Nova fábrica traz 250 milhões de euros e cria 500 postos de trabalho em Estarreja

A produção dos veículos representa um investimento que pode ultrapassar os 250 milhões de euros e criar até 500 postos de trabalho, quando estiver a trabalhar na sua máxima capacidade, devendo produzir cerca de 25 mil veículos por ano.

in Câmara Municipal de Estarreja, 23-01-2020


Esta quarta-feira, dia 22 de janeiro, a Câmara Municipal de Estarreja assinou um Protocolo de Colaboração com a britânica INEOS Automotive para a implementação de um complexo industrial para a produção de uma nova marca “Grenadier”, de automóveis ligeiros todo o terreno, no Eco Parque Empresarial de Estarreja.

Após dois anos intensos de pesquisa por toda a Europa, a INEOS Automotive escolheu a cidade de Estarreja para instalar a fábrica. Pode ler-se no protocolo que o início da construção está agendado para abril deste ano. Em novembro de 2020 está previsto a instalação do equipamento. Já no próximo ano, em outubro iniciará a fase de pré-teste operacional da fábrica. Em abril de 2022, arrancará a produção dos automóveis todo o terreno representando um investimento que pode ser superior a 250 milhões de euros.

Durante a Cerimónia de Formalização do Protocolo de Colaboração, Dirk Heilmann, CEO da Ineos Automotive, disse que “no momento em que comparámos as opções no país, foi em Estarreja que encontrámos espaço para crescer e disponibilidade dos que hoje são nossos parceiros.” Acrescentou ainda que “a qualidade e a atenção que há em Estarreja é exatamente o que procuramos e acreditamos que pode resultar muito bem para a nossa empresa.”

Numa primeira fase, a INEOS Automotive irá produzir a carroçaria, os chassis e a pintura. Futuramente pretende-se que em Portugal seja feita a montagem ou a assemblagem. A produção destes componentes empregará “cerca de 200 pessoas e à medida que atingirmos os nossos objetivos, pretendemos chegar aos 500 postos de trabalho”, afirmou Dirk Heilmann.

Diamantino Sabina, Presidente da Câmara Municipal de Estarreja, referiu que o acordo firmado com a empresa britânica “é um marco histórico para o desenvolvimento económico do concelho de Estarreja. Conseguimos reunir as condições necessárias para avançarmos com esta unidade industrial que permitirá uma simbiose industrial com outras empresas criando também postos de trabalho indiretos”.

 

 

CLEPA shares the views of the automotive supply industry on the Product Liability Directive during the IMCO Committee public hearing

The European Parliament’s Committee on the Internal Market and Consumer Protection organised today a public hearing to discuss the need to review the Product Liability Directive and related challenges in the new digital age. Frank Schlehuber, Senior Consultant Market Affairs at CLEPA, attended the hearing to present the association’s position on the issue.

in CLEPA, 22-01-2020


It is recognised that most accidents involving vehicles are currently caused by human error, while only a small percentage is credited to technical failures. However, as more autonomous functions start to become present in cars, there is a shift in liability from the driver to the vehicle manufacturers whether they are OEMs or automotive suppliers.

CLEPA supports the need to serve the end-consumer and to provide them with a safe, secure environment and to ensure that a victim of a road traffic accident is compensated in an easy, speedily and efficient manner. However, it is the view of CLEPA that the scope and application should be extended to include all relevant market participants and stakeholders, involved in this new ecosystem.

During the hearing, CLEPA raised four main concerns regarding the need to review the Product Liability Directive, namely the scope of application of its article 1: “The producer shall be liable for damage caused by a defect in his product.”

First, CLEPA believes that the “product” is no longer seen as a physical product, and there should be a new definition that integrates software and other services, as well as recognises that they are dependent on additional data to make them work.

Second, the current definition of “defect” already opens a wide room of flexibility, however there should be a guidance from lawmakers on what is understood under artificial intelligence.

Third, there is a need for an extension on the producer’s definition that includes all players, even to those who modify products.

Lastly, our industry is dependent on R&I and there needs to be a certain freedom during development phase, therefore the exemption to liability during this phase of a product should be maintained and, if possible, reinforced to maintain our industry competitive.

 

 

Fábrica de jipes em Estarreja já tem terrenos para a construção

Com Estarreja confirmada como sede de uma fábrica para a produção do jipe 4×4 Grenadier da INEOS Automotive, a empresa britânica irá assinar hoje um protocolo com a autarquia local com vista ao início dos trabalhos para a construção daquela infraestrutura que irá atrair mais investimento e criar numa primeira fase 200 novos postos de trabalho na região.

in Dinheiro Vivo, por Pedro Junceiro/Motor24, 22-01-2020


Sobre a nova infraestrutura de Estarreja, Mark Tennant, diretor comercial da INEOS Automotive, revela ao Dinheiro Vivo/Motor24 que “há ainda muito trabalho para fazer, porque apenas agora conseguimos concretizar a aquisição de todos os terrenos, mas estamos a avançar. Será um calendário apertado, mas estamos confiantes de que poderemos cumprir todos os prazos”. Contactada, a Câmara de Estarreja confirma que, “a não ser em uma ou outra situação que faltará formalização, está praticamente tudo comprado”.

O responsável da recém-criada marca britânica explica que a escolha de Portugal obedeceu a uma conjunto de fatores que levou a melhor sobre outras potenciais localizações para o estabelecimento da fábrica que irá servir de suporte à infraestrutura principal, também à espera de construção, no País de Gales.

“Houve alguns fatores importantes para a escolha. Um deles foi a cadeia paneuropeia de fornecimento para construir veículos na Europa e parte do foco em Portugal foi o facto de aí podermos estar em contacto próximo com empresas que estão na Península Ibérica, como a Gestamp, da qual somos bastante próximos, ou também a Caetano, com a qual estamos próximos para algum potencial envolvimento nalguns aspetos do desenvolvimento”, explica, apontando ainda que “ficámos muito impressionados com a receção e com o apoio que tivemos ao lidar com toda a burocracia e com todos os pedidos de planeamento. O Governo português foi excelente, bem como a Aicep e a autarquia local. Isso foi muito importante. Foi um pouco como o País de Gales, onde o Governo também foi muito solícito e solidário”.

O diretor comercial da INEOS Automotive não quis adiantar números específicos em relação ao investimento em Estarreja, adiantando que “falamos apenas em termos absolutos. O investimento no projeto é de cerca 600 milhões de libras e não temos valores discriminados”. Destacou, porém, o contributo que será dado em termos laborais com a “criação de 200 empregos inicialmente, que podem chegar potencialmente aos 500 postos de trabalho diretos se atingirmos os nossos objetivos”.

Novo jipe no final de 2021

Prossegue a bom ritmo o trabalho de desenvolvimento do novo jipe Grenadier, cujo lançamento no mercado está previsto para o final de 2021. E, paralelamente, estão também a ser dados os primeiros passos concretos com vista à construção de um novo complexo industrial para a produção de sub-chassis em Estarreja, o qual deverá estar pronto em abril de 2022.

Para a fase inicial de produção do novo veículo, a INEOS Automotive irá recorrer à austríaca Magna Steyr, que conta com larga experiência no fabrico de veículos, sobretudo na área dos 4×4, sendo também o local de produção dos Classe G da Mercedes-Benz.

O INEOS Grenadier será um jipe de tração integral e alta robustez, pensado por Jim Ratcliffe, multimilionário e CEO da INEOS, para ser um sucessor espiritual do Land Rover Defender, como chegou a admitir inicialmente. No entanto, Tennant garante que já se “avançou um pouco face a essa ideia inicial. “Se olharmos para as nossas inspirações, penso que são mais latas e creio que remetem para os heróis 4×4 originais, como o Jeep Willys, o [Land Rover] Defender Série I, o FJ40 Land Cruiser da Toyota ou até o Mercedes-Benz Classe G”

SEAT Martorell produces more than 500,000 cars in 2019

SEAT Martorell ended 2019 with its highest production volume since 2000, with output totalling 500,005 cars. This figure is 5.4% higher than in 2018 (474,300) and consolidates Martorell as the factory that produces the most cars in Spain, Europe’s second largest car producer.

in Automotive Purchasing and Supply Chain, 22-01-2020


Line 1 in Martorell, where the Ibiza and the Arona are made, closed 2019 with a production of 264,854 vehicles, 14.5% more than in 2018 (231,213). Line 2, where the SEAT Leon is built, will begin production this year of three models: the fourth generation Leon in its SEAT and CUPRA versions, and the CUPRA Formentor. Until the start of production of these models, 153,864 vehicles were produced in 2019, slightly fewer than the previous year (159,486; -3.5%). Line 3 meanwhile, where the Audi A1 is produced, closed the year with 81,287 cars produced, 2.8% below the 83,601 vehicles made in 2018.

SEAT Vice-president for Production and Logistics Dr. Christian Vollmer highlighted: “Martorell is the heart of SEAT, one of the most modern and competitive factories in the European automotive industry and also one of the most important producers of cars. 2020 will be a historic year for Martorell as we are going to launch three new models – the SEAT Leon, the CUPRA Leon and the CUPRA Formentor – and start the electrification of the plant with the plug-in hybrid versions of the Leon family.”

Today, more than 7,900 employees work in the Martorell factory, both in production and in the offices, making around 2,300 cars a day, or one every 40 seconds. The Martorell plant is working at over 90% of its current maximum capacity.

In 2019, total SEAT vehicle production reached a new record, advancing by 12.1% to a volume of 592,019 cars (2018: 528,293). In addition to Martorell, SEAT also produced cars in five plants belonging to the Volkswagen Group.

In Kvasiny (Czech Republic), SEAT produced 98,370 units of the Ateca (+8.3%); 38,835 units of the Tarraco in Wolfsburg (Germany), compared to 2,660 in 2018 when production of this model began towards the end of the year; 23,021 units of the Alhambra in Palmela (Portugal) (+17.5%); 11,547 units of the Mii (-19.7%), which was halted mid-year, and of the new Mii electric beginning in November, in Bratislava (Slovakia); and finally, 1,506 units of the Toledo in Mladá Boleslav (Czech Republic), a vehicle that was discontinued in February 2019.

The company also produced the first 22 pre-series units of the new 100% electric SEAT el-Born at the German plant in Zwickau. This model will be presented in 2020 and will be the second Volkswagen Group vehicle to be built on the new MEB platform.

The SEAT el-Born is one of six electrified models in SEAT’s product offensive until early 2021, along with the Mii electric, the brand’s first 100% electric vehicle, which will reach dealers in the coming weeks; the new Leon, which will be unveiled on 28 January and feature a plug-in hybrid electric version (PHEV), and the Tarraco, which will also have a PHEV version. Furthermore, there will be two plug-in hybrid CUPRA models: the Leon and the Formentor.

 

 

Jaguar Land Rover to cut jobs at UK factory

Jaguar Land Rover said on Wednesday it will cut around 10 percent of the workforce at its Halewood factory in England as it changes shift patterns to boost efficiency at the site.

in Automotive News Europe / Reuters, 22-01-2020 


JLR builds the Range Rover Evoque and Land Rover Discovery Sport vehicles at the plant.

JLR posted a 6 percent decline in 2019 sales, hit by the weakening Chinese autos market and falling demand for diesel vehicles in Europe. But it has bounced back in China in recent months and overall company sales rose by 1.3 percent in December.

“Jaguar Land Rover is taking action to optimize performance, enable sustainable growth and safeguard the long-term success of our business,” the company said in a statement.

The company is moving Halewood from a three shift to a “two-plus” shift pattern starting in April, JLR said.

Around 4,500 people work at the Halewood factory, one of three of JLR’s car factories in Britain, with roughly 500 jobs affected by Wednesday’s announcement.

The Discovery Sport was JLR’s best-selling model globally last year with sales of 83,574, down 13 percent, according to company figures. Range Rover Evoque sales increased 10 percent to 81,688. Both models are also built in JLR’s China factory for local sales.

JLR, like much of the car industry, has also faced the challenge of stepping up investment in zero and low-emissions vehicles as regulations tighten while simultaneously dealing with a drop in demand for some conventionally-powered models.

Nick Gibbs contributed to this report

 

Auto industry sets out plan for carbon neutrality under EU Green Deal, amid shrinking market

Forecasting the first downturn in EU car sales in seven years this year, the European Automobile Manufacturers’ Association (ACEA) today outlined the major challenges faced by the EU auto industry, as it embarks on the transition to carbon-neutral transport.

in ACEA, 22-01-2020


“One of the biggest drivers of change for our sector is the need to address environmental concerns,” stated Michael Manley, ACEA President and CEO of Fiat Chrysler Automobiles (FCA). “The good news is that carbon-neutral road transport is possible and together – with a holistic approach – we can reach it by 2050. But that also means a lot needs to change in the next few decades.”

Speaking to journalists in Brussels this afternoon, Mr Manley launched the EU auto industry’s ‘10-point plan to help implement the European Green Deal’, in which the 16 major automobile manufacturers set out how CO2 emissions can be further reduced in the most effective way.

Manley: “Firstly, we believe in choice for all. Policy makers should help drive the best possible results by remaining technology neutral – in other words, without imposing specific technologies or banning vehicles that can still deliver CO2 reductions.”

In addition, a dense network of charging points and re-fuelling stations – suitable for cars and commercial vehicles – must urgently be rolled out across the EU to support the deployment of alternatively-powered vehicles. This is one of the single most important enabling conditions for achieving carbon neutrality, according to the industry.

New low-emission technologies are expensive and will remain so for the foreseeable future. To ensure that the higher prices do not slow down fleet renewal, ACEA is also calling for consistent and economically-sustainable incentive schemes for users of both cars and commercial vehicles.

“Above all, we believe that road transport and mobility must remain affordable for everybody, regardless of where in Europe they live or their financial means. Likewise, the European Commission’s Green Deal should also be used as a means to strengthen the global competitiveness of our industry.”

“This is all the more important as we are about to face a shrinking market,” Michael Manley alerted. Indeed, ACEA forecasts that, after six consecutive years of growth, EU passenger car sales will drop by 2% in 2020.

“At the very time when our industry is massively stepping up investments in zero-emission vehicles, the market is set to contract – not only in the EU but also globally – so the transition to carbon neutrality needs to be very well managed by policy makers.”

 

 

Primeiros carros “made in Estarreja” em abril de 2022

A fábrica da britânica Ineos deverá começar a ser construída já em abril e estar pronta em outubro. O projeto de produção do veículo todo-o-terreno representa um investimento de 251 milhões de euros e deverá criar 400 a 500 postos de trabalho.

in Negócios, por Pedro Curvelo, 21-01-2020


Numa altura em que a indústria automóvel portuguesa bate sucessivos recordes de produção e exportação, a britânica Ineos Automotive assina esta quarta-feira um protocolo com a Câmara Municipal de Estarreja para a instalação de um fábrica de veículos todo-o-terreno (4×4) no município.

O protocolo indica abril deste ano como data para o início da construção da fábrica. E o edifício base deverá estar concluído em outubro. No mês seguinte arrancará a instalação de equipamento na fábrica. Em outubro do próximo ano começará a fase de pré-teste operacional da fábrica e, finalmente, o arranque da produção está previsto para abril de 2022. A unidade deverá empregar 400 a 500 trabalhadores quando funcionar em pleno e deverá produzir cerca de 25 mil veículos por ano.

O projeto da Ineos Automotive, que representa, segundo o protocolo, “um investimento total na ordem de 251 milhões de euros”, foi um processo “relativamente rápido”, refere ao Negócios Diamantino Sabina, presidente da autarquia.

“A primeira abordagem ocorreu em março ou abril do ano passado, a Ineos mostrou grande interesse pela plataforma modal prevista para Estarreja e foi assim que começou o namoro”, diz. “Sabemos que não fomos a única localização em Portugal estudada pela empresa, embora em concreto apenas sei que Ovar foi uma hipótese”.

Agora, a assinatura do protocolo é um “passo muito importante” para o desenvolvimento do projeto, assinala o autarca, que considera o investimento da Ineos a “cereja no topo do bolo do desenvolvimento económico do município”.

“Mesmo antes da Ineos, o parque empresarial cresceu imenso. Há seis anos tinha 14 empresas e 400 a 500 empregos. Agora são 29 empresas e o número de trabalhadores mais do que triplicou”, sustenta. E este desenvolvimento tem atraído o interesse de investidores, nomeadamente no imobiliário, refere. “Estes novos empregos têm pressionado o mercado imobiliário, onde existe pouca oferta e a procura tem crescido exponencialmente”, reforça o autarca.

Ineos compra terrenos à Bondalti

Para a instalação da fábrica, a Ineos negociou a aquisição de várias parcelas de terreno no parque industrial com a Bondalti Chemical (ex-CUF), do grupo José de Mello.

Segundo o autarca de Estarreja, cerca de 85% dos terrenos necessários à fábrica da Ineos pertencem à Bondalti e “esse negócio está concluído ou em vias de ser formalizado”. O Negócios não conseguiu confirmar até ao fecho da edição junto da empresa química se a operação já foi finalizada.

Quanto às parcelas que não pertenciam à Bondalti nem à autarquia, Diamantino Sabina indica que “praticamente todas já foram adquiridas pelo município e sem expropriações, tudo por via negocial”. E o autarca diz que essas aquisições totalizaram “menos de um milhão de euros”.

AICEP fala em argumento para mais investimento

A Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) indica ao Negócios que o projeto da Ineos “foi uma angariação da AICEP e tem vindo a ser acompanhado de perto, em todas as suas fases, pela agência”.

Este investimento, precisa fonte da AICEP, não foi contabilizado nos 1.172 milhões de euros de investimento contratualizado pela agência no ano passado e que constituem o valor mais elevado de sempre.

A AICEP aproveita para sublinhar “a importância deste projeto para reforçar a imagem de Portugal como país produtor automóvel” e constitui “mais um excelente argumento para a AICEP utilizar na captação de mais investimento”.

 

 

COURO SUSTENTÁVEL DA COURO AZUL NO SONY VISION S

A Sony apresentou na CES Las Vegas, a maior feira de tecnologias a nível mundial, o seu projeto Vision S.

in Couro Azul, 21-01-2020


Trata-se do protótipo funcional do veículo elétrico de passageiros da marca, repleto de tecnologia.

Para o interior “high-tech” a Couro Azul foi selecionada para fornecer o couro da sua linha OAK TANN que reveste bancos, painéis, consola e volante.

Este couro, que cumpre as mais exigentes especificações do sector automóvel, tem por base um curtume vegetal inovador especialmente desenvolvido, mantendo a macieza e toque típicas de um couro “premium” e garantindo ainda as necessárias resistências.

Resultado de um intenso processo de desenvolvimento, recorre a extratos vegetais sustentáveis retirados das cápsulas das bolotas: o uso desses estratos não envolve a destruição de árvores nem compete com a indústria alimentar, pois os taninos são obtidos a partir de um subproduto da indústria alimentar animal.

Comparando com outros métodos de curtume, o OAK TANN usa menos derivados do petróleo e promove a conservação da floresta mediterrânica ao valorizar este ecossistema sem paralelo.

O couro OAK TANN está assim em linha com os princípios da economia circular, dado que se trata de um sistema integrado de novas tecnologias no processamento da pele, mais sustentáveis, criando um processo global de resíduo zero.

https://www.couroazul.pt/

 

 

The EU-Vietnam FTA Chances for European and Vietnamese business, consumers and workers

CLEPA supports an ambitious EU trade policy. EU Free Trade Agreements create opportunities for European businesses, contribute to job creation, and enhance global competition and innovation. Vietnam is a fast growing market and a strategic partner, fulfilling a crucial role in global manufacturing supply chains. CLEPA is therefore a member of the EU-Vietnam business coalition to support the ratification of the EU-Vietnam Agreement and calls for a positive vote in the European Parliament’s INTA committee on Tuesday, 21 January

in CLEPA, 20-01-2020


The undersigned business associations respectfully request Members of the European Parliament (MEPs) to consider the benefits for both sides and to approve the EU-Vietnam Free Trade Agreement.

We note that the negotiations on the EU-Vietnam FTA concluded in December 2015, and both European and Vietnamese businesses and consumers have been waiting since then for its ratification and entry into force.

The trade agreement, with its liberalisation of tariffs and deepening of business links, represents a great opportunity for European businesses – granting access to a strong emerging market of close to 100 million people. It also opens the door to partnership, dialogue and cooperation with Vietnam creating stronger ties with the South-East-Asian region and will raise standards for consumers and workers alike. The agreement contains a strong chapter on trade and sustainability, to which the Commission and Vietnam have made a strong commitment to ensure close compliance. Furthermore, the Vietnamese government has made an equally strong commitment to address earlier concerns about workers’ rights and ratify and implement three core ILO conventions. One of these has already been transposed into Vietnamese law, and the Vietnamese government will implement the others shortly, significantly improving the situation of workers in Vietnam.

The EU-Vietnam Business coalition firmly supports the approval of the EU-Vietnam Agreement, and we ask for your support of ratification of this Free Trade Agreement in the INTA committee on Tuesday, 21 January.

 

 

Nuevo Citroën Berlingo, versatilidad desde la planta hasta el producto

Citroën ha realizado, recientemente, una presentación de producto de su comercial ligero, Berlingo, que ha incrementado su diversidad de configuraciones, acabados y equipamientos. Se fabrica desde hace casi 25 años en el Centro de Groupe PSA en Vigo, con un proceso de producción diseñado para ello para dar respuesta a un grado de variedad muy elevado. Fuentes de la factoría gallega manifiestan a AutoRevista que “industrializar la diversidad, a través de la que se ofrece una oferta variada y muy completa al cliente, requiere simplemente realizar una adecuada ordenación de los programas de producción asegurando el mix que permita la correcta realización de las operaciones en los puestos de Montaje”.

in AutoRevista, 20-01-2020


Desde el lanzamiento de la primera versión de este modelo en 1996, el Berlingo se ha caracterizado por su polivalencia, fiabilidad, robustez y espacio interior. Desde Citroën aseguran que con la llegada de su nueva generación, a las virtudes mencionadas se suman modernidad, diseño, confort y tecnología, “una suma de cualidades que le consolidan como líder de su segmento, con una cuota de mercado del 21% en 2019. Ahora, el Citroën Berlingo gana en eficiencia, prestaciones y placer al volante con el motor gasolina PureTech 130 S&S asociado a la caja de cambios automática de 8 velocidades EAT8”, desarrollada por el proveedor japonés Aisin. Esta caja está disponible en el acabado Shine, tanto en talla M (5 y 7 plazas) como en XL (5 y 7 plazas), con la motorización PureTech 130 S&S. EAT8 destaca por conjugar altas prestaciones y bajo consumo: desde 7 l/100 Km, según el protocolo WLTP.

Fuentes de la marca del doble chevron subrayan que “la caja de cambios automática EAT8, que ya ha demostrado sus cualidades en la motorización diésel BlueHDi 130 S&S, llega a la gama del Berlingo para coronar la oferta gasolina de este modelo. El motor PureTech aporta placer de conducir y bajos consumos y emisiones, a lo que ahora hay que añadir el confort y las prestaciones de la caja de cambios automática EAT8, que destaca por un paso rápido y fluido entre las distintas velocidades, además de asegurar una mayor eficiencia”.

Volviendo a sus características, este comercial ligero continúa despuntando por su espacio interior y modularidad. Sobresale el alto grado de personalización, con 21 combinaciones posibles de colores de carrocería y packs de color blanco y naranja. En lo que se refiere a tecnología, puede contar con hasta 18 funciones de ayudas a la conducción entre las más avanzadas del mercado y en exclusiva en su segmento, como el Active Safety Brake, la alerta de atención del conductor, el aviso de cambio involuntario de carril activo, la alerta de riesgo de colisión o el reconocimiento de señales de tráfico y recomendación de velocidad.

Esta versión del Berlingo puede incorporar el sistema de navegación 3D Citroën ConnectNav, que ofrece datos sobre el estado del tráfico en tiempo real, la Citroën Connect Box y su sistema de llamada de emergencia, y asistencia localizada por GPS, además de la recarga inalámbrica del smartphone.