AFIA / AICEP / CEFAMOL | Salon de la Compétitivité Industrielle Automobile, Kénitra, Marrocos | 24 a 26 de junho de 2026 | Inscrições abertas

No âmbito do projeto de internacionalização “Engineering & Tooling from Portugal”, a CEFAMOL, em parceria com a AFIA e a Delegação da AICEP em Marrocos convidam a participar na feira internacional SALON DE LA COMPETITIVITÉ INDUSTRIELLE AUTOMOBILE, que se irá realizar entre os dias 24 e 26 de junho de 2026, na cidade de Kenitra (Marrocos).

Porquê o SALON DE LA COMPETITIVITÉ INDUSTRIELLE AUTOMOBILE?

É um evento de referência para a indústria automóvel a nível regional, desempenhando um papel crucial no fortalecimento da cadeia de valor e na promoção e integração industrial a nível internacional. Num mercado em forte crescimento e com uma posição estratégica e industrial altamente competitiva, este evento constitui uma plataforma privilegiada para a internacionalização das empresas, o acesso a novos mercados e o acompanhamento das tendências e desafios do setor automóvel.

As empresas interessadas em integrar a comitiva nacional, deverão realizar o seu registo no formulário da CEFAMOL, bastando para o efeito clicar em INSCREVER AQUI.

As condições de participação podem ser consultados no mesmo formulário. Este registo é vinculativo, aplicando-se os critérios de elegibilidade presentes no formulário.

Deadline para inscrição: 18 de março!

Esta ação está enquadrada no projeto de internacionalização Engineering & Tooling from Portugal 25-26 e irá permitir às PME participantes que respeitem os critérios de elegibilidade, um incentivo financeiro que pode chegar aos 50% das despesas elegíveis.

.

 

 

.


.

Stellantis Madrid ensamblará las baterías para el Opel Corsa y Lancia Ypsilon de Zaragoza desde julio de 2027

Desde julio de 2027 está previsto que Stellantis Madrid absorba el ensamblaje de baterías para el Opel Corsa y el Lancia Ypsilon de Zaragoza, según ha podido saber ‘La Tribuna de Automoción’. Este suministro se mantendrá hasta febrero de 2028, en el caso del primer modelo, y hasta 2030, en el del segundo, puesto que se trata de pilas para la plataforma CMP.

in La Tribuna de Automoción, por Pablo M. Ballesteros, 09-03-2026


La nave de ensamblaje de baterías de Stellantis Madrid que, en la actualidad opera a un turno con una producción de unas 14 unidades diarias, prevé un aumento de actividad en el próximo ejercicio. Esto se debe a que en julio de 2027 la fábrica de la automovilística en Zaragoza empezará a montar en serie el Peugeot 208, con la plataforma STLA Small, por lo que la factoría maña ya no hará pilas para los eléctricos de la actual arquitectura CMP sino que se centrará en la nueva.

Sin embargo, el Opel Corsa se seguirá haciendo sobre esta base hasta febrero de 2028 y el Lancia Ypsilon hasta 2030, por lo que las versiones cero emisiones todavía necesitarán este tipo de baterías. Aquí entra en juego el centro de Villaverde que será el encargado de suministrar estos componentes a Figueruelas, según ha podido saber La Tribuna de Automoción.

Aunque no supondría un gran impulso a la actividad de Stellantis Madrid, porque ahora entre los tres coches se hacen 30 unidades a la hora en Aragón, con un único equipo de trabajo —es decir, unas 225 al día, a las que habría que descontar las del Peugeot 208, que se harán en Zaragoza—, implicaría lograr más actividad para una planta que desde el 1 de enero de este año está a un turno, después de que Stellantis suprimiera el de tarde, tras las navidades de 2025.

¿También las baterías de Stellantis Vigo?

Relacionado con esta actividad, la empresa había comunicado a los trabajadores de Madrid que la nave de baterías pasaría a estar a dos turnos desde marzo, pero se ha cancelado esta medida sin fecha. Esto se debe a que para este mes la previsión es que se haga menos de un 5% de la versión eléctrica de los 5.500 coches totales que se han fijado para marzo —para lo que activan un turno los sábados 14 y 28—. Como se informaba al principio de la noticia, solo serán necesarias unas 14 baterías diarias.

Además de las de Zaragoza también se baraja que las pilas de Stellantis Vigo para la plataforma CMP también se suministren desde Madrid, pero esta publicación no ha podido confirmar este aspecto. Sin embargo, sí que se están haciendo cálculos para ver si compensa tener dos fábricas a medio gas o unificarlo en Villaverde.

Cabe recordar que la fábrica de Stellantis en Madrid no pasa por su mejor momento. Al hecho de que aún no ha conseguido que se le adjudique un nuevo modelo que dé viabilidad a la factoría, una vez que se marche el Citroën C4 —y su versión X— a Kenitra (Marruecos), se le junta que, por ahora, este coche no está entre los elegidos para alargar la actual plataforma CMP dos años para su versión de combustión.

Stellantis Madrid, planta de apoyo a Zaragoza

De esta forma, tal y como adelantó esta publicación, en 2029 la planta del sur de la capital se quedará sin actividad a menos que en estos tres años se le otorgue un nuevo proyecto. Entre las cuestiones que se estarían valorando, como ya ha informado este periódico en los últimos meses, está que sirva de complemento del centro de Figueruelas (Zaragoza), de la misma forma que Mangualde (Portugal) lo es de Vigo.

Para ello, tendría que adaptar sus instalaciones a la nueva base de la STLA Small o a la de Leapmotor, puesto que la aragonesa va a hacer cuatro modelos de la marca china, en la línea 2.

Sin embargo, antes de que se sopese cuál será su futuro dentro de la producción de vehículos, ya hay un aspecto en el que se ha decidido que sirva de apoyo a Stellantis Zaragoza, como es la producción de baterías para la plataforma CMP del Opel Corsa, hasta febrero de 2028 y al Lancia Ypsilon, hasta 2030.


Guerra no Irão pode afetar encomendas na indústria portuguesa de moldes

A instabilidade em torno da guerra poderá ter efeitos indiretos na indústria portuguesa de moldes. O aumento do custo das matérias-primas e um possível abrandamento no lançamento de novos produtos em setores como o automóvel ou a eletrónica podem reduzir novas encomendas.

in O Jornal Económico, por Teresa Cotrim, 09-03-2026


O setor português dos moldes, fortemente orientado para a exportação, poderá sentir impactos indiretos decorrentes da instabilidade geopolítica associada ao conflito envolvendo o Irão. Embora a indústria dependa sobretudo de eletricidade — e, portanto, esteja menos exposta às oscilações imediatas do preço dos combustíveis fósseis — há efeitos colaterais que já começam a preocupar o setor.

Manuel Oliveira, secretário-geral da Cefamol, associação que representa a indústria portuguesa de moldes para plásticos acompanha com atenção a evolução do contexto internacional, explica que a dependência energética das empresas do setor está maioritariamente ligada à eletricidade, o que atenua parcialmente os impactos diretos das flutuações no preço do gás e do petróleo.

Ainda assim, a cadeia de valor não fica imune. Uma parte significativa das empresas está concentrada na região da Marinha Grande e Oliveira de Azeméis, onde muitas unidades industriais têm investido em sistemas de autoconsumo com painéis solares para reduzir custos energéticos. No entanto, uma tempestade recente provocou danos em algumas dessas instalações fotovoltaicas, destruindo painéis e afetando temporariamente a capacidade de produção de energia própria em várias fábricas.

Mais preocupante, porém, é o efeito indireto da instabilidade no mercado das matérias-primas. O aumento do preço do petróleo tem reflexos imediatos no custo dos plásticos, um material essencial para a atividade do setor, uma vez que muitos polímeros são derivados petroquímicos. Esta pressão sobre os custos pode reduzir margens e tornar mais cauteloso o investimento por parte dos clientes finais.

O impacto pode também fazer-se sentir do lado da procura. A indústria de moldes posiciona-se no início da cadeia produtiva: fabrica as ferramentas que permitem produzir peças plásticas utilizadas numa vasta gama de setores. “Caso se verifique um abrandamento no lançamento de novos produtos — cenário possível em contextos de incerteza económica — as encomendas de novos moldes tendem igualmente a diminuir”, vaticina o secretário-geral da Cefamol.

Entre os setores potencialmente mais afetados estão o automóvel, os dispositivos médicos, as embalagens e a eletrónica, áreas que dependem fortemente da inovação de produto e do lançamento frequente de novas referências no mercado.

Com forte exposição ao exterior e clientes espalhados por vários continentes, a indústria portuguesa de moldes está particularmente sensível às oscilações da economia global. Qualquer travagem no investimento industrial ou no desenvolvimento de novos produtos nos principais mercados internacionais poderá refletir-se rapidamente nas carteiras de encomendas das empresas nacionais. Para já, o setor acompanha a evolução do cenário geopolítico, consciente de que, mesmo sem impacto energético direto significativo, os efeitos indiretos podem chegar rapidamente a uma indústria que vive, sobretudo, do dinamismo dos mercados globais.


 

Custos indiretos devido a conflito preocupam o setor automóvel

Expectativa. Este é o sentimento dominante na fileira automóvel nacional em relação à guerra desencadeada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão no passado fim de semana. As maiores dificuldades deverão ser sentidas pela indústria de componentes.

in Jornal de Negócios, por Pedro Curvelo, 06-03-2026


A guerra no Médio Oriente e o condicionamento do estreito de Ormuz, estratégico para os fluxos principalmente de petróleo e gás natural, ameaça abalar os setores económicos de forma transversal, uma vez que os custos energéticos deverão aumentar, pressionando igualmente todas as operações de transporte e logística. Em Portugal, a fileira automóvel – quer os construtores de veículos quer os fabricantes de componentes – indica que o impacto direto não se está a fazer sentir.

“Em termos de produção ou abastecimento de componentes não estamos a sentir qualquer efeito”, diz ao Negócios fonte oficial da Volkswagen Autoeuropa, a maior fábrica automóvel em Portugal. Ainda assim, “tal como todos os setores”, a unidade de Palmela poderá sofrer com o aumento dos custos energéticos, sendo que no caso do gás o impacto é mais direto, uma vez que é utilizado na unidade de pintura. De resto, os custos logísticos mais elevados, por via dos combustíveis mais caros e aumento dos preços dos fretes, são outro fator a considerar.

A Stellantis de Mangualde, a segunda maior fabricante em solo nacional, afina pelo mesmo diapasão. “Impacto direto não sentimos, de todo”, diz ao Negócios fonte oficial da fábrica beirã. Já quanto a uma pressão pelos combustíveis mais caros e, consequentemente, em toda a logística e transporte, a fábrica de Mangualde antecipa que serão sentidos. “Será algo a que nenhum setor conseguirá escapar”, refere a mesma fonte.

“Algumas das empresas de componentes utilizam o gás natural na sua produção. JOSÉ COUTO Presidente da AFIA.

Fabricantes de componentes veem margens sob ameaça

Sob maior pressão está a indústria de componentes para o setor automóvel, que já passou por uma situação semelhante devido à escalada nos preços da energia em 2022, devido à invasão da Ucrânia, que deixou as empresas do setor com as margens “esmagadas”.

“Os nossos associados não conseguem passar, no curto prazo, o aumento dos custos para os preços aos clientes finais. A única opção é absorver os maiores custos com combustíveis e logística”, assinala ao Negócios o presidente da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA), José Couto.

A principal ameaça, tal como para as construtoras automóveis, vem dos combustíveis mais caros, embora o responsável ressalve que “algumas das empresas de componentes utilizam, por exemplo, o gás natural na sua produção”.

Lembrando que as empresas localizadas nas regiões de Coimbra e Leiria já tinham sofrido com o comboio de tempestades que atingiu o país no mês passado, José Couto diz esperar que o Governo adote medidas que permitam mitigar o impacto do aumento do preço dos combustíveis para o setor, até porque as empresas portuguesas exportam grande parte da sua produção, principalmente para a Europa, utilizando, em bastantes casos, o transporte rodoviário.

Sem se aventurar em “futurologia”, José Couto espera que os especialistas – que apontam para que o conflito seja relativamente curto e que o impacto nos preços do petróleo e gás natural seja limitado – estejam certos.


Volvo Cars is expanding production to meet strong EX60 demand

Volvo Cars is increasing 2026 production volumes for its fully electric EX60 SUV, on the back of strong customer demand for the car in its home market of Sweden and other key markets such as Germany.

in Volvo Cars, 04-03-2026


Barely a month after the car’s public reveal, nearly all major European markets are reporting retail orders considerably higher than internal forecasts. This includes over 3,000 orders in Sweden alone, helped by a new Care offer designed for simplicity, transparency and precision, as well as the inclusion of three years of free home charging.

The pace of the order intake is also significantly higher than it was for the EX30 small SUV after its global reveal in 2023, a car in a high-volume segment with a lower price point.

What makes the order intake particularly noteworthy is that so far, order books are only open in European markets. US order books for the EX60 will open later this spring.

While Volvo Cars will prioritise a steady and prudent ramp-up of EX60 production that aims to secure high-quality production, it is now planning an increase in production of the EX60 at its Torslanda plant in Sweden.

Volvo Cars is currently engaged in a dialogue with relevant labour unions, with the aim of keeping the Torslanda open for one extra week in the summer, which would be the first time in the company’s history.

“That so many customers ordered the EX60 in the first month has surpassed our expectations, and it’s a good ‘problem’ to have,” says Erik Severinson, chief commercial officer at Volvo Cars. “We are very encouraged to see such strong demand for our game-changing electric SUV, and we are now reviewing our production plans for 2026, as we gear up for the start of customer car production next month.”

The EX60, revealed to almost universal acclaim at the end of January, is designed to be a game changer for Volvo Cars and its customers. It delivers class-leading range, charges as fast as a regular stop for coffee and fuel, and is priced in line with the company’s best-selling XC60 plug-in hybrid.?Read more about the EX60 here.

The small print

  • Range figures are preliminary and based on WLTP testing standards obtained under specific testing conditions for the Volvo EX60. Actual range can vary depending on charge level, car specification, outdoor temperature, battery temperature, weather, topography, driving style and car speed.
  • Charging times can vary and depend on various factors such as outdoor temperature, battery condition and car condition. Charging times mentioned in this press release are based on testing at 400 kW charging facilities.

Stellantis amplía la producción en Vigo y Zaragoza con la plataforma CMP hasta 2032

Las factorías de Stellantis en Vigo y Zaragoza van a seguir fabricando con la plataforma CMP hasta al menos 2032, dos años más de lo previsto hasta ahora, después de que el grupo haya decidido finalmente que la nueva arquitectura STLA Small sea exclusivamente eléctrica y que la primera se dedique a las versiones térmicas e híbridas de los Peugeot 2008 y 208 y Opel Corsa.

in La Tribuna de Automoción, por Ignacio Anasagasti , Pablo M. Ballesteros, 04-03-2026


Stellantis acaba de aprobar una extensión de la producción en sus plantas de Vigo y Zaragoza con la plataforma CMP de dos años, lo que supondrá que siga empleándose, como poco, hasta 2032, según han confirmado a La Tribuna de Automoción fuentes del sector conocedoras de los planes industriales del consorcio francoitaliano.

Este proyecto, que se denomina internamente long life, afectaría, a priori, al Peugeot 2008 (P24, en la nomenclatura técnica de la compañía), que se ensambla en el Sistema 1 de la factoría gallega, y a los Peugeot 208 (P21) y Opel Corsa (P2JO), que se hacen en el centro aragonés, de acuerdo con las mismas fuentes. Aparte de este par de modelos de Figueruelas, el Lancia Ypsilon también se monta con la misma arquitectura, y el ciclo de vida que tendría asegurado sería hasta al menos 2030.

La decisión de Stellantis de alargar la CMP y fabricar sobre ella las versiones térmicas e híbridas se ha adoptado implementando un nuevo giro en su estrategia industrial, puesto que la nueva STLA Small que se introducirá en Vigo y Zaragoza se destinará únicamente para producir coches eléctricos, como se había planteado inicialmente, dejando de lado su enfoque multienergía que se acabó imponiendo hace unos años ante la evolución más lenta de lo esperado de la electromovilidad en Europa.

Menos inversión para Stellantis

Con el escenario actual de implantación más progresiva de los VE y de flexibilización por parte de la UE de las regulaciones ambientales, la compañía habría llegado a la conclusión de que le resultaría más interesante el nuevo enfoque en términos económicos, al suponer una menor inversión.

Y es que la plataforma STLA se configuró solo para cero emisiones, estando muy optimizada para ello —si se hiciera multienergía, requeriría de múltiples modificaciones—, mientras que la actual CMP ya está preparada para equipar diferentes motorizaciones.

La ampliación del ciclo de vida de esta última arquitectura no será testimonial en cuanto a la carga de trabajo que generará, puesto que Stellantis habría calculado al menos un volumen anual de alrededor de 120.000 unidades para cada uno los tres vehículos de Vigo y Zaragoza, según indican a La Tribuna de Automoción fuentes sectoriales. En el caso del Peugeot 208, esta cifra se repartirá entre las instalaciones aragonesas y las marroquíes de Kenitra, que al fabricar actualmente una parte de este urbano se beneficiará también del proyecto long life.

Stellantis Madrid, al margen del proyecto ‘long life’

Aunque la decisión de extender dos años más la CMP podría haber significado un balón de oxígeno para la planta de Madrid —ensambla bajo esta estructura los Citroën C4 y C4 X—, todo hace indicar que Villaverde no entrará dentro de esta ecuación al menos por lo que le constan a las fuentes del sector consultadas.

En este sentido, el fin de la producción en la fábrica de la capital seguiría siendo en 2029 —se estarían analizando alternativas de futuro, como aseguró el constructor el año pasado—. La nueva generación de los dos automóviles de la marca de los chevrones se hará, como adelantó este periódico, en Kenitra, aunque su arranque no estaría necesariamente solapado con esa última fecha. De hecho, hay fuentes del sector que señalan que la producción en serie está programada para finales de 2027 o principios de 2028 con la plataforma Smart, tomando como referencia al Fiat F2U.

No estaría claro, por tanto, si el lanzamiento en las instalaciones marroquíes será inicialmente solo con mecánicas eléctricas, dejando desde entonces a las madrileñas más de un año de actividad con las motorizaciones térmicas.

La CMP y la STLA Small convivirán más tiempo en Stellantis Vigo y Zaragoza

La extensión de la duración en Vigo y Zaragoza de la CMP, que supondrá que se haga sobre la arquitectura un fuerte restyling para igualar la estética de los coches de combustión e híbridos a las nuevas generaciones cero emisiones con la STLA Small, hará que ambos esqueletos convivan durante más años.

En el centro gallego, la industrialización de la nueva plataforma eléctrica para el Peugeot 2008 estaría prevista para abril de 2028, mientras que en el aragonés, el inicio en serie del Peugeot 208 sería en julio de 2027 y del Opel Corsa en febrero de 2028 —en el proyecto se barajaba hacer también el DS3 desde 2029, aunque seguramente el coche no se producirá—.

La fase de maduración de los nuevos Peugeot 208 y Opel Corsa se realizará en la planta francesa de Sochaux

La implementación más temprana de la STLA Small en Figueruelas ha significado que esta factoría tenga ya más avanzado el proyecto, habiendo ya preparado la línea 1 para la producción con ella —la actividad en la 2 ya se ha suspendido hasta agosto para acometer adaptaciones para fabricar los modelos de Leapmotor, que consisten en actuar sobre los niveles de altura del proceso fabril y en ajustar los pulpos, debido a que la arquitectura de la marca china es más ancha—.

Respecto a las nuevas generaciones del 208 y Corsa eléctricos, la fase de maduración en la que se producen los prototipos se realizará en el edificio piloto de la planta francesa de Sochaux, según indican a La Tribuna de Automoción fuentes del sector.

Con el Peugeot se trabajará en ello desde la semana 17 hasta la 42, transfiriéndose esta operativa a Figueruelas en la 43, que completará los hitos de preseries hasta iniciar el montaje en serie en julio de 2027. Esta misma dinámica, aunque con una calendarización diferente, se seguirá con el Opel, de cuyo diseño se ha encargado el centro alemán de Rüsselsheim.


AFIA acompanha visita de empresas à 33.ª edição da BIEMH

A AFIA a convite do Bilbao Exhibition Centre (BEC) promoveu pela quarta vez consecutiva a visita de empresas portuguesas à BIEMH – Bienal Internacional de Máquina Ferramenta, (Bilbau-Espanha).

in AFIA, 06-03-2026


Pôr a tecnologia ao serviço da produtividade industrial é essencial para resolver com eficiência problemas de fabrico complexos e poder avançar num mercado cada vez mais competitivo. Por esta razão, produtos, máquinas, equipamentos 3D, maquinagem e ferramentas integram hoje em dia a mecânica da precisão, a eletrónica avançada e a digitalização.

É neste contexto que a 33.ª BIEMH, 2 a 6 de março, se apresentou, sob o mote “You Make It Big”, onde as empresas expositoras exibiram as tecnologias mais disruptivas e as empresas visitantes poderem ver como aplicar os mais recentes avanços nos seus próprios equipamentos e serviços.

A feira ocupou os 6 pavilhões do recinto, com mais de 1500 expositores oriundos de 34 países.

Entre os expositores portugueses encontra-se a Socem ED (do Grupo SOCEM), que veio à feira mostrar as suas soluções em manufatura aditiva.

A Delegação da AFIA integrou 4 empresas CATRAPORT, FELINO, MICROPLÁSTICOS e MICROTOOLS e que tiveram oportunidade de ver in loco as novidades e tecnologias que estão a marcar o futuro da indústria, nas áreas de máquinas e ferramentas, robótica, digitalização e sustentabilidade.

A próxima edição da BIEMH terá lugar entre os dias 6 e 10 de março de 2028.

.


.

SOBRE A AFIA

  • A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
  • A indústria de componentes para automóveis em Portugal agrega cerca de 360 empresas e emprega diretamente 62.000 pessoas. Fatura 14,1 mil milhões de Euros (ano 2025), com uma quota de exportação direta na ordem dos 85%.
  • Em termos de importância na economia nacional, representa 5,0% do PIB, 8,8% do emprego da indústria transformadora, 12,0% do valor acrescentado bruto da indústria transformadora, 14,8% do investimento total da indústria transformadora e 15,3% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

.


.

Comissão propõe Lei do Acelerador Industrial para reforçar a indústria e criar emprego na Europa

A Comissão Europeia adotou hoje uma proposta legislativa para aumentar a procura de tecnologias e produtos hipocarbónicos produzidos na Europa. Lei do Acelerador Industrial (IAA) impulsionará a indústria transformadora, fará crescer as empresas e criará postos de trabalho na UE, apoiando simultaneamente a adoção pela indústria de tecnologias mais limpas e preparadas para o futuro.

in Comissão Europeia, 04-03-2026


Em conformidade com as recomendações do relatório Draghi, o AIA introduz requisitos específicos e proporcionados «fabricados na UE» e/ou hipocarbónicos para os contratos públicos e os regimes de apoio público. Estas serão aplicáveis a determinados setores estratégicos, nomeadamente o aço, o cimento, o alumínio, os automóveis e as tecnologias de impacto zero, estabelecendo simultaneamente um quadro que pode ser alargado, se for caso disso, a outros setores com utilização intensiva de energia, como os produtos químicos. Tal reforçará as capacidades de produção europeias e aumentará a procura de tecnologias e produtos limpos produzidos na Europa. O ato inclui a obrigação de os Estados-Membros criarem um processo único de licenciamento digital para acelerar e simplificar os projetos de fabrico.

O AIA visa aumentar a criação de valor na UE, reforçando a nossa base industrial num contexto de crescente concorrência desleal a nível mundial e de dependência crescente de fornecedores de países terceiros em setores estratégicos. Por conseguinte, representa uma estratégia de apoio ao crescimento económico, à prosperidade e à segurança a longo prazo. Em 2024, a indústria transformadora representou 14,3 % do PIB da UE e, por conseguinte, desempenha um papel vital na resiliência económica, no ciclo de vida da inovação e no tecido social da Europa. A lei estabelece o objetivo de aumentar a quota-parte da indústria transformadora no PIB da UE para 20 % até 2035.

Ao mesmo tempo, a UE continua a ser um dos mercados mais abertos do mundo e está empenhada em manter essa abertura como uma fonte fundamental de força económica e resiliência. A proposta incentiva uma maior reciprocidade na contratação pública, proporcionando igualdade de tratamento aos países que oferecem às empresas da UE acesso aos seus mercados, em consonância com o relatório Draghi. Considera-se que os conteúdos provenientes de parceiros com os quais a União tenha celebrado um acordo que estabeleça uma zona de comércio livre ou uma união aduaneira, ou que sejam partes no Acordo sobre Contratos Públicos, e quando existam obrigações pertinentes da União ao abrigo desse acordo, são originários da União. Para outras intervenções públicas, nomeadamente regimes públicos e leilões, os parceiros podem ser abrangidos pelo âmbito de aplicação do AIA se tiverem um acordo de comércio livre ou uma união aduaneira com a UE.

Embora permaneça aberto ao investimento direto estrangeiro, o AIA estabelece condições para grandes investimentos em setores estratégicos superiores a 100 milhões de EUR em que um único país terceiro controla mais de 40 % da capacidade de produção mundial. Esses investimentos devem criar empregos de elevada qualidade, impulsionar a inovação e o crescimento e gerar valor real na UE através da transferência de tecnologias e conhecimentos, bem como do cumprimento dos requisitos em matéria de conteúdos locais. Devem também garantir um nível mínimo de emprego europeu de 50 %, assegurando que as empresas e os cidadãos beneficiem, juntamente com os investidores, do acesso ao mercado único. Ao fazê-lo, o AIA reforça a segurança económica da UE e a resiliência da cadeia de abastecimento.

O ato legislativo sobre o acelerador industrial tira partido dos pontos fortes do mercado único:

Apoiar os mercados-piloto de produtos «fabricados na UE» e de produtos hipocarbónicos

O AIA introduz preferências «fabricadas na UE» e hipocarbónicas nos contratos públicos e nos regimes de apoio público para impulsionar a procura de produtos industriais europeus — cimento, alumínio a tecnologias de impacto zero, como baterias, energia solar, eólica, bombas de calor e energia nuclear. Para o aço, a lei propõe preferências hipocarbónicas específicas para criar procura no mercado. Esta medida dará confiança e previsibilidade aos investidores, impulsionando a inovação e fazendo do aço limpo uma parte central do futuro industrial da UE. A utilização estratégica dos fundos públicos apoiará os investimentos na UE, reforçando assim o acesso a produtos hipocarbónicos e salvaguardando a competitividade.

Assegurar que os investimentos diretos estrangeiros trazem valor para a UE

A UE continua a ser um dos principais destinos dos investimentos diretos estrangeiros (IDE), acolhendo quase um quarto do volume mundial de IDE em 2024. A fim de assegurar que o IDE reforça as cadeias de abastecimento da UE, promove a transferência de tecnologias e apoia a criação de emprego de qualidade, o AIA introduz condições para investimentos superiores a 100 milhões de EUR em setores emergentes, como as baterias, os veículos elétricos, a energia fotovoltaica e as matérias-primas críticas.

Simplificar o licenciamento

No âmbito da agenda de simplificação da Comissão, o AIA racionaliza e digitaliza os procedimentos de licenciamento de projetos industriais. Tal inclui a introdução de um «balcão único» digital único com prazos claros, bem como o princípio da aprovação tácita nas fases intermédias do processo de concessão de licenças para projetos de descarbonização com utilização intensiva de energia.

Impulsionar a produção sustentável

O IAA introduz Áreas de Aceleração Industrial concebidas para permitir a simbiose industrial e incentivar a criação de clusters de projetos de fabrico limpo. A criação desses polos facilitará os investimentos em infraestruturas energéticas essenciais e promoverá licenças a nível de toda a zona. Os projetos nestas áreas beneficiarão da definição de perfis com investidores e do apoio ao desenvolvimento de competências.

Próximas etapas

O regulamento proposto será negociado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia antes da sua adoção e entrada em vigor.

Antecedentes

A presente iniciativa é uma proposta de regulamento. Foi anunciado no Pacto da Indústria Limpa e na comunicação conjunta do ano passado sobre o reforço da segurança económica da UE. Além disso, dá seguimento ao relatório Draghi, criando uma procura na UE de produtos limpos e fabricados na UE e de tecnologias essenciais através de contratos públicos e regimes de apoio.

Para mais informações

.


.

 

Pujol (Sernauto y Ficosa): «Seguramente van a venir dos fabricantes chinos más» a hacer coches en España

«Tenemos dos fabricantes chinos y van a venir seguramente dos más» a hacer coches en España, según predijo el presidente de Sernauto, Javier Pujol, durante la clausura del Congreso de Faconauto, celebrado entre el 4 y el 5 de marzo. Esta noticia es positiva, porque el líder de Anfac y alto cargo de Renault, Josep María Recasens, recordó que en España se fabrican 400.000 vehículos menos al año que antes de la pandemia. Además, en el mismo foro, el CEO de Audi SAIC apostó que el mercado chino va a seguir creciendo porque mientras que la tasa de automóviles por cada 1.000 habitantes es de 600 en Europa en China aún está en 200.

in La Tribuna de Automoción, Pablo M. Ballesteros, 06-03-2026


El presidente de Sernauto, Javier Pujol, ha adelantado que «tenemos dos fabricantes chinos y van a venir seguramente dos más» a hacer coches en España. Además, en relación a las nuevas inversiones, ha añadido que «no podemos caer en la autocomplacencia, pero es un éxito con mayúsculas, en el sentido de que no tenemos ningún OEM nacional, pero sí que tenemos tres fábricas de baterías y está a punto de cerrar la cuarta».

Durante la clausura del 35º Congreso de Faconauto, que empleó el lema Tú decides, el también CEO de Ficosa ha señalado que «hay muchas posibilidades de hacer asociaciones con la industria china, pero que hay que escoger bien porque no pensemos que van a ganar los que tengan más tradición o más tamaño, hay nuevos actores con grandes tecnologías, con maneras disruptivas de fabricar y de vender».

De esta forma, las marcas chinas empiezan a devolver la visita que los fabricantes europeos hicieron hace décadas al gigante asiático y que durante años este mercado aportó el 40% – 50% de los beneficios en sus cuentas de resultados. Si bien, entonces había que constituir joint ventures con socios locales, con unas reglas muy estrictas.

Este es uno de los aspectos que están cambiando, pero no solo. El directivo catalán ha recordado que mientras que antes los planes empresariales se hacían a cinco años vista, ahora están revisándolos cada tres meses y una prueba de ella es lo que está ocurriendo en Oriente Medio.

Los aranceles a los VE chinos no han impactado en el mercado
Pujol, además de recordar que el 80% de las tierras raras del mundo se procesan en China, señaló que este país es muy bueno planificando y fijando objetivos comunes. Además, de haber muchos márgenes en los coches que venden en Europa, lo que les permite que, con «unos aranceles del 35%», no se hayan resentido sus ventas. La capacidad de establecer precios bajos, a su vez, lleva a una presión sobre el mercado.

Con ello, «va a venir una guerra precios a una velocidad más alta de lo que nosotros pensamos, porque sigue habiendo un gap de competitividad entre Europa y China». «Debemos aprender de las acciones de China para ser más competitivos».

La respuesta de España, a su juicio, va por buena línea porque debe ser trabajar «en común. Es el ejemplo que podemos mostrar a Europa que es posible», a lo que se une que «tenemos un ecosistema de talento tremendo que hay que aprovechar para poder seguir transformando la industria».

China va a seguir creciendo, según el CEO de Audi SAIC
Con los principales mensajes del Congreso de Faconauto, celebrado el 4 y el 5 de marzo, girando sobre la llegada de los chinos, la intervención del CEO de Audi SAIC, Fermín Soneira, era crucial para hablar de esta cultura sobre el terreno.

Entre los mensajes del directivo destaca que, a pesar de que se ha ralentizado el crecimiento de China, en parte porque mientras que antes los eléctricos pagaban un 0% de impuestos desde el 1 de enero tienen que abonar un 5% —en los de combustión es un 10%—, el mercado en este país va a seguir al alza porque hay una tasa de 200 coches por mil habitantes y en Europa es de 600.

Eso, además del menor coste de los coches, explica porqué la media de edad de los compradores chinos es de 34 años, mientras que en el viejo continente es de 56. También que el 60% de las adquisiciones que se hacen en el país del dragón son de clientes que compran un coche por primera vez, mientras que en Europa estos representan solo uun 1%.

42 nuevas marcas chinas desde 2020
A nivel tecnológico, China también va muy por delante y se calcula que en 2030 el 35% de las matriculaciones equiparán un nivel 3 de autonomía, mientras que en Europa es un 8%. En el plano menos especulativo, mientras que el 27% de nuestro mercado lo aportaron los coches enchufables, en la nación asiática fue de un 58%.

En este punto Soneira —La Tribuna de Automoción conversó con el directivo asturiano posteriormente y la entrevista se publicará en la edición en papel— recordó que en 2020 los eléctricos representaban un 6% del mercado chino y la previsión es que en 2030 alcance un 80%.

En cifras, también señaló que, en el mercado en el que él trabaja, desde 2020 se han creado 42 marcas, frente a las 0 europeas (la última fue Cupra, rememora, en 2018). Esto se traduce en que allí hay 1.278 nuevos modelos al año y en Europa, 128. No obstante, admitió que va a haber una consolidación, lo que implicará una reducción del número de marcas, porque hay «una percepción de exceso de capacidad» y porque las empresas presentan una gran volatilidad.

El CEO de Audi SAIC, que ha mostrado su «confianza en el sector europeo» y ha apuntado a «un futuro brillante» para él, ha señalado que el mercado de la UE es apetecible para las marcas foráneas porque es rentable y da prestigio.

Sobran 10 fábricas al año en Europa
Por su parte, el presidente de Anfac, chief strategy Product and Program Management Oficcer de Renault Group y presidente de Renault Group España, Josep María Recasens, que ha recordado que nunca antes el sector se había enfrentado a tantos desafíos de forma simultánea, algo que es más difícil para los fabricantes tradicionales, ha señalado que es muy difícil saber cómo será el sector en 2035, lo que sí tiene claro es que todo va a pasar de una forma más rápida y más profunda de lo que se piensa.

Además, ante un mercado local estancado, lejos de la época precovid —con China vendiendo más que la suma de Europa y EEUU—, el único vector de crecimiento que hay en Europa es el de los vehículos eléctricos.

Esta falta de dinamismo se hace sentir en que todas las regiones crecen menos la nuestra, que produce cuatro millones menos de vehículos que antes de la pandemia, lo que supone un excedente de 10 fábricas, mientras que España hace 400.000, que es como parar una planta.

Asimismo el ejecutivo ha coincidido con la apreciación de la secretaria general de los fabricantes europeos de ACEA, Sigrid de Vries, y afirmó que uno de cada cuatro ingenieros de Renault están dedicados a adaptar los coches a la regulación europea.

Apuesta inequívoca por el coche eléctrico del Gobierno español
En representación de la Administración participaron el secretario de Estado de Industria, Jordi García Brustenga, y su homólogo de Energía, Joan Groizard. Mientras que el primero desgranó el Plan Auto+, el segundo recordó que la soberanía en materia energética se consigue con coches eléctricos, puesto que consumen la luz que se genera con el sol y el viento español y no con la importación de barriles de petróleo, que ha cifrado en 611 millones de toneladas en 2025.

En este sentido, Groizard recordó que el crecimiento económico es frágil porque depende de energía que no controlamos y que la volatilidad del petróleo se está viendo en estos días con la guerra que arrancó el sábado 28 de febrero con el ataque de EEUU e Israel a Irán.

Asimismo, el político balear subrayó el dato que adelantó esta publicación de que el 60% de los coches eléctricos que se venden en España lo compran los particulares y ha subrayado que apostar por los vehículos de combustión supondría «vivir unos años gloriosos» de camino hacia la nada.


ACEA sets out critical conditions for a stronger EU automotive package

Against the backdrop of intensifying global competition, fragile supply chains, and rising protectionism, the European Automobile Manufacturers’ Association (ACEA) Light-Duty Vehicle Board met today to assess the conditions required for Europe to maintain its global automotive leadership.

in ACEA, 05-03-2026


Ola Källenius: “Europe risks losing its edge, both as an attractive place to invest and as an industrial location, with significant consequences for jobs and innovation unless we can find a better way to synchronise climate ambition, business reality, and global competitiveness. At today’s ACEA Light-Duty Vehicle Board meeting, everyone agreed that decarbonisation is the way forward and that the flexibility proposed in the automotive package in December is welcome, but that it is insufficient to transform the automotive industry in the real world. European car and van manufacturers call on the European Parliament and Member States to strengthen the automotive package to ensure Europe remains a viable marketplace for cars and vans beyond 2030.”

The 2030 target for cars and vans represents a major challenge: if the EU battery-electric vehicle (BEV) market does not triple in four years, EU manufacturers face the risk of crippling fines. The only way to prevent this, is to extend the current proposal for averaging from three to five years (2028-2032) and to extend the list of flexibilities and compensatory mechanisms for compliance beyond small and “made in the EU” BEVs.

The van market remains in a very precarious situation. Not only have overall sales contracted, but the sales of battery-electric and plug-in-hybrid electric vans have barely climbed over 10% of all new registrations. This means that achieving the current targets for vans is not possible: a 35% CO2 reduction target is needed for 2030 and an 80% target for 2035, combined with more flexible target averaging for 2025–2029 and 2030–2034.

Even with the proposed compensation mechanisms, credits for low-carbon steel, and sustainable renewable fuels, the Commission’s 2035 proposal still keeps 100% emissions reduction as the compliance threshold for avoiding penalties. This is not workable: the threshold should be lowered to 90% and the compensation mechanisms, which constitute an essential flexibility, should become more feasible.

The current targets remain highly ambitious and can only be met alongside consistent EU-wide measures that genuinely boost demand. While the Clean Corporate Vehicle proposal is intended to accelerate uptake in this segment, its current design relies on mandates rather than incentives. This raises serious concerns about the effectiveness of such an approach.

We welcome the automotive omnibus, yet the regulatory simplification exercise for our sector does not end here. The industry will be bringing new proposals to support the simplification agenda agreed at the EU leaders’ competitiveness retreat in Alden Biesen. ACEA is closely reviewing the Commission’s proposal for the Industrial Accelerator Act. The key question is whether it will genuinely strengthen resilience and protect jobs, or whether it will add new costs and complexity for automotive manufacturers. If it’s the latter, it risks having the opposite effect by pushing up vehicle prices and shrinking the overall market.

Against the backdrop of intensifying global competition, fragile supply chains, and rising protectionism, the ACEA Light-Duty Vehicle Board met today to assess the conditions required for Europe to maintain its global automotive leadership.