Exportações de componentes automóveis com record absoluto

No primeiro semestre deste ano as exportações de componentes automóveis registaram resultados muito positivos atingindo os 4.300 milhões de euros

in AFIA, 14-08-20018


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel as exportações de componentes automóveis registaram um crescimento de 8,1% na primeira metade do ano, atingindo o resultado record de 4.300 milhões de euros, quando comparadas com os resultados do mesmo período do ano passado. Esta informação surge com base nos dados de comércio internacional de bens divulgados recentemente pelo INE.

Em relação aos destinos das exportações a AFIA refere que estes mantêm também a mesma tendência apresentando Espanha e Alemanha como os principais destinos, seguidos de perto pela França e Inglaterra. O conjunto destes quatro países representam assim, 71% do total das exportações, estando os restantes 29% distribuídos por outros países europeus e outros de fora da Europa, como os Estados Unidos da América, Marrocos, Turquia, Coreia do Sul e China.

É ainda de notar que neste mesmo período as exportações de bens transacionáveis aumentaram 6,6%, sendo os componentes automóveis responsáveis por 15% do total das exportações portuguesas. Dos resultados aqui registados é ainda de destacar o facto da indústria de componentes ter crescido mais do que a média da restante indústria transformadora, de acordo com os mesmos dados fornecidos pelo INE.

 

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A AFIA visita a sua Associada COPEFI

A AFIA, representada pelo secretário-geral, visitou a empresa Associada COPEFI tendo sido recebida por João Fleming Torrinha, Director-Geral.

in AFIA, 10-08-2018


A COPEFI, com sede em Braga e fundada no ano de 2001, é uma empresa especializada em engenharia de desenvolvimento de produtos, fabrico de produtos e componentes plásticos para a indústria automóvel.

A COPEFI fornece peças de aspecto interior (visual components), componentes técnicos e mecanismos. As competências da empresa incluem o design, gestão de projectos, desenvolvimento de produtos e engenharia, testes e validação, prototipagem, moldes e produção.

A COPEFI tem a sua actividade internacionalizada, além da fábrica em Braga tem 1 fábrica na Roménia, 1 no México e mais recentemente adquiriu uma fábrica em França. Conta ainda com um escritório na Alemanha.

Como consequência do crescimento e de modo a adaptar-se ao mercado, a COPEFI evoluiu para um modelo de duas divisões altamente especializadas:

  • Automotive Components
  • Engineering & Services

A COPEFI é Associada da AFIA desde 2014 e está certificada pelas normas IATF 16949 e ISO 14001.

A COPEFI marcará presença na IZB – International Suppliers Fair de 16 a 18 de Outubro em Wolfsburg, Alemanha.

 

Para mais informações, consulte o site da COPEFI em:

 

www.copefi.com

 

ou veja o vídeo institucional

 

 

Grupo PSA saúda revisão das classes para pagamentos de portagens

O grupo PSA, com fábrica em Mangualde, congratulou-se com a revisão legal aprovada hoje sobre os veículos que pagarão menos nas portagens.

in Dinheiro Vivo / Lusa, 09-08-2018


O grupo PSA, com fábrica em Mangualde, congratulou-se com a revisão legal aprovada hoje sobre os veículos que pagarão menos nas portagens, considerando que o novo decreto-lei terá “impacto positivo” para a indústria e para os condutores.

Em declarações à agência Lusa, fonte do grupo que inclui as marcas Citroen, Peugeot e Opel demonstrou “muita satisfação” por o “Governo cumprir um compromisso que tinha assumido para fazer evoluir as portagens”.

“Vai ter um impacto positivo para a indústria automóvel portuguesa e também para os cidadãos”, referiu a mesma fonte, afirmando tratar-se de uma “modernização de um sistema que datava de 2005 e que precisava de evoluir para acompanhar o progresso nos automóveis e os critérios da União Europeia para proteção de peões e a eficiência energética”.

Segundo o decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros, os veículos que pagam menos portagem passam a incluir os que têm peso bruto inferior ou igual a 2.300 quilogramas e altura ao primeiro eixo até 1,30 metros.

O ajuste das classes vinha a ser reivindicado pelo setor, nomeadamente, pelo grupo PSA, que tem uma fábrica em Mangualde, no distrito de Viseu, e tinha referido que o investimento em Portugal poderia estar em causa caso se mantivesse o modelo de pagamento das portagens anexado à altura dos veículos.

Com o modelo atual de portagens, a nova viatura fabricada em Mangualde, por ter mais de 1,10 metros de altura, deveria ser incluída na classe 2 e agora será classe 1.

 

 

 

La multinacional alemana de automoción ZF amplía el capital de su filial gallega para reforzar su actividad

La empresa es uno de los proveedores de componentes de la nueva gama de furgonetas de PSA

in La Voz de Galicia, 08-08-2018


La multinacional alemana de componentes de automoción ZF, matriz de las antiguas plantas Dalphimetal España y Dalphimetal Seguridad, con sede en Vigo, ha lanzado una ampliación de capital entre sus socios por valor de cinco millones de euros, para reforzar la actividad en Galicia.

En la comunidad, el grupo ZF cuenta con una fábrica de airbag en Vigo y otra de piezas (insertos de magnesio) en O Porriño.

Fuentes del sector vinculan esta inyección de capital con los nuevos proyectos vinculados a la planta gallega del grupo PSA. De hecho, ZF es uno de los proveedores de componentes de la nueva gama de furgonetas que la multinacional francesa va a lanzar al final del verano; y también ha ganado la adjudicación del nuevo modelo que PSA fabricará en Vigo a partir del 2020 (un vehículo todocamino de la marca Peugeot).

El grupo germano inauguró a principios de este año su nuevo centro de ingeniería de airbags en el municipio luso de Ponte de Lima, de características similares al que tiene en Vigo.

La multinacional alemana invirtió 1,5 millones en el proyecto. Se trata del primer centro técnico de airbags de ZF en Portugal, en donde ya tiene un departamento de I+D de volantes (de producto y procesos) en Vila Nova de Cerveira.

El grupo cuenta en Vigo con un equipo de 180 personas(la mayoría, ingenieros) de su división Active & Passive Safety Technology OSS (Occupant Safety Systems), es decir, tecnologías de seguridad activa y pasiva para pasajeros, cuya misión es desarrollar nuevos conceptos de airbags, volantes y componentes internos.

 

 

Continental Mabor: Leia a entrevista de Pedro Carreira, Presidente do Conselho de Administração

Trata-se de uma das maiores exportadoras nacionais especializada na produção de pneus, sediada no distrito de Braga, que com o apoio do COMPETE 2020 expandiu a atividade para uma nova área de negócio: pneus agrícolas. De salientar que, no caso do projeto Agro Tires “o apoio dos fundos comunitários foi fundamental para atrair o investimento para Portugal por parte da Continental AG, em detrimento das outras empresas do Grupo”.

in COMPETE 2020, por Cátia Silva Pinto, 06-08-2018


Entrevista a Pedro Carreira

Presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor

Pedro Carreira
Presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor

Como surgiu a Mabor?

A Continental Mabor – Indústria de Pneus S.A. teve o seu arranque industrial em 1990 como resultado da “joint-venture” entre a Mabor Manufactura Nacional de Borracha, e a Continental AG, de Hannover. Em 1990 a Continental AG detinha 60% do capital social, adquirindo o restante em 1993 passando assim a ser a única acionista.

O projeto de reestruturação que reformulou as antigas instalações industriais começou logo em 1990. Este primeiro projeto teve a duração de cinco anos e incluiu profundas alterações quer ao nível das instalações, equipamentos e produtos, mas teve também um foco muito grande na requalificação dos colaboradores e na melhoria das condições de trabalho.

Desde 1990 que a Continental tem investido ininterruptamente na unidade de Lousado, em projetos de expansão, em novos produtos com maior valor acrescentado, mas também mais recentemente em novas áreas de negócio como é o caso do projeto Agro Tires.  Atualmente, com mais de 2 060 colaboradores no quadro permanente, a Continental Mabor produz pneus para veículos ligeiros e SUVs (Sport Utility Vehicles) de várias medidas e marcas, produz pneus ContiSeal e ContiSilent e mais recentemente, como é do conhecimento público, produz pneus agrícolas.  Da nossa produção 98% tem como destino a exportação para um vasto universo de mercados cuja lista inclui 67 países, abastecendo tanto o mercado de equipamento de origem como o mercado de substituição.

 

Quais os principais desafios com que se depararam no desenvolvimento do projeto Agro Tires?

A maior barreira foi conseguir trazer o projeto para Portugal ultrapassando outras empresas do grupo que, pela sua localização geográfica, ou pelo espaço circundante ou pelas condições de impostos e incentivos dos seus países, estariam logo à partida bem à nossa frente.

Deparámo-nos também com o desafio ao nível técnico porque se tratava de um novo segmento de negócio e o Grupo Continental não tinha ainda experiência nesta área. A própria formação da equipa foi também um enorme desafio para nós.

Também o mercado de pneus agrícolas é um desafio, na medida em que se trata, como já referido, de uma nova área de negócios para a Continental.

 

O que consideram ser crítico para o sucesso da vossa estratégia?

Um dos pontos críticos que de certa forma dificulta, ou dificultava, o sucesso da nossa estratégia são os acessos. Foram um ponto extremamente crítico no desenvolvimento da nossa fábrica e que acabaram por marcar e condicionar um pouco a nossa estratégia de crescimento durantes algumas décadas. Daí que me tenha corrigido no tempo verbal, pois estamos em crer que, com os últimos desenvolvimentos que temos vindo a acompanhar, este será um ponto crítico em vias de resolução.

As elevadas taxas de impostos que existem em Portugal, nomeadamente o IRC dificultam a “saúde” das empresas e afetam a sua capacidade competitiva em relação a empresas de outros países.

Por último, e uma vez que somos uma empresa vocacionada para a exportação, obviamente que a volatilidade da economia mundial, as incertezas em relação ao Brexit ou às taxas aduaneiras nos Estados Unidos, ou ainda a instabilidade política noutros países, são pontos sensíveis e que podem ter impacto no sucesso do nosso negócio.

 

Quais são os vossos objetivos para 2019?

O objetivo da empresa é continuar a crescer de forma sustentada. Por um lado, aumentar a produtividade e a eficiência, mas também crescer ainda mais na área da inovação, na melhoria da qualidade dos seus produtos e serviços. Por outro lado, continuar a apostar na formação e qualificação dos nossos colaboradores e continuar a valorizar ainda mais a região em que estamos inseridos. Pretendemos também aumentar o nosso contributo para o progresso da economia regional e nacional e que consideramos ser de elevada importância.

Pretendemos obviamente incrementar o negócio dos pneus agrícolas que é a área onde estamos ainda a dar os primeiros passos. Esperamos um dia que esta venha a ser mais uma área de negócio onde a Continental cresça, como acontece no negócio dos pneus ligeiros.

Já nessa área, de pneus ligeiros, a Continental Mabor continuará a trabalhar para ultrapassar a fasquia dos 19 milhões de pneus produzidos num só ano, como resultado dos novos investimentos que estão orientados não só para o aumento da produção mas também para a melhoria das condições de trabalho e ambiente.  E ainda, quem sabe, trazer mais alguma área de negócio que faça sentido para nós, permitindo-nos realizar este crescimento de forma sustentada, com um aumento do portefólio de produtos que produzimos.

 

Qual o contributo dos Fundos da União Europeia para o percurso da vossa empresa?

A Continental Mabor, desde que foi criada há cerca de 28 anos atrás, cresceu muito e evoluiu ainda mais, não apenas devido aos investimentos feitos pelo nosso acionista, a Continental AG, mas também com o apoio do Estado Português e dos Fundos da União Europeia, como foi o caso do programa Portugal 2020 que apoiou o projeto Agro Tires. De salientar que, no caso deste projeto, o apoio dos fundos comunitários foi fundamental para atrair o investimento para Portugal por parte da Continental AG, em detrimento das outras empresas do Grupo.

Na nossa opinião, os fundos comunitários são cruciais para a contínua atração do investimento direto estrangeiro em Portugal e para o crescimento e sustentabilidade das empresas. Entendemos que estes apoios, quando são bem aplicados pelas empresas, nomeadamente na qualificação dos seus trabalhadores, têm um retorno extremamente positivo para o País.

A Continental Mabor tem vindo a contribuir de forma decisiva para o aumento do número de postos de trabalho e para o fortalecimento da coesão e inclusão social ao longo do tempo. Nos últimos cinco anos fizemos investimentos de mais de 306 milhões de euros. Em particular, o projeto de investimento Agro Tires rondou os 49 milhões de euros.

Num raciocínio simples, comparando a média dos valores dos últimos 3 anos face ao ano de 2014, por cada milhão de euros de benefícios fiscais ao investimento recebidos, a empresa devolveu ao Estado Português cerca de 3,5 milhões de euros.

 

 

Caetano Coatings: empresa portuguesa investe sete milhões em Valência

A empresa está próxima dos clusters automóveis mais importantes de Espanha, nomeadamente Valência, Saragoça e Barcelona.

in Jornal Económico, por António Freitas de Sousa, 01-08-2018


A Caetano Coatings, empresa de origem portuguesa dedicada ao tratamento e pintura de peças automóveis, fez um investimento de sete milhões de euros no melhoramento da capacidade da sua primeira fábrica em Espanha, localizada na cidade valenciana de Massanassa. É o primeiro passo da internacionalização da empresa – que assim se junta ao cluster automóvel daquela região espanhola, segundo avança fonte da AVIA, associação dos fabricantes do cluester valenciano.

A fábrica da Caetano Coatings em Massanassa está em operação desde meados de 2016 e já fechou seu primeiro ano de vendas completo (2017), atingindo os 4,5 milhões de euros de faturação. A empresa espera fechar 2018 com 5,6 milhões de euros. No total, a Caetano Coatings atingiu um volume de negócios de 30 milhões de euros em 2017.

A fábrica de Valência tem uma área de 5.500 metros quadrados e equipamentos para a pintura de peças dentro e fora dos veículos, sob diferentes soluções tecnológicas. A fábrica emprega 55 pessoas.

A Caetano Coatings possui uma fábrica de produção perto de Lisboa, com 235 mil metros quadrados e seis linhas de pintura e tratamento de superfície. As peças que a Caetano Coatings pode pintar estão em todas as partes do veículo, desde as barras superiores de tejadilho, spoilers ou componentes de plástico, entre outras. A empresa é fornecedora dos principais fabricantes de automóveis do mundo.

Carlos Martínez, chefe da fábrica de Valência, reconheceu, citado pela AVIA, que uma das principais razões para se instalar em Valência foi “a relação que já tivemos com a Matrival [empresa local do mesmo setor], bem como a localização estratégica da região de Valência para a comercialização de nossos produtos”.

“Valência permite-nos estar perto dos fabricantes de Saragoça e Barcelona, e ter acesso direto do porto de Valência e a outros enclaves europeus”, enfatiza aquele responsável.

A Caetano Coatings iniciou a sua actividade em 1991 na cidade do Carregado, a 30 quilómetros de Lisboa, e dedica-se à pintura de materiais ferrosos e não ferrosos. Daí, passou para a pintura de componentes automóveis, onde conheceu um crescimento sustentado ao longo dos anos. A Caetano Coatings mantém investimentos contínuos em diversas tecnologias para o tratamento de superfícies.

Atualmente, a empresa apresenta uma ampla gama de serviços para o setor automóvel e de engenharia civil, com base em diferentes tecnologias.

 

 

Acabou o prazo: PSA Mangualde “aguarda serenamente” resposta sobre portagens

Futuro da fábrica do grupo Peugeot-Citröen esteve sob ameaça no início do ano por causa da classificação dos veículos produzidos em Portugal.

in Dinheiro Vivo, por Diogo Ferreira Nunes, 31-07-2018


“O investimento da PSA em Mangualde está em risco no médio prazo”. Esta foi a ameaça deixada dia 8 de fevereiro pelo diretor-geral do grupo PSA (Peugeot-Citröen), Alfredo Amaral, quando questionado sobre o facto de a nova geração de comerciais ligeiros, que começará a ser produzida em série em outubro, ser classificada como veículo de classe 2 nas portagens por ter mais de 1,10 metros de altura no eixo da frente.

O grupo francês exigiu uma resposta “até ao final de julho” para saber se há alguma alteração da lei. Só que o prazo termina esta terça-feira e o Governo nada disse. Mas a PSA também não tomou qualquer decisão sobre o futuro da fábrica do distrito de Viseu.

“O Grupo PSA está em sintonia com as entidades competentes e, por isso, estamos a aguardar serenamente”, afirma ao Dinheiro Vivo fonte oficial do grupo automóvel liderado por Carlos Tavares. Responsável pela questão das portagens, o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas recorda as declarações prestadas nos últimos meses: “Estamos a negociar a questão das portagens com as concessionárias”, afirma fonte oficial do gabinete de Pedro Marques.

Esta incerteza põe em causa o futuro da fábrica no médio prazo e também é crucial para a continuidade do terceiro turno, que conta com 225 trabalhadores, e que poderá terminar no final de outubro. Esta equipa foi criada em abril para ajudar a produzir as últimas unidades da atual geração da Citröen Berlingo e da Peugeot Partner. Atualmente, a PSA Mangualde conta com mais de 900 operários.

Além da produção, a questão das portagens tem condicionado o calendário de apresentação do novo modelo, que estava prevista para março.

O grupo PSA prevê, em 2019, a produção de 100 mil unidades, em Mangualde, da nova geração dos modelos Berlingo e Partner, 20% das quais destinadas ao mercado português. Ou seja, o impacto da classe 2 nas portagens para o K9 afetará 20 mil veículos em todo o ano de 2019, estima o grupo francês. “Se for amputada esta componente terá impacto sobre emprego. A médio prazo, serão levantadas muitas questões”, avisou Alberto Amaral no início de fevereiro.

Para se preparar para a produção dos novos modelos, a empresa de Mangualde recebeu cerca de 50 milhões de euros, verba destinada ao investimento global na “industrialização do carro” e à “transformação da fábrica”. Valor apoiado por fundos comunitários – foi um dos primeiros projetos a beneficiar do Portugal 2020 – e anunciado em junho de 2015.

Na altura, a PSA Mangualde destacava que o lançamento da produção do K9, veículos de nova geração, estava associado à “ambição de aumentar o número de fornecedores nacionais da fábrica de Mangualde”.

Críticas ao sistema de portagens

O sistema de classes das portagens nas autoestradas portuguesas foi criado há quase 30 anos. As marcas automóveis entendem que são necessárias mudanças nesta avaliação porque os veículos “têm sido alterados por questões de segurança e que obrigam a mais espaço na parte da frente. Sobe-se a altura à frente para que o peão enrole e fique mais protegido”. Estas empresas querem que a altura do eixo da frente deixe de ser considerada como critério para definir as classes.

Desde julho de 2017 que o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas tem um documento elaborado por um grupo de trabalho parlamentar para a alteração das classes das portagens. O relatório sugere as classes de portagens passem a ser definidas apenas conforme o peso dos veículos, ou seja, “um veículo ligeiro deveria ter uma classe. Os restantes pesados, conforme o número de eixos, deveriam ter outras classificações”, sugeriu Alfredo Amaral no início de fevereiro.

Em março, o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas constituiu uma nova comissão para renegociar o contrato com a Brisa Concessão, maior gestora privada de autoestradas. Além da classificação das portagens, esta comissão vai avaliar as regras relativas a alargamentos de vidas e a definição de mecanismos relativos à monitorização e avaliação da qualidade de serviço. A Brisa tem referido que nas negociações “será tido em conta o equilíbrio financeiro da concessão” e que em 2004, após pedido do Governo, introduziu um regime especial para os monovolumes de sete lugares.

 

 

 

PTC Group – Vídeo institucional

A PTC Group, fundada pelo Eng. Tiago Monteiro, é uma empresa de engenharia, sediada em Oliveira de Azeméis, que se dedica ao projeto e fabrico de moldes para injeção de plástico e desenvolvimento de produto.

in PTC Group, 31-07-2018


Ainda nestas áreas de atuação, a PTC Group disponibiliza recursos humanos qualificados aos seus clientes, para trabalharem em sua “casa” em regime de Outsourcing. Atualmente encontra-se em desenvolvimento a PTC Academy, que pretende qualificar novos profissionais para a indústria dos moldes e desenvolvimento de produto, e melhorar as competências de quem já exerce funções nestas áreas.

Veja o vídeo institucional e conheça melhor esta empresa.

 

 

ptcgroup.com.pt

 

 

 

 

 

 

No deal Brexit is not an option, Britain’s car industry warns

A no-deal Brexit is not an option for Britain’s car industry, given the costs and disruption that carmakers and consumers would suffer, the head of the country’s automobile industry group said.

in Automotive News Europe, by   | Reuters, 31-07-2018


Mike Hawes, chief executive of the Society of Motor Manufacturers and Traders (SMMT), said carmakers were “increasingly concerned” about the lack of clarity around the manner of Britain’s departure from the European Union.

With less than eight months until the divorce is due to take place, Prime Minister Theresa May has yet to find a proposal to maintain economic ties with the bloc that pleases both sides of her divided party and is acceptable to negotiators in Brussels.

That has raised the prospect of Britain leaving the EU with no deal and falling back on World Trade Organization rules that could leave British car exporters facing EU import tariffs of around 10 percent.

“No deal… is just not an option. It would be seriously damaging to the industry not just in the UK but in Europe as well,” Hawes told reporters Tuesday as he presented SMMT’s mid-year update on British car production.

The industry employs more than 850,000 people directly and indirectly in Britain.

While carmakers were encouraged by May’s Brexit proposals published this month, Hawes said big questions remained around the costs of any new customs arrangements, Hawes said.

British car output in the first six months of 2018 fell by an annual 3.3 percent to 834,402 with disappointing domestic demand cancelling out strong exports, SMMT said. In June alone, production fell 5.5 percent compared with June 2017, despite output for export markets rising 6.0 percent.

Production for the domestic market slumped 47 percent. Hawes said this mainly reflected an unusual combination of changes in model cycles and manufacturers getting ready for new emission standards, with production set to recover in subsequent months.

“Looking at the long-term picture, the sector is performing as expected in the context of market conditions at home and abroad,” Hawes said.

Bracing for Brexit

Production of motor vehicles accounts for almost a tenth of British manufacturing output, making it is one of the key battleground industries ahead of Britain’s exit from the EU.

Hawes said Britain’s car manufacturers were getting as “ready as possible” for any disruption from a no-deal Brexit.

While the major international car manufacturers were used to dealing with complex issues around global trade, Brexit preparations were more of a concern for the smaller companies across the supply chain, Hawes said.

Economists polled by Reuters have said a no-deal Brexit is the third most-likely outcome, behind a new free trade deal between Britain and the EU and continued membership by Britain of the European Economic Area’s single market.

Hawes said the tone of a recent meeting between U.S. President Donald Trump and European Commission President Jean-Claude Juncker on trade was encouraging, even though their statement excluded reference to automotive tariffs which Trump had previously suggested for European car imports.

“What we would say is that any increase in tariffs would be significant and would be damaging both to the U.S. and in Europe, and I include (Britain) in Europe when it comes to exports,” Hawes said.