Eni lança novo lubrificante i-Sint XEF 0W-20

A linha de lubrificantes Eni para automóveis ligeiros inclui uma gama completa de produtos “fuel economy” concebidos para maximizar o desempenho do motor e a economia de combustível.

in Jornal das Oficinas, por João Vieira, 25-09-2020


Com a entrada em vigor das novas especificações ACEA 2016, surge o novo nível de performance ACEA A5 que responde às condições de trabalho mais exigentes, o que permite alcançar um equilíbrio perfeito entre economia de combustível e proteção do motor.

Este nível é superado pelo novo lubrificante ENI I-SINT XEF SAE 0W-20, lançado no mercado para satisfazer os requisitos de lubrificação da nova geração de motores gasolina e diesel de veículos ligeiros, otimizados com os sistemas Stop&Start, “down sizing”, injeção TGDI,… e equipados com os dispositivos mais avançados para o tratamento dos gases de escape, incluindo os filtros de partículas diesel e gasolina (DPF e GPF).

ENI I-SINT XEF SAE 0W-20 é um lubrificante com máxima economia de combustível, com tecnologia ‘top synthetic’. Permite, graças à sua extrema fluidez, um funcionamento excelente a baixas temperaturas, um arranque rápido a frio e uma proteção eficaz do motor. A sua baixa viscosidade HTHS (2.6 cP ? HTHS ? 2.9 cP) ajuda a aumentar a eficiência do motor e a melhorar a economia de combustível, com a consequente redução das emissões de dióxido de carbono (CO2).

ENI I-SINT XEF SAE 0W-20 garante uma ótima limpeza do motor, proteção contra o desgaste e uma grande durabilidade. Os seus componentes de baixa volatilidade, e, ao mesmo tempo, de uma elevada estabilidade térmica, reduzem consideravelmente o consumo de óleo.

A sua fórmula performante supera o nível API SN Plus RC, o qual ajuda a prevenir ou reduzir o fenómeno de combustão anómala do combustível, conhecido como pré-ignição a baixa velocidade (Low Speed Pre Ignition – LSPI), que pode causar fortes ruídos, batimentos e, nos casos mais graves, danos consideráveis ao motor (como por exemplo, rotura de pistões, segmentos, bielas ou velas de ignição).

ENI I-SINT XEF é um dos primeiros lubrificantes multi-OEMs do mercado com viscosidade 0W-20, capaz de cumprir simultaneamente as exigências de diferentes especificações de fabricantes, tão importantes como: Mercedes Benz MB 229.71; BMW LL-17 FE+ (que substitui a BMW LL-14 FE+); Opel Vauxhall OV0401547 (substitui a GM Dexos 2, Gen 2); Ford WSS-M2C947-B1; Jaguar Land Rover JLR 03.5006-16; Chrysler MS-12145 e FIAT 9.55535-GSX.

APLICAÇÕES

Lubrificante com máxima economia de combustível e tecnología ‘top synthetic’ desenvolvido para veículos a gasolina e diesel ligeiros, de última geração, equipados com sistemas avançados de pós-tratamento dos gases de escape como os filtros de partículas (DPF).

VANTAGENS PARA O CLIENTE

Eni i-Sint XEF 0W-20 garante, graças à sua extrema fluidez, excelentes performances a baixa temperatura, um rápido arranque a frio e uma eficaz proteção do motor, que ajudam a prolongar a sua vida útil.

A sua avançada fórmula ‘top syhthetic’ combinada com a baixa viscosidade HTHS (? 2.6 y ? 2.9 cP) ajudam a aumentar a eficiência do motor e a melhorar a economia de combustível com a consequente redução das emissões de dióxido de carbono (CO2).

Eni i-Sint XEF 0W-20 garante uma excelente limpeza do motor, proteção contra o desgaste e uma grande durabilidade, mesmo nas condições de condução mais extremas.

A presença na sua fórmula de componentes de baixa volatilidade, e ao mesmo tempo, uma grande estabilidade térmica, reduzem considerávelmente o consumo de combustivel.

A sua fórmula performante ajuda a prevenir ou reduzir o fenómeno da combustão anómala do combustível conhecido como pre-ignição a baixa velocidade, ou Low Speed Pre Ignition (LSPI), que pode causar fortes ruídos, e nos casos mais graves, danos consideráveis no motor (por exemplo, pistões, segmentos, bielas e velas partidos).

Eni i-Sint XEF 0W-20 cumpre ou supera os requisitos das últimas especificações dos Fabricantes de Equipamentos Originais (OEM) como MB 229.71, BMW LL-17 FE+ (substitui a BMW LL-14 FE+) , Opel Vauxhall OV0401547 (substitui a GM Dexos 2, Gen 2).

ESPECIFICAÇÕES

  • ACEA C5
  • API SN PLUS RC
  • BMW LL-17 FE+
  • Ford WSS-M2C947-B1
  • ILSAC GF-5
  • 03.5006-16

CARACTERÍSTICAS

  • Propriedades Método Unidade Típico
  • ASTM D 4052 kg/m³ 850
  • ASTM D 445 mm²/s 8.3
  • ASTM D 2270 – 181
  • ASTM D 5293 mPa·s 5300
  • ASTM D 92 °C 225
  • ASTM D 5950 °C -48
  • Densidade a 15°C
  • Viscosidade a 100°C
  • Índice de viscosidade
  • Viscosidade a -30°C
  • Ponto de inflamação COC
  • Ponto de fluidez crítica B. N. ASTM D 2896 mg KOH/g 8.0

 

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AFIA participou no seminário da CCI Luso-Francesa

Pedro Ramalho foi um dos oradores do seminário “A indústria automóvel em Portugal: oportunidades e parcerias para as empresas francesas”, organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa.

in AFIA, 23-09-2020


Pedro Ramalho, Diretor da AFIA, traçou o “Panorama da Indústria Automóvel Portuguesa” juntamente com Helder Pedro, Secretário-Geral da ACAP.

No painel seguinte, Philomène Dias, Diretora da Direção de Angariação da AICEP, falou do contexto de atratividade de Portugal.

Seguiram-se várias intervenções, entre as quais a de Christophe Clément, Diretor Geral da Renault Cacia prestou o seu testemunho enquanto construtor francês presente em Portugal e de Pierre Lauvin, Director Business Development da Coindu apresentou as oportunidades nas parceiras industriais França-Portugal.

Da parte da tarde realizaram-se reuniões bilaterais com potenciais compradores/parceiros industriais franceses e nas quais as empresas portuguesas apresentaram as suas capacidades e potencialidades.

 

CeNTI e Simoldes criam consola para os carros do futuro

Tecnologia permite a condução autónoma e vai disponibilizar várias funções inteligentes ainda não acessíveis à indústria automóvel

in Dinheiro Vivo, por Teresa Costa, 21-09-2020


Há uma consola para a indústria dos carros do futuro com carimbo português, que deverá chegar ao mercado em 2023. Com ela vai ser possível “conduzir de forma autónoma, ser alertado para não deixar objetos no carro, aquecer ou refrigerar uma garrafa de água e carregar o telemóvel”, avançam os promotores do projeto.

Com um custo aproximado de 660 mil euros, apoiado em 437 mil euros pelo Feder, o projeto da S-Console resulta de uma parceria entre o CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes e a Simoldes Plásticos, uma empresa do Grupo Simoldes, com sede em Oliveira de Azeméis, que atua no setor automóvel desde 1959.

A consola central automóvel incorpora várias funcionalidades inteligentes e únicas, “que atualmente ainda não estão ao dispor da indústria automóvel, além de responder às atuais necessidades da indústria 4.0 e a valores como a sustentabilidade e a eficiência”, lê-se numa nota do CeNTI.

Para os condutores, o novo equipamento “trará uma experiência completamente diferente, com melhor mobilidade e mais conforto”, garantem os investigadores. Aliás, “impulsionar a relação homem-máquina e dar ao utilizador mais controlo, autonomia, segurança e tranquilidade” são apresentados como os principais objetivos da consola.

No caso das mudanças automáticas, por exemplo, a consola incorpora um seletor que é ativado através de um simples toque, tendo ainda a capacidade de se recolher quando ativado o modo de condução autónoma.

Para viabilizar essas funções inovadoras, a consola incorpora “superfícies interativas, materiais funcionais e inteligentes e sistemas eletrónicos de comunicação”, especifica o CeNTI.

“Todas as funcionalidades foram desenvolvidas e monitorizadas para se ‘arrumarem’ dentro da consola. Deste modo, além de manter as suas linhas simples, seamless, conseguimos ter uma consola limpa e organizada, transmitindo tranquilidade ao utilizador”, refere Inês Matos, uma das investigadoras responsáveis pelo projeto, citada no comunicado.

Inês Matos acrescenta que a integração de materiais sustentáveis é também uma das principais características da consola, tendo havido a preocupação de a tornar “leve e amiga do ambiente”, cumprindo a tendência do setor automóvel de apostar em soluções sustentáveis.

http://www.simoldes.com/

 

Sunviauto apresenta vídeo institucional

No dia em que comemora o seu 51º aniversário, a Sunviauto apresenta o seu vídeo institucional.

in Sunviauto, 24-09-2020


Este vídeo pretende não só assinalar mais um aniversário, mas sobretudo divulgar a marca Sunviauto, dentro e fora de portas.

A Sunviauto, enquanto empresa produtora de componentes para o setor automóvel e de bancos para autocarro, ferroviário, ambulância, entre outros, está no mercado há mais de 50 anos e quer continuar a expandir a sua atividade. Esta é, por isso, uma forma de dar a conhecer a empresa e a experiência adquirida ao longo de tantos anos.

O vídeo pode ser visto aqui

Sunviauto, Mobility Drives Us!

https://www.sunviauto.pt/pt

SCHMIDT LIGHT METAL | Planear com antecedência: a nossa estratégia no combate à pandemia de COVID-19

Em meados de janeiro de 2020 recebemos uma comunicação de um dos nossos clientes, interrogando-nos sobre o nosso plano de contingência para fazer face ao surto de SARSCOV.

in APCER, 10-08-2020


Apesar de nesta altura em Portugal ainda se tratar o vírus como algo contido no continente Asiático, foi decidido pela Administração do Schmidt Light Metal Group formar de imediato uma equipa para gestão de (potencial) crise e tomar medidas que assegurassem a continuidade do negócio e da produção em caso de pandemia.

No dia 29 de janeiro teve lugar a reunião para nomeação desta equipa e foi decidido adquirir material de proteção individual para várias semanas, aumentar o stock de matéria prima, componentes e matérias essenciais ao processo produtivo.

Em meados de fevereiro o plano de contingência estava elaborado, diretores, responsáveis de departamento e chefias, receberam formação sobre o plano e como atuar em caso de suspeita. Foram instalados dispensadores de álcool gel e disponibilizado spray desinfetante.

Quando em março foi declarado o estado de alerta estávamos preparados para atuar, para colocar o nosso plano em ação. Desde esse dia que todos trabalhamos de máscara, do chão de fábrica à Administração, mantemos distâncias de segurança, fazemos um healthcheck à entrada, entre muitas outras medidas.

Sabemos que muito do que conseguimos fazer, sobretudo nos primeiros dias do estado de alerta, só foi possível devido à nossa antecipação e preparação, a uma Administração atenta e disposta a investir na proteção dos colaboradores, mesmo sem saber se seria necessário.

Apesar de todas as dificuldades, constrangimentos e ansiedades, permanecemos sempre a trabalhar, com equipas mais reduzidas é certo, o que em muito devemos ao sentimento de Equipa e Responsabilidade das nossas pessoas.

Quando tomei conhecimento da existência da certificação COVID-SAFE de imediato contactei a APCER, pois considero que a atribuição deste selo é uma garantia para os nossos colaboradores, clientes e parceiros, de que tudo fazemos para os manter em segurança e que as medidas que instituímos são de facto boas práticas a seguir.

É para nós um orgulho sermos a primeira empresa da indústria de componentes automóveis, bem como a primeira fundição em Portugal, a obter esta certificação.

Continuaremos a trabalhar diariamente para manter as nossas pessoas seguras. Unidos pelos nossos valores, sairemos com certeza vencedores!

 

Patrícia Villas-Boas

People & Communication Director

Schmidt Light Metal Group

https://performing.solutions/

 

 

 

Nano-modificação de compósitos: uma janela de oportunidade para materiais inovadores (e seguros!)

Os compósitos reforçados com fibra contínua de carbono (CFRP) caracterizam-se por demonstrar propriedades de elevada importância no contexto atual da mobilidade, nomeadamente, a rigidez, relação resistência-peso, tolerância à fadiga, condutividade elétrica e baixo peso. Porém, estas características dependem consideravelmente da orientação das fibras.

in INEGI, 23-09-2020

Artigo de Susana Sousa e Raquel Santos, investigadoras do INEGI na área dos materiais e estruturas compósitas.


A produção e aplicação dos CFRP de elevado desempenho já é um sucesso em diversas áreas, mas os investigadores continuam a explorar o mundo dos materiais à base de carbono com o objetivo de melhorar as propriedades dos materiais resultantes.

No âmbito deste esforço, dado que as propriedades dos compósitos perpendiculares à orientação da fibra são dominadas principalmente pela natureza da matriz polimérica (materiais frágeis, isolantes, entre outros), a nanomodificação destas matrizes com alótropos de carbono tem demonstrado um elevado potencial para superar algumas das limitações que os CFRP comuns possuem.

A introdução de nanotecnologia no campo dos materiais e estruturas compósitas abre assim caminho para o desenvolvimento de materiais inovadores, com propriedades funcionais avançadas e personalizadas.

A incorporação de nanomateriais, como o grafeno ou nanotubos de carbono, possibilita o desenvolvimento de CFRPs avançados, leves e até “inteligentes”. Destaca-se, por exemplo, a possibilidade de formar redes condutoras entre os nanomateriais à base de carbono e materiais isolantes (como os polímeros e plásticos), permitindo assim a comunicação e interação entre o material e ambiente que o envolve, e a obtenção de uma resposta de acordo com os estímulos externos.

É ainda de salientar que as nanoestruturas permitem também melhorar as propriedades quer da matriz polimérica quer do material compósito final, incluindo elétricas, mecânicas, térmicas, barreira, entre outras.

Razão pela qual são cada vez mais os produtos no mercado que integram esta tecnologia. O StatNano – uma base de dados relativa a produtos nanomodificados comercialmente disponíveis – indica que atualmente existem no mercado 172 produtos em diversas gamas de aplicação, entre os quais se destacam os produtos do setor da saúde e do desporto1.

Desenvolvimento de novos materiais exige cuidados ao nível da saúde e segurança

Apesar do enorme interesse no desenvolvimento de compósitos avançados, multifuncionais e “inteligentes” através da nanomodificação com alótropos de carbono, é também reconhecido que estes podem resultar no aparecimento de novos riscos, cujo impacto deve ser avaliado.

Os primeiros estudos nanotoxicológicos revelam que os nanomateriais têm propriedades físico-químicas únicas e comportam-se de forma diferente dos produtos químicos comuns.

Na verdade, as preocupações a nível da saúde e segurança relativas aos diferentes tipos de nanopartículas de carbono têm vindo a ser abordadas há quase duas décadas, embora não exista ainda um consenso entre a comunidade que investiga este tópico.

Estes materiais à nanoescala apresentam uma elevada área superficial e baixa densidade aparente, constituindo um risco à segurança, mesmo quando usados em pequenas quantidades. Devido ao seu tamanho, estas partículas podem permanecer suspensas no ar por um tempo considerável. De facto, uma das principais vias de contaminação por nanopartículas dos trabalhadores é através da inalação, que a longo prazo pode resultar em problemas respiratórios1,2,3.

Prevenir e mitigar os riscos associados ao manuseamento, à produção e transformação de nanomateriais é, por isso, essencial.

Nano-segurança é prioridade também no INEGI

Também o INEGI tem vindo a apostar na nanomodificação para responder aos desafios da indústria, destacando-se os projetos MODCOMP e SMARTFAN, que visam a criação de novos materiais multifuncionais, CFRP nanomodificados com alótropos de carbono, e de elevado desempenho.

Em ambos os projetos, a nano-segurança figurou uma prioridade na fase de desenvolvimento de novos compósitos nanomodificados, abrangendo todo o ciclo de vida, para que a tecnologia possa responder às necessidades da indústria sem efeitos secundários nefastos.

No âmbito deste trabalho, nomeadamente no projeto MODCOMP, verificamos que de facto os nanotubos de carbono, não funcionalizados, podem ter efeitos negativos na saúde, mediante bioacumulação no organismo humano. Contudo, os resultados sugerem que a exposição aos nanotubos de carbono não terá efeito tóxico agudo para as pessoas que lidam com este tipo de materiais, a menos que a exposição seja prolongada e repetida.

Com base no conhecimento adquirido neste estudo piloto, foi possível ajustar e criar novas estratégias de segurança ocupacional à escala laboratorial, de forma a evitar implicações indesejáveis à segurança, saúde e ao ambiente. As medidas adotadas pelo INEGI podem ser facilmente transferidas para a indústria através de metodologias, processos preventivos, controlo e proteção, de forma a garantir a segurança de todos (trabalhadores e consumidores).

Em linha com estes esforços, é de salientar que os projetos MODCOMP e SMARTFAN fazem parte do EU NanoSafety Cluster, uma associação que pretende maximizar as sinergias entre projetos a nível europeu que abordam a segurança de materiais e as tecnologias associadas aos nanomateriais.

Consciente dos potenciais riscos destes materiais para o ambiente e para a saúde humana, o INEGI criou ainda um laboratório “inteligente”, dedicado ao manuseamento de nanomateriais, equipado com sistemas de proteção coletiva com filtros HEPA, e que em breve contará com espaços seccionados, de forma a restringir ainda mais as potenciais contaminações e riscos.
Deste modo, pretendemos contribuir para o desenvolvimento e a produção de novos materiais e produtos de forma mais segura.

Baseado no artigo científico ‘Health and Safety Concerns Related to CNT and Graphene Products, and Related Composites’, publicado no Journal of Composites Science.

Referências

1 Sousa, S. P., Peixoto, T., Santos, R. M., Lopes, A., Paiva, M. D. C., & Marques, A. T. (2020). Health and Safety Concerns Related to CNT and Graphene Products, and Related Composites. Journal of Composites Science, 4(3), 106.
2 Sousa, S.P.B.; Santos, R.M.; Rocha, N. Smart carbon fibre reinforced polymer (CFRP) composites with carbon allotropes: A brief reflection on potential safety and health issues. In Proceedings of the International Symposium on Occupational Safety and Hygiene SHO 2019, Guimarães, Portugal, 15–16 April 2019.
3 Brasinika, D.; Kyriakidou, K.; Sousa, S.P.B.; Rocha, N.; Koumoulos, E.P.; Charitidis, C.A. Health and Safety Issues in the Development of (nano) carbon-based materials and composites: The case of novel multifunctional carbon fibre reinforced polymer composites. In Proceedings of the International Symposium on Occupational Safety and Hygiene SHO 2018, Guimarães, Portugal, 15–16 March 2018

 

https://www.inegi.pt/pt/noticias/nano-modificacao-de-compositos-uma-janela-de-oportunidade-para-materiais-inovadores-e-seguros/

Indasa seleciona Garcia Garcia para ampliação instalações

Com o objetivo de incrementar a capacidade produtiva e logística e criar condições para o desenvolvimento de novas tecnologias e produtos, a Indasa, especializada na produção de materiais e sistemas de lixamento inovadores, com foco na indústria de reparação automóvel, entregou à Garcia Garcia a ampliação da sua unidade, em Aveiro.

in Jornal das Oficinas, 23-09-2020


Especializada em edifícios industriais e logísticos, a construtora nacional tem a cargo a execução da obra, cujo projeto se desenvolve em duas fases. A primeira, já concluída em maio, incidiu na ampliação de uma nave industrial e a segunda fase, que arrancou em junho, prevê a construção de um novo edifício. A Indasa aumentará, assim, em mais de 40% a sua área de edificação.

Fundada há 40 anos e instalada em Aveiro, a Indasa é um dos líderes europeus na produção de abrasivos flexíveis de alto performance, sendo uma referência internacional para a indústria. A sua produção é quase integralmente direcionada para a exportação, 90% do volume de negócios, para mais de cem países.

https://www.indasa-abrasives.com/

 

Visitámos as novas instalações da Eni em Portugal

A Eni, presente em Portugal através da Sintética, o distribuidor oficial, tem novas instalações em Ovar. O Jornal das Oficinas visitou o novo espaço, tendo como anfitrião José Nunes, diretor geral da Sintética.

in Jornal das Oficinas, por João Vieira, 23-09-2020


A moderna arquitetura do edifício e as amplas instalações, representam a forte aposta da marca no nosso país onde pretende ser uma referência na transformação energética.

A Eni pôs em marcha já há vários anos, um processo de racionalização de todas as suas marcas com o fim de garantir uma clara identificação e uma maior eficácia na sua marca principal. A imagem que a companhia tem alcançado tem como objetivo expressar o seu novo papel como uma empresa energética integrada, comercializando combustíveis, lubrificantes, gás, eletricidade e outros.

Hoje em dia, Eni é uma empresa aberta e dinâmica. Os seus valores principais são a sustentabilidade, a cultura, a colaboração, a inovação e a eficiência.

De acordo com estes valores, construiu a nova sede em Ovar, que visitámos recentemente e onde pudemos comprovar a constante evolução duma empresa que presta atenção às relações com os seus clientes.

Para José Nunes, diretor geral da Sintética e representante da Eni em Portugal “A nova sede vai permitir à Eni afirmar-se como uma empresa de referência nos setores dos lubrificantes e dos combustíveis, onde damos toda a importância à formação técnica, pois sabemos que ter competências técnicas e formação profissional sólida é cada vez mais importante para as pessoas e as empresas.

Conseguimos desenvolver e aperfeiçoar uma base de dados técnica, fruto da nossa experiência de anos, que supera a própria informação que normalmente as companhias petrolíferas disponibilizam. Estou a falar de competências técnicas reais que são uma ferramenta fundamental de informação para as oficinas e para os retalhistas”.

Espaços amplos e confortáveis
O que mais destaca nas novas instalações da Eni, são os espaços amplos e muito confortáveis dos gabinetes administrativos e toda a envolvência exterior, muito bem enquadrada, com árvores de fruto, arbustos e zonas de recreio. O armazém, com 3.000 m2, foi também concebido para proporcionar o stock máximo de produtos, com toda a segurança.

A sala de reuniões logo à entrada do edifício está equipada com as tecnologias mais recentes, que inclui um ecrã interativo e uma excelente acústica. “Brevemente vamos ter a funcionar um canal TV próprio, cujo objetivo é podermos levar aos nossos parceiros informação importante sobre lubrificantes e combustíveis, que acrescente valor aos seus clientes”, diz José Nunes.

A sala de formação também está equipada nos mesmos moldes e permite que os participantes nos cursos de formação interajam com os formadores através de tablets e outras tecnologias inovadoras.

“Como estamos presentes em todos os segmentos de mercado ajustamos as formações às necessidades dos clientes. As novas ferramentas permitem que haja uma maior interatividade, sendo que tudo o que está a ser apresentado no quadro principal da sala está a ser visualizado pelos participantes nos seus tablets”, refere José Nunes.

O departamento de marketing tem autonomia para produzir catálogos de produtos e campanhas personalizadas para cada cliente. Este departamento também é responsável pelo fornecimento de todo o material de merchandising e elementos publicitários utilizados em feiras, competições motorizadas e nos diversos eventos de promoção da marca realizados ao longo do ano pelos distribuidores.

As novas instalações contam ainda com uma sala para os gestores comerciais, um refeitório totalmente equipado com capacidade para 40 pessoas e uma biblioteca com muita informação técnica sobre lubrificantes, manuais e livros diversos ligados à tecnologia e indústria.

De referir ainda que gestão informática da empresa está centralizada num potente servidor que permite saber em tempo real o que os clientes estão a encomendar, o estado do stock e todo a informação pode ser acedida através de um smartphone.

Leia o artigo completo aqui.

 

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New production site for e-drive components: BMW Group Plant Leipzig to start battery module production in 2021

BMW Group to produce high-voltage batteries and battery components at two German plants, Dingolfing and Leipzig
Investment of more than 100 million euros by 2022 in e-drive production at Leipzig

in BMW Group, 23-09-2020


The BMW Group is further expanding its Germany- based production capacities for electric drives. From 2021, the Leipzig plant will also produce battery modules for the high-voltage batteries of the BMW Group’s electrified vehicles. By 2022, the company is investing more than 100 million euros in the site to prepare for the steadily increasing sales of electrified vehicles, strengthening its role as a pioneer in e-mobility.

The new production location was announced in Leipzig earlier today by Michael Nikolaides, Head of Planning and Production Engines and E-Drives, and Hans-Peter Kemser, Director of BMW Group Plant Leipzig, at an event with the Governor of Saxony, Michael Kretschmer, and the Lord Mayor of Leipzig, Burkhard Jung.

“We are consistently ramping up the production of e-drives to meet our ambitious electric mobility targets,” explained Nikolaides. “Just recently, we opened our Competence Center for E-drive Production in Dingolfing and doubled the production capacity for high-voltage batteries at BMW Brilliance Automotive in China by opening another battery center. Now we are also stepping up our battery production output in Germany,” he added.

“We are delighted to once again bring e-mobility to Leipzig,” said Hans-Peter Kemser. “We are investing more than 100 million euros in setting up the battery module production on premises comprising a total of 10,000 square meters.”

The large-series production of battery modules at the Leipzig site is scheduled to start as early as in mid-2021.

BMW Group Plant Leipzig: Pioneer of electric mobility

The Leipzig site is the e-mobility pioneer among the BMW Group’s plants: As the production site of the BMW i3, the BMW Group’s first all-electric vehicle, it has been involved in electric mobility since 2013.

“We have many people on our team here in Leipzig with great e-mobility expertise. We are now contributing this expertise to the production of high-voltage batteries. By 2022, more than 150 people will be working in battery module production at the site,” explained Kemser.

From battery cell to high-voltage battery

The production process for high-voltage batteries consists of two main steps: First, the battery cells are tested and then assembled into larger units, the battery modules, in a highly automated process. The BMW Group procures the battery cells from partners who produce them according to the BMW Group’s precise specifications. The BMW Group uses different battery cells, depending on which one provides the best characteristics for the relevant vehicle concept.

The battery modules are then mounted into an aluminum casing along with the vehicle connectors, control units and cooling units. The size and shape of the aluminum casing as well as the number of battery modules used vary depending on the vehicle variant. The result is a high-voltage battery ideally adapted to the vehicle.

This combination of standardized battery modules and casings flexibly adapted to the vehicle has several advantages: Firstly, it ensures uniform properties and quality standards in the production of the high-voltage batteries. Secondly, the modular design of the high-voltage battery serves as the basis for a wide range of e-drive variants. Last but not least, this modular approach is a crucial prerequisite for being able to respond quickly to customer demand and take advantage of cost savings.

Global production network for high-voltage batteries with increased focus on Germany

To date, the high-voltage batteries for all electrified vehicles of the BMW and MINI brands have been produced at the three in-house battery production facilities in Dingolfing/Germany, Spartanburg/USA and Shenyang/China. The new battery module production at BMW Group Plant Leipzig will join this network from 2021 onward.

As early as 2021, one in four BMW Group vehicles sold in Europe is expected to be fitted with an electric drive. By 2025, it’ll be one in three, and one in two by 2030. In 2023, the BMW Group will have 25 electrified models on the road, half of which will be fitted with an all-electric drive.