COVID-19 – Conheça as Medidas de Apoio às Empresas e Emprego

Conheça as medidas do Governo para apoio ao emprego e às empresas

 in AFIA, 01-04-2020 (atualizado 25-09-2020)


Comunicado do Conselho de Ministros de 24 de setembro de 2020 (atualizado 24-09-2020)

Decreto-Lei que altera as medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença Covid-19, nomeadamente:
– As medidas excecionais de proteção dos créditos das famílias, empresas, instituições particulares de solidariedade social, e demais entidades da economia social, passam a vigorar até 30 de setembro de 2021;
– Define-se que a distribuição de lucros, sob qualquer forma, o reembolso de créditos aos sócios e a aquisição de ações ou quotas próprias, por parte das entidades beneficiárias, determina a cessação dos efeitos das medidas de apoio extraordinário à liquidez;
– As entidades beneficiárias que, no dia 1 de outubro de 2020, se encontrem abrangidas por alguma das medidas de apoio extraordinário à liquidez, beneficiam da prorrogação suplementar e automática dessas medidas pelo período de seis meses, compreendido entre 31 de março de 2021 e 30 de setembro de 2021.

Mais informações: https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/governo/comunicado-de-conselho-de-ministros?i=370


Abertura de período extraordinário de pedidos de apoio (atualizado 23-09-2020)

De 23 a 30 de setembro – Novos formulários na SSD
Estão disponíveis na Segurança Social Direta (SSD), entre os dias 23 e 30 de setembro, os formulários para realização de pedidos de apoio para períodos retroativos no âmbito do “Apoio extraordinário à redução da atividade económica” e da “Medida extraordinária de incentivo à atividade profissional” para Trabalhadores Independentes e para Membros de Órgãos Estatutários.

Este período excecional destina-se a possibilitar o acesso a estes apoios extraordinários aos trabalhadores independentes (TI) e/ou membros de órgãos estatutários (MOE) que, afetados na sua atividade económica pelos efeitos da pandemia COVID-19, nos períodos anteriores não conseguiram submeter os respetivos processos, ou não reuniam requisitos para a submissão das respetivas candidaturas.

mais informações: http://www.seg-social.pt/noticias/-/asset_publisher/9N8j/content/abertura-de-periodo-extraordinario-de-pedidos-de-apoio


Apoio extraordinário à retoma progressiva (atualizado 17-09-2020)

Entrega do pedido na Segurança Social Direta

O apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade é destinado a empregadores privados ou do setor social em situação de crise empresarial por redução acentuada de faturação e reduções temporárias do período normal de trabalho (PNT) de todos ou alguns trabalhadores. Este apoio deve ser requerido na Segurança Social Direta através do menu Emprego, opção Layoff, selecionando o Regime – Apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade das empresas com redução do período normal de trabalho.

O pedido deverá ser acompanhado da declaração do contabilista certificado (Mod. 3058-DGSS) atestando a situação de crise empresarial e de listagem nominativa dos trabalhadores a abranger, com indicação do respetivo número de segurança social, da retribuição normal ilíquida e da redução do período normal de trabalho a aplicar, em termos médios mensais, por trabalhador.

Deverá ser dado também o consentimento para a consulta da situação fiscal perante a Autoridade Tributária, bem como proceder ao registo do IBAN (menu Perfil, opção Conta Bancária), para onde será pago o apoio financeiro.

A apresentação do pedido de apoio pode ser feita em qualquer altura do mês, abrangendo todo o período desse mês Porém, durante o mês de setembro, o empregador pode entregar também o pedido do apoio referente ao mês de agosto.

O cálculo da redução do Período Normal de Trabalho é feito numa base mensal, devendo ser respeitados os limites legais horários diários e semanais.

Para mais informações:

http://www.seg-social.pt/apoio-extraordinario-a-retoma-progressiva-de-atividade

 


Incentivo Extraordinário à Normalização da Atividade Empresarial (atualizado 17-09-2020)

É um incentivo financeiro extraordinário, dirigido às entidades empregadoras, para apoiar a normalização da atividade empresarial, ou seja, depois de terminada a aplicação do chamado “layoff simplificado” ou do plano extraordinário de formação.

Para mais informações:

http://www.seg-social.pt/incentivo-extraordinario-a-normalizacao-da-atividade-empresarial

 


Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030 – sessão de análise – apresentações e vídeo (atualizado 15-09-2020)

No dia 15 de Setembro, decorreu em Lisboa a sessão de análise dos contributos do Debate Público da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, com presença do Primeiro-Ministro António Costa e do Professor António Costa Silva.


Despacho n.º 8844-B/2020 (atualizado 14-09-2020)

Determina que a AT deverá disponibilizar oficiosamente aos contribuintes a faculdade de pagamento em prestações, sem necessidade de prestação de garantia nos termos do Decreto-Lei n.º 492/88, de 30 de dezembro, de dívidas de imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS) e de imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC) de valor igual ou inferior, respetivamente, a (euro) 5000 e (euro) 10 000, independentemente da apresentação do pedido


Comunicado do Conselho de Ministros de 10 de setembro de 2020

Controlar a Pandemia – apresentação do Primeiro-Ministro na conferência de imprensa do Conselho de Ministros de 10 de setembro de 2020

Resolução do Conselho de Ministros n.º 70-A/2020

Declara a situação de contingência, no âmbito da pandemia da doença COVID-19

 


Clarifica as medidas excecionais e temporárias no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social (atualizado 15-08-2020)

1 — Os trabalhadores cuja remuneração base em fevereiro de 2020 tenha sido igual ou inferior a duas vezes a RMMG e que, entre os meses de abril e junho, tenham estado abrangidos pelo menos 30 dias seguidos pelo apoio à manutenção do contrato de trabalho, previsto no Decreto -Lei n.º 10 -G/2020, de 26 de março, na sua redação atual, ou por redução temporária do período normal de trabalho ou suspensão do contrato de trabalho, nos termos dos artigos 298.º e seguintes do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, na sua redação atual, têm direito a um complemento de estabilização.

2 — O complemento de estabilização corresponde à diferença entre os valores da remuneração base declarados relativos ao mês de fevereiro de 2020 e aos 30 dias seguidos em que o trabalhador esteve abrangido por uma das duas medidas referidas no número anterior em que se tenha verificado a maior diferença, sem prejuízo do disposto no número seguinte.


Apoio extraordinário à retoma progressiva – Formulário já disponível na Segurança Social Direta (atualizado 10-08-2020)

Desde 6 de Agosto que está disponível na Segurança Social Direta o formulário eletrónico para as entidades empregadoras requererem o apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade, destinado a empresas privadas ou do setor social em situação de crise empresarial por redução acentuada de faturação e reduções temporárias do período normal de trabalho (PNT) de todos ou alguns trabalhadores.

Apoio diferenciado depende da quebra de faturação

O apoio extraordinário destina-se a empresas com quebras na faturação igual ou superior a 40%, que procuram retomar a atividade e manter os postos de trabalho. A redução temporária do PNT, por trabalhador, e o apoio extraordinário correspondente têm os seguintes parâmetros:

  1. No caso de Empregador com quebra de faturação igual ou superior a 40 %, a redução do PNT, por Trabalhador, pode ser, no máximo:
    1. De 50 %, nos meses de agosto e setembro de 2020; e
    2. De 40 %, nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2020;
  2. No caso de Empregador com quebra de faturação igual ou superior a 60 %, a redução do PNT, por Trabalhador, pode ser, no máximo:
    1. De 70 %, nos meses de agosto e setembro de 2020; e
    2. De 60 %, nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2020.

Consulte o Manual Passo-a-Passo para registo dos pedidos na Segurança Social Direta que inclui o Apoio à Retoma Progressiva

Aceda à declaração do contabilista certificado – Mod. RC3058-DGSS

 


Mecanismo de apoio à Retoma Progressiva da Atividade  (atualizado 04-08-2020)

O Governo disponibilizou no seu portal uma página com Perguntas e Respostas sobre o Mecanismo de apoio à Retoma Progressiva da Atividade

 


Incentivo extraordinário à normalização da atividade (atualizado 04-08-2020)

O incentivo extraordinário à normalização da atividade pode ser requerido a partir de 4 de agosto.

Os empregadores que tenham beneficiado do regime de lay-off simplificado e que tenham condições para retomar a sua atividade, podem, a partir do dia 4 de agosto, apresentar o requerimento para acesso ao incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial, previsto no Decreto-Lei n.º 27-B/2020, de 19 de junho.

O requerimento para acesso ao incentivo encontra-se online, no portal iefponline, na área de gestão do empregador, estando já disponível no site do IEFP toda a informação sobre a medida.


Linha de Apoio à Economia COVID-19 – Micro e Pequenas Empresas (atualizado 06-08-2020)

Criada no âmbito das medidas de caráter extraordinário para apoio à normalização da atividade das empresas, com uma dotação de mil milhões de euros, a Linha de Apoio à Economia COVID-19 – Micro e Pequenas Empresas destina-se a apoiar a recuperação das micro e pequenas empresas afetadas pelos efeitos da pandemia do novo coronavírus.


Lei n.º 29/2020 – Diário da República n.º 148/2020, Série I de 2020-07-31

Medidas fiscais de apoio às micro, pequenas e médias empresas no quadro da resposta ao novo coronavírus SARS-CoV-2 e à doença COVID-19


Decreto-Lei n.º 46-A/2020 – Diário da República n.º 147/2020, 1º Suplemento, Série I de 2020-07-30

O presente decreto-lei cria o apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade em empresas em situação de crise empresarial, com redução temporária do período normal de trabalho, no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social, tendo em vista a manutenção de postos de trabalho.


Apoio Extraordinário à Retoma Progressiva (atualizado 27-07-2020)

Mecanismo criado pelo Governo para apoiar a manutenção dos postos de trabalho nas empresas que tenham, pelo menos, uma quebra de faturação de 40%.

A Segurança Social comparticipa em 70% a comparticipação retributiva pela redução do período normal de trabalho dos trabalhadores. A redução do período normal de trabalho será variável em função da quebra de faturação e dos meses em causa.


Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030 (atualizado 21-07-2020)

A Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, elaborada pelo Prof. António Costa Silva, constitui um documento enquadrador das opções e prioridades que deverão nortear a recuperação dos efeitos económicos adversos causados pela atual pandemia. É a partir desta visão estratégica que será desenhado o Plano de Recuperação, a apresentar à Comissão Europeia, com vista à utilização dos fundos europeus disponíveis.

O documento apresenta 10 eixos estratégicos em torno de (i) uma Rede de Infraestruturas Indispensáveis, (ii) a Qualificação da População, a Aceleração da Transição Digital, as Infraestruturas Digitais, a Ciência e Tecnologia, (iii) o Setor da Saúde e o Futuro, (iv) Estado Social, (v) a Reindustrialização do País, (vi) a Reconversão Industrial, (vii) a Transição Energética e Eletrificação da Economia, (viii) a Coesão do Território, Agricultura e Floresta, (ix) um Novo Paradigma para as Cidades e a Mobilidade e (x) Cultura, Serviços, Turismo e Comércio.

Consulte aqui o documento

 


Prazo para a entrega da IES prorrogado até 15 de setembro (atualizado 17-07-2020)

O governo prorrogou o prazo para a entrega pelas empresas da Informação Empresarial Simplificada (IES/DA) até 15 de setembro.

O prazo da submissão da IES/DA já tinha sido prolongado até 7 de agosto, mas um novo despacho do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, vem agora dar mais tempo, até 15 de setembro, para as empresas poderem cumprir esta obrigação declarativa, “sem quaisquer acréscimos ou penalidades”.

Entre os motivos deste novo prolongamento está a necessidade de assegurar a qualidade de reporte de dados, que servem de base à informação estatística nacional e que, considera o secretário de Estado, poderia ser comprometida devido às atuais circunstâncias excecionais impostas pela pandemia de covid-19.

Consulte aqui o Despacho do SEAAF


Segurança Social – Acordos de pagamento das contribuições diferidas (atualizado 15-07-2020)

Planos Prestacionais – pagamento de dois terços das contribuições diferidas [Decreto-Lei n.º 10-F/2020, de 26 de março, na sua redação atual]

Encontra-se disponível, durante o mês de julho, a funcionalidade que permite registar o pedido de plano prestacional de regularização dos montantes de contribuições diferidas.

Este plano prestacional permite:

  • às entidades empregadoras, que nos termos da lei possam beneficiar desta medida, proceder ao pagamento das restantes contribuições referentes aos meses de fevereiro a abril de 2020, ou março a maio de 2020, desde que reúnam as seguintes condições:
    • tenha existido pagamento, dentro do prazo, de um terço das contribuições e da totalidade das cotizações no mês em que eram devidas;
    • se beneficiou no período de março a maio, a totalidade das contribuições respeitantes a fevereiro de 2020 terá que estar paga dentro do prazo;
    • se o pagamento do primeiro mês tiver sido efetuado fora de prazo, os respetivos juros de mora têm que estar pagos.

pagamento será efetuado em prestações mensais e sucessivas, nos meses de julho a dezembro, sem juros de mora, vencendo-se a primeira prestação no final do mês de julho.

Para registar o pedido de Acordo, na Segurança Social Direta, aceda ao separador Conta-corrente> Pagamentos à Segurança Social> Planos Prestacionais> Registar plano prestacional.

De seguida, preencha os dados solicitados e confirme a simulação do plano pretendido.

Depois de proceder ao registo, receberá na sua caixa de mensagens da Segurança Social Direta a confirmação da autorização do plano prestacional.

Consulte aqui informação detalhada sobre Gestão de Acordos e Planos Prestacionais

 


 

Portaria n.º 170-A/2020 – Diário da República n.º 134/2020, 2º Suplemento, Série I, 13 de julho de 2020

Regulamenta o incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial, previsto no Decreto-Lei n.º 27-B/2020, de 19 de junho


Decreto-Lei n.º 27-B/2020, Diário da República n.º 118/2020, 2º Suplemento, Série I, 19 de junho de 2020

Prorroga o apoio extraordinário à manutenção dos contratos de trabalho em situação de crise empresarial e cria outras medidas de proteção ao emprego, no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social


Layoff – Formulário online na Segurança Social Direta (atualizado 18-06-2020)

As empresas que pretendam aderir à atual Medida Extraordinária de Apoio à Manutenção dos Contratos de Trabalho (layoff simplificado) ou ao layoff no âmbito do Código do Trabalho já dispõem de formulário online. Para submeter o pedido devem, através da Segurança Social Direta, escolher a opção Layoff do menu Emprego.

O formulário online agora disponibilizado aplica-se a novos pedidos ou a pedidos de prorrogação e substitui os formulários físicos Mod. RC 3056-DGSS e o Anexo, bem como Mod. RC 3057–DGSS e o Anexo.

 


Seguros de crédito – Facilidade de Curto Prazo OCDE 2020

A 5 de Junho o Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital e o Secretário de Estado Adjunto e das Finanças assinaram um Despacho conjunto que aprova a “Facilidade de Curto Prazo OCDE 2020.

Entretanto já foram assinados os protocolos que operacionalizam esta medida com as 4 seguradoras: COSEC, Credito Y Caucion, COFACE, CESCE.

O montante garantido é de 750 milhões de euros.


Programa de Estabilização Económica e Social (atualizado 07-06-2020)

 


 

SITUAÇÃO DE CONTINGÊNCIA E ALERTA (atualizado 14-08-2020)

Resolução do Conselho de Ministros n.º 63-B/2020

  • Prorroga a declaração da situação de contingência e alerta, no âmbito da pandemia da doença COVID-19

 


Comissão de Normalização Contabilística (atualizado 01-06-2020)

A CNC emitiu as seguintes recomendações:

  • Recomendação 1 – Tratamento dos impactos da COVID-19 no relato financeiro das empresas e entidades em SNC (aprovada em 01 de abril de 2020)
  • Recomendação 2 – Tratamento dos impactos da COVID-19 no relato financeiro das empresas e entidades em SNC dos exercícios que encerram após 31 de dezembro de 2019 (aprovada em 06 de maio de 2020)
  • Recomendação 3 – Tratamento dos apoios governamentais no âmbito da pandemia da COVID-19 (atualizada em 01 de junho de 2020)

 


Plano de Desconfinamento – Conselho de Ministros de 29 de maio de 2020

 


Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E)

Portaria n.º 122/2020 – D.R. n.º 100/2020, Série I de 2020-05-22  – Procede à terceira alteração ao Regulamento que criou o Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E), aprovado pela Portaria n.º 105/2017, de 10 de março (adita um anexo que estabelece as regras excecionais e temporárias aplicáveis a operações apoiadas pelo SI2E, em resposta imediata ao impacto da crise de saúde pública no contexto do surto de COVID -19).


FAQ sobre Orientação Técnica n.º 1/2020 – Sistemas de Incentivos às Empresas

Foi disponibilizado no Portal do Portugal 2020, um documento com as novas FAQ/Perguntas Frequentes relativas à Orientação Técnica n.º 1/2020 – Medidas COVID-19 | Sistemas de Incentivos às Empresas.


 

Novo manual da DGS com medidas prevenção e controlo da Covid-19 (atualizado 19-05-2020)

A Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou o primeiro volume de um manual com “Medidas Gerais de Prevenção e Controlo da COVID-19”, onde apresenta as caraterísticas gerais da doença e do vírus, bem como os gestos e procedimentos que devem ser adotados diariamente pela população.

No manual, os autores descrevem de uma forma sumária as principais características da doença, como sinais, sintomas e vias de transmissão, que “permitem perceber a importância e razão das medidas preventivas a adotar”.

Entre as medidas preventivas, o manual destaca o distanciamento entre pessoas, a utilização de equipamentos de proteção, a higiene pessoal, nomeadamente a lavagem das mãos e etiqueta respiratória, a higiene ambiental, como a limpeza e desinfeção, e a automonitorização de sintomas, com abstenção do trabalho caso surjam sintomas sugestivos de Covid-19.


Programa ADAPTAR – destinado às micro, pequenas e médias empresas (atualizado 25-05-2020)

Estabelece um sistema de incentivos à adaptação da atividade empresarial ao contexto da doença COVID -19, destinado a micro, pequenas e médias empresas (Programa ADAPTAR).

Este sistema visa minorar os custos acrescidos para o restabelecimento rápido das condições de funcionamento das empresas, sendo apoiados, nomeadamente, os custos de aquisição de equipamentos de proteção individual para trabalhadores e utentes, equipamentos de higienização, contratos de desinfeção e os custos com a reorganização dos locais de trabalho e alterações de layout dos estabelecimentos.


Despacho n.º 5503-B/2020 (atualizado 14-05-2020)

Concessão de uma garantia pessoal do Estado ao Fundo de Contragarantia Mútuo, no âmbito do apoio às empresas nacionais decorrentes da pandemia da doença COVID-19.


Pagamentos aos Beneficiários do SI Competitividade e Internacionalização (atualizado 14-05-2020)

De acordo com informação do Portugal 2020, foi recentemente publicada pela AD&C – Agência para o Desenvolvimento e Coesão, a Norma de Pagamentos dos Sistemas de Incentivos no âmbito do RECI – Regulamento Específico do domínio Competitividade e Internacionalização (Norma AD&C n.º12).


Requerimento de Apoios Excecionais – Nova data | Prazos para efetuar requerimento (atualizado 11-05-2020)

No âmbito dos apoios excecionais e extraordinários previstos no Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, para trabalhadores por conta de outrem, trabalhadores independentes e membros de órgãos estatutários, informamos sobre os prazos de entrega dos próximos requerimentos.

Apoio Excecional à Família para Trabalhadores por conta de Outrem e Trabalhadores Independentes

O apoio financeiro deverá ser requerido nas seguintes datas:

  • relativo ao mês de abril – de 1 a 13 de maio;
  • relativo ao mês de maio – de 1 a 10 de junho;
  • relativo ao mês de junho – de 1 a 10 de julho.

Apoio Extraordinário à redução da atividade económica dos Trabalhadores Independentes e dos Membros de Órgãos Estatutários

O apoio financeiro deverá ser requerido através de formulário online disponível na Segurança Social Direta, nas seguintes datas:

  • relativo ao mês de abril – de 20 a 4 de maio;
  • relativo ao mês de maio – de 20 a 31 de maio;
  • relativo ao mês de junho – de 20 a 30 de junho.

Consulte o Despacho.


Segurança Social – Cálculo e pagamento (29 de Abril) (Segurança Social)

Informação relevante para o cálculo e pagamento da medida extraordinária de apoio à manutenção dos contratos de trabalho (layoff).

MAIS INFORMAÇÃO

 


Controlo de temperatura corporal (atualizado 01-05-2020)

Artigo 13.º-C – Decreto-Lei n.º 10-A/2020

1 – No atual contexto da doença COVID-19, e exclusivamente por motivos de proteção da saúde do próprio e de terceiros, podem ser realizadas medições de temperatura corporal a trabalhadores para efeitos de acesso e permanência no local de trabalho.
2 – O disposto no número anterior não prejudica o direito à proteção individual de dados, sendo expressamente proibido o registo da temperatura corporal associado à identidade da pessoa, salvo com expressa autorização da mesma.
3 – Caso haja medições de temperatura superiores à normal temperatura corporal, pode ser impedido o acesso dessa pessoa ao local de trabalho.

Consulte aqui o Decreto-Lei 10-A/2020 (versão consolidada)


 

Ofício-circulado n.º 20 223/2020, de 28/04 (Autoridade Tributária e Aduaneira)

COVID 19 – Medidas de apoio excecionais e temporárias. Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13/03 e Decreto-Lei n.º 10-G/2020, de 26/03 – Perguntas frequentes (FAQ).

MAIS INFORMAÇÃO


Ofício-circulado n.º 30 220/2020, de 29/04 (Autoridade Tributária e Aduaneira)

IVA – Alínea a) do n.º 10 do artigo 15.º do Código. Extensão da isenção durante o período de emergência motivado pela pandemia do novo coronavírus – Covid-19.

MAIS INFORMAÇÃO


Flexibilização de Pagamentos – Guia de utilização do serviço


Autoridade Tributária e Aduaneira

Despacho 153/2020-XXII do SEAF de 24-04-2020: Cumprimento de obrigações fiscais (COVID 19).

 


Apoio à Manutenção de Contratos de Trabalho – Formação

Lay-Off Plano de Formação

 


Plano Extraordinário de Formação – Reforçar a qualificação dos trabalhadores

 


Incentivo Financeiro Extraordinário para Apoio à Normalização da Atividade da Empresa (período de candidatura ainda encerrado)

 


Apoio excecional à família para Trabalhadores por Conta de Outrem ? Entrega de Declaração de Remunerações


Linha de Crédito de Apoio à Atividade Económica Covid-19 acessível a todos os setores (atualizado 23-04-2020)

 


DIFERIMENTO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES (atualizado 17-04-2020)

 


MORATÓRIAS DE CRÉDITOS

 


 

SISTEMAS DE INCENTIVOS ESPECÍFICOS NO COMBATE AO COVID-19


PORTUGAL 2020

 


 

Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE)

  • A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), atendendo à continuação da emergência de saúde pública suscitada pela pandemia de COVID-19, e depois de, numa primeira fase, ter aprovado conjunto de medidas excecionais e urgentes, procede agora à prorrogação dos prazos inicialmente previstos.
  • A ERSE regulamenta ainda o fracionamento de pagamentos e estabelece novas medidas para o setor da energia.
  • Consulte o comunicado aqui

 


AMBIENTE

 


DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE (DGS)

Conheça as principais Orientações e Informações da DGS para as empresas:

 


COVID-19 | DIÁRIO DA REPÚBLICA – medidas destinadas aos cidadãos, às empresas e às entidades públicas e privadas


 

NÃO PARAMOS ESTAMOS ON

Site sobre todas as medidas excepcionais implementadas pelo Governo em resposta ao COVID-19:

https://covid19estamoson.gov.pt/

Página da CIP

http://cip.org.pt/covid-19-informacoes-as-empresas/

 

 

 

SCHMIDT LIGHT METAL | Planear com antecedência: a nossa estratégia no combate à pandemia de COVID-19

Em meados de janeiro de 2020 recebemos uma comunicação de um dos nossos clientes, interrogando-nos sobre o nosso plano de contingência para fazer face ao surto de SARSCOV.

in APCER, 10-08-2020


Apesar de nesta altura em Portugal ainda se tratar o vírus como algo contido no continente Asiático, foi decidido pela Administração do Schmidt Light Metal Group formar de imediato uma equipa para gestão de (potencial) crise e tomar medidas que assegurassem a continuidade do negócio e da produção em caso de pandemia.

No dia 29 de janeiro teve lugar a reunião para nomeação desta equipa e foi decidido adquirir material de proteção individual para várias semanas, aumentar o stock de matéria prima, componentes e matérias essenciais ao processo produtivo.

Em meados de fevereiro o plano de contingência estava elaborado, diretores, responsáveis de departamento e chefias, receberam formação sobre o plano e como atuar em caso de suspeita. Foram instalados dispensadores de álcool gel e disponibilizado spray desinfetante.

Quando em março foi declarado o estado de alerta estávamos preparados para atuar, para colocar o nosso plano em ação. Desde esse dia que todos trabalhamos de máscara, do chão de fábrica à Administração, mantemos distâncias de segurança, fazemos um healthcheck à entrada, entre muitas outras medidas.

Sabemos que muito do que conseguimos fazer, sobretudo nos primeiros dias do estado de alerta, só foi possível devido à nossa antecipação e preparação, a uma Administração atenta e disposta a investir na proteção dos colaboradores, mesmo sem saber se seria necessário.

Apesar de todas as dificuldades, constrangimentos e ansiedades, permanecemos sempre a trabalhar, com equipas mais reduzidas é certo, o que em muito devemos ao sentimento de Equipa e Responsabilidade das nossas pessoas.

Quando tomei conhecimento da existência da certificação COVID-SAFE de imediato contactei a APCER, pois considero que a atribuição deste selo é uma garantia para os nossos colaboradores, clientes e parceiros, de que tudo fazemos para os manter em segurança e que as medidas que instituímos são de facto boas práticas a seguir.

É para nós um orgulho sermos a primeira empresa da indústria de componentes automóveis, bem como a primeira fundição em Portugal, a obter esta certificação.

Continuaremos a trabalhar diariamente para manter as nossas pessoas seguras. Unidos pelos nossos valores, sairemos com certeza vencedores!

 

Patrícia Villas-Boas

People & Communication Director

Schmidt Light Metal Group

https://performing.solutions/

 

 

 

COVID-19 impact on EU automobile production, first half of 2020

This table visualises the impact of the coronavirus pandemic on the production of passenger cars and light commercial vehicles during the first half of 2020 for each of the 27 EU member states plus the UK.

in ACEA, 22-09-2020


COVID-19 production impact, by country

  • EU-wide production losses due to COVID-19 amounted to 3,649,677 motor vehicles from 1 January to 30 June 2020, or some 20% of total production in 2019.
    • This figure includes passenger cars and light commercial vehicles up to 6 tonnes.
  • These losses are the result of both factory shutdowns (especially during the ‘lockdown’ months of March, April and May) and the fact that production capacity did not return to pre-crisis levels yet (in the second half of May and June).

Disclaimer

  • This is by far the most comprehensive EU-wide overview currently available, combining all known information and available sources.
  • Nevertheless, it is important to stress that ACEA fully acknowledges that this overview is non-exhaustive, it merely serves as a tool to show the EU-wide impact of the crisis.

 

PSA refuerza el taller de baterías en Vigo para suministrar a las furgonetas eléctricas

Incorporará un cuarto turno a partir del viernes con 40 nuevos trabajadores. La factoría de Vigo suministra a todos los vehículos enchufables que el grupo produce en España.

in Expansión, 21-09-2020


El taller de baterías de la planta de Groupe PSA en Vigo incorporará a partir del viernes un nuevo equipo de 40 personas que trabajarán en turno de fin de semana y elevará a 160 el personal dedicado a esta actividad. Hoy ensambla las baterías de los vehículos eléctricos que PSA fabrica en España (Peugeot e-2008, Opel Corsa-e y Citroën ë-C4), con una producción de 300 unidades diarias., y capacidad de 80.000 baterías al año (12 unidades por hora).

Sin embargo, está preparado para aumentar su potencial y abastecer también las baterías de las futuras versiones eléctricas de los nuevos utilitarios ligeros de Groupe PSA (Berlingo, Combo y Rifter/Partner), tal como explicó el director de la planta, Ignacio Bueno, al conselleiro de Economía, Francisco Conde, y a la titular de Traballo, María Jesús Lorenzana, en su visita hoy.

El taller se puso en marcha en enero con dos equipos de trabajo y ha ido aumentado progresivamente su producción, con el paréntesis durante las semanas de confinamiento por la alerta sanitaria COVID-19.

Ignacio Bueno señaló que “con el nuevo taller de baterías nos hemos dotado de una capacidad de producción estratégica para la electrificación de nuestra gama de vehículos. La previsión es aprovechar al máximo, e incluso aumentar, el potencial de fabricación de esta nueva instalación para satisfacer la demanda creciente de vehículos eléctricos”.

En cuanto a la advertencia del presidente de Groupe PSA sobre nuevas reducciones de empleo en el sector en Europa, Ignacio Bueno las enmarcó en un contexto general de reducción de la demanda, sin alusiones específicas.

 

AGI – Augusto Guimarães & Irmão renova certificação ISCC Plus

Em 2019, a AGI – Augusto Guimarães & Irmão, Lda. obteve pela primeira vez a certificação ISCC Plus, tornando-se assim, a primeira empresa de distribuição de Polímeros em Portugal a obter esta certificação.

in AGI – Augusto Guimarães & Irmão, 21-09-2020


O certificado ISCC – International Sustainability and Carbon Certification permite à empresa distribuir todas as gamas de produtos que contribuem para a economia circular e desenvolvimento sustentável nas quais se incluem as poliolefinas Sabic®.

Em 2020, a AGI – Augusto Guimarães & Irmão, Lda. renovou esta certificação e está ao dispor dos seus clientes e parceiros para desenvolver projetos e distribuir materiais que vão ao encontro destas novas necessidades do mercado.

 

 

Entrevista a Rui Paulo Rodrigues, Vice-Presidente do Grupo Simoldes

“Os fornecedores da indústria automóvel têm de aceitar, antecipar e gerir as novas tendências do setor”

in InterMETAL, por Luísa Santos, 16-09-2020


O nome Simoldes é uma das principais bandeiras nacionais quando se fala de produção de moldes e plásticos, a nível global. Com 60 anos de atividade completados no ano passado e 32 empresas espalhada pelo globo, a empresa de Oliveira de Azeméis, criada inicialmente por António Rodrigues para fabricar moldes para brinquedos, mantem o cariz familiar e aposta na inovação para fazer face aos desafios do setor. Nesta entrevista, Rui Paulo Rodrigues, Vice-Presidente do Grupo, conta-nos como é que a Simoldes viveu, e está a viver, a crise provocada pela pandemia de Covid-19, e explica-nos o que está a acontecer no setor automóvel, um dos principais clientes dos fabricantes de moldes e plásticos nacionais.

A crise que vivemos hoje, provocada pela pandemia de Covid-19, obrigou muitas empresas portuguesas dos setores de moldes e plásticos a diminuir a sua atividade. Como é que o Grupo Simoldes está a viver esta conjuntura?

A atual pandemia tem vindo a afetar de forma muito relevante o Grupo Simoldes. Desde logo, ao nível do chão de fábrica, porque tivemos de instituir vários novos processos e rotinas para garantirmos a proteção e distanciamento entre colaboradores, incluindo a definição e implementação de novos turnos de trabalho. Na parte administrativa, os colaboradores foram convidados a recorrer ao teletrabalho.

Por outro lado, é preciso não esquecer que alguns clientes OEM pararam a sua atividade, o que nos obrigou a parar as nossas fábricas da divisão de plásticos, a nível doméstico e internacional, durante algum tempo. Após esse período de paragem, a divisão de plásticos recuperou muito bem, com um aumento rápido e forte da cadência de produção, que se mantem.

Nos moldes, por causa do clima de incerteza que os nossos clientes estão a viver, a colocação de novas encomendas tem vindo a sofrer vários adiamentos e a situação está agora bastante mais difícil. No entanto, até à data, nenhuma das nossas fábricas de moldes parou a sua atividade.

Pode falar-nos um pouco dos projetos desenvolvidos pela Simoldes na luta contra a pandemia?

Em plena reorganização de horários e de produção, começámos a fazer viseiras para oferta, contando com o contributo integrado das nossas divisões de moldes e plásticos. Podíamos estar a trabalhar em ventiladores, e até fomos contactados nesse sentido, mas sabemos que não temos conhecimento interno nessa área e tudo seria naturalmente muito mais lento. Assim, ficámos pelas viseiras e, com este passo, esperamos ter dado um pequeno contributo para que o país acabe por precisar de menos ventiladores.

Um dos indicadores da urgência colocada no projeto foi o desenvolvimento do molde em tempo recorde, com o envolvimento de todos a garantir a conclusão numa semana de uma fase do processo que, em condições normais, poderia ter demorado dois meses.

Entretanto, estamos também a desenvolver uma máscara em parceria com elementos do MIT. Este projeto surge através de um colaborador nosso que, durante a fase de quarentena, participou numa plataforma online, onde pessoas de vários continentes colaboram no esforço de combate à Covid-19.

Viseira produzida pela Simoldes no início da pandemia.

O setor automóvel é um dos mais afetados pela pandemia. Sendo o principal setor cliente da Simoldes, que medidas está a empresa a tomar para compensar esta quebra?

Estamos a implementar medidas que passam pela otimização muito significativa de processos, eficiência e produtividade, redução de custos fixos e variáveis, reforço significativo das ações e iniciativas comerciais, congelamento de investimentos, assim como adesão a algumas medidas de apoio à indústria promovidas pelo Estado.

Existe algum outro setor emergente que possa ocupar o lugar do automóvel?

Não obstante a nossa elevada especialização e exposição estratégica à indústria automóvel, o certo é que os nossos moldes e componentes podem servir, e servem, vários outros mercados como o da embalagem, construção, houseware, aeronáutica, energia, entre outros.

É natural que, entretanto, venham a surgir importantes oportunidades de negócio nestes mercados, de forma a compensar, ou até mais que compensar, as quebras. Por outro lado, continuam a existir oportunidades muito interessantes, de elevado valor acrescentado e assentes em competências distintivas, no setor automóvel, em segmentos como, por exemplo, a luminária.

Com ou sem pandemia, as mudanças na indústria automóvel são uma realidade, com conceitos como a mobilidade elétrica e a construção leve a ganharem expressão. Na prática, o que é que isso significa para os fornecedores de moldes e de peças plásticas?

Significa que temos que aceitar, antecipar e gerir essas tendências. E é exatamente isso que um fornecedor global de moldes, peças plásticas e serviços de engenharia e design industrial, como é o Grupo Simoldes, faz e continuará a fazer.

Exemplo disso mesmo é a nossa aposta em aspetos como a conceção e desenvolvimento de novos moldes, que permitam reduzir os ciclos de injeção e as taxas de desperdício de peças e de plástico, o desenvolvimento de novos materiais, incluindo bioplásticos e nanopartículas, a otimização de processos ou o reforço sustentado da eficiência produtiva e energética, com recurso ao paradigma 4.0 e à digitalização.

Por outro lado, estamos envolvidos em diversos projetos, em articulação com reputadas entidades nacionais e internacionais do Sistema Científico e Tecnológico (SCT), cujo objetivo é desenvolver peças plásticas mais leves, que permitam uma redução efetiva do consumo de combustíveis e das emissões de CO2 associadas. Dou-lhe o exemplo de um projeto muito interessante que pretende facilitar a utilização de painéis fotovoltaicos mais leves em áreas diversificadas de forte incidência solar num automóvel, garantindo assim o autoconsumo.

Simultaneamente, temos vindo a investir no fabrico aditivo de componentes moldantes e de peças específicas com elevada componente de design, a enquadrar no interior dos automóveis, e que, articuladas com o desenvolvimento de sistemas inteligentes, permitem novas experiências e interfaces na relação entre o utilizador e o automóvel (HMI).

Postiços para moldes. A empresa aposta do fabrico aditivo para fazer face às exigências da indústria automóvel.

De facto, a Simoldes Aços anunciou recentemente a inauguração do seu laboratório de sinterização. Trata-se, então, de um investimento motivado pelas mudanças na indústria automóvel?

Sim, o mercado automóvel é cada vez mais exigente e rigoroso. Os critérios de qualidade, fiabilidade, eficiência, produtividade, resistência, design e customização que impõe são muito elevados. Tudo isto motivado pela apertada legislação regulamentar a nível europeu e mundial, que impõe uma redução significativa das emissões de CO2, em muitos casos com objetivos perfeitamente definidos até 2030.

É neste contexto que nasce o projeto de I&D ‘NANO-SIM 3D’, liderado pela Simoldes Aços, em co-promoção com a Simoldes Plásticos e a Universidade de Aveiro, e a correspondente aposta na área da sinterização e da produção aditiva, que procura dar resposta cabal e rigorosa a estes desafios, posicionando-se para alcançar quatro objetivos bem definidos:

  1. Inovação mundial no produto, através do desenvolvimento de novos materiais nanocompósitos de matriz metálica e de matriz termoplástica. Pretende-se desenvolver novas formulações incorporadoras de nanopartículas passíveis de comercialização à escala global e para um conjunto alargado de indústrias clientes (e.g. mobilidade, packaging, houseware, etc.).
  2. Inovação mundial ao nível do produto, através de novos componentes moldantes, baseados em nanocompósitos de matriz metálica, de desempenho mecânico e térmico otimizado para moldes de injeção.
  3. Inovação mundial no produto através do desenvolvimento de componentes termoplásticos em nanocompósitos de matriz polimérica, que permitirá apresentar novas peças termoplásticas francamente mais inovadoras e diferenciadas, ao nível das suas caraterísticas mais críticas, nomeadamente ao nível da geometria, do peso, da espessura, da resistência, da relação qualidade-preço, do tempo de arrefecimento das peças, aquando da sua injeção, com ganhos estimados em termos de peso e desempenho mecânico superiores a 20%.
  4. Inovação no processo para a Simoldes Aços, adotando as melhores práticas ao nível da fabricação aditiva com recurso à sinterização a laser.

O laboratório está disponível para outras empresas?

Não, está disponível apenas para as empresas do grupo.

O novo laboratório de fabrico aditivo da Simoldes está equipado com uma máquina de sinterização Renishaw RenAM 500Q.

Que outros investimentos recentes, quer na divisão de moldes, quer na divisão de plásticos, gostaria de destacar?

Destaco os investimentos efetuados no centro de fresagem e no centro de ensaios, bem como vários investimentos na área da inovação produtiva em diferentes empresas das divisões de plásticos e moldes.

Simultaneamente, investimos tempo e recursos em projetos de I&D em co-promoção com entidades do SCT nacional e internacional, envolvendo empresas das duas divisões, quer nas áreas do 4.0 e digitalização, quer na fabricação aditiva e em novas formas de conceção e desenvolvimento de moldes, da eficiência energética e das energias renováveis ao nível da sua aplicação nos novos automóveis.

Gostaria de salientar ainda os investimentos mais recentes na área do marketing e comunicação do Grupo, para os seus diferentes públicos alvo (corporativo, sociedade, clientes e colaboradores), entre outros projetos e iniciativas.

Novo Centro de Ensaios do Grupo Simoldes.

Em que fase está a empresa na chamada transformação digital?

A Simoldes tem em curso algumas iniciativas e projetos de transformação digital, tanto na área dos processos como da produção. Destaco o projeto de grande alcance que vamos lançar em breve e que envolve a digitalização de todas as nossas fábricas na divisão de plásticos e o respetivo sistema de informação de apoio à gestão. É um projeto extremamente ambicioso que vai determinar avanços muito significativos em matéria de análise avançada de dados, operações remotas, sensores avançados, máquinas inteligentes, inteligência artificial e algoritmos preditivos, produção aditiva, robotização, para mencionar apenas algumas das tecnologias core que irão ser implementadas.

Destaque também para o projeto Simoldes 4.0, de I&DT, promovido pela divisão de moldes e apoiado pelo Portugal 2020, que está, neste momento, em fase de conclusão. Trata-se de um projeto disruptivo na área da sensorização de moldes, que vai permitir que, em qualquer momento e em qualquer local, um colaborador interno ou um cliente possam conhecer o estádio de desenvolvimento de um molde, detetar desvios e tomar decisões rápidas e efetivas que permitam a sua correção.

A UE quer incentivar a indústria a tornar-se mais ecológica. A Simoldes desenvolveu ou tem projetos para tornar a sua atividade ambientalmente mais sustentável?

A Simoldes tem vindo a desenvolver vários projetos de I&D e inovação que vão ao encontro, precisamente, da preservação do desiderato da sustentabilidade ambiental, designadamente com a conceção e desenvolvimento de novos moldes que permitem reduzir os ciclos de injeção e as taxas de desperdício de peças e de plástico, o desenvolvimento de novos materiais, incluindo bioplásticos e nanopartículas, a otimização de processos e o reforço sustentado da eficiência produtiva e energética, com recurso também ao paradigma 4.0 e da digitalização, a utilização de energias renováveis para autoconsumo, a produção de peças mais leves, indutoras da redução do consumo de combustíveis e do nível de emissões de CO2 nos automóveis, a utilização de painéis fotovoltaicos mais leves em áreas diversificadas de forte incidência solar num automóvel, permitindo o seu efetivo autoconsumo e reduzindo o seu consumo de combustíveis e a concomitante emissão de CO2, e com o desenvolvimento de veículos com motorização elétrica e a hidrogénio, em articulação com reputadas entidades, domésticas e internacionais, do Sistema Científico e Tecnológico.

A Simoldes recebeu recentemente uma menção honrosa atribuída pela PSA. O que é que distingue a empresa da concorrência, no panorama internacional?

Creio que o que mais nos caracteriza no panorama internacional é a confiança e as relações comerciais de longo prazo que estabelecemos com os nossos parceiros e clientes. Estamos muito focados em entender e antecipar as necessidades do cliente e esforçamo-nos por apresentar soluções integradas do tipo ‘one-stop shop’, que vão desde o design, desenvolvimento e expertise, passando pela fabricação até ao serviço pós-venda, incluindo a manutenção e retificação de moldes.

O reconhecimento que temos tido no mercado decorre, por um lado, desse posicionamento alargado na cadeia de valor, mas também da nossa presença global e da excelente relação qualidade/flexibilidade/prazo/preço que oferecemos. A tudo isso acresce, claro, a nossa capacidade de engenharia e desenvolvimento, e as competências e know-how do nosso capital humano.

Vista parcial da Simoldes Aços.

Os países asiáticos continuam a ser grandes concorrentes da indústria de moldes nacional?

Claro que sim. Os fabricantes chineses, para além de vantagens importantes em matéria de custos de produção e dimensão/escala, contam hoje com tecnologia de ponta que lhes permite competir, já não apenas com preços baixos, mas também com qualidade de produção e prazos de entrega apertados. São concorrentes que nos desafiam cada vez mais e que nos obrigam a aprimorar os fatores competitivos que nos distinguem.

Para concluirmos, na sua opinião, que consequências terá esta crise no futuro dos dois setores (moldes e plásticos)? Podemos vir a assistir, por exemplo, a uma ‘desglobalização’?

Às tendências ‘pesadas’ que enquadram o desenvolvimento futuro da indústria automóvel, relacionadas com a mobilidade elétrica e a hidrogénio, com o carro partilhado e autónomo, com a introdução maciça de TIC e digitalização do interior dos automóveis, configurando-os como novos espaços de conforto, lazer e entretenimento, com a emergência nesta indústria de novos players tecnológicos e de outras indústrias (que vão fazer enorme pressão sobre fornecedores tradicionais), entre outras, somam-se os efeitos das previsíveis quebras na procura global de automóveis, enquanto bens que não são de primeira necessidade.

A estes fatores de incerteza juntam-se, ainda, o crescente arrefecimento das relações internacionais e as ameaças de políticas protecionistas, de vária ordem, em muitos pontos do globo. Em resultado, é natural que a globalização arrefeça um pouco.

Nesse caso, o Grupo Simoldes tem que estar preparado para antecipar esta evolução e para aproveitar as oportunidades de negócio e de mercado que daqui possam surgir, designadamente em função de uma certa reindustrialização da Europa e, necessariamente, de Portugal.

 

Rui Paulo Rodrigues, Vice-Presidente do Grupo Simoldes.

 

Presidente da CIP critica desfasamento de horários

“Desfasamento provocou incorporação de custos.”

 in Sic Notícias, 18-09-2020


António Saraiva, presidente da CIP, esteve esta quinta-feira na Edição da Noite, da SIC Notícias, para falar sobre o conjunto de medidas apresentadas pela Confederação Empresarial de Portugal para relançar a economia e também sobre o desfasamento de horários anunciado pelo Governo.

Entre as medidas, destacam-se o aumento dos limites das linhas de crédito de emergência e a inversão da ordem dos créditos fiscais por prejuízos.

Sobre o desfasamento de horários, António Saraiva criticou a medida, dizendo que traz custos acrescidos para as empresas.

VEJA AQUI O VÍDEO

https://sicnoticias.pt/economia/2020-09-17-Presidente-da-CIP-critica-desfasamento-de-horarios

 

 

La actividad de los proveedores de automoción aumenta ligeramente en septiembre

Desde el mes de mayo, la actividad de los proveedores de automoción instalados en España se ha ido recuperando de forma gradual y escalonada, gracias a su alto grado de flexibilidad y diversificación geográfica.

in Sernauto, 16-09-2020


Según los datos recabados por la Asociación Española de Proveedores de Automoción (SERNAUTO), entre sus empresas asociados, el nivel de actividad prevista para septiembre es superior al 80% para 7 de cada 10 empresas respecto a lo presupuestado. El 20% espera tener una actividad de entre el 60% y el 80%.

En el último trimestre del año, se prevé que la actividad se incrementará ligeramente y será superior al 80% para más del 75% de las empresas.

La facturación durante el primer semestre del año fue entre un 20 y 30% inferior al presupuesto para casi la mitad de las empresas de componentes (44%).

Respecto al empleo, el 88% de las empresas presentaron un ERTE, y, de ellas, 4 de cada 10 tienen previsto mantenerlo, con carácter total o parcial. El 55% de las empresas tienen previsto mantener entre el 10 y el 30% de la plantilla, mientras que el 22% tendrían a más del 50% en esta situación.

En cuanto al teletrabajo, más del 50% de las empresas tienen menos del 10% de la plantilla en teletrabajo y un 25% tienen entre el 10 y el 20% de sus trabajadores trabajando en remoto.

Por último, en cuanto al cierre del año, se prevé un descenso respecto a la facturación anual, donde el 78% de las empresas prevén que el cierre del año 2020 sea entre el 10 y el 30% menor de lo fijado en presupuesto.

El Director General de SERNAUTO, José Portilla, señala que “tras una escalonada reactivación de la fabricación después de la parada total de nuestras factorías, las cifras acumuladas y las previsiones para el año siguen siendo preocupantes. Ello nos exige, si cabe, mayor esfuerzo y acción por parte de todos: empresas, sindicatos, empleados y administraciones públicas. Resulta imprescindible la puesta en marcha de la Mesa de Automoción para avanzar en la ejecución de las diferentes medidas contempladas en el Plan de impulso de la cadena de valor de la industria de automoción, de manera que se pueda acelerar la recuperación de este sector tan relevante para la economía y sociedad española”.

 

Estos resultados se han obtenido a través de una encuesta realizada entre los asociados de SERNAUTO. Adjunto encontrarás el informe.

 


 

Acerca de SERNAUTO

 SERNAUTO es la Asociación Española de Proveedores de Automoción. Fundada en 1967, reúne a más del 85% de la facturación del sector a través de sus empresas asociadas. Representa a una industria formada por más de 1000 empresas que proveen de componentes a las 17 plantas de fabricación de vehículos implantadas en España, siendo además el tercer sector que más exporta, directamente el 58% de la producción y alcanzando el 82% si se tienen en cuenta los componentes instalados en vehículos exportados. Se trata de un sector estratégico que en 2019 facturó en España más de 35.822 millones de euros, alcanzando 365.000 empleos directos e indirectos.

Además de ser el interlocutor del sector en el diálogo con las Administraciones Públicas, SERNAUTO es la entidad reconocida por la Administración como asociación representativa del sector en España.

SERNAUTO es miembro del Consejo de Dirección de CLEPA, Asociación Europea de Proveedores de Automoción.

Website: www.sernauto.es

 

 

 

Pixartidea vence prémio internacional de design para a indústria da mobilidade

A Pixartidea, startup incubada no hub de inovação da InvestBraga, especializada em Design Industrial e de Produto, vence concurso Internacional de Design em Turim, Itália.

in Pixartidea, 15-09-2020


No passado dia 11 de setembro, no MAUTO (Museu Nacional do Automóvel em Turim, a Pixartidea recebeu o prémio de vencedor do concurso “ Re-Imagine the Vehicle with Tuc. Technology” com o projeto MOP-UP.

A proposta foi analisada e avaliada por um prestigiado júri, entre os quais se destacam os nomes de Giorgetto Giugiaro, Paolo Pininfarina e Roberto Giolito.

Alinhado com a actualidade, o MOP-UP procura dar resposta à higienização e descontaminação de veículos partilhados.

O dispositivo assume-se como uma ferramenta capaz de esterilizar os objectos presentes nas viaturas, através de raios ultravioleta, bem como desinfectar as superfícies, recorrendo a uma solução aquosa, antimicrobiana e antibacteriana, colocada sob assentos e outras superfícies.

Através da monotorização da temperatura corporal e da medição dos níveis de oxigénio, o MOP-UP propõe-se ainda a realizar o diagnóstico inicial de uma potencial alteração patológica.

“Temos assistido à implementação de serviços e produtos orientados para o transporte partilhado, bem como para soluções citadinas de mobilidade, como bicicletas ou trotinetas, e incentivos na utilização de transportes públicos. Contudo, a COVID-19 veio levantar um conjunto de problemas associados à higiene e descontaminação, em que o conceito MOP-UP pode facilmente ser adaptado”, refere o director criativo da Pixartidea, Tiago Sousa.

O projecto pode ser adaptado a qualquer setor da mobilidade como o da ferrovia e da aviação ou até mesmo em situações do quatidiano como nas escolas, hospitais, lares de idosos ou estádios.

Iremos evoluir este conceito para uma integração de tecnologias centrado na mobilidade das Pessoas, a forma de interação tendo em conta o problema da higiene, descontaminação, saúde e bem estar.


 

Pixartidea

Empresa especializada no Design Industrial e de Produto, derivada da Fibrenamics da Universidade do Minho.
A startup está orientada para a identificação de oportunidades, implementando uma abordagem global e apoiada na experiência do consumidor.

Desde a definição da estratégia até à implementação da metodologia, o processo de Design e criatividade impulsiona os objetivos diferenciadores e disruptivos no desenvolvimento de novos produtos. Assim, pretendem afirmar o Design como ferramenta integrada e de liderança no processo de inovação das empresas.

WWW.PIXARTIDEA.COM

Vendas das empresas caíram 40% e expectativa é que a quebra se mantenha até ao final do ano

Retoma da atividade económica está a ser lenta, com as empresas a registarem uma quebra nas vendas, mas também nas encomendas. Apesar das perspetivas negativas, maioria quer manter ou aumentar investimento e recursos humanos.

in CIP, 14-09-2020


Quase dois terços das empresas portuguesa anteveem uma quebra de vendas de cerca de 40%, em média, no último quadrimestre deste ano, face a igual período de 2019, devido aos efeitos da pandemia de covid-19, conclui o inquérito promovido pela CIP – Confederação Empresarial de Portugal e pelo Marketing FutureCast Lab do ISCTE, hoje divulgado (resultados disponíveis aqui).

O inquérito, destinado a recolher e analisar informação sobre as expectativas de empresários e gestores sobre a evolução da sua atividade, aponta que mais de metade das empresas (54%) inquiridas indicam que as vendas caíram no mês de agosto, registando descida, em média, superior a 40%, face a igual mês de 2019. Também as encomendas em carteira, no início de setembro, diminuíram 40%, em média, segundo dados de 56% das empresas inquiridas a que esta situação se aplica.

“Estes dados mostram bem que a retoma da economia não vai ser imediata, que as empresas estão fragilizadas e que é necessário um esforço conjunto para que consigamos ultrapassar esta situação”, afirmou o vice-presidente da CIP Armindo Monteiro, na conferência de imprensa de apresentação dos resultados (vídeo disponível aqui).

“As empresas já estão a fazer um esforço enorme e, mesmo com estes indicadores de redução das vendas e da perspetiva da deterioração do negócio, pretendem investir e manter o emprego”, acrescentou.

O inquérito conclui que quatro em cada cinco empresas (79%) vão manter ou aumentar os seus recursos humanos nos últimos quatro meses deste ano, face a igual período de 2019. Conclui, também, que 61% das empresas contam manter ou aumentar o seu investimento no próximo ano, face ao concretizado em 2019.

Os empresários e gestores foram também questionados sobre as medidas de apoio à economia, no quadro da pandemia de covid-19, mantendo uma avaliação negativa, com 4 em cada 5 empresas a considerarem que estão aquém ou muito aquém do necessário.

No quadro dos apoios disponibilizados, o lay-off simplificado é visto como um mecanismo com uma influência significativas, mas o mecanismo que o substituiu não é visto da mesma forma, tendo só 17% das empresas inquiridas a ele recorrido, com 62% das empresas a considerarem que esta medida é inadequada, como a CIP tem vindo a alertar.

“Um terço das empresas não tem opinião formada sobre este novo mecanismo, o que posso interpretar como resultado da deficiente informação disponível”, afirmou Armindo Monteiro.

Este inquérito, cujos resultados foram hoje apresentados, iniciou uma segunda fase do Projeto Sinais Vitais, desenvolvido em conjunto pela CIP, através das associações que a integram, e pelo Marketing FutureCast Lab do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, com o objetivo de recolher informação atualizada sobre a posição dos responsáveis pelas empresas portuguesas e sobre o impacto que diferentes situações têm nestas, no quadro da situação de exceção provocada pela pandemia de covid-19.

Os inquéritos são feitos e divulgados regularmente e abordam temas considerados relevantes para a atividade empresarial, na atual situação de exceção, contribuindo para a existência de dados quantitativos fiáveis sobre a realidade das empresas, permitindo uma atuação dinâmica dos responsáveis políticos e do movimento associativo, a cada momento.

 

CONSULTE AQUI OS RESULTADOS DO INQUÉRITO DA CIP