Têxteis «inteligentes» prometem ser a próxima interface entre o mundo real e o digital

Os têxteis fazem parte do quotidiano da civilização humana há milhares de anos, e a indústria têxtil é uma das mais antigas do mundo. E apesar de muitos dos materiais e processos ainda usados hoje remontarem a estas origens, são inúmeras as inovações que desde a revolução industrial têm vindo a mudar e a moldar a indústria.

in INEGI, 24-08-2020

Artigo de Cláudio Santos e Marta Martins, gestores de projetos no INEGI na área de materiais compósitos.


A mais recente e promissora é a fusão entre têxteis e tecnologias eletrónicas, que nasceu do advento de novos materiais, nanotecnologias e sistemas elétricos miniaturizados. Graças a estas tecnologias torna-se possível dotar os tecidos de «inteligência», o que abre caminho à recolha e transmissão de informação útil através de comunicações wireless 1,2,3.

O setor têxtil divide-se em dois grandes segmentos: os têxteis convencionais, para roupa, calçado, e afins, e têxteis técnicos, com inúmeras aplicações em várias indústrias, como a do automóvel, aviação, e construção civil. Em ambos os segmentos, a integração de novas tecnologias permite aos fabricantes conferir novas propriedades aos têxteis, abrindo caminho a novas funcionalidades, novos produtos e novas oportunidades de negócio.

A este ritmo, em breve os têxteis inteligentes tornar-se-ão a próxima interface entre o mundo real e o digital, substituindo e/ou ampliando as potencialidades dos outros dispositivos digitais.

Indústria automóvel estimula inovação no setor têxtil

Os chamados têxteis inteligentes (“smart textiles”) são comumente pensados para garantir a monitorização das estruturas em que se inserem, podendo detetar anomalias ou danos, aumentando assim a segurança dos utilizadores.

Isto pode traduzir-se, por exemplo, na inserção de materiais termocromáticos ou que mudam de fase em estruturas têxteis, e que são capazes de responder a estímulos externos de forma elétrica, térmica ou química.

Ademais, uma vez que os têxteis inteligentes estão em contacto direto com a superfície de uma estrutura, poderão rastrear com maior precisão os diferentes sinais, pois permitem uma maior área de contacto, levando a uma intervenção mais célere perante alterações súbitas, que coloquem em risco o conforto e a segurança de produtos e utilizadores4.

Exemplo deste tipo de utilização é o protótipo desenvolvido no INEGI que incorpora nanomateriais de carbono em componentes de automóveis de competição, para promover a formação de uma rede eletricamente condutora capaz de detetar danos, na forma de estímulos mecânicos, e libertar agentes químicos, permitindo a autorreparação do material. Este avanço é especialmente importante pois resultará em automóveis com mais resistência e uma maior durabilidade.

A indústria automóvel, aliás, é o setor onde os têxteis têm não só uma função estética, mas também um papel relevante no desempenho e segurança dos veículos, é uma das que mais tem vindo a impulsionar a inovação no setor têxtil.

Aqui destacam-se também as fibras de carbono, conhecidas pelas vantajosas propriedades mecânicas que as caracterizam, nomeadamente a elevada resistência à corrosão e baixa densidade. Como tal, são usadas como reforço de polímeros em aplicações tão diversas como componentes para aeronáutica, espaço e, mais recentemente, para o setor automóvel.

Vanguarda no setor têxtil é impulsionada por iniciativas de I&D

Os têxteis inteligentes possuem um vasto campo de potenciais aplicações, e são objeto de uma área de investigação e desenvolvimento ampla e multidisciplinar.

Contudo deve-se salientar que estes têxteis ainda se encontram em desenvolvimento, pelo que é imperativo criar linhas orientadoras para a integração das novas funcionalidades nestes novos produtos, de forma a salvaguardar o conforto e a segurança do utilizador final.

No âmbito desta questão é de sublinhar o trabalho levado a cabo no âmbito do projeto STILE (Smart?TextILEs?in defence), promovido pela Agência Europeia para a Defesa (EDA), onde também o INEGI tem contribuído para criar um um roadmap com as diretrizes estratégicas para a criação de vestuário com têxteis inteligentes, em particular no setor da defesa.

A inovação e criatividade são sem dúvida um dos pilares estratégicos essenciais para que a indústria têxtil consiga tornar-se mais competitiva e aumentar o seu caráter diferenciador. E esta aposta exige uma forte colaboração entre a indústria e os centros tecnológicos, cuja união pode criar novas perspetivas de inovação, conceber novas soluções tecnológicas, e oferecer novos produtos aos consumidores.

 

1 Revaiah, R. G., Kotresh, T. M., & Kandasubramanian, B. (2020). Technical textiles for military applications. Journal of the Textile Institute, 111(2), 273-308. doi:10.1080/00405000.2019.1627987

2 Chen, G. R., Li, Y. Z., Bick, M., & Chen, J. (2020). Smart Textiles for Electricity Generation. Chemical Reviews, 120(8), 3668-3720. doi:10.1021/acs.chemrev.9b00821

3 Honarvar, M. G., & Latifi, M. (2017). Overview of wearable electronics and smart textiles. Journal of the Textile Institute, 108(4), 631-652. doi:10.1080/00405000.2016.1177870

4 Fernandez-Carames, T. M., & Fraga-Lamas, P. (2018). Towards The Internet of Smart Clothing: A Review on IoT Wearables and Garments for Creating Intelligent Connected E-Textiles. Electronics, 7(12), 36. doi:10.3390/electronics7120405

 

https://www.inegi.pt/pt/noticias/texteis-inteligentes-prometem-ser-a-proxima-interface-entre-o-mundo-real-e-o-digital/

Webinar: Internacionalização – como conquistar o maior mercado da Europa | 10 Set, 15h

A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, em colaboração com a KOPPtec, tem o prazer de convidar os seus sócios a participarem neste Webinar.

in Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, 21-08-2020


Para muitas empresas o efeito da pandemia é dramático: as encomendas reduziram de tal forma que não podemos garantir o futuro sem novas fontes de receitas, ou seja, sem angariar novos clientes.

O mercado alemão, desde sempre atrativo, ganhou agora especial importância e com grande probabilidade de sair melhor e mais rapidamente da crise, comparado com os mercados tradicionais de exportação de Portugal. A acrescentar, estamos em plena redefinição das cadeias de fornecimento, que podem oferecer oportunidades exclusivas de entrada acelerada neste mercado.

Para ter sucesso nesta internacionalização, é preciso respeitar um conjunto de condicionantes. Este webinar pretende sensibilizar os participantes para aspetos estratégicos da aproximação, as diferenças culturais e os erros típicos a evitar. Finaliza com recomendações de preparação e execução da entrada no mercado.

ORGANIZADOR

DETALHES EVENTO

  • 10 Setembro 2020, início 15 horas (duração 1 hora)

INSCRIÇÃO

  • Inscrições até 2020-09-08
  • A participação na iniciativa é gratuita, mas sujeita a registo prévio
  • INSCRIÇÃO AQUI

PROGRAMA:

  • Abertura
  • Aspetos históricos importantes
  • A Alemanha e a pandemia
  • A visão estratégica
  • 10 erros a não cometer
  • Como vencer o desafio
  • Conclusão
  • Debate (Questões via Chat)

 

ACERCA DOS ORADORES:  

Moritz Koppensteiner é natural da Alemanha e há mais de 25 anos vive e trabalha em Portugal. Licenciou-se em Engenharia Mecânica pela Universidade Técnica de Graz / Áustria, concluiu o MBA pela IEP / ESADE e possui uma vasta experiência como auditor, consultor e coach na indústria automóvel internacional. Em 2013 fundou a KOPPtec, empresa especializada no apoio à internacionalização para os mercados de língua alemã.

António Marta é licenciado em Engenharia Metalúrgica, MBA em Gestão e pós graduações em Engenharia da Qualidade e Lean. Possui uma vasta experiência como organizador, expositor, participante nas feiras ISH, Frankfurt e Hannover Messe na Alemanha. Realizou várias atividades de promoção e divulgação com clientes e fornecedores alemães e portugueses. Com experiência como consultor dos mercados chinês, mexicano, francês, italiano, húngaro e esloveno, na resolução de problemas, melhoria de processos e redução de custos.

Maren Loofté licenciada em Ciências de Comunicação pela Universidade Bamberg/ Alemanha, possui uma vasta experiência em Logística, em projetos na cadeia de fornecimento e na gestão de clientes no âmbito industrial. Atua há anos como consultora certificada Lean em projetos de melhoria contínua. Depois de 20 anos entre a Alemanha e Portugal, conhece muito bem os desafios que ambas as culturas encerram.

 


 

INSCRIÇÃO AQUI

 


 

La automoción vuelve al trabajo con la expectativa de producir al 100% en octubre

PSA Zaragoza fabrica unos 1.800 coches al día tras el paréntesis estival y prevé alcanzar los 2.150 cuando funcione el turno de noche a plena capacidad en dos meses

in Heraldo, por Montse Llorente, 19-08-2020


El arranque en la factoría zaragozana de PSA ha ido «rodado», manifestó ayer José María Fernando, secretario general de la sección sindical de CC. OO. Aragón en Opel Figueruelas, cuya plantilla volvió el lunes al trabajo tras tres semanas de vacaciones estivales. «Estamos produciendo al día cerca de 1.800 coches y en octubre –aún sin fecha concreta, cuando el turno de noche esté a plena capacidad– estaremos haciendo 2.150», añadió.

«Los mercados están tirando. La compañía nos habló de que hasta final de año y con los pedidos acumulados y el efecto retraso, vamos a estar respondiendo a toda esa demanda», dijo, con la expectativa de que la reactivación total del turno de noche «ayude a mantener centenares de contratos y que las auxiliares, que se desprendieron de eventuales y gente de ETT, puedan reincorporarlos».

«La mayoría de los eventuales volverán y PSA contratará a algunos más. Harán falta unos 400 para que el turno de noche, que ahora está al 50%, alcance ese 100% al que ya están los otros turnos», corroboró José Carlos Jimeno, de UGT Aragón, sindicato con mayor representación en la fábrica.

«Después de la penúltima semana de julio en la que se trabajó (solo en la línea del Corsa) y con problemas porque algunos trabajadores tuvieron coronavirus –contagiarse aquí dentro es muy difícil, pero no fuera– la vuelta daba miedo», reconoció. Sin embargo, «el arranque ha sido perfecto», explicó: «Acabo de pasar por las líneas de producción y estamos en una media superior a los 1.700 coches al día entre ambas. Nos faltan los 350 vehículos del turno de noche para alcanzar el 100% de la producción. Este sábado toca trabajar y también al siguiente en las dos líneas», indicó, confiando en que «Alemania, Francia, el Reino Unido e Italia, seguido de los Países Bajos, mantengan la demanda.

«El C3 Aircross y el Crossland X, pese a ser modelos con dos años de vida, están funcionando muy bien», reconoció, en esta vuelta al trabajo, en la que solo queda pendiente de regular los permisos por horas, apuntó. Previsiblemente se concedan a partir de septiembre, según Jimeno, para facilitar que algunas parejas de trabajadores con hijos puedan conciliar y preparar la vuelta al cole.

El regreso ha sido totalmente normal y confiamos en que en octubre se incorpore el segundo turno de noche y haya algo más de contratación para cubrir los permisos por hora que empezarán a dar en septiembre», señaló Antonio Martínez, de OSTA.

David Romeral, gerente del Cluster de Automoción en Aragón (CAAR), manifestó que el reenganche de las auxiliares en Aragón se ha producido sin incidencias, «con niveles de producción elevados y expectativas de volver pronto a las producciones al 100% previas a la covid-19». Es una «buena señal», dijo, que «en julio los mercados europeos a los que van nuestros coches hayan recogido incrementos en ventas respecto al mismo mes de 2019, en parte porque Francia tiene un plan de incentivos, Alemania rebajó el IVA y también en España se notaron los estímulos a la compra», señaló. No obstante, la duda, según Romeral, es ver si esta demanda es circunstancial o se mantendrá. «Si agosto vuelve a ser bueno en ventas, empezará a consolidarse aunque en realidad nadie sabe cómo van a comportarse los mercados en los próximos meses». Conviene, añadió Romeral, «redoblar los esfuerzos en que se trabaje con seguridad para que las fábricas sigan en su mayoría sin contagios como hasta ahora y puedan seguir respondiendo a la demanda».

No solo la planta zaragozana lleva un buen ritmo de producción, sino también la de PSA en Vigo, recordó Jimeno. Figueruelas estará produciendo al 100% en octubre, anticipó. «Si no pasa nada raro, estaremos con todos los turnos. ¡Ojala sea así. Si paramos nosotros, paran los 25.000 trabajadores de la industria auxiliar», dijo.

 

foto: La planta de PSA en Figueruelas trabaja con nuevos protocolos de seguridad.
Jaime Galindo/PSA

 

Castelo Branco na produção do primeiro carro elétrico da Maserati

Fábrica da Aptiv está a ampliar as instalações e já começou o recrutamento de 200 trabalhadores. Jipes INEOS também fizeram contrato

in Jornal do Fundão, por Célia Domingues, 19-08-2020


A fábrica da Aptiv em Castelo Branco foi escolhida para integrar a linha de produção dos primeiros automóveis elétricos da prestigiada marca italiana Maserati.

A antiga Delphi está a ampliar e a adaptar as instalações na zona industrial albicastrense para poder dar resposta às encomendas já contratualizadas, que se referem, como é habitual, à produção de toda a cablagem elétrica dos veículos.

Será, portanto, a primeira unidade industrial em Portugal a participar no novo quadro elétrico dos carros do futuro da Maserati, 100 por cento ecológicos. Ao que tudo indica, trata-se dos novos modelos GranTurismo e GranCabrio, que chegarão apenas no próximo ano, embora a designação ainda não esteja confirmada de forma oficial.

 

PSA Vigo retoma la producción con un pico alto de actividad y empleo

La factoría de Balaídos vuelve mañana al trabajo y el sector de la automoción de Galicia afronta un último trimestre incierto por el complejo panorama económico.

in Atlantico, por A. Estévez, 16-08-2020


El sector de la automoción de Galicia vuelve a rodar tras el parón veraniego. La empresa tractora, PSA Vigo, tiene la batuta y su vuelta mañana lunes 17 -aunque el turno de noche ya comenzó el sábado 15- arrastra a toda la cadena de proveedores, un centenar de compañías gallegas.

La factoría automovilística de Balaídos afronta un mes de septiembre con alta carga de trabajo, todos los fines de semana activados y todos los turnos operativos con unos 7.000 trabajadores y a un ritmo de 2.000 coches al día, casi al mismo nivel que en la pre-crisis. La plantilla se reincorpora con la obligación de presentar una ficha de registro en el caso de que hayan presentado síntomas de coronavirus en los últimos 14 días.

La fábrica decidirá ahora si somete a los empleados a ‘pooling’, agrupamiento de pruebas PCR, para detectar posibles casos y para lo que ya ha mantenido contacto con el Sergas. Otros fabricantes, como Seat en Martorell (Barcelona) tiene previsto someter de nuevo a PCR a sus más de 15.000 trabajadores, igual que hizo el pasado abril tras el parón.

Algunas empresas proveedoras gallegas también estarían estudiando esta opción a la vista del repunte de los contagios y el alto volumen de operarios que maneja el sector: unos 25.000 trabajadores. La inmensa mayoría de la industria auxiliar retoma la producción mañana lunes, a la par que PSA, si bien algunas empresas no pararon al cien por cien en los meses de julio y agosto, manteniendo un hilo de actividad para suministrar a otros fabricantes europeos.

La automoción gallega se enfrenta a un último trimestre del año de gran incertidumbre por el avance de la pandemia a nivel internacional y el complejo panorama económico que se perfila. De ahí que prácticamente todas las empresas tengan aprobados ERTES de carácter ordinario como fórmula preventiva por si los mercados caen.

Durante el parón de verano, las fábricas realizaron labores de mantenimiento y en el caso de la planta de Balaídos se realizaron un total de 90 obras vinculadas al inicio de la producción de las furgonetas eléctricas el año que viene y también para la versión híbrida del nuevo todocamino Peugeot 2008.

 

foto: El protocolo anti-Covid sigue activo para los trabajadores que podrían someterse a pruebas PCR a la vuelta de vacaciones.

 

European battery makers power up for a green recovery

European battery makers are gearing up to take advantage of massive “green” stimulus packages unveiled since the coronavirus pandemic though many acknowledge it will be tough to match the Asian giants that dominate the mainstream market.

in Reuters, by Kate Abnett, Matthew Green, Norihiko Shirouzu, 13-08-2020


While Sweden’s Northvolt, and more recently France’s Verkor, are making a play for large-scale production, other European companies are focusing on niche markets and new technologies rather than taking on Chinese and South Korean firms with mass production of batteries destined for electric vehicles (EVs).

From Greek battery maker Sunlight to start-ups like InoBat Auto in Slovakia and Switzerland’s Innolith, firms say the challenge of building economies of scale fast to compete head on means finding niches is a more likely path to success, for now.

“Having battery giants in Europe, it’s still possible,” said Sunlight Chief Executive Lampros Bisalas. “We just need to run and catch up and innovate faster than the others.”

Sunlight’s Greek factory is the world’s largest producer of lead-acid batteries for automated guided vehicles, forklifts and energy storage systems and it is now shifting to lithium cells.

But Bisalas isn’t going after the EV market dominated by China’s Contemporary Amperex Technology (CATL) (300750.SZ), Japan’s Panasonic (6752.T) and South Korea’s LG Chem (051910.KS), Samsung SDI (006400.KS) and SK Innovation (096770.KS).

He’s focusing on lithium-iron-phosphate (LFP) production, a type of battery suited to forklifts, locomotives and robots that perform short tasks with breaks in between.

“These markets are billions of dollars,” said Bisalas. “We see a very big opportunity there, because we see lithium ion producers, especially from China, being focused on EVs.”

Ever since it launched the European Battery Alliance in 2017, Europe has been pushing local firms to develop an industry that should flourish in a low-carbon future and ensure the continent is not reliant on imported products – or technology.

‘SOVEREIGNTY CRISIS’

Now, China hosts 80% of the world’s lithium-ion cell production – the type of battery expected to power the fast-growing EV industry – and most of the capacity coming online in Europe over the next five years belongs to Asian firms.

But the European Union has committed 550 billion euros ($647 billion) to climate protection and clean technologies over the next seven years, and these plans hinge on batteries to store renewable energy – and to power EVs.

Researchers have already identified 13 European battery projects that could be eligible for EU support, in countries including France, Germany, Slovakia and Poland – though some are being driven by Asian manufacturers, such as LG Chem’s plans to expand its factory in Krakow.

European EV production is expected to increase six-fold in the next five years and EU leaders expect the battery value chain – from mining to production to recycling – will be worth 250 billion euros by 2025.

But some European startups concede they can’t catch up with the large-scale, low-cost Asian incumbents.

InoBat Auto, for example, a Slovak startup backed by U.S. energy technology company Wildcat Discovery Technologies and Czech utility CEZ (CEZP.PR), is instead heading into the fast lane.

Chief Executive Marian Bocek said the European auto industry’s reliance on imported mass-produced batteries has created a “technological sovereignty crisis”, forcing manufacturers to design cars around the batteries.

So it is planning to tailor batteries for high-performance vehicles that may need something special.

It plans to bring a 100 MWh (megawatt/hour) production line online next year in Slovakia near Peugeot (PEUP.PA), Kia Motors (000270.KS) and Jaguar Land Rover’s plants – which it said could eventually become a 10 GWh (gigawatt/hour) facility.

There, InoBat will test battery chemistries and make prototypes tweaked to each carmaker’s needs.

“Our focus is more on a sort of niche, on-demand battery segment for high-performance vehicles that cannot go to the LG Chems or SK Innovations of the world,” Bocek said.

COMPETITIVE EDGE

Analysts say the next generation of batteries must last longer, charge faster and be safer and greener than those on the market now, and that gives European companies a chance.

“That is how Europe can conceive a competitive edge over China,” said Wood Mackenzie energy storage analyst Mitalee Gupta. “It will get competitive pretty quickly.”

Swiss battery technology company Innolith, for one, is looking for an edge with new technologies.

The company, which bought U.S. battery producer Alevo’s intellectual property after its bankruptcy in 2017, said its labs in Germany will have prototypes this year for an NMC 811 cell that will deliver up to 315 Wh/kg (watt hour per kg).

NMC 811 cells include less cobalt than most mainstream EV batteries, which means they have the potential to deliver more power and with cheaper components.

“We cannot just take the same technology which is used, for example, in China or South Korea and copy-paste,” said Chief Executive Konstantin Solodovnikov.

In Austria, battery technology company Kreisel Electric said it has licensed its NMC 811 technology to a European-based battery producer, which it declined to name. It already licenses its technology to Vietnamese EV maker VinFast.

Kreisel said it uses an immersion liquid cooling system to solve the fire hazards associated with lithium-ion cells in large industrial applications, giving it an edge over rivals.

‘EXTREMELY IMPRESSIVE’

But while European firms look for ways into the market, Asian rivals are building more capacity on the continent.

The first European factories for SK Innovation and CATL are under construction while LG Chem already makes batteries in Poland and Samsung has a plant in Hungary.

“We can bring to Europe our advantages in cost and product quality and service,” said Susan Zeng, co-president of CATL’s European division, which plans to start production in Germany next year.

For now, Northvolt is the only European startup that looks like it will have the scale to take on the Asian giants in its backyard – and its first factory has yet to start production.

Northvolt wants 25% of Europe’s battery market within a decade, a goal it says will require 150 GWh of production, more than three times the continent’s current lithium-ion capacity.

It raised $1.6 billion in debt financing last month, on top of more than 1 billion euros from backers including the world’s biggest carmaker, Volkswagen (VOWG_p.DE), and Goldman Sachs.

Northvolt’s first 40 GWh plant is due to open in Sweden next year. A joint venture with Volkswagen in Germany will follow in 2024 with a potential capacity of 24 GWh and Northvolt has already struck deals to sell production worth 13 billion euros.

“In this market you have to offer scale,” said chief environmental officer Emma Nehrenheim.

Julian Jansen, head of energy storage research at IHS Markit, said Northvolt’s launch had been extremely impressive. “They’re doing it at a speed which has probably caught a lot of people by surprise, and which no one else has been able to do.”

Verkor, a French startup whose backers include electrical equipment company Schneider Electric (SCHN.PA), said Northvolt had shown that European companies could scale up quickly to compete with mainstream rivals.

Verkor plans to build a 16 GWh lithium-ion battery factory in southern Europe by 2023 and Chief Executive Benoit Lemaignan said it would seek 1.6 billion euros next year from private equity firms and public investment banks.

While the project was conceived before the pandemic struck, Lemaignan said the EU’s “green” post-pandemic stimulus package was accelerating its plans.

“It’s just pushing us even harder and even faster, because it’s exactly what is needed now to be developed in Europe.”

 

 

PHOTO: Batteries for electric vehicles are manufactured at a factory in Dongguan, China, September 20, 2017.
REUTERS/Bobby Yip

Projeto de investigação quer mostrar como os supercomputadores podem ajudar as pequenas e médias empresas

Um projeto de investigação que junta a Universidade de Coimbra (UC) e o Centro Tecnológico da Indústria de Moldes, Ferramentas Especiais e Plásticos (CENTIMFE), localizado na Marinha Grande, pretende demonstrar que a Computação de Alto Desempenho (High Performance Computing, HPC na sigla em inglês) pode trazer grandes benefícios para as pequenas e médias empresas (PME).

in Universidade de Coimbra, 12-08-2020


O “TOOLING4G |Minimize the airflow generated noise on automotive HVAC systems”, o primeiro projeto português com a chancela da iniciativa SHAPE da rede europeia PRACE (Partnership for Advanced Computing in Europe), vai funcionar como prova de conceito e foca-se no setor automóvel. Em concreto, o consórcio formado pelo CENTIMFE e pela UC pretende suportar uma empresa nacional no desenvolvimento de ventiladores inovadores que reduzam substancialmente o ruído dos sistemas de ar condicionado automóvel, que poderão ser integrados na próxima geração de automóveis elétricos.

As simulações vão ser realizadas no Laboratório de Computação Avançada da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC), usando os sistemas de computação avançada – os vulgarmente denominados supercomputadores – Navigator e Navigator Plus. Ao todo, vão ser utilizados pelo menos 64 núcleos de processadores que, em conjunto, vão executar sofisticados e complexos cálculos a um ritmo “ultrassónico”, o equivalente a 250 mil horas de computação tradicional num só processador.

Na era da Indústria 4.0 e da Digitalização, este projeto, com a duração de seis meses, poderá abrir caminhos para as PME. Segundo Rui Tocha, diretor-geral do CENTIMFE, centro tecnológico português que integra e suporta o desenvolvimento do Cluster Engineering & Tooling (Indústrias Moldes e Plásticos), «este projeto está em linha com a evolução da oferta de vanguarda e de diferenciação tecnológica, em especial nos domínios do design for manufacturing, que caracteriza a competitividade internacional das empresas do nosso Cluster, ao longo dos últimos 30 anos, no desenvolvimento de produtos globais da generalidade dos setores industriais».

Por sua vez, Pedro Vieira Alberto, coordenador do projeto na UC, afirma que esta investigação pretende «lançar sementes para um futuro próximo. A computação de alto desempenho pode fornecer uma grande vantagem competitiva às pequenas e médias empresas, permitindo-lhes obter produtos mais inovadores e sofisticados e de forma muito mais rápida».

Com o recurso aos supercomputadores, «é possível otimizar processos e aumentar a produtividade, assim como reduzir custos e aumentar a qualidade e a velocidade da produção», sublinha o também responsável pelo Laboratório de Computação Avançada da UC.

«Este projeto é uma prova de conceito, ou seja, o consórcio vai tentar demonstrar que este tipo de recursos [HPC] é realmente útil para as pequenas e médias empresas», refere ainda Pedro Vieira Alberto.

A iniciativa SHAPE tem por missão fornecer às PME europeias a experiência necessária para beneficiar das possibilidades de inovação criadas pela Computação de Alto Desempenho, aumentando assim sua competitividade.

Cristina Pinto

http://noticias.uc.pt/academia/projeto-de-investigacao-quer-mostrar-como-os-supercomputadores-podem-ajudar-as-pequenas-e-medias-empresas/

 

O Grupo Simoldes está preparado para uma segunda vaga da COVID-19

A divisão de plásticos do Grupo Simoldes, com décadas de existência no mercado, nunca tinha recorrido ao layoff. Fê-lo no pico da pandemia porque produz para a indústria automóvel que parou, em absoluto, a sua atividade. Neste momento, a situação está a retomar a normalidade, já não têm ninguém em layoff e 75% dos seus trabalhadores já estão fisicamente na empresa. Os restantes 25%, estão a trabalhar remotamente, solução que a empresa está a pensar poder vir a implementar no futuro de forma mais permanente. A Líder falou com Paulo Bastos, diretor de recursos humanos do Grupo Simoldes, com 20 anos de experiência na área de gestão de pessoas, nunca tinha vivido uma realidade assim. Apesar de tudo, considera-se otimista, está preparado para uma segunda vaga da COVID-19 e acredita que a retoma pode ser lenta, mas surpreender a médio prazo.

in Líder Magazine, 11-08-2020


Numa organização com a dimensão da Simoldes, como está a ser o impacto da pandemia no negócio?

Uma pandemia desta natureza tem afetado transversalmente as empresas e os seus negócios, na maioria de forma drástica. A indústria automóvel não é exceção, tendo sido forçada a parar completamente a sua produção durante um período de tempo significativo. O Grupo Simoldes – Divisão Plásticos, como empresa fornecedora para a indústria automóvel, também tem sentido uma quebra acentuada no negócio, embora se sintam alguns sinais de retoma, que será lenta mas que poderá surpreender a médio prazo. Tudo dependerá também da abertura do mercado em geral e da forma como evoluir esta pandemia.

Tiveram casos de COVID-19 na empresa? Como geriram essa situação?

Sim, tivemos inicialmente em março um caso que foi imediatamente acautelado; em conjunto com os médicos da empresa e a DGS, conseguimos rapidamente identificar a possível cadeia de contágio e isolá-la do resto da empresa, felizmente sem cadeia de transmissão. Ao dia de hoje (13 de julho), não temos nenhum caso identificado.

Recorreram ao layoff? Qual foi a reação dos vossos trabalhadores?

Infelizmente, fomos obrigados a recorrer ao layoff (apesar de tudo termos feito para o evitar) e o impacto nos colaboradores não foi tão negativo quanto o esperado. Como não podia deixar de ser, a empresa adotou uma postura de comunicação transparente, objetiva e aberta, apelando à compreensão de todos e ao esforço de cada um para mantermos os compromissos para com os clientes e assegurarmos a continuidade dos negócios. Os colaboradores entenderam que esta seria a única solução para manter os postos de trabalho e o compromisso social que assumimos com cada um desde o primeiro dia de trabalho. Atualmente, não temos nenhuma das empresas do Grupo Simoldes – Divisão Plásticos em Portugal em layoff.

Utilizam o teletrabalho? Em que termos?

Numa primeira fase, para responder de imediato à situação de emergência sanitária, a empresa decidiu colocar em regime de teletrabalho todos os seus colaboradores dos HQ e os colaboradores não diretamente ligados à produção, por tempo indeterminado, salvaguardando o cumprimento de serviços mínimos para a empresa sempre que aplicável; numa fase posterior (quando a evolução da situação melhorou…), os colaboradores passaram a trabalhar de forma rotativa em regime de home office e presencial. Neste momento, temos cerca de 75% dos colaboradores a trabalhar nas instalações físicas da empresa e 25 % dos colaboradores a trabalhar em home office (em funções onde é aplicável este regime e de forma rotativa dentro dos respetivos departamentos).

Considera que o teletrabalho, para as funções em que ele é possível, veio para ficar?

O Grupo Simoldes – Divisão Plásticos já aplicava o teletrabalho de forma pontual para funções compatíveis com esta modalidade de trabalho. Claro que o desafio por que a empresa passou, em que teve de alargar o universo de colaboradores a trabalhar a partir de casa, provou que é possível fazê-lo com eficácia e compromisso, cumprindo os objetivos da empresa. A capacidade tecnológica e digital da Simoldes, que disponibilizou ferramentas eficazes de trabalho remoto e de colaboração em equipa, foram determinantes para os bons resultados e a adaptação dos colaboradores ao teletrabalho. Acreditamos, porém, que a proximidade física entre colegas, bem como entre colaboradores e superiores hierárquicos, permite encontrar respostas mais rápidas e criativas aos desafios de trabalho e potencia o espírito de entreajuda, o trabalho de equipa, o sentido de pertença organizacional… Contudo, a empresa está a analisar a possibilidade de utilizar o teletrabalho de forma mais abrangente para funções compatíveis com esta modalidade de trabalho, no sentido de contribuir para uma melhor conciliação entre o trabalho e a vida pessoal dos seus colaboradores.

Como tem conseguido manter os níveis de motivação das equipas nestes tempos tão complexos?

Não tem sido uma tarefa fácil, mas com uma gestão e comunicação de proximidade, que muito nos caracteriza, os colaboradores sentem-se à vontade para falar abertamente sobre todos os assuntos que consideram importantes, o que nos ajuda a procurar respostas adequadas às suas necessidades e inquietações. Acima de tudo, os colaboradores sabem que fazem parte de uma família e que estamos ali para os ajudar. Esta cultura de proximidade, de abertura e de responsabilidade partilhada tem sido fundamental para manter os níveis de motivação de colaboradores e equipas. No fundo, trata-se de aplicar os valores por que nos pautamos: cumprir os nossos compromissos e confiar uns nos outros.

 

http://www.simoldes.com/

 

Exportações Componentes Automóveis

Exportações de componentes automóveis mantêm queda, apesar de menos acentuada

Apesar de manterem a queda pelo quarto mês consecutivo, as exportações de componentes automóveis em junho registaram uma queda menos acentuada, registaram uma descida de 8% relativamente ao mesmo período de 2019.

in AFIA, 07-08-2020 (atualizado 09-09-2020)


De acordo com a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel – o valor das exportações de componentes automóveis registou em junho uma queda de 8% face ao mesmo período de 2019.
É importante referir que as vendas, para o mês de junho, de componentes automóveis para o exterior mantiveram o movimento descendente pelo 4º mês consecutivo mostrando, no entanto, uma pequena melhoria em relação aos meses anteriores – março (-26%); abril (-76%); maio (-57%) e junho (-8%).

No que se refere à evolução mensal das exportações de componentes automóveis em junho diminuíram para os 705 milhões de euros.

Já no acumulado até junho de 2020 as exportações ficaram-se pelo 3.754 milhões de euros, o que representa uma diminuição de 26% relativamente ao período homólogo de 2019. Ou seja, no primeiro semestre de 2020 as vendas ao exterior diminuíram 1.296 milhões de euros, relativamente a 2019.

Em termos de países destino das exportações de janeiro a junho de 2020, e face ao mesmo período de 2019, Espanha mantém a primeira posição com vendas de 1.109 milhões de euros (-18,2%), seguida da Alemanha com 812 milhões de euros (-22,4%) e em 3º lugar surge a França com um registo de 494 milhões de euros (-38,4%). No que se refere às exportações para o Reino Unido totalizaram 260 milhões de euros (-38,6%). No total, estes 4 países concentram 70% das exportações portuguesas de componentes automóveis.

De referir que os valores registados e, apesar de apresentarem já pequenos sinais de melhoria, são ainda resultado da pandemia COVID-19 que levou ao abrandamento geral da atividade, encerramento temporário das fábricas de automóveis e consequente cancelamento de encomendas.

Os cálculos da AFIA têm como base as Estatísticas do Comércio Internacional de Bens divulgadas a 07 de agosto pelo INE – Instituto Nacional de Estatística.

Para mais informações consultar o ficheiro pdf.

 

informação atualizada a 9 de Setembro de 2019

 


 

Sobre a AFIA

A AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a associação portuguesa que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores de componentes para a indústria automóvel.
Esta indústria agrega 240 empresas com sede ou laboração em Portugal, com um volume de emprego directo na ordem das 59.000 pessoas. Factura 12 mil milhões de Euros por ano, com uma quota de exportação superior a 80%.
Em termos de importância na economia nacional, representa 6% do PIB, 8% do emprego da indústria transformadora e 16% das exportações nacionais de bens transacionáveis.

 

 

AES Moldes: Digitalização dá segurança aos clientes

Relacionamento com os clientes – Tecnologia aumenta confiança nos negócios

in Revista TECH-i9, 17-07-2020


A digitalização criou um novo relacionamento com os clientes. Estes estão mais próximos porque, no entender de Rui Marques, da AES Moldes, sentem “mais conforto, na perspetiva da transparência no processo de fabricação”.

“O cliente consegue perceber com mais exatidão como estão as coisas a desenvolver-se”, adianta, sublinhando que “a disponibilização da informação em ‘real time’ permite-lhe ter acesso ao que necessita”. É, portanto, “bom para o cliente e para o fabricante porque o obriga a ter tudo controlado”. No entanto, adverte, muita informação não é necessariamente “bom”. “Em produção, há sempre imprevistos e para um cliente com pouca experiência de produção, esta disponibilização de informação automática poderá ser contraproducente ao processo”.

“Apesar de todas as novas tecnologias de fabricação, cada molde é único com desafios de fabricação singulares”.

Somos fabricantes de peças únicas. Logo, é natural que nem sempre as coisas corram como o previsto. Cada vez mais, os clientes da nossa indústria têm menos experiência de fabricação e estão mais formatados para o mundo virtual. Desse modo, a disponibilização de informação em -real time” pode criar pânicos desnecessários a todo o processo.

Rapidez de informação

Um dos principais benefícios da disponibilização da informação ao cliente é que, explica, ele consegue saber o que se passa com o seu produto muito mais rapidamente. “O cliente ao ter rápido acesso à informação real da evolução da fabricação do molde, permite-lhe tomar decisões mais sustentadas para eventuais alterações que queira fazer à sua peça”, afirma.

E não tem dúvidas de que o facto dos clientes terem acesso direto ao que está a acontecer na fábrica, “aumenta a credibilidade das nossas empresas, amplia a confiança-. Confiança é a pedra chave, onde “o cliente só quer uma coisa: que aquilo que comprou esteja bem feito e dentro do prazo acordado-.

Apesar desta mudança introduzida pela tecnologia, assegura ainda não se ter apercebido de uma nova dinâmica e relacionamento entre cliente e fornecedor “Os negócios acontecem porque há confiança. Na nossa empresa, estamos a conseguir confirmar negócios nessa base, com ou sem digitalização”, explica.

Um outro aspeto que destaca como positivo é, na ótica de quem produz, é que “estas novas tecnologias permitirão uma melhor gestão da produção”. E sintetiza, dizendo que “a digitalização é um conforto para o cliente porque aumenta o grau de confiança, mas acima de tudo é um método para nós próprios termos controlo sobre o nosso processo e da nossa empresa”.

https://www.aesmolds.com/