PORTUGAL CREE EN NUEVAS OPORTUNIDADES EN MARRUECOS

La industria portuguesa, tanto de automoción como moldista, desplegó una relevante presencia en el Salón de la Subcontratación del Automóvil de Tánger. No es nuevo ver a representantes de Portugal en los eventos organizados en Marruecos y desde la Asociación de Fabricantes para la Industria del Automóvil (AFIA) ya están preparando nuevas acciones para estrechar relaciones entre ambos países.

in AutoRevista nº 2330, Junho 2018


En esta ocasión, AFIA concurrió en colaboración con la Asociación Nacional de la Industria de Moldes, Cefamol, un sector especialmente potente en la economía portuguesa. Ambas entidades también contaron con el apoyo de la homóloga de AFIA en Marruecos, AMICA, así como de la Agencia para Inversión y Comercio Exterior de Portugal, AICEP.

Fuentes de AFIA subrayan que el objetivo de la participación en el salón de Tánger obedece al objetivo de promover acuerdos y relaciones con los constructores de automóviles y con los fabricantes de componentes. También para atender a las necesidades de subcontratación que, según AFIA, se estiman actualmente en un valor de 600 millones de euros, que deben incrementarse hasta los 1.000 en 2020. Según la asociación, estas necesidades abarcan actividades que van desde moldes, estampación, inyección de plásticos, servicios de logística, o medios de control, a servicios de ingeniería, pasando por formación.

La representación portuguesa reunió a la ingeniería Edaetech, especialista en prototipos, procesamiento por láser, maquinaria y medios de control; la empresa de comercio, importación y exportación Uwin; el proveedor de componentes metálicos y subconjuntos Epedal; y los fabricantes de moldes Batista Moldes, Moldit, Moldoeste II, Prifer y CR Moldes, esta última empresa con stand individual.

Desde AFIA consideran que “la promoción de la oferta industrial portuguesa y la identificación de nuevas oportunidades adquiere mayor relevancia cuanto más se intensifica el desarrollo de la industria de automoción en Marruecos”. La asociación subraya el salto cuantitativo de 40.000 unidades fabricadas en 2010 a 376.000 en 2017. Apunta el objetivo a medio plazo de alcanzar la cota del millón de unidades fabricadas en un año, sumando los volúmenes de las dos factorías de Renault y la de PSA en funcionamiento en 2019, a la que hay que sumar la anunciado por el constructor chino BYD.

Marruecos fue el decimosexto destino de las exportaciones de los fabricantes de componentes portugueses por valor de 61 millones de euros en 2017. Por su parte, Portugal importó 51 millones de euros en componentes. Desde AFIA aseguran que la participación en el salón se ha cerrado “con un saldo extremadamente positivo por lo múltiples contactos y visitas recibidas”. El ministro de Industria de Marruecos, Moulay Hafid Elalamy, destacó la importancia de la industria de automoción lusa para la consolidación del tejido industrial marroquí. El pasado mes de diciembre, AFIA y AMICA firmaron un protocolo de colaboración enfocado a la cooperación técnica y comercial, así como a la coordinación de acciones entre ambas entidades.


A AFIA visita a sua Associada FEHST COMPONENTES

A AFIA, representada pelo secretário-geral, visitou a empresa Associada FEHST COMPONENTES tendo sido recebida por HattoFehst, Kathy Fehst e Alexandre Ferreira, CEO, Directora-Geral e Director Comercial, respectivamente.

in AFIA, 19-06-2018


Fehst Componentes, Lda. foi fundada em 1995 após um management buy-out da Grundig Componentes, Lda.

A Fehst Componentes integra o Grupo Fehst, que por sua vez também detém o controlo de um outro Associado da AFIA a Siroco e a Enancer Electrónica:

  • SIROCO, localizada em Aveiro, fornece soluções de automação e robotização para clientes industriais.
  • ENANCER desenvolve e comercializa soluções tecnológicas para Smart Home sob a marca ONLY Smart Home™.

 

A Fehst Componentes é um fornecedor internacional especializado na produção de peças plásticas decorativas para o interior do automóvel. O grupo oferece uma solução completa para a indústria automóvel, que inclui desenvolvimento, gestão do projecto, logística e produção, sob um rigoroso processo de gestão da qualidade.

 

As tecnologias dominadas são:

  • Injecção de plástico
  • Cromagem de peças plásticas
  • Pintura automática e com cura UV
  • Montagem
  • Gravação, estampagem e outros processos

 

A Fehst Componentes, Associada da AFIA desde 2009, tem sede em Braga e está certificada pelas normas ISO/TS 16949 e ISO 14001.

Para mais informações, consulte o site do Fehst Componentes em:

 

www.fehstgroup.com


AFIA visita o grupo SOCEM

A AFIA representada pelo Secretário-Geral visitou o grupo SOCEM tendo sido recebida pelo Administrador, Luís Febra.

in AFIA, 20-06-2018


O grupo SOCEM conta com 32 anos de história e é especializado em soluções de engenharia de moldes.

 

O grupo SOCEM é constituído por:

  • SOCEM ED (Martingança) controla e desenvolve projectos de grande dimensão: engenharia de produto, prototipagem rápida, moldes silicone, moldes protótipos híbridos e de alumínio.
  • SOCEM INPACT (Martingança) design, engenharia de moldes e peças plásticas, prototipagem virtual, prototipagem rápida, moldes protótipos e suportes de medição.
  • SEP-TEC (Martingança) dedica-se à prestação de acabamentos superficiais no processo do molde (polimento, gravura e textura).
  • SOCEM MS (Martingança) produção de moldes até 30T.
  • SOCEM LDA (Martingança) orientada para projectos especiais, tais como, moldes bi-componentes, In Mold Labeling e técnicas de overmolding.
  • SPIM (Martingança) moldes técnicos.
  • SOCEM ITS (Marinha Grande) proporcionar soluções de In Mold Decoration (IMD), injecção por baixa pressão e moldes multimaterial.
  • MAXIPLÁS (Pombal) especializada no processamento de termoplásticos de engenharia.
  • O grupo SOCEM detém ainda uma fábrica no Brasil e outra no México para a fabricação de moldes técnicos.

 

Adão Ferreira visitou ainda a MAXIPLÁS, tendo sido recebido por Lopes da Silva, Director de Engenharia.

 

MAXIPLÁS – Plásticos de Engenharia, Lda.

A MAXIPLÁS é Associada da AFIA desde 2008 e o seu sistema de gestão de qualidade está certificado pelas normas IATF 16949, ISO 9001.

 

Para mais informações, consulte o site do Grupo SOCEM em:

www.socem.pt

 

ou visite o site da MAXIPLÁS em:

www.maxiplas.pt

 


Presidente da AFIA eleito para o Conselho Director da CLEPA

A cidade holandesa Haia foi o palco da mais recente Assembleia-Geral da CLEPA onde Tomás Moreira, Presidente da AFIA, foi eleito para o Conselho Director da CLEPA para o período 2018-2020.

in AFIA, 20-06-2018


A eleição foi efectuada no passado dia 14 de Junho tendo recolhido a unanimidade dos votos dos presentes.

A CLEPA – European Association of Automotive Suppliers, associação europeia dos fornecedores da indústria automóvel, fundada em 1959 e com sede em Bruxelas é a entidade que defende os interesses do sector a nível europeu sendo reconhecida como parceira natural de discussão por outras instituições europeias, pelas Nações Unidas e por outras associações parceiras.

A CLEPA reúne mais de 120 dos mais importantes fornecedores de componentes para automóveis, sistemas e módulos, bem como mais de 20 associações nacionais, entre as quais a AFIA, assim como outras associações sectoriais europeias.

A indústria europeia de componentes automóveis é líder mundial no fornecimento de componentes de ponta e tecnologia inovadora para a mobilidade segura, inteligente e sustentável, investindo mais de 20 mil milhões de euros por ano em investigação e desenvolvimento.

Os fornecedores da indústria automóvel empregam, na Europa, quase cinco milhões de pessoas.

A eleição de Tomás Moreira para o Conselho Director da CLEPA vem dar uma força e visibilidade acrescida à AFIA e consequentemente à indústria portuguesa de componentes automóveis, sendo esta nomeação o reconhecimento do prestígio individual do nomeado, mas também o reconhecimento da crescente importância internacional da indústria de componentes automóveis portuguesa.


A AFIA dá as boas-vindas ao novo Associado: MATRIDOS PG

A MATRIDOS PG, Sociedade Unipessoal Lda. foi constituída em Fevereiro de 2018 e dedica-se à transformação de termoplásticos através do processo de injecção e à montagem de componentes.

in AFIA, 20-06-2018


Esta empresa de capitais espanhóis pertence ao Grupo Matrival fundado em 1975 e do qual fazem também parte a:

  • Matrival S.L dedicada à fabricação e reparação de moldes para a injecção de termoplásticos;
  • COM -BJV S.L dedica-se ao comércio de produtos de telecomunicações.

Em Portugal a MATRIDOS PG tem fábrica no Carregado (Alenquer) e encontra-se em processo de certificação pela norma IATF 16949.

Para mais informações, consulte o site da MATRIDOS PG em:

www.matrival.es


Cluster do setor automóvel investe 132 milhões de euros em Viana do Castelo

A Howa Tramico inaugurou hoje, em Viana do Castelo, a sétima fábrica do grupo, que vai representar um investimento de 10 milhões de euros até ao final de 2019.

in Câmara Municipal de Viana do Castelo, 20-06-2018


Durante a visita às novas instalações, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, assegurou que o investimento em curso em novas indústrias no concelho é de 230 milhões de euros, sendo que o setor automóvel representa 132 milhões de euros, prevendo-se até ao final de 2019 a criação de 1800 empregos.

No discurso, o autarca indicou que o município se tem vindo a afirmar como um concelho industrial, assumindo-se como o 16º concelho nacional com mais vendas ao exterior em 2017, num total acumulado de 831 milhões de euros, correspondendo a 1,5% das exportações nacionais. José Maria Costa referiu ainda que Viana do Castelo é o 12º concelho com maior subida entre 2013 e 2017, no que toca a exportações, que ascenderam a 191 milhões de euros.

Para o edil, este investimento é justificado pela boa localização e conectividade de Viana do Castelo por ar, mar e terra, sendo este um município amigo do investimento nos apoios e acompanhamento, com boas escolas de formação profissional e politécnicas, um ambiente empresarial favorável e diversificado no entorno industrial, destacando ainda a proximidade da Galiza e a qualidade de vida do concelho.

A fábrica agora inaugurada é a sétima unidade da Howa Tramico em Portugal e vai fazer a cobertura de toda a região ibérica, tendo uma área coberta de 7500 metros quadrados, com possibilidade adicional de 5000 metros quadrados. A empresa japonesa deverá atingir 15 milhões de euros de volume de negócios anual até 2019.

Atualmente, a fábrica emprega 40 pessoas, devendo chegar aos 70 trabalhadores num futuro próximo, já que foram já garantidos três contratos com dois fabricantes de automóveis.


TMG Automotive, o poder da inovação

A maior empresa do Grupo TMG tem 19 patentes, algumas partilhadas como clientes como a BMW, a Daimler e a Toyota e 33 patentes registadas em parceria com universidade e institutos portugueses. “Nos próximos anos, aparecerão produtos interessantes, alguns focados nas novas tendências da mobilidade”, antecipa Isabel Furtado, CEO da TMG Automotive.

in Jornal de Negócios, por Filipe S. Lourenço, 20-06-2018


Em 2008 quando Isabel Furtado chegou à liderança da TMG Automotive, esta facturava menos de 20 milhões de euros, estava a meio de um investimento de 30 milhões e embateu de frente na crise económica e financeira mundial em 2008. A produção automóvel caiu a pique e passou de 73 milhões de automóveis em 2008 para 61 milhões em 2009. Em 2017 a produção ficou próxima dos cem milhões.

Nesta crise de 2008, a maior dificuldade foi manter o sangue-frio e não vender os activos. “Foi necessária paciência e resiliência, que, por vezes, é tão necessária em gestão. Aproveitou-se a capacidade produtiva existente, e na altura sub-ocupada, para aumentar a experimentação e aprofundar o conhecimento dos produtos e processos a todos os níveis”, como explica Isabel Furtado. Isto permitiu “que após a crise estivéssemos preparados para um time-to-market rapidíssimo, usando a flexibilidade criada, e retomar as oportunidades que surgiram. Se assim não tivesse sido, muito dificilmente teríamos atingido a posição actual”, relembra Isabel Furtado.

A TMG Automotive é, por natureza do seu negócio core, um fornecedor Tier 2, ou seja, tem como clientes os fornecedores da indústria automóvel. A aposta foi ter inovação e produto para subir na cadeia de valor e ser nomeada directamente pelas OEM (Original Equipment Manufacturer). “Permitiu uma maior antecipação no negócio, um relacionamento mais estreito com o cliente e a possibilidade de maior inovação, pelo simples facto de estar incluída desde o início no desenvolvimento dos materiais para o automóvel e na definição de tendências. Acontece assim com a BMW, Daimler, Volvo, Porsche, Jaguar…”, refere Isabel Furtado.

Patentes e produção

Admite que o facto de trabalhar directamente com as OEM na fase inicial dos projectos, permite escalar na apresentação de ideias, em produtos inovadores e em patentes. “De momento, temos 19 patentes, algumas com os clientes, como é o caso da BMW, Daimler e Toyota. Nos próximos anos, aparecerão produtos interessantes, alguns focados nas novas tendências da mobilidade”, sublinha Isabel Furtado. Além disso, a TMG Automotive tem 3 patentes registadas em parceria com universidades e institutos portugueses.

Nos próximos anos, aparecerão produtos interessantes, alguns focados nas novas tendências da mobilidade.

Foi necessária paciência e resiliência, que, por vezes, é tão necessária em gestão. Aproveitou-se a capacidade produtiva existente, e na altura sub-ocupada, para aumentar a experimentação e aprofundar o conhecimento dos produtos e processos a todos os níveis.

Os produtos da TMG são, por exemplo, têxteis técnicos capazes de resistir sem desbotar aos 80º graus centígrados do deserto na Arábia Saudita e aos 50 º negativos da Sibéria , ou como o PVU que, utilizado nos interiores dos automóveis da Daimler e da Toyota, que está à prova de todos o tipo de suores (sintéticos, ácidos ou alcalinos), ketchup ou produtos solares.

No entanto a TMG continua a ser fornecedor nomeado pelos Tier 1 (fornecedores directos das OEM) como a Faurecia, a Lear e Johnson Control, que fornecem a Opel, Toyota entre outros, onde há menor necessidade de inovação, mas mais pressão no preço. “Tratando-se de plataformas globais, as quantidades por artigo são mais atractivas, o que é um factor muito importante na indústria transformadora”, referiu Isabel Furtado.

China e EUA

Em 2009, os três maiores clientes eram a Opel (27%), Toyota (24%) e KIA (11%) e a TMG Automotive facturava pouco mais de 19 milhões de euros. Em 2017 facturou cinco vezes mais e os maiores clientes são a BMW e a Mercedes com 55%, seguidos pela Volvo Cars e marcas como a Jaguar, Porsche ou Maseratti.

A TMG Automotive exporta 99% da sua produção, destinando-se 85% das exportações para a Europa e cerca de 9% para China. Ainda não estão a produzir na China, mas “este mercado, assim como o mercado Norte Americano tem de estar, claramente, no radar de objectivos a concretizar se quisermos ser um parceiro global dos nossos clientes europeus que, também eles, por inerência do mercado, são globais”, refere Isabel Furtado.

A 31 dezembro de 2017, contava com 550 trabalhadores, mas actualmente, com o arranque da nova unidade de fabril, são 614. Isabel Furtado assinala que as mulheres predominam nos quadros superiores, o que é invulgar numa empresa industrial do ramo automóvel. Dos 77 colaboradores com ensino superior (licenciatura, mestrados e 4 doutorados), 45 são mulheres.

3 Perguntas a Isabel Furtado CEO da TMG Automotive

“A TMG Automotive passou de smart follower a trend-setter” 

Isabel Furtado nasceu em Famalicão em 25 de junho de 1961, é neta de Manuel Gonçalves, fundador da TMG. Licenciada em Economia pela Universidade de Manchester, com especialização em Tecnologia Têxtil. No Verão Quente de 1975, com a ocupação da Têxtil Manuel Gonçalves, a mãe, Maria Helena Gonçalves foi para o Canadá, fixando-se durante três anos no Canadá. Depois Isabel estudou em Inglaterra. Entrou para a TMG em 1985, que lidera desde 2008. Tomou posse recentemente como presidente da Cotec, a primeira mulher a ocupar o cargo.

Quais são as perspectivas da TMG Automotive nos próximos cinco anos?
Assumindo que não haverá surpresas com impactos económico-financeiros globais de maior gravidade, a perspectiva é de continuar a crescer de forma constante e sustentada. Ultrapassada a barreira dos 100 milhões, o objectivo é de aumentar a posição nos actuais clientes com novos modelos e, em simultâneo, alargar a base a novos clientes.

Temos uma grande dificuldade em encontrar mão-de-obra disponível para a nova fábrica.ISABEL FURTADO
CEO DA TMG AUTOMOTIVE

Quais foram os momentos mais difíceis da TMG Automotive?
Francamente falando, o actual. Internamente, em 2017 foi atingida a capacidade máxima na fábrica existente e foi feita a extensão da capacidade produtiva numa nova unidade industrial, inaugurada em janeiro de 2018, um investimento de 60 milhões de euros. Mas deparamos com uma grande dificuldade em encontrar mão-de-obra disponível, quer ao nível de chão de fábrica, quer ao nível de engenharia. Acresce a esta dificuldade, os longos períodos de formação, que nesta indústria é bastante relevante.

Externamente, o mercado geograficamente é cada vez mais disperso, o que nos obriga a uma mudança e adequação às realidades locais, quer nos aspectos comerciais, quer nos aspectos de gestão.

Quais foram os factores chave para a TMG se afirmar?
Sem qualquer dúvida e, em primeiro lugar, as pessoas. Em segundo, a estratégia que definimos para a empresa, baseada no conhecimento do negócio. Este feito de vigilância permanente e assertiva do negócio automóvel e da forma como se movem os players, aliado ao conhecimento tecnológico, quer a nível de engenharia de produto quer a nível de processos industriais.

Com as pessoas certas, a tecnologia de ponta e uma estratégia bem focada, foi possível produzir com acrescido grau de diferenciação e mais inovação nos produtos e processos. Isto resultou num maior valor acrescentado, tornando a empresa mais competitiva e sobretudo com notoriedade na indústria automóvel. Em alguns anos, a TMG Automotive passou de “smart follower” a “trend-setter”.

O grupo TMG

Esta área de negócios começou a germinar quando, nos anos 1960, a Têxtil Manuel Gonçalves, fundada em 1937, começou a fazer tecidos plastificados e telas para oleados e tendas militares. Como a tecnologia de plásticos era incipiente em Portugal, Manuel Gonçalves (1914-1998) contratou um engenheiro na Catalunha. Em 1971 a TMG forneceu assentos para a marca SAAB Monaco, a que se juntou já no fim da década de 70, a Volvo.

Em 1986 o grupo reorganizou a sua fileira têxtil, verticalizando por áreas, e nasceu a TMG Automóvel. No virar do milénio especializou-se na indústria automóvel, mas ainda fez sacos de golfe, telas e balões insufláveis como a piscina do Fluvial no Porto até 2004/2005, quando se passou a denominar TMG Automotive.

A TMG foi accionista de referência do BCP, em que o tio, António Gonçalves foi durante anos o presidente do Conselho Superior, e do Grupo Espírito Santo. Já no século XXI diversificou negócios com a Lightning Bolt, a HeliPortugal, em parceria com Pedro Silveira do Grupo Sil, a produção de energia hídrica e de cogeração, as Caves Transmontana e a Casa de Compostela, e tem 14% da Efacec Power Solutions, detida em 72% pela Winterfell, controlada pela empresária Isabel dos Santos e em 14% pelo Grupo José de Mello.

Em 2017 actividade têxtil da TMG Tecidos e a TMG Malhas, e comercial Lightning Bolt, facturam cerca 41 milhões de euros e contam com 550 pessoas.


Grupo Antolin inaugura una nueva fábrica en Estados Unidos

Grupo Antolin, fabricante de interiores para vehículos, ha inaugurado su nueva fábrica en Shelby (Michigan, EEUU) reforzando así su presencia industrial en Estados Unidos.

in AFIA, 20-06-2018


La nueva planta -con ésta son 15 las fábricas de producción que Grupo Antolin cuenta en EEUU- estará especializada en paneles de puerta y sistemas de techos para el modelo RAM de FCA. La compañía ha invertido más de 70 millones de dólares en la fábrica que empleará a más de 800 personas-en total, el grupo tiene una plantilla de 5.700 personas en EEUU-.

La nueva factoría de Grupo Antolin en Estados Unidos cuenta con una superficie de 34.000 metros cuadrados y alberga, según fuentes de la propia compañía, “la más moderna tecnología y cumple con los máximos estándares de eficiencia, seguridad, calidad y respeto con el medioambiente.

Ernesto Antolin, presidente de Grupo Antolin, acudió a la inauguración de la planta y estuvo acompañado por Mark Hackel, responsable del condado de Macomb y Rick Stathakis, supervisor del municipio de Shelby. En el acto también participaron Pablo Baroja, director regional de NAFTA de Grupo Antolin, y Joseph McCluskey II, gerente de Antolin Shelby.

Ernesto Antolin comentó que “este programa de producción es uno de los mayores en la historia de la compañía y es un ejemplo de la confianza de los clientes en Grupo Antolin. Estados Unidos ofrece enormes oportunidades si sabemos aprovecharlas y trabajamos duro y en equipo. El mercado americano es clave para nosotros”.


Gestamp aspira a liderar un modelo de Industria 4.0 de implantación global

En un evento para prensa internacional en su complejo en Abrera (Barcelona), Gestamp expuso su determinación a convertirse en la primera multinacional del sector en la implantación de un modelo de Industria 4.0.

in AutoRevista, 20-06-2018


De hecho, el presidente de la multinacional española especializada en soluciones para carrocería, chasis y mecanismos, Francisco Riberas, afirmó que la digitalización provee de “herramientas y datos con capacidad de llevar a las empresas del sector al siguiente nivel”.
Antes de conocer el despliegue enfocado a la factoría inteligente por parte de diferentes responsables técnicos de la compañías, Riberas señaló diversas claves de futuro de una compañía con implantación en 21 países, más de 41.000 empleados y una facturación de unos 8.200 millones en 2017. El presidente avanzó que hay un potencial de crecimiento de 20.000 millones de eruos hasta 2025, Riberas recordó que la compañía cuenta con 105 plantas (más siete en construcción, cinco de ellas fuera de la UE), en un discurso en el que se puso de manifiesto el potencial del grupo en Asia, sobre todo en China y especialmente en Japón, donde cuenta con el apoyo de su aliado local, Mitsui.

En un ámbito geográfico más próximo y ante una pregunta formulada por AutoRevista, el máximo responsable de la compañía señaló que “para su nueva planta en Marruecos, Gestamp ha optado por una joint venture, al igual que hiciera en su momento en Turquía: Un mercado como el marroquí La nueva planta en Marruecos (en construcción) suministrará a la nueva factoría del Grupo PSA en Kenitra, pero podría abastecer a la de Renault en Tánger e incluso a la de un constructor chino de posible implantación”.

Entrando ya en el terreno exclusivamente tecnológico, René González, director de Fabricación Avanzada y Estandarización de Equipamiento, resumió la estrategia Industria 4.0 en el objetivo de “crear plantas de fabricación más eficientes, más flexibles y conectadas, a la vez que procesos más consistentes y fiables gracias al análisis de nuestros datos. Añadimos inteligencia a los procesos y aportamos la información correcta a las personas adecuadas”..Un enfoque que se plasma en la estructura fabril de la tecnología de referencia en Gestamp, la estampación en caliente, a la que Francisco Riberas se refirió como “el nuevo estándar”.

Estampación en caliente conectada

En este sentido, Laura Viñolas, directora técnica de Industria 4.0, detalló el proyecto para “mejorar el rendimiento y la disponibilidad de nuestras líneas de estampación en caliente, asegurando la calidad de nuestros productos mediante la conexión de todos los activos que pertenecen directa o indirectamente a una línea de estampación en caliente. El proyecto se está desarrollando sobre cinco plantas piloto (dos de ellas en España, en Barcelona y Valencia) y conectará 48 plantas con líneas de estampación en caliente conectadas al final de 2018. En este proyecto, Gestamp ha contado con la colaboración de Siemens.

La estampación en caliente se combina con los procesos de estampación en frío en la tecnología GESMultistep, en fase de final de I+D, pero que estará operativa a finales de año, inicialmente en la planta de Gestamp en Abrera para suministrar componentes a un constructor europeo. Los responsables de Gestamp subrayaron que este avance “permite eliminar procesos y reducir costes para nuestros clientes a la vezque mejora la resistencia y permite un diseño complejo de cada pieza”.

En línea similar de interconexión global entre plantas, Bernhard Feyo, director de Proyecto de Industria 4.0, detalló el proyecto de calidad de soldadura en chasis, desarrollado con la colaboración de Osisoft. Feyo expuso que el objetivo de esta iniciativa persigue “adquirir, almacenar y procesar grandes cantidades de datos procedentes de todos los activos que pertenecen, directa o indirectamente, a una línea de soldadura de arco. Con ello se busca implementar reglas, algoritmos y análisis avanzados, los cuales nos ayudarán a detectar y predecir defectos o fallos y evitar que ocurran para mejorar la calidad global de las piezas”. El control de componentes sin defectos al cliente se constata mediante un certificado de inspección de calidad digital (IQC).

En el centro de Abrera, también hubo oportunidad de conocer el uso de la realidad virtual inmersiva en una sala en la que Gestamp simula y valida su gama de componentes en vehículos virtuales desarrollados por la propia compañía.


Exportações de componentes automóveis aumentaram 10%

As exportações de componentes automóveis cresceram 10% até Abril, face ao período homólogo de 2017, atingindo 2800 milhões de euros, segundo a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel com base nos dados do comércio internacional de bens divulgados pelo INE.

in AFIA, 18-06-2018


De acordo com os dados da AFIA, os destinos das exportações mantêm também a tendência habitual com Espanha e a Alemanha a surgirem como os principais destinos, seguidos de perto pela França e Inglaterra. Estes quatro países representam entre si 71% do total das exportações, sendo que as restantes 29% estão distribuídos por outros países europeus e outros de fora da Europa, como os Estados Unidos da América, Marrocos, Turquia, Coreia do Sul e a China.

De notar que neste mesmo período as exportações portuguesas de bens transaccionáveis aumentaram 6%, ou seja, a indústria de componentes automóveis cresceu mais do que a média da restante indústria transformadora.

As exportações de componentes automóveis são responsáveis por 15% das exportações portuguesas.

 

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