OCDE | Princípios de Governação Corporativa do G20/OCDE 2023

Os Princípios de Governação Corporativa do G20/OCDE ajudam os legisladores e reguladores a avaliar e melhorar o quadro jurídico, regulamentar e institucional para a governação corporativa.

in OCDE, 11-07-2024


Identificam os principais alicerces para um quadro sólido de governação corporativa e oferecem orientações práticas para implementação a nível nacional.

Os Princípios também fornecem orientações para bolsas de valores, investidores, sociedades empresariais e outros que desempenham um papel no desenvolvimento de uma boa governação corporativa.

Edição em português

Aceda aqui à publicação Princípios de Governação Corporativa do G20/OCDE

 

 

TMG Automotive lança Relatório de Sustentabilidade 2023

A TMG Automotive convida todos a ler o seu Relatório de Sustentabilidade de 2023.

in TMG Automotive, 08-07-2024


Este documento destaca o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e detalha os esforços realizados para equilibrar o sucesso económico, a gestão ambiental e a responsabilidade social.

Durante 2023, fizemos avanços significativos na nossa jornada de sustentabilidade, incluindo a revisão da nossa estratégia como um mecanismo para acelerar a mudança em direção à sustentabilidade.

Como principais feitos de 2023, destacamos a redução de 19% da intensidade de gases com efeito de estufa (GEE) (em comparação com o ano de referência, 2021) e o início das vendas dos nossos novos produtos que contêm mais de 25% de carbono renovável.

Como perspetiva futura, continuaremos a colaborar com as diferentes partes interessadas, comunicando de forma transparente os nossos progressos e adaptando as nossas estratégias para endereçar os desafios da sustentabilidade.

O nosso percurso de sustentabilidade é um esforço coletivo que envolve todas as partes interessadas – colaboradores, parceiros, fornecedores, acionistas e clientes – a quem agradecemos o apoio e a parceria contínuos.

 

https://www.tmgautomotive.pt/Sustainability

 

 

Transição ESG | ISO prepara norma internacional Net Zero

A organização internacional de normalização – ISO anunciou recentemente que está a trabalhar na criação de uma nova norma internacional sobre emissões líquidas zero, em linha com os compromissos climáticos e a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.

in IAPMEI, 08-07-2024


O objetivo é contribuir para credibilizar as estratégias de transição das empresas para a neutralidade carbónica, garantindo um padrão internacional, que traga mais transparência e confiança aos mercados e que ajude a combater práticas de greenwashing.

O novo normativo surge na sequência das Diretrizes ISO Net Zero, lançadas na conferência do Clima das Nações Unidas COP27, em 2022, e visa facilitar às empresas o acesso a melhores práticas em termos de gestão sustentável e controlo das suas emissões de gases com efeito de estufa.

O desenvolvimento da norma será feito em colaboração com organismos nacionais de normalização de mais de 170 países, estando prevista a abertura de um processo de consulta pública no final do próximo ano.

Saiba mais sobre alinhamento dos negócios aos princípios da sustentabilidade e neutralidade carbónica, no espaço de conhecimento ‘ESG e Finanças Sustentáveis’ do IAPMEI.

 

 

Governo aprova programa Acelerar a Economia

O Conselho de Ministros aprovou o programa Acelerar a Economia – Crescimento, Competitividade, Internacionalização, Inovação e Sustentabilidade, com 60 medidas fiscais e económicas destinadas a responder a 20 desafios para acelerar o crescimento da economia, na reunião realizada em Oliveira de Azeméis.

in Governo da República Portuguesa, 04-07-2024


O Programa resulta da articulação fluída e produtiva com os diversos Ministérios. As medidas serão revistas, ajustadas e aumentadas, se necessário, em função da evolução da economia nacional e do contexto geopolítico global.

Das 60 medidas destacam-se as 25 mais significativas, distribuídas por 5 vetores – escala, consolidação e capitalização; financiamento; empreendedorismo, inovação e talento; sustentabilidade; clusterização.

Escala, consolidação e capitalização

  • Reduzir gradualmente o IRC até 15%;
  • Criar o regime dos grupos de IVA;
  • Rever o regime de dedutibilidade fiscal do “goodwill”;
  • Alargar o acesso ao regime de “participation exemption”;
  • Dedução fiscal para mais-valias e dividendos obtidos por pessoas singulares na capitalização de empresas.

Financiamento

  • Lançar o plano “Estado a pagar em 30 dias”;
  • Alargar a isenção de imposto do selo às operações de gestão centralizada de tesouraria;
  • Aumentar a elegibilidade do regime de IVA de caixa;
  • Lançar as Obrigações Turismo 2024 para diversificar as fontes de financiamento.

Empreendedorismo, inovação e talento

  • Reforçar o programa “Doutorados nas Empresas”;
  • Colocar investigadores e docentes em órgãos sociais ou como acionistas de start-ups;
  • O novo regime de atração de talento (IFICI+);
  • Rever o Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE II).

Sustentabilidade

  • Contribuir para a definição de um referencial de verificação de relatórios ESG (Environmental, Social, and Corporate Governance ou, em português, Governança Ambiental, Social e Corporativa);
  • Criar o prémio PME Líder ESG;
  • Incluir critérios ESG no acesso a incentivos e contratos públicos;
  • Linha Turismo + Sustentável;
  • Promover apoios para a inovação na biotecnologia azul;
  • Aprovar o Plano Nacional para o Lixo Marinho 2024-28.

Clusterização

  • Lançar o programa para a Economia de Defesa;
  • Acelerar a economia circular no Comércio e Serviços;
  • Lançar a Estratégia Turismo 2035;
  • Concluir o Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional;
  • Indústria 2045, estratégia de reindustrialização sustentável;
  • Reforçar a internacionalização da marca Portugal.

FICHEIROS

 

 

 

Sustentabilidade e Financiamento: para que serve afinal o ESG?

O financiamento nas suas várias modalidades (crédito bancário, fundos da União Europeia, capital de risco ou mercado de capitais para citar só algumas) depende em larga medida do risco percecionado das empresas que pedem financiamento.

in Systemic, 04-07-2024


O setor financeiro concede crédito, subscreve obrigações ou toma capital de uma empresa, apenas após avaliar a sua capacidade em devolver o capital, bem como a variabilidade dos seus fluxos de caixa futuros e a remuneração que reflita esta variabilidade.

Deste modo, setores com maior exposição a eventos adversos ou maior volatilidade de resultados podem ver o seu financiamento mais difícil ou com maiores custos.

A consciencialização para os temas de sustentabilidade, de que as alterações climáticas são o maior exemplo, trouxe para a análise de financiamento uma nova perceção e categorização de riscos.

A crescente frequência e severidade de eventos climáticos extremos, como cheias ou incêndios florestais, tornou claro o potencial de afetar a atividade das empresas e da sua cadeia de valor. Para os bancos e outros, financiadores, este acréscimo de risco passa a fazer parte da sua análise porque a própria capacidade da empresa de responder aos seus compromissos pode ser afetada.

Por este motivo, cada vez mais os financiadores pedem informação às empresas que permita aferir a sua situação atual, a sua exposição a riscos físicos, e as suas práticas ESG incluindo eventuais medidas em prática que possam mitigar riscos de sustentabilidade. Esta prestação de informação adicional é um fator crítico de sucesso para empresas que pretendam crescer ou manter-se em atividade e precisem de fundos externos.

A título de exemplo, há duas métricas que as empresas terão de calcular e apresentar aos seus financiadores:

  • O cálculo das emissões de Gases de Efeitos de Estufa (GEE), idealmente incluindo os âmbitos 1, 2 e 3.
  • A elegibilidade e/ou alinhamento das atividades da empresa com a Taxonomia Ambiental, em 3 indicadores (peso no volume de negócios, no Capex e no Opex) especialmente relevante para candidaturas a fundos europeus.

O relato de sustentabilidade surge assim como um instrumento útil para o autodiagnóstico, permitindo uma melhor perceção interna das práticas ESG da empresa; e igualmente no relacionamento com a cadeia de valor e com os financiadores, contribuindo para o aperfeiçoamento da jornada de sustentabilidade.

Os temas de ESG são, portanto, uma ferramenta central no relacionamento das empresas com os seus financiadores, e com procura crescente por estes últimos. Porque os financiadores são eles próprios avaliados pelos seus investidores e pelas autoridades, e o risco dos seus investimentos incorpora também os temas de sustentabilidade.

Cabe agora às empresas identificarem as suas métricas, as suas práticas internas, calculá-las e divulgá-las num formato que seja transparente e de aceitação generalizada. Caso não disponham de recursos internos para este propósito, poderão recorrer a ferramentas externas, idealmente transversais para facilitar o uso e comparabilidade pelos financiadores, e com benefícios para as empresas que possam de uma só vez, prestar informação a vários bancos ou outros financiadores.

Em conclusão, a sustentabilidade e os temas ESG são mais do que um instrumento de desenvolvimento da empresa e de alinhamento com as aspirações da sociedade: são também uma variável-chave na equação do financiamento e no relacionamento das empresas com os seus financiadores. Ignorar esta variável ou desconhecer o seu valor tem um preço imediato: o juro pago.

 

JÁ AVALIOU AS PRÁTICAS DE ESG DA SUA EMPRESA?

 

 

SERNAUTO lanza el primer Portal de Impacto de Sostenibilidad sectorial en España

  • El Portal ya está disponible para todas las empresas del sector, con un espacio privado para la gestión y automatización de la información no financiera.
  • Proyecto alineado con el Pacto Verde Europeo y el Programa Horizonte para una economía verde y descarbonizada, es una prueba más del compromiso de la industria con el desarrollo sostenible.

in SERNAUTO, 04-07-2024


La Asociación Española de Proveedores de Automoción (SERNAUTO) presentó el pasado 3 de julio el Portal de Impacto de Sostenibilidad, la primera herramienta sectorial para la gestión de los aspectos ASG (Ambiental, Social y de Buen Gobierno). Tras cerca de un año de trabajo y colaboración entre distintos stakeholders, este proyecto pionero ya es una realidad destinada a ayudar a las empresas del sector en la digitalización y automatización de sus indicadores de impacto.

Bajo el nombre de “Portal Público Inclusivo Digital y Verde para la Movilidad Sostenible” este proyecto ha sido desarrollado con el apoyo del Ministerio de Derechos Sociales, Consumo y Agenda 2030 y nace del compromiso del sector con una transición justa hacia la nueva economía descarbonizada y digital.

El objetivo de SERNAUTO es acompañar a las empresas del sector en la recopilación, seguimiento y análisis de la información sobre su desempeño ambiental, social y de gobernanza, de manera que puedan responder ante los requerimientos legislativos e impulsar su avance en esta materia, así como reforzar la comunicación con sus grupos de interés.

Tal y como afirma Ernesto Barceló, presidente de la Comisión de Negocio Responsable de SERNAUTO, “conforme avanza la regulación europea, aumentan las exigencias para las empresas, muchas de ellos pymes con menos tiempo y recursos. Por eso, el Portal de Impacto de Sostenibilidad sectorial constituye un proyecto estratégico para impulsar, con transparencia y rigor, la evolución de nuestra industria desde el mero cumplimiento hasta la transformación del negocio y del modelo de gestión en clave sostenible”.

Funcionalidades para la gestión y el reporte ASG

La plataforma desarrollada cuenta con dos áreas: una privada y otra pública, que estará disponible a finales de año.

En el espacio privado, las empresas acceden, a través de usuario y contraseña, a un cuestionario para introducir fácilmente sus datos de sostenibilidad. Esta información alimentará los diferentes cuadros de mando del portal:

  • EINF: ordena los indicadores requeridos por la ley 11/2018 para la elaboración del Estado de Información no Financiera en cuatro pestañas: ambiental, social, de gobernanza y financiera. Cada una de ellas cuenta, a su vez, con distintos subapartados correspondientes a cuestiones como economía circular, energía, empleo, seguridad y salud, cadena de suministro o ética, entre otros.
  • Huella de carbono: presenta de manera visual las emisiones de alcances 1, 2 y 3, así como el impacto total, la intensidad de emisiones y la evolución temporal.
  • Brecha salarial: calcula la diferencia en la remuneración de hombres y mujeres en términos generales y por categorías dentro de la empresa.
  • Impacto en los ODS: muestra la relación entre los indicadores ASG de la empresa y los 17 Objetivos de Desarrollo Sostenible.
  • Tu Posición en el Sector: análisis comparativo de los datos ambientales, sociales y de gobernanza de cada empresa con la media del sector.
  • Mis gráficas personalizadas: permite crear cuadros de mando personalizados (tablas, gráficos, ficheros) para el reporting de información no financiera.

Estas herramientas son el resultado de meses de cocreación entre las empresas de la Comisión de Negocio Responsable de SERNAUTO y entidades externas como Pacto Mundial, CEOE, CEPYME y EFRAG. A través de varias sesiones de trabajo, se ha profundizado en las necesidades de la industria y en validar las funcionalidades del Portal de acuerdo con ellas.

“El enfoque multistakeholder y la colaboración público-privada son dos elementos fundamentales de este proyecto. Con la labor de la Comisión de Negocio Responsable de SERNAUTO como punto de partida, desde el primer momento tuvimos claro que incluir la perspectiva y el conocimiento de otros agentes —a los que agradecemos su generosa dedicación— contribuiría a perfeccionar el Portal como herramienta de comunicación y relación de las empresas con el ecosistema de la movilidad en su conjunto”, explica Carolina López, gerente de Comunicación y Sostenibilidad de SERNAUTO.

Te invitamos a descubrir todos los detalles en este vídeo.

 


Acerca de SERNAUTO

SERNAUTO es la Asociación Española de Proveedores de Automoción. Fundada en 1967, reúne a más del 85% de la facturación del sector a través de sus empresas asociadas. Representa a una industria formada por más de 1.000 empresas que proveen de componentes a las plantas de fabricación de vehículos y al mercado de recambios. Se trata de un sector estratégico que en 2023 facturó en España más de 41.529 millones de euros, alcanzando 332.550 empleos directos e indirectos. Es el tercer sector que más exporta, directamente el 60% de la producción, alcanzando el 82% si se tienen en cuenta los componentes instalados en vehículos exportados.

Además de ser el interlocutor del sector en el diálogo con las Administraciones Públicas, SERNAUTO es la entidad reconocida por la Administración como asociación representativa del sector en España. Está reconocida por ICEX España Exportación e Inversiones para la promoción internacional del Sector.

SERNAUTO es miembro del Consejo de Dirección de CLEPA (Asociación Europea de Proveedores de Automoción) y de la Red Española del Pacto Mundial (Global Compact).

 

 

CLEPA’s Materials Regulations and Sustainability Event 2024: A Landmark Gathering of Global Automotive Experts

CLEPA, the European association representing the automotive supply industry, successfully concluded the 16th edition of its Materials Regulations and Sustainability event (MRSE), held on 27 & 28 June in Frankfurt. The event marked a significant milestone, attracting over 250 attendees from around the world, to discuss the latest advancements in material compliance and sustainability in the automotive industry.

in CLEPA, 03-07-2024


The two-day event featured keynote speeches from industry leaders, such as BMW and Forvia, and representatives from key initiatives including the Responsible Business Alliance and CSR Europe. In addition, several product manufacturers exhibited cutting-edge innovations, driving discourse on materials compliance and sustainability solutions in the sector.

“Automotive suppliers are driving sustainability and innovation in Europe, investing billions in clean technologies.” said Benjamin Krieger, CLEPA’s Secretary General during his opening remarks, “But to keep this momentum, we need smart regulations that balance safety and innovation. We are calling on policymakers to focus on practical implementation and recognise that progress often comes step by step. With the right framework, we can innovate, compete globally, and achieve our shared goal of a climate-neutral future.”

PFAS Regulation: A balanced approach needed

The event kicked-off with a critical session on PFAS (Per- and poly-fluoroalkyl substances), used in various automotive applications. Daniel Kruff from Continental highlighted the collaborative efforts of CLEPA and ACEA, the European vehicle manufacturers’ association, on a new PFAS restriction proposal. He emphasised the necessity of identifying and testing alternative materials that meet safety and performance standards without compromising quality. PFAS are still largely indispensable for the green transition, and identifying suitable substitutes requires substantial investment and sufficient lead time. Instead of sweeping bans, CLEPA and ACEA call for smart regulation that balances safety with the potential for innovation.

End-of-Life Vehicles: Paving the way for automotive circularity

During the session titled ‘ELV – The Future of Automotive Circularity,’ Jaco Huisman from DG Environment and Elena Spoeri from ZF discussed the significance of the End-of-Life Vehicles Regulation for the circular economy in the automotive sector. The regulation introduces a new definition of remanufacturing that aims to ensure that parts fit for reuse and remanufacturing are not wasted. However, Stefan Hillstroem from BMW cautioned against excessive red tape, suggesting that EU regulations should concentrate on overarching targets like CO2 abatement, supported by a harmonised global carbon accounting framework. The automotive industry remains committed to increasing the use of sustainable materials, while also considering aspects of economic and technical feasibility.

Global perspectives and legislative updates

The first day concluded with insights on legislative developments from speakers across four regions – Japan, North America, India and China. European regulations are significantly impacting businesses worldwide, and CLEPA continues to prioritise bringing together stakeholders from various automotive regions to enhance international dialogue and cooperation and global harmonisation.

To reinforce this effort, CLEPA hosted a meeting of the Suppliers Alliance the day before the MRSE, bringing together CLEPA, JAPIA and AIAG to discuss upcoming developments on IMDS and sustainability issues, such as PFAS and Automotive Product Carbon footprint.

Corporate Sustainability and global supply chains

On the second day, Pedro Grossinho from Joyson Safety Systems and Chair of CLEPA’s Sustainability & CSR sub-expert group, moderated four sessions bringing together representatives from RSCI, RBA and CSR Europe to discuss corporate sustainability in the automotive sector.

Ensuring that all materials and components comply with environmental and ethical standards requires complex tracking and documentation processes across global supply chains. Recent files on the Corporate Reporting Sustainability Directive, Corporate Sustainability Due Diligence Directive, deforestation and taxonomy were highlighted, underscoring the challenges of identifying and mitigating risks related to environmental violations, human rights abuses, and other issues in the supply chain. Robust auditing mechanisms and, above all, coordination and harmonisation across existing systems are essential to reduce the administrative burden on companies.

This event was kindly sponsored by DXC Technology.

 

 

Socem Ed reconhecida com o selo ESG Reporting Pioneer

É com orgulho que a Socem Ed anuncia que é reconhecida com o selo ESG Reporting Pioneer, pelo primeiro preenchimento anual de dados submetido através do Portal SIBS ESG – A solução que acelera a jornada de sustentabilidade.

Este é um marco significativo no nosso compromisso com práticas de gestão sustentáveis, de forma a melhorar o nosso impacto ambiental e social, assegurando um futuro melhor para todos.

 

https://socem.pt/

 

in Grupo SOCEM, 19-06-2024

 

 

União Europeia aprova Diretiva sobre dever de diligência das empresas em matéria de sustentabilidade

O Conselho da União Europeia aprovou recentemente a Diretiva relativa ao dever de diligência das empresas em matéria de sustentabilidade (CSDDD) que tem por objetivo responsabilizar as empresas pelas questões ambientais e de direitos humanos nas suas próprias operações e das suas filiais e nas suas cadeias de aprovisionamento, nas operações realizadas pelos seus parceiros empresariais.

in IAPMEI, 29-05-2024


As regras desta Diretiva serão aplicadas de forma faseada, dependendo da dimensão das empresas, às grandes empresas da UE e às empresas de países terceiros ativas na UE.

A CSDDD também estabelece regras em matéria de sanções e de responsabilidade civil em caso de violação dessas obrigações.

Embora as PME não estejam incluídas no âmbito de aplicação da CSDDD, estas podem ser afetadas pelas suas relações comerciais com empresas abrangidas pelo âmbito de aplicação.

No entanto, a Diretiva tem previstas medidas que visam atenuar os encargos financeiros ou administrativos que pesem sobre as PME.

O processo de devida diligência estabelecido na CSDDD deverá abranger as seis etapas definidas pelas Orientações da OCDE sobre Dever de Diligencia para Conduta Empresarial Responsável e abrange:

  • A integração da devida diligência em políticas e sistemas de gestão,
  • A identificação e avaliação de eventos adversos sobre direitos humanos e impactos ambientais, nomeadamente, identificar riscos, a sua gravidade e sua a probabilidade de ocorrência,
  • A adoção de um plano de transição climática para a mitigação das alterações climáticas com o objetivo de limitar a 1,5ºC o aumento da temperatura global.

A aplicação da CSDDD será faseada, com um período adaptação de três anos para empresas com mais de 5 mil trabalhadores e 1,5 mil milhões de euros de volume de negócios; de quatro anos para as que têm mais de 3 mil funcionários e 900 milhões de euros de volume de negócios; e de cinco anos para empresas com mais de mil trabalhadores e 450 milhões de euros de volume de negócios.

LINKS

 

(Este guia foi divulgado pela AFIA na Circular n.º 69/2022 – Guia da OCDE de devida diligência para uma conduta empresarial responsável, partilhada pelos Associados a 12 de dezembro de 2022)