AFIA / AEP | IZB – International Suppliers Fair | Wolfsburg (Alemanha) | 22 a 24 de outubro de 2024 | INSCRIÇÕES ABERTAS

AFIA / AEP | IZB – International Suppliers Fair
Wolfsburg (Alemanha) | 22 a 24 de outubro de 2024

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 30 DE ABRIL
limitadas ao espaço disponível e por ordem de chegada

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel e a AEP – Associação Empresarial de Portugal, estão em parceira a coordenar a participação nacional na 12.ª edição da IZB – International Suppliers Fair, a realizar-se em Wolfsburg, Alemanha, entre os dias 22 e 24 de outubro de 2024.

A IZB destina-se a todos os fornecedores da indústria automóvel e desfruta de um reconhecimento proeminente nos meios profissionais internacionais. Os expositores, juntamente com o significativo número de tomadores de decisão e visitantes profissionais que frequentam a IZB, conferem ao evento um estatuto de uma das mais relevantes plataformas de comunicação e negócios para o setor.

Ano após ano, a IZB tem registado consistentemente um aumento no número de expositores e visitantes profissionais.
Para a edição de 2024, a organização tem como objetivo expandir a infraestrutura e tornar a feira ainda mais atrativa para os visitantes profissionais. A feira tem conseguido reforçar a sua posição de liderança no setor de fornecedores para a indústria automóvel e mantém o foco nos seus pontos fortes característicos.

Porquê participar nesta Feira?

  • A sua proximidade com o Grupo Volkswagen;
  • Grande variedade de expositores que representa toda a cadeia de valor da indústria da mobilidade;
  • Destina-se exclusivamente ao público especializado como grupo-alvo;
  • É o grande encontro dos decisions makers da indústria automóvel;
  • É uma rede e plataforma de negócios para os principais players da indústria.

Não perca a oportunidade de participar nesta ação, desenvolvida no âmbito do PORTUGAL 2030 e COMPETE 2030 com financiamento a 50% dos custos elegíveis.

Ação submetida em candidatura no âmbito do Aviso n.º MPR-2023-5, em fase de aprovação, SICE – Internacionalização das PME – Operações em conjunto, com financiamento a 50% dos custos elegíveis.

Prazo de inscrição: até 30 de abril 2024 (limitadas ao espaço disponível e por ordem de chegada)

 

 

Para mais informações envie, pf, um email para a.ferreira@afia.pt .

 

 

 

 

 

 

17% das exportações nacionais de bens transacionáveis são da responsabilidade das Exportações de componentes automóveis

No mês de fevereiro, as exportações de componentes automóveis ultrapassaram os 1100 milhões de euros, um aumento de 5,1% face ao mesmo mês de 2023

in AFIA, 10-04-2024


Num momento em que as expectativas para o setor eram modestas, as exportações de componentes automóveis surpreenderam ao atingirem 1.111 milhões de euros em fevereiro de 2024, refletindo um aumento de 5,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Estes dados, divulgados pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, destacam a resiliência do setor, que superou o crescimento de 2,3% verificado nas exportações totais.

As exportações de componentes automóveis reforçam assim, o seu lugar como um dos motores do crescimento económico em Portugal ao serem responsáveis por 17% das exportações nacionais de bens transacionáveis, no mês de fevereiro de 2024.

No que diz respeito ao valor acumulado das exportações de componentes automóveis desde janeiro, verifica-se um acréscimo de 2,8% face ao período homólogo em 2023, tendo-se já atingido os 2.200 milhões de euros nos primeiros dois meses de 2024.

Relativamente à quota das exportações de componentes automóveis em 2024 por região, note-se que a Europa concentra 89,4% das compras realizadas, verificando-se um aumento de 2,3% relativo ao período homólogo de 2023. Também o continente americano apresenta um crescimento de 20,9% no mês de fevereiro em relação ao período de janeiro a fevereiro de 2023, concentrando 5,6% das exportações de componentes automóveis.

Por outro lado, as regiões de África e Médio Oriente e da Ásia e Oceania, que têm respetivamente, 3,0% e 1,9% das exportações de componentes automóveis portugueses, apresentaram no acumulado até fevereiro uma queda de 4,6% e de 7,2%, respetivamente, face aos dois primeiros meses de 2023.

Passando à análise por país destinos dos componentes automóveis fabricados em Portugal, Espanha continua a afirmar-se como o principal mercado, representando 28,9% das exportações, seguido pela Alemanha, com 22,9% e França, que mantém o terceiro lugar do pódio com uma quota de 8,9%.

Em relação ao top 15 de mercados clientes de Portugal, conclui-se que, entre janeiro e fevereiro, houve um aumento nas exportações de componentes automóveis portugueses em nove dos quinze países. Espanha (-1,0%), França (-20,7%), Roménia (-0,4%), Eslováquia (-36,4%), Bélgica (1,6%) e Polónia (-14,4%) apresentaram uma variação relativa negativa em 2024, quando comparado com os meses de janeiro e fevereiro de 2023.

Por contraste, o mercado sueco, que ocupa o 9.º lugar do top 15, surpreendeu ao apresentar, no acumulado até fevereiro, um aumento de 84,8% de variação relativa.

É de notar que a indústria de componentes automóveis, apesar de enfrentar desafios e cenários pouco entusiasmantes para o ano em curso, o que afetará as empresas negativamente, quer a nível nacional quer internacional, tem encontrado formas de manter a sua competitividade mostrando-se um setor extremamente resiliente e de elevada adaptabilidade. Contudo, a diminuição de encomendas pode acontecer, tendo em conta a queda de consumo por via da instabilidade económica.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 9 de abril pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste link

 

 

 


 

Sobre a AFIA

  • A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
  • A indústria de componentes para automóveis em Portugal agrega cerca de 350 empresas e emprega diretamente 63.000 pessoas. Fatura 15 mil milhões de Euros (ano 2023), com uma quota de exportação superior a 85%.
  • Em termos de importância na economia nacional, representa 5,7% do PIB, 8,9% do emprego da indústria transformadora, 11,0% do valor acrescentado bruto da indústria transformadora, 16,5% das exportações nacionais de bens transacionáveis e 16,6% do investimento total da indústria transformadora.

 

 

Auto sector CEOs to EU leaders: Europe needs robust Industry Deal to make the Green Deal happen

13 CEOs of leading European vehicle manufacturers and automotive suppliers met today with the EU Commissioner for Climate Action, Wopke Hoekstra, for an ‘Automotive Roundtable’ to discuss the green transition of the sector. This was preceded by a meeting with Charles Michel, President of the European Council, ahead of next week’s EU Summit on competitiveness.

in CLEPA, 10-04-2024


The auto industry – one of the most important sectors of the EU economy – is at a critical junction as it makes its biggest transformation in the last century, revving up to meet the world’s most ambitious CO2 reduction targets for vehicles.

Automotive manufacturers and suppliers want to maintain production in Europe, keeping jobs and investment in the region. But they are currently facing a ‘perfect storm’ of fierce global competition for critical resources, funding, investments and customers, compounded by rising costs of doing business, a radically changing geopolitical landscape, and an electric vehicle market that is far from mature. Given these profound challenges, Europe must strengthen its competitiveness and build a stronger business case for the auto industry’s green and digital transition.

Mr Hoekstra committed to holding this roundtable during his confirmation hearing in the European Parliament, as he stepped into his role as Climate Commissioner late last year. Its aim was to identify the practical barriers to implementing the Green Deal, and possible ways to address these.

Luca de Meo, CEO of Renault Group and President of ACEA: “EU car manufacturers are strongly committed to decarbonisation, investing over €250 billion in electrification, but we cannot make this transition alone. Europe needs to create the conditions for competitiveness and market demand for electric vehicles. These include charging and hydrogen refilling infrastructure, a sufficient supply of critical raw materials, better access to finance, and market incentives. In other words, a holistic industrial strategy will be the key to achieve Europe’s green ambitions.”

Matthias Zink, CEO Automotive Technologies at SCHAEFFLER and President of CLEPA: “Europe’s automotive suppliers drive innovation and sustainability with €30 billion in annual R&D investments and 1.7 million direct jobs. Suppliers are key enablers of the transition, bringing smart and sustainable mobility solutions to market. However, in the context of a challenging economic environment, a downturn in EV adoption and diminishing profits within the supply chain, funding the transition becomes key. It is therefore crucial to ensure that framework conditions are in place to de-risk investments in innovative technologies and the transformation of facilities and our workforce. The regulatory framework must remain ambitious yet flexible to keep Europe competitive. This will help us reach our goals faster and more efficiently while also catering to consumer needs.”

During the roundtable, both European truck and bus manufacturers and automotive suppliers underscored the pressing need for getting zero-emission trucks and buses on roads. The sector is committed to providing the right trucks and buses to move the road transport industry into fossil-free solutions by 2040, focused on battery-electric and hydrogen-powered vehicles. Technology neutrality should remain a guiding principle ensuring that all technologies contribute to decarbonisation efforts. Recognising that the internal combustion engine will continue to play a long-term role in heavy-duty transport, climate-neutral solutions and other complementary technologies will be needed to meet our climate targets. But the overarching challenge persists. Achieving the CO2 reduction targets remains highly ambitious in the near absence of vital enabling conditions, such as a dense network of truck-suitable charging and refuelling stations and a supportive carbon pricing framework to ensure cost parity for zero-emission vehicles. The European auto sector calls on Europe’s policy makers to take ambitious action to address these concerns.

 


 

Notes to editors

The CEOs present at the Automotive Industry Roundtable with Commissioner Hoekstra were:

Vehicle manufacturers / ACEA:

  • Luca De Meo, CEO, Renault Group; President of ACEA
  • Harald Seidel, President, DAF Trucks NV; Chairperson of ACEA Commercial Vehicle Board
  • Martin Sander, CEO, Ford in Europe
  • Domenico Nucera, President, Bus Business Unit, Iveco Group; Chairperson of ACEA bus and coach division
  • Ola Källenius, CEO, Mercedes Benz Group AG
  • Christian Levin, President and CEO, Scania Group
  • Didier Leroy, Chairman of the Board of Management, Toyota Motor Europe
  • Thomas Schäfer, Member of the Board, Volkswagen Group; CEO, Volkswagen Brand; Head of Brand Group Core

Automotive suppliers / CLEPA:

  • Matthias Zink, CEO Automotive, SCHAEFFLER?and President of CLEPA
  • Dr Markus Heyn, Chairman Mobility, ROBERT BOSCH GmbH
  • Marco Stella, CEO, Duerre Tubi Style SpA
  • Patrick Koller, CEO, FORVIA
  • Dr Holger Klein, CEO, ZF

 

About ACEA

  • The European Automobile Manufacturers’ Association (ACEA) represents the 15 major Europe-based car, van, truck and bus makers: BMW Group, DAF Trucks, Daimler Truck, Ferrari, Ford of Europe, Honda Motor Europe, Hyundai Motor Europe, Iveco Group, JLR, Mercedes-Benz, Nissan, Renault Group, Toyota Motor Europe, Volkswagen Group, and Volvo Group
  • Visit www.acea.auto for more information about ACEA, and follow us on www.twitter.com/ACEA_auto or www.linkedin.com/company/ACEA/

About CLEPA

  • CLEPA, the European Association of Automotive Suppliers based in Brussels, represents over 3,000 companies, from multi-nationals to SMEs, supplying state-of-the-art components and innovative technology for safe, smart and sustainable mobility, investing over €30 billion yearly in research and development. Automotive suppliers directly employ 1.7 million people in the EU.
  • Visit clepa.eu for more information about CLEPA, and follow us on https://twitter.com/CLEPA_eu or www.linkedin.com/company/clepa

 

 

Camac tem novo dono. Que futuro para a fábrica portuguesa de pneus?

O futuro da fábrica portuguesa de pneus da Camac passará pela produção, especialmente, de pneus para desportos motorizados para uma conhecida marca.

in razão Automóvel, por André Mendes, 10-04-2024


A Camac nasceu em 1967 — ainda como Fábrica de Pneus Fapobol, SARL —, e a produção na fábrica de pneus de Palmeira, perto de Santo Tirso, teve início em 1969, com o fabrico de pneus destinados a veículos de todo o terreno, comerciais, agrícolas, pesados e industriais.

O nome definitivo da marca ganhou-o em 1988 (CNB / CAMAC – Companhia Nacional de Borrachas, S.A.) e já nessa altura a Camac tinha o seu próprio departamento de competição com presenças em provas de velocidade, ralis e todo o terreno.

A marca seria relançada no mercado em 2009, quando mudou de mãos para a administração atual, tendo a sua oferta sido modernizada e expandida. As exportações de pneus chegam atualmente a mais de 50 países.

A sua experiência na competição e, sobretudo, a sua fábrica com capacidade de produzir mais de 500 mil pneus por ano, estiveram por detrás da decisão de aquisição da Camac pela britânica Nova Motorsport.

A Nova Motorsport é uma empresa ainda muito nova, tendo nascido há pouco mais de um ano, mas que adquiriu as mais conhecidas Avon Motorsport e Avon Racing — a marca britânica especializada em pneus para competição e modelos desportivos.

A aquisição da Camac é um passo estratégico importante para a expansão da Nova Motorsport — a palavra mais usada no seu plano estratégico —, que quer aumentar o seu alcance no negócio dos pneus para desportos motorizados e veículos especializados.

Segundo a empresa, a localização da fábrica na União Europeia é também uma das vantagens e uma posição ideal para conseguir servir os clientes da Nova Motorsport na Europa, mas também no resto do mundo.

“Para além de apoiarmos os clientes e os mercados existentes, estamos também numa posição única para colaborar com empresas que procuram pneus específicos para competição e aplicações especializadas, oferecendo níveis incomparáveis de I&D ultrarrápido, tempo de colocação no mercado e apoio ao cliente.”

MIKE LYNCH, DIRETOR TÉCNICO DA NOVA MOTORSPORT

A presença da Nova Motorsport no desporto motorizado já é visível através de parcerias como o campeonato RallyX na Europa, do campeonato britânico de Hillclimb (rampas) e por ser a fornecedora de pneus oficiais para quatro prestigiadas séries de corridas históricas Peter Auto, também em solo europeu.

 

 

Amkor vai contratar 800 pessoas e duplicar a fábrica de Vila do Conde

Antiga Qimonda vai acolher o maior centro europeu de semicondutores. Câmara diz que é um “investimento estratégico” para a independência da Europa.

in Jornal de Notícias, por Ana Trocado Marques, 10-04-2024


A Amkor quer construir, em Vila do Conde, o maior centro europeu de semicondutores. O investimento vai mais do que duplicar a área da antiga Qimonda, que prevê, assim, contratar mais 800 pessoas. O projeto, que resulta de uma parceria com a Infineon, deverá estar pronto no primeiro semestre de 2025 e tem como objetivo aumentar a independência da Europa em matéria de semicondutores, em especial para os setores automóvel e industrial.

“É um investimento absolutamente estratégico, não só para Portugal, mas para a Europa. Depois da pandemia e da guerra, a dependência do extremo oriente revelou-se desastrosa para a Europa e para os EUA. Isto é quase um retorno a casa”, afirmou, ao JN, o presidente da Câmara de Vila do Conde, Vítor Costa, que tem “acompanhado de muito perto o processo” e está empenhado em ser “um facilitador” do investimento.

Assim, Vila do Conde passará a acolher “o grande centro europeu” dedicado às embalagens e testes de semicondutores, num processo em que tinha como concorrentes para acolher o investimento países como a Espanha e a Alemanha.

A gigante americana de embalagem e teste de semicondutores Amkor Technology vai gerir a linha de produção, enquanto a alemã Infineon ficará responsável pela equipa que dará apoio na área de engenharia e desenvolvimento.

A unidade de Vila do Conde tem, atualmente, 20 mil metros quadrados e emprega 800 pessoas. A ideia, explicou Vítor Costa, é que passe a ter 50 mil metros quadrados (sendo que tudo será feito nos atuais terrenos da empresa) e duplique o quadro de pessoal.

Já a Infineon tem, em Portugal, o seu centro no Porto e emprega, neste momento, mais de 600 pessoas.

O presidente da Câmara de Vila do Conde explica ainda que o processo urbanístico de ampliação da fábrica já está aprovado e o licenciamento está para “muitíssimo breve”. As duas empresas têm pressa e o edil não tem dúvidas que “a resposta célere” e “as boas relações com a autarquia” pesaram na vinda do investimento para o concelho,

Desde 2012, a Amkor investiu já mais de 100 milhões de euros na unidade vilacondenses. Agora, o novo centro, deverá custar várias dezenas de milhões de euros.

“Contribuiremos com a nossa experiência em engenharia e desenvolvimento. Juntos, estamos a reforçar a importância da Europa como local de fabrico de semicondutores”, afirmou Alexander Gorski, o vice-presidente executivo da Infineon Technologies.

Recorde-se que a Amkor comprou, em 2017, a Nanium, empresa criada em 2009, na sequência da falência da multinacional alemã Qimonda. A Nanium era detida pelo Estado (18%, através da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal – AICEP) e pelos bancos BCP (41,06%) e BES (41,06%).

A antiga Qimonda nasceu, em Vila do Conde, em 1998, na altura como Siemens. Chegou a empregar quase duas mil pessoas.

 

 

TMG Automotive no topo das entidades nacionais com maior número de pedidos de patentes

Portugal triplicou o número de pedidos de patentes europeias numa década. Em 2023 foram pedidas 329 patentes europeias, 12 das quais pela TMG Automotive, que assim se posiciona no top 5 nacional nesta matéria.

in TMG Group, 09-04-2024


Uma década com um esforço de inovação notável fez com que Portugal se destaque a nível mundial nos pedidos de patentes, com crescimentos bem acima da média europeia e mundial. Há dez anos, tinham sido efetuados 113 pedidos de patentes por entidades nacionais.

Com 12 pedidos de patentes registados em 2023, num total de 85 patentes já atribuídas ou registadas, a TMG Automotive estabelece-se como uma das 5 entidades em Portugal com mais pedidos de patentes e continua a afirmar-se no seu espaço de atuação pelo seu esforço em desenvolvimento científico e inovação.

Inovação é um processo-chave na nossa filosofia que nos impele na procura constante de novas soluções, novos produtos e novas oportunidades de negócio.

Saiba mais em: https://www.publico.pt/2024/03/19/economia/noticia/portugal-triplicou-numero-pedidos-patentes-europeias-decada-2083976

 

https://www.tmgautomotive.pt/

 

 

 

Infineon and Amkor boost Europe’s semiconductor supply chain

Amkor’s manufacturing site in Porto will have a dedicated packaging and test center.

in Amkor / AICEP, 09-04-2024


Infineon Technologies AG, a leader in power systems and IoT, is strengthening its outsourced backend manufacturing footprint in Europe and announced a multi-year partnership with Amkor Technology, Inc, a leading provider of semiconductor packaging and test services. Both companies have agreed on operating a dedicated packaging and test center at Amkor’s manufacturing site in Porto. Operations are expected to commence in the first half of 2025.

With this long-term agreement, Infineon and Amkor further strengthen their partnership, extending the classical outsourced semiconductor assembly and test (OSAT) business model. Amkor will expand its facilities in Porto and run the production line, providing dedicated clean room space, and Infineon will provide an onsite team with engineering and development support. The cooperation further strengthens the European semiconductor supply chain and contributes to making it more resilient – especially for automotive customers. It complements Infineon’s already diversified manufacturing footprint, balancing in-house and outsourced production capabilities.

“We are pleased to further deepen our partnership with Amkor and will contribute with our engineering and development expertise,” said Alexander Gorski, Executive Vice President and responsible for Infineon’s global Backend Operations. “Infineon and Amkor are jointly increasing geographical resilience and supply security for our customers. Together, we are strengthening Europe’s importance as a location for semiconductor manufacturing. For 20 years, Infineon has been successfully operating a large service center in Porto, now with more than 600 employees. With the joint manufacturing center, we are becoming even more deeply rooted in Portugal’s excellent semiconductor ecosystem. We are looking forward to further increasing our footprint in Portugal.”

“Amkor is proud to expand our partnership with Infineon,” said Giel Rutten, Amkor’s president and chief executive officer. “We continue to invest in our Porto manufacturing site, expanding capacity as well as broadening our Advanced packaging and test technology portfolio. This collaboration represents another milestone for both companies in enhancing supply chain resiliency for advanced products supporting Automotive & Industrial end markets.”

 

 

O programa eXtra da Bosch dá o salto para a Era digital

Bosch lança App dedicada ao programa eXtra

in Bosch Automotive Aftermarket, 08-04-2024


Coincidindo com o décimo aniversário do seu programa de fidelização eXtra, a Bosch Mobility Aftermarket acaba de lançar, a tão aguardada aplicação digital, que chega repleta de novidades e que permitirá à empresa estar ainda mais próxima das oficinas. A Bosch avança assim com a digitalização deste programa de fidelização, atualmente presente em mais de 30 países.

Com o programa eXtra, a oficina pode ganhar brindes incríveis e usufruir de benefícios exclusivos na compra de qualquer produto Bosch Automóvel. Para isso, é utilizado um sistema de pontos que permitirá à a oficina ir acumulando à medida que adquire diferentes produtos e envia os respetivos códigos EAN. O programa eXtra Bosch Mobility Aftermarket tornou-se uma ferramenta muito valorizada pelas mais de dez mil oficinas inscritas presentes em Portugal e Espanha no programa e prossegue um objetivo claro: premiar e recompensar as oficinas que adquirem produtos Bosch.

Entre as novidades apresentadas pela aplicação, importa destacar o recurso às notificações instantâneas, que permite às oficinas terem um acesso mais rápido a todas as informações sobre as últimas novidades oferecidas pelo programa eXtra. Além disso, os pontos acumulados podem ser consultados e resgatados de forma mais simples. Por fim, as oficinas podem a partir de agora acumular pontos adicionais e receber brindes simplesmente através da participação em jogos e campanhas divertidas.

A aplicação está disponível para dispositivos Android e iOS e caracteriza-se por uma interface bastante intuitiva e um processo de registo simples.

 

Mais informações podem ser obtidas no site: https://www.extra-premios.pt/

 

 

 

Seat ensamblará 1.400 baterías al día en Martorell

La nueva planta de montaje de baterías entregará hasta 1.400 ‘packs’ para los nuevos coches eléctricos que se fabricarán en Martorell

in Coche Global, por Toni Fuentes, 05-04-2024


La fábrica de Seat de Martorell intensifica su proceso de transformación hacia la nueva movilidad eléctrica. El rey Felipe VI ha sido testigo, en una visita a Martorell, del nacimiento de una nueva planta de montaje de baterías dentro de las instalaciones. El nuevo centro añade 64.000 metros cuadrados a la superficie de la factoría de Martorell, que tras el verano comenzará las obras de adaptación en las líneas de montaje.

La nueva planta tendrá una capacidad para entregar 1.400 ‘packs’ al día con las celdas de baterías colocadas y conectadas para abastecer otros tantos coches eléctricos que se empezarán a ensamblar en Martorell a partir de final de 2025 para su lanzamiento al mercado en el primer semestre de 2026. Las baterías, con los módulos fabricados en la gigafactoría de Sagunto, ya listas para su ensamblaje se trasladarán de forma mecanizada en un túnel de 600 metros de largo hasta la cadena de montaje para su instalación en la base de los nuevos vehículos, los modelos Cupra Raval y Volkswagen ID.2 All.

Un proyecto complejo

Las obras se iniciaron hace unos meses y se encuentran en la fase de construcción de la estructura de las naves. El proceso no ha sido sencillo ya ha requerido allanar una colina trasladando unos 300.000 metros cúbicos de arena. Las nuevas naves se adaptan al espacio disponible entre el Centro Técnico y los talleres de montaje y aprovechan cada metro cuadrado.

En la estructura metálica que sustenta las naves se utilizarán 7.500 toneladas de acero, una cantidad similar al hierro con el que se levantó la torre Eiffel de París. La complejidad de la ubicación en un terreno elevado hará que los módulos de las baterías, unas pilas rectangulares de dos kilos de peso cada una, lleguen en tren desde Sagunto hasta la estación de la fábrica de Martorell pero que se tengan que trasladar en camiones eléctricos hasta el nuevo centro de montaje.

500 puestos de trabajo

Según explicó el vicepresidente de producción de Seat, Markus Haupt, la construcción de la nueva planta de ensamblaje de las baterías supondrá una inversión “adicional” de 300 millones y creará 500 puestos de trabajo que serán ocupados mayoritariamente por empleados de Seat. La factoría de Volkswagen de Navarra, que ensamblará los modelos SUV eléctricos de Volkswagen y Skoda, también contará con un centro de montaje de las baterías aunque se ha subcontratado a la compañía industrial Hyundai Mobis.

El ahorro energético y la reducción de la huella ambiental también están muy presentes en el proyecto de la nueva planta de montaje de baterías, que llegará a un 70% de autoconsumo gracias a 11.000 paneles solares que cubrirán todo el techo. Además, contará con un depósito de aguas pluviales de 7.500 litros y reutilizará las aguas grises para algunos usos.

 

 

 

Stellantis output in Italy fell 10% in Q1, union says

The FIM-CISL union projects a full-year output for Stellantis in Italy of 630,000 vehicles in 2024, down from 751,000 last year.

in Automotive News Europe / Reuters, 05-04-2024


Production of passenger cars and vans at Stellantis’ Italian plants fell 9.8 percent to 170,415 units in the first three months to 170,415 units, the FIM-CISL union said.

The automaker is holding discussions with the Italian government over a plan to reverse a multi-year trend of falling production in the country and take it back to one million units by the end of this decade, implying an overall output growth of around 25 percent compared to last year.

Stellantis is further away from the one million output target based on first-quarter data, the head of FIM-CISL Ferdinando Uliano said, presenting a quarterly report on the automaker’s production levels.

Stellantis has said the output goal depended on several factors including auto purchase incentives, lower energy costs and the development of an electric vehicle charging network.

First-quarter output fell 51 percent in Mirafiori, as delays with Italy’s new auto purchase incentive program and a soft global demand for full-electric vehicles weighed on production rates of the Fiat 500e battery-electric small car, FIM-CISL said.

A Stellantis spokesperson said the company does not normally comment on output data reported by the union.

FIM-CISL projects a full-year output for Stellantis in Italy of 630,000 vehicles in 2024, down from 751,000 last year, based on first-quarter data.

The forecast, however, does not factor in purchase incentives announced by the government, worth around 950 million euros ($1 billion) for 2024, which are expected to become effective this quarter.

“We are confident this forecast can improve over the course of the year,” Uliano said, adding that Stellantis estimates incentives could add 20,000 unit sales for the 500e in 2024.