A indústria automóvel sobrevive ao fim do motor a combustão? (podcast)

João Silvestre conversa com José Couto, presidente da AFIA, sobre a nova diretiva da União Europeia para travar a venda de automóveis a combustão a partir de 2035. Oiça o podcast de economia Money Money Money

in podcast de economia Money Money Money, Expresso, por João Silvestre | Editor de Economia, João Vieira Pereira | Diretor, João Luís Amorim | Sonoplasta, 20-07-2022


A Europa fixou 2035 para acabar com a comercialização de carros a gasolina e gasóleo. Uma meta ambiciosa que obriga o setor a reconverter-se em pouco tempo. Com consequências difíceis de antecipar.

Este episódio teve moderação João Silvestre, editor de Economia do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e José Couto, presidente da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel. A edição esteve a cargo de João Luis Amorim.

 

Oiça aqui o podcast:

 

 

 

Vendas de carros novos na União Europeia por tipo de energia | 2.º trimestre de 2022

Fuel types of new cars: battery electric 9.9%, hybrid 22.6% and petrol 38.5% market share in Q2 2022

in ACEA, 20-07-2022


In the second quarter of 2022, sales of battery electric vehicles continued to expand in the EU, accounting for 9.9% of total passenger car registrations.

In the second quarter of 2022, sales of battery electric vehicles continued to expand in the EU, accounting for 9.9% of total passenger car registrations. Plug-in hybrid cars accounted for 8.7% of market share, up from 8.4% in the second quarter of 2021, despite a decline in the number of units sold. Petrol- and diesel-powered cars suffered significant drops during this three-months period, leading to a contracting market share (55.8% for diesel and petrol combined).

Petrol and diesel cars

From April to June 2022, petrol and diesel cars lost market share in the European Union, down from 62.0% in Q2 2021 to 55.8% in Q2 this year. The market share of petrol fell by over 3 percentage points, accounting for 38.5% of total sales, while diesel’s market share dropped to 17.3% of total passenger car registrations (down from 20.2% during the same period in 2021).

In terms of units, petrol sales plunged by 22.2% across the EU, counting 909,703 cars sold. Diesel saw an even steeper fall (-27.7%), totalling 409,174 units.

Alternatively-powered vehicles (APV)

During the second quarter of 2022, registrations of battery electric vehicles (BEV) in the EU grew by 11.1%, reaching 233,413 cars sold. Among the key markets in the region, Spain and France contributed to the positive performance of BEVs, posting double-digit gains (+22.0% and +18.6% respectively). Italy on the other hand posted a substantial loss (?19.6%), while Germany witnessed slight negative growth (-0.5%).

Plug-in hybrid electric vehicles (PHEV) expanded their market share during the period, despite a double-digit drop in units sold (-12.5% to 206,501 cars). With the exception of Spain (+11.3%), all key markets posted declines in PHEV sales: France (-17.4%), Germany (-16.9%) and Italy (-6.9%).

Sales of hybrid electric vehicles (HEV) in the European Union slipped back by 2.2% during the second quarter of the year. However, due to the significant drop in sales of conventionally-fuelled cars, HEVs expanded their overall market share (22.6%). The four main markets in the region recorded mixed results. France and Spain posted growth (+7.2% and +2.7%, respectively). Italy and Germany on the other hand witnessed declines (-9.3% and -6.5%, respectively).

Registrations of natural gas vehicles (NGV) across the European Union plunged by 62.9%, with 4,983 units sold during this period. This fall was mainly due to the drop in Italy, which accounts for the vast majority of sales in the region. By contrast, LPG-fuelled vehicles recorded an increase in sales (+7.9%), reaching 64,152 units during the second quarter of the year. Three out of four of the largest markets in the region posted strong gains: Spain (+57.6%), France (+21.9%) and Germany (+10.3%). Italy on the other hand posted a decline (-5.1%).

 

In the second quarter of 2022, sales of battery electric vehicles continued to expand in the EU, accounting for 9.9% of total passenger car registrations.

 

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China’s Envision to build EV battery plant in Spain

Envision’s plans for a battery factory follow VW’s decision to build a 40-gigawatt-hour plant near Valencia.

in Automotive News Europe / Reuters, 20-07-2022


Spain has signed a partnership agreement with Chinese green energy company Envision Group to embark on four projects, including an EV battery plant, with 3.8 billion euros ($3.9 billion) in total investment, partly funded by European Union aid.

Jose Dominguez, head of Envision Spain, was quoted in a statement from the Spanish government that the projects would be developed jointly with Spanish renewable power company Acciona Energia, but it did not say what its role would be.

The factory in Navalmoral de la Mata in the central-western region of Extremadura, will require 2.5 billion euros in investment and could create as many as 3,000 jobs, the statement said.

Extramadura is one of Spain’s poorest regions, where there are also large reserves of lithium.

It would be second electric car battery project in Spain – Europe’s second-largest car producer.

Volkswagen Group has said it and its and partners would invest 10 billion euros ($10.6 billion) to make electric vehicles and batteries in Spain.

VW aims to start building the 40-gigawatt-hour plant in Sagunto near Valencia, which requires 3 billion euros in investment, in the first quarter of 2023, with serial production to start by 2026.

The Envision partnership agreement also includes a renewable hydrogen plant costing up to 900 million euros which will provide energy for a net zero emissions project, as well as a wind energy park with a turbine assembly plant.

They will be built in the small towns of Alcazar de San Juan and Navas del Marques in central Spain.

A digital products development center worth 300 million euros is also planned.

Spain will help to fund the investment with European Union pandemic relief funds, the government said, pointing out that it will not only promote energy transition but also support small municipalities suffering from depopulation.

 

CIP | Sinais Vitais – resultados do inquérito de julho

A CIP apresentou no dia 18 de julho, em conferência de imprensa, os resultados do inquérito Sinais Vitais feito no início de julho às empresas em Portugal sobre a sua situação atual e as expectativas que têm para este ano, mas também sobre a avaliação que fazem das medidas definidas para combater a pandemia de covid-19.

in CIP, 1907-2022


As principais conclusões do inquérito foram as seguintes:

  • A grande maioria dos empresários e gestores (84%) consideram que os programas de apoio estão aquém (ou muito aquém) das necessidades;
  • A opinião sobre a carga burocrática nos apoios é de que é excessiva, havendo 77% dos respondentes a considerarem o processo muito burocrático ou burocrático;
  • A perspetiva do impacto do PRR continua a ser muito reduzida, uma vez que apenas 9% consideram que terá um impacto significativo ou muito significativo na sua atividade;
  • Ainda em relação aos programas de apoio, verifica-se que entre as empresas que afirmaram não se terem candidatado a estes programas (78% do total), tal deve-se, em 41% dos casos, a uma perceção por parte dos empresários de que as suas empresas não preenchem as condições de elegibilidade;
  • Um dado positivo foi o facto de 45% das empresas registarem um crescimento das suas vendas no segundo trimestre de 2022, comparativamente ao mesmo período de 2019;
  • Cerca de 56% das empresas registou um aumento superior a 15% nos seus custos operacionais (matérias-primas, energia, mão de obra, transportes) em junho de 2022, relativamente a janeiro de 2022;
  • Em termos médios, a maioria das empresas (46%) referiu que repercutiu moderadamente, ou seja, menos de metade do aumento dos custos operacionais sofridos, nos preços de venda. Apenas 7% das empresas, em média, referiu que repercutiu integralmente o aumento dos custos nos seus preços de venda e cerca de 25% não efetuou qualquer aumento de preços;
  • Os 2 principais constrangimentos referidos pelas empresas respondentes, decorrentes da atual situação económica, foram o aumento dos custos de produção (86%) e a escassez de mão de obra (40%);
  • De forma geral, as encomendas em carteira registaram um ligeiro crescimento face à situação anterior à crise; foram mais as empresas que reportaram um aumento (26%) do que as que registaram uma diminuição (24%);
  • As expetativas de vendas das empresas respondentes no 3º trimestre de 2022 é positiva face ao mesmo período de 2019 (com 38% a esperarem um aumento, versus 24% das empresas a esperarem uma diminuição).
  • A maioria das empresas (70%) aponta para uma manutenção dos postos de trabalho no 3º trimestre, sendo que 21% preveem inclusivamente aumentar o seu quadro de pessoal, contra apenas 9% que tencionam diminuir.
  • Em termos de investimento em 2022, face a 2019, existem mais empresas a considerar aumentar (31%) do que a diminuir (23 %).

Aceda às conclusões finais do inquérito aqui e assista à conferência de imprensa.

 

 

Este inquérito integra a terceira fase do Projeto Sinais Vitais, desenvolvido pela CIP, através das associações que a integram, em conjunto com o Marketing FutureCast Lab do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, com o objetivo de recolher informação atualizada sobre a posição dos responsáveis pelas empresas portuguesas e sobre o impacto que diferentes situações têm nestas, no quadro da situação de exceção provocada pela pandemia de covid-19.

 

Mercedes planeia investir 1,2 mil milhões de euros em Espanha

Os planos da fabricante de automóveis alemã foram revelados após a maioria dos trabalhadores da sua unidade em Vitoria, Espanha, ter apoiado um novo acordo laboral.

in ECO, Joana Abrantes Gomes, 19-07-2022


A Mercedes-Benz planeia investir 1,2 mil milhões de euros na sua fábrica de Vitoria, no norte de Espanha, depois de um novo acordo laboral, que prevê aumentos salariais dentro dos próximos três anos, ter reunido o apoio de mais de 50% dos trabalhadores.

Segundo os sindicatos UGT e CCOO, citados pela agência Reuters, cerca de 57% dos quase 5.000 trabalhadores da unidade da fabricante de automóveis alemã votaram a favor de um acordo que define as condições de trabalho e aumentos salariais até 2026.

O acordo permitirá à Mercedes-Benz investir na produção de novos modelos e de veículos elétricos, acrescentaram as unidades sindicais em declarações em separado.

A fabricante alemã disse que espera produzir 158 mil veículos na fábrica de Vitoria – a segunda maior unidade da Mercedes de montagem de carrinhas – em 2022 e planeia aumentar a produção nos próximos anos.

 

MERCEDES-BENZ
Mercedes builds vans including the V-Class at its Vitoria plant in Spain.

 

ESPAÑA | Las exportaciones de los proveedores españoles de automoción mantienen el dinamismo en la facturación del sector

  • El mercado francés desplaza a Alemania como principal socio comercial del sector con una cifra de 1.287 millones de euros y una tasa de crecimiento del +16%.
  • Las exportaciones a Reino Unido han descendido más de un 10% respecto al pasado año, mientras que a Estados Unidos han aumentado cerca de un 19% en 2022.

in SERNAUTO, 18-07-2022


Entre enero y abril de 2022 se exportaron equipos y componentes de automoción españoles por un valor de 7.152 millones de euros, lo que supone una tasa interanual del +4,7% respecto a 2021, cifra que representa una diferencia de sólo un -2,8% respecto al periodo prepandemia.

El sector de los proveedores de automoción está caracterizado por su elevado grado de internacionalización y por el peso y relevancia que tienen en su facturación los mercados exteriores, los cuales han permitido a la industria matizar y compensar el impacto de las disrupciones a las que se ha visto enfrentada.

La Unión Europea, como es habitual, es el principal socio comercial de la industria, con una cuota de mercado del 67,1% sobre el total y con una cifra de 4.798 millones de euros. Las ventas de equipos y componentes para automoción han registrado una tasa interanual de crecimiento del +3,2% respecto a 2021. En la comparativa con respecto a 2019, supone prácticamente la recuperación de los niveles de facturación, ya que la cifra se ha contraído solo un -0,3%.

En la comparativa interanual, se observa un buen desempeño respecto a las principales economías europeas. El mercado francés desplaza a Alemania como principal socio comercial del sector, con una cifra de 1.287 millones de euros, y una tasa de crecimiento del +16%. Alemania ocupa la segunda posición, con una cifra de 1.189 millones de euros y una tasa decreciente del -1,6%. Les siguen Portugal (+11,4%), Italia (+9,1%) y Polonia (+5,6%). No obstante, mercados como República Checa (-14,9%) o Eslovaquia (-11,3%) registran una contracción.

Fuera de la Unión Europea, cabe destacar el creciente peso de Estados Unidos para las exportaciones españoles, siendo el principal destino de las mismas, con una cifra de 396 millones de euros y un crecimiento del +18,8% respecto al mismo periodo de 2021. En la comparativa con 2019, es preciso subrayar que se ha crecido un +25%.

Reino Unido, con una cifra de 366 millones de euros y una caída interanual del -10,7%, desciende a la segunda posición como principal socio comercial extracomunitario del sector.

Marruecos mantiene su tercera posición, con una tasa interanual de crecimiento del +1,4%, y unas cifras de 287 millones de euros, aunque aún no se logran recuperar las cifras del periodo 2019.

China mantiene su senda de crecimiento, con una tasa interanual del +16,1 % (212 millones de euros) y del +49,5% respecto al primer cuatrimestre de 2019. El mercado asiático es uno de los principales actores mundiales en el mundo del motor y la oferta española está logrando, paulatinamente, incrementar su cuota de mercado.

Dentro de América Latina, se observa el dinamismo de los principales mercados en automoción, México y Brasil, para los cuales se han registrado tasas interanuales respectivamente del +55,1% y del +23,5%.

Otros mercados relevantes para las exportaciones españolas son Turquía (+8,6% respecto a 2021), Sudáfrica (-5,8% respecto a 2021) o Japón (+2,8 respecto a 2021). Mención aparte merece Rusia, que ha registrado una caída del -34,5% respecto a 2021.

En este sentido, Mª Begoña Llamazares, responsable de Mercados de SERNAUTO, resalta la lenta recuperación a nivel global de la industria de automoción y apunta que “la evolución de las exportaciones españolas de equipos y componentes para automoción en gran medida va a depender del comportamiento de la demanda en los principales mercados europeos”. Es preciso señalar también que “en estos momentos el sector se enfrenta a una dinámica de presiones inflacionarias y disrupciones en la cadena de suministro, con su correspondiente impacto en las previsiones de crecimiento para esta edición”, concluye Llamazares.

A continuación, se recogen los gráficos con los porcentajes de las exportaciones realizadas a los principales destinos, tanto dentro de la UE como en el resto del mundo.

 

Seis fábricas incrementan la producción de vehículos en el primer semestre y abren la puerta a finalizar 2022 en positivo

Las fábricas españolas de vehículos concluyeron el primer semestre de 2022 con una producción de 1.182.333 unidades, lo que supone un retroceso del 1,89% en comparación con el mismo periodo de 2021, cuando se ensamblaron 1.205.219, aunque entonces también estaba operativa la planta de Nissan Barcelona, que alcanzó los 15.732 coches. Según los cálculos de La Tribuna de Automoción, que ha consultado la actividad de cada una de las 11 factorías activas en nuestro país, seis centros incrementaron su fabricación entre enero y junio. El que más lo hizo fue Ford Almussafes, con una subida del 56,35%, seguida de Iveco Madrid…

in La Tribuna de Automoción, por Pablo M. Ballesteros, Ignacio Anasagasti ,18-07-2022


Las fábricas españolas de vehículos concluyeron el primer semestre de 2022 con una producción de 1.182.333 unidades, lo que supone un retroceso del 1,89% en comparación con el mismo periodo de 2021, cuando se ensamblaron 1.205.219, aunque entonces también estaba operativa la planta de Nissan Barcelona, que alcanzó los 15.732 coches.

Según los cálculos de La Tribuna de Automoción, que ha consultado la actividad de cada una de las 11 factorías activas en nuestro país, seis centros incrementaron su fabricación entre enero y junio. El que más lo hizo fue Ford Almussafes, con una subida del 56,35%, seguida de Iveco Madrid (37,76%) y Stellantis Madrid (24,48%). También en positivo, cerraron el parcial inicial del ejercicio Stellantis Zaragoza (20,18%), VW Navarra (18,39%) y Mercedes Vitoria (16,64%).

Por el contrario, hubo cinco emplazamientos que, principalmente por la falta de semiconductores, acabaron en negativo, siendo los más afectados los casos de Stellantis Vigo (-27,97%), Seat Martorell (-22,57%) e Iveco Valladolid (-14,03%). Renault en Palencia y en Valladolid también retrocedieron un 12,72% y un 4,13%, respectivamente.

Junio fue un buen mes y auguran una subida en la producción de vehículos en el conjunto de 2022

A falta de conocer los datos oficiales de producción que publicará Anfac en los próximos días, del conjunto del primer semestre se desprende que en el mes de junio se habrá registrado una fuerte subida, con un resultado similar a las 278.748 unidades de 2018, puesto que, aunque en mayo la fabricación de este curso creció un 0,5%, en el acumulado del ejercicio de los primeros cinco meses se retrocedía un 12,6%, según los datos de la asociación de marcas.

Es decir, según las estadísticas de las que dispone esta publicación, en solo 30 días se habrían recuperado más de 10 puntos, si bien hay que tener en cuenta que en junio de 2021 la fabricación de vehículos se desplomó un 18,1%, por lo que la comparación se hará con una estadística relativamente baja.

En conjunto, por la evolución que se espera que tengan la crisis de escasez de chips y las fábricas que acabaron el primer semestre en negativo, la previsión es que en 2022 se superen los 2.098.133 vehículos que se hicieron en 2021, lo que representó un -7,5%, en comparación con 2020, cuando estuvieron cerradas las factorías más de mes y medio por la primera ola de coronavirus.

No obstante, habrá que estar pendiente de las consecuencias del conflicto ruso, puesto que si el presidente de este país decide cortar definitivamente el gas a Alemania podría conllevar un parón industrial similar al que provocó la covid-19 en marzo de hace dos cursos, con falta de componentes para los centros productivos españoles y con un cuello de botella en la entrega de vehículos que se agravaría a nivel mundial.

 

La fábrica de Ford en Almussafes (Valencia).

 

 

Coindu quer produzir mais mas desespera por trabalhadores

Com crescente procura por parte das mais destacadas marcas de automóveis de todo o mundo, a Coindu precisa de aumentar a capacidade de produção mas esbarra na falta de trabalhadores. “Equacionamos abrir novas unidades, mas não conseguimos captar gente para trabalhar”, diz o António Cândido Pinto, presidente do CA.

in Jornal T, 15-07-2022


O desabafo foi até acompanhado por um pedido de ajuda dirigido ao presidente da Câmara de Famalicão, que esta quinta-feira visitou (foto) a gigante têxtil de Joane, no âmbito do projecto Famalicão Created IN. “Neste momento não temos capacidade para a procura que nos é proposta”, confessou o líder da empresa que é referência mundial na produção de estofos para as principais marcas de automóveis.

Depois dos ganhos de eficiência com reconversão operada nos último três anos, com recurso à inteligência artificial, automatização e registo digital, que colocam a empresa no patamar da Indústria 5.0 – “o que nos permite fazer muito mais com menos esforço” – a empresa não tem mãos a medir, apesar de empregar já cerca de 2200 trabalhadores.

“Vivemos um momento que é muito favorável a Portugal, com clientes que abandonam a produção na Ásia e que saíram dos Balcãs por razões óbvias. Mas isto é um pico que é preciso aproveitar”, alertou António Cândido Pinto, que deixou ainda o alerta para outro constrangimento, que é a ferrovia.

“Temos carris que têm uma distância em Portugal, outra em Espanha e outra na Europa, e este é outro dos grandes constrangimentos que sentimos. As autoridades estão a tratar da questão, mas o certo é que nunca mais vemos o problema resolvido”, disse, apelando mais uma vez aos bons-ofícios do autarca.

Mário Passos, presidente da câmara, lembrou que a Medway está a construir no concelho, em Lousado, um grande terminal rodo-ferroviário – “o maior porto seco do país” – que vai certamente ao encontro da resolução dos problemas da empresa. O autarca disse anda “estar impressionado com o avanço tecnológico da empresa”, que acredita “terá um efeito de contágio para muitas outras que ainda hesitam em seguir o caminho da digitalização”.

Com soluções operacionais únicas para o setor automóvel, a Coindu fabrica para os mercados Premiu e Luxury da indústria automóvel, fornecendo estofos para marcas como Tesla, Porsche, Aston Martin, Lamborguini, Lotus ou os grupos BMW e Volkswagen.

Toda a produção feita em Joane é 100% para exportação e a empresa projeta atingir este ano nesta unidade um volume de negócios superior a 362 milhões de euros, o que representa cerca de 50% do volume de negócios do grupo Coindu, que tem ainda outra unidade em Portugal e também na Roménia, México e Alemanha.

 

https://coindu.com/careers/

 

Dongfeng Motors instala-se em Marrocos

Dongfeng Motors s’installe au Maroc

in Industries.ma, 04-05-2022


L’un des acteurs majeurs du monde de l’automobile, Dongfeng Automobile Corporation, vient de lancer sa filiale marocaine, Donfeng Motors Maroc. Avec un 1er complexe ouvert à Casablanca, le groupe ambitionne de s’implanter davantage dans le Royaume.

Un acteur mondial de taille rejoint l’écosystème automobile marocain. Il s’agit du géant chinois Dongfeng Automobile Corporation, constructeur de véhicules utilitaires. Pour son installation, celui-ci a opté pour le quartier industriel d’Ain Sebâa à Casablanca. Dans la même zone, un showroom, une unité de services après-vente et un magasin de pièces de rechange sont prévus. Soulignons qu’au Maroc, la marque s’est positionnée dans le segment utilitaire, tout en proposant son « best-seller », le camion CAPTAIN avec ses 03 modèles à plusieurs capacités de chargements et différents empattements, en plus des minibus. Jusqu’à présent Global Chinese Motors est le distributeur exclusif de Dongfeng dans le pays.

Après l’ouverture de son complexe de Casablanca, le groupe entend s’implanter davantage au Maroc, en s’installant dans les différentes régions du pays, afin d’offrir au marché marocain une offre innovante, qualitative et compétitive. Afin d’avoir l’avis des professionnels du secteur, nous avons essayé de joindre le Président de l’Association Marocaine pour l’Industrie et la Construction Automobile (AMICA), Hakim Abdelmoumen, en vain.

Rappelons que le géant chinois est devenu un leader de l’industrie automobile de pointe, en fournissant des modèles d’une puissance et d’une force inédites mais aussi dotés d’une grande innovation. Il est aussi la 1èremarque dans l’industrie automobile en Chine. Ce qui lui vaut d’être parmi les 500 meilleures marques les plus célèbres au monde. Nous ne manquerons pas de revenir sur cette importante implantation du mastodonte chinois au Maroc.

 

 

UNIÃO EUROPEIA | Vendas de carros novos no mês de junho (-15,4%), janeiro-junho (-14,0%)

Passenger car registrations: -14.0% first half of 2022; -15.4% in June

in ACEA, 15-07-2022


In June 2022, passenger car registrations continued their downward trend in the European Union (-15.4%), as supply chain issues continue to limit vehicle output.

 

 

In June 2022, passenger car registrations continued their downward trend in the European Union (-15.4%), as supply chain issues continue to limit vehicle output. With 886,510 units registered, this is the lowest month of June on record (in terms of volume) since 1996. All four major EU markets contributed to the fall. Germany posted the strongest decline (-18.1%), followed by Italy (-15.0%) and France (-14.2%). Spain on the other hand saw a more modest decline (-7.8%).

Over the first half of 2022, new car registrations in the EU shrank by 14.0% compared to one year earlier, totalling around 4.6 million units. All of the region’s major markets recorded double-digit drops: Italy (-22.7%), France (-16.3%), Germany (-11.0%) and Spain (-10.7%).

EU new car sales continued their downward trend in June (-15.4%), as supply chain issues continue to limit vehicle output.

 

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