MCG transportation: projetos de vanguarda e inovação

Em crescimento acelerado ao longo deste ano de 2018, a MCG transportationcontinua a levar a cabo projetos de topo no desenvolvimento de compósitos para interiores de comboios e autocarros, e também em projetos de soldadura certificada EN 15085-2 CL1 para diversos tipos de sistema, incluindo sistemas AVAC.

in MCG min for metal, 04-10-2018


Com uma equipa de engenharia dedicada a 100% a esta unidade de negócio, a MCG mind for metal consegue assim proporcionar a clientes de todo o mundo uma abordagem “chave-na-mão” na produção e aplicações em paredes, tetos e pisos de equipamentos de transporte, apresentando já um extenso portfólio em fabrico metálico, compósitos e tecnologias de união.

 

Fique a conhecer já a seguir os principais projetos saídos recentemente (ou em desenvolvimento) da unidade de negócio MCG transportation. Confira ainda os recentes projetos MCG transportation que a empresa mostrou na participação em setembro na InnoTrans 2018, a maior feira da indústria dos transportes: os novos pisos para interiores de comboios e autocarros em destaque no evento.

 

Solução completa de pisos para comboios RER Alstom

O desafio era simples: desenvolver o conceito por completo e produzir um novo piso não aquecido para instalação nos novos comboios regionais que a Alstom está a produzir (em parceria com a Bombardier) para a SNCF, o maior operador ferroviário francês e um dos maiores da Europa. E o objetivo principal foi alcançado: produzir um piso leve, robusto, funcional e que é entregue em condições que reduzam o tempo e o grau de dificuldade na instalação e montagem.

 

A MCG mind for metal garante assim uma solução desenvolvida com base num material compósito que combina alumínio e cortiça, totalmente plug and play, e que mostra as elevadas competências da equipa de R&D da unidade de negócio MCG transportation. Clique/toque na imagem abaixo para consultar o case study completo do projeto.

 

 

Sistema de piso aquecido inteligente made in MCG

Numa iniciativa de R&D em consórcio liderado pela MCG mind for metal e composto ainda pelas empresas Amorim Cork Composites, ITeCons e Critical Materials, o projeto CoMMUTe deu já origem a um protótipo de um piso aquecido modular e multifuncional para instalação no interior de comboios intercidades e regionais. Este sistema permite, acima de tudo, encurtar custos, já que a redução de  complexidade de montagem ao OEM reduz o leadtime de fabrico da carruagem de dois para três dias.

 

E os avanços tecnológicos são evidentes, pois o sistema apresenta recursos incorporados para aquecimento radiante e elementos vários de sensorização, conectados numa plataforma IoT. Fica assim criada a base para a recolha inteligente de dados, bem como para a adição de funcionalidades de segurança ativa e gestão de energia. Consulte o case study completo do projeto clicando/tocando na imagem abaixo.

 

 

Soldadura com certificação EN 15085

Uma das principais áreas especializadas da MCG transportation é a soldadura de estruturas e componentes com certificação de acordo com a norma EN 15085, com destaque para as estruturas soldadas de AVAC para sistemas ferroviários.

 

Os procedimentos e operadores desta atividade contam com a qualificação CL1, o nível de exigência mais exigente da especificação, e o resultado traduz-se em produtos de elevada qualidade, com foco nos processos e fluxos de produção tecnologicamente otimizados e numa gestão de projeto rigorosa. Verifique todos os pormenores clicando/tocando na imagem abaixo.

 

 

O banco para comboios perfeito desenvolvido pela MCG

ModSeat – Modular Light Rail Seat. É esta a designação oficial de um banco ferroviário inovador, modular, versátil e customizável, desenvolvido com base em novos processos e materiais. E a responsável pelo desenvolvimento inovador deste banco para comboios da classe regional/intercidades é a MCG mind for metal, pela “mão” da unidade e negócio MCG transportation.

 

O consórcio ModSeat é composto pela MCG e por outras quatro entidades com igual importância em mais um projeto de R&D: o Instituto Superior Técnico, a Almadesign, empresa na área do design industrial, a SETsa – Sociedade de Engenharia e Transformação S.A e a ERT. O consórcio marcou inclusive presença na InnoTrans 2018, a maior feira de equipamentos de transporte mundial que decorreu na Alemanha em setembro. Saiba mais sobre o projeto ModSeat clicando/tocando na imagem abaixo.

 

 

Acompanhe a atividade da MCG mind for metal no LinkedIn para ficar a saber mais sobre todos os projetos que a empresa desenvolve no âmbito da área de negócio MCG transportaton. Clique/toque na imagem abaixo para receber mais informação e/ou ser contactado pela nossa equipa.

 

Portugal bate recorde de exportação de peças para automóveis em agosto

Peças enviadas a partir de Portugal valeram 5,5 mil milhões de euros até agosto, mais 8% do que no mesmo período de 2017.

in Dinheiro Vivo, por Diogo Ferreira Nunes, 11-10-2018


 

Portugal nunca exportou tantas peças para automóveis como nos primeiros oito meses deste ano. Até agosto, as vendas de componentes de carros para o exterior valeram 5,5 mil milhões de euros, mais 8% do que no mesmo período de 2017, revelou a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel esta quinta-feira, com base nos dados divulgados no dia anterior pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

90% das peças enviadas para o estrangeiro até agosto tiveram como destino os 28 países da União Europeia, o que corresponde a 4,9 mil milhões de euros, mais 8,7% do que entre janeiro e agosto de 2018. Espanha, Alemanha, França e Reino Unido foram os quatro principais destinos de exportação. O Reino Unido foi o único país que piorou os resultados: menos 11,9% do que nos primeiros oito meses de 2017.

As peças enviadas para outros países valeram 530 milhões de euros em exportações, mais 3,2% do que no mesmo período de 2017.

Os componentes automóveis representam 14% das exportações totais portuguesas de bens transacionáveis.

 

 

Exportações de componentes para automóvel atingem valor recorde

Vendas ao exterior cresceram 8% até Agosto, apesar de uma queda significativa num dos principais mercados de Portugal, o Reino Unido.

in Público, Victor Ferreira, 11-10-2018


 

A indústria de componentes para automóveis chegou ao fim do mês de Agosto com um novo recorde nas exportações. Com 5459 milhões de euros de receitas, as empresas do sector têm razões para celebrar, até porque este crescimento de 8% face a 2017 é conseguido num período em que um dos principais mercados, o Reino Unido, contribuiu com uma queda significativa de 11,9%, segundo os dados da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA).

“O sector mantém-se extremamente dinâmico, crescendo a uma taxa bem superior à verificada para o sector na Europa, cuja taxa se situa entre os 2% e 2,5%, o que significa que a indústria portuguesa está a ganhar quota de mercado”, salienta Adolfo Silva, da direcção da AFIA, em declarações ao PÚBLICO.

São notícias positivas para um universo composto por 220 empresas, maioritariamente localizadas entre os distritos de Aveiro e Viana do Castelo (66%). Outras conclusões relevantes a partir dos dados disponibilizados nesta quinta-feira: a União Europeia é o principal cliente (90% das vendas) e reforçou essa posição (cresceu 8,7%); Espanha mantém-se como maior mercado das empresas portuguesas (vendas de 1372 milhões, mais 9,8%); mas é no segundo mercado mais relevante, a Alemanha, que se regista a maior taxa de crescimento (mais 13%, para 1152 milhões).

 

Efeito “Brexit” e um “problema gravíssimo” chamado ferrovia

No que diz respeito à queda verificada nas vendas para o Reino Unido, o mesmo responsável da AFIA sustenta que se deve a uma “combinação de factores” que vão desde a antecipação de um “efeito recessivo” que radica nas expectativas negativas sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (o “Brexit”), até a uma queda na produção “provavelmente pela chegada ao fim de vida de alguns modelos relevantes” produzidos sobretudo em Inglaterra.

 

O sector dos componentes para automóveis envolve hoje uma grande panóplia de tecnologias e empresas diversas, com produção de componentes em áreas tão distintas como electrónica, eléctrica, metalomecânica, mas também têxtil, plástico, numa grande dispersão no tecido industrial que emprega no total 55 mil pessoas.

Os representantes desta indústria estimam que a tendência de subida se manterá até ao final do ano e se prolongará em 2019, até porque terá uma exposição “reduzida” a alguns dos factores de risco do comércio mundial, como o crescente proteccionismo e as taxas alfandegárias de mercados como EUA, China e o bloco europeu. Por outro lado, um efeito negativo do “Brexit” pode ter impacto nas vendas para um mercado que, neste momento, vale 12% das vendas desta indústria para o estrangeiro – ainda que seja relevante, o cenário actual não tira o sono aos industriais.

“Portugal tem mão-de-obra flexível e adaptável, e um custo competitivo. Temos tido capacidade de mão-de-obra para responder aos investimentos que têm sido feitos até agora, mas há custos de contexto desfavoráveis, desde logo a energia e também a logística”, argumenta Adolfo Silva, acentuando a importância da questão logística como “um problema gravíssimo” a médio prazo.

Isto porque o custo de transporte é sobretudo rodoviário – a via terrestre representa 95% das necessidades de transporte, e “a ferrovia é insuficiente para responder às necessidades ou para ser uma alternativa”, segundo Adolfo Silva. É um facto acrescido quando o preço dos combustíveis está a aumentar. “Vai ser um problema gravíssimo que se vai revelar daqui a cinco ou dez anos, porque o país não está a fazer o que é necessário em termos de investimento”, refere Adolfo Silva.

 

 

 

Exportações de componentes automóveis voltam a crescer em agosto

O mercado que apresenta maiores taxas de crescimento é o alemão. Do lado contrário está o Reino Unido, para onde as exportações estão em fase de contração.

in Jornal Económico, por António Freitas de Sousa, 11-10-2018


 

De janeiro a agosto deste ano, as vendas de componentes automóveis ao exterior, de acordo com os dados apurados pela Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA ), atingiram os 5,5 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 8% em relação a igual período do ano passado. Desde o início da década, este indicador já subiu cerca de 67%.

O setor representa cerca de 14% do total das exportações nacionais – numa tendência que apresenta uma tendência de crescimento, colocando a indústria num lugar de destaque no conjunto das exportações nacionais.

A União Europeia continua a ser o bloco económico para onde vai a grande maioria das exportações do setor: cerca de 90%, com uma taxa de crescimento fixada nos 8,7%. O resto do mundo responde por apenas 10%, com uma taxa de crescimento da ordem dos 3,2%.

O mercado espanhol – onde estão concentrados alguns dos clusters mais importantes da indústria automóvel –, nomeadamente em Vigo e na Catalunha, continua a ser aquele que maior produção industrial adquire a Portugal. Entre janeiro e agosto, Espanha absorveu 25% das exportações de componentes automóveis nacionais, com um volume de negócios que ascendeu aos 1,3 mil milhões de euros (+9,8%).

Logo a seguir surge o mercado alemão, que absorveu 1,15 mil milhões. Mas este mercado cresceu acima do espanhol: 13% no período em referência.

O mercado francês expandiu 5,6%, para os 786 milhões de euros. Movimento contrário aconteceu no Reino Unido, cujo mercado absorveu apenas 556 milhões de euros, o que representa uma queda de quase 12%. O motivo parece claro: tal como vai sucedendo um pouco por todo o continente, os industriais vão reduzindo a sua exposição ao mercado do Reino Unido, numa fase em que as negociações do Brexit estão numa fase pouco clara.

 

 

 

Exportações automóveis com novo record absoluto

Exportações da indústria automóvel registaram nos primeiros oito meses de 2018 um aumento de 8% face a 2017

in AFIA, 11-10-2018


 

De acordo com os dados apurados pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, de Janeiro a Agosto as vendas de componentes automóveis ao exterior atingiram os 5,5 mil milhões de euros, ou seja, um aumento de 8% face ao verificado no mesmo período do ano anterior.

Importa também referir no que respeita aos destinos das exportações dos componentes automóveis o aumento de 8,7% para a União Europeia e 3,2% para o resto do mundo.

Note-se ainda que os componentes automóveis representam 14% das exportações totais portuguesas de bens transacionáveis.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgados, 10 de Outubro, pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações clique aqui (ficheiro pdf).

 

 

CO2 targets – Automotive suppliers urge co-legislators to take into account the risk for employment

Member States in the Council have adopted their position (‘general approach’) on the regulation for CO2 targets for cars and vans. Environment ministers decided to raise the target for cars for 2030 by 5 percentage points to 35%, raise the threshold of the mechanism to incentivise zero and low emission vehicles by 5 percentage points to 35% whilst better weighting low emission vehicles in the mechanism.

in CLEPA, 10-10-2018


 

“Both the European Parliament and the governments in the Council have now opted to increase the level of ambition. Automotive suppliers see the targets that have been proposed by the European Commission as challenging yet balanced. Going strongly beyond the Commission proposal carries risks to the industrial footprint of the automotive suppliers industry in Europe, putting high-value jobs in the balance”, says Sigrid de Vries, Secretary General of the association of the automotive suppliers industry (CLEPA). “Automotive suppliers advocate an ambitious transformation rather than negative disruption.”

 

“It will be crucial to not set the targets too high and provide the right boundary conditions through a positive incentive mechanism for low and zero emission vehicles. Specifically, a ‘malus’ as requested by the Parliament will have a negative effect. Better weighting of low emission vehicles, such as plug-in hybrids, is positive”, says de Vries.

 

“Only a technology neutral regulation will ensure that emissions will be reduced efficiently. However, there is strong pressure towards favouring battery-electric vehicles at the expense of other solutions, such as hybridisation and alternative fuels, which have a major potential to contribute to decarbonisation. Furthermore, it will be important to confirm that the step forward to well-to-wheel or life-cycle analysis will be done in future legislation.”

 

“Automotive suppliers fully support the goal of decarbonising mobility and produce a wealth of technologies to achieve this. It is a declared aim to remain globally competitive with a large variety of smart, safe and green mobility-related technologies, supporting the jobs of five million people in Europe today. Competitive regulation supporting both the environment as well as employment is a key to Europe’s success.”

 

Tripartite negotiations between Council, European Parliament and Commission are scheduled to begin today.

 

 

AFIA | Exportações de Componentes Automóveis – Janeiro-Agosto 2018

As exportações de componentes automóveis aumentaram +8% até Agosto.

in AFIA, 10-10-2018


 

De Janeiro a Agosto as vendas de componentes automóveis ao exterior, de acordo com os dados apurados pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel atingiram os 5,5 mil milhões de euros.

 

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German industry says CO2 emissions target threatens jobs

European Union plans to cut carbon dioxide emissions from vehicles by 35 percent by 2030 pose a threat to Germany as a car-building nation, auto industry association VDA said.

in Automotive News Europe, by Edward Taylor | Reuters, 10-10-2018


 

“It is more than regrettable that the majority of member nations did not find the strength to strike a balance between protecting jobs and protecting the climate,” VDA president Bernard Mattes said in a statement on Wednesday.

“Job security is lessened and Germany as an industrial location has been weakened,” said Mattes, a former chief of Ford’s German operations. The VDA represents automakers such as Ford, Volkswagen, BMW and Daimler.

“With yesterday’s vote we missed a chance to shape CO2 regulation for the time after 2021 in an economic and technologically realistic manner,” Mattes said.

EU governments need to take on more of the financial burden of building out networks of charging stations if they wanted swifter adoption of low-pollution electric cars, he said.

EU environment ministers agreed late on Tuesday to seek the 35 percent reduction. Several countries had sought a 40 percent cut, but softened their position during late night negotiations.

Volkswagen Group CEO Herbert Diess warned that the CO2 target could have dire consequences. “An industry can collapse faster than many believe,” Diess told the daily Sueddeutsche Zeitung on Wednesday.

A 40 percent cut in car emissions by 2030 would result in the loss of about a quarter of VW’s factory jobs, or 100,000 positions, Diess said. The 35 percent reduction “doesn’t look much better,” he said.

Revisions clause

German Chancellor Angela Merkel endorsed a deal, describing the reduction target as “defensible,” partly because of the scope for later revising them.

“(There is) a revisions clause for 2021, since the question of how fast we can cut carbon dioxide emissions depends on the extent of market penetration by electric cars or other cars with alternative propulsion systems,” she said. “Under these circumstances I think the agreement is wholly defensible.”

Merkel said the agreement at least provided certainty to European automakers.

In an indication of the depths of divisions in environmentally-minded Germany over the role of its most important export industry, the toughened targets failed to win over the opposition.

“A 35 percent cut is nothing like enough for the challenges of tomorrow,” said Greens leader Anton Hofreiter. “The government must take its foot off the brake in climate matters.”

 

 

EU nations agree to seek 35% CO2 cut by 2030

European Union nations agreed on Tuesday to seek a 35 percent cut in vehicle CO2 emissions by 2030, as Germany warned that overly challenging targets risked harming industry and jobs.

in Automotive News Europe, by Daphne Psaledakis | Reuters, 09-10-2018


 

Several countries had sought a higher, 40 percent reduction in car emissions, in line with targets backed by EU lawmakers last week, with Ireland and the Netherlands among those voicing disappointment with the compromise deal.

Germany, with its big auto sector, had backed an EU executive proposal for a 30 percent cut for fleets of new cars and vans by 2030, compared with 2021 levels. Germany, with the backing of eastern European nations, had held a blocking minority among the 28 nations against the more ambitious targets, EU sources said.

But a last-minute amendment helped ease concerns among poorer member states over the new rules, which also create a crediting system encouraging automakers to raise sales of electric cars.

It would allow for a different accounting in countries where the current market penetration of zero- and low-emissions vehicles is less than 60 percent below the average in the bloc.

Torn between reducing pollution and preserving industry competitiveness, EU environment ministers meeting in Luxembourg talked for more than 13 hours until nearly midnight to reach a compromise over what 2030 carbon dioxide limits to impose on Europe’s powerful automakers.

“We saw a really complicated discussion,” Europe’s Climate Commissioner Miguel Arias Canete said of the compromise that gained the support of 20 nations, with 4 voting against and 4 abstaining. “I never believed in the beginning that such a strong support would be obtained.”

The final rules will now be hashed out in talks beginning on Wednesday with the EU’s two other lawmaking bodies: the European Parliament, which is seeking a more ambitious climate target, and the European Commission, which proposed a lower one.

In a joint statement earlier, the EU ministers expressed deep concern over a U.N. report calling for rapid and unprecedented action to contain global warming but held back from increasing their pledge to reduce emissions under the 2015 Paris climate accord.

Climate campaigners say Germany has still not learned to be tougher on the auto industry, despite the scandal that engulfed Volkswagen in 2015 when it admitted to using illegal software to mask emissions on up to 11 million diesel vehicles worldwide.

Curbs on the transport sector, the only industry in which emissions are still rising, aim to help the bloc meet its goal of reducing greenhouse gases by at least 40 percent below 1990 levels by 2030.

Extreme temperatures across the northern hemisphere this summer have fuelled concerns climate change is gathering pace, leading some countries to call for emissions to be cut at a faster rate than planned.

But a call by the EU’s climate commissioner and 15 EU nations for the bloc to increase its pledge to cut emissions by 45 percent under the Paris accord has met with resistance.

Ahead of U.N. climate talks in Poland in December, the bloc’s 28 environment ministers renewed their commitment to leading the fight to limit global warming.

They said the EU was ready to “communicate or update” its Nationally Determined Contribution, the efforts by each country to reduce emissions, by 2020.

Raising it would require the approval of all 28 nations.

That may be too hard to achieve before the U.N. talks, European Commission Vice President Maros Sefcovic said, but the bloc is likely to exceed its Paris pledge following a reform of its Emission Trading System (ETS) and new targets on renewable energy and energy efficiency.

“We do not need new legislation on this one because everything is already done. We are just going to get better results than expected,” Sefcovic told Reuters on Monday.

 

 

Sócios da Câmara Luso-Alemã visitam empresa Pinto Brasil

A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã organizou recentemente uma visita à Pinto Brasil S.A., na qual participaram 22 sócios da CCILA.

in CCILA, 04-10-2018


 

A visita iniciou-se com a mensagem de boas-vindas de Gonçalo Castro, Business Developer da Pinto Brasil, seguindo-se a apresentação de Paulo Martins, CTO da GenSYS com o tema Smart Manufacturing Systems – Industry 4.0, que deu a conhecer o software GenSYS. Esta ferramenta permite às empresas do setor industrial produzir massivamente artigos diferenciados numa altura em que o setor enfrenta novos desafios, como é o caso do aumento da diversidade de artigos e a possibilidade dos consumidores finais personalizarem o que pretendem adquirir.

Seguiu-se a apresentação da Pinto Brasil, na qual foi dado a conhecer um overview do último triénio, o foco na inovação e cooperação estratégica e a visão dos Desafios do futuro – 2019-2021, que foi conduzida pelo diretor geral da empresa, António Brasil.

A Pinto Brasil tem atividade há 27 anos e assenta em soluções industriais para a indústria automóvel. Conta com mais de 235 colaboradores e aposta fortemente na Inovação & Desenvolvimento, com uma equipa de mais de 40 engenheiros e técnicos especializados. A empresa está presente em diversos mercados internacionais.

Os sócios da CCILA tiveram ainda oportunidade de visitar a unidade de produção que ocupa um total de 20.000m2 de área coberta, e de acompanhar os processos aí desenvolvidos.

No final da visita às instalações fabris, os participantes puderam estreitar os seus contactos de negócio durante um cocktail oferecido pela empresa.

A Câmara de Comércio e Indústria Luso-alemã agradece à Pinto Brasil – Fabrica Máquinas Industriais, S.A. a oportunidade de realização desta visita.