Autoeuropa volta a produzir no dia 6 de setembro e recorre a programa de apoio

“O que afeta a Volkswagen Autoeuropa, bem como outras empresas no momento, é a escassez de componentes devido à extensão das medidas de confinamento na Ásia”, explica fonte oficial.

in ECO / Lusa, 31-08-2021


A Autoeuropa planeia voltar à produção no dia 6 de setembro e irá recorrer a um programa de apoio à atividade económica, garantindo o pagamento das remunerações, disse à Lusa fonte oficial.

Em resposta por escrito a questões da agência Lusa, fonte oficial da Autoeuropa indicou que o início da produção está planeado para o dia 6 de setembro, apesar do problema de falta de semicondutores que está a afetar a fábrica de automóveis de Palmela, no distrito de Setúbal.

“O que afeta a Volkswagen Autoeuropa, bem como outras empresas no momento, é a escassez de componentes devido à extensão das medidas de confinamento na Ásia, continente que concentra parte significativa da produção de semicondutores para os nossos produtos”, indicou a mesma fonte.

A empresa já parou algumas vezes nos últimos meses por falta de semicondutores. Segundo informação divulgada em junho pela Autoeuropa, a falta de semicondutores, que está a afetar todo o setor automóvel, deve-se às dificuldades de fornecedores de alguns países, designadamente a Malásia, devido a medidas de confinamento por causa da pandemia de covid-19.

Além disso, a partir de quarta-feira, 1 de setembro, a empresa irá recorrer “a um programa de apoio à atividade económica”.

“Durante a aplicação deste programa, decidimos atribuir um complemento como garantia do rendimento individual de cada colaborador da empresa”, afirmou a fonte oficial.

Em declarações à Lusa, o coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT) da empresa, Fausto Dionísio, disse que os trabalhadores estão preocupados com a falta de semicondutores.

“Ninguém sabe o que vai acontecer neste momento. É uma preocupação de empregadores e empregados. O mercado de semicondutores está completamente desregulado pela pandemia na Ásia e pela procura em todos os domínios. A nossa preocupação é que isto retome o mais rapidamente possível e volte à normalidade”, salientou.

Do acordo com Fausto Dionísio, “a empresa para já tem garantidos os salários aos trabalhadores” o que, considera, “é de toda a justiça”. “Estamos preocupados”, sublinhou, indicando previsões de que a crise se possa “prolongar por 2022”.

“Mas, para já, a empresa tem cumprido com todos os seus compromissos com os trabalhadores e os trabalhadores com a empresa“, salientou.

Na semana passada, o Expresso noticiava que o regresso da empresa poderia não acontecer no dia 6 de setembro devido à crise dos semicondutores. Hoje, a Renascença deu conta que a Autoeuropa iria recorrer a um apoio do Estado para pagar salários.

Autoeuropa, com mais de 5.200 colaboradores, dos quais 98% com vínculo permanente, produziu em 2020 um total de 192.000 automóveis e 20 milhões de peças para outras fábricas do grupo alemão, que representam 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) e 4,7% das exportações portuguesas.

 

Renault to extend Spanish output curbs on chip shortage

Output of the Kadjar, Megane and Captur hit by stoppages

in Automotive News Europe / Reuters, 31-08-2021


Renault will extend partial stoppages at its three assembly plants in Spain to the end of the year because of the global shortage of microchips.

The company plans to halt production at its plant in Palencia, where it builds the Kadjar SUV and Megane compact car, for as many as 61 days and at its factory in Valladolid, where it makes the Captur SUV, for up to 40 days, a spokeswoman for Renault Spain said on Tuesday.

The engine plant in Valladolid could cease producing for as many as 17 days over the period.

Automakers have been forced to reduce the pace of production in recent months owing to the chip shortage, which has left them competing with the consumer electronics industry for chip deliveries amid global supply disruptions because of the coronavirus crisis.

Renault had already approved a plan to idle the factories in Spain for up to about 30 days each between April and July and decided to set up a new plan for the last four months of the year as the shortage continues.

Renault usually has capacity to build about 580,000 cars a year in Spain.

The automaker’s decision to slow output follows similar moves by rivals including Volkswagen, Toyota and Stellantis.

 

Production at Palencia, which builds the Kadjar, shown, will be halted for up to 61 days.

 

Jeep, Fiat output at Italian plant to remain idle due to lack of microchips

Production stoppage at Melfi extended for a week

in Automotive News Europe / Reuters, 31-08-2021


Stellantis will extend by one week to Sept. 13 a planned production stoppage at its Melfi plant in southern Italy due to a global microchip shortage, FIM-CISL union said on Tuesday.

The output freeze at Melfi, one of the automaker’s largest plants in Italy, comes after Stellantis on Monday said it was extending production halts at several plants in Europe due to a shortage of microchips.

The Jeep Renegade and Compass, and the Fiat 500X SUVs, are built at Melfi.

“The company has confirmed to unions that the delay was due to a semiconductor shortage on international markets,” FIM-CISL said in a statement.

Production at Melfi has been stopped since mid-August, including a two-week summer holiday period.

Stellantis reiterated the semiconductor shortage was affecting the whole automotive industry.

“From the beginning of the COVID crisis, we drive our activity daily, plant by plant, by adapting our industrial activity to the automotive market trends, and by taking into account the different situations we are facing,” the automaker said in a statement.

Production of the Jeep Compass in Melfi.

 

Chip crunch hits Suzuki’s Hungary production

Esztergom plant will suspend production from Sept. 6 to Sept 8

in Automotive News Europe / Reuters, 31-08-2021


Suzuki will halt production at its factory in Hungary for two weeks in September due to a global shortage of microchips.

The plant in Esztergom will suspend production from Sept. 6 to Sept 8, a Suzuki spokesperson told news agency MTI on Tuesday.

The factory builds the Vitara and SX4 S-Cross SUVs.

Last year it produced 112,475 vehicles, according to the Suzuki Hungary website.

 

Suzuki builds the Vitara and SX4 S-Cross SUVs in Hungary.

 

Pénurie de puces. 7 millions de voitures non produites en 2021 ?

Selon les dernières estimations du cabinet IHS Markit, la pénurie de semi-conducteurs a empêché la production d’environ 4 millions de voitures dans le monde au premier semestre 2021. Sur l’ensemble de l’année, ce chiffre pourrait atteindre entre 6,3 et 7,1 millions d’unités.

in L’Argus, 31-08-2021


Les spécialistes du cabinet IHS Markit estiment désormais, dans leur dernière note actualisée en août, que la production mondiale de voitures légères atteindra 80,78 millions d’unités en 2021, soit une augmentation de 8,3 % par rapport à 2020. Mark Fulthorpe, directeur exécutif chargé des prévisions mondiales en matière de véhicules légers au sein d’IHS Markit indique que « la production perdue en raison de la chaîne d’approvisionnement des semi-conducteurs est estimée à 1,44 million d’unités au premier trimestre et à 2,6 millions d’unités au deuxième trimestre ».

Pour le troisième trimestre, il estime un impact « de l’ordre de 1,8 à 2,1 millions d’unités », tandis que les perturbations devraient se prolonger au quatrième trimestre 2021 et dans le premier quart de 2022, avant une stabilisation au T2 2022 et une potentielle reprise au deuxième semestre 2022. « Sur l’ensemble de l’année 2021, poursuit Mark Fulthorpe, cela placerait le risque annuel associé aux pénuries de semi-conducteurs entre 6,3 et 7,1 millions d’unités dans le monde. »

 

Au premier semestre 2021, environ 4 millions de voitures n’ont pas été produites dans le monde en raison de la pénurie.

 

Associados da AFIA expõem na Mindtech Vigo

A Metal Industry and Technologies International Trade Fair, Mindtech, é a feira referente ao setor industrial do Polo Ibérico, de periodicidade bienal, na qual estarão presentes as empresas nacionais e internacionais líderes nos setores industrial, metalúrgico, metalomecânico e das tecnologias conexas.

in AFIA, 31-08-2021


Nesta feira, terá também a oportunidade de ter encontros comerciais B2B com outras firmas de interesse.

Entre outras atividades, será criado um sistema de agendamento de reuniões entre expositores e profissionais dos setores que participam na feira. A exposição está dividida em diversas áreas de atividade relacionadas com o setor industrial

Os Associados da AFIA presentes na feira são:

 

https://mindtechvigo.com/pt/inicio-pt/

 

BASF y Grupo Antolin aligeran los módulos de techo

BASF, el mayor proveedor químico mundial de la industria de automoción, y Grupo Antolin, multinacional española referente global en la función de techo, han unido sus capacidades en ingeniería de plástico aplicado en un techo panorámico de nuevo desarrollo en el que han utilizado el poliuretano muy ligero Elastoflex E 3943/134. 

in AutoRevista, 31-08-2021


Por otro lado, la apertura real del techo corredizo en el techo interior está sostenida por un soporte estructural. Tradicionalmente, este componente se fabrica en acero, material que el desarrollo ha sido reemplazado con Ultradur High Speed.

En estrecha cooperación, ambas empresas han validado con éxito el polibutilentereftalato (PBT) Ultradur High Speed en marcos de plástico para techos panorámicos abiertos. El novedoso y novedoso diseño de estas piezas permite una reducción de peso de hasta un 60% en comparación con otras soluciones tradicionales. Este material especial permite la inyección de piezas grandes con un rendimiento único como excelente estabilidad dimensional, baja deformación en tiempos de ciclo cortos, alta rigidez, resistencia a altas temperaturas y una fluidez sobresaliente.

“El nuevo Ultradur High Speed reológico modificado tiene una fluidez excepcional que es crucial para obtener piezas de acabado interiores grandes y delgadas. Además, teniendo en cuenta sus ventajas de procesamiento sin precedentes, hemos podido reducir el peso sin perder rigidez y estabilidad dimensional a altas temperaturas ”, ha declarado Dirk Salzmann, Key Account Manager en la división Performance Materials de BASF.

“Una de las principales ventajas de las piezas de plástico de nuevo diseño es el cambio en el proceso. Adjuntamos el marco al techo interior. Durante el proceso de producción, el marco de refuerzo panorámico se fija a la pieza de revestimiento interior mientras que al mismo tiempo la pieza se forma en el molde. Eso conduce a la eliminación de pasos adicionales del proceso y además mejora las tolerancias durante el montaje y la calidad de la pieza final está aumentando ”, explica Enrique Fernandez, ingeniero de Proyecto de Grupo Antolin. “Además, el nuevo proceso no implica el uso de solventes ni genera emisiones peligrosas”.

Por otro lado, BASF, L&L Products y Stellantis han sido reconocidos por el éxito en aligeramiento en el túnel compuesto para el Jeep Grand Cherokee L 2021. El vehículo, que se lanzó en mayo, se ha alzado recientemente el prestigioso premio Altair Enlighten Award por logros en el ahorro de peso del vehículo. Mientras se investigaba oportunidades para reducir la masa y mejorar la durabilidad sin comprometer el desempeño de seguridad, el sistema de montaje de la transmisión (TMS) constituyó un área de enfoque en la colaboración entre proveedores y constructor.

P279 2 BASF Stellantis LLP CompositeTunnelReinforcement AltairAward

El fruto de la cooperación entre BASF, L&L Products y Stellantis para el Jeep Grand Cherokee.

El refuerzo de túnel compuesto (CTR) está ubicado en la parte inferior del vehículo y es parte del TMS general. En el caso de que un vehículo choque levemente con un vehículo opuesto, por ejemplo, el CTR transfiere la carga de energía del riel exterior al travesaño de montaje de la transmisión, mejorando el rendimiento en el campo y en los estándares del Instituto de Seguros para la Seguridad en las Carreteras (IIHS). prueba de barrera.

El uso de la tecnología de pultrusión de Continuous Composite Systems  (CCS) junto con la química del poliuretano de BASF fueron factores clave para alcanzar el éxito en el desarrollo del CTR. El CCS combina un portador compuesto pultruido reforzado con fibra con selladores y adhesivos de alta ingeniería en un perfil bidimensional. Este es un proceso continuo que se utiliza para crear perfiles compuestos rectos o curvos reforzados con fibras y esteras continuas. El sistema está diseñado para proporcionar fuerza y rigidez a una estructura ligera.

 

El empleo de plástico avanzado supone un avance sostenible en la estructura de techos panorámicos. Foto: BASF

 

PSA, Opel, Fiat plants hit by chip shortage

Stellantis extends output stoppages at European factories

in Automotive News Europe / Reuters, 30-08-2021


Stellantis is extending production halts at plants in Europe due to a shortage of microchips.

Output will stay halted this week at PSA’s Rennes plant in France and Fiat’s SevelSud light commercial van plant in Italy, a Stellantis spokesperson said on Monday.

The Rennes factory, which builds Peugeot and Citroen midsize cars, suffered production halts last week, along with PSA’s Sochaux factory in France and Opel’s Eisenach plant in Germany. Sochaux builds compact models, while Eisenach produces crossovers for Opel.

One of the production lines at the Sochaux plant had not restarted as of Monday, while the Eisenach plant will not produce on Monday and Tuesday, the spokesperson said.

Automakers are increasingly dependent on electronic components, but face stiff competition from the consumer electronics industry for chip deliveries, which have been hit by a series of supply chain disruptions during the COVID-19 pandemic.

 

Renault suprime el turno de noche en Valladolid

La medida estructural se alargará todo el mes de septiembre y puede ir acompañada de parones en otros turnos durante varios días

in Coche Global, 30-08-2021


El problema de la escasez de microchips se mantiene con fuerza en la industria de automoción española, con numerosas fábricas con parones totales o parciales. Además de detener la actividad durante algunos días, Renault ha comunicado a los sindicatos una medida estructural que consiste en suprimir el turno de producción de noche en la factoría de Valladolid.

La compañía ha confirmado a los sindicatos en la Comisión de Seguimiento del Expediente de Regulación de Empleo Temporal (ERTE) que parará el turno de noche en la factoría de Carrocería y Montaje durante la práctica totalidad del mes de septiembre (jueves 2, viernes 3 y del 6 al 30). Además, Renault ha advertido de la posibilidad de ampliar los paros a los turnos de mañana y tarde durante “algún día” de la próxima semana.

Los paros afectan principalmente a la Factoría de Carrocería y Montaje de Valladolid, que ya este jueves, 2 de septiembre, parará en los turnos de tarde y noche mientras que el viernes lo hará en los tres. Además, a partir del 6 de septiembre se prolongará el paro del turno nocturno hasta finales de mes. La parada que se aplicara a los turnos de noche será en general para la sección de Montaje, pero para la de carrocería se aplicara a los turnos fijos que trabajen para el modelo Captur.

Paros en Renault Palencia

Esta situación será revisada a final de mes para decidir si se continúa con los paros en octubre y más adelante. Asimismo, la empresa ha apuntado la posibilidad de que los turnos de mañana y tarde se paren “algún día” de la semana del 6 al 10 de septiembre, si bien según fuentes de CCOO el resto del mes se trabajará “con normalidad”.

Para la factoría de Palencia, que se encuentra parada hasta el 9 de septiembre, no se prevén más días de inactividad para el resto del mes a partir de esa fecha. Igualmente, la planta de Motores de Valladolid, que se encuentra ya en marcha, no tiene previsto aplicar la parada de la factoría en todo el mes, si bien se aplicará la bolsa de horas en alguna línea.

CCOO ha mostrado su “preocupación” por el impacto que va a tener esta medida en el empleo, pero también en el personal de mantenimiento y de apoyo, pidiendo que en caso de necesidad de parada se realicen por bolsa y no con días personales. También han solicitado que se comunique a los trabajadores reubicados toda la información concerniente a su reubicación como puede ser el código de bolsa al que va a ser adscrito, así como datos de pedidos y de ventas al tiempo que han reclamado que pidan más semiconductores al grupo para “minimizar” el impacto de las paradas.

 

Trabajadores en la fábrica de Renault de Valladolid