A AFIA visita a sua Associada COPEFI

A AFIA, representada pelo secretário-geral, visitou a empresa Associada COPEFI tendo sido recebida por João Fleming Torrinha, Director-Geral.

in AFIA, 10-08-2018


A COPEFI, com sede em Braga e fundada no ano de 2001, é uma empresa especializada em engenharia de desenvolvimento de produtos, fabrico de produtos e componentes plásticos para a indústria automóvel.

A COPEFI fornece peças de aspecto interior (visual components), componentes técnicos e mecanismos. As competências da empresa incluem o design, gestão de projectos, desenvolvimento de produtos e engenharia, testes e validação, prototipagem, moldes e produção.

A COPEFI tem a sua actividade internacionalizada, além da fábrica em Braga tem 1 fábrica na Roménia, 1 no México e mais recentemente adquiriu uma fábrica em França. Conta ainda com um escritório na Alemanha.

Como consequência do crescimento e de modo a adaptar-se ao mercado, a COPEFI evoluiu para um modelo de duas divisões altamente especializadas:

  • Automotive Components
  • Engineering & Services

A COPEFI é Associada da AFIA desde 2014 e está certificada pelas normas IATF 16949 e ISO 14001.

A COPEFI marcará presença na IZB – International Suppliers Fair de 16 a 18 de Outubro em Wolfsburg, Alemanha.

 

Para mais informações, consulte o site da COPEFI em:

 

www.copefi.com

 

ou veja o vídeo institucional

 

 

CIP alerta Governo para a necessidade de não repetir erros do passado

O Programa Nacional de Investimentos 2030, lançado pelo Governo em junho, constitui provavelmente a última oportunidade do país para suprir as enormes fragilidades competitivas da ferrovia nacional. Recorde-se que, em relação a Portugal, Espanha “só” tem 30 anos de avanço na construção de rede ferroviária de bitola europeia, com o primeiro troço a ser construído em 1988. Portugal ainda não começou.

in CIP, 19-07-2018


A possibilidade do país se tornar numa “ilha ferroviária”, com os enormes custos associados ao nível da competitividade das empresas portuguesas e do emprego, não podem continuar a ser descurados pelos sucessivos Governos. É urgente seriedade por parte dos decisores políticos no tratamento de uma questão estrutural para o país. “A decisão que for tomada no âmbito do Programa Nacional de Investimentos 2030 irá condicionar a competitividade da economia portuguesa, o emprego e a criação de riqueza, possivelmente em três décadas, ou mais. Trata-se de um investimento estruturante para o país e para as gerações futuras”, alerta Luís Mira Amaral, Presidente do Conselho da Indústria da CIP.

Os planos inscritos no Ferrovia 2020, bem como o recente anúncio do lançamento de concurso para a modernização da Linha da Beira Alta, entre Cerdeira e Guarda, com um valor de 11 milhões de euros, constituem um sinal alarmante do autismo do Governo em relação às necessidades futuras do país. Refira-se que os atuais estudos de tráfego subestimam em larga escala a procura total de transporte ferroviário de mercadorias nas próximas décadas, nomeadamente no Corredor Ferroviário Norte – responsável por mais de 60% das nossas exportações. Não só porque não têm em devida linha de conta a perda de competitividade estimada para a rodovia, por motivos ambientais e energéticos, mas também porque simplesmente ignoram os objetivos fixados, em 2011, pela União Europeia, de ter mais de 50% do tráfego de mercadorias em distâncias superiores a 300 Km transferido da rodovia para os modos marítimo e ferroviário até 2050.

A Espanha investe milhares de milhões de euros do Orçamento de Estado todos os anos na rede ferroviária de bitola europeia, bem como avultados Fundos da UE e planeia manter o ritmo de investimento. As intenções manifestadas publicamente pelo governo espanhol, mas principalmente as verbas investidas e as obras executadas, permitem antecipar que até 2030 ou antes, linhas férreas de bitola europeia aptas para tráfego de mercadorias cheguem aos principais portos e plataformas logísticas de Espanha. Isto permitirá o transporte direto e competitivo de mercadorias entre Espanha e os restantes países da UE além Pirinéus.

Em contrapartida as soluções para as linhas ferroviárias internacionais, que supostamente irão servir o transporte de mercadorias de Portugal para a Europa no século XXI baseiam-se em remendos de linhas do século XIX com traçados em grande parte obsoletos, e em via única, ou seja, com capacidade limitada.

É entendimento do Conselho da Indústria da CIP que o investimento previsto para a modernização da Linha da Beira Alta, não a vai tornar operacional do ponto de vista da competitividade exigida para o transporte de mercadorias, nomeadamente porque o troço é desadequado. Uma orografia com pendentes (inclinações) elevadas e curvas apertadas que limitam a velocidade máxima de comboios com 750 metros (exigidos pela Comunidade Europeia para que a linha seja integrada na Rede Principal), e que são incompatíveis com as condições de interoperabilidade impostas pela União Europeia.

Recorde-se aliás, os resultados obtidos por Portugal na captação dos fundos comunitários CEF (‘Connecting Europe Facility’), com o país a captar apenas 150 milhões de euros, quando estimava angariar 1.250 milhões. Uma das razões para este fiasco foi o facto de, entre 2011 e 2015 o país não ter desenvolvido projetos ferroviários de acordo com os critérios de elegibilidade da União Europeia, sendo um dos quais a introdução de condições de interoperabilidade. Assim, o Conselho da Indústria da CIP recomenda fortemente que se desenvolvam desde já os projetos das linhas férreas internacionais em bi-bitola, sem esquecer a adaptação dos respetivos traçados, desenvolvendo-os o mais possível para maximizar as probabilidades de sucesso a novas candidaturas a Fundos da União Europeia.

É indispensável para o futuro da competitividade da economia nacional que os decisores políticos não repitam os erros de planeamento do passado, nomeadamente ao nível das infraestruturas de transporte, como foi o caso do aeroporto da Ota, que seria construído devido à saturação do aeroporto Humberto Delgado mas que se aturaria ele próprio após 23 anos de funcionamento (de acordo com o próprio Governo que se propunha lançar a obra).

É ainda essencial que o Governo não ignore a opinião de grande parte dos agentes económicos exportadores nacionais. Recorde-se as afirmações da Renova, no último inquérito realizado pela CIP, em relação à ausência de soluções de futuro de transporte terrestre competitivo: “As empresas portuguesas que quisessem continuar a exportar inevitavelmente teriam que deslocalizar a sua produção para outros países europeus que dispusessem de alternativas competitivas de transporte terrestre de mercadorias na ligação aos principais mercados europeus”.

 

Open Day Indústria 4.0 – PRIFER

A Associada da AFIA PRIFER acolheu, 28 de Junho, Open Day subordinado ao tema Indústria 4.0.

in AFIA, 29-06-2018


Os Open Days i4.0, dinamizados pelo IAPMEI e pela COTEC Portugal, integram a iniciativa do Governo Indústria i4.0 e têm como objectivo, por um lado, demonstrar como as empresas podem adoptar os diferentes conceitos deste novo paradigma e, por outro, promover a partilha de experiências entre os vários intervenientes na cadeia de valor.

Carlos Neves, CEO da PRIFER

Carlos Neves, CEO da Prifer, destacou o investimento que esta empresa de Albergaria-a-Velha, especializada em soluções globais para a indústria, tem vindo a fazer na Indústria 4.0 e na modernização das suas instalações e parque de máquinas.

O evento contou com a presença da Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann.

Para mais informações visite o site da PRIFER em:

www.prifer.pt

 

AFIA visita Associado que desenvolve soluções de AGV’s

A AFIA, representada pelo secretário-geral, visitou a empresa Associada IMEGUISA tendo sido recebida por Thiago Costa, Marketing Manager.

in AFIA, 29-06-2018


A IMEGUISA projecta, fabrica e instala sistemas de AGVs, conseguindo fornecer soluções para as necessidades gerais da indústria e da logística, possuindo também a capacidade instalada para desenvolver soluções de AGV à medida, para aplicações especiais, isto é, quando uma solução standard não é viável. Este facto, juntamente com a proximidade da assistência técnica fornecida ao cliente, são fortes mais-valias para as indústrias que pretendem automatizar os processos logísticos.

AGV STANDARD IMEGUISA

A IMEGUISA, é uma empresa especialista em Intralogística.  Os serviços prestados visam maximizar a eficiência, a segurança e a rentabilidade de um circuito logístico em instalações industriais e armazéns. Entre as soluções oferecidas pela IMEGUISA encontram-se AGVs, sistemas de comboio logístico para Milk-Run (I-Frame e H-Frame ModulPipeTransport-system), Sistemas para Bordos de linha (Karakuris), Sistemas de Armazenagem suspensa (Shopstock, Transtocker e Ponto-Único), Embalagens especiais para componentes (Contentores Metálicos e Caixas em PP Alveolar – ModulPacking-system), assim como estantes e mobiliário industrial.

A IMEGUISA, Associada da AFIA desde 2013, tem sede em Palmela e o seu sistema de qualidade está certificado pela norma ISO9001.

 

Para conhecer mais informações sobre os AGVs da Imeguisa, ou outras soluções de intralogística, visite o site:

www.imeguisa.pt

CLEPA President: Smart policy avoids dependency on one technology

CLEPA General Assembly confirms work programme and reaffirms leadership team

in CLEPA, 22-06-2018


CLEPA President Roberto Vavassori, speaking at the Association’s General Assembly last week, stressed that CLEPA will continue to make the case for technology neutrality, reaching out to policy makers, other sectors and societal stakeholders alike to build alliances for a holistic approach to decarbonise transport worldwide.

 

“CLEPA favours any and every technology that brings more sustainability to Europe, its citizens, its employees and its companies”, said Vavassori. There is the clear need to adopt an holistic approach to the decarbonisation of mobility. Europe’s automotive suppliers are part of the solution: we are at the same time concerned citizens wanting the best environment, critical consumers looking for the most convenient way to move around, as well as highly engaged employees in the mobility value chain”

 

“As it has been for the last century, we need to assure that the technologies for the mobility of the future continue to come from Europe. There is the need to define what I call the ‘European Way’, where a competitive regulation is an important part of the ecosystem, and the geopolitical context is taken into account. Smart policy avoids dependency on one technology, follows the circular economy principle and directs investments in a sustainable way.”

 

The CLEPA Annual General Assembly, taking place in The Hague, confirmed the activities and work plan of the association, and reaffirmed its leadership team with the election of two new vice-presidents as well as a number of Board of Director mandates. CLEPA members also reinforced the association’s operational structure, updating its governance rules and setting framework conditions to deliver on the organisation’s mission and vision.

The CLEPA focus in 2018 and 2019 will continue to be on the main regulatory dossiers currently going through the EU institution’s. These include the CO2 emission reduction proposals for both passenger cars and trucks, as well as the revision of the General Safety Regulation, which is essential to maintain the EU road safety record and prepare the way for automated driving. In addition, matters related to access to data, research & innovation, type approval, repair and maintenance, materials and substances, international trade developments and many other market access requirements are closely monitored by the association. Several of these topics will move over to the new Parliament and Commission terms, after the European elections in May of next year.

 

Since June 2017, CLEPA has added seven new members, reaching a total of 119 corporate members, 13 national associations and 11 associated members.

The next General Assembly meeting will be organised in Brussels in June 2019.


PORTUGAL CREE EN NUEVAS OPORTUNIDADES EN MARRUECOS

La industria portuguesa, tanto de automoción como moldista, desplegó una relevante presencia en el Salón de la Subcontratación del Automóvil de Tánger. No es nuevo ver a representantes de Portugal en los eventos organizados en Marruecos y desde la Asociación de Fabricantes para la Industria del Automóvil (AFIA) ya están preparando nuevas acciones para estrechar relaciones entre ambos países.

in AutoRevista nº 2330, Junho 2018


En esta ocasión, AFIA concurrió en colaboración con la Asociación Nacional de la Industria de Moldes, Cefamol, un sector especialmente potente en la economía portuguesa. Ambas entidades también contaron con el apoyo de la homóloga de AFIA en Marruecos, AMICA, así como de la Agencia para Inversión y Comercio Exterior de Portugal, AICEP.

Fuentes de AFIA subrayan que el objetivo de la participación en el salón de Tánger obedece al objetivo de promover acuerdos y relaciones con los constructores de automóviles y con los fabricantes de componentes. También para atender a las necesidades de subcontratación que, según AFIA, se estiman actualmente en un valor de 600 millones de euros, que deben incrementarse hasta los 1.000 en 2020. Según la asociación, estas necesidades abarcan actividades que van desde moldes, estampación, inyección de plásticos, servicios de logística, o medios de control, a servicios de ingeniería, pasando por formación.

La representación portuguesa reunió a la ingeniería Edaetech, especialista en prototipos, procesamiento por láser, maquinaria y medios de control; la empresa de comercio, importación y exportación Uwin; el proveedor de componentes metálicos y subconjuntos Epedal; y los fabricantes de moldes Batista Moldes, Moldit, Moldoeste II, Prifer y CR Moldes, esta última empresa con stand individual.

Desde AFIA consideran que “la promoción de la oferta industrial portuguesa y la identificación de nuevas oportunidades adquiere mayor relevancia cuanto más se intensifica el desarrollo de la industria de automoción en Marruecos”. La asociación subraya el salto cuantitativo de 40.000 unidades fabricadas en 2010 a 376.000 en 2017. Apunta el objetivo a medio plazo de alcanzar la cota del millón de unidades fabricadas en un año, sumando los volúmenes de las dos factorías de Renault y la de PSA en funcionamiento en 2019, a la que hay que sumar la anunciado por el constructor chino BYD.

Marruecos fue el decimosexto destino de las exportaciones de los fabricantes de componentes portugueses por valor de 61 millones de euros en 2017. Por su parte, Portugal importó 51 millones de euros en componentes. Desde AFIA aseguran que la participación en el salón se ha cerrado “con un saldo extremadamente positivo por lo múltiples contactos y visitas recibidas”. El ministro de Industria de Marruecos, Moulay Hafid Elalamy, destacó la importancia de la industria de automoción lusa para la consolidación del tejido industrial marroquí. El pasado mes de diciembre, AFIA y AMICA firmaron un protocolo de colaboración enfocado a la cooperación técnica y comercial, así como a la coordinación de acciones entre ambas entidades.


A AFIA visita a sua Associada FEHST COMPONENTES

A AFIA, representada pelo secretário-geral, visitou a empresa Associada FEHST COMPONENTES tendo sido recebida por HattoFehst, Kathy Fehst e Alexandre Ferreira, CEO, Directora-Geral e Director Comercial, respectivamente.

in AFIA, 19-06-2018


Fehst Componentes, Lda. foi fundada em 1995 após um management buy-out da Grundig Componentes, Lda.

A Fehst Componentes integra o Grupo Fehst, que por sua vez também detém o controlo de um outro Associado da AFIA a Siroco e a Enancer Electrónica:

  • SIROCO, localizada em Aveiro, fornece soluções de automação e robotização para clientes industriais.
  • ENANCER desenvolve e comercializa soluções tecnológicas para Smart Home sob a marca ONLY Smart Home™.

 

A Fehst Componentes é um fornecedor internacional especializado na produção de peças plásticas decorativas para o interior do automóvel. O grupo oferece uma solução completa para a indústria automóvel, que inclui desenvolvimento, gestão do projecto, logística e produção, sob um rigoroso processo de gestão da qualidade.

 

As tecnologias dominadas são:

  • Injecção de plástico
  • Cromagem de peças plásticas
  • Pintura automática e com cura UV
  • Montagem
  • Gravação, estampagem e outros processos

 

A Fehst Componentes, Associada da AFIA desde 2009, tem sede em Braga e está certificada pelas normas ISO/TS 16949 e ISO 14001.

Para mais informações, consulte o site do Fehst Componentes em:

 

www.fehstgroup.com


AFIA visita o grupo SOCEM

A AFIA representada pelo Secretário-Geral visitou o grupo SOCEM tendo sido recebida pelo Administrador, Luís Febra.

in AFIA, 20-06-2018


O grupo SOCEM conta com 32 anos de história e é especializado em soluções de engenharia de moldes.

 

O grupo SOCEM é constituído por:

  • SOCEM ED (Martingança) controla e desenvolve projectos de grande dimensão: engenharia de produto, prototipagem rápida, moldes silicone, moldes protótipos híbridos e de alumínio.
  • SOCEM INPACT (Martingança) design, engenharia de moldes e peças plásticas, prototipagem virtual, prototipagem rápida, moldes protótipos e suportes de medição.
  • SEP-TEC (Martingança) dedica-se à prestação de acabamentos superficiais no processo do molde (polimento, gravura e textura).
  • SOCEM MS (Martingança) produção de moldes até 30T.
  • SOCEM LDA (Martingança) orientada para projectos especiais, tais como, moldes bi-componentes, In Mold Labeling e técnicas de overmolding.
  • SPIM (Martingança) moldes técnicos.
  • SOCEM ITS (Marinha Grande) proporcionar soluções de In Mold Decoration (IMD), injecção por baixa pressão e moldes multimaterial.
  • MAXIPLÁS (Pombal) especializada no processamento de termoplásticos de engenharia.
  • O grupo SOCEM detém ainda uma fábrica no Brasil e outra no México para a fabricação de moldes técnicos.

 

Adão Ferreira visitou ainda a MAXIPLÁS, tendo sido recebido por Lopes da Silva, Director de Engenharia.

 

MAXIPLÁS – Plásticos de Engenharia, Lda.

A MAXIPLÁS é Associada da AFIA desde 2008 e o seu sistema de gestão de qualidade está certificado pelas normas IATF 16949, ISO 9001.

 

Para mais informações, consulte o site do Grupo SOCEM em:

www.socem.pt

 

ou visite o site da MAXIPLÁS em:

www.maxiplas.pt

 


A AFIA participou no ciclo de debates “Azeméis Faz Bem” (vídeo)

No passado dia 12 de Junho, Fernando Ferrinha, membro do Conselho Director da AFIA participou na sessão de encerramento da iniciativa “Azeméis Faz Bem” 2018 .

in AFIA / Azeméis FM Rádio, 18-06-2018


Esta é uma iniciativa da Azeméis FM Rádio e Azeméis TV e desenvolvida em parceria com o jornal Correio de Azeméis e tem como missão debater a actual conjuntura económica e empresarial de Oliveira de Azeméis e do país.

Neste debate além da AFIA intervieram:

  • Rui Cabral — Vice-presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis
  • Patrícia Villas-Boas — Schmidt Light Metal Group
  • Leandro Melo — CTCP – Centro Tecnológico de Calçado de Portugal
  • Carla Ferreira — Farmácia Simões & Bessa

O objectivo primordial deste debate foi promover um espaço de reflexão e discussão, com o tema de fundo:

“Oliveira de Azeméis para o mundo”

  • Oliveira de Azeméis: um dos concelhos mais exportadores do país: balanço da atividade e que desafios enfrenta no futuro;
  • Oliveira de Azeméis: um concelho com vasto e robusto tecido empresarial e líder de mercado em vários setores, além de ser uma referência em tantos outros;
  • Investimento e exportação como chave para o crescimento económico;
  • Mão de obra qualificada crucial para suportar o crescimento da indústria.

https://www.youtube.com/watch?v=ZpsCe4kLnP8 (vídeo)