Stellantis va produire la nouvelle Opel Rocks-e à Kénitra

Le conglomérat automobile multinational Stellantis a révélé son intention de produire la nouvelle voiture électrique Opel Rocks-e au Maroc, conjointement avec le Africa Technical Center (centre technique africain).

in Industrie du Maroc, 30-08-2021


Le constructeur automobile allemand Opel, une marque du groupe Stellantis, a dévoilé la toute nouvelle Opel Rocks-e, sa première solution de mobilité urbaine durable (SUM).

Conçu pour une mobilité urbaine durable, ce modèle électronique compact (EV) Opel Rocks-e est un véhicule 100% électrique qui répond à l’évolution des besoins de la mobilité propre. L’Opel Rocks-e sera produite au Maroc dans l’usine Stellantis de Kénitra qui produit aujourd’hui les Peugeot 208 et la « Citroën Ami », la sœur jumelle de la Rocks-e.

Le directeur de l’exploitation de Stellantis, Samir Cherfran, a déclaré que la décision du groupe Stellantis de produire le Rocks-e au Maroc positionnait davantage la société comme un « contributeur majeur » de l’industrie automobile marocaine. Cherfran a également souligné la participation de « l’équipe talentueuse et diversifiée » de l’Africa Technical Center qui a contribué à la conception du Rocks-e.

Stellantis commercialise la nouvelle automobile principalement auprès des jeunes conducteurs et des citadins. Mesurant environ huit pieds de long, le véhicule électrique compact atteindrait une vitesse maximale de 45 km/h et aurait une autonomie de 75 kilomètres. Elle partagera également un look similaire à la « Citroën Ami », qui est actuellement produite dans l’usine de Kenitra. Les prix de départ du Rocks-e sont estimés à environ 8 000 dollars.

Dotés d’un câble de charge intégré, les représentants de l’entreprise font de la petite taille de la voiture l’un de ses principaux avantages, affirmant que la voiture est parfaite pour ceux « qui ne veulent pas passer beaucoup de temps à chercher une place de parking ».

La petite taille de l’Opel Rocks-e signifie que dans certaines régions, le véhicule est classé comme un « quadricycle ». Cela signifie que dans le pays d’origine d’Opel, l’Allemagne, par exemple, des enfants aussi jeunes que 15 ans pourront posséder et conduire le véhicule sans permis de conduire.

Les premières ventes du nouveau véhicule électrique commenceront en Allemagne cet automne, la société prévoyant d’ouvrir les ventes à d’autres marchés d’ici 2022.

La nouvelle Opel Rocks-e

 

 

CITIVE testa resistência ao fogo em têxteis para automóveis

A UNECE – United Nations Economic Commission for Europe, através do IMT – Instituto de Mobilidade e Transportes, acaba de reconhecer o CITEVE para testes ao comportamento ao fogo de têxteis do interior de automóveis.

in Jornal T, 13-09-2021


O centro tecnológico é reconhecido “como Serviço Técnico segundo o Regulamento EU 858/2018 relativo à homologação e fiscalização do mercado dos veículos a motor e seus reboques, e dos sistemas, componentes e unidades técnicas destinados a esses veículos para a designação ‘Comportamento ao fogo dos materiais utilizados na construção do interior de certas categorias de veículos a motor’”, refere uma nota divulgada na sexta-feira.

Quer isto dizer que o CITEVE acrescenta agora à sua acreditação este reconhecimento para a realização de ensaios de testes ao comportamento ao fogo de materiais têxteis do interior de veículos automóveis ligeiros, como por exemplo estofos e têxteis de teto.

Para informação mais específica, consultar a nota do CITEVE.

 

PLASFIL | Smart Factory – O aumento da capacidade produtiva para o fabrico de soluções de controlo high-tech para veículos autónomos

Em conversa com o COMPETE 2020, Gonçalo Tomé, Director Geral da PLASFIL, falou do projeto Smart Factory que assenta no aumento de competitividade “através do desenvolvimento e fabrico de um sistema touch de controlo de habitáculo para veículos autónomos, da integração de arrefecimento de moldes por sublimação de CO2 no processo de injeção plástica e da criação de uma Smart Factory.”

in COMPETE, por Miguel Freitas, 06-09-2021


Enquadramento

O principal objetivo da PLASFIL assenta no aumento de competitividade através do reforço de investimento em atividades inovadoras, do desenvolvimento de soluções disruptivas, da integração de novas tecnologias e conhecimentos e, ainda, da criação de colaboradores altamente qualificados (EAQ), promovendo o aumento da produção transacionável e internacionalizável, ao nível da empresa, mas também no contexto nacional e internacional (tendo em conta a sua dimensão global). De facto, toda a produção da PLASFIL encontra-se direcionada para o mercado externo, cerca de 94% (em 2017) de forma direta e via indireta. Assim, reforça-se a elevada relevância deste projeto para a prossecução dos objetivos nacionais ao nível do aumento do Investimento Externo.

Vista aérea das instalações

O Projeto

A inovação tecnológica prevista do projeto sustenta-se através do desenvolvimento e fabrico de um sistema touch de controlo de habitáculo para veículos autónomos, da integração de arrefecimento de moldes por sublimação de CO2 no processo de injeção plástica (inovações para o mundo) e da criação de uma Smart Factory. Ao nível da inovação organizacional, esta sustenta-se na adoção de novas metodologias de trabalho (tais como, ISO50001, ISO26000) e na criação de um departamento de eficiência energética e ambiental, enquanto a inovação de marketing visa a criação de um novo website e de uma equipa multidisciplinar de partilha de conhecimentos.

No setor automóvel os comandos para os vidros estão tipicamente localizados nas portas e o convencional é que cada porta tenha um comando elétrico. Na porta do condutor esse comando é mais complexo, dado que o condutor também tem controlo sobre os 4 vidros, bloqueio dos mesmos e, em alguns casos, controlo do ajuste dos espelhos. A complexidade deste mecanismo reside no número de componentes associados, o que contribui para o seu preço elevado.

Sistema touch para os comandos de controlo do habitáculo, incorporados no banco

As tendências de mercado apontam para sistemas touch, tecnologia que está a ser amplamente aplicada nas mais diversas indústrias, e.g. domótica e eletrónica. Todavia, não existe no mercado um sistema que permita o controlo dos vidros do automóvel usando tecnologia touch, nem que permita a mobilidade necessária para poder ser acoplado não na porta, mas no centro do veículo, de forma a poder estar acessível ao condutor a 360º (conceito de carro autónomo). Assim, a PLASFIL pretende desenvolver um sistema que agrupe as várias funcionalidades de controlo do habitáculo automóvel (e.g. vidros, áudio, climatização, espelhos, multimédia, outras funcionalidades que resultarão da condução passar a ser autónoma), num único sistema integrado de smart plastic injetado, suportado por tecnologia touch, sem contactos mecânicos, de fácil construção e integração na peça final, apoiada em eletrónica discreta de baixa potência, podendo ser acoplada noutro local que não a porta, e, portanto, de elevado valor acrescentado e claramente disruptivo.

Detalhe: Sistema touch para os comandos de controlo do habitáculo, incorporados no banco

A integração do touch diretamente na peça plástica, eliminando o suporte e os sistemas mecânicos, permitirá reduzir o custo produtivo deste sistema. As funções base serão mantidas e existe mesmo a possibilidade de acrescentar outras, dependendo da sua localização no automóvel. Assim, a PLASFIL pretende responder às tendências da indústria automóvel, com a conceção de um sistema totalmente inovador e sem concorrência internacional.

Área de Inovação e Desenvolvimento e meios existente nesta área (incluindo a impressora 3D e softwares de modelação/design)

Atendendo à urgência da PLASFIL em elevar os seus níveis de eficiência produtiva, para responder às maiores exigências da indústria automóvel e potenciar o desenvolvimento de soluções de alto valor acrescentado para este nicho, é sua pretensão investir na criação de uma Smart Factory e na digitalização da fábrica (integrar todos os equipamentos e processos, para uma gestão global e centralizada e uma integração de toda a cadeia de valor). Nesta linha, pretende também investir na automatização dos processos de armazenamento e logística, objetivando potenciar a sua eficiência e produtividade e assim incrementar a qualidade do serviço global. Ainda no âmbito do aumento de eficiência produtiva, a PLASFIL preconiza a implementação de uma nova técnica de arrefecimento do molde através de arrefecimento direto da superfície moldante por sublimação de CO2. Assim, para além da maior eficiência energética do processo, alcançam-se menores tempos de ciclo e consequentemente redução de custo das peças (vantagem competitiva).

Impressora 3D

Consciente de que o aumento de capacidade previsto conduz a fortes implicações no meio ambiente, a PLASFIL prevê a criação de um parque de energias renováveis, com a aquisição de sistema fotovoltaico de 1MW, torres eólicas e postos de abastecimento elétrico (para frota própria). Ao nível organizacional prevê a adoção de metodologias que permitam elevar a sua competitividade e melhorar a sua relação com a envolvente.

Vista aérea a destacar a concretização da 1ª fase do investimento num Parque Fotovoltaico e Car Park com o objectivo de melhorar a eficiência energética

Uma vista de uma parte  interior das instalações

No que ao marketing respeita, pretende apostar em novas dinâmicas de “dialogar” com os seus parceiros (marketing digital), potenciando a divulgação da empresa e dos seus produtos/serviços, e também na partilha de conhecimentos (inovação aberta).

O Apoio do COMPETE 2020

O projeto “Smart Factory” é promovido pela PLASFIL – Plásticos da Figueira, S.A. e cofinanciado pelo COMPETE 2020 no âmbito do Sistema de Incentivos à Inovação, envolvendo um investimento elegível de 5,9 milhões de euros, o que resultou num incentivo FEDER de cerca de 891 mil euros.

 

https://www.cieautomotive.com/en-US/web/guest/-/cie-plasfil

 

 

Gonçalo Tomé | Director Geral da PLASFIL

 

 

 

TOYOTA | Changes to Production Plans for September and October 2021

Due to a shortage of certain parts caused by the spread of COVID-19 in Southeast Asia, Toyota is making further adjustments to our production operations for September, and is reviewing our production plans for October. As for September, it is in addition to the adjustment of production operations announced on Aug. 19 (Adjustments to Domestic Production in September). We sincerely apologize to our customers and suppliers for any inconvenience that may be caused by these changes.

The global production volume affected by these adjustments will be approximately 70,000 units (40,000 units overseas and 30,000 units in Japan) for September and 330,000 units (180,000 units overseas and 150,000 units in Japan) for October, compared to the production plan as of August.

Regarding the full-year production forecast for the fiscal year ending March 31, 2022, we are adjusting the expected volume to 9 million units due to the impact of the production cut, down from the 9.3 million units forecast. Although the outlook for November and beyond is unclear, current demand remains very strong. As a result, the production plan for November and beyond assumes that the previous plan will be maintained.

Key reasons for the production adjustment include a decline in operations at several local suppliers due to the prolonged spread of COVID-19 in Southeast Asia and the impact of tighter semiconductor supplies. Although our plants and suppliers are taking thorough quarantine and vaccination measures in response to the pandemic in Southeast Asia, the spread of COVID-19 infections remains unpredictable, making it difficult to maintain operations due to lockdowns at various locations, and we are working to transfer production to other regions.

As the demand for semiconductors in all industries continues to increase, we are continuously assessing the situation and discussing medium- to long-term countermeasures with related companies. Our focus remains on doing everything we can to deliver as many cars as possible to our customers as quickly as possible, such as shifting our production plans to models with high demand.

Regarding full-year operating income, there is no change to the forecast of 2.5 trillion yen announced in our FY2022 First Quarter Financial Results summary in August.

Additional domestic production adjustments in September are as follows. We are continuing to assess expected production in October, and we will announce additional details in mid-September.

Additional suspension of domestic operations in September (10 lines in 9 plants out of 28 lines in 14 plants)

Plants Period of production suspension Production vehicle
Toyota Motor Corporation
Takaoka Plant
Production line #1 27 (Mon), 28 (Tue), 29 (Wed), 30 (Thu) Corolla / Corolla Touring
Toyota Motor Corporation
Tsutsumi Plant
Production line #2 24 (Fri), 27 (Mon) Corolla Sport, Camry, ES
Toyota Motor Corporation
Tahara Plant
Production line #1 17 (Fri), 20 (Mon), 21 (Tue) Land Cruiser Prado, GX, 4Runner
Toyota Motor Kyushu
Miyata Plant
Production line #1 24 (Fri), 27 (Mon), 28 (Tue) NX, CT, UX, UX300e
Production line #2 24 (Fri) ES, RX
Toyota Motor East Japan
Iwate Plant
Production line #2 27 (Mon) Yaris, Yaris Cross, Aqua
Toyota Motor East Japan
Miyagi Ohira Plant
27 (Mon) Yaris Cross, Sienta, Corolla Axio, Corolla Fielder, JPN Taxi
Toyota Auto Body
Fujimatsu Plant
Production line #1 17 (Fri) Land Cruiser 70
Toyota Auto Body
Yoshiwara Plant
Production line #2 17 (Fri) Land Cruiser 70
Hino Motors, Ltd.
Hamura Plant
Production line #1 17 (Fri), 20 (Mon), 21 (Tue) Land Cruiser Prado, FJ Cruiser

Covid-19: Confinamento na Ásia força nova paragem de produção na Autoeuropa

“Com esta paragem, acumularemos 95 turnos cancelados e 28.860 unidades perdidas”, diz a administração da empresa numa comunicação interna

in Dinheiro Vivo / Lusa, 10-09-2021


A Autoeuropa vai fazer nova paragem de produção, de 18 a 21 de setembro, devido à falta de semicondutores, que resulta do confinamento em diversas fábricas do continente asiático, dada a covid-19.

“Esta alteração ao calendário de produção está relacionada com a escassez de componentes devido à extensão das medidas de confinamento na Ásia, continente que concentra parte significativa da produção de semicondutores para os nossos produtos”, justifica a direção da fábrica de automóveis da Volkswagen em Palmela, no distrito de Setúbal, numa comunicação interna, a que a Lusa teve acesso.

“Com esta paragem, acumularemos 95 turnos cancelados e 28.860 unidades perdidas”, acrescenta a administração da Autoeuropa, adiantando que vai recorrer ao “programa de apoio à atividade económica, mantendo-se o complemento como garantia do rendimento individual de cada colaborador da empresa”.

Já em comunicado, a Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa congratula-se com o facto de, pelo menos até agora, não ter havido qualquer quebra de rendimento dos trabalhadores devido às paragens por falta de componentes. Garante ainda que tudo tem feito para que os colaboradores da fábrica da Volkswagen não sejam afetados nos seus rendimentos.

A Comissão de Trabalhadores revela também que já informou a empresa de que irá apresentar um caderno reivindicativo para 2022 e que pretende iniciar negociações no mês de outubro.

 

Interior da fábrica da Autoeuropa. © Arquivo/Global Imagens

 

La sostenibilidad abandera Expoquimia, Eurosurfas y Equiplast

La industria química, la del plástico y la del tratamiento de superficies se han revelado esenciales durante la pandemia y ahora tienen como gran reto volver a serlo en su contribución a la economía circular y el desarrollo tecnológico y sostenible. Por ello, empresas líderes de estas industrias presentarán sus últimas propuestas, soluciones y novedades en Expoquimia, Equiplast y Eurosurfas, evento que contará con unos 300 expositores, que representan a más de 500 marcas, en una edición presencial adaptada en volumen y dimensión al contexto actual.

in AutoRevista, 08-09-2021


Los salones organizados por Fira de Barcelona configuran la feria líder de estos sectores en España y serán una de las primeras citas industriales que se organizan en Europa tras el estallido de la pandemia. Tendrán lugar del 14 al 17 de septiembre en el pabellón 3 del recinto de Gran Via con el objetivo de acelerar las iniciativas comprometidas con el medioambiente y dinamizar los encuentros profesionales y el negocio de estas industrias.

Así, y con 300 marcas representadas, la 19ª edición de Expoquimia, el Encuentro Internacional de la Química, reunirá una significativa muestra del sector químico español, uno de los más dinámicos de la economía española, con la participación de empresas y entidades como AEQT, Air Liquide, BASF, Biesterfeld, Bondalti, Carburos Metálicos, Cepsa, ChemMed Tarragona, Codols, Covestro, CSIC,Ercros, Genebre, Grupo IQE, Grupo Lleal,JP Selecta, Inovyn, Panreac AppliChem, Novamont, Quimacova, Quimidroga, Sahivo, Staubli, Solutex o Telstar, entre otras.

Asimismo, bajo el impulso de la Federación Empresarial de la Industria Química Española (FEIQUE), que organiza, junto con el salón, el espacio de innovación Smart Chemistry, Smart Future, se visualizará la contribución del sector a los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS) con productos e iniciativas como bioplásticos biodegradables y compostables, tecnologías para el reciclado químico, la captura de CO2 o la producción de hidrógeno verde, así como el primer PVC producido a partir de biomasa y biorrefinerías para convertir residuos en productos de alto valor, entre otras innovaciones. En esta misma línea, el salón concederá un especial protagonismo a los nuevos materiales, la materia prima crítica y a la química verde con el espacio Mat 20-30, donde se expondrán soluciones para una química más sostenible y segura, y se ofrecerá al sector una zona para fomentar la colaboración entre ellas a través de un programa de partenariado.

El presidente de Expoquimia ( y también de BASF en España y Portugal y de FEIQUE), Carles Navarro, señala que “la pandemia ha puesto de manifiesto que el sector químico es esencial” y añade que “será fundamental para garantizar el desarrollo de tecnologías clave para encarar los objetivos de descarbonización y economía circular”. Asimismo, Navarro asegura que “la química es imprescindible para poder dar respuesta a los Objetivos de Desarrollo Sostenible y su cumplimiento en 2030”.

Una planta de reciclado a escala

Por su parte, con más de 200 marcas, la 19ª edición de Equiplast, el Encuentro Internacional del Plástico y el Caucho, dará a conocer las soluciones desarrolladas por el sector en favor de la economía circular.

En este sentido, recreará por primera vez una planta de reciclado a escala, Reciplast, para demostrar cómo en la actualidad hay sistemas fiables de recuperación de los plásticos. Y contará asimismo con Rethinking Plastics, una exposición única de productos hechos con plástico 100% reciclado, proveniente de fuentes renovables y biodegradables.

Además, la 27ª edición de Eurosurfas, el Encuentro Internacional del Tratamiento de Superficies, que contará con unas 50 marcas, presentará los últimos avances, especialmente, en el ámbito de las superficies funcionales, que permiten dotar de determinadas propiedades como antioxidantes o repelentes al agua al acabado final de todo tipo de productos.

El presidente de Equiplast, Bernd Roegele, considera que “el reciclaje y la economía circular están demostrando las oportunidades y el camino hacia la sostenibilidad de un material como el plástico que es muy importante en sectores básicos para la sociedad como la salud, la industria y la tecnología”.

Por su parte, el presidente de Eurosurfas, Giampiero Cortinovis, ha asegurado que “el sector apuesta por la innovación para ser menos contaminantes y, a la vez, más competitivos y eficientes, en un período difícil y de concentración de empresas en esta industria”.

Oportunidades de negocio y rutas guiadas

Junto a la oferta expositiva, los tres eventos, que cuentan con la colaboración de los centros tecnológicos Tecnalia y Leitat como socios estratégicos, facilitarán el desarrollo de nuevas oportunidades de negocio para los expositores, por lo que cuenta con un programa de VIP Buyers internacional que fomentará la participación, presencial y online, de potenciales compradores procedentes de varios países de Europa, América Latina y del norte de África.

Además, la agencia Acció de la Generalitat y el Ministerio de Industria, Comercio y Turismo colaboran en la organización del área Innovation &TechTransfer, en la que se darán a conocer proyectos europeos y nacionales, se llevarán a cabo presentaciones y habrá un market place con la participación de universidades y centros tecnológicos para poner en contacto a la ciencia con el tejido industrial. Asimismo, y con el objetivo de mejorar la experiencia de los visitantes profesionales, los salones les ofrecerán la posibilidad de conocer las novedades de los expositores mediante rutas guiadas y personalizadas en función de sus intereses sectoriales y de los ejes temáticos comunes: economía circular, la transferencia de tecnología y la transformación digital.

Los tres salones contarán con diversos cursos de formación, zonas interactivas, jornadas sectoriales y ponencias de destacados expertos. Unas nuevas ediciones del congreso Eurocar de Eurosurfas y de los Premios Expoquimia I+D+i y Equiplast-Shaping the Future completan la oferta de la edición de este año. La celebración conjunta de estos tres eventos organizados por Fira de Barcelona, junto con Digital X.0 Experience, un área dedicada a la industria 4.0 promovida por Industry From Needs to Solutions, y una jornada sobre zoonosis y sus consecuencias en Healthio Research Day, organizada por Healthio, el evento de salud de Fira, da forma al mayor encuentro de la química aplicada del Mediterráneo y al primer gran evento ferial desde el inicio de la pandemia.

Con el objetivo de garantizar la seguridad de trabajadores, proveedores, expositores y visitantes, en estos salones, se aplicará el protocolo de prevención y seguridad contra la Covid-19 que Fira de Barcelona ha desarrollado con el asesoramiento del Hospital Clínic de Barcelona.

 

De izquierda a derecha, Giampiero Cortonovis, Carles Navarro, Pilar Navarro (directora general de Expoquimia) y Bernd Roegele. Foto: Fira de Barcelona

 

A simulação do processo produtivo no cumprimento da elevada qualidade e das exigências requeridas pela indústria automóvel

Rita Marques, Gestora de Projetos da área de Processos Avançados de Fabrico – Polímeros do PIEP; Cátia Araújo, Técnica Principal da área de Processos Avançados de Fabrico – Polímeros do PIEP; Sílvia Cruz, Coordenadora da Área de Processos Avançados de Fabrico – Polímeros do PIEP.

in InterPlast, 03-09-2021


Da parceria entre a Bosch e a UM, o PIEP, no programa Innovative Car – Human Machine Interface (IC-HMI), participou no desenvolvimento do novo conceito de chassi de autorrádio 100% baseado em materiais poliméricos. Aqui, a partir da realização de simulações do processo produtivo, através do Moldex3D, foram selecionados os sistemas funcionais mais adequados para as ferramentas produtivas das peças que constituem o chassi de autorrádio 100% baseado em materiais poliméricos. Para além disso, foi também determinado o conjunto de variáveis operatórias que promoveu uma produção eficiente e em conformidade com os requisitos e as especificações requeridos.

A nível mundial, Portugal é um dos principais fabricantes de moldes de injeção, exportando, aproximadamente, 90% da produção total. Na indústria automóvel, a substituição de componentes metálicos por materiais poliméricos traduz-se na redução do peso total do veículo, contribuindo, assim, para a redução do seu consumo energético e, consequentemente, um aumento da sua eficiência energética.

De forma a promover o cumprimento da elevada qualidade e das exigências requeridas, a realização de simulações do processo produtivo de moldação por injeção é crucial na otimização dos sistemas funcionais presentes no molde de injeção. Das inúmeras vantagens inerentes à sua utilização, é de salientar a minimização dos erros relacionados com a produção do molde, uma vez que possíveis problemas são detetados e corrigidos ainda na fase de desenvolvimento do projeto da ferramenta produtiva.

Na metodologia de trabalho adotada, para cada um dos componentes estudados, foi, em primeiro lugar, realizada uma análise do tipo Gate Location Advisor, sendo sugerido pelo software a melhor e a pior localização para o(s) ponto(s) de injeção.

A realização de simulações do tipo fill, pack e warp (enchimento, compactação e empeno) permitiu a previsão do comportamento do material fundido durante as fases do processo produtivo. Assim, foi possível definir o tipo de ataque, a localização e o número de entradas de material fundido na peça mais adequados para um enchimento equilibrado da peça.

Para o tipo de geometria envolvido, para que haja o cumprimento das tolerâncias dimensionais requeridas, a existência de um equilíbrio no enchimento da zona moldante foi imperativo para minimizar o empeno e/ou deformação total resultante da contração e alteração volúmica que ocorre no material durante a fase de arrefecimento. Um enchimento balanceado promove também um arrefecimento uniforme ao longo da peça.

Aqui, é também importante mencionar que o sistema de alimentação foi criteriosamente selecionado de forma a não só minimizar o número de linhas de união de material, provenientes de diversas frentes de fundido, mas também reduzir as prisões de ar.

A partir da otimização das condições de processamento, garantiu-se que a temperatura atingida aquando da sua criação estava muito próxima da temperatura do material fundido. Desta forma, foi possível não só minimizar a fragilidade destas linhas de soldadura, mas também evitar que estas fossem observadas na superfície dos componentes.

A análise ao perfil de enchimento, isto é, a análise ao avanço do fluxo de material fundido na cavidade, permitiu, ainda, determinar a localização mais apropriada para a implementação do sistema de escape de gases no molde. Tal como se verifica pela ilustração abaixo (Figura 1), as frentes de fundido, provenientes dos quatro pontos de injeção, encontraram-se na zona central da peça, criando uma bolsa de ar bastante significativa. A localização criteriosa deste tipo de sistema possibilitou a saída desta acumulação de ar, promovendo uma produção de peças sem a presença de defeitos críticos tal como, por exemplo, a produção de uma peça com material queimado.

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Figura 1 – Representação da bolsa de ar proveniente da união das quatro frentes de material fundido na zona central da peça.

A realização de simulações do tipo fill, pack, cool e warp (enchimento, compactação, arrefecimento e empeno) permitiu determinar o layout dos canais que integram o sistema de controlo de temperatura que não só promoveu um arrefecimento uniforme, mas também maximizou a eficiência deste sistema. Neste tipo de análise, é necessário ter em consideração que uma não uniformidade no arrefecimento ao material ao longo da peça, promove uma contração de material não homogénea, comprometendo, assim, a funcionalidade de uma peça técnica. Na figura 2 encontra-se em evidência que na peça em estudo foi, efetivamente, atingida uma contração de material uniforme.

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Figura 2 – Contração uniforme ao longo da peça.

Esta estratégia adotada no desenvolvimento de moldes de injeção permite à indústria definir, de modo eficaz, os sistemas de alimentação, controlo de temperatura e escape de gases para uma determinada ferramenta produtiva. Para além disso, possibilita a compreensão da influência e a determinação do conjunto de variáveis operatórias que promove, por exemplo, a redução da força de fecho da máquina de injeção. Desta forma, este método de trabalho contribui não só para a redução do tempo necessário durante os ensaios de molde realizados antes de uma produção em série, mas também de sucata e de gastos energéticos. Estas reduções, que integram o quadro de medidas sustentáveis, promovem, assim, um impacto ambiental e económico positivo na indústria transformadora de materiais plásticos.

 

AFIA visita o IAA Mobility 2021

O salão IAA Mobility 2021 decorre de 7 a 12 de setembro em Munique e reúne mais de 500 expositores, afirmando-se como um dos maiores e mais importantes salões internacionais da mobilidade do futuro.

in AFIA, 10-09-2021


Sob o lema “What Will Move Us Next”, o IAA Mobility 2021 apresenta as grandes estreias mundiais, inovações e as tendências mais recentes no caminho para uma mobilidade neutra para o clima.

O novo IAA Mobility, apresenta-se pela primeira vez em Munique, com um conceito baseado em três pilares fundamentais:

  • O pilar principal é o “Summit” ponto de encontro onde os expositores do ecossistema da mobilidade mostram o que as pessoas poderão utilizar nas estradas no futuro.
  • O pilar “Open Space” são espaços abertos no centro da cidade onde o público pode ver e experienciar as inovações do mundo da mobilidade.
  • O pilar “Blue Lane” baseia-se num corredor de 12km que serve simultaneamente como pista de testes e serviço de transfer que liga o Summit no recinto da feiraa às áreas de exposição no centro da cidade.

A AFIA foi convidada pela VDA, associação da indústria automóvel alemã, para assistir à Cerimónia de Inauguração, 7 de setembro, onde a chanceler Angela Merkel afirmou que a indústria automóvel faz parte da solução para a neutralidade carbónica:

“Temos que ter uma mente aberta sobre as tecnologias que são aplicadas. Não devemos ser prematuros, não devemos ser tendenciosos em focar apenas em tecnologias específicas. Devemos aproveitar todo o potencial de todas as inovações promissoras.

Aqui, a eletromobilidade será um pilar crucial da mobilidade neutra para o clima, mas também existem outras opções, como hidrogênio e combustíveis sintéticos para aliviar o impacto sobre o clima.”

Outra mensagem importante foi a salvaguarda no emprego:

“O CO2 não para nas fronteiras nacionais e os empregos só podem ser mantidos no próprio país se as condições económicas subjacentes forem as adequadas.”

Angela Merkel, chanceler alemã, na cerimónia de abertura IAA Mobility 2021

A Presidente da VDA, Hildegard Müller, reafirmou que a indústria automóvel está comprometida com a meta de neutralidade carbónica.

Fornecedores da indústria automóvel apresentam as suas inovações no IAA Mobility

Liderando o avanço da mobilidade inteligente, sustentável e segura, um grande número de empresas fornecedoras da indústria automóvel mostram as suas contribuições para o futuro deste complexo ecossistema, entre as quais:

Bosch IAA Mobility 2021
Brose IAA Mobility 2021
  • A KICHHOFF Automotive apresenta soluções de segurança e de construção leve de automóveis
KIRCHHOFF Automotive IAA Mobility 2021
MAHLE IAA Mobility 2021
ZF IAA Mobility 2021
XEV / ENI IAA Mobility 2021

A visita da AFIA, 7 e 8 de setembro, à IAA Mobility teve como propósito ver in loco as tendências que moldarão a indústria da mobilidade do futuro, assim como avaliar a possibilidade de uma participação coletiva portuguesa na próxima edição que se realizará em 2023.

Refira-se que a AFIA em parceria com a AEP – Associação Empresarial de Portugal promoveu a participação de empresas portuguesas de componentes automóveis nas edições de 2017 e 2019, através de um stand conjunto.

Os bilhetes de acesso à IAA Mobility 2021 foram gentilmente cedidos à AFIA pela Representante da Feira de Munique em Portugal.

Esta visita da AFIA está enquadrada no SIAC Internacionalização “PT2WM – Portugal to World Mobility”, uma iniciativa em copromoção da MOBINOV, ACAP e AFIA no âmbito do Portugal 2020, com cofinanciamento da União Europeia através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

O projecto PT2WM visa reforçar a cooperação entre as PME e outras entidades com vista a reforçar a presença internacional do sector automóvel pela captação de investimento para Portugal e pelo incremento da presença integrada ao nível internacional.

Ficha do projeto: PT2WM

 

Todas as fotografias utilizadas neste artigo são da autoria da AFIA. Setembro 2021

 

AFIA | Queda mantém-se nas exportações de componentes automóveis

Quando comparadas com o mesmo período de 2019, as exportações de componentes automóveis registam queda de 10,8% em Julho

in AFIA, 09-09-2021


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – as exportações de componentes automóveis registaram no mês de julho uma queda de 10,8% relativamente ao mesmo período de 2019, fixando-se assim nos 701 milhões de euros.

Depois de uma análise às vendas ao exterior nos primeiros sete meses deste ano, verifica-se que as exportações apenas estiveram acima do nível verificado em 2019, durante os meses de fevereiro e março.

Assim, e no acumulado até julho de 2021, as exportações de componentes automóveis atingiram os 5.538 milhões de euros. Um valor que representa uma diminuição de -4,6% no que se refere ao mesmo período de 2019.

Em termos de países destino das exportações de janeiro a julho de 2021, e face ao mesmo período de 2019, Espanha mantém a primeira posição com vendas de 1.609 milhões de euros (+2,7%), seguida da Alemanha com 1.123 milhões de euros (-6,3%) e em terceiro lugar surge a França com um registo de 666 milhões de euros (-22,7%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 265 milhões de euros (-45,4%). No total, estes 4 países concentram 66% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

Estes valores menos positivos, continuam a dever-se à falta de chips e componentes eletrónicos, o que tem provocado graves problemas nas cadeias de abastecimento, levando os construtores a interromperem temporariamente o trabalho. Uma situação que tem acontecido em Portugal, mas também, um pouco por todo o mundo. A este ponto negativo, junta-se ainda a situação da pandemia, que em certos países continua com níveis muito elevados, e o Brexit, que tem levado as exportações para o Reino Unido a caírem 45,4%.

No entanto, e é importante assinalar o comportamento das exportações para Espanha (principal cliente dos componentes automóveis fabricados em Portugal, com uma quota de 29%), que estão acima do nível pré-pandemia, uma vez que as exportações para este país aumentaram 2,7% face a Janeiro-Julho de 2019.

Dada a atual instabilidade que se vive na indústria automóvel, com os problemas de abastecimento de matérias-primas e mudança de paradigma na mobilidade, a AFIA reforça o pedido para «que sejam criadas soluções flexíveis para as empresas de componentes automóveis, para que estas se possam adaptar aos ciclos de produção e assim responderem de uma forma mais eficaz e eficiente às flutuações das encomendas.»

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de setembro pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste link.

ESTATÍSTICAS DAS EXPORTAÇÕES DE COMPONENTES AUTOMÓVEIS | Janeiro-Julho 2021 – gráficos

 

 

Portugal é o 4.º país da União Europeia com mais postos de carregamento para carros elétricos por cada 100 km de estrada

Electric cars: 10 EU countries do not have a single charging point per 100km of road

in ACEA, 09-09-2021


There is a serious lack of electric charging points along the road networks in most EU member states, according to new data from the European Automobile Manufacturers’ Association (ACEA).

The findings show that 10 countries do not even have one charger for every 100 kilometre of key roads*. All of these countries also have an electric car market share of less than 3% (except Hungary). 18 EU member states have under 5 charging points per 100km of road, with just four possessing more than 10 chargers for each 100km of streets.

As part of its Fit for 55 climate package published in July, the European Commission proposed that by 2030 CO2 emissions from new cars should be 55% less than 2021 levels – up from the 37.5% target for 2030 set only three years ago. European automakers will have to bring millions of electrically-chargeable cars to the market over the next years to meet this challenging new target.

“Consumers will not be able to make the switch to zero-emission vehicles if there are not enough charging and refuelling stations along the roads where they drive,” cautioned ACEA Director General, Eric-Mark Huitema.

“For instance, if citizens of Greece, Lithuania, Poland and Romania still have to travel 200km or more to find a charger, we cannot expect them to be willing to buy an electric car,” explained Huitema.

“Massive progress on infrastructure deployment will have to be made across the EU in a very short timeframe. The advances made in a few Western European countries are encouraging, but should not distract us from the dire state of the charging network in other EU countries.”

Indeed, the contrast between the Netherlands – the country with the most chargers (47.5 for each 100km of road) – and a vast country like Poland (eight times bigger, but only one charging point for every 250km) is striking.

Huitema: “Unfortunately, the proposal for an Alternative Fuel Infrastructure Regulation – also a component of the Fit for 55 package – is out of sync with the Commission’s ambitions for the CO2 targets. While we appreciate the introduction of much-needed binding targets for charging and refuelling stations in each member state, they will need to be strengthened significantly if we want to meet our climate goals.”

ACEA is therefore calling on the European Parliament and the Council to grasp this opportunity to put the right conditions for e-mobility in place during the upcoming negotiations on Fit for 55.

Top 5: countries with MOST chargers per 100 kilometre

  1. Netherlands (47.5)
  2. Luxembourg (34.5)
  3. Germany (19.4)
  4. Portugal (14.9)
  5. Austria (6.1)

Top 5: countries with LEAST chargers per 100 kilometre

  1. Lithuania (0.2)
  2. Greece (0.2)
  3. Poland (0.4)
  4. Latvia (0.5)
  5. Romania (0.5)

If citizens of Greece, Lithuania, Poland and Romania still have to travel 200km or more to find a charger, we cannot expect them to be willing to buy an electric car.


Notes for editors

  • * Includes motorways, state, provincial and communal roads.
  • ‘Electric cars’ = electrically-chargeable vehicles (battery electric vehicles + plug-in hybrid electric vehicles) in this context.
  • The data in this press release is part of the 2021 edition of ACEA’s statistical report, ‘Making the transition to zero-emission mobility’, which monitors the market uptake and affordability of alternatively-powered vehicles, as well as the availability of infrastructure – the main ‘enabling factors’ for zero-emission mobility – over a seven-year period (2014-2020).