veículos elétricos.

 

MOBINOV – AFIA – ACAP | «ESTUDO DA OIT NÃO REPRESENTA O SETOR»

Crescimento acima da média europeia, mais inovação, postos de trabalho estáveis e remunerações acima da média, foram alguns dos dados destacados

in MOBINOV / ACAP / AFIA, 23-06-2022


No seguimento do estudo apresentado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) a MOBINOV, Associação do Cluster Automóvel, a ACAP (Associação Automóvel de Portugal) e a AFIA (Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel) realizaram uma Conferência de Imprensa conjunta, terça-feira dia 21 de junho, na sede da ACAP, em Lisboa.

De acordo com Jorge Rosa, presidente da MOBINOV, que presidiu a esta conferência, é «importante reiterar o enorme respeito que temos pela OIT mas isso não nos pode impedir de mostrar o nosso desacordo» em relação ao conteúdo do relatório apresentado no passado dia 14 de junho, uma vez que «do nosso ponto de vista não apresenta o retrato real daquele que é um dos setores industriais mais relevantes para o país».

O cluster da indústria automóvel em Portugal é um setor vital para a economia portuguesa, tendo representado em 2019, cerca de 17% do valor acrescentado bruto (VAB) total da indústria transformadora. De acordo com José Couto, presidente da AFIA, «o seu impacto é crucial para a economia nacional e reflete-se também na criação de emprego, sendo responsável por mais de 90 mil postos de trabalho em 2019 e 28% das exportações de bens transacionáveis a nível nacional.»

No âmbito da Conferência de Imprensa realizada terça-feira, José Couto destaca ainda que a indústria nacional de componentes automóveis registou entre o ano de 2015 e 2019 um crescimento anual de 8%, bem acima da produção automóvel europeia que se ficou por um aumento de apenas 0,3%.

Atendendo aos efeitos da pandemia de COVID-19 a performance deste setor em 2020 ainda que com o decréscimo de 13,6% e uma recuperação de 4% em 2021 continuou a evidenciar a competitividade e resiliência desta indústria. É importante referir que a produção automóvel europeia apresentou uma queda de 22% em 2020 e um recuo de 3,5% no ano passado.

Também no que se refere ao número de empresas existentes, importa destacar que o setor automóvel nacional agrega mais de 1.100 empresas, 350 das quais correspondem à indústria de componentes automóveis.

Outro dado que mereceu atenção estava relacionado com os postos de trabalho, uma vez que o setor apresenta um volume de emprego direto na ordem das 90.000 pessoas, sendo que a indústria de componentes automóveis emprega 61.000 pessoas, faturando 10,7 mil milhões de euros (2021), com uma quota de exportação superior a 80%. É importante reter que a indústria automóvel cria empregos estáveis, qualificados e com remuneração de 13% acima da média verificada na indústria transformadora.

E, em termos de investimentos, entre 2015 e 2020, a indústria de componentes para automóveis investiu 4,3 mil milhões de euros, ou seja, 16,8% do total de investimento da mesma indústria transformadora.

Também por tudo isto importa reter que este é um cluster estratégico para a economia portuguesa e que um estudo desta dimensão e realizado por uma entidade como a OIT tem um impacto muito significativo em termos nacionais e internacionais no que se refere à imagem do setor.

Ainda na conferência de imprensa, e de acordo com Helder Pedro, secretário-geral da ACAP, «Portugal tem todas as condições para investir na eletrificação dos veículos, uma vez que tem toda a fileira para a produção de baterias». Aliás, segundo o representante da ACAP, o «problema não se coloca da parte da indústria mas sim, dos consumidores estarem preparados ou terem capacidade financeira para fazer esta mudança para os motores eletrificados». Também por isto, é importante que o Governo tenha aqui uma intervenção.

Os representantes da MOBINOV, ACAP e AFIA referem que o estudo apresentado pela OIT está focado, exclusivamente, no CAE 29 daí que, avaliar a indústria automóvel apenas baseada no código da atividade económica é muito redutor e não representativa do setor, deixando de fora uma parte muito significativa das empresas.

 


 

Sobre a MOBINOV

  • A MOBINOV caracteriza-se como uma plataforma agregadora de conhecimento e competência no âmbito da indústria do setor automóvel, para promover uma crescente valorização da competitividade e da internacionalização do sector. O principal objetivo desta é transformar Portugal numa referência na investigação, inovação, conceção, desenvolvimento, fabrico e testes de produtos e serviços da indústria do setor automóvel. A MOBINOV, fundada em 2016, resulta de uma iniciativa conjunta da ACAP e da AFIA.

Sobre a ACAP

  • A ACAP é uma Associação Empresarial Privada que representa, há mais de 100 anos, a nível nacional, a globalidade do Sector Automóvel. Pelo reconhecimento do mérito da ação desenvolvida, a ACAP foi agraciada como Membro Honorário da Ordem do Mérito Agrícola e Industrial na Classe de Mérito Industrial e foi-lhe ainda reconhecido “Estatuto de Entidade de Utilidade Pública”. Consciente da importância do desenvolvimento sustentável do Sector Automóvel, a ACAP constituiu a Valorpneu – Entidade Gestora do Sistema de Pneus Usados e a Valorcar – Sociedade de Gestão de Veículos em Fim de Vida. Com vista ao reforço da competitividade do Sector, a ACAP participou na criação do Cluster Automóvel -MOBINOV.

Sobre a AFIA

  • A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
    A indústria de componentes para automóveis em Portugal agrega cerca de 350 empresas e emprega diretamente 61.000 pessoas. Fatura 10,7 mil milhões de Euros (ano 2021), com uma quota de exportação superior a 80%.
    Em termos de importância na economia nacional, representa 5,2% do PIB, 9,1% do emprego da indústria transformadora e 16,1% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

Stellantis will halt production at Rennes plant due to chip shortage

Stellantis will halt production again its Rennes plant due to chip shortages that have dogged production there.

in Automotive News Europe / Reuters, 23-06-2022


Stellantis will halt production at its Rennes plant in Brittany on July 3 due to a chip shortage, a spokesperson told Reuters, confirming French media reports.

The factory, which builds Peugeot and Citroen midsize cars, has suffered previous production halts due to component shortages.

Another production halt at the Sochaux Peugeot plant in eastern France was extended until the end of next week, Stellantis added on Wednesday, also citing semiconductor supply problems.

 

 

STELLANTIS | Production is pictured at the Rennes plant.

 

 

Produtividade nos componentes para automóveis está acima da indústria transformadora

AFIA CONTESTA NÚMEROS DA OIT

in Vida Económica, 23-06-2022


No seguimento do estudo apresentado recentemente pela OIT – Organização Internacional do Trabalho a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel contesta os números apresentados em relação à indústria automóvel, uma vez que não foram considerados os valores da indústria de componentes automóveis em Portugal, e que constitui um dos setores industriais mais relevantes para o país.

Assim que a AFIA teve conhecimento da base de dados a trabalhar pela OIT forneceu também os Códigos da Atividade Económica (CAE) das empresas associadas que não foram tidas em consideração.

Como representante dos fornecedores de componentes para a indústria automóvel, a AFIA agrega 350 empresas, com um volume de emprego direto na ordem das 61 mil pessoas, faturando 10,7 mil milhões de euros (2021), com uma quota de exportação superior a 80%. É importante reter que a indústria de componentes automóveis cria empregos estáveis, qualificados e com remuneração acima da média, situação que claramente não foi abordada neste estudo, criando uma imagem do setor que não corresponde à realidade.

A AFIA afirma ter disponibilizado estudos sobre o cluster, onde se mostra uma indústria automóvel competitiva e de grande valor internacional, é inaceitável que sofra um ataque desta dimensão, criado por um erro de análise, mostrando uma imagem de um setor sem dimensão tecnológica e sem preparação para enfrentar os desafios que se aproximam.

Estudo focado no CAE 29

O estudo apresentado pela OIT está focado, exclusivamente, no CAE 29 que se refere à “Fabricação de veículos automóveis, reboques, semi-reboques e componentes para veículos automóveis”, deixando de fora produtos ou componentes como sistemas de navegação, antenas, “infontainment”, pneus, cabos elétricos, sistemas de fechaduras, revestimentos têxteis (estofos e revestimentos interiores), peças técnicas em plásticos, peças técnicas em borracha, peças técnicas metálicas, entre outras.

Daí que avaliar a indústria automóvel apenas baseada no código da atividade económica é muito redutor e não representativa do setor, deixando de fora uma parte muito significativa das empresas. Aliás, e pelo exposto acima, a indústria de componentes automóveis está claramente subavaliada nas estatísticas oficiais, Instituto Nacional de Estatística e Banco de Portugal.

É mesmo importante referir e destacar alguns pontos que mostram um setor bem diferente do apresentado no estudo da OIT. Aliás, entre 2015 e 2022 a indústria transformadora criou 52.500 novos postos de trabalho, sendo que 27% dos novos empregos foram gerados pela indústria de componentes.

Em média, a indústria de componentes para automóveis remunera os seus trabalhadores 13% acima do verificado na indústria transformadora.

No se refere à produtividade, o trabalho na indústria de componentes para automóveis é 28% superior à média da indústria transformadora.

E, em termos de investimentos, entre 2015 e 2020, a indústria de componentes para automóveis investiu 4,3 mil milhões de euros, ou seja, 16,8% do total de investimento da indústria transformadora.

Refira-se ainda que a performance em 2020 e 2021 continuou a evidenciar a força da indústria portuguesa de componentes automóveis. Esta performance, muito acima da taxa de crescimento da indústria automóvel europeia, demonstra um aumento de penetração e ganho de quota de mercado dos componentes portugueses. Tal desempenho só é possível pela resiliência, competência e fiabilidade continuadamente demonstradas pela indústria junto dos clientes internacionais. Note-se que 98% dos carros produzidos na Europa têm pelo menos um componente fabricado em Portugal.

Com a Indústria de Componentes Automóveis a revelar um desempenho, claramente, acima da produção automóvel na Europa, este é um setor em contínua expansão, “sobretudo através do dinamismo das unidades instaladas, que consigo arrastam um conjunto alargado de subfornecedores, é ainda um setor que investiga, que realiza parcerias com inúmeras universidades de engenharia portuguesas e que apresenta elevadas taxas de formação dos seus ativos, com um inequívoco aumento dos conhecimentos e sua realização profissional”, refere José Couto, presidente da AFIA.

E, sendo a compilação e disseminação das informações setoriais e dados estatísticos, para uma melhor defesa dos interesses dos fornecedores da indústria automóvel, uma das atividades da AFIA, “mostramo-nos disponíveis para dialogar com o Governo, com a OIT e com os organismos públicos de forma a promover um conhecimento mais aprofundado desta importante indústria e o seu real contributo para a economia nacional, que deverá ser tido como estratégico e determinante no tecido industrial português”, acrescenta José Couto.

 

Ford to end car production at German plant

Automaker will seek ‘alternative opportunities’ for the Saarlouis factory.

in Automotive News Europe, by Nick Gibbs, 22-06-2022


Ford has no plans to replace Focus production at its vehicle assembly plant in Saarlouis, Germany, in 2025. Instead, the U.S. company will seek “alternative opportunities” for the factory, including selling it to another automaker, Ford of Europe Chairman Stuart Rowley said.

Rowley, however, stopped short of saying the facility would close.

“We are seeking other alternative opportunities for vehicle production at Saarlouis, including other manufacturers,” Rowley said in a conference call with journalists on Wednesday. “We do not have in our planning cycle an additional model that goes into Saarlouis.”

Saarlouis lost to Ford’s plant in Valencia, Spain, in its bid to produce vehicles on the company’s next-generation electric vehicle architecture starting later this decade, Ford said in a statement.

Both Valencia and Saarlouis will experience “significant” job reductions as Ford pivots to an electric only future, Rowley warned. “The reality of the industry is that the production of EVs will require fewer people,” he said.

Ford currently employs 6,000 people in Valencia and 4,600 in Saarlouis. Ford’s site in Cologne, Germany, is not affected by the headcount reduction. Rowley didn’t give any figures or a timeframe for the headcount reduction.

Ford gave no indication in what segment the electric models built by Valencia will compete.

The plant currently builds the Kuga compact SUV alongside the Galaxy and S-Max large minivans.

Production of the Mondeo midsize family at the plant has come to an end.

Saarlouis, which rececived a 600 million euro investment in 2017 to prepare it to make the current Focus, has long been under threat as Ford has pivoted to lower cost production sites in Europe. Those locations include as its facility in Craiova, Romania, where it builds the Puma small SUV, and in Kocaeli, Turkey, where it builds its Europe-leading commercial vehicle range.

Production at Saarlouis has been hit by supply chain shortages and the fall in demand for compact hatchbacks in general.

Ford’s attention in Germany is focused on its Cologne facility, which will start building a new SUV based on Volkswagen’s MEB electric platform starting in 2023.

 

 

Ford started production of the current Focus at Saarlouis in 2018.

 

Bosch dá suporte a veículos elétricos e híbridos

Ampla gama de peças, serviços e equipamentos de diagnóstico e de oficina

in Bosch, 22-06-2022


Na transição para a nova mobilidade, as vendas dos novos motores de força experimentaram um rápido crescimento na última década, atingindo a maior taxa de incremento em 2021. Assim, durante o ano passado, 37,6 por cento dos registos de novos veículos na UE foram veículos elétricos e híbridos, em comparação com 22,4 por cento em 2020. A Bosch aposta há muitos anos na eletrificação e é líder em inovação na condução elétrica, investindo atualmente mais de 800 milhões de euros neste tipo de propulsão. Além disso, a sua divisão Bosch Automotive Aftermarket está preparada para dar suporte a este tipo de veículo com uma ampla gama de peças, diagnósticos, equipamentos de oficina e serviços.

Para a manutenção de veículos híbridos e elétricos, a Bosch oferece uma ampla gama de produtos essenciais para garantir o seu bom funcionamento e prolongar a sua vida útil.

Baterias Bosch, a solução de 12V para os carros elétricos

Embora os veículos elétricos sejam alimentados por uma bateria de alta tensão, ainda precisam da bateria tradicional de 12 volts, uma vez que esta desempenha um papel fundamental no funcionamento de quase todos os componentes elétricos e garante a disponibilidade de sistemas críticos de segurança.

No normal funcionamento, a bateria de 12 volts é carregada a partir da bateria de alta tensão (HV), e é necessária para estabilizar o sistema elétrico e facilitar a alimentação de componentes como atuadores de direção hidráulica, bomba de pressão para ESP, ventiladores de habitáculo e do motor, aquecimentos dos bancos e vidro traseiro aquecido, bem como para várias unidades de controlo eletrónico do veículo. Além disso, quando o veículo elétrico não está a funcionar ou a carregar, o sistema de alta tensão é desligado, mas ainda existem muitas funções que dependem de uma fonte de alimentação confiável, como sistemas de travagem central e fecho centralizado, sinalização e iluminação interna e externa ou a ativação de sistemas multimédia. Para além de todas essas funções, a tarefa mais complexa de uma bateria de 12 volts ocorre quando algo está errado. De acordo com as normas ECE-R-100 e FMVSS-305, é obrigatório que qualquer tipo de bateria de alta tensão esteja isolada do restante da instalação elétrica em caso de falha no circuito de alta tensão ou em caso de acidente. Nestas situações, a única alimentação para todos os componentes seria a bateria de 12V, que deve permitir ao condutor parar o veículo em total segurança e poder controlar ativamente os sistemas de segurança: sistemas de assistência ao condutor, airbags, sistema de travagem ou luzes de aviso e ligação de emergência. A Bosch oferece uma ampla gama de baterias EFB e AGM de alta qualidade adequadas para veículos elétricos.

Discos e pastilhas de travão Bosch, uma gama completa para qualquer tipo de propulsão

O portfólio de pastilhas e discos de travão Bosch é adequado não apenas para veículos com motores de combustão interna, mas também para elétricos e híbridos, proporcionando uma alta cobertura de até 90% neste tipo de veículo e uma gestão de stock mais fácil para as oficinas.

Independentemente de serem para veículos elétricos, híbridos ou de combustão, as pastilhas e discos da Bosch cumprem os mais rigorosos requisitos de qualidade para um excelente desempenho de travagem, graças à seleção de materiais premium e aos testes metódicos realizados nas peças.

Escovas Bosch, uma maior visibilidade com a gama Aerotwin

Com 98 por cento de cobertura de mercado, a Bosch fornece escovas limpa para-brisas dianteiros e traseiros para a maioria dos veículos elétricos e híbridos no mercado europeu. A escova limpa para-brisas Bosch Aerotwin é sinónimo de excelente desempenho e limpeza silenciosa, mesmo sob as condições climáticas mais extremas. A escova, equipada com borracha PPP (Power Protection Plus) com revestimento patenteado, oferece segurança, garante uma visão clara e uma longa vida útil.

Filtros de habitáculo Bosch, maior proteção e comodidade

O filtro de habitáculo protege o que há de mais valioso num veículo: as pessoas. A maior consciência da saúde, preocupação com a poluição, proteção contra a inalação de gases de escape, maus odores, bactérias e alérgenos tornam estes componentes cada vez mais importantes.

A nova geração FILTER+pro da Bosch, com a sua camada de fibras com tratamento antimicrobiano, pode atuar de forma eficaz contra vírus, além de prevenir o aparecimento de mofo, e de proteger a eficiência do funcionamento do sistema de ar condicionado. Também para veículos elétricos, a Bosch recomenda a substituição do filtro de habitáculo a cada 15.000 quilómetros ou pelo menos uma vez por ano.

Peças Bosch para os veículos híbridos de gasolina

Um veículo híbrido é uma combinação de dois ou mais sistemas de propulsão, sendo o mais comum um motor elétrico e um motor de combustão interna. As principais vantagens dos motores híbridos são o menor consumo de combustível e um maior equilíbrio de CO2 através da travagem regenerativa, ou seja, a recuperação da energia cinética durante a travagem, um menor nível de ruído ao conduzir em modo puramente elétrico e menores emissões poluentes.

A injeção direta de gasolina (GDI) é o sistema predominante nos híbridos e é a chave para motores eficientes e económicos, pois reduz o consumo e as emissões e melhora a dinâmica de condução. Nesse sentido, a Bosch ocupa posição de destaque em injetores e bombas, garantindo a qualidade do equipamento original.

Equipamento de diagnóstico e oficina para veículos híbridos e elétricos

Além de peças, a Bosch também oferece uma gama completa de sistemas de diagnóstico e equipamentos de oficina para veículos elétricos. Assim, por exemplo, as estações de carregamento de ar condicionado (séries ACSx53 e ACSx63) aceitam os tipos de óleo PAG e POE e incluem funções de lavagem de mangueira, que são necessárias para a manutenção e revisão de sistemas de ar condicionado de veículos híbridos e elétricos.

Por sua vez, o software de diagnóstico multimarcas ESI[tronic] 2.0 e a série KTS 5xx já são usados ??em uma em cada três oficinas independentes na Europa. Desta forma, além de disponibilizar uma ampla cobertura dos sistemas de gestão elétrico e híbrido, o ESI[tronic] 2.0 oferece também uma excelente cobertura dos demais sistemas do veículo, incluindo SDA (safe diagnostic access), que permite o acesso às funções protegidas do veículo e futuras sessões de testes de diagnóstico.

A formação é a base

Tendo em conta que a reparação de veículos elétricos e híbridos exige novas competências e conhecimentos por parte dos mecânicos, a Bosch preparou uma vasta gama de cursos de formação para as oficinas, de modo a ajudar a prepararem-se para o futuro.

As formações são agrupadas em três níveis: básica, intermédia e avançada. Na formação básica, são ensinados trabalhos não eletrotécnicos, como cuidados com o veículo, troca de óleo, etc., enquanto na formação avançada, os formadores da Bosch mostram aos mecânicos como trabalhar num sistema com energia de alta tensão, combinando a teoria com a parte prática.

 

 

Carros elétricos: metade de todos os carregadores na União Europeia estão concentrados em apenas dois países

Electric cars: Half of all chargers in EU concentrated in just two countries

in ACEA, 22-06-2022 


New data analysis from the European Automobile Manufacturers’ Association (ACEA) shows that half of all charging points for electric cars in the European Union are concentrated in only two countries – the Netherlands (90,000 chargers) and Germany (60,000).

These two countries make up less than 10% of the entire EU surface area. The other half of all chargers are scattered throughout the remaining 25 countries, covering 90% of the region’s surface area.

The gap between countries at the top and bottom of the rankings is massive. The Netherlands – the country with the most infrastructure – has almost 1,600 times more charging points than the country with the least infrastructure (Cyprus, with just 57 charging points). Indeed, the Dutch alone have as many chargers as 23 member states combined.

When it comes to the distribution of infrastructure, there is a clear split between central and eastern European countries on the one hand and western European countries on the other. For instance, a sizeable country like Romania – some six times larger than the Netherlands – only has 0.4% of all the EU’s charging points.

Although there has been a strong increase in the number of charging points in the EU over the past five years (+180%), the total number (307,000) falls far short of what is required.

To meet CO2 targets, sales of electric vehicles will need to pick up massively in all EU countries. A recent study shows that up to 6.8m public charging points would be required by 2030 to reach the proposed 55% CO2 reduction for cars – meaning that we need to see over 22 times growth in less than 10 years.

The Alternative Fuels Infrastructure Regulation (AFIR) – proposed by the European Commission last year – is meant to help address the situation. However, its ambition level is completely insufficient, says ACEA.

“While some countries are powering ahead when it comes to infrastructure rollout, the majority are lagging behind,” stated ACEA Director General, Eric-Mark Huitema. “The stark disparities demonstrate the need for strong AFIR targets that are harmonised across all EU member states.”

“We urge policy makers to reinforce AFIR so that it can achieve the aim of building up a dense European network of charging stations, spanning from north to south and east to west.”

Top 5: Countries with MOST chargers

  1. Netherlands (90,284)
  2. Germany (59,410)
  3. France (37,128)
  4. Sweden (25,197)
  5. Italy (23,543)

Top 5: Countries with LEAST chargers

  1. Cyprus (57)
  2. Malta (98)
  3. Lithuania (207)
  4. Estonia (385)
  5. Latvia (420)

 

Presidente da AFIA será orador na Conferência Ibérica sobre mobilidade sustentável: desafios e oportunidades da descarbonização da mobilidade

A Fundação Repsol, a CCILE – Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, a CIP – Confederação Empresarial de Portugal e a CHP – Câmara de Comércio Hispano-Portuguesa convidam-no para a “Conferência Ibérica sobre mobilidade sustentável: desafios e oportunidades da descarbonização da mobilidade”. Um encontro que incidirá sobre todas as questões que envolvem a transição para a mobilidade sustentável e inteligente em Espanha e Portugal.


 

5 de julho de 2022, 10:00 às 13:30 h

Lisboa


Agenda Provisória

 

10:00 Abertura do evento

  • António Saraiva, Presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal
  • Antonio Brufau, Presidente da Repsol

10:30 Intervenção institucional

  • Jorge Delgado, Secretário de Estado da Mobilidade Urbana de Portugal (em processo de confirmação)

Mesa redonda: inovação e digitalização como base para uma mobilidade sustentável e inteligente.

  • Luis Filipe Marques, Presidente da EMEL-Lisboa Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento
  • Lola Ortiz, Diretora Geral de Planeamento e Infra-estruturas de Mobilidade, Câmara Municipal de Madrid
  • Gil Nadais, Secretário Geral da ABIMOTA – Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins.
  • Representante da Universidade Politécnica de Madrid
  • Representante da Repsol
  • Representante da INESC TEC, Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência
  • Moderador: Tiago Vidal, Sócio e Diretor Geral Llorente y Cuenca Portugal

12:00 Mesa redonda: desafios e oportunidades do setor automóvel na descarbonização dos transportes na Península Ibérica.

  • José Couto, Presidente da AFIA, Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel
  • Helder Pedro, Secretário Geral da ACAP, Associação Automóvel de Portugal
  • José López-Tafall, Diretor Geral da ANFAC, Associação Nacional de Fabricantes de Automóveis e Caminhões da Espanha
  • José Portilla, Diretor Geral da SERNAUTO, Associação Espanhola de Fornecedores Automotivos
  • Marta Blázquez, Vice-Presidente Executiva da FACONAUTO, empregador que integra as associações de revendedores oficiais de marcas de automóveis e máquinas agrícolas
  • Moderadora: Mar García Ramos, Sócia Automotivo e de Mobilidade na Grant Thornton Espanha

13:00 Encerramento do evento

  • CHP – Câmara de Comércio Hispano-Portuguesa
  • Miguel Seco, Presidente da CCILE – Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola

 

INSCRIÇÕES AQUI …

Capacidade limitada para o evento presencial.

 

 

AlixPartners predicts supply chain issues to last through 2024; EV costs grow

The firm predicted that global vehicle sales would fall to 79 million in 2022 from 80 million last year but would rise to 87 million in 2023.

in Automotive News Europe, 22-06-2022


Supply constraints and the semiconductor shortage will fester in the auto industry through 2024, consulting firm AlixPartners said at its annual Global Automotive Outlook briefing.

“We see pent-up demand driving sales through it, but it’s a very important distinction from the many that are saying it’s getting better and it’s going to be gone,” Mark Wakefield, co-leader of the automotive and industrial practice at AlixPartners, said during the briefing Wednesday. “We would say it’s getting better, but it’s not going to be gone for the next two years.”

A report presented at the briefing predicted that global vehicle sales would fall to 79 million in 2022 from 80 million last year but would rise to 87 million in 2023.

The report also said the automotive industry has made advances in electrification. According to the briefing, the industry has committed $526 billion through 2026 for the transition from gasoline-powered vehicles to electric vehicles.

The firm said raw materials for EVs were $8,255 per vehicle, nearly twice the cost of raw materials for internal combustion vehicles because of the increased cost of cobalt, nickel and lithium. Elmar Kades, also co-leader of the automotive and industrial practice, said during the briefing that the transition to EVs is projected to cost automakers and suppliers a total of $70 billion by 2030. The report said, however, that 40 to 60 percent of these costs could be prevented if companies avoided bankruptcy and reduced continuity and tooling costs.

The report also said that the EV charging station business model isn’t currently viable and that more public charging stations are necessary. According to Kades, the U.S. needs to invest nearly $50 billion in charging infrastructure by 2030 to meet the demands of electrification.

“Families with houses have a high tendency to charge at home … but those who are not living in their houses have to charge externally,” Kades said. “U.S. public charging stations have to go up within the next eight, nine, 10 years by a factor of 18.”

The report said EV purchases could account for 33 percent of global automotive sales by 2028 and 54 percent by 2035, up from less than 8 percent of sales last year.

 

Reuters contributed to this report.

 

 

 

Ford adjudica a Almussafes la plataforma para fabricar coches eléctricos

La factoría valenciana de Almussafes ha vencido a la alemana de Saarlouis en la asignación de la plataforma para coches eléctricos GE2, lo que supondrá que produzca dos modelos cero emisiones a partir de 2025, y así tenga garantizado su futuro a largo plazo.


La dirección de Ford Europa ha decidido que la fábrica de Almussafes (Valencia) se adjudique la industrialización de la plataforma de vehículos eléctricos GE2, que supondría garantizar el futuro de la planta a largo plazo, gracias a la producción de dos nuevos modelos cero emisiones a partir de 2025, según han confirmado a La Tribuna de Automoción varias fuentes del sector conocedoras de los planes de la firma norteamericana.

La asignación, en la que las instalaciones españolas se han impuesto a las alemanas de Saarlouis, va a ser oficializada esta mañana por la compañía en una Comisión Consultiva a la que han convocado al Comité de Empresa a las 12:15 para trasladar, como reza en asunto de la reunión, “Información relevante de Ford España”.

Para que se materialicen las inversiones, que esta publicación adelantó en su edición de la segunda quincena de febrero que superarán los 1.000 millones de euros, ha sido determinante el Acuerdo por la Electrificación que, finalmente, firmó en solitario UGT con la dirección europea del constructor el pasado 27 de enero y que, posteriormente, su contenido se incluyó en el XVIII convenio colectivo que se suscribió el 13 de abril.

Los dos coches que producirá Almussafes serán grandes, del segmento C, a partir de la mencionada plataforma GE2, que es una evolución de la GE1, sobre la que se ha desarrollado el Mustang Mach-E.

Una vez que el centro valenciano ha vencido al alemán de Saarlouis en la adjudicación, la marca ha trasladado a este último que va a buscarle alternativas de futuro, y es que, como indicó el presidente de Ford Europa, Stuart Rowley, en una comunicación a los trabajadores el 3 mayo, la decisión no implicará el cierre de la otra factoría. “Estamos buscando activamente futuras oportunidades para la planta que no sea seleccionada”, subrayó el ejecutivo.

 

Las instalaciones de Ford en Almussafes cuentan con una planta de montaje de vehículos y otra de motores.