SafeBag e Schmidt Light Metal recebem prémios Exportação & Internacionalização

Os Prémios Exportação e Internacionalização, uma parceria entre o Negócios e o Novo Banco, distinguem as empresas com melhor performance exportadora e premeiam os casos de sucesso na internacionalização.

in AFIA, 23-10-2018


 

A Safebag – Indústria Componentes Segurança Automóvel (grupo ZF) recebeu o prémio Melhor Exportadora Com Capitais Estrangeiros (Multinacional).

 

A Schmidt Light Metal recebeu um Menção Honrosa na categoria Melhor Grande Empresa Exportadora Bens Transacionáveis

 

Estas distinções de Associados da AFIA confirmam uma vez mais a qualidade e inovação das empresas nacionais da indústria automóvel, reconhecendo a sua aposta no desenvolvimento sustentado quer das próprias organizações, quer dos seus colaboradores.

A AFIA assistiu a esta cerimónia que decorreu no Palácio da Bolsa, no Porto.

 

 

Reunião MSLOGIS e AFIA

No decorrer da Empack & Transport & Logistics Porto 2018, Nuno Mota da MSLOGIS reuniu-se com Adão Ferreira, secretário-geral da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, por forma a apresentar  esta empresa com produtos e serviços dedicados a armazéns logísticos e industriais.

in MSLOGIS, 01-10-2018


 

A MSLOGIS surgiu da oportunidade introduzir no mercado português um serviço de manutenção inovador para estruturas de armazenamento pesadas, unido à experiência vivenciada em operações logísticas.

Estando permanentemente centrados em colmatar as necessidades dos nossos parceiros, fomos adicionando soluções complementares ao nosso portfolio de produtos e serviços.

Procurando oferecer as soluções mais inovadoras e adequadas a cada situação a MSLOGIS propõe:

  • Reparações das Estantes danificadas de acordo com as normas em vigor;
  • Montagem de estruturas de armazenamento novas bem como reformulação de estruturas já existentes, tapetes de rolos e mezanines;
  • Inspeção segundo a norma vigente;
  • Portas rápidas da Dynaco (detentores de mais de 50 patentes);
  • Protetores de Polímero com memória da Boplan;
  • Cais de Carga, Abrigos e Protetores de Cais da Loading Systems;
  • Marcações de lay-out 1A TAPE;
  • Veiculos Eléctricos Zallys.

 

Para mais informações clique aqui .

 

 

 

Ana Teresa Lehmann, Secretária de Estado da Indústria visitou Alcanena

A Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, efectuou, no passado dia 14 de Setembro, uma visita a Alcanena, com deslocação a algumas empresas de curtumes do concelho, entre outras entidades.

in Correio do Ribatejo, 18-09-2018


 

O programa da visita teve início na Câmara Municipal, onde decorreu a sessão de recepção, que contou com as intervenções da Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Fernanda Asseiceira, do Presidente da APIC – Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes, e da Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann.

Seguiu-se uma visita ao CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro, onde foi efectuada a Apresentação do Sector de Curtumes do Concelho de Alcanena, pela APIC, após o que teve lugar uma visita à empresa Couro Azul.

Seguiu-se a Visita ao Artspace João Carvalho.

À tarde, foi efectuada uma visita à empresa Curtumes Ibéria, SA e, por último, a comitiva efectuou uma breve visita à ETAR – Estação de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena.

Na visita que efectuou a Alcanena, a Secretária de Estado da Indústria foi acompanhada pela Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Fernanda Asseiceira, pelo Presidente da Assembleia Municipal, Silvestre Pereira, pelos Vereadores Maria João Gomes, Luís Pires, Hugo Santarém e Óscar Pires, representantes da APIC, representantes da AUSTRA, representantes da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, representantes do Agrupamento de Escolas de Alcanena, nomeadamente Ana Cláudia Cohen (directora) e Mónica Rodrigues, Deputada Idália Serrão, representantes da AED Portugal Aeronautics, Space and Defender Cluster, representantes da AICEP – Portugal Global, Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Miguel Pombeiro, representantes do CTIC, representantes da DGAE – Direção Geral das Actividades Económicas, representantes do IAPMEI, representantes do Instituto Politécnico de Leiria, Presidentes de Junta e membros do executivo das Juntas de Freguesia do concelho, representantes do Sindicato de Curtumes do Distrito de Santarém, representantes AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, representantes do Centro Tecnológico do Calçado, representantes da APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, representantes da PFP – Plataforma Ferroviária Portuguesa, representantes da NERSANT, Comandante dos Bombeiros Municipais de Alcanena, Jorge Frazão, Comandante do Posto Territorial da GNR de Alcanena, 1º Sargento Patrícia Fernandes, entre outras entidades.

 

 

Reunião AFIA e IPLANUS – Industry Solutions

Foi no passado dia 06/09/2018 que Bruno Azevedo, consultor industrial da iPlanus – Industry Solutions, esteve reunido com Adão Ferreira, secretário geral da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, por forma a apresentar a iPlanus assim como os serviços por esta prestados. Da mesma forma, a AFIA pode apresentar todo o trabalho que tem vindo a desenvolver juntos dos seus associados. Do encontro ficou também a possibilidade de vir a ser possível a presença da iPlanus nos eventos realizados pela AFIA.

in iPlanus, 10-09-2018


A iPlanus, empresa do grupo GO Engenharias, surgiu a partir da larga experiência dos seus promotores, adquirida ao longo de largos anos ao serviço de multinacionais de teor industrial e do conhecimento das necessidades deste setor em Portugal.

Detém conhecimento nas diversas áreas e disciplinas da envolvente industrial, providenciando uma resposta rápida, profissional e diferenciadora aos seus clientes.

Funciona como um parceiro complementar às atividades nucleares (core) dos seus clientes, procurando assegurar todas as outras vertentes do negócio.

O conhecimento do contexto industrial em Portugal, assim como a experiência e competências nas áreas industriais e de produção, permite oferecer um pacote de serviços em áreas de gestão de projetos, gestão e implementação industrial, desenho de infraestruturas e otimização de processos, em conjunto com todas as áreas de suporte à atividade industrial.

Entender e interpretar os requisitos do negócio dos seus clientes de forma a assegurar as soluções técnicas e economicamente mais competitivas, através da definição e otimização de todas as envolventes do processo de produção.

Para mais informações, poderá solicitar através dos seguintes meios:

 

 

 

A AFIA visita a sua Associada COPEFI

A AFIA, representada pelo secretário-geral, visitou a empresa Associada COPEFI tendo sido recebida por João Fleming Torrinha, Director-Geral.

in AFIA, 10-08-2018


A COPEFI, com sede em Braga e fundada no ano de 2001, é uma empresa especializada em engenharia de desenvolvimento de produtos, fabrico de produtos e componentes plásticos para a indústria automóvel.

A COPEFI fornece peças de aspecto interior (visual components), componentes técnicos e mecanismos. As competências da empresa incluem o design, gestão de projectos, desenvolvimento de produtos e engenharia, testes e validação, prototipagem, moldes e produção.

A COPEFI tem a sua actividade internacionalizada, além da fábrica em Braga tem 1 fábrica na Roménia, 1 no México e mais recentemente adquiriu uma fábrica em França. Conta ainda com um escritório na Alemanha.

Como consequência do crescimento e de modo a adaptar-se ao mercado, a COPEFI evoluiu para um modelo de duas divisões altamente especializadas:

  • Automotive Components
  • Engineering & Services

A COPEFI é Associada da AFIA desde 2014 e está certificada pelas normas IATF 16949 e ISO 14001.

A COPEFI marcará presença na IZB – International Suppliers Fair de 16 a 18 de Outubro em Wolfsburg, Alemanha.

 

Para mais informações, consulte o site da COPEFI em:

 

www.copefi.com

 

ou veja o vídeo institucional

 

 

CIP alerta Governo para a necessidade de não repetir erros do passado

O Programa Nacional de Investimentos 2030, lançado pelo Governo em junho, constitui provavelmente a última oportunidade do país para suprir as enormes fragilidades competitivas da ferrovia nacional. Recorde-se que, em relação a Portugal, Espanha “só” tem 30 anos de avanço na construção de rede ferroviária de bitola europeia, com o primeiro troço a ser construído em 1988. Portugal ainda não começou.

in CIP, 19-07-2018


A possibilidade do país se tornar numa “ilha ferroviária”, com os enormes custos associados ao nível da competitividade das empresas portuguesas e do emprego, não podem continuar a ser descurados pelos sucessivos Governos. É urgente seriedade por parte dos decisores políticos no tratamento de uma questão estrutural para o país. “A decisão que for tomada no âmbito do Programa Nacional de Investimentos 2030 irá condicionar a competitividade da economia portuguesa, o emprego e a criação de riqueza, possivelmente em três décadas, ou mais. Trata-se de um investimento estruturante para o país e para as gerações futuras”, alerta Luís Mira Amaral, Presidente do Conselho da Indústria da CIP.

Os planos inscritos no Ferrovia 2020, bem como o recente anúncio do lançamento de concurso para a modernização da Linha da Beira Alta, entre Cerdeira e Guarda, com um valor de 11 milhões de euros, constituem um sinal alarmante do autismo do Governo em relação às necessidades futuras do país. Refira-se que os atuais estudos de tráfego subestimam em larga escala a procura total de transporte ferroviário de mercadorias nas próximas décadas, nomeadamente no Corredor Ferroviário Norte – responsável por mais de 60% das nossas exportações. Não só porque não têm em devida linha de conta a perda de competitividade estimada para a rodovia, por motivos ambientais e energéticos, mas também porque simplesmente ignoram os objetivos fixados, em 2011, pela União Europeia, de ter mais de 50% do tráfego de mercadorias em distâncias superiores a 300 Km transferido da rodovia para os modos marítimo e ferroviário até 2050.

A Espanha investe milhares de milhões de euros do Orçamento de Estado todos os anos na rede ferroviária de bitola europeia, bem como avultados Fundos da UE e planeia manter o ritmo de investimento. As intenções manifestadas publicamente pelo governo espanhol, mas principalmente as verbas investidas e as obras executadas, permitem antecipar que até 2030 ou antes, linhas férreas de bitola europeia aptas para tráfego de mercadorias cheguem aos principais portos e plataformas logísticas de Espanha. Isto permitirá o transporte direto e competitivo de mercadorias entre Espanha e os restantes países da UE além Pirinéus.

Em contrapartida as soluções para as linhas ferroviárias internacionais, que supostamente irão servir o transporte de mercadorias de Portugal para a Europa no século XXI baseiam-se em remendos de linhas do século XIX com traçados em grande parte obsoletos, e em via única, ou seja, com capacidade limitada.

É entendimento do Conselho da Indústria da CIP que o investimento previsto para a modernização da Linha da Beira Alta, não a vai tornar operacional do ponto de vista da competitividade exigida para o transporte de mercadorias, nomeadamente porque o troço é desadequado. Uma orografia com pendentes (inclinações) elevadas e curvas apertadas que limitam a velocidade máxima de comboios com 750 metros (exigidos pela Comunidade Europeia para que a linha seja integrada na Rede Principal), e que são incompatíveis com as condições de interoperabilidade impostas pela União Europeia.

Recorde-se aliás, os resultados obtidos por Portugal na captação dos fundos comunitários CEF (‘Connecting Europe Facility’), com o país a captar apenas 150 milhões de euros, quando estimava angariar 1.250 milhões. Uma das razões para este fiasco foi o facto de, entre 2011 e 2015 o país não ter desenvolvido projetos ferroviários de acordo com os critérios de elegibilidade da União Europeia, sendo um dos quais a introdução de condições de interoperabilidade. Assim, o Conselho da Indústria da CIP recomenda fortemente que se desenvolvam desde já os projetos das linhas férreas internacionais em bi-bitola, sem esquecer a adaptação dos respetivos traçados, desenvolvendo-os o mais possível para maximizar as probabilidades de sucesso a novas candidaturas a Fundos da União Europeia.

É indispensável para o futuro da competitividade da economia nacional que os decisores políticos não repitam os erros de planeamento do passado, nomeadamente ao nível das infraestruturas de transporte, como foi o caso do aeroporto da Ota, que seria construído devido à saturação do aeroporto Humberto Delgado mas que se aturaria ele próprio após 23 anos de funcionamento (de acordo com o próprio Governo que se propunha lançar a obra).

É ainda essencial que o Governo não ignore a opinião de grande parte dos agentes económicos exportadores nacionais. Recorde-se as afirmações da Renova, no último inquérito realizado pela CIP, em relação à ausência de soluções de futuro de transporte terrestre competitivo: “As empresas portuguesas que quisessem continuar a exportar inevitavelmente teriam que deslocalizar a sua produção para outros países europeus que dispusessem de alternativas competitivas de transporte terrestre de mercadorias na ligação aos principais mercados europeus”.

 

Open Day Indústria 4.0 – PRIFER

A Associada da AFIA PRIFER acolheu, 28 de Junho, Open Day subordinado ao tema Indústria 4.0.

in AFIA, 29-06-2018


Os Open Days i4.0, dinamizados pelo IAPMEI e pela COTEC Portugal, integram a iniciativa do Governo Indústria i4.0 e têm como objectivo, por um lado, demonstrar como as empresas podem adoptar os diferentes conceitos deste novo paradigma e, por outro, promover a partilha de experiências entre os vários intervenientes na cadeia de valor.

Carlos Neves, CEO da PRIFER

Carlos Neves, CEO da Prifer, destacou o investimento que esta empresa de Albergaria-a-Velha, especializada em soluções globais para a indústria, tem vindo a fazer na Indústria 4.0 e na modernização das suas instalações e parque de máquinas.

O evento contou com a presença da Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann.

Para mais informações visite o site da PRIFER em:

www.prifer.pt

 

AFIA visita Associado que desenvolve soluções de AGV’s

A AFIA, representada pelo secretário-geral, visitou a empresa Associada IMEGUISA tendo sido recebida por Thiago Costa, Marketing Manager.

in AFIA, 29-06-2018


A IMEGUISA projecta, fabrica e instala sistemas de AGVs, conseguindo fornecer soluções para as necessidades gerais da indústria e da logística, possuindo também a capacidade instalada para desenvolver soluções de AGV à medida, para aplicações especiais, isto é, quando uma solução standard não é viável. Este facto, juntamente com a proximidade da assistência técnica fornecida ao cliente, são fortes mais-valias para as indústrias que pretendem automatizar os processos logísticos.

AGV STANDARD IMEGUISA

A IMEGUISA, é uma empresa especialista em Intralogística.  Os serviços prestados visam maximizar a eficiência, a segurança e a rentabilidade de um circuito logístico em instalações industriais e armazéns. Entre as soluções oferecidas pela IMEGUISA encontram-se AGVs, sistemas de comboio logístico para Milk-Run (I-Frame e H-Frame ModulPipeTransport-system), Sistemas para Bordos de linha (Karakuris), Sistemas de Armazenagem suspensa (Shopstock, Transtocker e Ponto-Único), Embalagens especiais para componentes (Contentores Metálicos e Caixas em PP Alveolar – ModulPacking-system), assim como estantes e mobiliário industrial.

A IMEGUISA, Associada da AFIA desde 2013, tem sede em Palmela e o seu sistema de qualidade está certificado pela norma ISO9001.

 

Para conhecer mais informações sobre os AGVs da Imeguisa, ou outras soluções de intralogística, visite o site:

www.imeguisa.pt

CLEPA President: Smart policy avoids dependency on one technology

CLEPA General Assembly confirms work programme and reaffirms leadership team

in CLEPA, 22-06-2018


CLEPA President Roberto Vavassori, speaking at the Association’s General Assembly last week, stressed that CLEPA will continue to make the case for technology neutrality, reaching out to policy makers, other sectors and societal stakeholders alike to build alliances for a holistic approach to decarbonise transport worldwide.

 

“CLEPA favours any and every technology that brings more sustainability to Europe, its citizens, its employees and its companies”, said Vavassori. There is the clear need to adopt an holistic approach to the decarbonisation of mobility. Europe’s automotive suppliers are part of the solution: we are at the same time concerned citizens wanting the best environment, critical consumers looking for the most convenient way to move around, as well as highly engaged employees in the mobility value chain”

 

“As it has been for the last century, we need to assure that the technologies for the mobility of the future continue to come from Europe. There is the need to define what I call the ‘European Way’, where a competitive regulation is an important part of the ecosystem, and the geopolitical context is taken into account. Smart policy avoids dependency on one technology, follows the circular economy principle and directs investments in a sustainable way.”

 

The CLEPA Annual General Assembly, taking place in The Hague, confirmed the activities and work plan of the association, and reaffirmed its leadership team with the election of two new vice-presidents as well as a number of Board of Director mandates. CLEPA members also reinforced the association’s operational structure, updating its governance rules and setting framework conditions to deliver on the organisation’s mission and vision.

The CLEPA focus in 2018 and 2019 will continue to be on the main regulatory dossiers currently going through the EU institution’s. These include the CO2 emission reduction proposals for both passenger cars and trucks, as well as the revision of the General Safety Regulation, which is essential to maintain the EU road safety record and prepare the way for automated driving. In addition, matters related to access to data, research & innovation, type approval, repair and maintenance, materials and substances, international trade developments and many other market access requirements are closely monitored by the association. Several of these topics will move over to the new Parliament and Commission terms, after the European elections in May of next year.

 

Since June 2017, CLEPA has added seven new members, reaching a total of 119 corporate members, 13 national associations and 11 associated members.

The next General Assembly meeting will be organised in Brussels in June 2019.