Empresas de Portugal e Espanha reforçam colaboração para apostar num hub ibérico para a descarbonização

O Ministro do Ambiente e Ação Climática de Portugal, Duarte Cordeiro; o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas; o Presidente da Repsol, Antonio Brufau e o Presidente da Confederação Empresarial de Portugal, Armindo Monteiro, participaram no “Fórum Luso-Espanhol: O espaço ibérico conectado para acelerar a descarbonização”, que decorreu em Lisboa.

in Fundação Repsol, 05-07-2023


No encerramento do evento, o Ministro do Ambiente e da Ação Climática sublinhou que “temos uma grande responsabilidade, tendo em conta os recursos naturais que temos, felizmente, na nossa Península Ibérica. Espero que a Repsol veja no nosso País o clima necessário para reforçar ainda mais a sua aposta”.

  • No discurso de abertura, o Presidente da Câmara de Lisboa, salientou “Portugal e Espanha podem e devem ser os líderes na transição energética. Hoje, 10 cidades na Península foram escolhidas, entre elas Lisboa e Madrid, para liderar a transição energética na Europa e atingir a neutralidade carbónica até 2030. Assumo o compromisso: contam com Lisboa para liderar esta mudança.”
  • Armindo Monteiro salientou “a transição não pode ser adiada, mas deve salvaguardar o pilar social e económico. Este último é necessário para a sustentabilidade. Políticas públicas desajustadas ou mal orientadas têm custos elevados que penalizam várias gerações”.
  • Na sua intervenção na abertura da sessão, o Presidente da Repsol, Antonio Brufau, refletiu sobre as oportunidades e o grande potencial que tem o marco da transição energética e a descarbonização, a ligação das infraestruturas físicas, energéticas e digitais na Península Ibérica.
  • Não haverá transição energética sustentável sem transição industrial e, para que seja possível, precisamos de melhores interligações energéticas, logísticas e de mobilidade (terrestre, marítima e aérea)”, sublinhou Brufau.
  • O Presidente da Repsol assinalou que “temos uma grande experiência industrial e somos referencia a nível mundial em alguns setores, por exemplo, o setor automóvel, temos infraestruturas de gás sólidas, temos recursos naturais únicos (o vento para a eólica e o sol par a solar), mas também temos os portos ibéricos com características de ponte logística intercontinental. Tudo isto para apoiar o crescimento industrial e a capacidade exportadora para o mundo como porta de entrada para a Europa”.
  • Durante a sessão, refletiu-se sobre a importância de criar um espaço energético ibérico conectado com a Europa para melhorar a competitividade da indústria e promover as novas tecnologias necessárias para a transição energética.
  • A sessão integra o Open Room, espaço digital da Fundação Repsol para promover o debate rigoroso em torno dos objetivos de transição energética

A Fundação Repsol, em parceria com a Fundação Corell e a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), organizaram o Fórum Luso-Espanhol: “O espaço ibérico conectado para acelerar a descarbonização”. O encontro, que teve lugar em Lisboa, permitiu analisar os elementos essenciais para impulsionar a descarbonização e reforçar a competitividade industrial e empresarial entre Portugal e Espanha.

No evento participaram o Ministro do Ambiente e Ação Climática de Portugal, Duarte Cordeiro, o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, o Presidente da Repsol, Antonio Brufau, e o Presidente da Confederação Empresarial de Portugal, Armindo Monteiro, para além de outras figuras empresariais relevantes de Portugal e Espanha.

O Ministro do Ambiente e Ação Climática de Portugal, Duarte Cordeiro, destacou que “Portugal pretende duplicar a sua capacidade instalada de produção de eletricidade a partir de fontes renováveis até 2030, queremos, por essa via, responder a essa procura que hoje já sentimos e que queremos confirmar: que Portugal e Espanha podem realmente se posicionar, a partir daquilo que é a alta penetração de produção de eletricidade por fonte renovável, como países que, não só respondem às necessidades atuais e futuras da indústria que está instalada, naquilo que é a transferência do ponto de vista do modelo de mobilidade que existe, como também, responder com uma deslocalização de indústria verde para esta parte da nossa Europa, e nomeadamente para Portugal.”.

Por seu lado, Carlos Moedas assinalou durante o seu discurso que “Portugal e Espanha podem e devem ser os líderes na transição energética. Hoje, 10 cidades na Península foram escolhidas, entre elas Lisboa e Madrid, para liderar a transição energética na Europa e atingir a neutralidade carbónica até 2030. Assumo o compromisso: contam com Lisboa para liderar esta mudança.”

Para Antonio Brufau “a colaboração entre Espanha e Portugal e o seu compromisso com a transição energética e a descarbonização da economia têm sido notáveis, reforçando as suas políticas para trabalharem em conjunto e posicionarem-se como uma referência para uma transição energética sustentável e inclusiva.”

Ainda, o Presidente da Repsol destacou a necessidade de que “Espanha e Portugal aproveitem o impulso para a descarbonização e para uma mobilidade mais sustentável para reforçar o investimento em infraestruturas terrestres, tanto em rodovia como em ferrovia, e o necessário aprovisionamento e abastecimento energético, tanto de combustíveis convencionais e de gás, como de combustíveis renováveis, hidrogénio e eletricidade”.

Durante evento, o Presidente de PetronorEmiliano López Atxurra, proferiu “A transição energética como oportunidade de desenvolvimento tecnológico e reindustrialização da Península Ibérica”, e sublinhou que: “A cooperação ibérica é mais importante do que nunca, porque só através da cooperação podemos ter a força de uma posição comum na agenda europeia e na esfera de decisão comunitária”.

Para o Presidente da Petronor, “a transição energética não é uma ideologia, é um esforço coletivo de transformação industrial e tecnológica que exige a colaboração pública e privada para que o setor industrial evolua no novo ecossistema europeu que está a ganhar forma”.

A primeira mesa redonda sobre “Conectividade logística e digital, catalisadora da  transição energética”, juntou o Presidente de ANTRAM, Pedro Polonio; a Diretora do Zaragoza Logistics Center, Susana Val; o Presidente do Porto de Lisboa e Setúbal, Carlos Correia; o Presidente da Associação Alianza Corredores.eu, Salvador Galve; o Presidente do  IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes) João Manuel Henriques de Jesús; e o Presidente da Confebus (Confederação Espanhola de Transporte Rodoviário), Rafael Barbadillo.

Os convidados analisaram a oportunidade de crescimento industrial que a transição energética representa para a Península Ibérica. Neste cenário de crescimento industrial, as infraestruturas e as ligações logísticas entre Espanha e Portugal com o resto da União Europeia, terão um papel essencial na competitividade da indústria de ambos os países a e na criação de oportunidades que devem ser destacadas.

O crescimento das exportações hispano-portuguesas exige uma melhoria substancial das ligações terrestres. Por isso, é necessário partido do impulso de uma mobilidade mais sustentável para reforçar o investimento em infraestruturas terrestres, tanto de rodovia como de ferrovia. Na verdade, Portugal é um exemplo de cumprimento dos seus objetivos de sustentabilidade e Espanha está já à frente de países como a Alemanha, França e Itália.

Posteriormente, Vasco Amorim, Vice-presidente da Associação Portuguesa para a Promoção de Hidrogénio (AP2H2); Marta Yugo, Executiva de Políticas da Fuels Europe; Paz García Alajarín, Diretora Energy Management & Thermal Generation  na Repsol Renováveis; Antonio Louro, o Diretor-geral da Mercedes Benz Trucks; e Pedro Furtado, Diretor de Estudos e Regulação da Redes Energéticas Nacionais (REN), participaram na segunda mesa redonda sobre o “Desenvolvimento tecnológico e industrial para a transição energética na Península Ibérica”.

Os participantes assinalaram as grandes possibilidades de Portugal e Espanha para se converterem numa nova potência energética europeia. É esperado que esta região registe um forte crescimento na geração global de energia nos próximos anos, motivada pelo abastecimento fiável de gás, a expansão massiva das energias renováveis, o desenvolvimento dos corredores de hidrogénio e das tecnologias de combustíveis. Neste contexto, um espaço energético ibérico devidamente conectado potenciará o desenvolvimento industrial e de outros setores.

Por fim, o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, encerrou a sessão sublinhando a importância da colaboração entre Portugal e Espanha para colaborar num processo de integração mutuamente benéfico.

A sessão integra o Open Room, espaço digital da Fundação Repsol para promover o debate rigoroso em torno dos objetivos de transição energética.

 

 

Software de diagnóstico online Bosch ESI[tronic] 2.0 ajuda na hora de trabalhar em veículos elétricos e híbridos

  • ESI[tronic] inclui atualmente mais de 200 modelos de veículos elétricos e híbridos
  • A cobertura de diagnóstico padrão do ESI[tronic] inclui veículos elétricos.
  • O software de diagnóstico online Bosch ESI[tronic] 2.0 fornece instruções específicas do veículo para isolar o sistema de alta tensão.
  • A função de teste de State-of-health (SOH) integrada no ESI[tronic] 2.0 Online oferece a possibilidade de verificar rapidamente o estado da bateria de alta tensão.
  • ESI[tronic] 2.0 Online ampliado para incluir modelos do fabricante Tesla.

in Bosch, 04-07-2023


Para as oficinas, o crescente número de veículos híbridos e elétricos apresenta novos desafios. Trabalhar neste tipo de veículo requer conhecimento especializado e formação específica para que o mecânico possa lidar com sistemas de alta tensão. Para apoiar as oficinas que trabalham com esses sistemas, o software de diagnóstico online ESI[tronic] 2.0 da Bosch cobre atualmente mais de 200 modelos de veículos elétricos e híbridos. Por já estar incluído no pacote de software de diagnóstico padrão da Bosch, a oficina não necessita adquirir uma licença adicional para aceder os dados de diagnóstico.

Desconexão segura do sistema de alta tensão

Em numerosas operações de veículos elétricos e híbridos, a prioridade é isolar o sistema de alta tensão, torná-lo seguro e proteger os mecânicos de possíveis eletrocussões. Isso envolve desconectar o sistema de alta tensão do veículo e descarregar qualquer corrente residual. Depois de desconectar o sistema, os mecânicos devem sempre garantir que o veículo não pode ser ativado, além de verificar e documentar que não há qualquer tensão. Uma vez concluídos esses processos, será seguro trabalhar nos componentes de alta tensão, ou perto destes.
No entanto, dependendo do fabricante e modelo do veículo, o processo e as instruções de desconexão da tensão podem variar. Cumprir as especificações do fabricante e o isolamento correto da bateria é especialmente importante para a segurança da oficina. Com o ESI[tronic] 2.0 Online, a Bosch fornece instruções detalhadas para o processo de isolamento específico do veículo, com base nos dados e especificações do fabricante.

Ler e documentar o estado da bateria de alta tensão

À medida que a bateria de alta tensão de um veículo elétrico ou híbrido envelhece, perde capacidade de armazenamento. Por esta razão, alguns fabricantes de veículos fornecem dados de diagnóstico sobre o estado da bateria, o chamado ‘State of Health’ ou SOH (‘Estado de Saúde’). Com a atualização de software 2023/3, uma nova guia “Bateria HV (SOH)” aparece na barra de navegação ESI[tronic]. Desta forma, se o fabricante do veículo fornecer os dados correspondentes no sistema de gestão de baterias HV, o utilizador do ESI[tronic] pode utilizar esta função para ler e imprimir as informações. A integridade da bateria é exibida como uma percentagem em comparação com uma bateria nova. Ao imprimir um relatório SOH gerado pelo ESI[tronic], a oficina pode fornecer aos condutores os valores específicos da bateria instalada no seu veículo.

Anomalias no diagnóstico de modelos Tesla

Atualmente, o ESI[tronic] 2.0 Online inclui os modelos Tesla Model S e Model X. No entanto, como o fabricante americano fez muitas inovações no campo do diagnóstico, é importante conhecer e observar algumas características especiais para realizar corretamente o diagnóstico nos veículos Tesla. Por exemplo, nos modelos S e X, o pedal do travão deve ser pressionado para colocar o veículo no modo que permite o acesso às funções de diagnóstico CAN, permitindo que a oficina realize o trabalho com rapidez e eficiência. A ligação “Important Brand Information” no software de diagnóstico online ESI[tronic] 2.0 explica esses recursos especiais, dando ao utilizador Esitronic uma visão geral rápida de como realizar o diagnóstico em veículos Tesla. Outros modelos da marca, bem como outros modelos elétricos e híbridos de outros fabricantes, serão adicionados em breve ao software de diagnóstico da Bosch como parte das atualizações regulares disponibilizadas.

 

 

HORSE: a nova empresa líder em tecnologia de grupos motopropulsores, está agora totalmente operacional e pronta para reinventar a combustão

  • O dia 1 de julho de 2023 marcou a criação oficial da HORSE, uma nova empresa dedicada ao desenvolvimento, produção e fornecimento da próxima geração de grupos motopropulsores híbridos e térmicos de baixas emissões.
  • A HORSE reúne o know-how industrial e os ativos do Grupo Renault em matéria de grupos motopropulsores híbridos avançados e de baixas emissões, incluindo, desde o primeiro dia, oito fabricantes mecânicos de motores e transmissões e três centros de I&D.
  • A HORSE está sediada em Madrid (Espanha), e tem operações em sete países (Argentina, Brasil, Chile, Portugal, Roménia, Espanha e Turquia).

in Grupo Renault, 03-07-2023


No dia 1 de julho de 2023, a HORSE iniciou oficialmente a sua atividade no mercado automóvel.

A HORSE herda o know-how industrial e os ativos do Grupo Renault no desenvolvimento, produção e fornecimento da próxima geração de grupos motopropulsores térmicos e híbridos de baixas emissões.

A nova empresa, com sede em Madrid (Espanha), é composta por 9.000 antigos colaboradores do Grupo Renault, que trabalham em oito fábricas com uma capacidade de produção total de 3,2 milhões de unidades por ano. Opera também três centros de Investigação e Desenvolvimento (I&D), com uma presença global em sete países (Argentina, Brasil, Chile, Portugal, Roménia, Espanha e Turquia).

No seu lançamento, a HORSE será um fornecedor global autónomo de soluções de sistemas de propulsão, desenvolvendo tecnologias isentas de carbono e de baixas emissões. Espera-se que a nova empresa forneça os seus atuais clientes industriais, incluindo a Renault, a Dacia e também a Nissan e a Mitsubishi Motors Company. No futuro, a HORSE poderá também oferecer tecnologias de grupos motopropulsores a marcas automóveis de terceiros. Em particular, oferecerá uma gama completa de tecnologias em todos os componentes – motor, caixa de velocidades, sistemas de hibridização (xHEV) e baterias – ao mais alto nível. Os sistemas de propulsão HORSE estarão eventualmente prontos para integrar todos os tipos de energias existentes ou alternativas e futuras (e-fuels, hidrogénio, GPL, GNC, etanol).

“Em 2040, os automóveis de combustão e híbridos continuarão a representar mais de 50% das vendas mundiais. A HORSE será líder neste mercado com as suas avançadas soluções de baixas emissões e aprofundados conhecimentos técnicos. É uma experiência única e um grande orgulho coletivo contribuir para a criação de uma empresa desta dimensão. Todas as equipas HORSE no mundo estão prontas para fazer dela uma referência internacional em termos de tecnologias de motores de combustão e híbridos”.

Patrice Haettel, CEO da HORSE

 

GRUPO RENAULT & GEELY, UMA HOLDING INTERNACIONAL, CAMPEÃ GLOBAL DE GRUPOS MOTOPROPULSORES DE BAIXAS EMISSÕES

Os fabricantes de automóveis Geely e Grupo Renault vão criar nas próximas semanas, e tal como anunciado no final de 2022, uma nova entidade através da combinação das suas filiais especializadas na conceção e produção de grupos motopropulsores (nomeadamente a Aurobay e a HORSE). A Aramco, que assinou uma carta de intenções com o Grupo Renault e a Geely a 2 de março de 2023, está a avaliar um investimento estratégico nesta nova empresa de tecnologia de grupos motopropulsores. O investimento da Aramco apoiará o crescimento da empresa e contribuirá para a investigação e o desenvolvimento de soluções de combustíveis sintéticos e da próxima geração de tecnologias de hidrogénio.

O objetivo da nova empresa é tornar-se líder na próxima geração de motores de combustão interna e híbridos com baixas emissões.

A nova empresa conjunta estará em condições de fornecer grupos motopropulsores a outros fabricantes de automóveis e está interessada em incluir novos parceiros e acionistas que possam trabalhar com ela em motores de baixas emissões.

Graças a este projeto, a carteira de produtos combinada prevista entre a Geely e o Grupo Renault, bem como a presença geográfica da nova empresa, permitir-lhe-ão oferecer soluções para 80% do mercado mundial de ICE (motores de combustão interna). Este crescimento é impulsionado pela alargada cobertura geográfica, com acesso a todos os mercados da Europa, da América Latina e do Norte, bem como da China, e pela complementaridade dos produtos, para oferecer aos fabricantes de automóveis soluções e sistemas completos de baixas emissões, bem como a próxima geração de tecnologias de hidrogénio.

As fábricas da HORSE e da Geely Aurobay terão, em conjunto, capacidade para produzir mais de cinco milhões de sistemas de transmissão e grupos motopropulsores por ano. A nova empresa terá um volume de negócios superior a 15 mil milhões de euros, empregará 19.000 pessoas (das quais 9.000 serão da HORSE) e explorará 22 instalações em todo o mundo, da Geely (instalações da Geely e da sua filial Aurobay na China e na Suécia) e do Grupo Renault / HORSE (centros de I&D e instalações de produção em Portugal, Roménia, Espanha, Turquia e América do Sul). Estas bases permitirão igualmente aos parceiros desenvolver em simultâneo a próxima geração de combustíveis.

 

 

Associados da AFIA Distinguidos com o Estatuto INOVADORA COTEC de 2023

A AFIA dá os Parabéns aos seus Associados galardoados com o Estatuto INOVADORA COTEC!

in AFIA, 03-07-2023


Lançado em 2021, o Estatuto Inovadora Cotec é considerado um selo de reputação e prestígio que visa a distinção e reconhecimento público das empresas que, pela qualidade da sua liderança, gestão e desempenho, constituem um exemplo para o país..

Fruto de uma parceria com o sector financeiro, o Estatuto INOVADORA COTEC reconhece o desempenho das empresas que se distinguem pelo seu investimento em inovação, robustez financeira e prestação económica. O Estatuto INOVADORA é uma marca que reforça a reputação e prestígio das empresas e permite aceder a condições de financiamento mais favoráveis junto do sector financeiro.

O Estatuto INOVADORA COTEC apresenta-se, ainda, como mais uma fonte de informação de empresas inovadoras, permitindo tornar ainda mais eficiente a avaliação do risco de crédito e assegurar vantagens na relação das empresas com o sector financeiro através de melhores condições de financiamento.

Os Associados da AFIA distinguidos com o Estatuto INOVADORA COTEC são:

  • AHENRIQUES – ELASTOMERS, S.A.
  • ASPÖCK PORTUGAL, S.A.
  • BRAMP – METAIS E POLÍMEROS DE BRAGA, LDA
  • CAETANO COATINGS, S.A.
  • CELOPLÁS – PLÁSTICOS PARA A INDÚSTRIA, S.A.
  • EPEDAL – INDÚSTRIA DE COMPONENTES METÁLICOS, S.A.
  • IBER-OLEFF – COMPONENTES TÉCNICOS EM PLÁSTICO, S.A.
  • IMEGUISA PORTUGAL – INDÚSTRIAS METÁLICAS REUNIDAS, S.A.
  • MICROPLÁSTICOS, S.A.
  • PRIFER – FUNDIÇÃO, S.A.
  • PRIFER – TECHNICAL MOLDS, S.A.
  • PRIREV – SURFACE TECHNOLOGY, S.A.
  • PTCPORT – PORTUGAL TECHNICAL CENTER, UNIPESSOAL, LDA
  • S.F.P.C. – SOCIEDADE FRANCO PORTUGUESA DE CAPACETES, S.A.
  • SILENCOR – INDÚSTRIAS METÁLICAS, LDA
  • SODECIA SAFETY & MOBILITY GUARDA, S.A.
  • SOPAIS – COMPONENTES METÁLICOS, LDA
  • SOPLAST – MOURA, MOUTINHO & MORAIS, S.A.
  • TMG – TECIDOS PLASTIFICADOS E OUTROS REVESTIMENTOS PARA A INDÚSTRIA AUTOMÓVEL, S.A.

 

 

https://inovadora.cotec.pt/