Simoldes apresenta uma inovação revolucionária com módulos solares poliméricos leves para aplicações automóveis

A Simoldes apresenta uma inovação revolucionária com módulos solares poliméricos leves para aplicações automóveis! Graças aos nossos módulos poliméricos inovadores, a tecnologia VIPV dá mais um passo em frente e a mobilidade solar pode ser massivamente activada.

in Simoldes Plásticos, 18-06-2024


Desde as primeiras fases de conceção até à prototipagem final, apresentamos no nosso vídeo em destaque os nossos desenvolvimentos de módulos fotovoltaicos leves para aplicações automóveis, utilizando material polimérico em vez de vidro, o que traduz vantagens significativas em termos de peso e versatilidade. Apresentamos um módulo solar de teto leve (baseado num Citroën AMI) e um painel solar transparente único para aplicação em vidros (baseado num Peugeot 508), ambos com células solares produzidas na Europa ??. Com estas inovações que se adaptam às necessidades do sector automóvel, a PVAB pretende reduzir a dependência das estações de carregamento e promover uma mobilidade mais sustentável.

Poderá ver em breve o demonstrador SOLAR AMI no stand da Stellantis no dia 02 de julho de 2024 no Forum Mobilités Transitions em Rennes, França – organizado pela ID4MOBILITY

PVAB – PhotoVoltaic Automotive Body é um projeto de investigação e inovação com Simoldes Plastics e CEiiA como co-promotores, CSEM e @Stellantis / Stellantis Tech & AI como parceiros.

 

https://www.simoldes.com/

 

 

Caetano Coatings | Resistência ao pH 13,5: conheça o acabamento Alu Clear

A Caetano Coatings desenvolveu um processo inovador que oferece resistência a pH 13,5, protegendo toda a superfície das peças e aplicável a todas as geometrias.

in Caetano Coatings, 18-06-2024


Além de cumprir os requisitos mais exigentes dos OEMs, o processo está totalmente integrado na nossa linha de anodização, eliminando a necessidade de manuseio entre etapas , sendo um dos principais diferenciadores da nossa empresa.

Localizada no nosso cluster Industrial em Portugal, a nossa linha de anodização sulfúrica é totalmente automatizada e dispõe da última tecnologia disponível para este processo, além de contar com uma capacidade de tratamento de 160 m² por hora, para peças com dimensão até 4 metros.

Contacte o nosso departamento comercial e saiba mais sobre esta solução inovadora.

 

TECNOLOGIA ALU CLEAR

 

https://www.caetanocoatings.pt/pt/

 

 

 

Exact Systems | Novo Serviço – Armazém Alfandegário

Temos o prazer de anunciar o lançamento do nosso mais recente serviço – Armazém Alfandegário, como parte dos nossos “Quality Center” Este novo serviço é um avanço significativo, permitindo-nos também receber materiais de fora da UE, armazenar, inspecionar e garantir a mais alta qualidade antes de os enviar ao cliente final.

in Exact Systems, 14-06-2024


Juntos, com a aprovação do Governo português e de acordo com a legislação da UE, preparámos este tão esperado serviço. Na Exact Systems, fazemos tudo para nos mantermos à frente da concorrência, melhorar continuamente os nossos serviços e superar as expetativas dos nossos clientes.

Porque é que este novo serviço é tão importante para nossos clientes?

  • O nosso armazém alfandegário permite-nos oferecer os nossos serviços a diversos setores industriais, movimentando e rececionando todo o tipo de mercadoria de todo o mundo.
  • Ao receber os materiais, podemos efetuar controlo de qualidade e análises antes de chegarem ao destino final, garantindo que as fábricas recebam apenas os produtos da melhor qualidade.
  • Esta nova oferta aumenta a nossa capacidade de fornecer serviços e suporte adicionais aos nossos clientes, mantendo o nosso compromisso com a excelência.

Já começámos a informar os nossos clientes, que poderão beneficiar deste serviço inovador. Se você ainda não ouviu falar de nós ou está interessado em saber como nosso armazém alfandegário pode atender às necessidades do seu negócio, não hesite em nos contatar: office.pt@exactsystems.com

 

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https://exactsystems.pt/

 

 

OPCO reconhecida pela COTEC e pela Happiness Works

Em junho, a formadora e consultora OPCO foi duplamente distinguida. Obteve o estatuto como empresa “INOVADORA COTEC 2024” da COTEC Portugal e o selo “Empresa Feliz 2024” da Happiness Works.

in OPCO, 14-06-2024


A COTEC, Associação para a Inovação, felicitou a OPCO pelo “excecional desempenho” e confirmou a sua solidez financeira, o investimento em inovação, bem como a qualidade e cultura de gestão – os ingredientes essenciais para aumentar o potencial competitivo e os resultados económicos. A Happiness Works Portugal mediu a felicidade dos colaboradores e das colaboradoras da OPCO através de um inquérito diferenciado e anónimo. Resultado: A OPCO conquistou um dos primeiros 20 lugares no ranking das empresas participantes por promover um ambiente feliz e saudável.

“É excelente para nós receber reconhecimento interno e externo, ao mesmo tempo. É importante ter a confirmação da nossa equipa de que conseguimos, de facto, criar um ambiente de trabalho positivo, inspirador e de entreajuda. E é igualmente importante receber a confirmação de especialistas financeiros de que a OPCO é uma empresa sólida, inovadora e no caminho certo quanto ao desenvolvimento futuro”, sublinha Pedro Silva, diretor-geral da OPCO, que presta serviços de consultoria, formação e auditoria à indústria desde 2006. A empresa com sede em Azeitão opera na indústria em geral, inclusive na aeronáutica, e é, sobretudo, uma referência na indústria automóvel, graças à equipa de profissionais de engenharia com experiência profissional no setor. Em Portugal, é parceira da VDA-QMC, da FIEV, do SMMT e da ODETTE. O seu propósito é informar, formar e qualificar com flexibilidade, rapidez de resposta e inovação.

O estudo Happiness Works realiza-se desde 2012 e tem como objetivo avaliar o nível de felicidade organizacional. No total, já participaram mais de 55.000 profissionais de 460 organizações em Portugal.

O estatuto “INOVADORA COTEC” foi lançado em 2021 pela COTEC Portugal em parceria com os principais bancos comerciais. É um selo de reputação que visa a distinção pública das empresas que, pela qualidade da sua liderança, gestão e desempenho, constituem um exemplo para o país.

 

https://opco.pt/

 

 

Around one out of every eight EU public chargers is a fast charger

The lack of fast-charging options is a major roadblock for potential electric vehicle buyers.

in ACEA, 14-06-2024


There are just over 630,000 charging points across the EU, but standard AC (alternative current) chargers with capacities of less than 22kW make up more than seven of every eight chargers in the EU. DC (direct current) fast chargers capable of delivering more than 22kW of electricity only make up around 13.5% of the total.

AC chargers are predominantly used for slower charging applications, making them ideal for homes, workplaces, and public areas like supermarkets and leisure facilities. DC chargers are tailored for fast charging, often found along motorways and main highways, facilitating quick recharge options for drivers on long journeys.

The lack of a robust charging infrastructure network is a well-known factor discouraging vehicle buyers from opting for electric models, a common phenomenon known as range anxiety. “If we want to convince Europeans to make the switch to electric vehicles, charging should be as easy as refuelling is today,” said ACEA Director General, Sigrid de Vries. “People need easy access to chargers in their daily environment, and these charging points should be quick and easy to use, without having to wait in long queues.”

A dense network of public DC fast chargers is critical in facilitating long-distance travel and mitigating range anxiety. In particular, they substantially benefit individuals who may not be able to afford or have access to private charging facilities.

For more information on how the EU’s charging landscape is shaping up, see our recent Automotive Insights report, “Charging ahead: accelerating the rollout of electric vehicle infrastructure”.

If we want to convince Europeans to make the switch to electric vehicles, charging should be as easy as refuelling is today.

 

 

Exportações de componentes automóveis somam novo recorde

As exportações de componentes automóveis registam o maior valor de sempre para o mês de abril, verificou-se um aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior

in AFIA, 12-06-2024


Em termos homólogos, o mês de abril trouxe um aumento exponencial das exportações de componentes automóveis, que registaram um crescimento de 11%, totalizando 1.100 milhões de euros. Estes dados, divulgados pela AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel refletem um recorde absoluto, comparando ainda com o aumento de 15,5% do total das exportações nacionais de bens.

«É de notar que as exportações de componentes automóveis são responsáveis por 16,1% das exportações nacionais de bens transacionáveis, o que significa que por cada 100 euros exportados, 16,10€ provêm da indústria de componentes automóveis», refere José Couto, presidente da AFIA.

Já no que se refere ao acumulado até abril, é de notar uma ligeira diminuição relativamente ao período compreendido entre janeiro e abril de 2023, tendo as exportações de componentes automóveis atingido os 4.300 milhões de euros.

Apesar de concentrar 88,8% das exportações de componentes automóveis, as exportações para a Europa, no acumulado de 2024, registaram uma descida de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Espanha mantém a liderança no que se refere ao principal destino dos componentes portugueses com 27,8% (-3,2%), seguida da Alemanha e França, com 23,9% (4,6%) e 8,4% (-26,2%), respetivamente.

«Apesar dos resultados obtidos terem melhorado relativamente a março é importante ter consciência que continuamos a enfrentar momentos muito difíceis resultantes da instabilidade económica, desafios relacionados com a diminuição de encomendas e dos conflitos internacionais. Não temos dúvidas que é necessário mantermo-nos competitivos e capazes de fazer a diferença para que os nossos clientes nos reconheçam como parceiros, o momento é complexo, obriga-nos a estar atentos e antecipar supressas desagradáveis. acrescenta José Couto.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 7 de junho pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

 

Para mais informações consultar o ficheiro pdf neste link

 


 

Sobre a AFIA

  • A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
  • A indústria de componentes para automóveis em Portugal agrega cerca de 350 empresas e emprega diretamente 63.000 pessoas. Fatura 15 mil milhões de Euros (ano 2023), com uma quota de exportação superior a 85%.
  • Em termos de importância na economia nacional, representa 5,7% do PIB, 8,9% do emprego da indústria transformadora, 11,0% do valor acrescentado bruto da indústria transformadora, 16,5% das exportações nacionais de bens transacionáveis e 16,6% do investimento total da indústria transformadora.

 

 

CLEPA Press release | Tariffs might buy us time, but won’t reverse the threat to EU competitiveness

The European Commission today announced its provisional decision to increase tariffs on battery electric vehicles (BEVs) manufactured in China and exported into the European Union. The additional tariffs, ranging from 17.4% to 38.1%, seek to redress a distortion of competition due to subsidisation and will be added to the existing tariff of 10%. Unless China and the EU are able to resolve the issue, the tariffs will apply as of 4 July.

in CLEPA, 12-06-2024


Benjamin Krieger, Secretary General of CLEPA, stated: “The European Commission is right to be concerned about the competitiveness of the EU as a manufacturing hub and the challenges posed by Chinese manufacturers, but tariffs can only provide a temporary respite and bear the risk of retaliation.

Global trade requires a level-playing field and may necessitate corrective measures. However, protectionism cannot be the answer to restoring European competitiveness. Consolidated efforts are needed to make the EU attractive again for investment.”

China’s automotive market represents a third of the global industry, and many European suppliers provide components and systems to both international and Chinese automakers. Even Chinese-built BEVs often incorporate many components and technologies manufactured by European suppliers.

Vehicle manufacturers and suppliers are accelerating product development cycles and investing roughly €70 billion annually in R&D to reinforce their competitive edge. Europe’s main challenge is not a lack of innovative capacity but rather high energy costs, regulatory incoherence, and limited access to capital and public funding, which increasingly lead to innovations being manufactured abroad.

Instead of relying on protectionist measures that could hamper European companies’ access to crucial markets, EU policymakers should focus on making the EU more competitive.

CLEPA identifies five priorities to strengthen EU competitiveness:

  1. Bolster investment for industrialisation: Establish an EU industrial transformation fund to derisk investments of innovative green and digital mobility innovations, with special focus on existing facilities and key technologies for climate-neutral mobility.
  2. Create a supportive regulatory environment: Develop a coherent and enabling regulatory framework for the automotive industry, with emphasis on technology-openness, a reduction of the administrative burden and realistic targets.
  3. Affordable and secure supply of energy and raw materials: Reduce the cost of manufacturing by lowering energy prices, promoting the deployment of renewable energy, and concerted efforts to help diversify the raw materials supply chain.
  4. Develop critical infrastructure: Foster a coordinated approach among member states to strengthen enabling conditions, such as the deployment of charging and refuelling infrastructure, green hydrogen and carbon-neutral fuel production, and the development of the grid and digital infrastructure.
  5. Support market access: Strengthen the Single Market, including through regulating access to in-vehicle data to foster the development of digital mobility services. Facilitate access to global markets, capital and skilled workers through a coordinated effort among EU member states.

By addressing these priorities, CLEPA aims to enhance the competitiveness of the European automotive industry, ensuring it remains a global market leader and at the forefront of innovation and sustainability.

 

 

ANFAC y SERNAUTO se reúnen con las principales ciudades españolas del sector de la automoción (ACEAC)

ANFAC y SERNAUTO han mantenido una primera reunión con la recién creada Asociación Grupo de Ciudades Españolas del Sector Automoción y Componentes (ACEAC). El encuentro, celebrado en el contexto de la I Jornada de Trabajo Institucional, ha querido efectuar este nuevo lobby institucional ACEAC, para presentarse oficialmente ante los más relevantes actores del sector, tanto públicos como privados, que tienen su sede en la capital de España.

in SERNAUTO, 11-06-2024


De hecho, uno de los objetivos primordiales por los que nace ACEAC es para hacer presente la voz de los ayuntamientos de automoción y componentes, tanto en Madrid como en Bruselas, principales centros de decisión en que se diseña el futuro de un sector que impacta de forma sustancial en las economías de estos municipios. En el encuentro participaron, junto a José López-Tafall y José Portilla, directores generales de ANFAC y SERNAUTO respectivamente; Toni González, Alcalde de Almussafes (sede de Ford) y Presidente de ACEAC; Jesus Manuel Sánchez, Alcalde de Ávila (sede de Nissan) y Vicepresidente de ACEAC; Xavier Fonollosa, Alcalde de Martorell (sede de SEAT); Emilio Torres, Alcalde de Martos (sede de Valeo); Roberto Martín, Alcalde de Villamuriel de Cerrato (sede de Renault); Luis Bertol, Alcalde de Figueruelas (sede de Stellantis) y Carlos G. Triviño, CEO de la empresa Gobernanza Industrial y Director Técnico de ACEAC.

Hasta ahora la voz de los principales municipios en que se asientan las grandes fábricas de automoción o de componentes no disfrutaba de visibilidad, articulación o influencia. Situación que los fundadores de ACEAC aspiran a cambiar durante el nuevo mandato en las instituciones europeas y que dará comienzo tras las elecciones celebradas el 9 de junio, mediante un intenso plan de trabajo que ya han empezado a desarrollar.

El origen de ACEAC está en la decisión que adoptaron por unanimidad los municipios de Almussafes, Pamplona, Ávila, Martorell, Vitoria, Villamuriel de Cerrato, Martos y Figueruelas, en el primer encuentro de trabajo que mantuvieron en Almussafes en febrero de 2023. Este primer foro contó con una amplia representación institucional, industrial y sindical, permitiendo a los municipios fundadores visualizar el acierto de su enfoque y su potencial de futuro. Además de los municipios fundadores de ACEAC, el encuentro fundacional de Almussafes contó con la implicación de los dos sindicatos mayoritarios del sector a nivel nacional CCOO y UGT, las dos grandes patronales, ANFAC y SERNAUTO, y varias de las grandes marcas de fabricación a nivel estatal: Ford, Seat, Nissan, Stellantis, Volkswagen y Renault.

Los municipios integrados en ACEAC, que se reunieron la semana pasada con ANFAC y SERNAUTO, presentan todos ellos un rasgo en común: ser sede de las principales fábricas de vehículos del país o focos de intensa concentración de actividad vinculada al sector de componentes. Tanto es así que, el conjunto de los ayuntamientos que participaron en esta primera sesión de trabajo representa una ocupación de más de 45.000 trabajadores directos en la automoción, y otros 180.000 indirectos. Estos datos dan una idea del peso socioeconómico de estos municipios en cuanto a la realidad empresarial de sus sectores industriales. Por estas razones la nueva asociación ha despertado un notable interés en otros municipios relevantes del sector, pues ACEAC cuenta ya con 4 nuevas solicitudes formales de adhesión, esperando alcanzar los 20 miembros antes de finalizar el presente año. El Ayuntamiento de Pamplona, donde Volkswagen tiene una factoría, ha oficializado ya su adhesión. Así como los municipios de Arévalo, Pedrola y Borja, todos ellos con un peso relevante en el sector de componentes.

Uno de los principales puntos en común entre ACEAC, ANFAC y SERNAUTO será sumar fuerzas para mantener España como potencia industrial dentro del sector de la fabricación de vehículos y reivindicar la importancia estratégica de este sector no solo para la economía y el empleo nacional, sino para la prosperidad de los municipios que forman parte de esta nueva red. Otro de los objetivos comunes que se marcaron las tres entidades fue tratar de construir soluciones durante los siguientes ejercicios de ejecución de los fondos de recuperación hasta la finalización del mecanismo Next Generation, incorporando la voz específica de los ayuntamientos.

La relevancia, amplitud y diversidad de los municipios participantes permitirá desempeñar un interesante plan de trabajo respecto al momento estratégico en el que se sitúa el sector de la automoción en España, inmerso en un intenso proceso de transformación hacia el vehículo eléctrico. De hecho, en ACEAC participan municipios de 5 comunidades autónomas y sus alcaldías están ocupadas por cargos políticos que cubren sobradamente la mayoría de dos tercios de la representación electoral de las Cortes Generales, lo cual dota a esta nueva asociación de unas herramientas de gran alcance y capacidad de maniobra institucional.

La I Jornada de Trabajo Institucional de ACEAC continuó por la tarde con una reunión con la secretaria de Estado de Industria, máxima responsable institucional de las políticas industriales en nuestro país. La secretaria de Estado, Rebeca Torró, dio la bienvenida a la asociación y consideró que existen muchos puntos en común en los que pueden trabajar los ayuntamientos, el estado y las comunidades autónomas para contribuir a fortalecer este sector imprescindible para la economía española.

 

 

Microplásticos | Das televisões à mobilidade, esta PME conquistou o mundo

A Microplásticos começou por produzir peças plásticas técnicas para reposição, mas rapidamente mostrou ser capaz de responder a desafios em vários setores. Hoje, produz cerca de 150 milhões de componentes por ano.

in Jornal de Negócios / Suplemento PME Líder


Um sonho de duas pessoas”. Foi assim que começou a história da Microplásticos, que em junho completa 37 anos de atividade na indústria do plástico. Inicialmente, os primeiros passos foram dados a produzir peças para uma empresa de frigoríficos e televisões, fabricadas em subcontratação durante o fim-de-semana para dar resposta à procura. Em 1990, foi inaugurada a primeira unidade industrial em Cova da Serpe, na Figueira da Foz, que ainda hoje labora diariamente. Foi também no início dessa década que surgiu um dos primeiros grandes desafios. “A Microplásticos foi desafiada pela Philips para substituir um componente das caldeiras, que era feito em metal, por outro em plástico. Foi a partir daí que a empresa começou a produzir com processo de sobremoldagem”, explica Duarte Pais.

O diretor financeiro lembra ainda o momento transformador para esta PME Líder: a conquista da fábrica Bosch Castellet. “Toda a linha de montagem foi feita internamente pela Microplásticos, foi um projeto de dimensão muito considerável que permitiu que a empresa passasse de uma facturação de 10 milhões, em 2001, para 20 milhões, em 2005”, detalha. O crescimento tem sido, desde aí, acentuado, mas sólido.

De acordo com os dados da Iberinform para 2022, o ano a que se reporta a distinção como PME Líder, a Microplásticos faturou mais de 42 milhões de euros e quase 60% diz respeito à exportação. Porém, segundo dados da empresa, as receitas aumentaram para um total de 53 milhões de euros no último ano.

A mobilidade continua a ser o principal negócio, sublinha Duarte Pais, que estima que represente cerca de 75% da atividade total – aqui inclui-se não apenas a atividade com o setor automóvel, mas também o setor das baterias elétricas para bicicletas e outros veículos. Os restantes 25% correspondem ao que chama building technologies, que agrega produtos para “bombas de calor e disjuntores”.

Negociar além-fronteiras

Depois de duas ampliações na fábrica original, a que se deverá seguir uma nova já este ano, a Microplásticos cumpriu, em 2017, um sonho antigo: internacionalizar a sua operação. “Em 2018, foi quando iniciámos a produção na fábrica da Polónia. Sentimos necessidade de nos aproximar dos nossos clientes, que estão muito naquela região e achámos que havia uma boa oportunidade”, continua Duarte Pais. Foi, garante o diretor financeiro, uma aposta ganha.

 

https://www.microplasticos.pt/

 

CASO DE SUCESSO:  INTERNACIONALIZAÇÃO

 

 

Emissões globais de automóveis descem na Europa

As emissões de CO2 dos automóveis novos continuam a diminuir à medida que as vendas de veículos elétricos aumentam na Europa. Noruega, Suécia e Islândia lideram na quota de frota de automóveis elétricos.

in Jornal de Negócios, por Sónia Santos Dias, 11-06-2024


As emissões médias de CO2 de todos os automóveis novos registados na Europa em 2023 estão a diminuir e foram 1,4 % inferiores às de 2022, de acordo com novos dados da Agência Europeia do Ambiente (AEA).

Da mesma forma, as emissões médias de CO2 das carrinhas novas continuaram a diminuir, sendo 1,6% inferiores às de 2022. As reduções das emissões dos automóveis e carrinhas novos estão relacionadas com a crescente percentagem de veículos totalmente elétricos.

Os dados da AEA baseiam-se em informações fornecidas pelos países europeus, incluindo pormenores sobre todos os automóveis e carrinhas recentemente registados.

Os dados mostram que, em 2023, foram registados 10,7 milhões de automóveis novos na Europa, o que se traduz num aumento de 13,2 % em relação a 2022. Quase um quarto destes novos registos de automóveis eram elétricos – totalmente ou híbridos plug-in.

Entre os países declarantes, a quota de frota de automóveis elétricos foi mais elevada na Noruega, na Suécia e na Islândia, atingindo 90,5 %, 60,7 % e 60,4 %, respetivamente.

Em 2023, foram registadas 1,2 milhões de carrinhas novas na Europa, o que representa um aumento de 20,2 % em relação aos níveis de 2022. A percentagem de carrinhas elétricas atingiu 8% em 2023. Mais de metade das carrinhas totalmente elétricas foram registadas em três países: França, Alemanha e Suécia.

Segundo a AEA, o setor dos transportes representa cerca de um quarto das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) da Europa, sendo que cerca de três quartos das emissões dos transportes provêm do transporte rodoviário.

O objetivo da UE é reduzir as emissões de GEE provenientes dos transportes em 90% até 2050, em comparação com os níveis de 1990. Para todos os automóveis e carrinhas novos, o objetivo é atingir zero emissões a partir de 2035.

Os dados divulgados nesta segunda-feira, que incluem registos de veículos novos nos Estados-Membros da UE, na Islândia e na Noruega, baseiam-se nos dados fornecidos pelos países e permanecem provisórios até que os fabricantes de veículos os revejam ainda este ano, a fim de corrigir erros factuais.

A AEA publicará posteriormente os conjuntos de dados definitivos e a Comissão Europeia confirmará se os fabricantes individuais ou os agrupamentos cumpriram o seu objetivo anual de emissões específicas de CO2.

 


 

See the provisional 2023 data in EEA’s data viewer: