ESPANHA | Vendas de automóveis caíram 51,5% no mês de Janeiro de 2021

  • Las matriculaciones de turismos y todoterreno caen un 51,5% en el primer mes, con 41.966 unidades.
  • Las matriculaciones de vehículos comerciales ligeros decrecen en el mes un 31,1% respecto de enero de 2020, hasta las 9.544 unidades.
  • Los vehículos industriales, autobuses, autocares y microbuses cierran el mes de enero con un descenso de las entregas del 19,4%, hasta las 1.996 unidades.

in ANFAC, 01-02-2021


Las matriculaciones de turismos y todoterrenos comienzan el año con la peor caída de la serie histórica, con un descenso de las ventas del 51,5%, hasta las 41.966 unidades. No hay un enero peor desde 1989 que se tiene registro mensualizado de ventas como el actual.

En el primer mes del año 2021, confluyen una serie de hechos negativos que han impactado en la demanda. Es innegable que los días de bloqueo provocados por la borrasca Filomena han recortado ventas. Pero, además, se compara con un mes de enero de 2020, en el que no habían empezado aún las restricciones por la pandemia del CoVid19. Al comparar con un mercado pre-pandémico, el resultado es más negativo, por no obviar que en 2021 hubo dos días laborables menos. Pero estos tres efectos externos se han visto muy agravados por la subida del Impuesto de Matriculación en enero y por el fin del plan RENOVE, pese a no haber consumido el 80% de los fondos. Estos dos impactos, que sin duda han rebajado el mercado, se podían haber corregido y la caída hubiera sido inferior.

Las emisiones medias de CO2 de los turismos vendidos en el mes de enero se quedan en 127,2 gramos de CO2 por kilómetro, si bien hay que considerar que es el primer mes que este dato responde a la nueva medición WLTP.

Todos los canales pierden casi la mitad de sus ventas en enero de 2021. El canal de empresas es el que menos recorta, con una caída del 43,9% y 18.397 unidades, aunque el más perjudicado es el canal de alquiladores, con una caída del 65,4%.

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Impacto da crise dos semicondutores na indústria automóvel

Managing the 2021 automotive chip famine

in IHS Markt, by Jeremie Bouchaud Phil Amsrud Richard Dixon, Ph.D., 02-02-2021


The crisis has highlighted the need for adjustments in capacity and sourcing patterns between automakers, tier-1 suppliers, semiconductor suppliers, and their foundries. In the short term, only industry-wide collaboration can helpreduce the effect.

The semiconductor shortage crisis has hit the automotive industry at a time when the sector started to experience a moderate recovery in production levels following a pandemic-inflicted slowdown. The ramp-up in demand of chips from the automotive industry started when the supply lines were already stretched by significant demand for chips from the consumer electronics sector, for 5G phones and infrastructure, new gaming platforms, and IT equipment. There are no easy fixes to the capacity constraints owing to the long and complex manufacturing processes of semiconductors, which make new capacity building a capital-intensive and time-consuming affair. The shortage is expected to last until the third quarter of 2021, when re-allocation of capacity from semiconductor foundries and possibly some cooling-off of consumer electronics demand should provide greater supply security.

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Carro elétrico. Europa vai precisar de mais 2,7 milhões pontos de carregamento até 2030

Atualmente, existem 213 mil pontos de carregamento. Para atingir um total de três milhões de pontos até 2030, vai ser necessário um investimento de 45 mil milhões de euros nos países europeus em novos pontos de carregamento e na rede para fornecer a eletricidade.

in O Jornal Económico, por André Cabrita-Mendes, 02-02-2021


A Europa deverá contar com mais de 33 milhões de veículos elétricos (carros 100% elétricos e híbridos plug-in) nas suas estradas até 2030. Mas este crescimento vai precisar de ser acompanhado por um investimento nas infraestruturas de carregamento.

Atualmente, existem 213 mil pontos de carregamento nos países europeus, e apenas um em cada dez é de carregamento rápido. Mas dado o esperado aumento da procura, vão ser necessários um total de 1,3 milhões até 2025 e três milhões até 2030.

A conclusão é de um estudo divulgado pela consultora EY que analisa as tendências deste mercado.

Para atingir o valor de três milhões de pontos de carregamento vão ser necessários investimentos de cerca de 20 mil milhões de euros, tendo em conta os 33 milhões a 44 milhões de veículos elétricos que vão circular nas estradas europeias até 2030.

Mas há mais investimento a ser realizado: 25 mil milhões de euros para investir em redes energéticas para fornecer a eletricidade necessária aos postos de carregamento para carros elétricos.

Dos 308 milhões de veículos atualmente a circular nas estradas europeias, apenas três milhões são elétricos, com este valor a crescer na próxima década, sublinha a EY.

A consultora destaca que as medidas regulatórias estão a ficar cada vez mais duras para os carros de combustão interna.

Até 2030, os automóveis precisam de emitir menos 37,5% de dióxido de carbono, com a meta a ficar em menos 31% para as carrinhas.

Nos próximos nove anos, os veículos elétricos devem atingir um peso de 35% a 40% nas vendas totais de automóveis na Europa, contra os 3% de 2019.

Entre janeiro e novembro de 2020, um em cada dez carro vendido na Europa é 100% elétrico ou híbrido plug-in.

No caso dos transportes, e das metas que impõem a redução das emissões em 55% nos próximos anos, a EY conclui que é “essencial acelerar a transição para a eletrificação da frota. Para tal, é preciso: objetivos políticos alinhados com as oportunidades comerciais no sentido de uma regulamentação coesa; novos modelos de financiamento para infraestruturas de carregamento pública e privada; um novo foco na cadeia de fornecimento ponta a ponta; melhorar a confiança do consumidor com a ampliação da infraestrutura física; e uma interface digital perfeita do veículo à rede”.

No estudo, a EY aponta a importância que as frotas das empresas vão ter na descarbonização. Apesar de contar com um peso de apenas 20% no parque total de automóveis na Europa (correspondendo a 63 milhões de veículos), “o sector de frotas da Europa é desproporcionalmente prejudicial ao meio ambiente”.

“É responsável por mais de 40% do total de quilómetros percorridos e metade das emissões totais do transporte rodoviário na Europa. Além disso, as lições aprendidas com a aceleração da eletrificação da frota – como o desenvolvimento de modelos de negócios sustentáveis que apoiem o investimento em infraestrutura de carregamento e a integração da capacidade de carregamento inteligente –, permitirão que o mercado secundário e mais amplo de veículos de passageiros faça uma transição mais rápida”, destaca a consultora.

 

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Ford invests R15.8bn (873 million euros) to build new Ranger in SA, high-capacity rail corridor in the works

Ford will invest R15.8-billion (873 million euros) in its South African operations to produce the new-generation Ranger pickup at its Silverton assembly plant, in Tshwane, for the local, as well as more than 100 export markets, starting in 2022.

in Engineering News, by Irma Venter, 02-02-2021


The plant currently produces the current generation Ranger pickup, also for the local and export markets, including Europe, as well as the current Ford Everest model for local and some African export markets.

Announcing the project in Tshwane on Tuesday, Ford International Markets Group operations director Andrea Cavallaro described the investment as the biggest in the 97-year history of Ford in South Africa.

“This confirms Ford’s firm and ongoing commitment to South Africa and its people.

“This programme will further modernise our South African operations,” he added. “We are going to transform the Silverton assembly plant into a modern, state-of-the-art production facility.”

Of the R15.8-billion, R10.3-billion will be invested in upgrading the Silverton plant, including increasing production volume, as well as driving improvements in production efficiency and vehicle quality.

The upgrades include a new body shop, extensive changes to the paint facility and final assembly line to improve vehicle flow, expansion of the container and vehicle yards and construction of a new vehicle modification centre.

It also includes a new stamping plant, which will be located on-site for the first time.

The new stamping plant will use a high-speed line to produce all the major sheet metal components for the new Ranger.

The plant will include a fully automated storage and retrieval system for stamping dies, which will be housed in the roof of the facility.

In addition, a blue-light scanner system will scan surfaces for imperfections.

The multibillion-rand investment will see yearly installed capacity at the Silverton plant increase to 200 000 vehicles, up from 168 000 units.

The revamped Silverton plant will also manufacture Volkswagen bakkies as part of a global Ford-Volkswagen strategic alliance.

The new investment was set to create 1 200 incremental jobs at Ford Motor Company South Africa (FMCSA), adding to the existing 4 300 jobs at the assembly plant, said Cavallaro.

It is also set to create an estimated additional 10 000 new jobs across Ford’s local supply network, bringing the total to 60 000 jobs.

Cavallaro noted that Ford would also invest R5.5-billion to upgrade tooling at the company’s major supplier factories.

“Supporting our suppliers with this new tooling will ensure we modernise together to deliver world-class quality for the all-new Ranger at higher volumes for our domestic and import customers.”

“As part of our extensive investment in the Silverton plant, we also are building a new Ford-owned and operated chassis line in the Tshwane Automotive Special Economic Zone (TASEZ) for this new vehicle programme,” noted FMCSA operations VP Ockert Berry.

“Having this new line and our major component suppliers located adjacent to the Silverton plant in the TASEZ is key to expanding our production capacity, as parts will be sequenced directly onto the assembly line.

“This will significantly reduce logistics costs and complexity, improve efficiency and allow us to build more Rangers for our customers.”

Cavallaro said the new Ranger platform would be able to accommodate alternative drive trains, with the plant also able to produce other models and variants, should that become necessary in future.

Silverton is one of five plants around the world that produces the Ranger. The others are located in Thailand, Argentina and in the US.

High-Capacity Rail Corridor

Cavallaro said Ford was working closely with all three spheres of government and relevant State-owned entities such as Transnet, in developing the Gauteng Province (GP) – Eastern Cape Province (EP) High Capacity Rail Freight Corridor, in what is “an exciting and important project”.

This is envisaged as a full-service line linking the Silverton plant and the TASEZ with Port Elizabeth, which is home to Ford’s Struandale engine plant and the Coega Special Economic Zone.

The GP-EC High Capacity Rail Freight Corridor will channel the majority of Ford’s inbound and outbound logistics through Port Elizabeth to support the Silverton plant’s higher production volumes.

“Durban is starting to get logjammed and we need efficient flow of material. What this is going to do is allow us another option, and with us having the Struandale engine plant down there [in Port Elizabeth] is just fantastic for us,” Cavallaro told Engineering News Online.

“We’ll bring parts in from Port Elizabeth and send vehicles out and avoid some of the delays of Durban.

“When you are effectively doubling the size of the plant and you have that amount of containers and vehicles – 75% of our vehicles are essentially going to be exported – we absolutely need a lean logistics route.

“Is it absolutely mandatory for our investment to happen? I would say no, but there is an in-principle understanding that we need to do something and right now our preference would be this corridor and it seems government is onboard.”

One of the other key benefits the corridor would deliver was from a quality perspective, added FMCSA MD Neale Hill.

“Operating from Port-Elizabeth means we reduce the amount of vehicle handling. We would be able to deliver vehicles directly to the dock side, versus in Durban where it takes us probably three movements before a vehicle gets loaded onto a vessel.

“[This corridor] is an extremely serious ask from us to government to significantly improve logistics in South Africa. Having to rely so heavily on road infrastructure to move vehicles is just inefficient. It means we are actually not world-class when we are competing with other countries.”

 

Borgstena | Jorge Machado 30 years of professional activity

I would like to take this opportunity to thank my colleagues and specially my President and friend, Mr. Ian Cho, for this plate and pen, which registers my 30 years in our organization.

in Borgstena, by Jorge Machado, 02-02-2021


It has been a long journey, with many hurdles along the way, but also with much excitement, fun, some success, and the opportunity to meet great people and colleagues all over the world.

The journey until now was only possible because together with me there have always been tremendous stakeholders, who have always believed in our vision, and colleagues with a spirit of dedication and love for this company that is unimaginable.

Thank you very much for these 30 years and the journey continues……

 

http://www.borgstena.com/

 

 

 

Autoeuropa contrata temporários para substituir trabalhadores que estão em casa

Fábrica de Palmela vai substituir operários a tomar conta dos filhos enquanto não voltarem as aulas presenciais. Turnos de sábado e domingo poderão voltar na próxima semana.

in Diário de Notícias, por Diogo Ferreira Nunes, 01-02-2021


A Autoeuropa vai prolongar a redução de turnos por mais uma semana. Nos próximos sábado e domingo (6 e 7 de fevereiro) não será produzido qualquer automóvel na fábrica de Palmela. Mas a unidade portuguesa do grupo Volkswagen quer retomar a produção total a partir de dia 8 de fevereiro e vai contratar trabalhadores temporários para substituir os operários que têm de ficar em casa com os filhos enquanto não voltarem as aulas presenciais.

“As equipas estão a fazer um levantamento de quantos trabalhadores têm de ficar em casa e foram acionadas as empresas de trabalho temporário”, adianta ao DN/Dinheiro Vivo o coordenador da comissão de trabalhadores da Autoeuropa. Fausto Dionísio estima que pelo menos 200 funcionários estejam em casa. “Só não são mais porque os pais perdem um terço do rendimento por tomarem conta dos filhos”, recorda o representante dos trabalhadores.

No dia 21 de janeiro, o governo determinou a suspensão das aulas por duas semanas e obrigou a Autoeuropa a reorganizar-se em menos de 24 horas. Não houve produção entre os dias 22 e 24 de janeiro; a laboração ao fim de semana foi suspensa, passando de 19 a 15 os turnos de trabalho por semana, ou seja, reassumiu-se o plano de horário AE19 para AE15, que tinha sido usado antes do arranque da produção em série do SUV T-Roc.

Mas o principal modelo fabricado em Palmela merece todas as atenções do quartel-general da Volkswagen e está imune à falta de chips que está a afetar algumas fábricas automóveis na Europa. Para responder às muitas encomendas da Alemanha, a empresa tomou medidas extraordinárias.

Fonte oficial da fábrica, no entanto, prefere moderar expectativas, considerando que pode haver dificuldade em contratar dezenas de pessoas em tão pouco espaço de tempo: “O recomeço do calendário de trabalho AE19 está a ser preparado para o próximo dia 8 de fevereiro, ainda sujeito a confirmação posterior.”

O reforço temporário da equipa surge dois meses depois de a empresa ter optado por não integrar um total de 175 operários nos quadros – que atingiram o limite de renovações de contratos a prazo. Segundo a empresa, a decisão foi justificada pela redução do volume de montagem do monovolume Sharan neste ano – para reforçar o T-Roc são necessários menos recursos humanos.

A medida, na altura, provocou “enorme desagrado” à comissão de trabalhadores. Agora, porém, a opção de ir buscar temporários para compensar os pais que têm de ficar em casa “é uma situação completamente diferente”, entende Fausto Dionísio. “Há pedidos de carros da Alemanha que têm de ser cumpridos. Não podemos perder a oportunidade”, entende o representante dos trabalhadores.

Desde março do ano passado que a Autoeuropa tem sido afetada pelo coronavírus. Em março, quando a pandemia levou ao recolhimento dos portugueses, a fábrica suspendeu a produção e mandou para casa os mais de 5500 trabalhadores. Essa medida foi tomada em todas as unidades do grupo Volkswagen na Europa, devido às quebras de encomendas.

No primeiro confinamento, foram declarados dias de não produção entre meados de março e final de abril, permitindo aos operários receberem o salário por inteiro. Depois disso, em 27 de abril, a produção foi gradualmente retomada, com a empresa a recorrer ao regime de lay-off simplificado.

Apesar de estarem em lay-off, os funcionários receberam o salário por completo – em vez dos dois terços do regime do lay-off -, porque o grupo Volkswagen atribuiu um complemento ao vencimento. Em junho e julho, a fábrica teve três turnos de laboração nos dias úteis.

Apenas no final de agosto a fábrica retomou os três turnos nos dias úteis e dois ao fim de semana. Em dezembro, a linha de montagem só funcionou por 11 dias: aos chamados dias de não produção foram somados feriados, tolerâncias de ponto e dias de fim de semana.

Em 2020, por causa da pandemia, foram produzidos 192 mil automóveis, o número mais baixo desde 2018. Ainda assim, a Autoeuropa é a maior fábrica portuguesa de automóveis, representando 72,7% da produção nacional no último ano.

 

Fábrica teve menos de 24 horas para se reorganizar quando as aulas foram interrompidas.
© Paulo Spranger/GI

 

L’usine Stellantis de Mulhouse ralentit la cadence

Le ralentissement du marché automobile va engendrer une baisse de la production sur les chaînes du site Stellantis/PSA de Mulhouse. Sept jours non-travaillés ont d’ores et déjà été planifiés entre février et mars 2021 ainsi qu’une dizaine d’autres pour avril et mai.

in Journal de l’Automobile, 01-02-2021


Stellantis ajuste la cadence à Mulhouse. Le site du Haut-Rhin, qui fabrique les Peugeot 508, 508 SW et DS7 Crossback, va ralentir son rythme de production face à la faiblesse du marché automobile. Les syndicats CFE-CGC et FO ont indiqué à l’AFP que sept jours d’arrêt ont été programmés entre février et mars 2021 ainsi qu’une dizaine d’autres en avril et mai.

Contactée, la direction a confirmé trois jours non-travaillés le mois prochain et un “prévisionnel” de quatre en mars, tous les vendredis, annoncé lors du dernier comité social et économique (CSE) qui s’est tenu jeudi 28 janvier. Pour les mois suivants, le calendrier n’est pas établi, a indiqué la porte-parole du site.

La nouvelle 308 synonyme d’espoir

L’usine subit le recul du marché automobile européen, débouché des modèles Peugeot 508 et DS7, ce qui génère une “forte baisse de volume des commandes au premier semestre”, a souligné Laurent Gautherat, délégué CFE-CGC. Elle espère se relancer au second semestre avec la fabrication prévue à pleine cadence d’un nouveau véhicule, ont indiqué la direction et les syndicats. Le site de Mulhouse débutera en effet la production de la nouvelle Peugeot 308 à la fin du premier semestre.

“La baisse d’activité doit être mise à profit pour développer la formation en vue du nouveau véhicule et pour améliorer les conditions de travail”

Selon Deborah Schorr, responsable FO du site, “il y a beaucoup d’incertitude et de l’inquiétude dans les ateliers”, du fait de la crise sanitaire, de l’état du marché automobile et de la fusion PSA/Fiat “qui pose forcément la question : quel avenir pour les usines ?”. Le nombre de jours d’arrêt a été défini sur la base de la situation sanitaire actuelle et pourrait être revu à la hausse en cas de nouveau confinement, a relevé Deborah Schorr.

Accord pour éviter un impact sur les salaires

Un accord a été conclu pour éviter l’impact sur les salaires, ont indiqué direction et syndicats. Il place les cinq jours “flottants” annuels de congés payés à début avril, autour de Pâques, et autour du 1er Mai. En ajoutant le “compteur modulation” de temps de travail de PSA qui garantit une paie intégrale jusqu’à un solde négatif de 12 jours, le site devrait éviter d’actionner le chômage partiel, synonyme de perte de rémunération, ont expliqué les représentants syndicaux.

“La baisse d’activité doit être mise à profit pour développer la formation en vue du nouveau véhicule et pour améliorer les conditions de travail”, a ajouté Laurent Gautherat. L’usine de Mulhouse emploie 4 824 salariés permanents et a réduit ses effectifs d’intérimaires à 69 personnes, a précisé Deborah Schorr. (Avec AFP)

 

Cenário do sector automóvel fortemente afectado pela crise COVID-19

Helder Pedro, Secretário-Geral da ACAP, em reportagem para a SIC, sobre o cenário do sector automóvel fortemente afectado pela crise COVID-19, afirma que Portugal, fecha o ano com a segunda maior queda percentual da EU, demonstrando a realidade que foi esta crise no sector. Afirma ainda que sem um pacote de estímulos à procura, específico para o sector, a sua recuperação sera fortemente condicionada e terá fortes custos sociais com o aumento do desemprego.

in ACAP, 01-02-2021


Esta reportagem conta ainda com os comentários de Ricardo Lopes, diretor de Marketing da Renault; Nuno Costa, diretor de Marketing da Porsche Ibérica; Nuno Seabra, gestor da NZN; Henrique Sanchez, presidente da Ass. de Utilizadores de Veículos Elétricos.

 

Stellantis, el nuevo reto de Figueruelas

La planta afronta riesgos pero reúne suficientes avales para ser relevante en el grupo / El consorcio suma 27 plantas en Europa y solo vende el 58% de lo que puede fabricar

in El Periódico de Aragón, por Ricardo Barceló, 31-01-2021


La nueva prueba de fuego para la planta de Figueruelas se llama Stellantis. El cuarto mayor productor de vehículos del mundo, fruto de la fusión de Fiat-FCA y PSA, abre la puerta a un horizonte desconocido para la factoría aragonesa, aunque los expertos del sector consideran que la nueva corporación supone más una oportunidad que un riesgo para el mejor activo de Opel en Europa.

Figueruelas cerró el 2019 como la segunda planta española con más vehículos fabricados (391.000), solo por detrás de Vigo (casi 500.000), aunque las expectativas de la factoría aragonesa antes del covid eran la de superar el medio millón de vehículos producidos. A su favor también juega que el Corsa, el modelo estrella de Opel y que se fabrica en exclusiva en Zaragoza, camina con paso firme en la era eléctrica y se consolida como un superventas en su segmento. El máximo responsable de Stellantis, Carlos Tavares no escatimó en elogios para el modelo.

«Vamos a encontrar una forma rentable para producir modelos de Fiat tanto como hemos podido hacer un Corsa muy rentable, que se vende más en Alemania que el mejor producto de sus rivales alemanes. ¿Por qué no lo vamos a poder hacer con los coches italianos?». Toda una declaración de intenciones. Y una baza que Figueruelas debe saber jugar, que se debe posicionar como una planta que aspire a fabricar cualquier modelo de la marca italiana si quiere tener protagonismo en la nueva era de Stellantis. Porque en todo proceso de fusión hay oportunidades, pero también riesgos.

El nuevo consorcio nace con un problema, su exceso de capacidad. Un informe de la consultora LMC Auto, señala que Stellantis puede llegar a fabricar 14 millones de vehículos al año. Pero en el 2019 (antes del covid) FCA-Fiat y PSA produjeron, por separado, poco más de ocho millones. Conclusión: solo se vende el 58% de lo que se puede fabricar. Habrá que esperar para comprobar que conejo se saca de la chistera Tavares para que las 27 plantas que suma ahora Stellantis (ver gráfico) sean rentables sin que eso afecte al empleo. Aunque, tanto responsables de las empresas auxiliares de Aragón como sindicatos y expertos sostienen que la sobrecapacidad pasará factura de una u otra forma.

Pero si algo tiene Figueruelas es experiencia en asumir nuevos retos. Han sido innumerables, pero basta con destacar. En febrero del 2006, la fábrica aragonesa logró adjudicarse el Meriva en detrimento de su competidora Gliwice (Polonia), un hito en un momento en el que la deslocalización de producciones de la industria en general hacia el Este de Europa era una constante. Además, planta aragonesa se mantuvo firme ante la quiebra de GM en Estados Unidos y una venta que no llegó a producirse en el 2009 y que puso en jaque a los Gobiernos de media Europa, incluido el de Merkel.

Pero Figueruelas cuenta con muchos más avales para posicionarse con fuerza en la nueva Stellantis. En el 2014, Opel España logró que se localizará en Zaragoza la fabricación del Opel Mokka para acercar este exitoso producto al cliente europeo. El esfuerzo (logístico principalmente) fue titánico, pero se paso la prueba con muy buena nota.

Los logros más recientes han venido con la capacidad de Figueruelas de adaptarse a la nueva realidad tras la compra de GM por parte de PSA. Fue la primera planta de Opel en fabricar un modelo puro de PSA, el Citröen C3 Aircross, y logró adjudicarse la producción del Corsa en exclusividad –antes compartía el modelo con Eisenach (Alemania)– para su venta en toda Europa. El último de los hitos de la planta aragonesa fue la producción del primer vehículo eléctrico de PSA en España, el e-Corsa, que, además, está respondiendo a las expectativas y que puede suponer un as bajo la manga para demostrar, una vez más, la competitividad de la factoría zaragozana.

«Son unos hitos y unos precedentes que sirven como carta de presentación de Figueruelas ante el nacimiento de Stellantis», señala el gerente del cluster del automóvil de Aragón (Caar), David Romeral.

El presidente del comité de empresa, Rubén Alonso, comparte el diagnóstico. «Estamos bien preparados porque la planta está considerada ejemplar dentro la multinacional», subraya, al tiempo que confía en poder optar a la adjudicación de nuevos modelos porque «somos una de las plantas más rentables».

A la expectativa

El cluster ibérico de PSA, integrado por las factorías de Vigo, Figueruelas y Villaverde (Madrid) son parte del núcleo duro de PSA y suman 14.000 empleados. Las tres cuentan con un elevado nivel de competitividad y están, además, adaptadas a la nueva movilidad eléctrica, puesto que fabrican modelos impulsados por baterías. Pero eso, a buen seguro, no será suficiente.

Por lo pronto, todo son incógnitas que pivotan sobre qué papel jugará Stellantis en China, de qué forma se reducirá la sobrecapacidad en Europa del nuevo consorcio, cual será el futuro de las factorías británicas de Opel tras el Brexit, a qué nuevos mercados podrá vender Figueruelas o de qué forma se acometerá la nueva era de la electrificación y las nuevas normativas medioambientales, que encarecerán los coches entre un 20% y un 40% en los próximos años. El futuro es una incógnita.