Trim NW equipa táxis londrinos

A empresa especialista em não-tecidos e peças têxteis moldadas para o interior de veículos ganhou o projeto do tejadilho para os táxis da The London Taxi Company, que estão já em circulação, numa altura em que procura impulsionar também o negócio dos não-tecidos.

in Jornal Têxtil, 20-09-2019


A subsidiária do grupo chinês Geely Automobile escolheu a portuguesa Trim NW para fornecer os tejadilhos dos famosos táxis londrinos. «Ganhámos o projeto do tejadilho do táxi de Londres e isso fez-nos crescer bastante no mercado inglês», revela Ricardo Fernandes, sales manager da empresa de Santarém.

Fundada há apenas quatro anos, a Trim NW tem crescido de ano para ano. «2018 correu abaixo do que tínhamos perspetivado, mas melhor do que 2017 a nível de faturação», afirma. Com um volume de negócios que rondou os 3 milhões de euros, este valor deverá ultrapassar os 3,2 milhões de euros em 2019. «Este ano prevemos um crescimento de 16% face ao ano passado – e estamos dentro desses valores», adianta ao Jornal Têxtil.

Além do Reino Unido, «que foi o mercado que, para nós, mais cresceu», a Trim NW tem uma forte presença em França, para onde exporta 60% da produção. Entre os clientes estão marcas de pequenas séries, nomeadamente de veículos que podem ser usados por pessoas sem carta de condução, cabines para tratores e máquinas agrícolas e o mercado do luxo.

Investimentos em curso

Dentro de portas, a empresa, que emprega 40 pessoas, tem processos de termoconformação e também uma linha de produção de não-tecidos. «Este ano, esperamos acabar a montagem de uma segunda linha de produção para fabricar um termoligado mas com características diferentes, para outros mercados que não o automóvel», indica Ricardo Fernandes. O investimento, que se situa entre os 400 e os 500 mil euros, irá permitir criar produtos diferentes em termos de «características físicas e mecânicas e também ao nível do aspeto», explica.

Sem um departamento formal de I&D, a Trim NW acompanha, contudo, as necessidades do mercado. «O nosso desenvolvimento de produtos é muito focado em cada cliente», garante o sales manager. Exemplo disso é o não-tecido com tratamento de repelência à água e óleo para insonorização do compartimento do motor. «O produto mais usado para insonorizar o compartimento do motor é um não-tecido agulhado tratado com repelência. Nós conseguimos desenvolver um produto que faz exatamente a mesma coisa, mas com uma vantagem competitiva a nível do peso e do preço», aponta.

O objetivo para 2019 é desenvolver precisamente o negócio dos não-tecidos. «Fazia parte da estratégia da empresa apostar primeiro na parte das peças, porque estava com um volume de vendas relativamente baixo e queríamos aumentar. Em dois anos conseguimos um crescimento de cerca de 20%. Agora que estamos a ter esse resultado, definimos a estratégia para a parte dos não-tecidos e esperamos que resulte também», confessa Ricardo Fernandes.

 

 

 

FABOR dedica-se ao fabrico de produtos técnicos em borracha para os mais diversos fins industriais, desde 1941

FORÇA,

ARROJO, PARA DESAFIAR NOVOS PROJETOS

BANDEIRA DE REFERÊNCIA EMPRESARIAL

ORGULHO PELA NOSSA TRADIÇÃO E PELA NOSSA EMPRESA

RESPEITO POR TODAS AS PARTES INTERESSADAS

in Portugal Business On the Way by AEP, 3º Trimestre 2019


Fundada em 31 de março de 1941, como uma sociedade por quotas e de cariz familiar, a FABOR, Fábrica de Artefactos de Borracha S.A., dedica-se ao fabrico de produtos técnicos em borracha para os mais diversos fins industriais.

A FABOR iniciou a atividade na cidade do Porto, onde se manteve e consolidou o seu crescimento até 1998. Nesse ano, devido ao crescimento e necessidade de melhores condições, transferiu a produção para uma nova unidade industrial, em Santo Tirso.

Sustentada pelo seu know-how tecnológico, por uma equipa competente e motivada, a FABOR tem como Missão acrescentar valor aos seus produtos de forma competitiva e inovadora no sentido de satisfazer os legítimos interesses dos acionistas, colaboradores, clientes, fornecedores e comunidade em geral, no estrito cumprimento das suas Obrigações Legais e da sua Responsabilidade Social e Ambiental.

Durante estes 78 anos, vários projetos de investimento foram levados a cabo de forma a continuamente adequar os meios às necessidades do mercado e na procura de novos mercados.

Desde 2003 que a Fabor é certificada ISO 9001 e 14001.

Os clientes da FABOR são todas as indústrias que nos seus processos precisem de incorporar acessórios elastoméricos (borracha ou poliuretano):

  • a indústria de recauchutagem de pneus, para quem vendemos compostos de borracha que dão uma nova vida a todo o tipo de pneus;
  • fabricantes de todo o tipo de equipamentos que necessitem de foles, vedantes, batentes, apoios, etc.
  • as várias indústrias que necessitam de proteger os seus equipamentos da corrosão química ou mecânica, aumentando o tempo de vida útil desses equipamentos;
  • a indústria de celulose e papel, embalagem, têxtil, impressão, etc, que necessita de equipamentos com rolos revestidos com borracha ou poliuretano, para não danificarem os materiais processados;
  • a indústria alimentar que necessita de peças em borracha ou silicone, que cumpram as exigentes diretivas de materiais em contacto com alimentos;
  • empresas de construção civil que precisam de apoios elastoméricos para absorção das vibrações (temos a certificação para o fabrico de apoios elastoméricos de acordo com a EN-1337-parte 3);
  • fornecedores da indústria automóvel, tanto de empresas Tier 1 como Tier 2, que incorporem componentes elastoméricos nos seus fornecimentos às OEM’s (temos a certificação IATF 16949).

Com um historial e know-how reconhecidos, a FABOR é capaz de criar soluções tecnológicas à medida das mais diversas necessidades industriais. Os seus clientes estão localizados em países da comunidade europeia. A empresa tem também um importante cliente na Rússia. Fora da Europa, a empresa tem vindo a estabelecer contactos com empresas africanas.

A FABOR está ligada tanto à AEP como a outras associações sectoriais desde longa data, sendo parceiros essenciais na nossa caminhada de internacionalização.

Atendendo sempre aos seus Valores, a FABOR trabalha para ser capaz de construir e criar novas relações de negócio e melhorar todas as já existentes.

 

 

https://www.fabor.pt/

 

 

EPEDAL | Onde a tecnologia e a qualidade se fundem

A EPEDAL foi fundada em 1981, com sede em Sangalhos, é fornecedora de componentes metálicos e subconjuntos para a indústria automóvel. Mais concretamente, componentes e subconjuntos para assentos, escapes, sistemas de refrigeração, chassis e carroçaria, quer para automóveis (95%), quer para camiões (5%).

in Portugal Business On the Way by AEP, 3º Trimestre 2019


Com a missão de satisfazer integralmente as exigências dos seus clientes, acionistas e colaboradores, a EPEDAL privilegia os fatores críticos do sector: prazos de entrega, qualidade e preços. Daí o seu lema: “onde a tecnologia e a qualidade se fundem.”

Recorrendo às mais recentes tecnologias de fabrico de estampagem, conformação de tubo e arame, soldadura robotizada e montagem automatizada de subconjuntos, a EPEDAL reúne uma série de certificações.

A certificação do sistema de garantia da qualidade e ambiente, pelo BVQI (ISO/TS16949, ISO 14001 e ISO 18001) e pela Volkswagen (VDA) são demonstradoras da capacidade da EPEDAL para operar num mercado deste nível de exigência.

Como prova de qualidade do trabalho da EPEDAL é a fiabilidade e a fidelidade absolutas com as especificações de dezenas de produtos diferentes, patente na crescente carteira de clientes, onde imperam nomes como Volkswagen, Mitsubishi Fuso Truck, Faurecia, Tenneco, Gestamp, Estampación F. Segura ou Kirchhoff.

Recorde-se que a EPEDAL é membro fundador do CEIIA (Centro de Excelência e Inovação para a Indústria Automóvel Portuguesa).

O volume de negócios da EPEDAL concentra-se sobretudo em Portugal (55,7%), mas a exportação já tem um peso considerável: Espanha (31%), França (10,8%), República Checa (1,5) e Eslovénia (1%).

Recentemente, esta empresa participou, com outras empresas do sector, nos “Automotive Meetings Madrid”. A IFEMA – Feira de Madrid acolheu a primeira edição dos “Automotive Meetings Madrid”, um evento que procura promover as relações entre todos os que estão envolvidos na cadeia de abastecimento do sector da indústria automóvel, no qual marcaram presença mais de 200 empresas provenientes de 19 países.

 

 

https://epedal.pt

 

 

AFIA | Exportações de Componentes Automóveis – Janeiro-Julho 2019

As exportações de componentes automóveis aumentaram 3% até Julho.

in AFIA, 19-09-2019


De Janeiro a Julho as vendas de componentes automóveis ao exterior, de acordo com os dados apurados pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel atingiram os 5,1 mil milhões de euros.

 

CLIQUE AQUI PARA MAIS INFORMAÇÕES (ficheiro pdf)

 

 

Empresas Portuguesas de Componentes Automóveis Mostraram as suas Inovações em Frankfurt

A AFIA em parceria com a AEP promoveu novamente a indústria portuguesa de componentes automóveis no Salão Automóvel de Frankfurt

in AFIA, 19-09-2019


A AFIA – Associação de Fabricantes para a Industria Automóvel, no âmbito do acordo de colaboração para a promoção internacional da indústria portuguesa de componentes para automóveis celebrado com a AEP – Associação Empresarial de Portugal, promoveu pela segunda vez a participação nacional no Salão Automóvel de Frankfurt, que decorreu entre os dias 10 a 13 de Setembro naquela cidade alemã.

A IAA – Internationale Automobil-Ausstellung é um certame bienal organizado pela VDA – associação alemã da indústria automóvel, e é muito mais do que um salão automóvel, sendo o verdadeiro fórum da mobilidade, onde são revelados os mais recentes desenvolvimentos, inovações e tecnologias ligadas ao mundo da mobilidade, sob o mote “Driving Tomorrow”.

No stand colectivo promovido pela AFIA e AEP, marcaram presença:

  • CR MOULDS, empresa especializada na concepção, gestão, fabricação e optimização de moldes para injecção de termoplásticos e fundição injectada. www.crmoulds.pt.
  • EDAETECH, empresa de engenharia e tecnologia para a indústria automóvel, aeronáutica e metalomecânica (desenvolvimento e fabrico de protótipos, produção de pequenas séries de componentes metálicos). www.edaetech.pt.
  • GENSYS (grupo PINTO BRASIL), concebe e implementa soluções informáticas inovadoras para planeamento, controlo e programação da produção em ambientes de grande complexidade e diversidade. www.gensys.pt.
  • SOPLAST, especializada no desenvolvimento e produção de componentes técnicos obtidos pelo processo de moldação por injecção para as indústrias automóvel, electrónica e construção. www.soplast.com.

O principal objectivo desta participação foi mais uma vez dar a conhecer as capacidades e competências da indústria portuguesa de componentes automóveis e estabelecer contactos para aumentar as exportações.

A Europa é o principal destino das exportações das empresas nacionais, absorvendo 90% das vendas ao exterior. Sendo que o mercado alemão por si só absorve 20% das produção dos fabricantes de componentes portugueses.

A feira teve um saldo extremamente positivo pelos múltiplos contactos que foram estabelecidos com potenciais e actuais clientes, tanto construtores de automóveis como multinacionais integradoras de sistemas.

Para 2020 já estão confirmadas e integradas no programa de acções de promoção internacional da indústria portuguesa de componentes para automóveis, as seguintes feiras promovidas pela AFIA em colaboração com a AEP:

  • Global Automotive Components and Suppliers Expo, Estugarda (Alemanha), 16 a 18 de Junho;
  • IZB International Suppliers Fair, Wolfsburg (Alemanha), 6 a 8 de Outubro.

Para mais informações contactar a AFIA: telefone 226 172 668 ou a.ferreira@afia.pt.

 

 

 

 

 

CLEPA Press Release- Future As We Move: European automotive suppliers launch sector’s vision on the future of mobility

CLEPA “Future As We Move” vision paper underlines the powerful strategies deployed to reduce road casualties and limit the environmental impact of people and goods transport, reaping the potential of vehicle connectivity and automation.

in CLEPA, 19-09-2019


CLEPA, the European Association of Automotive Suppliers, today launches the sector’s vision on the future of transport and industry, to support and inspire the dialogue with all stakeholders in pursuit of new mobility.

Underlining the importance and impact of the mobility transformation triggered by environmental needs and empowered by data and digital solutions, the industry’s vision outlines how European suppliers are a driving force in shaping tomorrow’s mobility landscape, working in close cooperation with vehicle manufacturers, high-tech companies, regulators and other stakeholders.

The vision paper describes four main pillars of transformation in the coming years and decades, demonstrating that mobility will be:

  • Safe, to ensure zero casualties on the road by 2050
  • Sustainable, with increased electrification and a minimised environmental impact
  • Smart, enabling connectivity and autonomous driving
  • Powered by a competitive industry, strengthening European technology leadership

Sigrid de Vries, CLEPA Secretary General: “Society demands change and looks for innovative solutions to deal with air pollution, urbanisation, traffic congestion and the growing demand for mobility as a service. These realities are redefining the automotive industry at an unprecedented pace. The CLEPA vision paper, mandated by the top of the sector’s leading companies, outlines the technology-driven solutions that suppliers bring to the fore as well as highlights how policy can best support.”

“Our vision is an optimistic one, without neglecting the multiple challenges to existing business models, manufacturing sites and people. Our paper shows how Europe can sustain its global leadership position by harnessing the power of innovation, strengthening its economic fabric and leveraging the close cooperation of legislators at all levels local, national and European, as well as cross-border.”

“Automotive suppliers are fully focused on the huge opportunities of the systemic change that is unfolding. Realising a future of zero casualties, zero emissions as well as seamless and accessible mobility for all, will require a joint effort by all stakeholders in the mobility revolution, and new players and new alliances will come along. Suppliers embrace and enable the change. We advocate for an agile, supportive policy framework that embraces and enables the innovation needed to bring about the mobility of tomorrow.”

 

“Future as we move” publication can be downloaded at www.futureaswemove.eu

 

 

AFIA visita DS Smith Tecnicarton presente na Empack Porto 2019

De 18 a 19 de Setembro, a Easyfairs promove, na Exponor, a quinta edição da Empack & Logistics Porto e que junta os principais intervenientes do sector da maquinaria, armazenagem, manipulação e logística de embalagens no maior encontro em Portugal.

in AFIA, 19-09-2019


A DS Smith Tecnicarton, Associada da AFIA, veio mostrar as suas últimas inovações em embalagens industriais

A DS Smith Tecnicarton escolheu para esta ocasião toda a gama de produtos para a indústria automóvel e para o transporte e protecção de produtos volumosos e difíceis de manusear.

A empresa, está a mostrar, juntamente com outras empresas do Grupo DS Smith, as diferentes soluções de embalagens feitas sob medida e multimateriais como uma representação da variedade de designs e inovações que a empresa pode desenvolver.

Nesse sentido, durante os dias da Feira, a Tecnicarton exibirá diferentes soluções de embalagens para os sectores automóvel e industrial, entre outros, como as embalagens reutilizáveis Tecnipack®. Estes incluem uma gama de embalagens feitas de plástico ou papelão ondulado, de alta capacidade e dobráveis, especialmente concebidas para circuitos de ida e volta. Os materiais utilizados para o seu acondicionamento interno garantem a protecção das peças, adaptando-se às necessidades do produto e oferecendo assim a possibilidade de transportar o maior número possível de peças por embalagem.

Dentro da linha de soluções reutilizáveis, a Tecnicarton apresenta o desenvolvimento de rack metálico, específico para uso interno entre plantas e com diferentes tipos de condicionamento, dependendo das necessidades do produto a ser transportado. Esta embalagem em trânsito foi concebida para acelerar o trabalho de fornecimento de materiais nas linhas de produção. A inovação deste design reside na possibilidade de mudar toda a embalagem interior e substituí-la por outra de acordo com as necessidades das peças.

Outras linhas de embalagem que estão representadas na Empack Porto são as embalagens Heavy Duty. Estão representados no stand por laminados dobráveis, que substituem a utilização de embalagens tradicionais de madeira, e, por outro lado, por Tecniwrap, embalagens mistas de madeira e cartão, concebidas para o transporte e protecção de produtos muito volumosos e difíceis de manusear, tais como cabinas de elevadores ou iluminação pública, por exemplo.

Graças à versatilidade que a Tecnicarton proporciona aos seus produtos, estes Tecniwrap podem incorporar fechaduras, pegas ou reforços interiores, dependendo do produto a transportar.

Por outro lado, dispõe de uma gama de embalagens de manuseamento, tais como tabuleiros termoformados, bacs acondicionados com diferentes materiais ou soluções em diferentes variedades de espuma.

Finalmente, a Tecnicarton apresenta toda uma secção dedicada ae soluções de embalagem de produtos ESD: desde as embalagens Tecnipack® a pequenas embalagens de diferentes materiais como cartão, polipropileno, espuma, têxteis ou termoformados.

 

A AFIA é parceira da EMPACK & LOGISTICS PORTO e a edição deste ano reúne mais de 140 fornecedores e 4.000 profissionais.

 

VW to make decision on new Europe plant by October

Volkswagen Group will decide where to build a new European multibrand plant by the end of October, said Skoda’s production boss, Michael Oeljeklaus.

in Automotive News Europe, by Nick Gibbs, 19-09-2019


The search has been narrowed to two sites in Turkey and another in the EU, Oeljeklaus said. He did not name the EU location but reports have said VW is looking at a location in Bulgaria.

VW brand will lead the plant’s development but production will be shared with Skoda, Oeljeklaus said.

“We have increased capacity in the last couple of years in our existing plants, but we are really, really full,” Oeljeklaus told Automotive News Europe at a press event here on Wednesday.

Skoda’s capacity squeeze in Europe cost it 100,000 sales in 2018 and the same will be true for 2019, the brand’s CEO, Bernhard Maier, said in April.

Skoda built a record 886,100 vehicles in 2018 at its Mlada Boleslav and Kvasiny plants in the Czech Republic.

Turkey is said to be VW’s favored location for the factory but another site in Bulgaria is also being considered, according to reports.

VW is worried about steep Turkish taxes on larger cars limit most buyers and local producers to smaller engine sizes. Cars with engines of less than 1.6-liters made up 96 percent of Turkey’s new car market in 2018.

Turkey is trying to find a formula to address VW’s concerns without putting existing automakers at a disadvantage, Reuters reported earlier this month.

Maier said in April that the Skoda Karoq and Seat Ateca compact SUVs were “most likely” to be built in the new plant but stressed that it hadn’t been decided. He said the plant will have a capacity of 350,000 with the possibility of doubling the number if demand increases.

VW Group will decide on which cars to build in the plant at the next group production planning meeting in November, Oeljeklaus said. The factory will start producing cars by the beginning of 2023, he said.

Passat production

After the decision on the new plant’s location, VW Group will allocate production sites for a number of new cars, including the next Superb and VW Passat midsize models due in 2023.

VW has said it will move Passat production from its factory in Emden, Germany, to make way for EV production there. The automaker is considering building the Passat alongside the Superb at Kvasiny, but Oeljeklaus said the allocation wasn’t yet determined and a decision will be made in November.

Skoda will develop the next Passat and Superb, Oeljeklaus said. The two cars share underpinnings.

 

 

INEOS Automotive’s uncompromising 4×4 to be built in Wales and named ‘Grenadier’

Grenadier name chosen by the company’s fans and followers.

Wales to be the home of the INEOS Grenadier, to be assembled in a new manufacturing facility in Bridgend.

A significant commitment to UK manufacturing, creating up to 500 jobs as part of INEOS’s £600 million investment to bring the Grenadier to market in 2021.

in INEOS Automotive, 18-09-2019


INEOS Automotive has announced that its utilitarian 4×4 will be named ‘Grenadier’ after the pub in which it was conceived, with over 6,000 international fans and followers responding to an online poll to choose the vehicle’s name.

INEOS also confirmed that the Grenadier will be built in a bespoke new manufacturing facility on a greenfield site in Bridgend, South Wales. This will create 200 jobs initially, and up to 500 in the long term.  Site development is now under way to support planned start of production in 2021.

INEOS Group Chairman Sir Jim Ratcliffe said: “We have looked long and hard at possible manufacturing locations for Grenadier across the world with lots of good options to choose from.  The decision to build in the UK is a significant expression of confidence in British manufacturing, which has always been at the heart of what INEOS stands for.”

Welsh Government Economy and Transport Minister Ken Skates said: “Today’s announcement is great news for Wales and I’m delighted INEOS Automotive will be setting up home in Bridgend which has a long history of skilled manufacturing expertise. The Welsh Government has worked closely with the company to make this happen and I look forward to seeing the development of the new site progress ahead of the planned start of production in 2021.”

INEOS Automotive has confirmed that in parallel, it will be investing in a sub-assembly plant in Estarreja, Portugal.  The facility will produce the Grenadier’s body and chassis, working in conjunction with INEOS’s European supply chain partners.

Dirk Heilmann, Chief Executive Officer of INEOS Automotive, commented: “Confirming production in the UK, as well as our investment in Portugal, is a major milestone for the project.  We are progressing well with the design and engineering work, as well as our marketing and distribution plans.  In the months ahead, we look forward to sharing more information about the Grenadier, and engaging with local suppliers, the community and region, in advance of the start of production in 2021.”

 


 

 

COMUNICADO DE IMPRENSA DA AFIA, 06 de Setembro de 2019

 

 

 

 

ACAP: “Temos capacidade para captar fábricas que saiam do Reino Unido”

O secretário-geral da ACAP acredita que o peso do mercado interno nos comerciais ligeiros possa subir e aponta o Brexit como uma oportunidade para Portugal captar fábricas automóveis que possam sair do Reino Unido.

in Negócios, por Pedro Curvelo, 18-09-2019


A que fatores atribui a quebra no peso do mercado interno como destino da produção nas fábricas portuguesas?

Em primeiro lugar, 1994 foi o último ano antes do início da produção da Autoeuropa, a qual colocou Portugal no ranking dos países produtores de automóveis. Esta é uma indústria global e a instalação desta fábrica permitiu aumentar significativamente as nossas exportações até porque fabricava em exclusivo um modelo para todo o mundo. Nos comerciais, assistimos, entretanto, ao encerramento de unidades que produziam estes veículos.

Nalguns países existe um “orgulho” em comprar automóveis produzidos no próprio país, em Portugal isso não sucede. Porquê?

Essa situação poderá acontecer quando exista uma marca nacional, o que não é o caso de Portugal. Esse fenómeno está mais ligado à nacionalidade da marca do que ao local de produção.

 

O mercado nacional poderá recuperar peso como destino da produção?

No caso dos ligeiros de passageiros será difícil, mas nos comerciais ligeiros acredito que sim, que os valores possam aumentar. Mas tudo depende da escolha dos consumidores e empresas, dado que estamos no mercado aberto.

A abertura de novas fábricas poderia ajudar?

A instalação de novas fábricas seria sempre de saudar. E eu considero que o Brexit pode ser uma oportunidade para a indústria automóvel nacional e para o país. Temos condições para captar fábricas que se venham a deslocalizar do Reino Unido.