MCG mind for metal alcança certificação ambiental ISO 14001:2015

A MCG alcançou recentemente a certificação ambiental ISO 14001:2015, norma internacional que assegura o bom desempenho das organizações ao nível do seu Sistema de Gestão da Qualidade Ambiental (SGA).

in MCG min for metal, 10-07-2018


Confirmando a responsabilidade e a consciência ambiental que estão enraizadas na empresa, o alcançar desta certificação é resultado do forte investimento que a MCG tem efetuado na promoção do seu desempenho ambiental e na redução dos impactes da sua atividade, dando resposta não só à legislação ambiental em vigor nesta matéria como também às exigências de vários clientes e da comunidade local.

 

A conformidade com a ISO 14001:2015 é prova de um uso racional de energia e recursos. Prevê o alcançar de objetivos estratégicos através da incorporação de questões ambientais na gestão da empresa e do aumento do envolvimento transversal de toda a estrutura em torno da gestão ambiental.

 

Fica assim devidamente reforçado o compromisso contínuo na redução da probabilidade de riscos ambientais, tais como emissões, derrames e outros acidentes do género, bem como a redução de custos ao longo do tempo através da melhoria da eficiência de todos os processos inerentes à atividade da MCG mind for metal.

 

A certificação alcançada abrange as fábricas MCG e ainda os respetivos processos e áreas administrativas e de suporte.

 

Acompanhe a atividade da MCG mind for metal no  LinkedIn ou siga esta secção de notícias MCG para ficar a saber mais sobre todos os projetos desenvolvidos pela. Ou toque/clique na imagem abaixo para receber informação adicional.

CO2 car and van targets: industry reacts to European Parliament votes

The European Automobile Manufacturers’ Association (ACEA) takes note of the outcomes of today’s European Parliament votes on post-2020 CO2 targets for cars and vans in the TRAN and ITRE Committees, and will now make a further assessment of the details.

in ACEA, 10-07-2018


Generally speaking, Europe’s car manufacturers remain extremely concerned about the feasibility of the proposed CO2 targets and timings, which do not sufficiently consider the impacts on consumers and those working in the automotive sector. With this in mind, ACEA considers a 20% CO2 reduction by 2030 for cars to be achievable at a high, but manageable, cost.

“Looking ahead, we can only hope that Members of the European Parliament (MEPs) will be able to speak with a united and realistic voice ahead of the vote of the Environment Committee in September and the Plenary vote in October,” stated ACEA Secretary General Erik Jonnaert.

Stefan Sommer, nuevo responsable de Compras de Grupo Volkswagen

El Consejo de Administración de Volkswagen ha designado a Stefan Sommer como nuevo responsable de Compras del Comité Ejecutivo de la compañía con efecto a partir del 1 de enero de 2019, como fecha límite.

in AutoRevista, 10-07-2018


Sommer sucede en el puesto a Francisco Javier García Sanz, que dejó la compañía en abril a petición propia. Hasta finales de 2017, Sommer era el CEO de ZF Friedrichshafen.

El Stefan Sommer posee un doctorado en Ingeniería, con especialización en automatización. Empezó su carrera profesional en 1994 como ingeniero de desarrollo en ITT Automotive Group Europe, en Frankfurt. En 1997, se trasladó a Continental Automotive Systems, en Hannover, como director de Desarrollo de Electrónica y Sensores. Tras ocupar varias posiciones en el Grupo Continental, la última de ellas como vicepresidente senior del EBS Customer Center, fue nombrado miembro del Comité Ejecutivo de ZF Sachs, en Schweinfurt, donde se hizo cargo de la división de suspensiones. En 2010, se convirtió en miembro del Comité Ejecutivo de ZF Friedrichshafen con responsabilidad sobre la gestión de materiales. En enero de 2012, Sommer fue nombrado director general adjunto de ZF Friedrichshafen, y desde mayo de 2012 hasta enero de 2017, fue el CEO de ZF Friedrichshafen.

Stefan Sommer fue premiado en 2014 con el Premio Dirigente del Año del Grupo TecniPublicaciones, empresa editora de la publicación AutoRevista. El galardón reconoció al entonces presidente y consejero delegado de ZF Friedrichshafen por una gestión plasmada en innovaciones de alto valor añadido, alto nivel de rentabilidad e inteligente expansión de una compañía que ese mismo año se había visto reforzada con la adquisición de TRW.

Bosch: segurança, precisão e comodidade são pontos chave na revolução do paradigma da mobilidade

Nascido em 2013, o consórcio Universidade – Indústria entre a UMinho e a Bosch já envolveu um investimento de 76 milhões de euros que deu origem a soluções revolucionárias para o carro do futuro. E tem rodas para continuar a andar.

in Sapo Tek, 06-07-2018


A segunda fase da parceria entre a Universidade do Minho e a Bosch terminou com a apresentação das várias soluções que fizeram parte da Innovative Car HMI, um programa que envolveu mais de 400 engenheiros e investigadores e cujos resultados alcançados “são um fator de motivação para a continuidade das atividades de investigação e desenvolvimento”.

No Innovative Car Experience, as muitas pessoas presentes puderam contactar de perto com aquela que para Rui Vieira de Castro, reitor da UMinho, é “uma experiência única no contexto português e, provavelmente, no contexto europeu”.

Entre os projetos rumo ao futuro da condução autónoma e que vieram “provar que as universidades podem ser parceiros ativos e dar contribuições decisivas” encontravam-se soluções como um sistema de estacionamento autónomo e de comunicação entre carros.

Antecipando o desafio que a condução autónoma irá trazer para a Interface Homem- Máquina (HMI) e assumindo o carro como o terceiro lugar onde as pessoas passam mais tempo (para além do lar e do local de trabalho) foi revelado como será o Cockpit do futuro, um espaço de interatividade e conectividade, dentro e fora do veículo, que vai permitir libertar o condutor para outras tarefas. Isto tudo com uma base de confiança plenamente estabelecida.

Mas, porque o fator humano estará sempre presente, com vicissitudes que lhe são características como o cansaço físico, o futuro também vai conseguir monitorizar se o condutor está em condições para conduzir ou se está demasiado sonolento ou distraído através de uma câmara de monitorização instalada, de forma imperceptível, no painel de instrumentos.

Os ocupantes também foram contemplados nas soluções desenvolvidas pelos parceiros UMinho-Bosch, com a extração da postura dos ocupantes a ser a base para o conhecimento dos seus movimentos e ações em contexto de condução assistida e autónoma.

Rui Martins, responsável pela Inovação e TUBconsulting dos Transportes Urbanos de Braga (TUB), falou ao SAPO TEK sobre tecnologia que está a ser aplicada nos autocarros 43 e 2 dos TUB e que permitem “ser não só reacionário, mas também proativo”.

Através de aplicações Cloud para carros inteligentes é possível recolher várias informações que permitem a “melhoria de rotas, horários e a otimização de linhas tendo como base dados fundamentados”, bem como reduzir custos e, consequentemente, gastos desnecessários.

Numa vertente iFactory foram desenvolvidas soluções como o sistema de milk-run autónomo que permite otimizar processos dentro das várias linhas de produção, assim como eRobots automatizados e inteligentes.

Para além de seguro e confiável, o carro do futuro deverá ser silencioso, pelo que a diminuição do ruído é uma condição essencial para que se possa chegar a essa realidade. Nesse sentido, a solução de cancelamento ativo do ruído diminui o barulho que vem do motor e das vibrações geradas no contato das rodas com a estrada.

Mas, tudo isto só é possível através de sensores e câmaras, componentes essenciais para a condução autónoma, uma vez que o veículo deve ser capaz de ler o que está ao seu redor e agir de forma preventiva.

Disso é exemplo o sensor de movimento e posicionamento de veículos, o qual melhora significativamente a precisão de localização do veículo através do uso de vários sistemas de navegação por satélite, incluindo GPS e Galileo, sensores inerciais e algoritmos de fusão.

Segundo Carlos Ribas, representante da Bosch em Portugal, “a Bosch e a UMinho não estão a fazer investigação e desenvolvimento para ficar na gaveta” já está em marcha a terceira fase da parceria entre as duas entidades.

Dividida em três vertentes, a fase que decorre entre 2018 e 2021, é orientada “em muito para a área dos sensores e da condução autónoma”, esclarece o também administrador técnico da Bosch em Braga.

O investimento de 108 milhões de euros prevê o desenvolvimento de projetos de elevada complexidade e que, para a Bosch, “consolidarão definitivamente Portugal como um país de referência na atração de investimento estrangeiro de qualidade”.

 

Bosch e UMinho apresentam candidaturas a 100 milhões para “revolucionar mobilidade”

A Bosch e Universidade do Minho (UMinho) submeteram candidaturas para um investimento acima dos 100 milhões de euros ao abrigo da nova fase de uma parceria que pretende “revolucionar o paradigma da mobilidade”, revelaram esta quinta-feira aquelas entidades.

in O Minho, 06-07-2018


O anúncio foi feito durante um evento no Forum Braga, “Innovative Car Experience”, que marcou a estreia em Portugal de tecnologias como a comunicação entre carros, tendo também servido para apresentar os resultados já alcançados por aquela parceria, que desde 2013 já envolveu um investimento de 76 milhões de euros.

“Os projetos em que estamos envolvidos mostram claramente que Portugal e, mais concretamente, a Bosch em Braga, está na linha da frente no domínio da mobilidade. Daqui estão a sair soluções tecnológicas avançadas para os veículos do futuro, em parte graças às sinergias estabelecidas com a Universidade do Minho”, afirmou no evento Carlos Ribas, representante da Bosch em Portugal e administrador técnico da empresa em Braga.

A segunda fase, que “termina agora”, da parceria ‘Innovative Car HMI’ (IC-HMI) entre a multinacional alemã e a academia minhota, envolveu mais de 400 engenheiros e investigadores e contou com um investimento de 54,7 milhões de euros entre 2015 e 2018.

As duas entidades desenvolveram “diversos projetos de investigação que procuraram soluções para uma mobilidade sem acidentes, emissões ou stress, e para uma maior eficiência nos processos de produção”, como o ‘cockpit’ do futuro, câmaras de monitorização do condutor e a nova geração de ‘Head Up Displays’, enumerou a Bosch em informação fornecida à imprensa durante o evento no Forum Braga.

Na vertente ‘Innovcar’, a parceria desenvolveu “sensores de posicionamento exato do veículo, sistemas de comunicação entre o veículo e o ambiente à sua volta, sistemas de eliminação de ruído, câmaras que permitem a monitorização do condutor e chassis fabricados em plástico”.

Por outro lado, a vertente iFactory desenvolveu “soluções que permitem otimizar processos dentro das várias linhas de produção, preparando-a para a produção de complexas novas tecnologias, sistemas de gestão de manutenção, novos conceitos para métodos de embalamento mais flexíveis e universais assim como ‘eRobots’ automatizados e inteligentes”.

No referido texto, a multinacional alemã salienta ainda que o programa IC-HMI “evidenciou que as interações envolvendo a universidade, a indústria e o Estado podem ser virtuosas, assegurando a inovação e promovendo o crescimento da economia e o desenvolvimento da sociedade sustentados no conhecimento”.

Segundo salientou o administrador comercial da Bosch em Braga, Lutz Welling, a empresa “está na vanguarda da tecnologia automóvel e a parceria de inovação com a Universidade do Minho é um fator importante nesta transformação”.

A Bosch aproveitou ainda o “Innovative Car Experience” para trazer a Portugal o novo ‘Home Zone park assist’, que permite o estacionamento autónomo de veículos, sendo que, com este sistema, o condutor pode sair do carro, ativar no ‘smartphone’ a função com um toque no ‘display’ e observar a manobra de estacionamento.

O veículo circula dentro do parque evitando obstáculos, procura um lugar livre e estaciona, otimizando o espaço necessário para o efeito. O condutor pode ainda usar o ‘Home Zone park assist’ para que o carro saia do parque de forma autónoma.

A Bosch está presente em Portugal desde 1911. Hoje, o Grupo Bosch é um dos maiores empregadores do país, com 4.450 colaboradores (em 31 de dezembro de 2017) que contribuíram para gerar 1,5 mil milhões de euros em vendas internas em 2017.

Lisboa recebe 10 camiões eléctricos made in Portugal

A fábrica da Mitsubishi do Tramagal está a fornecer 100 camiões totalmente eléctricos para testes em cinco cidades mundiais.

in Negócios, por Pedro Curvelo, 05-07-2018


Lisboa junta-se a outras cinco cidades – Amesterdão, Berlim, Londres, Nova Iorque e Tóquio – para a segunda fase de testes do Fuso eCanter, que deverá ter a duração de cerca de dois anos, explicou ao Negócios Francisco Geraldes, director-geral da Mitsubishi Bergé Portugal, distribuidora da marca no país. No total, foram 100 as unidades produzidas no Tramagal, em Abrantes, para serem testadas em todas as cidades que integram o projecto, com excepção de Tóquio.

As viaturas entregues esta sexta-feira à autarquia liderada por Fernando Medina serão utilizadas para a recolha de resíduos e objectos de grande volume e vêm equipadas com baterias que asseguram 100 quilómetros de autonomia. A comercialização do Fuso eCanter apenas deverá iniciar-se em finais de 2019 ou início de 2020, refere o responsável da marca.

Jorge Rosa, CEO da Mitsubishi Fuso Truck Europe, admite que poderão ser produzidas unidades adicionais ainda este ano devido ao elevado interesse de mais entidades em participar na fase de testes. Esta é uma possibilidade ainda em estudo, ressalva.

A Mitsubishi acredita que será pioneira na introdução de viaturas totalmente eléctricas no segmento de veículos de trabalho e, segundo Francisco Geraldes, “tem havido um grande interesse neste projecto”. Entre as vantagens da electrificação dos veículos para trabalho em centros urbanos, o responsável destaca “a redução da poluição e do ruído”, factores que considera “muito importantes” para a qualidade de vida nas cidades.

Sem avançar números, Francisco Geraldes, diz que o projecto implicou um “esforço grande de investimento” da Mitsubishi, principalmente no Japão, onde o modelo tem estado a ser desenvolvido, mas perfeitamente justificável face à “renovação do ciclo de produto”.

Até ao momento, os investimentos na fábrica foram diminutos, tendo sido feito um esforço “considerável” nos últimos  anos na formação de quadros e de alguns trabalhadores para a produção no novo veículo, diz Jorge Rosa.

Tal como já acontece com a produção actual da fábrica no Tramagal, a maioria das unidades fabricadas serão canalizadas para as exportações. Esta será a única unidade na Europa a fabricar o Fuso eCanter, tendo a seu cargo o abastecimento de todo o mercado europeu.

O CEO da empresa considera ser prematuro avançar com uma estimativa de produção para o arranque da comercialização do modelo, prevista para finais de 2019 ou início de 2020.

Viana do Castelo aderiu ao Grupo Inter-regional sobre o Futuro da Indústria Automóvel do Comité das Regiões

O município de Viana do Castelo aderiu ao Interregional Group on the Future of the Automotive Industry do Comité das Regiões. O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, aderiu ao Grupo Inter-regional sobre o Futuro da Indústria Automóvel durante uma reunião que aconteceu em Bruxelas, para abordar a importância dos clusters automóveis, a investigação em curso na descarbonização e na automatização dos automóveis.

in Rádio Alto Minho, 05-07-2018


Este grupo vai, em breve, reunir em Viana do Castelo, para contribuir para uma melhor competitividade e emprego da indústria automóvel e para um maior envolvimento das universidades no desenho de futuras soluções. O Grupo Inter-regional sobre o Futuro da Indústria Automóvel foi fundado em 2009 para tratar dos problemas que afetam a indústria automóvel.

Atualmente, o objetivo do CoR Automotive Intergroup Meeting evoluiu para defender os interesses dos territórios com uma importante indústria automóvel e encontrar soluções comuns para os desafios que eles enfrentam.
O CoR Automotive Intergroup Meeting conta com meia centena de membros do Comité das Regiões, além de observadores externos da Áustria, Bélgica, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Polónia, Portugal, Eslováquia, Espanha e Reino Unido.

CLEPA statement on the applicability of End of Live Vehicle (ELV) Directive

CLEPA has just published the statement on the applicability of “End of Live” (ELV) Directive vs the “Restriction of the use of certain hazardous substances in electrical and electronic equipment” Directive (RoHS)/ “Waste electrical and electronic equipment” Directive (WEEE) in the automotive industry.

in CLEPA, 04-07-2018


EU WEEE directive 2012/19/EU (“Waste electrical and electronic equipment directive”) opens its scope by 15th of August 2018. WEEE applies to electrical / electronical equipment (EEE) and excludes specific EEE for the means of transport, that concerns vehicles, which are in scope of ELV.

 

As a consequence the directive covers further EEE, which were not in scope before. Exemplary examples of EEE new in scope include, but are not limited to clothes and furniture with installed electrical / electronical function such as:

  • Bathroom cabinets with installed illumination
  • Desks, which are adjustable by height through electrical function
  • Shoes with installed blinking lights.

 

The EU “End of Life” (ELV) Directive 2000/53/EC applies to vehicles, including components and materials of vehicles, as defined in article 3(1).

 

The CLEPA statement shall help CLEPA companies to define, which directives apply to their parts, either ELV directive or RoHS / WEEE directive. The statement is supported by JAPIA, the “Japan Autoparts Industry Organization”.

 

You can check the statement below

CLEPA STATEMENT

Groupe PSA Vigo inicia la producción en serie de sus nuevos comerciales ligeros

El Centro de Vigo de Groupe PSA ha comenzado la producción en serie de la nueva generación de vehículos comerciales ligeros de las marcas Peugeot, Citroën y Opel/Vauxhall, que serántambién fabricados en el Centro de Mangualde (Portugal), con un potencial industrial conjunto en las dos fábricas de 350.000 vehículos al año.

in AutoRevista, 03-07-2018


Para responder a la demanda comercial de los nuevos Peugeot Partner/Rifter, Citroën Berlingo/Berlingo Van y Opel/Vauxhall Combo, se ha puesto en marcha un cuarto turno de trabajo en el Centro de Vigo, constituido por 900 personas, y un tercer equipo, con 225 personas, en Mangualde. Por primera vez en su historia, la fábrica de Vigo producirá vehículos de las marcas Opel y Vauxhall.

La nueva generación de utilitarios ligeros se produce ya en serie en la Línea 2 del Centro de Vigo sobre la plataforma evolucionada EMP2, en convivencia con la familia de los monovolúmenes C4 Space Tourer. En Mangualde, actualmente se producen preseries previas al acuerdo de subida en cadencia. Los modelos anteriores (Berlingo y Partner) continuarán fabricándose en el Sistema 1 de Vigo hasta fin de julio, y hasta octubre en Mangualde.

Industry4Europe coalition publish a new Joint Paper calling for an ambitious industrial policy in Europe

The Industry4Europe coalition, of which CLEPA is a member, has today published a new Joint Paper to inform the EU debate on an new, ambitious industrial policy for Europe.

The Joint Paper makes recommendations with regard to the governance structure for such policy, which should facilitate dialogue as well as concrete implementation of actions.

by CLEPA, 03-07-2018


 

he Joint Paper was presented this morning to the Austrian Chairman of the Council High-Level Group on Competitiveness and Growth and will be shared with all Permanent Representations as well as with the European Commission.

 

With its first Joint Paper “For an ambitious EU Industrial Strategy: Going further” (October 2017), the Industry4Europe coalition called for a long-term vision for Europe’s industry which demands a long-term governance structure going beyond the 6-month EU Presidency cycle and the 5-year mandate of the current European Commission. Such a governance structure should enable the Commission, the Council and the European Parliament, together with industry stakeholders, to develop a common vision for a smart, innovative and sustainable industry.

Existing policies, initiatives and tools, addressing the challenges and gaps, including those described in the Commission’s Communication “Investing in a smart, innovative and sustainable Industry: A renewed EU Industrial Policy Strategy” of September 2017, should be reviewed in order to develop and implement a long-term comprehensive EU Industrial Strategy as well as for monitoring its progress on a regular basis.

 

Download the Joint Paper 2018-07-Industry4Europe – Joint Paper on Governance