Impasse em Espanha ameaça economia portuguesa? A visão de seis empresários

As opiniões não são unânimes. Uns setores consideram que Portugal já está a sentir o abrandamento da economia espanhola aliado a alguma instabilidade política, outros não sentem qualquer impacto.

in ECO, por Fátima Castro e Mónica Silvares, 11-11-2019


partido socialista venceu as eleições legislativas em Espanha, mas não conseguiu maioria absoluta, o que significa que, para formar Governo, são necessárias negociações entre as forças políticas. Espanha é um dos principais destinos de exportação para Portugal e a instabilidade política que se faz sentir está a condicionar o crescimento das exportações portuguesas.

Do setor têxtil, ao calçado, do merchandising desportivo à indústria automóvel, o ECO falou com empresários destes setores que exportam os seus produtos para o país vizinho para perceber o que pensam das eleições espanholas e qual o impacto desta instabilidade política na economia portuguesa.

Este ano, as exportações para Espanha estão a decrescer e esta instabilidade política não ajuda ao crescimento da economia“, lamenta Bernardino Meireles, presidente do conselho de administração da António Meireles, conhecida pelo fabrico de fogões. Albano Fernandes, fundador da AMF, corrobora e admite que, este ano, as exportações para Espanha desta empresa de calçado de segurança já foram bastante inferiores em relação ao ano passado.

Os dados Instituto Nacional de Estatística (INE) exprimem esta realidade: entre janeiro e setembro deste ano as vendas de bens para Espanha atingiram 11.007 milhões de euros, uma ligeira redução face aos 11.012 milhões registados no período homólogo. Mas a situação pode piorar, alerta Jaime Regojo. “Esta incerteza vai criar problemas às exportadoras portuguesas que vendem em Espanha. Haverá mais quebras tendo em conta as incertezas com o futuro, porque as empresas em Espanha vão ser mais cuidadosas e apostar menos nas compras”, diz o empresário do grupo Regojo que tem na sua origem a empresa familiar de confeção de vestuário mais antiga de Portugal, fundada em 1919, e que atua sobretudo nos setores do vestuário e do imobiliário.

Albano Fernandes explica que o decréscimo que a AMF está a sentir está relacionado com a questão política que não está resolvida. E exemplifica: “Trabalhamos muito a área policial e militar e existem imensos concursos que estiveram parados até às eleições, não existiam condições para tomar decisões. Fico com a ideia que algumas decisões vão manter-se bloqueadas”.

Mas não é só a nível dos concursos públicos que as coisas estão bloqueadas. Os empresários espanhóis também estão em modo ‘esperar para ver’. “As políticas socialistas, geralmente, assentam num aumento de impostos”, sublinha Jaime Regojo. Por isso, “todos os empresários, grandes ou pequenos adiam as decisões de investimento, porque não veem um futuro claro”. O empresário, cujo grupo gere ativos como o Liberdade Street Fashion, no centro de Braga, antecipa, por isso, um aumento do desemprego e um abrandamento da economia, isto apesar de não ser essa a mensagem política transmitida pelos líderes.

O fundador da AMF, empresa de calçado de segurança, admite que está apreensivo e preocupado em relação as resultados eleitorais em Espanha. O facto de serem necessárias negociações para formar Governo, tendo em conta que o PSOE não conseguiu obter o número de deputados que pretendia para governar com maioria — aliás, a situação ainda se agravou mais tendo em conta que o PSOE perdeu três deputados face às eleições de abril — “podem resultar novamente num impasse“. Albano Fernandes recorda “o decréscimo do crescimento da economia espanhola nos últimos anos e que é esperado um crescimento abaixo dos 2% para este ano”.

A AMF, que conta com um volume de negócios de 14,5 milhões, disse ao ECO que têm uma sociedade, muito recente, com uma empresa espanhola de distribuição e considera que o resultado legislativo em Espanha não é benéfico. “Estamos exatamente na mesma situação e parece que vamos ficar no mesmo impasse que estivemos nestes últimos três anos”, conclui.

Destas eleições não resultou nada de novo”, sublinha António Meireles, cuja empresa exporta 60% para Espanha. “Mantém-se o mesmo impasse que já existia antes destas eleições”, acrescenta. Por isso, Jaime Regojo gostaria de ver o PSOE juntar forças com PP, não numa coligação formal ou um acordo de incidência parlamentar, à semelhança do que existiu em Portugal na legislatura passada com os partidos de esquerda, mas um acordo em que “o PP se abstivesse nas grandes medidas” viabilizando, por exemplo, o Orçamento. Mas em troco o PP garantiria que não haveria aumento de impostos ou dos gastos sociais, pontos que fazem parte dos programas eleitorais dos partidos de esquerda.

“Sobretudo, os espanhóis estão muito cansados desta instabilidade e caso houvesse um novo ato eleitoral, o PSOE certamente seria ainda mais castigado e a abstenção aumentaria ainda mais”, frisa Jaime Regojo. Uma situação que “só beneficia os nacionalistas e os radicais”.

Setor automóvel abranda ritmo de crescimento

O setor automóvel está a passar por uma transformação estreitamente ligada ao novo paradigma da mobilidade, aliada a uma instabilidade mundial político-económica. “Estamos a assistir a um abrandamento da atividade industrial ligado à indústria automóvel e qualquer perturbação no mercado espanhol tem um efeito muito sério para os produtores de componentes nacionais“, reconhece José Couto, presidente da associação de fabricantes para a indústria automóvel (AFIA) e administrador da associação do cluster automóvel Mobinov.

José Couto destaca que “as exportações de componentes automóveis para o mercado espanhol representam mais de 30%, sendo o país vizinho o principal mercado. Contudo, não deixa de mencionar que Espanha está depende do que acontecer em termos mundiais e europeus, nomeadamente a guerra comercial entre os EUA e a China e o Brexit. Acredita que a indústria automóvel não vai sofrer com o novo Governo espanhol, até porque o que vai definir o rumo da economia é o que vai acontecer na Europa, nomeadamente, o novo paradigma da mobilidade: o aparecimento de novos automóveis, reformulação da monitorização dos veículos, entre outros. “O que vai acontecer na Europa é que vai ditar o que vai acontecer às fábricas em Espanha”.

Apesar de toda a instabilidade mundial que se faz sentir, o presidente da associação de fabricantes para a indústria automóvel, está confiante com um pequeno aumento das exportações dos componentes automóveis para Espanha. “Nas nossas melhores expectativas podemos crescer em Espanha, o mesmo que crescemos na Europa, cerca de 1 e 2%”, refere José Couto.

Nem todos estão a ser já afetados

Apesar de os dados do INE darem conta de um abrandamento das exportações para Espanha nos primeiros nove meses do ano, a verdade é que há empresas que têm conseguido prosseguir a sua atividade sem grandes impactos.

Estes resultados eleitorais “não terão grande impacto para a Continental”, apesar de o mercado espanhol representar algum peso para o grupo, garante Miguel Pinto. O diretor geral da Continental Advanced Antenna Portugal, que fornece antenas para veículos, destaca que, “até agora, não sentiram nenhum decréscimo em relação às exportações para Espanha”, mas acredita que este resultado “pode provocar alguma mau estar para a economia espanhola, que está a crescer abaixo da economia portuguesa”.

“Enquanto houver instabilidade a economia vai-se ressentir e isso vai impactar nas exportações a nível geral”, conclui o diretor geral da Continental Advanced Antenna Portugal, que pertence à divisão interior do grupo Continental, faz parte da unidade de negócio Body & Security e trabalha, essencialmente, com o segmento premium de marcas como o grupo Daimler, BMW, Audi, Volvo, entre outros gigantes do setor automóvel.

Para já, incólume às atribulações espanholas, está também a 4 Teams, uma empresa de merchandising desportivo, que tem em Espanha um importante mercado de exportação. Anthony Câmara, diretor comercial da empresa refere que não sentiu “qualquer decréscimo na exportação para Espanha” e considera que a instabilidade política que se tem vivido no país vizinho “não tem impactado nas encomendas e nos clientes” da empresa nortenha. “Apesar de o merchandising desportivo ser um mercado volátil, os nossos clientes, mesmo os espanhóis, continuam a comprar com a mesma regularidade”, acrescenta o responsável, cuja tem um volume de negócios que deve superar os cinco milhões de euros.

O ECO também tentou falar com o presidente da Câmara de Comércio Luso Espanhola, Enrique Santos, mas este optou por não fazer comentário.

 

 

AFIA participou no Innovation & Manufacturing Brokerage

Nos dias 6 e 7 de Novembro realizou-se em Santiago de Compostela, o evento “Innovation & Manufacturing (IMB 2019)”, tendo como objectivo promover o debate sobre os desafios futuros para a indústria transformadora na Europa e apresentar aos actores das regiões do Norte de Portugal e Galiza as novas oportunidades de financiamento para a área do “Smart Manufacturing” no contexto do HORIZONTE 2020 e dos novos instrumentos de cooperação europeia.

in AFIA, 08-11-2019


As regiões do Norte e da Galiza desenvolveram a Estratégia de Especialização Inteligente Transfronteiriça Galiza-Norte de Portugal (RIS3T). Esta RIS3 define um quadro de cooperação estratégico para dar uma resposta coordenada aos desafios partilhados que, no âmbito das políticas de inovação, possam ser tratados conjuntamente de forma mais eficaz e eficiente, mobilizando novas iniciativas e projectos e aumentando a captação de fundos comunitários ao nível europeu.

No quadro desta estratégia, a Agência Galega de Inovação (GAIN), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) e a Agência Nacional de Inovação (ANI), participam num projecto de cooperação europeia, aprovado no âmbito do Programa de Cooperação INTERREG VA Espanha – Portugal (POCTEP), denominado “IMPACT_RIS3T”, visando a implementação de acções de cooperação transfronteiriça da RIS3 na Euro-região.

A realização do Innovation & Manufacturing Brokerage surge no âmbito deste projecto “IMPACT_RIS3T”.

 

 

German passenger car market grows strongly in October

Slack foreign demand impacts on production and exports

in VDA, 04-11-2019


In October 284,600 passenger cars were newly registered in Germany. That was 13 percent more than in the same month in 2018. Following the WLTP-related bottlenecks last year, the market is now benefiting from the full availability of the models. Year-to-date new registrations currently come to 3.0 million units (+3 percent) – the highest level the first ten months since 2009.

Incoming orders from Germany in October were 1 percent below last year’s figure. So far this year, 5 percent more orders have arrived from domestic customers. Last month orders from other countries showed a year-on-year fall of 4 percent, and the total since January is also down by 4 percent.

The German passenger car makers built 405,400 cars at their domestic facilities in October (-5 percent). In the first ten months of the current year, 4.0 million passenger cars rolled off the production lines (-9 percent). The weaker foreign demand is reflected in exports: in October 303,700 cars were supplied to customers around the world (-10 percent). Since the beginning of the year, 3.0 million passenger cars have been exported from plants in Germany, i.e. 12 percent less than in the same period last year.

 

 

A AFIA dá as boas-vindas ao novo Associado: KLC Technical Plastics

A Direção da AFIA aprovou a adesão da KLC Technical Plastics

in AFIA, 08-11-2019


Fundada em 1993, a KLC especializou-se na produção de peças plásticas injetadas de valor acrescentado, com processos de acabamento cosmético e de montagem para as indústrias automóvel e eletrónica de consumo.

A KLC Technical Plastics tem sede na Marinha Grande e encontra-se certificada pelas normas IATF 16949, ISO 9001 e ISO 14001.

 

Para mais informações visite a página da KLC Technical Plastics em www.klc.pt

 

 

Comprehensive and carefully managed transformation key to sustain industry competitiveness

CLEPA, together with the European Forum for Manufacturing, held a dinner debate at the European Parliament yesterday, focusing on the policy measures required to ensure the sustainability and competitiveness of the sector in the transformation to safe, smart and sustainable mobility.

in CLEPA, 07-11-2019


The dinner-debate “Future of mobility: Striving for sustainable growth” hosted by Member of the European Parliament Nicolás González Casares, from the ITRE (Industry, Research and Energy) Committee, was attended by several MEPs, the European Commission and industry representatives, among others.

The need to prioritise industrial strength and deliver a carefully managed transformation to successfully decarbonise and digitise the economy was stressed by various speakers. Industry highlighted the role of new technologies to provide a safer, cleaner, smarter and more diverse mobility. Automotive suppliers are providing innovative technology solutions to reduce greenhouse gas (GHG) emissions from transport by improving the internal combustion engine (ICE) and electrification of the powertrain in its various forms (mild, full, plug-in hybrid, full battery-electric and fuel cells) as well as through the use of low and zero carbon fuels. Moreover, improvements in manufacturing technologies and the re-use of materials add to a coherent framework for sustainability as well.

Roberto Vavassori, CLEPA President, argued for the EU to develop a competitive regulatory framework to ensure that Europe leads the world with new technologies, accompanied by a skilled workforce and supported by innovation. “It is important Europe takes the lead in a match, rather than sailing around the world in a solo race.”

Vavassori emphasised the magnitude of investment in clean, safe and smart technology delivered by industry and stressed the need for a comprehensive approach to effectively reduce emissions generated by transport in order to factor in the complexity of mobility needs as well as allow for a level playing field between the various technology options. “The industry therefore supports the work that is currently undertaken on behalf of the Commission to develop a methodology for life-cycle analysis (LCA), and agrees that strengthening the EU emissions trading scheme (EU ETS) is an important tool towards achieving the common goal of a carbon neutral economy.”

The second part of the evening focused on how the transition to the world of new mobility must be accompanied with a strategy to secure a skilled and competent workforce for the future, as well as with measures giving special attention to SMEs. CLEPA is involved in the European Project DRIVES, presented during the event, which evaluates the skills that will be needed for the sector, detecting, analysing and evaluating best practices for automotive skills training and education in different EU member states, developing and implementing strategies to address skills gaps. SMEs are crucial building blocks of the value chain and hence key in the transition to new mobility as well. Access to training, research and innovation programmes must be supported with targeted framework conditions.

 

 

Soluciones para exportación y embalaje multimaterial centrarán la presencia de DS Smith Tecnicarton en Empack Madrid 2019

En esta ocasión, la empresa dará un mayor protagonismo a los embalajes con tratamiento ESD que consiguen proteger los productos electrónicos durante toda la cadena de producción

in DS Smith Tecnicarton, 07-11-2019


DS Smith Tecnicarton llevará un año más sus soluciones en embalaje industrial multimaterial y reutilizable a Empack Madrid 2019, una de las ferias de referencia dentro del sector del embalaje, que tendrá lugar los días 13 y 14 de noviembre, y en la que se mostrarán las última innovaciones y tendencias en envases y embalajes, materiales, diseño y tecnología.

Así, Tecnicarton, especializada en embalaje industrial y de grandes dimensiones, ha preparado para la ocasión un stand de 74 m2 (stand 5F11) en el que presentará toda su gama de embalajes multimateriales dirigidos al sector de la automoción e industrial.

En esta ocasión, la compañía dará un mayor protagonismo a los embalajes multimateriales con tratamiento ESD, es decir, aquellos embalajes conductivos y antiestáticos que protegen los circuitos y componentes electrónicos contra descargas electrostáticas y que resultan muy efectivos para proteger las piezas durante toda la cadena de producción.

Para ello, en el stand habrá un bloque totalmente dedicado a este tipo de soluciones:

bandejas termoconformadas conductivas, bacs con acondicionamiento textil ESD, bandejas de cartón, soluciones de polipropileno (PP) o polietileno (EPE), que permiten garantizar la protección de las piezas frente a golpes, impactos y vibraciones.

Además, Tecnicarton también mostrará los contenedores reutilizables Tecnipack®, que incluyen una gama de productos realizados en plástico o cartón ondulado, de gran capacidad y plegables, y cuyo acondicionamiento interior garantizan la protección de las piezas, adaptándose a las necesidades del producto y ofreciendo, así, la posibilidad de transportar la mayor cantidad de piezas por embalaje.

En el área industrial, habrá espacio para diferentes embalajes de cartón ondulado de máxima resistencia como son laminados plegables, los cuales reemplazan el uso de los tradicionales embalajes de madera; embalaje a medida y multimaterial o embalaje para exportación, realizados en canal doble, triple o laminado y que a su vez son plegables, consiguiendo ahorrar un 90% del espacio ocupado en la entrega del embalaje en vacío y en su almacenamiento.

 

 

Grupo Antolin y ennomotive lanzan la segunda ola de desafíos tecnológicos del programa de innovación abierta ANTOLIN i.JUMP

Buscan soluciones técnicas que permitan mejorar la vida a bordo de los vehículos, relacionadas con el confort
térmico, la iluminación interior y la trazabilidad de los productos.

in Grupo Antolín, 04-11-2019


Grupo Antolin, uno de los mayores fabricantes de interiores para vehículos del mundo, y ennomotive lanzan los tres desafíos tecnológicos de la segunda fase del programa de innovación abierta ANTOLIN i.JUMP. Con este programa, Grupo Antolin busca desarrollar soluciones innovadoras para liderar la transformación de la industria automovilística, marcada por el vehículo eléctrico y conectado y la digitalización de los procesos.

Para ello, se han puesto en marcha tres desafíos tecnológicos diferentes.

Un primer desafío busca soluciones de refrigeración que mejoren el confort térmico en el interior del vehículo, sustituyendo en todo o en parte al tradicional sistema HVAC, reduciendo el consumo energético si fuera posible.

El segundo desafío está relacionado con la trazabilidad de productos. Se buscan soluciones de identificación y recopilación de datos fiables y de bajo coste para conocer el estado de un producto en cualquier punto de un proceso de fabricación sometido a altas presiones y temperaturas.

Finalmente, el tercer desafío se centra en la búsqueda de un sistema de iluminación interior completo, con todas las funcionalidades posibles, incluyendo su diseño y la tecnología de funcionamiento y control, que responda a los retos que plantean las nuevas formas de movilidad.

Las competiciones se desarrollan online y esta?n abiertas a profesionales de la ingenieri?a, startups, empresas, universidades y centros tecnolo?gicos de todo el mundo que quieran proponer soluciones para resolverlos.

Cada desafío tiene asociado un premio económico de 10.000 euros, además de la oportunidad de colaborar con Grupo Antolin en el desarrollo de los futuros proyectos. Aquellos interesados en participar deben registrarse en ?www.ennomotive.com y enviar su solucio?n hasta el 16 de Diciembre.

Grupo Antolin acaba de premiar las soluciones innovadoras a los tres desafíos lanzados en mayo. En total, Grupo Antolin recibió 73 soluciones propuestas por ingenieros, startups, universidades y centros técnicos de 29 países. De estas soluciones, la compañía ha premiado cinco con dos propuestas ganadoras y tres accésits.

 

 

 

PECOL AUTOMOTIVE AMPLIA A SUA GAMA DE PRODUTO – AQUISIÇÃO DE NOVA MÁQUINA DE ESTAMPAR

A Pecol Automotive adquiriu recentemente uma prensa horizontal com 450 toneladas com o objetivo de ampliar o seu portfolio.

in Pecol Automotive, 05-11-2019


O investimento de 1.5 milhões € faz parte da estratégia da empresa para responder aos pedidos de cotação de peças de grandes dimensões.

Trata-se de uma estampadora e roscadora em linha com 4 matrizes que permite estampar peças até diâmetro 33 e com comprimento total de 180 mm.

Numa só máquina podemos estampar, cisalhar, matrizar e pontear, permitindo assim um processo mais rápido, mais eficiente e com maior qualidade.

 

 

 

www.pecolautomotive.com

 

 

AFIA participou nos AED Days 2019

A AFIA a convite do AED Cluster Portugal participou nos AED Days 2019 que decorreram entre os dias 28 e 29 de Outubro no Taguspark em Oeiras.

in AFIA, 31-10-2019


O AED Cluster Portugal é o Cluster Português para as Indústrias de Aeronáutica, Espaço e Defesa e representa mais de 70 empresas e centros de investigação nacionais.

Os AED Days contaram com a presença de representantes nacionais e de empresas internacionais como a OGMA, CEIIA, AIRBUS, BOEING, EMBRAER, LEONARDO e a BELL FLIGHT.

A AFIA ao longo dos anos também tem desenvolvido actividade no domínio da transferência de tecnologia automóvel e aeronáutica. Por exemplo, já em 1995 no II Encontro Nacional da Indústria Automóvel Encontro organizado pela AFIA sob o tema geral “A Indústria de Componentes no limiar do ano 2000” foi dedicado um painel ao tema “A Aeronáutica: Extensão da Indústria de Componentes”.

Actualmente alguns dos Associados da AFIA fornecem a indústria da aeronáutica, numa estratégia de diversificação de mercado.

 

 

 

Groupe PSA and FCA plan to join forces to build a world leader for a new era in sustainable mobility

Discussions have opened a path to the creation of a new group with global scale and resources owned 50% by Groupe PSA shareholders and 50% by FCA shareholders. In a rapidly changing environment, with new challenges in connected, electrified, shared and autonomous mobility, the combined entity would leverage its strong global R&D footprint and ecosystem to foster innovation and meet these challenges with speed and capital efficiency.

in PSA / FCA, 31-10-2019


  • The combination would create the 4th largest global OEM in terms of annual unit sales (8.7m vehicles)
  • At its inception, the combined company would realize among the highest margins in the markets where it would operate, based on FCA’s strength in North America and Latin America and Groupe PSA’s in Europe
  • The combination would unite the groups’ respective brand strengths across Luxury, Premium, Mainstream Passenger Car, SUV and Trucks & Light Commercial – making them stronger together
  • The merged entity would bring together the companies’ extensive and growing capabilities in the technologies shaping the new era of sustainable mobility, including electrified powertrain, autonomous driving and digital connectivity
  • Approximately €3.7 billion estimated annual run-rate synergies without any plant closures resulting from the transaction
  • Highly respected combined management team recognised for exceptional value creation and with proven success in previous OEM combinations
  • Dutch parent company Board would have balanced representation and a majority of independent Directors. John Elkann as Chairman and Carlos Tavares as CEO and member of the Board

London and Rueil Malmaison 31 October 2019. The Supervisory Board of Peugeot S.A. and the Board of Directors of Fiat Chrysler Automobiles N.V. (“FCA”) (NYSE: FCAU / MTA: FCA). have each unanimously agreed to work towards a full combination of their respective businesses by way of a 50/50 merger. Both boards have given the mandate to their respective teams to finalize the discussions to reach a binding Memorandum of Understanding in the coming weeks.

The plan to combine the Groupe PSA and FCA businesses follows intensive discussions between the senior managements of the two companies. Both share the conviction that there is compelling logic for a bold and decisive move that would create an industry leader with the scale, capabilities and resources to capture successfully the opportunities and manage effectively the challenges of the new era in mobility.

The proposed combination would create the 4th largest global OEM in terms of unit sales (8.7 million vehicles), with combined revenues of nearly €170 billion[1] and recurring operating profit of over €11 billion[2] on a simple aggregated basis of 2018 results excluding Magneti Marelli and Faurecia. The significant value accretion resulting from the transaction is estimated to be approximately €3.7 billion in annual run-rate synergies derived principally from a more efficient allocation of resources for large-scale investments in vehicle platforms, powertrain and technology and from the enhanced purchasing capability inherent in the combined group’s new scale. These synergy estimates are not based on any plant closures.

It is projected that 80% of the synergies would be achieved after 4 years. The total one-time cost of achieving the synergies is estimated at €2.8 billion.

The shareholders of each company would own 50% of the equity of the newly combined group and would therefore share equally in the benefits arising from the combination. The transaction would be affected by way of a merger under a Dutch parent company and the governance structure of the new company would be balanced between the contributing shareholders, with the majority of the directors being independent. The Board would be composed of 11 members. Five Board members would be nominated by FCA (including John Elkann as Chairman) and five would be nominated by Groupe PSA (including the Senior Independent Director and the Vice Chairman)[3]. The Chief Executive Officer would be Carlos Tavares for an initial term of five years and he would also be a member of the Board.

Carlos Tavares said: “This convergence brings significant value to all the stakeholders and opens a bright future for the combined entity. I’m pleased with the work already done with Mike and will be very happy to work with him to build a great company together.”

Mike Manley said, “I’m delighted by the opportunity to work with Carlos and his team on this potentially industry-changing combination. We have a long history of successful cooperation with Groupe PSA and I am convinced that together with our great people we can create a world class global mobility company.”

The new group’s Dutch-domiciled parent company would be listed on Euronext (Paris), the Borsa Italiana (Milan) and the New York Stock Exchange and would continue to maintain significant presences in the current operating head-office locations in France, Italy and the US.

It is proposed that the by-laws of the new combined company would provide that the loyalty voting program will not operate to grant voting rights to any single shareholder in the Shareholders Meeting exceeding 30%[4] of the total votes cast. It is also foreseen that there would be no carry over of existing double voting rights but that new double voting rights would accrue after a three-year holding period after completion of the merger.

A standstill in respect of the shareholdings of EXOR N.V., Bpifrance Participations SA, DFG and the Peugeot Family would apply for a period of 7 years following completion of the merger. EXOR, Bpifrance Participations and the Peugeot Family would be subject to a 3-year lock-up in respect of their shareholdings except that the Peugeot Family would be permitted to increase its shareholding by up to 2.5% during the first 3 years following the closing, only by acquiring shares from Bpifrance Participations and DFG.

Prior to the completion of the transaction, FCA would distribute to its shareholders a special dividend of €5.5 billion, as well as its shareholding in Comau. In addition, prior to completion, Peugeot would distribute to its shareholders its 46% stake in Faurecia. This would enable the combined groups’ shareholders to equally share in the synergies and benefits that would flow from a merger while recognizing the significant value of FCA’s differentiated platform in North America and strong position in Latin America, including its market-leading margins in those regions. It would also reflect the added value that FCA’s higher-end global brands Alfa Romeo and Maserati would bring given their substantial development potential.

The extended portfolio would cover all market segments with iconic brands and strong products based on rationalized platforms and optimization of investments.

The proposal would be submitted to the information and consultation process of the relevant employee bodies, and would be subject to customary closing conditions, including final board approvals of the binding Memorandum of Understanding and agreement on definitive documentation.