Ford fabricará un nuevo vehículo comercial ligero en Rumanía en 2023

Ford ha confirmado que invertirá 248 millones de euros para fabricar un nuevo vehículo comercial ligero en  en su planta de fabricación de Craiova (Rumanía) en 2023. Este proyecto incluirá una versión totalmente eléctrica que debutará en 2024, por lo que el primer vehículo de estas características totalmente eléctrico de Ford se fabricará en Rumanía.

in AutoRevista, 28-04-2021


“Las operaciones de Ford en Craiova tienen un sólido historial de competitividad y flexibilidad de clase mundial. Nuestro plan de construir este nuevo vehículo comercial ligero en Rumanía refleja nuestra continua y positiva asociación con los proveedores y la comunidad local, y el éxito de todo el equipo de Ford Craiova”, ha asegurado Stuart Rowley, presidente de Ford Europa.

“Añadir una versión totalmente eléctrica para 2024 significa que Craiova será nuestra tercera instalación en Europa en construir un vehículo totalmente eléctrico. Sigue a las recientes inversiones de este año en el Centro de Vehículos Electrificados de Colonia (Alemania), y en la planta de Kocaeli de Ford Otosan (Turquía), y envía otra clara señal de que estamos en la vía rápida para ofrecer a nuestros clientes de vehículos comerciales un futuro de cero emisiones en Europa”, destaca Rowley.

En febrero, Ford se comprometió a que toda su gama de vehículos comerciales tendrá capacidad de cero emisiones, totalmente eléctrica o híbrida enchufable en 2024, y se espera que dos tercios de las ventas de vehículos comerciales de Ford sean totalmente eléctricos o híbridos enchufables de aquí a 2030.

El nuevo vehículo comercial ligero también estará equipado con algunos de los motores convencionales de gasolina y diésel más avanzados de Ford. Estos incluirán, por ejemplo, motores diésel de tecnología avanzada de la planta de motores de Ford en Dagenham y las transmisiones se obtendrán de Ford Halewood Transmissions Limited, ambas con sede en el Reino Unido.

 

Vista áerea de la factoría de Ford en Craiova (Rumanía)

 

 

Terceira fábrica de 25ME da BorgWarner cria mais 300 empregos

O novo investimento em Viana do Castelo resulta da aposta na transição energética: em 2030, estima-se que 45% do negócio da BorgWarner estará centrado na produção de motores elétricos

in Dinheiro Vivo / Lusa, 28-04-2021


A terceira fábrica da BorgWarner em Viana do Castelo vai começar a produzir motores elétricos para o setor automóvel em 2023, num investimento de 25 milhões de euros e criar mais 300 novos postos de trabalho.

Em conferência de imprensa realizada através de videoconferência, após a assinatura do contrato de investimento entre a Câmara de Viana do Castelo e a multinacional norte-americana, o gerente em Portugal, Ricardo Moreira adiantou que a nova unidade produtiva vai ocupar 17 mil metros quadrados de terreno no parque empresarial de Lanheses, onde o grupo já emprega 950 trabalhadores.

O responsável explicou que o novo investimento resulta da aposta na transição energética, estimando em que em 2030 “45% do negócio da BorgWarner estará centrado na produção de motores elétricos”.

“Nos próximos meses vamos já assistir ao início da construção desta unidade que vai começar a produzir no início de 2023”, adiantou, acrescentando que “a nova fábrica será a terceira na Europa deste setor de negócio e irá produzir motores elétricos para clientes europeus do grupo”.

Atualmente, em Viana do Castelo a Borgwarner tem um volume de negócios de 170 milhões de euros, prevendo-se a duplicação deste valor, com o novo investimento”.

Para o presidente da Câmara de Viana do Castelo o terceiro investimento do grupo “é mais uma prova da confiança que a multinacional depositou no país e, em particular, na capital do Alto Minho”.

“Com este contrato somos parceiros para a vida, enquanto a BorgWarner estiver cá”, sublinhou José Maria Costa.

“Esta prova de confiança da Borgwarner, com um terceiro investimento, significa que Viana do Castelo se continua a manter como um espaço de atração e como um espaço no qual as empresas confiam”, afirmou o autarca, destacando “o espírito de confiança entre os diversos parceiros”.

A multinacional instalou-se na capital do Alto Minho em 2014, num investimento de 25 milhões de euros e na altura estimava criar 500 postos de trabalho.

Em 2014, os incentivos concedidos pela Câmara de Viana do Castelo evitaram a saída da multinacional norte-americana BorgWarner, de Portugal, encontrando-se instalada no município vizinho de Valença.

Na altura, a multinacional beneficiou de um conjunto de isenções de taxas de infraestruturas, apoios à aquisição de terrenos e acompanhamento de processos de licenciamento, entre outras medidas.

A autarquia contratou ainda, um gabinete especializado, por 40 mil euros, para conceder apoio técnico à multinacional na construção da nova fábrica.

O grupo é líder mundial de produtos em soluções de tecnologia limpa e eficiência para veículos de combustão, híbridos e elétricos. Com fábricas e instalações técnicas em 96 localizações em 24 países, a empresa emprega cerca de 50.000 pessoas.

Tem um volume de faturação anual de 10,2 mil milhões de dólares, sendo que “um terço do seu negócio está instalado na Europa”.

 

https://www.borgwarner.com/home

 

 

 

 

Volkswagen contrata 100 pessoas para centro digital português em 2021

Grupo automóvel alemão terá 300 pessoas na área tecnológica até ao final do ano. Em finais de 2023 equipa irá contar com pelo menos 450 trabalhadores

in Dinheiro Vivo, por Diogo Ferreira Nunes, 28-04-2021


Desde o final de 2018 que o grupo Volkswagen tem um centro digital em Portugal. No final do ano passado, a Volkswagen Digital Solutions (VWDS) contava com 200 pessoas para desenvolver novas soluções tecnológicas para este gigante automóvel alemão e este ano a equipa voltará a ser reforçada com a entrada de mais 100 elementos, para uma equipa total de 300 trabalhadores.

Os perfis procurados pelo centro digital cobrem áreas como gestores e designers de produto, programadores de software e várias posições de suporte. A VWDS conta com três unidades de desenvolvimento em Portugal: o centro de desenvolvimento de software (SDC:LX), o espaço digital para a marca MAN (MDH) e ainda os serviços de gestão de aplicações (AMS).

O centro de desenvolvimento de software (SDC:LX) está focado em produtos para os consumidores em várias áreas do grupo. É neste local que está a ser construído software que permite aos vendedores gerir todo o processo de encomenda de um automóvel, desde a configuração até à entrega ao cliente.

O espaço digital para a MAN desenvolve soluções tecnológicas para a área da logística e do transporte de veículos comerciais para a marca MAN Truck & Bus, o que permite recolher dados sobre a condução dos motoristas e encontrar formas de os tornar mais eficientes para o ambiente e para a longevidade dos camiões.

Na unidade AMS são criadas plataformas para ajudar os serviços móveis da unidade de automóveis ligeiros do grupo. Este departamento também ajuda a secção de compras da Volkswagen a reduzir custos. No futuro, esta unidade vai também desenvolver software.

Todas as soluções desenvolvidas em Portugal acabam por ter impacto no desempenho dos mais de 500 mil trabalhadores do grupo a nível mundial. O fabricante alemão está a transformar-se cada vez mais numa empresa tecnológica.

O talento, o crescimento da comunidade tecnológica, a qualidade de vida e o nível de formação das universidades levaram a Volkswagen a reforçar a aposta em Portugal. No seu centro digital, os 200 trabalhadores são de 16 nacionalidades: além de portugueses, há funcionários da Sérvia, Brasil, Irlanda, Roménia, África do Sul e Índia. As mulheres representam um quarto da equipa, que mistura talentos mais jovens com perfis mais experientes.

E foi o desempenho da equipa em Portugal que convenceu os responsáveis na Alemanha a alargar a equipa nos próximos três anos, que terá pelo menos 450 elementos até ao final de 2023. Ou seja, depois deste ano, haverá mais 150 pessoas a juntarem-se à equipa tecnológica.

Quando o grupo anunciou a criação do centro digital, estava previsto que a equipa contasse com 300 elementos até ao final de 2020. “A primeira fase de vida da Volkswagen Digital Solutions exigiu alguma adaptação e mesmo organização estrutural interna, que só se consolidou mais tarde. A partir dessa altura tivemos as condições para recrutar de forma mais consistente, proporcionando assim a melhor experiência para as pessoas que se têm juntado à empresa”, refere ao Dinheiro Vivo a responsável de talento da empresa, Teresa Relvas. No último ano, a VWDS acelerou o recrutamento e contratou mais 80 pessoas.

Com três escritórios digitais em Lisboa, o centro digital ainda está indeciso sobre o futuro do trabalho presencial depois da pandemia. “Estamos a ouvir a equipa, para depois decidir qual o regime mais interessante para o nosso talento. A pandemia veio questionar o funcionamento e objetivo de um espaço físico e estamos, todos juntos, a definir a nossa estratégia de futuro.”

O que faz a concorrência alemã?

BMW aposta em parceria

Entre 2018 e 2019, a BMW abriu as portas do centro tecnológico em Portugal. Em parceria com a Critical Software, o grupo alemão criou a Critical TechWorks, focada em tecnologias para os clientes e a condução autónoma. Até ao final deste ano, esta empresa irá contar com um total de 1400 pessoas, que estarão a desenvolver novas aplicações para a BMW e a Mini, além de darem apoio a uma unidade na Alemanha dedicada à condução autónoma.

Mercedes chegou primeiro

A Mercedes arrancou com o centro tecnológico português em 2017, desenvolvendo soluções tecnológicas de marketing e vendas. Tal como a Volkswagen, vai contratar 100 pessoas ao longo deste ano, elevando a equipa para 300 pessoas. No final de 2018, a dona da marca de Estugarda criou ainda o hub tecnológico tb.lx. A unidade dedicada aos veículos pesados cria soluções para uma logística mais amiga do ambiente e também está ligada à fábrica de camiões Fuso, instalada no Tramagal. Até ao final deste ano, a tb.lx passsará dos 50 para 70 funcionários.

 

Se presenta el proyecto tractor Ecomóvil23 al Ministerio de Industria

El director general de Industria y de la Pequeña y Mediana Empresa, Galo Gutiérrez ha asistido, el 26 de abril, junto a la directora general de Industria y Energía de la Conselleria de Economía Sostenible, Sectores Productivos, Comercio y Trabajo, Empar Martínez, a la presentación del proyecto tractor Ecomóvil23, gestado en la Comunitat Valenciana. Los promotores de la alianza liderada por Faurecia son también Dr. Schneider, Industrias Alegre, Talento y Experiencia, Mahle e Industrias Segura. Etra, Urbaser, UNVI, Matrival, KH, Industria Ochoa e Himoinsa y Cegasa, entre otras, también forman parte de Ecomóvil23.

in AutoRevista, 27-04-2021


El encuentro ha tenido lugar en el Centro de Investigación y Desarrollo que el Grupo Faurecia tiene en el Parque Tecnológico de Paterna. En el acto han participado algunas de las empresas e instituciones que integran la alianza Ecomóvil23.  Esta alianza tiene como objetivo la renovación completa de la cadena de valor del sector del automóvil y del sector de Smart cities. En ella participan 56 empresas, tres centros tecnológicos, el Ayuntamiento de Paterna y una fundación. Las empresas e instituciones implican a diez comunidades autónomas -Comunitat Valenciana, Cataluña, Región de Murcia, Galicia, País Vasco, Castilla y León, Castilla-La Mancha, Navarra, Madrid y Aragón- y toda la cadena de valor del sector de automoción.

Se trata de una de las alianzas presentadas recientemente como proyecto tractor del sector para integrarse en el PERTE NACIONAL de automoción. El efecto en cascada de este proyecto, que prevé una inversión de más de 368 millones de euros, generará 1.315 empleos directos, 6.735 empleos indirectos y 8. 073 empleos mantenidos. En el seno del plan  se enmarcan hasta 34 actuaciones relacionadas con las baterías eléctricas, la sensorización del vehículo, la fabricación de componentes, el diseño, el embalaje y los servicios.

En el caso de las baterías eléctricas, se abordará la investigación y desarrollo de bancos de baterías inteligentes integrables en microrredes para la carga de vehículos eléctricos, entre otros. En el caso de la sensorización del vehículo, espera atraer inversión para el desarrollo de sensores para la interacción del vehículo autónomo con la carretera, sensores inteligentes para la monitorización de los usuarios y conductores, o la integración de sensores inteligentes para alertas de seguridad. El Instituto de Biomecánica de Valencia (IBV) tiene un papel central en el proyecto, al actuar sobre dos líneas prioritarias, los factores humanos de los vehículos y los nuevos modelos de movilidad.

Los proveedores de componentes que se integran en este proyecto han propuesto proyectos para obtener superficies higiénicas, la sustitución de piezas metálicas por otros componentes termoplásticos o la fabricación de interiores de vehículos con la electrónica integrada -Plastrónica-, entre otros. El proyecto Ecomóvil23 está dirigido a la satisfacción de las necesidades de movilidad en un entorno de Smart City. De ahí que incluya proyectos relacionados con los servicios dirigidos al coche compartido, a la infraestructura de recarga del vehículo eléctrico, a la conectividad e, incluso a la gestión de los residuos. El proyecto incorpora la creación de un laboratorio a escala real para la validación de soluciones de conectividad de smart city (Ecomobil Lab) en Paterna.

 

El Centro de I+D de Faurecia en Paterna acogió la presentación. Foto: Nebo Comunicación

 

http://www.matrival.es/

https://www.mahle.com/

 

 

Stellantis Zaragoza, abocada a un ERTE por la falta de chips

Stellantis Zaragoza va a negociar un ERTE por la falta de chips, al estar a punto de agotarse los días de flexibilidad. La dirección había propuesto ampliar de 25 a 35 las jornadas en negativo, pero no aseguraban que fuesen suficientes.

in La Tribuna de Automoción, por Pablo M. Ballesteros, 27-04-2021


La fábrica de Stellantis Zaragoza va a comenzar a negociar un ERTE para la plantilla de producción en las próximas fechas, después de constatar que no puede afrontar los paros por la falta de semiconductores con la bolsa de días, puesto que no se prevé que la crisis se vaya a solucionar en un futuro cercano.

Durante la reunión de hoy de la Comisión Negociadora creada por la escasez de componentes, la compañía ha trasladado a los sindicatos la posibilidad de ampliar las jornadas en negativo de las actuales 25 a 35, pero ha adelantado que ni aún así se daría una solución definitiva al problema.

Por ello, la mayoría de la representación social ha trasladado a la empresa que no está a favor del aumento de días, lo que aboca a plantear un ERTE en Stellantis Zaragoza al personal de fábrica, después de haberlo hecho anteriormente a la plantilla de oficinas, para la que han puesto sobre la mesa 50 días, pero se espera que se pueda rebajar. A la espera de que se concreten las negociaciones, es probable que ambos colectivos necesiten una cifra similar.

En total, después de la falta de actividad de la semana pasada al completo —las dos líneas siguen detenidas hasta que esta noche arranquen— los empleados han gastado alrededor de 19 jornadas de las 25 que habilitaba el convenio, por lo que se espera que entre mayo y junio se agoten y haya que emplear el expediente.

Figueruelas (Zaragoza) era la única fábrica de Stellantis que aún no había tenido que recurrir a la regulación de los trabajadores de montaje, después de que Vigo hubiera aprobado 60 días y Madrid, 45, por la falta de piezas.

No obstante, las fábricas de RenaultSeatVW y Ford en España también se han visto afectadas por un problema global que está sacudiendo a toda la industria de la automoción.

 

Zona de acabado final de la fábrica de Stellantis en Figueruelas (Zaragoza)

 

SIMPLIFIED + proteção da propriedade intelectual e industrial através de um pedido de patente

O projeto SIMPLIFIED+ tem como objetivo proceder à proteção da propriedade intelectual e industrial através de um pedido de patente Europeia apresentada no INPI ou, alternativamente, na Organização Europeia de Patentes, resultante do projeto em co promoção SIMPLIFIED – Easy Tooth Abutment, cofinanciado pelo Portugal 2020… esclarece Ana Cortez, responsável de IDI da Celoplás.

in Compete 2020, por Miguel Freitas, 27-07-2021


Enquadramento

O projeto SIMPLIFIED enquadra-se na área médica da cirurgia dentária que se encontra em franca expansão, tentando dar resposta às limitações técnico-científicas existentes no campo das próteses dentárias.

Contudo, apesar das melhorias significativas das técnicas de manufatura da indústria dos componentes que integram os implantes, ainda não foi possível ultrapassar as maiores dificuldades de aplicação ao nível clínico, muito devido à extrema especificidade dos problemas e soluções técnicas adotadas. De facto, são necessários profissionais altamente qualificados para fazerem as próteses dentárias, sendo igualmente um trabalho muito manual e, portanto, diretamente dependente da habilidade individual, aumentando os custos de todo processo.

Numa pesquisa ao estado da arte, é possível encontrar múltiplos sistemas de implantes, tornando difícil para o profissional estar a par da sua existência, com componentes e instrumentos individuais adequados para o uso de cada sistema. Portanto, o próprio fabricante acaba por fidelizar o profissional dentário pela negativa, uma vez que torna o investimento nas ferramentas excessivamente dispendioso, forçando uma utilização continuada. Alternativamente, o profissional é obrigado a adquirir vários sistemas para satisfazer as necessidades dos seus clientes.

O Projeto

Em conversa com o COMPETE 2020, Ana Cortez, responsável IDI da Celoplás explicou o projeto SIMPLIFIED+ e falou da importância dos Fundos Europeus:

Ana Cortez | Responsável IDI da Celoplás

O projeto SIMPLIFIED+ tem como objetivo proceder à proteção da propriedade intelectual e industrial através de um pedido de patente Europeia apresentada no INPI ou, alternativamente, na Organização Europeia de Patentes, resultante do projeto em co promoção SIMPLIFIED – Easy Tooth Abutment, cofinanciado pelo Portugal 2020, no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (SI I&DT). Este projeto iniciou em julho de 2019 e tem uma duração prevista de 36 meses, sendo já conhecido o Relatório de Pesquisa Europeu, relativo ao pedido de patente realizado. Conta com um investimento inicial de 29.820,00€ e com um incentivo de 14.910,00€.

Em detalhe visa proteger os resultados do Projeto SI&DT Simplified onde foram desenvolvidas soluções inovadoras para fixação de próteses dentárias, com recurso a sistemas totalmente mecânicos. Neste projeto foram ainda desenvolvidos sistemas de apoio à definição da posição relativa do sistema de fixação na prótese em relação ao implante dentário, salvaguardando as tradicionais técnicas de impressão e o recurso a técnicas de recolha de imagem por meios óticos (scanner). Todo o processo de desenvolvimento foi apoiado por Estudos de Elementos Finitos (FEM), com software específico. Para a materialização dos protótipos foram selecionadas matérias-primas disponíveis no mercado e com aprovação de acordo com a classe do dispositivo médico em questão. Estão ainda em curso ensaios pré-clínicos para validação do funcionamento do conceito in-vivo (fora de Portugal). O consórcio liderado pela Celoplás S.A., contou com a participação da Gadget Whisper Lda, a Faculdade de Engenharia de Universidade do Porto (FEUP) e o Instituto Ibérico de Nanotecnologia (INL).

A proteção da propriedade intelectual resultante do Projeto Simplified permitirá salvaguardar o investimento em I&D realizado pelo consórcio e pelo Portugal 2020 e em simultâneo acelerar o time-to-market da invenção.

O apoio do Compete na prossecução dos objetivos a longo prazo da exploração de resultados de projetos de I&D é muito importante. O incentivo concedido permite acelerar todo o processo de avaliação da viabilidade económica e técnica dos resultados alcançados, e em simultâneo fazê-lo com a propriedade intelectual protegida. Achamos por isso que esta tipologia de incentivos é fundamental para a exploração dos resultados de I&D em Portugal.

O Apoio do COMPETE 2020

O projeto é promovido pela Celoplás – Plásticos para a Indústria S.A. e cofinanciado pelo COMPETE 2020 no âmbito do Sistemas de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (Propriedade Intelectual e Industrial), envolvendo um investimento elegível de 30 mil euros, que resultou num incentivo FEDER de cerca de 15 mil euros.

 

https://celoplas.pt/

 

NovaCoat – A new wet painting line is being assembled in the VW-Autoeuropa Suppliers Park

NovaCoat is launching a Full Robotized Line to paint automotive components, with the capability to paint 3 layers of wet paint such as: Primer, Base Coat, Clear Coat. Capability to paint in vertical and horizontal in order to fulfil the surface requirements of the automotive industry.

in NovaCoat, 27-04-2021


SOP Schedule : May 2021

 

 

https://novacoat.pt/

 

 

COINDU integra grupo de sócios fundadores do CITIN

A COINDU orgulha-se de pertencer ao grupo de sócios fundadores do CITIN – Associação Centro de Interface Tecnológico Industrial.

in COINDU, 27-04-2021


Esta é uma entidade na região do Alto Minho com a missão de desenvolver atividades de investigação aplicada e transferência de tecnologia e cuja constituição foi assinada no passado dia 22 de abril. Trata-se de uma associação criada para trabalhar para as empresas e com as empresas.

O CITIN contará com uma equipa de 15 investigadores dedicados à transferência de tecnologia e à investigação aplicada em três domínios tecnológicos prioritários: sistemas avançados de produção, sistemas ciberfísicos e indústria da mobilidade e ambiente.

https://coindu.com/

 

 

A Huf quer atingir a neutralidade em emissões de carbono até 2030

A Huf está a estabelecer metas claras para a proteção do clima: a empresa quer atingir a neutralidade em emissões de carbono, o mais tardar, até 2030. Para atingir este objetivo o líder e especialista em secure car access and authorization systems já colocou em prática várias medidas e continuará a direcionar os seus esforços para a sustentabilidade.

in Huf, 27-04-2021


“Como fornecedor da indústria automóvel, a Huf também apoia os seus clientes na neutralização do impacto climático da produção e circulação de automóveis. Além disso, como empresa familiar, a sustentabilidade é parte integrante dos nossos valores “, diz Tom Graf, CEO da Huf.” É por isso que estamos a alinhar consistentemente toda a empresa para a redução de CO2. Com um objetivo claro: até 2030, o mais tardar, a Huf atingirá a neutralidade em emissões de carbono”.

Como membro do Pacto Global da ONU, a Huf reporta anualmente as suas atividades relacionadas com a proteção do meio ambiente. Esse compromisso inclui a melhoria contínua nas áreas ambiental e económica de toda a cadeia de valor – desde as fábricas espalhadas pelo mundo até ao produto final. Até 2030, a Huf pretende reduzir o seu consumo de energia em 2% ao ano e, ao mesmo tempo, aumentar a utilização de energias renováveis em 20% ao ano.

A Huf já implementou várias medidas para redução de CO2

Exemplo recente: a Huf instalou painéis solares na cobertura e no parque de estacionamento da fábrica em Tondela, Portugal. No geral, são 2.336 módulos com capacidade total de 740 kWp. Atualmente, com um consumo de 4,47 GWh por ano, 1,03 GWh serão fornecidos através de energia solar. Por outras palavras, espera-se que 23% das necessidades de energia sejam colmatadas através da geração de energia sustentável. O projeto de painéis solares foi testado e comissionado em Fevereiro de 2021.

“A Huf Portuguesa, como todo o Huf Grupo está comprometida com a sustentabilidade em todas as áreas de trabalho”, afirma Pedro Pêga, Legal Entity Manager em Portugal. “Não estamos apenas a otimizar os nossos processos para garantir a proteção do meio ambiente, mas também estamos a sensibilizar os nossos colaboradores para atuarem com consciência ambiental. Por exemplo, estamos a planear a instalação de pontos de carregamento para que qualquer pessoa que venha trabalhar com um carro elétrico possa carregar a bateria gratuitamente. Os painéis solares instalados no estacionamento fornecem energia elétrica.”

O parque solar de Tondela é apenas mais uma medida que a Huf adotou para proteger o meio ambiente. As medidas vão desde a economia de energia, redução e reaproveitamento de material, redução do consumo de água, redução de espaço nas áreas de produção e otimização de processos logísticos. Outro bom exemplo pode ser encontrado numa das principais áreas de competência da Huf: pintura de puxadores externos para portas. A Huf minimiza o uso de solventes e oferece revestimentos à base de água. Para além disso, a Huf reduz constantemente o desperdício nas áreas da produção e logística.

Qualquer material em excesso da injeção de componentes plásticos ou metálicos, se possível, é reciclado e reutilizado no processo de produção. A Huf motiva os seus colaboradores, premiando as suas sugestões e promovendo as suas iniciativas de proteção ambiental e de economia de recursos naturais através de um sistema de sugestões de melhorias internas: “ERGO” (“Evaluate – React – Go – Optimize”).

 

https://www.huf-group.com/en

 

 

Projeto “Baterias 2030” investe 8,3 ME em formas alternativas de energia

O projeto “Baterias 2030” tem um investimento de 8,3 milhões de euros e vai focar-se, durante os próximos dois anos, “num modelo energético baseado na produção renovável que, por ser intermitente, torna necessário o armazenamento intermédio”.

in Dinheiro Vivo / Lusa, 27-04-2021


Catorze empresas e nove centros de investigação vão investir 8,3 milhões de euros no “Baterias 2030”, projeto liderado por uma empresa de Braga que pretende criar formas alternativas de gerar, armazenar e distribuir energia elétrica.

Em comunicado, o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) refere que “a face mais visível” da iniciativa vai ser a construção de um laboratório vivo, no centro da cidade de Braga, com o apoio do município, para demonstrar como as baterias vão ser determinantes nas redes elétricas do futuro próximo, em particular nas zonas mais densamente povoadas.

Até junho de 2023, os parceiros do “Baterias 2030” vão trabalhar em conjunto para criarem tecnologias com base em linhas de investigação que se encontram em diferentes fases de maturidade, de modo a mudar a forma como a energia é produzida, armazenada e gerida.

Citado no comunicado, Raul Cunha, da empresa dst solar, que lidera o projeto, sublinha que “o atual modelo de desenvolvimento, assente no consumo intensivo de energia fóssil, combinado com as dinâmicas territoriais que tendem a concentrar a maioria da população nas áreas urbanas, coloca importantes desafios energéticos ao desenvolvimento das cidades do futuro”.

“Desta forma, à medida que a população mundial se torna cada vez mais urbanizada, com mais de metade (55%) a viver atualmente em cidades e com perspetivas de aumento para uma proporção de 68% até 2050, a descarbonização das cidades torna-se instrumental no combate às alterações climáticas”, acrescenta.

O projeto “Baterias 2030” tem um investimento de 8,3 milhões de euros e vai focar-se, durante os próximos dois anos, “num modelo energético baseado na produção renovável que, por ser intermitente, torna necessário o armazenamento intermédio”.

“Este armazenamento, por motivos de poupanças na distribuição, terá de ser feito localmente, nos próprios edifícios, e integrada em ???????microrredes inteligentes”, diz ainda Raul Cunha, para quem “as baterias vão ser o novo elemento central para a sustentabilidade e descarbonização urbana, contrariando o modelo de desenvolvimento atual que ameaça tornar insustentável a vida nas médias e grandes cidades”.