CLEPA and VDA publish code of conduct to address complexities of the automotive supply chain

A unified approach to responsible business practices!

in CLEPA, 30-09-2024


The CLEPA/VDA Business partner code of conduct is a joint initiative with the common standards towards business ethics, working conditions, human rights, health and safety, environmental leadership and supply chain due diligence for business partners at all tiers. It is our expectation that this document will lead to increased harmonisation in the supply chain and reduce administrative burden on suppliers from redundancy of requirements.

Read the full Business Partner Code of Conduct, as well as the practical guidelines, below.

 

Paulo Bastos, Simoldes. Parcerias público-privadas: um caminho para o upskilling e reskilling

Paulo Bastos, HQ Human Resources manager na Simoldes, acredita que «à medida que o mundo dos negócios muda a um ritmo mais acelerado, as empresas só irão conseguir manter-se relevantes e competitivas se os seus colaboradores estiverem capacitados e actualizados. Por isso, apostar em parcerias público-privadas poderá ser uma mais-valia».

in Human Resources, 27-09-2024


«Acreditamos que o crescimento das empresas está intimamente ligado à formação e às competências dos profissionais que as integram. São as competências das pessoas que permitem que as empresas estejam mais preparadas para a mudança, para a incerteza/imprevisibilidade e também para a inovação. Neste contexto, os conceitos de upskilling e reskilling assumem uma importância fundamental, não só no desempenho das organizações, mas também na carreira dos próprios colaboradores.

Assim, investir cada vez mais na formação dos colaboradores contribui, desde logo, para a sua atracção e retenção. Por outro lado, empresas com profissionais mais capacitados têm melhores resultados ao nível da produtividade, da criatividade e da inovação, o que contribui para a sua competitividade e crescimento.

Quando são dadas aos colaboradores oportunidades de formação contínua (upskilling), estes sentem maior confiança no seu trabalho e motivação, ao mesmo tempo, permitindo alavancar a carreira dos próprios colaboradores, o que leva também a uma redução do stress associado ao sentimento de estagnação profissional.

Os benefícios do reskilling para a empresa são claros: continuamos a enfrentar lacunas na contratação de determinados perfis profissionais. Uma das formas de contornar esta escassez de profissionais é através de programas de requalificação que permitam aos colaboradores adquirir essas competências, contribuindo para ajustar/ redefinir ou alterar funções que poderão vir a ser redundantes no futuro, ou emergentes no presente, aumentando a eficiência e a competitividade empresarial. Para os colaboradores, este investimento na formação contribui certamente para aumentar os níveis de satisfação e motivação, produtividade e sentimento de pertença.

À medida que o mundo dos negócios muda a um ritmo mais acelerado, as empresas só irão conseguir manter-se relevantes e competitivas se os seus colaboradores estiverem capacitados e actualizados. Por isso, apostar em parcerias público-privadas poderá ser uma mais-valia, na medida em que este desafio se torna cada vez mais transversal a todas as empresas, o que torna o diálogo entre todos e as consequentes soluções de formação e de partilha do conhecimento mais ágeis e profícuas.»

https://www.simoldes.com/

Suecos estudam produzir veículos a energia solar na Fuso do Tramagal

Para já, a Clean Motion assinou com a Mitsubishi Fuso Truck Europe uma carta de intenções para que seja estudada a viabilidade económica de produzir em larga escala o seu veículo movido a energia solar nas instalações do Tramagal.

in Jornal de Negócios, por Pedro Curvelo, 26-09-2024


Para já, a sueca Clean Motion assi­nou uma carta de inten­ções com a MFTE para que esta ava­lie o poten­cial de pro­du­ção em larga escala do veí­culo movido a ener­gia solar da empresa escan­di­nava, o EVIG.

A Clean Motion deta­lha que o pro­to­colo prevê que seja ava­li­ada a capa­ci­dade de mon­tar o veí­culo em Por­tu­gal, bem como a obten­ção de com­po­nen­tes local­mente.

O EVIG, apre­sen­tado em setem­bro do ano pas­sado, conta com uma velo­ci­dade máxima de 60 km/h, uma auto­no­mia de 100 a 200 qui­ló­me­tros e uma capa­ci­dade de carga de 2,5 metros cúbi­cos e 350 qui­los. O preço indi­cado pela empresa sueca é de 15.600 euros.

“Uma cola­bo­ra­ção com a Mit­su­bishi Fuso Truck Europe repre­senta um grande passo em frente na nossa jor­nada para pro­du­zir o EVIG em grande escala”, assi­nala o pre­si­dente exe­cu­tivo da Clean Motion, Ulf Rask, citado em comu­ni­cado.

Ao Negó­cios, o CEO da empresa sueca indi­cou que atu­al­mente a Clean Motion tem uma capa­ci­dade de pro­du­ção na Sué­cia que per­mite fabri­car 600 uni­da­des anu­ais, o que con­di­ci­ona a empresa em ter­mos de cor­res­pon­der a enco­men­das de maior volume.

Ulf Rask adi­an­tou que, caso a ava­li­a­ção no Tra­ma­gal seja posi­tiva e que todos os requi­si­tos sejam veri­fi­ca­dos, a Clean Motion pre­tende avan­çar para uma par­ce­ria com a MFTE que poderá pas­sar pela mon­ta­gem do veí­culo ou mesmo a pro­du­ção com­pleta. “Havendo inte­resse de cli­en­tes nos mer­ca­dos de Por­tu­gal, Espa­nha e outros paí­ses pró­xi­mos, fará mais sen­tido a pro­du­ção ser feita mais perto des­ses mer­ca­dos”, con­clui.

Fábrica por­tu­guesa inau­gu­rada há seis déca­das

A fábrica da Mit­su­bishi Fuso Truck Europe no Tra­ma­gal foi inau­gu­rada em 1964, atra­vés de uma “joint ven­ture” entre a empresa fami­liar por­tu­guesa Duarte Fer­reira e o antigo fabri­cante fran­cês de cami­ões Ber­liet.

Nos 60 anos de his­tó­ria, a uni­dade fabril pro­du­ziu mais de 260 mil veí­cu­los, entre­gando atu­al­mente mer­ca­dos.

No ano pas­sado, a fábrica do Tra­ma­gal alcan­çou um máximo his­tó­rico de pro­du­ção anual, ao ver sair das suas linhas de mon­ta­gem um total de 11.854 veí­cu­los.

A grande mai­o­ria da pro­du­ção da Mit­su­bishi Fuso é expor­tada, tendo no ano pas­sado sido ven­di­dos ao exte­rior 11.009 via­tu­ras, o que cor­res­ponde a 92,9% da pro­du­ção.

A fábrica do Tra­ma­gal é a ter­ceira maior pro­du­tora de veí­cu­los auto­mó­veis em Por­tu­gal, atrás da Stel­lantis, de Man­gualde, e da Auto­eu­ropa, em Pal­mela.

 

 

Iveco Madrid plantea un ERTE de 57 días hasta el 31 de marzo de 2025

La fábrica de Iveco Madrid ha puesto sobre la mesa un expediente de regulación temporal de empleo (ERTE) de 57 días, que estará en vigor desde el próximo 11 de octubre y hasta el 31 de marzo de 2025, según han informado fuentes sindicales a La Tribuna de Automoción. En principio, el ERTE no afectaría a los empleados de oficinas, que no están ligados a la producción de camiones, ni al área de Entregas, por lo que implicaría a un total de 2.225 personas de la factoría. Durante una reunión que mantuvo ayer la dirección con los representantes de los…

in La Tribuna de Automoción, por Pablo M. Ballesteros, 26-09-2024


La fábrica de Iveco Madrid ha puesto sobre la mesa un expediente de regulación temporal de empleo (ERTE) de 57 días, que estará en vigor desde el próximo 11 de octubre y hasta el 31 de marzo de 2025, según han informado fuentes sindicales a La Tribuna de Automoción.

En principio, el ERTE no afectaría a los empleados de oficinas, que no están ligados a la producción de camiones, ni al área de Entregas, por lo que implicaría a un total de 2.225 personas de la factoría.

Durante una reunión que mantuvo ayer la dirección con los representantes de los trabajadores les entregó la memoria explicativa, para su análisis. El argumento esgrimido por la empresa es la bajada productiva, que ha llevado de ensamblar 162 unidades diarias a 114 entre 2022 y 2024.

Garantía salarial del ERTE en Iveco Madrid

Ahora hay un periodo de consultas de 15 días en el que se irán celebrando diferentes reuniones entre la compañía y el comité de empresa. En ese espacio de tiempo se negociarán las condiciones del expediente, como la garantía salarial, los preavisos o qué trabajadores están excluidos.

También se tratará la aplicación de horas extraordinarias. Esta cuestión molesta a los sindicatos que denuncian que se trabaje por encima del horario acordado, a la vez que se para la producción.

 

CLEPA | CO2 regulation review needs to secure tech-neutrality over the long term

The debate on the CO2 regulations for cars, vans and trucks is back on the agenda earlier than foreseen with prominent calls for a review already next year. It brings a critical issue to the forefront for Europe’s automotive sector: how to reach climate-neutrality while maintaining competitiveness. The relevance of this debate has been underscored by Mario Draghi’s report on EU competitiveness, which emphasises that the technology-neutrality principle “has not always been applied in the automotive industry”.

in CLEPA, by Benjamin Krieger, 26-09-2024


The automotive suppliers in Europe have long supported climate-neutrality. However, the current regulatory framework for reducing the climate impact of mobility seems to meet its limitations. The approach is too prescriptive in terms of technology, placing unnecessary restrictions on innovation, threatening both the industry’s economic competitiveness and its ability to meet environmental goals. We are already seeing the effects of economic strain on suppliers and manufacturers alike, with warnings of job cuts and sluggish electric vehicle sales.

CLEPA supports a substantial review of the regulations guided by the principle of technology-neutrality. Stricter targets set for next year create immediate pressure, while the 2035 ban on combustion engines, even in advanced hybrid configurations, is locked in by the 100% emissions reduction target. The pathway to achieving these targets must be reassessed to ensure technology-openness and to consider emissions over the life-cycle of the vehicle. The transition towards electrification needs to succeed but we will need all emission-reducing technologies to achieve our objectives.

Strengthening the course

Achieving climate targets does not require reversing course but demands a jointly supported position that ensures industrial strength, job protection, and market competitiveness. Alongside the review of the CO2 fleet regulation, we need to improve access to funding and de-risk investments in green and digital innovation, accelerate the rollout of charging and refuelling infrastructure, and ensure the development of a strong EV supply chain in Europe and access to raw materials. Equally crucial is improving the EU’s overall competitiveness by securing affordable energy supplies, reducing regulatory burdens, and ensuring access to key markets. We are looking forward to a more concrete exchange on the EU industrial action plan for the automotive sector, as mentioned in the Draghi report and mission letter for Commissioner-designate for transport, Apostolos Tzitzikostas.

The green transition is interlinked with digitalisation, and a clear ruleset on access to a vehicle’s data is paramount for driving fair competition in the aftermarket and data-based services.

The road to climate-neutral and smarter mobility will be challenging, but with the right policy measures in place, it is possible to meet environmental, industrial, and social needs. The next step is clear: policy makers must take decisive action and engage with the industry to ensure a future that supports both sustainability and competitiveness, healthy volumes and industrial strength.

Benjamin Krieger

CLEPA Secretary General

Depois de Marrocos, PTC Group aponta mira à China e quer recrutar 200 pessoas

Até 2030, o grupo de Oliveira de Azeméis, presente em sete mercados, quer atingir os 7.000 colaboradores para responder às necessidades de negócio, o que exige a contratação de 1.000 pessoas por ano.

in ECO, por Ana Marcela, 26-09-2024


Depois de entrar em Marrocos, o português PTC Group aponta mira à China e está a reforçar a equipa. Este ano quer recrutar 200 profissionais, dos quais cerca de três dezenas para o mercado nacional. Hoje com 1.200 colaboradores em sete mercados, até 2030 quer atingir cerca de 7.000 trabalhadores a nível global. Depois de fechar o ano passado com 26 milhões de euros de faturação, aponta para um crescimento de 34% este ano.

“Até 2030, prevemos atingir um total de cerca de 7.000 colaboradores em todo o mundo. Para alcançar este objetivo, será necessário expandir a equipa em aproximadamente 1.000 pessoas por ano, o que pretendemos fazer recorrendo, também, a programas de formação. Através destes programas acreditamos que vamos encontrar talentos qualificados num mercado cada vez mais competitivo”, adianta Tiago Monteiro, fundador e CEO PTC Group, fornecedor global de serviços de engenharia, tecnologia e consultoria, com sede em Oliveira de Azeméis.

Este ano, o grupo, que tem na sua carteira de clientes o grupo automóvel Stellantis ou a Leroy Merlin, tem cerca de 200 vagas disponíveis, das quais 32 para Portugal (Porto, Vila Nova de Gaia, Aveiro, Leiria, Marinha Grande, Lisboa, Venda do Pinheiro, Oeiras). A nível global as vagas distribuem-se pelo Brasil, Argentina, Bélgica, França e México.

Alguns dos perfis procurados são QA Engineer, Backend Engineer (Algorithms), Architect/DevOps Engineer (Azure), Cloud Engineer, Java Architect, Test & Automation QA, Data Governance Analyst, Manager Process Engineering, QA Automation Engineer (Cypress and/or Playwright), UX/UI, e Analista de Produto.

Os profissionais irão juntar-se a uma equipa de mais de mil colaboradores, dos quais cerca de 100 em Portugal prestando apoio a projetos nacionais e internacionais.

“As posições são oferecidas em regime presencial, híbrido ou remoto, abrangendo diferentes níveis de experiência e especializações, com oportunidades para contratação efetiva, estágios e cargos de consultoria. As áreas de recrutamento abrangem diversos setores, tais como a banca, telecomunicações, tecnologia, indústria, entre outros“, explica o fundador do PTC Group.

Até 2030, prevemos atingir um total de cerca de 7.000 colaboradores em todo o mundo. Para alcançar este objetivo, será necessário expandir a equipa, em aproximadamente, 1.000 pessoas por ano, o que pretendemos fazer recorrendo, também, a programas de formação.

Para atrair perfis de engenharia, o grupo está a desenvolver o projeto trainee. “Trazemos engenheiros e técnicos do mercado para que internamente possamos ter formação. Depois de dois a três meses, os formandos passam a exercer funções de Júnior nos projetos do setor automóvel e de tecnologia”,

“Através deste projeto trainee, junto da PTC Academy, outra empresa que temos dentro do nosso ecossistema, estamos a tentar encontrar alternativas para responder a um mercado que está com uma dificuldade muito grande de dar resposta à grande procura por mão de obra”, continua. “Temos de dar formação às pessoas, temos que reciclar ‘pessoas’ que estão no mercado e só assim é que vai ser possível dar resposta às necessidades dos nossos clientes. Acredito que através destes programas vamos encontrar talentos qualificados”, continua.

Para complementar a estratégia de atração de talentos, o grupo está também a fazer parcerias com universidades e institutos de formação técnica. “Estas colaborações permitem-nos identificar talentos ainda em fase de formação, proporcionando estágios e projetos de pesquisa conjunta que expõem os estudantes às procuras reais do mercado automóvel e tecnológico”, justifica Tiago Monteiro.

Crescimento de 34% na faturação

Depois de, no ano passado, o grupo ter fechado com um volume de negócios de 26 milhões de euros, para este ano estima um crescimento na casa dos dois dígitos na faturação.

“A nossa previsão é de um crescimento de 34% para 2024, e a estratégia que nos guiará envolve a expansão para novos mercados e o fortalecimento das nossas capacidades internas”, aponta Tiago Monteiro.

“Recentemente expandimos para Marrocos, o que faz parte da nossa estratégia global de crescimento. Continuaremos a explorar oportunidades de expansão geográficas, possivelmente na Ásia (China), que possam fortalecer a nossa oferta e a nossa posição no mercado”, aponta.

Hoje o grupo já está presente em sete mercados — além de Portugal, Brasil, Espanha, México, Estados Unidos, Marrocos e China, onde têm escritório e querem acelerar o negócio — sendo o “principal foco” nesta fase “consolidar o crescimento”.

Recentemente expandimos para Marrocos, o que faz parte da nossa estratégia global de crescimento. Continuaremos a explorar oportunidades de expansão geográficas, possivelmente na Ásia (China), que possam fortalecer a nossa oferta e a nossa posição no mercado.

“Embora os novos mercados estejam sempre na nossa mira estratégica, acreditamos que maximizar o potencial das regiões onde já temos uma base estabelecida é a melhor abordagem para sustentar o crescimento a longo prazo. Isso inclui investir nos nossos hubs de engenharia, recrutamento e TI, além de expandir a oferta de serviços e formar equipas ainda mais robustas para dar resposta à crescente procura nesses territórios”, ressalva o CEO do grupo português.

Entre os serviços prestados pelo grupo, as áreas que têm tido “maior procura” são a engenharia automóvel, especialmente relacionada ao design e a consultoria especializada em processos de digitalização e transformação tecnológica”, indica o responsável.

Só no grupo automóvel dono das marcas Fiat e Peugeot, o PT Group tem cerca de 500 engenheiros dedicados — “o nosso expertise vai desde o design, conceção e industrialização de veículos completos.”

“Embora tenhamos registado um sucesso e crescimento expressivo, os desafios no setor automóvel são diversos. O aumento das exigências regulatórias para veículos elétricos e as ações relacionadas à sustentabilidade são apenas algumas das dificuldades enfrentadas. Esses fatores exigem uma adaptação constante dos nossos processos e a reavaliação contínua das nossas estratégias”, diz quando questionado sobre o impacto do atual momento do setor automóvel na operação.

“O setor de TI, voltado para soluções de ERP (Enterprise Resource Plannig) e gestão integrada, também tem sido um foco crescente”, ao nível de procura adianta.

“A expansão para mercados como China e México aponta para um crescimento na procura de recrutamento especializado e serviços de suporte técnico local, alinhados às especificidades de cada mercado. A tecnologia relacionada à automação e inteligência artificial também é uma área que prevemos aumento de procura, à medida que mais indústrias adotam essas soluções”, diz.

 

https://ptcgroup.global/

 

Novo sistema de assistência Bosch baseado no sensor radar utilizado pela primeira vez pela KTM

Novo sistema de assistência Bosch baseado no sensor radar utilizado pela primeira vez pela KTM
Segurança em duas rodas desenvolvida por motociclistas para motociclistas

  • Seis novas funcionalidades de conveniência e segurança da Bosch baseadas no sensor radar agora disponíveis em todo o mundo.
  • Nova geração de funções de assistência ao condutor com radar frontal utilizado pela primeira vez pela KTM.
  • Bosch Accident Research estima que as funções de assistência podem prevenir até um em cada seis acidentes de motocicleta apenas nas estradas alemãs.

in Bosch, 25-09-2024


Graças à Bosch, os motociclistas podem agora sentir-se ainda mais seguros enquanto conduzem: a empresa de tecnologia apresentou seis novos sistemas de assistência baseados no sensor radar, cinco deles inéditos. De acordo com a Bosch Accident Research, estes sistemas podem ajudar a prevenir não apenas um em cada sete, como os sistemas anteriores, mas até um em cada seis acidentes nas estradas alemãs. A Bosch já revolucionou o mercado de motocicletas em 2020 com as funções de suporte para motociclistas. Das seis novas funções de assistência, quatro serão apresentadas num novo modelo do principal fabricante europeu de motocicletas, a KTM, em novembro de 2024 e deverão entrar em produção em 2025.

“O objetivo declarado da Bosch é tornar a motocicleta ainda mais segura e confortável, empregando tecnologias inovadoras – sem diminuir o prazer de pilotar”, afirma Geoff Liersch, responsável de Duas Rodas e Powersports da Bosch. “As novas funções marcam mais um passo nessa direção, e estamos felizes em ter a KTM como cliente”.

O fabricante incorporará as quatro funções de assistência ao condutor da Bosch que utilizam radar frontal. Esta não é a primeira vez que a Bosch e a KTM trabalham juntas: em 2013, as duas empresas colaboraram no lançamento bem-sucedido do sistema de controlo de estabilidade de motocicletas MSC.

“Estamos muito satisfeitos com a longa relação de colaboração entre as nossas equipas de desenvolvimento, e estamos empolgados que a KTM seja a primeira a colocar estas novas funções em uso”, refere Stefan Haist, Líder do Sistema de Controlo de Chassi da KTM – Desenvolvimento de Estrada.

Estas novas funções complementam o portefólio mundial de sistemas de assistência baseados no sensor radar da Bosch, expandindo assim o ‘mundo sensorial’ da motocicleta. Para além das funcionalidades básicas de segurança, está a ser dada uma importância crescente a funcionalidades de conveniência e experiência que se concentram na motocicleta e consideram situações reais de condução – funções que garantem não só segurança e conveniência, mas também um prazer de condução incomparável.

Sistemas de assistência da Bosch oferecem mais apoio sobre duas rodas

  • Cruise control adaptativo – stop and go (ACC S&G)
    • Para as motos, os engarrafamentos podem ser cansativos e perigosos. Os motociclistas têm de aplicar constantemente a embraiagem, usar os travões e depois começar a mover-se novamente. Para facilitar essa tarefa, a Bosch lançou o cruise control adaptativo ACC em 2020. Uma vez que a velocidade desejada foi definida, este sistema ajusta constantemente a velocidade do veículo ao fluxo de tráfego, mantendo a distância segura necessária em relação ao veículo da frente. A Bosch eleva agora essa tecnologia a um outro nível para oferecer maior conforto na pilotagem com a nova função ACC S&G, que pode trazer a motocicleta a uma imobilização controlada para apoiar o motociclista. Isso funciona melhor com uma transmissão automática, como a que é usada na nova moto da KTM, que será a primeira a incorporar essa nova função. Se a motocicleta parar, os motociclistas não precisam de usar a embraiagem; podem colocar a moto em movimento ao pressionar simplesmente um botão ou acionando brevemente o acelerador assim que o veículo à frente começar a mover-se.
  • Assistência à condução em grupo (GRA – Group ride assist)
    • Conduzir em grupo em formação escalonada é popular entre os motociclistas, embora possa ser desafiante com o ACC, uma vez que a função espera que as motos à frente estejam no meio da faixa. O GRA é uma adição útil ao ACC; utilizando um algoritmo, deteta quando um grupo está a conduzir em formação escalonada e regula a velocidade para manter automaticamente a mesma distância em relação às motos da frente. Desta forma, a função ajuda os motociclistas a alcançar uma formação de grupo natural. Quando não estão a conduzir em grupo, o sistema GRA funciona da mesma forma que o ACC.
  • Assistência à distância de condução (RDA – Riding distance assist)
    • Quando o tráfego flui de forma suave e o RDA está ativado, este ajuda a manter uma distância apropriada em relação aos veículos à frente, prevenindo assim colisões traseiras. Com o ACC, é necessário definir uma velocidade desejada; mas quando o RDA está ativado, a motocicleta pode ser controlada normalmente através do punho do acelerador. Durante a condução, o sistema reduz automaticamente a aceleração do veículo ou aplica os travões conforme necessário. Os motociclistas podem definir a distância desejada em relação ao veículo da frente antecipadamente. Se assim o desejarem, podem também utilizar um interruptor para desativar a função ou aplicar o acelerador para anular a desaceleração gerada pelo sistema RDA. Isto permite que a função se integre de forma natural e confortável no fluxo dinâmico da condução.
  • Assistência à travagem de emergência (EBA – Emergency brake assist)
    • Situações perigosas na estrada exigem não apenas uma resposta rápida, mas, em muitos casos, uma travagem de emergência. Cada segundo conta na prevenção de colisões e no evitar de consequências potencialmente graves. O EBA é ativado quando o sistema deteta um risco de colisão e o motociclista não trava com força suficiente. Nesse caso, a função aumenta ativamente a pressão dos travões das rodas para reduzir a velocidade da moto o mais rapidamente possível.
  • Aviso de distância traseira (RDW – Rear distance warning)
    • Mesmo num carro, pode ser difícil manter um olho constante no tráfego que se aproxima por trás; mas numa motocicleta, isso requer um nível extra de concentração.
    • O RDW monitoriza a situação atrás do motociclista e pisca um aviso no ecrã se outro veículo se aproximar demasiado. Com base neste aviso, o motociclista pode tomar medidas para prevenir uma colisão traseira.
  • Aviso de colisão traseira (RCW – Rear collision warning)
    • O RCW avisa os veículos atrás da motocicleta quando uma colisão traseira é iminente, por exemplo, ativando as luzes de emergência. Desta forma, a função protege os motociclistas de acidentes causados por travagens inesperadas ou por um veículo que não os vê – seja quando estão parados em semáforos, presos num engarrafamento ou a circular em tráfego livre.

OPTIMAL SPACE in the Industry Space Days

Last week, OPTIMAL SPACE had the privilege of participating in the Industry Space Days (ISD 2024) event.

in OPTIMAL GROUP, 24-09-2024


This remarkable event provided an invaluable opportunity to not only identify trends and business opportunities within the space sector but also engage with key stakeholders such as the European Space Agency (ESA) and others driving the industry forward.

We look forward to continuing our journey of growth and collaboration in this exciting sector!

https://www.optimal.pt/

Record of 4 Million Robots in Factories Worldwide

The new World Robotics report recorded 4,281,585 units operating in factories worldwide – an increase of 10%. Annual installations exceeded half a million units for the third consecutive year. By region, 70% of all newly deployed robots 2023 were installed in Asia, 17% in Europe and 10% in the Americas.

in International Federation of Robotics, 24-09-2024


“The new World Robotics statistics show an all-time high in the number of industrial robots automating production around the world,” says Marina Bill, President of the International Federation of Robotics. “The annual installation figure of 541,302 units in 2023 is the second highest in history. It is only 2% lower than the record of 552,946 units installed in 2022.”

Asia – overview

China is by far the world´s largest market. The 276,288 industrial robots installed in 2023 represent 51% of the global installations. This result is the second highest level ever recorded (2022: 290,144 units). The share of Chinese manufacturers in the domestic market has grown considerably since 2022, reaching 47% in 2023. It has fluctuated around 28% over the past decade. The operational stock was just shy of the 1.8-million-unit-mark in 2023, making China the first and only country in the world with such a large robot stock. Demand for robots is expected to accelerate in the second half of 2024, contributing to a more stable market by the end of the year. In the longer term, there is still a lot of growth potential in Chinese manufacturing, with the potential for 5-10% average annual growth until 2027.

Japan remained the second largest global market for industrial robots, behind China. Robot installations reached 46,106 units in 2023 – down 9%. This followed two strong years, peaking at 50,435 units in 2022 – the second-best result after 2018 (55,240 units). Demand for robots is expected to remain stagnant in 2024 but recover in 2025 and the following years to medium and upper single-digit rates.

The market in the Republic of Korea is trending sideways: Installations reached 31,444 units in 2023 – down 1% year-on-year. The country was the fourth largest robot market in the world in terms of annual installations, after the United States, Japan, and China.

India is one of the fastest growing emerging Asian economies. Robot installations increased by 59% to 8,510 units in 2023, a new high. Demand from the automotive industry soared to 3,551 units – an increase of 139%. Both car manufacturers and suppliers contributed to this development.

Europe – overview

Industrial robot installations in Europe rose 9% to a new high of 92,393 units. In total, 80% of installations in 2023 could be attributed to destinations in the European Union (73,534 units, up by 2%). Delayed projects were completed, and the backlog was cleared in 2023. Robot demand in the region also benefited from the nearshoring trend. In 2023, growth was strongly driven by the automotive industry investing in traditionally strong car manufacturing countries such as Spain (5,053 units +31%) but also in smaller markets such as Slovakia (2,174 units, +48%) or Hungary (1,657 units, +31%).

Installations in Germany, the largest European market and the only European one in the global top five, were up 7% to 28,355 units. Installations in the second largest European market, Italy, declined by 9% to 10,412 units. The third largest European market, France, was down 13%, installing 6,386 units.

In the UK, industrial robot installations increased by 51% to 3,830 units in 2023. Investment was driven by installations in the automotive industry, mainly for assembly tasks.

The Americas – overview

Robot installations in the Americas exceeded 50,000 units for the third year in a row: 55,389 units were installed in 2023, just 1% below the record level reached 2022.

The United States, the largest regional market, accounted for 68% of installations in the Americas in 2023. Robot installations were down by 5% to 37,587, this is the third highest record figure after 2022 and 2018. Demand from the automotive industry fell by 15% to 12,421 units. This was in line with the average for the past decade. Installations in the metal and machinery industry were up 8% to 4,171 units. Installations in the US electrical/electronics industry remained steady at 3,900 units (+1%).

In Canada, robot installations rose 37% to 4,311 units. Installation figures in Canada largely depend on automotive investment cycles. The share of the car industry was 58% in 2023.

Robot demand in Mexico is driven by the automotive industry, which accounts for 70% of the market: Installations from this sector fell by 5% to 4,087 units, showing the cyclical demand pattern well known in this customer segment. Total installations reached 5,832 units in 2023, a decrease of 3%.

Outlook

The OECD expects global growth to stabilize. However, geopolitical headwinds are still perceived as a major risk and uncertainty factor. Recent crises have raised political awareness of domestic production capacity in strategic industries. Automation allows manufacturers to locate production in developed economies without sacrificing cost efficiency. By 2024, the global economic downturn will have bottomed out. Global robot installations are expected to level off at 541,000 units. Growth is expected to accelerate in 2025 and continue in 2026 and 2027. There are no signs that the overall long-term growth trend will end in the near future.

Presentation World Robotics 2024 press conference with charts (3.7MB)