VW Navarra logra la mayor producción diaria de los últimos 9 años

Alcanzó los 1.581 coches, frente a los 1.438 que se fabrican sin desplazamientos de pausas

in Diario de Navarra, 07-10-2020


Volkswagen Navarra logró el pasado 30 de septiembre la mayor producción diaria de los últimos 9 años al fabricar 1.581 vehículos, 143 más que los 1.438 coches que se fabrican regularmente. De la línea de Montaje sale un coche, Volkswagen Polo o Volkswagen T-Cross, cada 54,6 segundos.

El hito se consiguió al introducir el desplazamiento de pausas en el tercer turno, tras la puesta en marcha del primero el pasado 16 de septiembre y del segundo, el 23 del mismo mes.

Los desplazamientos de pausas implican la contratación adicional de trabajadores eventuales para facilitar el descanso de los operarios sin que la producción se detenga, con la consiguiente ganancia en el número de coches que se fabrican por turno. Volkswagen Navarra contrató 452 trabajadores hasta final de año para hacer frente al incremento de 5.000 Volkswagen Polo más solicitado desde la central de Wolfsburg.

Ahora, mientras los desplazamientos de pausas se mantengan, la producción diaria llegará hasta los 1.581 coches, gracias a los 44 coches que se “ganan” en el turno de mañana y en el de tarde, y a los 55 en el de noche.

Este hito tiene una especial relevancia porque, además de los dos modelos que se producen en la fábrica de Landaben, el pasado 30 de septiembre también pasaron por las líneas, y formaron parte de esa cifra histórica, dos coches de preserie del Polo PA, el rediseño de este modelo que se empezará a producir en junio de 2021, y otro del nuevo CUV, cuyo inicio de producción está previsto para septiembre del próximo año.

UN EQUIPO COMPROMETIDO

Para Miguel Ángel Grijalba Blanco, director de Producción de Volkswagen Navarra, “este hito es fruto del trabajo en equipo de toda una plantilla que, una vez más, ha demostrado su extraordinario compromiso con la productividad, algo especialmente destacable en tiempos difíciles como los que vivimos, en los que, además, ha hecho gala de un comportamiento responsable en el cumplimiento de todas las medias de salud y seguridad para protegerse y proteger a los demás frente a la COVID-19”.

Por su parte, Víctor Irizar Jáuregui, gerente de Montaje Vehículo, destaca que “este incremento se ha llevado a cabo manteniendo los elevados estándares de calidad de nuestros dos coches, que sitúan a Volkswagen Navarra como una de las fábricas de referencia en estos ratios dentro de la
marca y el Consorcio”.

Javier Arana Amigo, responsable de Mantenimiento del Taller de Montaje Vehículo, destaca el hecho de que la “disponibilidad de las instalaciones ha estado cerca del 98,5%”. Arana da especial valor a este hecho porque, “durante el verano, se han realizado numerosos trabajos de adaptación de las líneas de Montaje de cara a la producción de tres modelos a partir de septiembre de 2021, tras el lanzamiento del nuevo CUV, y, a veces, esos cambios se dejan sentir durante algunas semanas en una menor disponibilidad hasta que se asientan, cosa que apenas ha ocurrido gracias al trabajo conjunto de Ingeniería de Planificación y Mantenimiento.”

 

Volkswagen Navarra logra la mayor producción diaria de los últimos 9 añosEquipo de Mantenimiento de Montaje Vehículo. De izquierda a derecha, Javier Arana Amigo (responsable de Mantenimiento Montaje), Waldo Osés Solar, Ana Mateo Martín (responsable de Producción de Montaje), Francisco Aguilera Obrador, Íñigo González Muro
CEDIDA

VW Autoeuropa | Transporte até Setúbal duplica

Transporte de carros até Porto de Setúbal duplica um ano após a reativação da linha de comboio em setembro de 2019.

in Volkswagen Autoeuropa, texto Vânia Guerreiro | fotografia Luís Viegas, 07-10-2020


A partir de 6 de outubro, passará a realizar-se quatro ligações diárias por ferrovia da fábrica para o Porto de Setúbal. Um ano após a reativação da linha de comboio, em setembro de 2019, a Volkswagen duplica o volume de transporte de veículos por comboio. Por cada viagem de comboio serão transportados 120 carros, totalizando 480 carros por dia.

Do total de carros transportados para o porto de Setúbal, 60% serão transportados por comboio.

Esta solução vai permitir poupar 400t de CO2 por ano, o que representa menos 80% de emissões de CO2 em comparação com o transporte por camião. Por dia serão reduzidas 60 viagens de camião do fluxo rodoviário para o Porto de Setúbal.

O transporte por ferrovia é da responsabilidade da Volkswagen AG, através da sua divisão de operações logísticas, a Volkswagen Konzernlogistik, em Portugal.

 

EPALFER | Pasión por el conformado de chapa metálica

En un mercado competitivo de fabricación de herramientas, las troquelerías deben encontrar maneras eficientes de reducir el tiempo de entrega y los costes totales, al tiempo que garantizan una muy buena calidad de las herramientas y de las piezas. EPALFER, un moderno fabricante de herramientas portugués, atribuye su éxito al software AutoForm.

in AutoInForm, 07-10-2020


Eduardo Oliveira, CEO de EPALFER, afirmó: “Al utilizar el software AutoForm, somos más rápidos y precisos que nunca. Al mismo tiempo, podemos ahorrar tiempo y dinero, lo que es de gran valor para nosotros y para nuestros clientes. En última instancia, proporcionamos a nuestros clientes las herramientas que necesitan para su uso inmediato en su producción en serie. Con el software AutoForm, podemos resolver posibles problemas de estampado en una etapa más temprana del ciclo de desarrollo de la herramienta, ahorrando más tiempo y recursos, lo que se traduce en un tiempo de comercialización más rápido para los nuevos modelos de automóviles, con obvias ventajas.”

Lea más aquí [inglés].

 

Captura, armazenamento e reutilização de CO2

Estamos a desenvolver uma série de sistemas para capturar dióxido de carbono e reutilizá-lo para produzir produtos e combustíveis inovadores que refletem os princípios da economia circular.

Eni, 06-10-2020


Tecnologia

Temos vários projetos em curso relacionados com CCS – “Carbon Capture and Storage” – e com CCU – “Carbon Capture and Utilization” – sob a supervisão do Centro de Pesquisa de San Donato Milanese e do Centro de Pesquisa para a Energia Renovável e o Ambiente de Novara. No que diz respeito à fase “Capture”, estamos a desenvolver sistemas que utilizam líquidos iónicos que são mais eficientes do que os líquidos convencionais à base de aminas. Com relação à fase “Storage”, estamos a usar uma abordagem integrada para capturar, transportar, interagir fluido-rocha e monitorar estudos relacionados com o armazenamento geológico de CO2. A gama de tecnologias que estamos a desenvolver para a fase “Utilization”, entretanto, é um pouco mais complexa, com os principais projetos neste âmbito relacionados com a biofixação de microalgas e a transformação em metanol. Outros campos de pesquisa estão focalizados em formas de usar o CO2 na produção de polímeros (como policarbonatos) e fixá-los quimicamente em resíduos da indústria mineira para produzir materiais de construção. Um projeto de maior escala em particular também tem por objetivo capturar CO2 diretamente a partir dos veículos.

Contexto

Capturar CO2 para armazenamento permanente ou reutilizá-lo em outros ciclos de produção é uma das principais formas de reduzir as suas concentrações na atmosfera e limitar o aumento da temperatura média global em até 2 graus Celsius, conforme exigido pelos Acordos de Paris sobre mudanças climáticas. As tecnologias CCS e CCU fazem parte da nossa estratégia de descarbonização, em conjunto com a combinação certa de gás natural e de fontes renováveiseconomia de energia gerada pelo aumento da eficiência e a proteção e conservação de florestas. Desenvolver as instalações correspondentes a uma escala industrial também tem a vantagem de gerar um ciclo virtuoso através dos princípios da economia circular, com efeitos positivos no desenvolvimento e crescimento gerais. Outro benefício adicional poderia advir da possibilidade de utilizar a produção excedente de eletricidade típica da geração de energia a partir de fontes renováveis, e de energia solar e eólica em particular, para alimentar a captura, o armazenamento e a reutilização do CO2.

Desafio tecnológico

A principal dificuldade relativamente a qualquer método de capturar e reutilizar o CO2 reside no facto de que a molécula do dióxido de carbono é a mais estável dos compostos carbónicos, o que significa que quebrá-la ou ligá-la a qualquer outra substância requer sempre uma grande quantidade de energia. Não existe uma solução simples para acabar com esta restrição imposta pela termodinâmica, mas a pesquisa tem estudado as vias de reação que consomem a menor quantidade possível de energia. Com isso em mente, estamos a concentrar os nossos esforços nos fluidos iónicos – uma tecnologia proprietária que torna possível intercetar o CO2 na atmosfera, mas com emissões e níveis de consumo de energia mais baixos do que os métodos convencionais à base de amina. Ao mesmo tempo, estamos a fazer investigação em conjunto com o MIT no sentido de desenvolver sistemas de captura eletroquímica altamente eficientes. A redução química de CO2 para metanol usando hidrogénio produzido pela eletrólise da água que usa eletricidade renovável é outro dos desafios que estamos a enfrentar; na realidade, o metanol produzido neste método pode ser reutilizado para produzir energia ou usado diretamente como um componente do combustível rodoviário, reduzindo assim a pegada de carbono de todo este processo.

Integração industrial

As tecnologias CCS e CCU podem ser utilizadas para transformar o CO2 de um custo para uma oportunidade, e isto é especialmente verdade para a indústria da energia uma vez que estes processos podem ser perfeitamente integrados no nosso modelo de negócios. No que diz respeito à fase “Storage”, por exemplo, o nosso conhecimento significativo da dinâmica de depósitos e a disponibilidade imediata de ativos descomissionados oferecem grandes oportunidades de intervenção. Sistemas na fase “Capture”, por outro lado, podem ser diretamente utilizados para reduzir as emissões geradas pelas nossas operações upstream e pelas nossas fábricas de produção, como por exemplo, as centrais de energia termoelétrica Enipower. Entretanto, na fase “Utilization” podem existir oportunidades excelentes de integração com nossas operações nos setores do gás natural e da química sustentável.

Impacto ambiental

Embora possam ser ligeiramente diferentes uma da outra, uma coisa que as tecnologias CCS e CCU têm em comum é a sua capacidade de transformar uma limitação num recurso, criando oportunidades para crescimento económico e sustentabilidade ambiental por reduzir as emissões CO2. De forma geral, o que estes sistemas fazem é capturar o gás de efeito-estufa produzido pelas indústrias e por outras formas de atividade humana ou encontradas na atmosfera e introduzi-lo num novo ciclo de produção que agrega valor. Os benefícios disto no caso da tecnologia CCU são duplos, uma vez que o dióxido de carbono torna-se então em “matéria-prima” utilizada em vários processos virtuosos de acordo com os princípios da economia circular. Além disso, esses processos podem ser usados para ajudar a produzir eletricidade a partir de fontes renováveis.

 

https://www.sintetica.enilubes.com/

PSA Zaragoza introduce un nuevo turno de noche en su Línea 1

La planta de Zaragoza de Groupe PSA ha puesto en marcha un equipo en el turno de noche en la Línea 1, en la que está produciendo a partir del 4 de octubre el Opel Crossland X y Citroën C3 Aircross. Este equipo, integrado por unas 700 personas, se sumará al que ya está trabajando desde junio en la Línea 2, donde se fabrica el Opel Corsa en todas sus versiones: gasolina, diésel y 100% eléctrica.

in AutoRevista, 05-10-2020


La planta aragonesa produce actualmente 1.800 vehículos diarios (de lunes a viernes) además de turnos adicionales de fin de semana. Incorporar este segundo equipo en la noche permitirá incrementar la producción de la factoría en 350 coches adicionales y pasar a producir 2.150 coches diarios. Una cifra similar a la registrada hasta el mes de marzo, previa a la pandemia de la COVID.

“En el contexto actual todo puede cambiar de un día para otro en función de la evolución del COVID y su incidencia en los mercados. No obstante, hace sólo unos meses difícilmente podíamos pensar que anunciáramos esta recuperación de nuestra actividad en Zaragoza”, ha comentado al respecto Juan Muñoz Codina, director general industrial de Groupe PSA en España y Portugal, y Premio Dirigente del Año Constructor/OEM en 2019.

Groupe PSA en Zaragoza, con el apoyo del INAEM (Instituto Aragonés de Empleo) y el Gobierno de Aragón, ha puesto en marcha un Programa de selección de candidatos y de Formación en la especialidad de Operario de Montaje con Compromiso de Contratación para cubrir la previsión de 150 nuevas incorporaciones necesarias para completar el segundo equipo del turno de noche.

El Programa se ha desarrollado, desde el pasado 31 de agosto, en la instalación de entorno de trabajo simulado – Simulated Work Environment – de la planta de Zaragoza, siguiendo un Protocolo especial de seguridad anti-COVID. Muñoz Codinaagradece “al Instituto Aragonés de Empleo y al Gobierno de Aragón su apoyo para la contratación de los empleados necesarios para completar y poner en marcha este segundo equipo de noche”.

 

Más ayudas a la compra y menos impuestos, ejes clave de los planes de la UE-14 para la automoción en 2030

Los Planes Nacionales de Energía y Clima (PNEC) entregados a Bruselas son la hoja de ruta para que los estados miembro reduzcan sus emisiones, lo que influye de forma directa en el sector de automoción.

in La Tribuna de Automoción, por Isabel Reviejo, 05-10-2020


Los estados miembro ya tienen lista la hoja de ruta para recortar sus emisiones de cara a 2030. En los Planes Nacionales de Energía y Clima (PNEC), los países explican sus propuestas en política ambiental para los próximos años, y entre ellas, no faltan las medidas que tocan directamente al automóvil.

La cuota de mercado que se espera alcanzar con los VE, las fechas en las que se pondrá fin a la venta de coches diésel y gasolina, las directrices que se tomarán para la promoción de los electrificados —incluyendo la expansión de la red de carga— y el apoyo a los combustibles alternativos, así como la diversificación de los medios de transporte, son los ámbitos fundamentales en los que se centran estas estrategias, analizadas por La Tribuna de Automoción en un reportaje en el que se recogen todas las pautas marcadas por el grupo conocido como UE-14.

El futuro, eléctrico

El desarrollo de la electromovilidad es la principal baza de las naciones para conseguir disminuir los contaminantes en el sector. A pesar de que la presencia de esta propulsión es, por el momento, reducida —durante el primer semestre, únicamente un 7% de los nuevos turismos matriculados en la región era o 100% eléctrico o híbrido enchufable—, los estados confían en que esta década se dé el impulso definitivo, auspiciado por la equiparación de precios entre estos modelos y los térmicos.

Así, Francia espera que en 2030, el 35% de los coches registrados sean totalmente eléctricos, mientras que Grecia ha establecido este porcentaje en el 30%. Asimismo, destaca el objetivo de Alemania de que pueda contar, en ese ejercicio, con entre siete y 10 millones de VE en las carreteras. En España, la cifra será de cinco millones.

Para lograr estos horizontes, las ayudas a la adquisición —por ejemplo,  Luxemburgo ha puesto en marcha apoyos que llegan hasta los 8.000 euros para incentivar las compras, e Irlanda, de hasta 5.000— y las exenciones fiscales serán fundamentales. La constante es que se ha de penalizar a los coches más contaminantes y beneficiar a los más eficientes, lo que se conseguirá con la aplicación de los esquemas bonus malus.

De forma paralela, se trazan las líneas generales para expandir la red de carga, y en este caso, varios integrantes del club comunitario (entre ellos, nuestro país, Dinamarca y Bélgica) han apuntado que seguirán la recomendación de Bruselas de ofrecer, al menos, un punto de carga público por cada 10 VE.

El gas e hidrógeno, incluidos

Por otra parte, tanto los coches movidos por gas natural como los de hidrógeno han sido incorporados en algunos de los programas de ayudas a la compra. Aunque con un papel secundario, los planes recogen la intención de apoyar el GNC y el GNL (AustriaItalia, etc.), que se erigen como una vía más inmediata para reducir las emisiones.

En cuanto al hidrógeno, se destacan los beneficios que podría aportar, especialmente a los vehículos pesados, si bien se subraya que todavía falta investigación para llegar a conocer todo su potencial. Por ello, se presentarán estrategias nacionales que ahondarán en esta tecnología —como ocurrirá en Países Bajos—, así como proyectos encaminados a su producción de manera limpia (Dinamarca).

Próximos pasos

Dado que todos los países ya han enviado sus PNEC —el último en hacerlo fue Alemania, a mediados del pasado junio, si bien la fecha límite para remitirlo era, inicialmente, el 31 de diciembre de 2019—, la Comisión responderá a lo largo de este mes de octubre con su análisis de cada uno de los documentos y publicará una guía para la implementación de los mismos.

Para monitorear el desarrollo de las estrategias, los 27 tendrán que enviar cada dos años un informe de seguimiento; un trabajo que se sumará a otro más, la tarea de definir sus planes a largo plazo para conseguir que la UE sea, como marca el Acuerdo de París, una región neutra en emisiones a mediados de siglo.

 

Coches eléctricos recargándose en Ámsterdam / Marcho Verch.

Bosch e Universidade do Minho (vídeo)

Das mudanças climáticas a uma maior segurança no trânsito, são muitos os desafios da mobilidade e que nos levam a olhar para mais um episódio da rubrica Inovação.pt. Nesta reportagem vamos descobrir os caminhos de futuro da mobilidade através da aposta em inovação numa parceira que juntou a Bosch Car Multimedia Portugal à Universidade do Minho. Um projeto que vale a pena conhecer nesta emissão do Imagens de Marca.

in Imagem de Marca / SIC Notícias, 27-09-2020


 

Nuevo récord de PSA Vigo: registra la mayor producción de vehículos desde su puesta en marcha

La factoría ensambló 59.900 coches y furgonetas -Deja atrás el techo de 54.300 logrado en mayo de 2007

in Faro de Vigo, 02-10-2020


La planta viguesa del Grupo PSA Peugeot Citroën alcanzó su récord de producción mensual con la fabricación de 59.900 vehículos durante el pasado mes de septiembre.

Fuentes de la factoría de Balaídos han detallado que en el último mes se registró el mayor volumen de producción desde la puesta en marcha de las instalaciones. Hasta este momento, el récord de fabricación mensual de la factoría se situaba en 54.300 vehículos, una cifra alcanzada en mayo de 2007.

El director de la planta, Ignacio Bueno, ha celebrado este “nuevo logro registrado”, que ha achacado al “éxito de los productos” fabricados en el mercado, el “esfuerzo colectivo de los trabajadores” y el “acompañamiento de los proveedores” en esta “situación de alta demanda”.

Las mismas fuentes han destacado que este récord se ha alcanzado en “un momento de máximo aprovechamiento del potencial de la planta” tras la parada de la producción motivada por la pandemia.

Precisamente, el cierre de la fábrica durante la primavera conllevará que la planta de Vigo no supere el mayor volumen de producción anual de su historia, alcanzado en 2007 con 547.000 vehículos.

Producción anual

Además, en lo que va de año, se han ensamblado 331.000 vehículos en la fábrica. Así, cada día se producen 2.300 de nueve modelos diferentes, entre ellos el nuevo Peugeot 2008 en sus versiones térmica y 100% eléctrica.

El 90% de los vehículos producidos en la fábrica de Balaídos este año se destinan al extranjero, principalmente a Francia, Alemania, Gran Bretaña y Turquía.

Asimismo, desde este mes, el centro de Vigo del Grupo PSA pasará a contar con cuatro equipos de trabajo en los dos sistemas de producción(tres turnos de lunes a viernes y un cuarto grupo durante el fin de semana). Mediante la incorporación de 600 trabajadores al cuarto equipo del sistema 1, que comienza este fin de semana, el número de empleados de la fábrica ascenderá a 7.500 personas.

 

Operarios en la fábrica de PSA Vigo.

 

BorgWarner Conclui Aquisição da Delphi Technologies

Fortalece em Capacidade e Escala Produtos Eletrônicos e Eletrônica de Potência
Posiciona a BorgWarner para maior crescimento à medida que os sistemas de propulsão eletrificados ganham impulso
Aprimora os principais negócios de combustão, veículos comercias e mercado de reposição

in BorgWarner, 02-10-2020


A BorgWarner Inc. (NYSE: BWA) anunciou hoje que concluiu a aquisição da Delphi Technologies. A expectativa é que a combinação da BorgWarner e Delphi Technologies fortaleça em capacidade e escala os produtos eletrónicos e eletronica de potência da BorgWarner, criando um líder em sistemas de propulsão eletrificados que a BorgWarner acredita estar bem posicionada para aproveitar as vantagens da futura migração de propulsão.

“Temos o prazer de concluir nossa aquisição da Delphi Technologies,” disse Frédéric Lissalde, Presidente e CEO da BorgWarner. “Através dessa combinação, a BorgWarner está ainda melhor posicionada com um portfolio mais abrangente de produtos e sistemas de propulsão líderes do setor em veículos à combustão, híbridos e elétricos. Esperamos que a combinação também fortaleça nossos negócios de veículos comerciais e do mercado de reposição. Damos as boas-vindas aos colegas da Delphi Technologies em todo o mundo na equipe BorgWarner e estamos entusiasmados com as oportunidades que temos juntos para abordar as tendências do mercado em relação à eletrificação. Tenho orgulho de nossa força de trabalho global, incluindo nossa equipe de planeamento de integração, por impulsionar os negócios à medida que administramos a pandemia e estabelecer uma base sólida para uma integração perfeita. Tenho grande confiança de que realizaremos o que acreditamos serem benefícios significativos dessa combinação para nossos acionistas, clientes e fornecedores.”

Convincentes Benefícios Estratégicos e Financeiros:

Ao unir a BorgWarner e a Delphi Technologies espera-se:

  • Fortalecer em capacidade e escala os produtos eletrônicos e eletrônicos de potência da BorgWarner, criando um líder em sistemas de propulsão eletrificados que a BorgWarner acredita estar bem posicionada para aproveitar as vantagens da futura migração de propulsão. A Delphi Technologies traz a tecnologia e o talento de eletrônica de potência líderes da indústria, com produção, fornecimento e base de clientes estabelecidos. A empresa combinada oferecerá aos clientes um conjunto de ofertas integradas e autônomas de produtos de eletrônica de potência (incluindo inversores de alta tensão, conversores, carregadores integrados e sistemas de gerenciamento de bateria) e recursos (incluindo software, integração de sistemas e gerenciamento térmico).
  • Aprimorar os negócios da BorgWarner quanto a veículos à combustão, comerciais e mercado de reposição. A variedade de produtos de propulsão de combustão da Delphi Technologies complementa o portfólio inovador da BorgWarner, que se concentra em tecnologias limpas para aumentar a eficiência e o desempenho dos veículos à combustão modernos. Adicionar os negócios de veículos comerciais e do mercado de reposição da Delphi Technologies resulta em mais equilíbrio entre veículos leves, comerciais e mercado de reposição.
    Os clientes globais do Mercado de reposição continuarão a se beneficiar de um amplo portfolio de peças, serviços, ferramentas de diagnóstico e equipamentos de testes com qualidade OE BorgWarner e Delphi Technologies. Como uma marca da BorgWarner, a Delphi Technologies Aftermarket manterá sua identidade de marca e os clientes em todo o mundo poderão contar com seus contatos de confiança para vendas e atendimento ao cliente.

A conclusão da transação segue a aprovação dos acionistas da Delphi Technologies, o recebimento das aprovações regulatórias necessárias, a satisfação de certas condições relativas ao endividamento da Delphi Technologies e a satisfação ou renúncia das condições habituais de fechamento. Em conexão com o fechamento desta transação, as ações ordinárias da Delphi Technologies deixarão de ser negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque.


 

Sobre a BorgWarner

BorgWarner Inc. (NYSE: BWA) é líder mundial em soluções de tecnologia limpa e eficiente para veículos à combustão, híbridos e elétricos. Com base em sua experiência em equipamentos originais, a BorgWarner também traz soluções de produtos e serviços líderes de mercado para o mercado de reposição global. Com instalações industriais e técnicas em 99 locais em 24 países, a empresa emprega aproximadamente 48.000 pessoas em todo o mundo. Para mais informações, por favor visite borgwarner.com.

 

 

A capitalização das empresas é crucial

Artigo de opinião

José Couto
Presidente do Conselho Diretor da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel

in Revista Moldes & Plásticos / Jornal de Leiria, 01-10-2020


As empresas componentes da Indústria Automóvel têm, mais uma vez, um desafio de uma grande dimensão. É que para além de terem que enfrentar o dia a dia caótico protagonizado pela crise pandémica, terão que enfrentar as alterações que se apresentam no mercado automóvel e consequentemente as reações que os construtores irão promover.

As empresas que trabalham em Portugal tiveram um desempenho assinalável, durante a última década, porque conseguiram reconhecimento, junto dos construtores e fornecedores de primeira linha, e crescer mais do que o mercado na Europa, visível nos números que indicam um crescimento de 7% em média ano, o que é claramente uma afirmação de competitividade. Todos conhecíamos as projeções, pré coronavírus, para o ano de 2020, que mostravam um abrandamento do mercado, por força dos desafios que se apresentavam à Indústria Automóvel num contexto de descarbonização e com as crescentes soluções em termos de mobilidade. As expetativas eram de um ligeiro abrandamento da produção de veículos automóveis na Europa a par do lançamento de novas soluções por parte dos Construtores, que induziriam alterações no produto final, em concordância com as metas ambientais, consubstanciadas pelo Green Deal. Porém, muito muda com a crise epidémica. O que sabemos da evolução do produto automóvel no curto prazo é bastante menos do que seria normal, mas o que sabemos mostra que vários projetos foram suspensos e outros estão em cima das mesas para serem repensados. Porém podemos estar seguros que muitas das decisões indicam uma antecipação do processo de descarbonização e que há uma forte pressão dos governos para que isso aconteça, provavelmente, em muitas das decisões, estará mais presente a premência de satisfazer um envolvente quadro de circunstâncias políticas. É dentro deste conturbado e hesitante processo de decisões dos governos europeus e da CE que há uma alteração nos planos de lançamentos de novos veículos com motorização ambientalmente mais amigável, onde ganha importância a solução elétrica.

A AFIA tem procurado perceber se as empresas portuguesas foram incluídas nos novos projetos de veículos automóveis, porque consideramos vital, para a manutenção de uma dimensão expressiva no contexto do cluster automóvel europeu, que possam manter-se como fornecedoras competitivas capazes de apresentar soluções, de fazer a diferença e serem fiáveis junto dos seus clientes. O afastamento relativamente a novos projetos terá consequências graves para os próximos anos.

É este um desafio que devemos encarar, as empresas têm que responder às dificuldades deste novo quotidiano, da queda do mercado, do redimensionamento da capacidade produtiva, da manutenção dos postos de trabalho, de cumprirem as responsabilidades económicas e sociais, de consolidarem os investimentos em curso e ao mesmo tempo orientarem-se para um futuro que exigirá mais investimento para se poderem adaptar e responder a uma nova competição, que exigirá conquistar um lugar na pole position. O que está em causa não são acréscimos de capacidade ou modernização de equipamentos, o que está em causa é o incremento de soluções tecnológicas e de processos de gestão necessários a manter a capacidade competitiva numa nova dimensão. Esta conjuntura representa uma ameaça para as empresas fabricantes de componentes para a Indústria Automóvel, porque exige meios financeiros substanciais, reforço de competências, uma forte ligação às instituições tecnológicas que produzem saber e às instituições de ensino superior.

É preciso não perder empresas e adequar as respostas a novos desideratos. É crucial que as empresas se mantenham capitalizadas e focadas no que é necessário para serem competitivas e capazes de se manterem como fornecedoras de uma indústria tão exigente e que se prepara para se reinventar num futuro imediato. Será um esforço suplementar, que não poderá ser solitário.  A capitalização das empresas é crucial e o governo tem que saber responder com os meios e formas adequadas.

 


 

Pode efetuar o download da Revista Moldes & Plásticos, ficheiro pdf

AQUI

 

https://drive.google.com/file/d/1j9_6F1o0mTeSlv2XmumSnJOkZu3yyzez/view