ATEC vai formar jovens para a empresa TMG

A empresa TMG elegeu a ATEC como entidade formadora do Curso de Formação para Técnicos de Manutenção com o objetivo de formar jovens nesta área para que, após este curso, tenham a possibilidade de obter um emprego e um Futuro dentro da TMG.

in ATEC, 31-10-2018


 

Este curso vai formar Técnicos de Manutenção para a área Mecânica e para a área Elétrica, de forma a integrarem as equipas da TMG.

 

 

SIMOLDES PLÁSTICOS | Projeto CHROMIUM LIKE

A SIMOLDES Plásticos, SA é uma empresa do Grupo SIMOLDES, com sede em Oliveira de Azeméis.

in COMPETE 2020, por Miguel Freitas, 31-10-2018


 

O Grupo SIMOLDES teve o seu início em 1959 com a constituição da SIMOLDES Aços, empresa dedicada à fabricação de moldes de injeção para a indústria de plásticos. Atualmente, o Grupo SIMOLDES é o maior fabricante europeu de moldes de aço e um dos maiores produtores de peças plásticas para o setor automóvel, possuindo 17 empresas e 5 centros avançados de serviço ao cliente, com unidades fabris em Portugal, Brasil, França, Espanha, Polónia, Argentina e República Checa. Atualmente com cerca 4000 colaboradores, o Grupo SIMOLDES está organizado em duas divisões, correspondendo às suas duas principais áreas de atuação: a divisão de moldes e ferramentas e a divisão de plásticos.

A SIMOLDES Plásticos foi constituída em 1980, dando origem à divisão de plásticos do Grupo SIMOLDES. Esta empresa dedica-se exclusivamente à injeção de peças plásticas, visando aproveitar as sinergias existentes com o fabrico de moldes e fornecer diretamente as indústrias cujos produtos incorporam componentes plásticos injetados, com destaque para a indústria automóvel.

Os principais clientes da SIMOLDES Plásticos incluem as principais OEMs da indústria automóvel, nomeadamente Grupo Volkswagen (em particular, as marcas Volkswagen, Seat, Audi, Porsche e Skoda), Grupo PSA (Peugeot, Citroën), Ford, Renault, etc. A SIMOLDES Plásticos é fornecedor de primeira linha de muitos destes clientes, tendo sido classificada como “Fornecedor Q1” pela Ford, “Fornecedor A” pela Renault; “Fornecedor Preferencial” pela Philips; e, muito recentemente, “Fornecedor Majeur” pelo grupo PSA.

A SIMOLDES Pláticos tem-se mostrado, desde a sua origem, uma empresa inovadora, tendo um departamento de I&D e um laboratório de I&D próprio. A empresa tem investido fundamentalmente nas áreas da conceção, engenharia, desenvolvimento e cooperação empresarial, para o desenvolvimento de novos projetos e em novos processos tecnológicos de fabrico, particularmente para o setor automóvel. Na maior parte dos casos, a empresa concebe e desenvolve novos produtos para clientes deste setor, cujo grau de evolução e exigência obriga a introduzir constantes melhorias técnicas nos produtos, processo e serviços.

 

O Projeto CHROMIUM LIKE

O projeto CHROMIUM LIKE visa o desenvolvimento de soluções inovadoras que permitam, sem utilização de crómio, produzir componentes plásticos para o interior automóvel, com efeito cromado para um visual estético mais apelativo e com performance melhorada na sensação ao toque, produzindo uma perceção de toque metálico (toque frio).

Este projeto pretende dar resposta às tendências atuais do setor automóvel, nomeadamente ao nível das características esteticamente atrativas no interior automóvel e, sobretudo, às exigências estabelecidas pela diretiva da UE 2000/53/ CE, que limita o uso de substâncias perigosas, como crómio hexavalente, na produção de veículos.

Para alcançar os objetivos propostos, estão previstas quatro linhas de investigação e desenvolvimento que serão implementadas no ciclo produtivo da empresa promotora, culminando em protótipos com as funcionalidades ambicionadas e que cumpram os exigentes requisitos do setor automóvel e da legislação Europeia.

Resultados esperados

Utilização de processos produtivos mais verdes e eficientes através de tecnologias de vanguarda e sustentáveis, cujos processos são mais ecológicos e de menor impacto ambiental que os convencionalmente utilizados para este tipo de aplicação.

O projeto vai permitir ainda poupança de energia e uma melhor utilização de recursos, uma vez que, com a aplicação destes novos materiais no interior automóvel, poderá ser possível diminuir o peso final do veículo e a utilização de matérias-primas nocivas para o meio ambiente. Com isto, será possível reduzir o consumo de combustível e, consequentemente, as emissões de gases com efeito de estufa, contribuindo para uma maior eficiência energética do veículo automóvel.

Todas estas ações resultarão no desenvolvimento de produtos inovadores, o que permitirá intensificar a presença da empresa e do país em cadeias globais de fornecimento das indústrias automóvel, mostrando que a aposta no I&D e em parcerias de empresas do ramo com entidades do sistema de I&I traz mais-valias significativas não só para a diferenciação das indústrias diretamente envolvidas, mas também para o desenvolvimento do País.

Apoio

Projeto promovido pela SIMOLDES-PLASTICOS, S.A., conta com o apoio do COMPETE 2020 no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, na vertente de co-promoção, envolvendo um Investimento elegível de 629 mil euros o que resultou num Incentivo FEDER de 420 mil euros.

 

Links Relacionados

 

 

 

Fact sheet: Brexit and the auto industry

The impact of a no-deal Brexit on the automobile industry would be potentially catastrophic. There is no other industry that is more tightly integrated than the European automotive industry, with highly complex supply chains stretching across Europe and production relying on ‘just-in-time’ delivery.

in ACEA, 30-10-2018


 

Indeed, as this new fact sheet illustrates, the EU and UK automotive industries are closely interwoven today.

54% of all UK-built passenger cars were bought by customers in the European Union last year. In fact, 8 out of 10 passenger cars made in the United Kingdom are exported. The other way around, less than 3 out of 10 passenger cars made in the EU are exported (27.4%), with roughly one third of total exports heading to the UK. The EU represents 85% of the UK’s passenger car imports by volume.

 

Click here for more information.

 

 

A Couro Azul vai fornecer couro para o primeiro automóvel elétrico da Porsche

À semelhança do que já tinha acontecido com os modelos Panamera e Macan, a Porsche nomeou a Couro Azul como fornecedora para os interiores do primeiro modelo elétrico da marca, o Taycan.

in Couro Azul, 30-10-2018


 

São 5 as cores a fornecer para este modelo, que chegará aos concessionários europeus no final de 2019.

 

Para mais informações consulte o site:

https://www.couroazul.pt/

 

 

COURO AZUL | Projeto NanoCleanLeather

Couro Azul desenvolve pele natural com propriedades de limpeza melhorada

Cofinanciado pelo COMPETE 2020, o projeto NanoCleanLeather visa a investigação e desenvolvimento de pele natural com propriedades de limpeza melhorada – anti-soiling e self-cleaning – destinada ao interior automóvel, com recurso a aditivos nanoestruturados.

in COMPETE 2020, por Cátia Silva Pinto, 30-10-2018


 

1. Breve histórico da empresa

Fundada em 1986, com origem no Grupo Carvalhos, que remonta a 1939, a empresa de curtumes Couro Azul começou a exportar quando optou por acompanhar a deslocalização de multinacionais do calçado. Hoje fornece couro para grandes marcas de automóveis e está a estrear-se nos sectores aeronáutico e ferroviário.

Distinções

2012 | Projeto LIFE ganha o Prémio Crystal Cabin Award  O Projecto LIFE (Lighter, Integrated, Friendly and Eco-Efficient aircraft cabin) venceu o prémio internacional “Crystal Cabin Award”, na categoria “Visionary Concepts”. O projecto LIFE é uma visão para a aviação executiva do futuro, propondo uma experiência de viagem confortável e sofisticada através da combinação de soluções e tecnologia de ponta com materiais naturais e sustentáveis como o couro e a cortiça.

2014 | Couro Azul ganha o Prémio Anual de Inovação na feira de Xangai  O “Prémio de Inovação”, ganho pela Couro Azul, reconhece o compromisso da empresa com a qualidade e a inovação, características que fazem parte do seu ADN.

2015 | Couro Azul – Empresa com o Maior Crescimento na Indústria Nacional 

A Couro Azul foi considerada a empresa com o melhor crescimento na indústria nacional, tendo ocupado a 6ª posição na criação de emprego, de acordo com o ranking publicado pela publicação portuguesa “Money Alive” (Star Company – The Ranking of as 1000 Maiores Empresas – IGNIOS)

2016 | 1000 empresas a inspirar a Europa

Distinção da London Stock Exchange  pelo ritmo de crescimento da Couro Azul

2017 | 1000 empresas a inspirar a Europa 

Distinção da London Stock Exchange pelo segundo ano consecutivo pelo ritmo de crescimento da Couro Azul

2017 | Prémios Millennium Horizontes – Categoria Exportação 

A Couro Azul foi distinguida pelos prémios Millenniium Horizontes na categoria Grandes Empresas – Exportação no passado dia 15 de Novembro. Os Prémios Millennium Horizontes são uma iniciativa do Millennium bcp, em parceria com o Grupo Global Media, a COTEC, o AICEP e a Universidade Católica, que visa premiar as Empresas portugueses que mais se destacaram em 2016, seja pelo seu impulso exportador, pelo seu dinamismo internacional ou pelo cariz inovador dos seus produtos, serviços ou processos.

 

2. Síntese do Projeto NanoCleanLeather 

A Couro Azul, no âmbito do projeto NanoCleanLeather, desenvolveu pele natural com propriedades de limpeza melhorada – anti-soiling ou self-cleaning – destinada ao interior automóvel, ferroviário e aeronáutico. Desta forma é assegurada uma higienização superior e a consequente minimização dos procedimentos e materiais de limpeza gastos no processo, o que permitiu induzir uma diminuição do impacto ambiental e económico gerado.

2.1 Âmbito

O projeto teve como objetivo a investigação e desenvolvimento de pele natural com propriedades de limpeza melhorada – anti-soiling ou self-cleaning – destinada ao interior automóvel, com recurso a aditivos nanoestruturados. Pretende-se ainda que estas melhorias permitam a utilização pioneira de nubuck e camurça na indústria dos transportes.

O anti-soiling é um conceito cada vez mais exigido pelas OEM da indústria automóvel, mas as propriedades self-cleaning são inexistentes na indústria de curtumes, revestindo-se por isso de um caráter altamente inovador.

É conhecido o potencial da aplicação de nano materiais para providenciar um abrangente espectro de funcionalidades a materiais diversos. No entanto, existem desafios na investigação quer ao nível da síntese de aditivos nanoestruturados para anti-soiling e self-cleaning, quer ao nível da sua compatibilidade com o couro.

As principais linhas de investigação serão: 1- Síntese de aditivos para propriedades anti-soiling, designadamente nanopartículas de sílica funcionalizadas com flúor, que assegurem elevada rugosidade e reduzida energia superficial; 2-Síntese de aditivos para propriedades self-cleaning, designadamente nanocompósitos de sílica e dióxido de titânio, que assegurem a degradação de contaminantes por ação fotocatalítica; 3-Investigação de processos paraincorporação de aditivosnanoestruturados em pele natural,para obtenção de propriedades anti-soiling ou self-cleaning, que potenciem um elevado desempenho (e uma durabilidade satisfatória)das funcionalidades, bem como a manutenção do aspeto natural do couro.

As formulações existentes para conferir propriedades anti-soiling à pele apresentam limitações ao nível do desempenho, durabilidade e alteração do seu aspeto natural. Os aditivos sintetizados, bem como os processos de incorporação, serão selecionados de modo a garantir melhorias em termos da limpeza e assegurar a manutenção das credenciais de estética e conforto caraterísticas da pele natural.

2.2 Apoio do COMPETE 2020

O projeto NanoCleanLeather foi cofinanciado pelo COMPETE 2020 no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, na vertente de co-promoção, com um investimento elegível de 459 mil euros, correspondendo a um incentivo FEDER de cerca de 330 mil euros.

2.3 Consórcio

O consórcio do projeto NanoCleanLeather é constituído por três entidades, a empresa Couro Azul, e duas entidades do SI&I (Sistema Nacional de Investigação e Inovação): CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro  e CENTITVC – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos Funcionais e Inteligentes.

 

3. Links

Artigo “Já ouviu falar do projeto NANOCLEANLEATHER?”

Website da Couro Azul

Website do CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro

Website do CENTITVC – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos Funcionais e Inteligentes

 

 

Projeto Aptis eleva MCG na produção de pisos para comboios e autocarros

O Aptis, o primeiro autocarro 100% elétrico da Alstom, é um projeto revolucionário que integra na sua estrutura principal um componente criado na totalidade pela MCG mind for metal. Trata-se de um pavimento estrutural integral desenvolvido pela MCG transportation e que eleva as capacidades da empresa na produção de pisos para comboios e autocarros.

in MCG mind for metal, 29-10-2018


 

Este novo modelo da Alstom foi apresentado com honras de destaque na feira InnoTrans 2018 de Berlim, em setembro, e o contributo da MCG neste projeto consiste num pavimento avançado que faz parte da estrutura resistente principal do autocarro elétrico (sem sub-frame).

 

O componente é produzido nas instalações da MCG, no Carregado, como uma peça única com um comprimento superior a oito metros, algo possível apenas devido à reconhecida capacidade de desenvolvimento e engenharia da MCG transportation. Esta unidade de produção MCG distingue-se a uma escala mundial pela sua especialização em painéis de muito grande dimensão.

 

Pisos para comboios e autocarros

 

Estando já em fase final de desenvolvimento, o Alstom Aptis é mais um projeto revolucionário de marcas de renome internacional a integrar componentes produzidos e desenvolvidos pela MCG.

 

É também o caso, por exemplo, do piso aquecido para instalação na cabine da locomotiva Prima H4 também da Alstom, outro grande projeto MCG transportation, e do guia exterior do fole da suspensão a ar do automóvel elétrico Porsche Mission E, um projeto MCG automotive de grande importância.

 

O piso para o Aptis é uma solução totalmente desenvolvida e adaptada pela MCG transportation tendo em vista o cumprimento dos requisitos do cliente. “Foi a nossa reconhecida capacidade de desenvolvimento e engenharia, bem como a nossa especialização em painéis de muito grande dimensão, que permitiu satisfazer as necessidades da Alstom na criação de um pavimento com estas características”, explica Pedro Brilha, Diretor Comercial MCG ligado ao projeto Aptis.

 

Soldadura certificada EN 15085 e HVAC

 

O desenvolvimento e a produção de pisos para comboios e autocarros espelham a elevada capacidade da MCG transportation no que diz respeito a processos de construção metálica, com especial relevo para a montagem de estruturas soldadas. A soldadura certificada EN 15085 é uma das competências específicas que a MCG aplica na indústria ferroviária, nomeadamente em estruturas HVAC.

 

Para ficar a saber mais sobre as competências certificadas da unidade de negócio MCG transportation, por favor acompanhe esta nossa página de novidades e siga a atividade da MCG mind for metal no LinkedIn.

 

 

MCG apresenta resultados do projeto LaTCh II na feira Composites Europe 2018

A apresentação do protótipo e dos resultados do projeto LaTCh II constituem o principal mote da MCG mind for metal na Composites Europe 2018, a maior feira de compósitos, tecnologia e aplicações que se realiza de 6 a 8 de novembro em Estugarda, Alemanha.

in MCG mind for metal, 29-10-2018


 

A participação do projecto LaTCh II (Lightweight Thermoplastic Composites II) neste evento está integrada no LIGHTWEIGHT TECHNOLOGIES FORUM, área exclusiva de aplicações lightweight onde haverá lugar a uma apresentação do projeto no programa de conferências dedicado ao tema, no dia 6 de novembro.

 

MCG é a empresa especificadora e technology adopter do LaTCh II, sendo que os resultados a apresentar pelo consórcio português no evento mostram o excelente trabalho que o departamento de R&D da MCG e a divisão MCG automotive têm desenvolvido no âmbito do projeto ao longo dos últimos meses.

 

Depois de o projeto LaTCh ter demonstrado a viabilidade técnica da produção de componentes mais leves e que mostram igual ou superior desempenho em comparação com os componentes metálicos, o LaTCh II pretende agora reduzir o número de operações necessárias à obtenção do componente final (“one-shot process”).

 

Para tal, a iniciativa visa a redução de equipamentos, ferramentas e recursos humanos envolvidos no processo, enquanto aumenta a complexidade dos produtos pela integração de elementos metálicos. A redução do número de operações permite assim cadências maiores e custos de produção previsivelmente inferiores para cada componente.

 

Resultados do projeto LaTCh II

 

MCG tem sido a empresa responsável pela implementação desta tecnologiaatravés de equipamentos auxiliares ao processo “one-shot” (aquecimento e transporte do blank à máquina de injeção) e da ferramenta produtiva, garantindo igualmente a respetiva verificação.

 

O objetivo passa por acrescentar complexidade à componente técnica associada a estas tecnologias e simultaneamente ser-se capaz de fazê-lo a um custo efetivamente competitivo com a estampagem dos metais.

 

É possível encontrar o protótipo LaTCh II e a MCG mind for metal na Composites Europe 2018 no espaço do consórcio responsável pelo projeto, no Stand 9/60h. O projeto é liderado pela Moliporex e a MCG coube o papel de empresa especificadora e technology adopter. A Cadflow e o INEGI são as outras duas entidades portuguesas também envolvidas na iniciativa.

 

Continue a acompanhar esta nossa secção de notícias – e também a atividade da MCG mind for metal no LinkedIn – para ficar a conhecer em detalhe tudo o que a empresa vai apresentar este ano na feira Composites Europe. Para receber mais informação relativa à unidade de negócio MCG automotive, basta clicar/tocar na imagem abaixo.

 

 

Renault to double production at Dacia plant in Morocco

Renault will double production at its Casablanca plant to 160,000 cars annually by 2022, the state news agency MAP said.

in Automotive News Europe, by Ahmed Eljechtimi | Reuters, 26-10-2018


 

The production target was revealed by Renault CEO Carlos Ghosn at a meeting with King Mohammed VI in Marrakesh, the agency said.

Renault builds Logan and Sandero models at the plant.

The production increase at the SOMACA plant in Casablanca will help Renault to build 500,000 cars annually in Morocco, including 340,000 from its larger Tangier plant.

French rival automaker PSA Group said last month that it would start production next year at its site near the coastal city of Kenitra with a target of 200,000 vehicles annually by 2020.

The government has said that it plans to increase to 1 million the number of cars made in Morocco and to boost the automotive sector’s revenue to 200 million dirhams ($30 billion) annually by 2025.

It also wants to raise the local sourcing rate to 80 percent by 2020 from an estimated 50 percent.

The automotive sector was Morocco’s largest industrial exporting sector last year, with exports worth 70 billion dirhams.

Up to September 2018, the sector topped Morocco’s exports with a rise of 15 percent to 48.81 billion dirhams compared with the same period last year.

 

 

É necessária proactividade na captação de investimento

Entrevista a Tomás Moreira, presidente da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel

in Revista Industrial Forum Portugal #1, 26-10-2018


Como vê o actual crescimento da indústria automóvel, em Portugal e no mundo, e como perspectiva o futuro? Estaremos perante uma nova bolha prestes a rebentar ou o crescimento é sustentável?

De facto a indústria automóvel atravessa um bom momento bastante prolongado. Após a crise de 2008/2009, a produção automóvel mundial tem vindo a aumentar duma forma muito sustentada, passando de 62 milhões no ano 2009 para 97 milhões de veículos produzidos no ano passado.

Visto que ainda há muitos países populosos com taxas de motorização muito baixas, as projecções das consultoras especializadas indicam que a produção continuará a crescer, sendo expectável que atinja os 104 milhões no ano de 2020, se mantivermos um quadro de estabilidade mundial,

Considerando que vivemos numa economia globalizada mas com ameaças de proteccionismos e cenários de incerteza geoestratégica, com crescentes preocupações quanto à sustentabilidade de recursos do planeta, a indústria automóvel poderá a qualquer altura sofrer impacto externos que travem o seu normal crescimento.

 

Que importância, que peso real tem hoje a indústria automóvel na economia nacional – peso directo e indirecto?

A indústria automóvel em Portugal tem acompanhado a tendência de subida do mercado e tem crescido consistentemente, a taxas entre os 5 e os 10% ao ano.

A indústria de componentes só por si agrega umas 230 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 51.000 pessoas. Em 2017 facturou 10,4 mil milhões de Euros, com uma quota de exportação de 85%, tendo a Espanha como principal mercado, seguida da Alemanha, França e Reino Unido.

Em termos de importância na economia nacional, em 2017 representou 5% do PIB, 7% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens, contribuindo fortemente para o equilíbrio das contas externas do País.

É sabido que para além deste impacto directo, a indústria automóvel tem efeitos indirectos muito fortes, através duma extensa cadeia de subfornecedores e prestadores de serviços, sendo também uma importante fonte de atracção de investimento directo estrangeiro.

 

A indústria automóvel nacional considera que essa importância para o desenvolvimento do país é devidamente reconhecida e apoiada a nível interno?

As empresas da indústria de componentes para automóveis distribuem-se por diferentes códigos de actividade e produtos, tornando exaustivo e impraticável listar toda a panóplia de componentes fabricados em território nacional e dificultando a percepção da real representatividade do sector, cuja dimensão é habitualmente subestimada.

Ainda assim, fruto também dum intenso trabalho da AFIA, o Governo e os restantes organismos públicos já têm uma correcta noção do peso real desta indústria.

 

Qual o papel de uma indústria automóvel forte para o futuro do país?

A indústria de componentes merece ser apoiada devido às suas características estruturantes, potencial de crescimento e exportação, dinâmica de inovação, conceitos de qualidade total, excelência nas operações e exigência de recursos humanos qualificados, que conduz a programas de formação contínua e valorização profissional, com efeitos induzidos sobre toda a restante indústria nacional.

 

O que poderia ser feito para desenvolver ainda mais este sector vital do tecido empresarial português?

Exportando o grosso da sua produção para mercados totalmente abertos e globalizados e concorrendo livremente com todos os outros países num contexto de enorme competitividade de preços, todas as questões ligadas a custos se revestem de extrema relevância.

Apesar de Portugal ter os custos salariais mais baixos da Europa Ocidental, não se pode ignorar que competimos directamente contra países com custos de trabalho muito inferiores, nomeadamente Marrocos, na nossa zona geográfica directa. Uma excessiva inflação dos custos salariais, assim como qualquer retrocesso na flexibilidade laboral, representam um agravamento dos factores de competitividade da economia portuguesa, que nos prejudicam no confronto com os países nossos concorrentes.

O actual quadro legal português ainda não permite às empresas de uma forma suficientemente expedita, desburocratizada e sem custos extra adaptarem a laboração às variações de curto prazo do fluxo de encomendas, ao contrário do que acontece noutros países.

Também o elevado custo da energia – dos maiores da Europa (e incluímos aqui a electricidade, o gás e os combustíveis líquidos), e a elevada fiscalidade que pesa sobre as empresas têm prejudicado a competitividade das empresas.

Todas as possíveis melhorias nestes constrangimentos iriam permitir à indústria de componentes automóveis crescer ainda mais sustentadamente.

 

Qual seria o factor crítico para se conseguir trazer para Portugal outro grande construtor automóvel, outra Autoeuropa?

Podemos promover as nossas capacidades, incluindo a disponibilidade de engenheiros, incentivando e oferecendo condições vantajosas e atractivas para a instalações de centros técnicos, potenciadores de a prazo serem instaladas novas unidades industriais ou ampliadas as existentes.

Mas sobretudo é necessária proactividade na captação desse investimento. Portugal (entenda-se as entidades públicas apoiadas pelas associações sectoriais) deveria ter um plano de contacto sistemático com todos os construtores de automóveis e com os grandes fornecedores/integradores internacionais de componentes (os “Tier 1”) para captar os seus projectos e investimentos.

Muito recentemente a AICEP tem vindo a dedicar maior atenção a esta matéria, o que devemos louvar e cria expectativas de sucesso a médio/longo prazo.

No entanto não tenhamos dúvidas de que concorremos com outros países que lutam com igual (ou maior) empenhamento para captar estes investimentos, pelo que temos que criar para a nossa economia condições de competitividade que de facto sejam atraentes para novos investidores (e, já agora, para fixar os que já estão cá).

 

Que capacidade têm as indústrias nacionais – não as grandes multinacionais a operar em Portugal – para adicionarem mais valor no seu serviço, incluindo desenvolvimento de produto ou mesmo novas tecnologias?

São conhecidos os elevados graus de exigência e de competitividade desta indústria, que obriga as empresas a recorrer a processos tecnológicos sofisticados, a manter uma dinâmica de contínuo desenvolvimento e inovação de produtos/tecnologias/processos, a seguir conceitos de qualidade total e de excelência nas operações, requerendo recursos humanos altamente qualificados, só possível através de formação contínua e valorização profissional nas empresas.

O sector conta com uma elevada percentagem de investimento estrangeiro em Portugal mas também muitas empresas portuguesas se internacionalizaram, formando grupos multinacionais que actuam próximo dos seus clientes em quatro continentes.

 

Que subsectores da indústria automóvel em Portugal têm mais peso hoje e quais aqueles que têm mais potencial de crescimento?

Os subsectores com maior peso e que ainda têm margem de crescimento são a metalurgia/metalomecânica; eléctrico/electrónica; plásticos, borracha e outros compósitos; têxteis e outros revestimentos.

 

Como pode a AFIA criar sinergias à sua volta, de modo a levar a indústria nacional para novos mercados – por exemplo o Norte de África, o México ou outras zonas?

Temos vindo a acompanhar a evolução da indústria automóvel em Marrocos, a exemplo disso são as sete acções, entre missões e participações em feiras, que a AFIA realizou, desde o ano de 2008, a este país do Magreb.

A promoção da oferta nacional e a identificação de novas oportunidades assume maior relevo quanto mais se atenta no significativo desenvolvimento da indústria automóvel naquele país. Um crescimento acelerado do número de viaturas montadas que passou de 34 mil em 2008 para as 376 mil no ano de 2017. Alavancado no Plano de Aceleração Industrial 2014-2020, Marrocos chegará ao final da década com uma capacidade de produção anual de um milhão de veículos, graças aos planos de crescimento industrial da Renault (2 fábricas), da PSA – Peugeot Citroën e do recente anúncio da construção de uma fábrica do construtor chinês BYD.

Em 2017 e por ocasião da 13ª Cimeira Luso Marroquina, presidida pelos primeiros-ministros de ambos os países, a AFIA assinou um protocolo de colaboração com a sua congénere AMICA, associação marroquina da indústria e construção automóvel, que prevê estreitar as relações já existentes entre as duas associações e a cooperação técnica e comercial entre empresas.

 

Como está a indústria automóvel nacional a lidar com os desafios da e-mobilidade, novas fontes de energia e condução autónoma? E como vai fazê-lo no futuro?

Os fabricantes de automóveis e os seus fornecedores estão continuamente a investir em tecnologias inovadoras que ofereçam ao mercado automóveis mais seguros e mais automatizados, tendencialmente autónomos, e soluções mais amigas do ambiente.

O sector está atento às evoluções e as empresas estão a tomar as decisões necessárias no sentido de se prepararem e adaptarem para as mudanças que se anunciam no médio e longo prazo.

Neste momento já produzimos em Portugal componentes para os modelos de carros eléctricos mais carismáticos como o: BMW i3, BMW i8, Nissan Leaf ou Renault Zoë.

 

Que riscos enfrenta a indústria nacional face à mudança de paradigma em termos de mobilidade – por exemplo, a possibilidade de desaparecer a necessidade de componentes para motores de explosão interna?

Lê-se que os fabricantes de componentes automóveis tradicionais correm o risco de desaparecer do mercado. Esta ideia é errónea, já que a grande maioria dos componentes utilizados nos carros com combustão interna continuará a ser utilizada nos veículos eléctricos – pense-se em assentos, faróis, infotainment, painéis, pedais, portas, pneus, revestimentos interiores, tabliers incluindo airbags, vidros, volantes e tantos outros.

Acresce que os veículos com combustão interna não irão acabar. Os veículos actuais e os do futuro serão movidos por uma combinação de tecnologias que procuram transferir energia para o movimento, incluindo soluções de sistemas de transmissão eléctricos, recuperação de energia, dispositivos de aumento de potência, combustíveis sintéticos (e-fuels) e motores de combustão de alta eficiência.

A tecnologia diz-nos que não existe uma solução “para todos os gostos”: os automóveis e os veículos servem diferentes propósitos de mobilidade e os consumidores devem poder escolher o nível de potência que melhor serve as suas necessidades.

 

Que caminhos pode seguir a diversificação da indústria automóvel portuguesa?

Em termos de mercado a indústria, competindo a nível internacional, tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos o seu volume de negócios com as principais marcas de prestígio automóvel: Aston Martin, Bentley, Jaguar, Lamborghini, Maserati, McLaren, Porsche, e Rolls-Royce.

A melhoria da relação entre as referidas marcas e a indústria portuguesa demonstra a confiança entre as partes, alicerçada pela performance desta indústria.

Um número cada vez maior de empresas desenvolve internamente actividades de engenharia orientadas para a inovação e melhoria contínua dos seus produtos e processos.

O Sistema Científico e Tecnológico Nacional e muitas Start-ups trabalham continuamente na pesquisa de novos produtos, materiais, processos ou serviços que permitam diversificar a oferta nacional.

 

Como vê a actividade da AFIA em ligação com a MOBINOV, face a todos os pontos acima descritos – sinergias, complementaridade?

A AFIA e a ACAP – Associação Automóvel de Portugal foram as principais promotoras da criação da MOBINOV – Associação do Cluster Automóvel, constituída em Abril de 2016. A MOBINOV caracteriza-se como uma plataforma agregadora de conhecimento e competências no âmbito da indústria automóvel em Portugal.

A íntima cooperação, no âmbito da MOBINOV, com a ACAP, com os construtores de automóveis instalados em Portugal e com as principais entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional permite perspectivar um importante salto qualitativo em termos de coordenação de esforços e promoção do sector.

 

Como caracteriza a relação entre fornecedores e construtores, num mercado dominado pelo poder dos grandes construtores, seja em termos de preços, seja em termos de requisitos?

A indústria automóvel é uma indústria altamente competitiva e concorrencial, onde ditam os requisitos da qualidade, cumprimento de prazos de entrega e preços.

Os construtores, pela sua dimensão e poder negocial, têm de facto em relação aos seus fornecedores uma posição de força que por vezes é sentida como excessiva.

Por isso mesmo é importante os fabricantes de componentes não terem as suas vendas demasiado dependentes dum único construtor. Nesse sentido é uma vantagem importante o facto de haver uma grande número de construtores de automóveis instalados na Península Ibérica que nos permitem essa diversificação.

 

Qual a influência e o potencial de actuação da AFIA junto das suas congéneres europeias – VDA, Sernauto, FIEV – no âmbito da CLEPA?

A CLEPA – European Association of Automotive Suppliers, com sede em Bruxelas, é a associação europeia dos fornecedores da indústria automóvel que defende os interesses do sector a nível europeu, sendo reconhecida como parceira natural de discussão por outras instituições europeias, pelas Nações Unidas e por outras associações parceiras.

A CLEPA reúne mais de 120 dos mais importantes fornecedores de componentes para automóveis, sistemas e módulos, bem como mais de vinte associações nacionais, entre as quais a AFIA.

Em Junho 2018, a AFIA foi eleita para o Conselho Director da CLEPA, o que vem dar uma força e visibilidade acrescida à AFIA e consequentemente à indústria portuguesa de componentes automóveis, sendo esta nomeação o reconhecimento da crescente importância internacional da indústria de componentes automóveis portuguesa.

Graças a estarmos juntos na CLEPA, temos relações próximas e frequentes com as nossas associações congéneres – VDA (D), Sernauto (E), FIEV (F) e outras.

 

Que tipos de apoios disponibiliza a AFIA aos fornecedores nacionais e aos seus associados? Pode avançar dados concretos da situação actual e falar dos planos que existem para apoios futuros?

Para potenciar o crescimento, promovemos o sector junto de mercados-alvo seleccionados, através de missões a países ou a clientes específicos, participações conjuntas em feiras, estabelecimento de contactos com potenciais novos clientes, acções conjuntas com instituições nacionais e estrangeiras para promoção do sector e divulgação das suas potencialidades e ainda divulgação de informação relevante para os exportadores.

No campo da competitividade, desenvolvemos acções para melhorar o desempenho dos fornecedores da indústria automóvel, estabelecendo encontros – genéricos ou temáticos – para troca de informação, intercâmbio de boas práticas e valorização mútua e para estreitamento de relações entre as entidades do sector.

Defendemos directa e indirectamente, junto das empresas e junto das autoridades nacionais, todas as questões com implicação na competitividade das empresas. Incluímos aqui temas como a produtividade, a flexibilidade laboral e a simplificação administrativa, a inovação de processo e métodos de trabalho – incluindo o que se vem designando por Indústria 4.0 – questões logísticas, a investigação, a inovação e a melhoria contínua nas empresas, mas também temas de natureza macroeconómica como os custos do trabalho e da energia, a fiscalidade e outros custos de contexto.

Representamos o sector na CIP, em cujo Conselho Geral estamos representados, transmitindo as nossas realidades e preocupações e contribuindo activamente para a elaboração das suas propostas. Por outro lado, levamos ao conhecimento dos nossos associados as inciativas e informações oriundas da CIP.

Finalmente, garantimos nos órgãos de comunicação em Portugal uma presença assídua, de forma a divulgar o sector e a transmitir notícias e informações sobre a sua evolução e necessidades.

 

Que balanço faz da evolução da indústria nos últimos 30 anos?

O fabrico de componentes para automóveis em Portugal iniciou-se nos anos 60 para fornecer as primeiras linhas de montagem de automóveis que, sujeitas a exigências de incorporação nacional, eram obrigadas a desenvolver os fabricantes portugueses para substituir importações. Não tinha vocação, dimensão, qualidade nem competitividade para exportar.

Nos anos 80 e 90, com os projectos Renault e Autoeuropa, nasceram em Portugal as primeiras fábricas de automóveis com dimensão europeia, atraindo investidores estrangeiros e permitindo aos fabricantes de componentes ganhar escala.

Coincidindo este período com a entrada na então Comunidade Económica Europeia, toda a indústria começou a procurar a exportação como uma oportunidade para crescer.

A indústria portuguesa de componentes confronta-se ainda hoje com um reduzido mercado nacional, menos de 200.000 veículos produzidos por ano em média (mesmo considerando as 300 mil unidades a serem produzidos durante este ano de 2018), o que compara com mais de 20.000.000 de veículos produzidos anualmente na Europa (representamos 1%).

A indústria de componentes alargou os seus mercados e tornou-se fortemente exportadora, dedicando hoje 85% da sua produção aos mercados externos.

A expansão internacional das empresas foi fundamental para o seu processo de crescimento e para o desenvolvimento do sector, que se tornou num cluster emblemático e competitivo. No ano de 2017 as exportações de componentes automóveis atingiram os 8,8 mil milhões de euros, um record absoluto.

Dados recentes sobre o desenrolar das exportações no corrente ano, com uma taxa de crescimento de 9%, confirmam a sustentabilidade da indústria de componentes em Portugal.

 


  

TOMÁS DE CARVALHO ARAÚJO MOREIRA

Tomás Moreira é Presidente da Direcção da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel desde 2013, instituição por onde já tinha passado duas vezes anteriormente.

É também dirigente no grupo alemão KIRCHHOFF Automotive desde 1993, exercendo funções de Desenvolvimento de Mercados tanto em Portugal como em Espanha, França e América do Sul.

Nascido em 1957 no Porto, onde reside, frequentou o Colégio Alemão do Porto até ao 12º ano, após o que se licenciou em engenharia electrotécnica na TUM – Universidade Técnica de Munique.

Iniciou a sua carreira profissional em 1980 no grupo de empresas Indústrias Molaflex, que na altura pertencia à sua família, tendo, ao longo da sua carreira profissional, ocupado cargos de administração e gerência em várias empresas industriais de diversa dimensão, tanto nacionais como estrangeiras.

Em representação da AFIA tem sido orador em Seminários e Congressos, é Vice-Presidente da Mobinov – Associação do Cluster Automóvel, integra o Board of Directors da CLEPA – European Association of Automotive Suppliers e junto da CIP – Confederação Empresarial de Portugal é membro do Conselho Geral e do Conselho da Indústria.

 

 

Indústria portuguesa de componentes automóveis mostra as suas mais recentes novidades na IZB

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Industria Automóvel e a AEP – Associação Empresarial de Portugal, no âmbito do acordo de colaboração para a promoção internacional da indústria portuguesa de componentes para automóveis promoveram a participação nacional na IZB – International Suppliers Fair 2018, que teve lugar em Wolfsburg (Alemanha), entre os dias 16 e 18 de Outubro.

in AFIA, 19-10-2018


 

A IZB é um certame bienal e é a principal feira de negócios da Europa para a indústria fornecedora de componentes para automóveis, onde está representada toda a cadeia de valor da indústria automóvel. É uma iniciativa e organização da Wolfsburg AG e da Volkswagen AG e o tema desta edição de 2018 foi “Think Digital”.

Desde 2001, ano da sua inauguração, a IZB tem vindo a crescer tanto em número e qualidade de visitantes como de expositores. De 13.500 visitantes em 2001, chegou aos 50.000 em 2018 e de 128 expositores no início passou em 2018 para 860 expositores oriundos de 34 países.

No dia 16 de Outubro, Luís Castro Henriques, Presidente da AICEP, e Miguel Crespo, Delegado da AICEP na Alemanha, acompanhados por Tomás Moreira (Presidente da AFIA) visitaram as empresas portuguesas presentes no certame.

No stand colectivo da AEP / AFIA participaram 11 empresas: A.Henriques, Caetano Coatings, Couro Azul, CR Moulds, Edaetech, Epedal, Ferrão e Guerra, Fundínio, Grupo PR, Inapal Metal, TrimNW.

Adicionalmente participaram 3 empresas com stands individuais: Copefi, Pecol Automotive e a Idepa.

A AICEP Portugal Global também participou com um stand informativo.

A próxima edição realizar-se-á entre os dias 6 e 8 de Outubro de 2020, sendo que a AEP, a AFIA e a AICEP estão já a coordenar o pavilhão de Portugal. Estas entidades estão, em função da procura de participações para esta feira, a tentar alargar a área de exposição da representação Portuguesa para que mais empresas do sector possam participar.

 

Mais informações brevemente.

 

Legenda da esquerda para a direita: Tomás Moreira (Presidente AFIA), Luís Castro Henriques (Presidente AICEP), Adão Ferreira (Secretário-Geral AFIA), Miguel Crespo (Delegado AICEP na ALEMANHA)