Mautomotive. Paixão pela engenharia

A paixão que levou Ana Carvalho a saber desde muito cedo que queria ser engenheira mecânica vê-se na forma como fala das peças (suportes para escapes) que saem das prensas da fábrica que dirige, a Mautomotive.

in Dinheiro Vivo TV, por Lucília Tiago e Luís Stoffel, 22-07-2018


Foi essa paixão que a levou a trocar o conforto da docência no Instituto Superior de Engenharia do Porto por uma nova carreira na Faurecia, onde “comecei do zero”. Estava na Caetano Bus quando o convite para liderar a Mautomotive (do grupo italiano Modulo) chegou. Pensou rejeitar “porque uma mudança do Porto para Bragança não se aceita à primeira”. Mas foi.

A fábrica abriu portas em 2015 com uma equipa de nove pessoas (cinco na produção). “Hoje somos 82”, diz com orgulho. Neste período de tempo o investimento já soma seis milhões de euros. Da fábrica saem 60 produtos diferentes e para cada um produzem entre 80 mil a um milhão de peças por ano, que são exportadas para sete países.

 

https://www.dinheirovivo.pt/economia/mautomotive-paixao-pela-engenharia/

 

 

 

Vigoroso aumento das exportações de Componentes para a Indústria Automóvel

As exportações de componentes automóveis atingiram um valor de 3600 milhões de euros para o período de Janeiro a Maio. Comparativamente com período homólogo do ano transacto, este valor representa um crescimento de 9%.

in AFIA, 20-07-2018


Este vigoroso crescimento do valor das exportações está muito acima do crescimento global do mercado, e em particular do mercado europeu para o qual é esperado um crescimento um pouco acima de 2% para o ano de 2018. Isto quer dizer que a indústria portuguesa de componentes para a indústria automóvel continua a conquistar quota de mercado, crescendo a taxa bem acima da taxa de crescimento do mercado automóvel.

As exportações de componente são dirigidas maioritariamente para o mercado europeu, Espanha e Alemanha são os destinos prioritários, logo seguidos de França e Inglaterra. Estes quatros países absorvem 71% do total das exportações de componentes, os restantes 29% vão para destinos diversos, como: restante países europeus, Estados Unidos da América, Marrocos, Coreia do sul e China. Estes valores traduzem a exportação directa, já que acrescem as exportações indirectas por incorporação de componentes de fabrico nacional nas viaturas montadas em Portugal e posteriormente exportadas, valor acima de 500 milhões de euros.

Neste mesmo período as exportações portuguesas de bens transaccionáveis aumentaram 6%. Isto significa que a indústria de componentes tem um desempenho exportador acima de restante indústria transformadora.

As exportações de componentes automóveis são responsáveis por 15% das exportações portuguesas.

Este excelente desempenho da indústria de componentes automóveis não deixa de ter algumas preocupações no horizonte temporal se o País Político não souber encontrar as respostas adequadas para que a competitividade do sector seja, como mínimo, preservada, e, desejavelmente melhorada.

Temas como a flexibilidade laboral, a adequada qualificação profissional, a disponibilidade de pessoas que permitam o crescimento, os custos de contexto que tem que ser reduzidos, o premente problema dos fluxos logísticos de e para Portugal, são algumas das questões que se não forem atempadamente encontradas soluções eficientes e eficazes, irão colocar o desempenho do sector em causa, afectando-o negativamente.

 

 

 

 

EU, Canada, automakers blast Trump auto tariff plan

The Trump administration came under withering criticism from the European Union, Canada and foreign automakers as officials consider imposing tariffs of up to 25 percent on imported cars and parts, a levy that could hike vehicle costs, hurting auto sales and industry jobs.

in Automotive News Europe, by David Shepardson | Reuters, 20-07-2018


Hundreds of workers employed by foreign automakers rallied on Capitol Hill on Thursday, urging the administration to drop the plans they said could threaten their jobs. A bipartisan group of 150 lawmakers signed a letter urging the administration to drop the plans amid the opposition of groups representing nearly all major automakers, dealers, parts companies and retailers.

Administration officials and congressional aides say the tariff probe is in part designed to win concessions during ongoing NAFTA renegotiation talks, but note that Trump has told aides he wants to impose tariffs before the congressional elections in November.

The department opened an investigation in May into whether imported autos and parts pose a national security risk and held a hearing on the probe on Thursday, taking testimony from auto trade groups, foreign governments and others.

U.S. Commerce Secretary Wilbur Ross said at the hearing it was “too early” to say if the administration of President Donald Trump would impose the tariffs, even as many automakers and members of Congress think it is a foregone conclusion.

He said the hearing was aimed at “whether government action is required to assure the viability of U.S. domestic production.”

European Union Ambassador David O’Sullivan said at the hearing that the suggestion that imports of vehicles and parts from the “closest allies” of the U.S. could pose a security risk was “absurd” and “lacks legitimacy.”

Canada’s deputy ambassador to the U.S., Kirsten Hillman, told the hearing that imposing tariffs on Canadian imports would be “devastating” to the U.S. auto sector and that Canada would respond in a “proportional manner” if auto tariffs were imposed. “Canada could not conceivably represent any risk to U.S. national security,” she said.

A group representing major automakers told Commerce on Thursday that imposing tariffs of 25 percent on imported cars and parts would raise the price of U.S. vehicles by $83 billion annually and cost hundreds of thousands of jobs.

‘No evidence’

Automakers say there is “no evidence” that auto imports pose a national security risk, and that the tariffs could actually harm U.S. economic security.

They are also facing higher prices after tariffs were imposed on aluminum and steel imports.

The Alliance of Automobile Manufacturers, whose members include General Motors, Volkswagen Group and Toyota, warned on the impact of the tariffs.

“Higher auto tariffs will harm American families and workers, along with the economy” and “would raise the price of an imported car nearly $6,000 and the price of a U.S.-built car $2,000,” said Jennifer Thomas, a vice president for the group.

She noted that the U.S. exports more than $100 billion of autos and parts annually to other countries, while “there is a long list of products that are largely no longer made in the U.S., including TVs, laptops, cellphones, baseballs, and commercial ships.”

No automaker or parts company has endorsed the tariffs, and they have pointed to near-record sales in recent years.

Jennifer Kelly, the United Auto Workers union research director, noted that U.S. auto production has fallen from 12.8 million vehicles in 2000 to 11.2 million in 2017 as the sector has shed about 400,000 jobs over that period, with many jobs moving to Mexico or other low-wage countries.

“We caution that any rash actions could have unforeseen consequences, including mass layoffs for American workers, but that does not mean we should do nothing,” she said, suggesting “targeted measures.”

Impact to industry

A study released by a U.S. auto dealer group warned that the tariffs could cut U.S. auto sales by 2 million vehicles annually and cost more than 117,000 auto dealer jobs, or about 10 percent of the workforce.

Trump has repeatedly suggested he would move quickly to impose tariffs, even before the government launched its probe.

“We said if we don’t negotiate something fair, then we have tremendous retribution, which we don’t want to use, but we have tremendous powers,” Trump said on Wednesday. “We have to – including cars. Cars is the big one. And you know what we’re talking about with respect to cars and tariffs on cars.”

Nazak Nikakhtar, an assistant Commerce secretary, pledged the agency in the coming weeks will “conduct a thorough, fair and transparent investigation,” and will consider the economic arguments made by automakers and others at the hearing before making a final decision.

PSA-Vigo antepone las antiguas furgonetas al K9 para producir 3.500 más hasta agosto

La factoría quiere compensar la pérdida de actividad motivada por la falta de suministro en los últimos días -El sistema 1, que ensamblará el todocamino, será remodelado en agosto

in Faro de Vigo, por Lara Graña, 19-07-2018


Los antiguos modelos Berlingo y Partner, el proyecto B9 de PSA-Vigo, dejarán de fabricarse en Balaídos cuando termine este mes. El sistema que los ensambla será parcialmente desmantelado -se quedará únicamente con los sedanes- como paso previo a su remodelación, ya que de él saldrán los todocamino (V20) asignados por París en mayo de 2016. Pero la fase final del B9 tropezó con las tensiones y la ruptura de flujos de suministro con proveedores, que obligaron a paralizar la planta entre el jueves por la tarde y el pasado domingo. Para compensar esa pérdida de producción la dirección del centro ha decidido priorizar los antiguos modelos de comerciales ligeros sobre las nuevas furgonetas Citroën, Peugeot y Opel/Vauxhall (proyecto K9). Este es el motivo, indican fuentes del comité, por el que el turno de noche no retomará la actividad en el K9 -del sistema 2- hasta la vuelta de vacaciones; sus trabajadores se centrarán en los modelos viejos.

Según las mismas fuentes, y en caso de que se recuperen los flujos de suministro, PSA-Vigo podría rematar el fin de ciclo de las furgonetas del B9 con entre 3.500 y 6.500 unidades más, adicionales a las que ya estaban previstas en los turnos de mañana y tarde. La horquilla es amplia porque hasta ahora el de noche ha estado trabajando en torno a cinco horas, no ocho, y podría continuar igual. “Hay encargos que cumplir, es un modo de recuperar”, exponen otras fuentes. “El problema -agregan- puede ser la distribución de los nuevos modelos en los concesionarios”. La venta del último lanzamiento de la planta de Vigo comenzará a partir de septiembre, aunque las nuevas unidades del Peugeot Rifter se empezarán a distribuir en agosto. Solo de este vehículo el grupo que comanda Carlos Tavares prevé comercializar 20.000 unidades en España en el primer año natural, en línea con las ventas de su predecesor.

Adaptación

Los empleados del turno de noche han asistido a procesos de formación para aprender las mecánicas de trabajo y a ensamblar las K9 y C4 Picasso, porque la previsión es que comenzaran a hacerlo en la semana 30 (el pasado lunes 23). “Volverán al trabajo original” en el sistema 1. A la vuelta de vacaciones sí se tendrán que incorporar a la fabricación de los nuevos modelos en el sistema 2. Ya sin las antiguas furgonetas la línea 1 se quedará solo con los sedanes Peugeot 301 y C-Élysée, y la incorporación de su personal será más escalonada. Primero lo harán los trabajadores de embutición y ferraje, y a continuación los de pintura y montaje. “Experimentará una variación completa para el V20”.

La elevada cadencia de producción de las antiguas Berlingo y Partner, sumado a la culminación de la fase de lanzamiento del proyecto K9, generó muchas tensiones con proveedores y obligó a la dirección de la planta -además de la suspensión de actividad de tres días y medio- a paradas técnicas durante las últimas semanas. Fue la falta de cajas de cambio, suministrada por la factoría de PSA en Valenciennes, lo que causó los mayores contratiempos. Tras la visita la semana pasada del expatrón de PSA-Vigo y director Industrial y Supply Chain para Europa, Juan Antonio Muñoz Codina, la planta francesa ha recurrido a horas extra para evitar que el suministro se rompa de nuevo.

Primeiro-Ministro inaugura investimento de 27 milhões de euros da Eurostyle em Viana do Castelo

O Primeiro-Ministro, António Costa, inaugura esta sexta-feira (20 de julho), pelas 11h30, a segunda fase da Eurostyle Systems, que representou um investimento de 27 milhões de euros e a criação de 350 postos de trabalho no Parque Empresarial de Lanheses, fazendo parte do Cluster Automóvel.

in CM Viana do Castelo, 19-07-2018


A primeira fase do empreendimento industrial da multinacional francesa do setor automóvel, que produz essencialmente peças injetadas de plástico para componentes da indústria automóvel, foi assim ampliada em 12,7 mil metros quadrados, pelo que a unidade passa a totalizar uma área produtiva e de armazenagem de 18,8 mil metros quadrados. Com esta ampliação, a empresa garante a duplicação da capacidade de produção, passando a faturar cerca de 50 milhões de euros. A Eurostyle é a Divisão de Sistemas Plásticos do Grupo GMD, com produção destinada aos mercados nacional e internacional.

O Cluster Automóvel que se tem vindo a instalar em Viana do Castelo vai garantir a criação de 1.640 postos de trabalho. Na Zona Industrial de Lanheses existem a Borgwarner e a Serilusa, com 800 funcionários, e os novos investimentos, de quatro empresas, representam mais 1.270 postos de trabalho. A Eurostyle garante 350 postos de trabalho, a Bontaz Centre assume 600 postos de trabalho com um investimento de 25 milhões de euros, a Steep Plastique investe 25 milhões e garante 250 postos de trabalho, sendo que a Aludec, S. A. representa um investimento de 10 milhões de euros e 70 postos de trabalho.

Já na Zona Industrial de Neiva / Alvarães a Viana Plásticos, a Uchiyama UMC e a Lacoviana totalizam 325 postos de trabalho, mas os novos investimentos vão trazer mais 370 trabalhadores ao parque empresarial. Um investimento de 15 milhões da Uchiyama vai criar mais 150 postos de trabalho, a Lacoviana vai investir 2 milhões de euros e aumentar em 30 os funcionários existentes, a Vianaplásticos investe 5 milhões de euros e cria 20 postos de trabalho, com a Howa Teamico a investir 20 milhões de euros e a criar 100 postos de trabalho e a Serratec a garantir 70 trabalhadores com um investimento de 25 milhões de euros.

O investimento em curso em novas indústrias no concelho é de 230 milhões de euros, sendo que o setor automóvel representa 132 milhões de euros, prevendo-se até ao final de 2019 a criação de 1800 empregos.

Costa assina hoje incentivos fiscais para investimento de 47,9 ME da Renault Cacia

O primeiro-ministro António Costa desloca-se hoje à fábrica da Renault Cacia, em Aveiro, para a assinatura dos contratos relativos aos incentivos financeiros concedidos pelo Governo que permitirão um investimento de 47,9 milhões de euros naquela unidade.

in Diário de Notícias / Lusa, 19-07-2018


A 09 de maio foi publicado em Diário da República o despacho segundo o qual a Renault Cacia se propõe a “realizar um projeto de investimento ao abrigo do Sistema de Incentivos à Inovação Empresarial e Empreendedorismo previsto no Regulamento Específico do Domínio da Competitividade e Internacionalização”.

Tal projeto “visa o fabrico da nova caixa de velocidades, denominada JT4 e destinada a veículos ecoeficientes, bem como, de um conjunto de novos componentes para as caixas de velocidades denominadas TX26 e TX30” que integram “soluções para redução das emissões de dióxido de carbono”.

O projeto visa a criação de dez novos postos de trabalho qualificados, podendo ainda “dar lugar à criação de um número superior a 1.250 de postos de trabalho indiretos”, indica o despacho, assinado pelo ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e pelo secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias.

Quanto ao valor do investimento da Renault Cacia, “ascende a cerca de 47,9 milhões de euros”, aponta o documento, adiantando que, devido a este projeto, a empresa prevê atingir em 2026 um volume de vendas e prestação de serviços de cerca de 3,428 mil milhões de euros e um valor acrescentado bruto de 591,6 milhões de euros, isto tendo em conta valores acumulados desde janeiro de 2015.

Segundo os governantes, a iniciativa em causa “apresenta um significativo grau de novidade e difusão no mercado nacional e internacional por integrar a fabricação de uma caixa de velocidades única no mercado automóvel mundial”.

O executivo considerou que, “dado o seu impacto macroeconómico, o projeto reúne as condições necessárias à concessão de incentivos financeiros previstos para os grandes projetos de investimento”.

Por isso, celebrou um Contrato de Investimento com a empresa através da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), que o coordenará.

A assinatura do contrato de investimento entre a AICEP e a Renault Cacia está marcada para hoje pelas 17:00.

Benito Tesier: “Pedimos prudencia al hablar de temas tan importantes para el sector como el diésel”

El presidente de la Comisión de Recambios de la Asociación Española de Proveedores de Automoción (Sernauto), Benito Tesier, presidente también del Clúster de Automoción de Aragón (CAAR), ha pedido prudencia a las Administraciones Públicas a la hora de hablar de temas de especial interés para el sector como es el caso del diésel “por el impacto que ello tiene en los usuarios y la producción de vehículos en España”.

in AutoRevista, 19-07-2018


Estas declaraciones las ha hecho en el marco de la jornada ‘Contribución presente de la posventa y su evolución futura’ organizado por Sernauto en Ifema y que ha contado con la colaboración de Automechanika Motortec Madrid.

Tesier ha destacado que no se pueden comparar los vehículos diésel actuales (Euro6) con los diésel de hace 20 años (Euro1), ya que los Euro6 “han alcanzado unos niveles de emisiones equiparables a los de gasolina y son una tecnología necesaria para cumplir con los objetivos de reducción de emisiones impuestos”.

Benito Tesier ha resaltado que hay que fomentar el rejuvenecimiento del parque. “El sector está comprometido con la descarbonización pero de una manera equilibrada. La electrificación del parque llegará, estamos en un punto de no retorno, pero será una transición gradual. Durante muchos años convivirá un mix de tecnologías que se adaptarán a las distintas necesidades de movilidad de los usuarios”. En este punto, Tesier ha dejado claro que el vehículo eléctrico presenta dificultades que serán necesarias resolver como la reducción de los costes de las baterías, de los materiales, la creación de una infraestructura adecuada y suficiente y una normativa adaptada a esta nueva movilidad.

Como ha expuesto el presidente de la Comisión de Recambios de Sernauto, las Administraciones Públicas deben conocer y valorar en profundidad los diferentes aspectos que entran en juego, con el fin de realizar la mejor regulación posible. En este sentido, destacó el papel de las asociaciones a la hora de trasladar las inquietudes del sector y las cuestiones que deben ser tenidas en cuenta con la vista puesta en el interés general.

Primera demostración europea de interoperabilidad directa entre empresas de automoción

La 5G Automotive Association (5GAA), el grupo BMW, Ford Motor y Groupe PSA, en asociación con Qualcomm Technologies (subsidiaria de Qualcomm Incorporated y Savari) han anunciado la primera demostración europea en vivo de la tecnología de comunicación directa C-V2X, que opera en vehículos de varios constructores.

in AutoRevista, 18-07-2018


También ha presentado una muestra en directo de la tecnología de comunicación directa C-V2X que opera entre vehículos de pasajeros, motos e infraestructura de ruta.

En total, se realizaron seis demostraciones: Luz de freno electrónico de emergencia; aviso de colisión interseccional; aviso de riesgo de colisión por giro de tráfico; aviso de vehículo lento y de vehículo estacionario; fase de señal y advertencia de infracción de señal/tiempo; usuario de carretera vulnerable (peatonal).

Los vehículos involucrados incluyeron dos e-scooters proporcionadas por Grupo BMW y turismos proporcionados por Ford, Groupe PSA y Grupo BMW, que estaban equipados con tecnología de comunicación directa C-V2X, usando la solución de chipset Qualcomm 9150 C-V2X. Savari, proporcionó software de aplicación y software V2X, junto con infraestructura de ruta.

C-V2X es una solución global para la comunicación de “vehículo a todo” o “vehicule-toeverything” (V2X), con el propósito de contribuir a la mejora de la seguridad del vehículo, la conducción automatizada y la eficiencia del tráfico. Actualmente, es la única tecnología V2X basada en las especificaciones del Proyecto de Asociación de Tercera Generación (3GPP)mundialmente reconocidas, con una evolución continua diseñada para ofrecer compatibilidad con 5G. C-V2X también aprovecha y reutiliza los protocolos de capa superior definidos por la industria de automoción, incluida la organización del Instituto Europeo de Normas de Telecomunicaciones (ETSI).

“Con su capacidad de conectar de manera segura los vehículos, junto con su evolución del 5G, CV2X es parte integral de la visión de Ford para el transporte del futuro en el que todos los vehículos y la infraestructura se comunican entre sí”, ha asegurado Thomas Lukaszewicz, gerente de Conducción Automatizada de Ford Europa. “Estamos muy satisfechos con los resultados de las pruebas preliminares en Europa y en otros lugares que respaldan nuestra creencia de que las comunicaciones directas C-V2X tienen capacidades superiores de comunicación V2X”.

Carla Gohin, vicepresidenta de Investigación e Ingeniería Avanzada del Groupe PSA, ha señalado que “estamos avanzando con una comunicación fluida entre los vehículos y su entorno para mejorar la seguridad vial, así como la seguridad de nuestros clientes. Después de la primera demostración europea de comunicaciones directas C-V2X que celebramos con Qualcomm Technologies en marzo pasado, nos complace trabajar hoy con las principales compañías de automóviles y de tecnología para destacar que la interoperabilidad C-V2X es una realidad”.

Suíços da Lantal concentram produção na Gierlings Velpor

A Gierlings Velpor vai concluir em maio próximo um investimento de 2,5 milhões de euros em equipamentos que lhe permitirá quase duplicar as vendas, que deverão atingir os 16 milhões de euros em 2020.

in Jornal T, 17-07-2018


A empresa, que emprega 130 trabalhadores, prevê fechar este ano com um volume de negócios de nove milhões de euros.

O crescimento exponencial das vendas fundamenta-se na decisão do grupo suíço Lantal (que assumiu há dois anos o controlo da Gierlings Velpor) de concentrar na fábrica de Santo Tirso toda a sua produção de tecidos para bancos de transportes públicos – autocarros, metro e comboios.

“Queremos ser lideres europeus na produção de tecidos para transportes públicos”, afirma Constantino Silva (na foto), 61 anos, dos quais os últimos 30 passados a trabalhar na Gierlings Velpor, onde foi parar a convite do seu amigo Artur Soutinho (atual CEO do grupo Moretextile) quando o grupo Amorim tomou o controlo da Fábrica de Veludos da Água Longa, no entretanto rebatizada Velpor.

Licenciado pelo ISCAP, Constantino foi bancário (uma passagem de cometa de oito meses pelo Crédito Predial Português) e auditor (seis anos na Price Waterhouse) antes de deitar âncora na Gierlings Velpor, onde se ocupou da parte administrativa e financeira até que há dez anos assumiu o leme da empresa e encetou uma mudança de rumo.

Antes de Constantino, o vestuário era o core da Gierlings Velpor, que na sequência de investimentos em teares jaquard e estamparia digital passou a diversificar a sua atividade por quatro áreas: moda, mas também têxteis técnicos, decoração e transportes públicos.

“O negócio do vestuário está cada vez mais difícil, pois está nas mãos dos grandes grupos, que esmagam as nossas margens, usando os turcos e asiáticos para definirem os preços. O nosso futuro está nos tecidos para transportes públicos”, explica o CEO da Gierlings Velpor.      

SEAT inicia el ensamblaje final del Arona y del León en Argelia

Dentro de su estrategia de globalización de la compañía, SEAT realizará el ensamblaje final del Arona y del León, para el mercado argelino, en Relizane (Argelia), en la planta del Grupo Volkswagen y de SOVAC, el importador del Grupo en el país norteafricano. Ambos modelos ya están a la venta en los concesionarios de SEAT en Argelia.

in AutoRevista, 16-07-2018


Según han comentado desde la compañía, “el Arona y el León aspiran a seguir la estela de éxito del Ibiza, y, al igual que este modelo, ambos se fabrican en la planta de Martorell y su ensamblaje final para el mercado argelino se realiza desde ahora en la fábrica de Relizane”.

El Ibiza, que se ensambla en Argelia desde la inauguración de la planta hace ahora un año, ha multiplicado las ventas de SEAT en Argelia. Así, en el primer semestre de 2018, SEAT ha entregado 11.400 automóviles en Argelia, convirtiéndose en uno de sus mercados de mayor volumen. Asimismo, el resultado de SEAT en Argelia es uno de los impulsores del aumento global de las ventas de la marca en el primer semestre de 2018. “SEAT se mantiene en un volumen récord y ha batido la mayor cifra de ventas de su historia con 289.900 coches entregados en todo el mundo, un 17,6% más que en el mismo periodo de 2017 (246.500)”.

Para impulsar la estrategia de globalización es imprescindible ensamblar modelos fuera de Europa, como realizan otros fabricantes europeos de automóviles”, ha declarado el vicepresidente Comercial de SEAT, Wayne Griffiths. “Argelia es nuestro primer paso en esta dirección ya que se trata uno de los principales mercados de la región y para SEAT es una oportunidad clara de crecimiento, como lo son el resto de países del Norte de África, donde SEAT tiene la responsabilidad de liderar la expansión del Grupo Volkswagen. Con el Arona y el León ampliamos la gama de productos que ofrecemos en Argelia y esto nos permitirá consolidar nuestra posición en este país. Somos y queremos seguir siendo una de las marcas que más crece en Europa y, al mismo tiempo, crecer globalmente”.

Con esa apuesta por el crecimiento global de la marca, SEAT firmó la semana pasada un acuerdo por el que se une a la joint venture JAC Volkswagen y formará parte de su accionariado. El acuerdo también contempla la introducción de la marca SEAT en China prevista para 2020-2021 y que la compañía se convierta en la empresa líder del Grupo Volkswagen en este proyecto.