i4.0 | Financiamento para formação de empresas

Está a decorrer, até 28 de dezembro, o prazo para submissão de candidaturas a um concurso que permite financiar projetos de formação de empresas, que estejam associados a investimentos em inovação e transferência de tecnologia, visando a adoção de tecnologia no domínio da Indústria 4.0.

in IAPMEI, 18-05-2018


O Aviso n.º 22/SI/2017 – Projetos Autónomos de Formação, surge integrado no Eixo 3: Qualificação do programa Capacitar, que visa qualificar as pessoas e as organizações para responderem aos desa?os da 4.ª revolução industrial que é caracterizada pela introdução de sistemas ciberfísicos, inteligentes e interligados, nos processos de produção, na cadeia de valor, na relação com o cliente e no modelo de negócio.

Este sistema de incentivo visa financiar projetos de formação de empresas que estejam associados a investimentos em domínios como a inovação e transferência de tecnologia, a adoção de tecnologia no domínio da Indústria 4.0, a internacionalização ou a qualificação das empresas, de modo a potenciar o desenvolvimento de atividades produtivas mais intensivas em conhecimento e criatividade e com forte incorporação de valor acrescentado nacional.

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CIP defende novas abordagens para promover a igualdade de género nas empresas

O presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal defendeu hoje, em Genebra, a necessidade de encontrar novas abordagens para promover de forma mais eficaz a cultura da igualdade de género nas empresas. António Saraiva discursava na 107ª Sessão da Conferência Internacional do Trabalho, que decorre de 28 de maio a 8 de junho, e que abrange este ano, entre outras matérias, a Iniciativa Mulheres no Trabalho: o Impulso para a Igualdade.

in CIP, 06-06-2018


Para o responsável da CIP, apesar da tendência geral de diminuição da disparidade entre homens e mulheres no emprego e na educação, existe ainda um longo caminho a percorrer no que toca à igualdade de oportunidades de progressão na carreira, com as mulheres a estarem, regra geral, sub-representadas nos altos níveis de direção das empresas.

“A dificuldade com que as mulheres se deparam na conciliação das responsabilidades familiares com o emprego, mantém-se como o mais sério obstáculo à igualdade de género”, nota António Saraiva. O presidente da CIP defende assim a necessidade de promover de forma mais eficaz a cultura da igualdade, quebrando as barreiras culturais e assegurando que mulheres e homens sigam uma maior diversidade de carreiras através de vários meios, nomeadamente:

  • Iniciativas ao nível da educação, desde o início da escolaridade até à universidade, encorajando os jovens a fazerem as suas escolhas tendo interiorizada a consciência da sua igualdade de oportunidades;
  • Promoção do empreendedorismo como verdadeira opção de carreira para ambos os géneros;
  • Desenvolvimento de competências durante a carreira, nomeadamente, através da educação, da formação e da aprendizagem ao longo da vida;
  • Introdução de maior flexibilidade ao nível da organização do tempo de trabalho, particularmente no contexto da digitalização da economia e dos instrumentos tecnológicos que lhe estão associados.

“As empresas têm um papel importante a desempenhar neste domínio, na medida em que, se o seu objetivo é serem mais competitivas, necessitam da melhor competência disponível ao nível dos seus recursos humanos, tendendo a optar pelos mais capacitados, quer sejam mulheres ou homens”.

Para António Saraiva esta não se cinge a uma questão ética ou de objetivos política e legalmente impostos, encerrando igualmente benefícios económicos: “Esta promoção gera vantagens competitivas, assumindo-se como uma contribuição decisiva para a concretização plena do potencial das empresas”.


Garantia Mútua lança novas Linhas de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas

Novo instrumento financeiro de apoio às PME e Start Up

A Garantia Mútua lançou duas novas linhas de Apoio ao Desenvolvimento de Negócio das micro, pequenas e médias empresas: a Linha ADN 2018 e a Linha ADN 2018 – Start Up.

in Norgarante, 24-05-2018


A Linha de Apoio ao Desenvolvimento de Negócio 2018  (ADN 2018) destina-se a apoiar a atividade de Pequenas e Médias Empresas, com volume de negócios até 150 milhões de euros e que não integrem grupos empresariais com faturação consolidada superior a 200 milhões de euros. Já a Linha de Apoio ao Desenvolvimento de Negócio 2018 – Start Up (ADN 2018 – Start Up), pretende beneficiar micro empresas na fase inicial do seu ciclo de vida e até quatro anos de atividade.

Com uma dotação global de 112 milhões de euros, a linha Apoio Desenvolvimento Negócio está dividida em áreas específicas: Desenvolvimento Negócio 2018 – Curto Prazo – no valor de 100 milhões de euros, para financiar operações de apoio curto prazo, designadamente, conta corrente para tesouraria, financiamento por livrança, operações sobre o estrangeiro, programas de papel comercial, desconto de papel comercial, factoring e confirming; Desenvolvimento Negócio 2018 – Leasing Imobiliário – no valor de seis milhões de euros, destinada a financiar operações de leasing imobiliário, nomeadamente, instalações dedicadas à atividade da empresa; Desenvolvimento Negócio 2018 – Leasing Mobiliário – também no valor de seis milhões de euros, destinada ao financiamento de operações de leasing mobiliário, em particular renovação e manutenção de equipamento.

A linha Apoio Desenvolvimento Negócio Start Up tem uma dotação de 10 milhões de euros e visa apoiar operações de financiamento bancário até 50 mil  euros por empresa. Estas linhas apresentam prazos de operações até 12 anos e períodos de carência até 24 meses, sendo que a cobertura de garantia do capital em dívida vai até 75%.

A criação das linhas Apoio Desenvolvimento Negócio têm como principal objetivo criar condições favoráveis às empresas portuguesas no acesso ao financiamento, sendo que ao Sistema Nacional de Garantia Mútua compete um papel de relevo na prestação de garantias que permitam às empresas aceder a créditos em melhores condições, e deste modo, contribuir para o crescimento das empresas e da economia portuguesa.

 


 

Nuno Sousa Pereira e Henrique Cruz vão liderar o Banco de Fomento

Ministério da Economia já tem equipa para liderar a Instituição Financeira de Desenvolvimento que estava sem comissão executiva desde setembro

in Expresso, por Joana Nunes Mateus, 23-05-2018


 

Nuno Sousa Pereira, professor da Porto Business School, e Henrique Cruz, atualmente o único vogal em funções na comissão executiva da Instituicao Financeira de Desenvolvimento, foram os dois nomes escolhidos pelo Ministério da Economia para liderar esta instituição mais conhecida por banco de fomento no triénio 2018/2020.

Segundo fonte do Ministério da Economia, o atual chairmanAlberto Castro apresentou demissão.

A Assembleia Geral do banco de fomento está marcada para segunda-feira e os nomes já estão na CRESAP, a entidade que avalia os candidatos a cargos no Estado.

O Ministério da Economia reconhece o trabalho da anterior equipa, mas conta que a nova equipa comece desde já a dar um novo dinamismo àquela instituição.

 


 

Nuno Mangas assume presidência do IAPMEI em junho

O ex-presidente do Instituto Politécnico de Leiria, Nuno Mangas, vai ser o próximo presidente do IAPMEI.

in Dinheiro Vivo, por Ana Laranjeiro, 23-05-2018


Nuno Mangas, antigo presidente do Instituto Politécnico de Leiria, vai ser o próximo presidente do IAPMEI (Agência para a Competitividade e Inovação). A notícia foi avançada em primeira mão pela Visão e confirmada pelo Dinheiro Vivo. Nuno Mangas vai assumir funções no início do próximo mês de junho, sabe o Dinheiro Vivo.

O conselho de administração é composto ainda por Isabel Vaz, que já trabalhou como adjunta do ministro da Economia, e por Miguel Sá Pinto, que transita da anterior equipa, apurou o Dinheiro Vivo. Estes dois membros estão já em funções.

Desde meados do mês passado, que o IAPMEI estava sem presidente dado que Jorge Marques dos Santos, que ocupou o cargo durante cerca de um ano, completou 70 anos, idade máxima para exercer cargos públicos.

Nuno Mangas é doutorado em Ciências da Educação pela Universidade da Extremadura (Espanha) e foi durante nove anos presidente do Instituto Politécnico de Leiria.

Mas a ligação de Nuno Mangas à instituição de ensino superior é mais longa: entre 1997 e 2004 foi presidente do Conselho Diretivo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão; de 2004 a 2009 foi vice-presidente do Instituto Politécnico de Leiria e a partir de 2009 assumiu a liderança da instituição de ensino. Além disso, Nuno Mangas é presidente da CCISP – Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.