BRAÇO DE SUSPENSÃO MAIS LEVE PRODUZIDO ATRAVÉS DE PROCESSO OTIMIZADO

O projeto LaTCh II resultou na produção de um braço de suspensão para um automóvel elétrico reforçado com fibra de carbono unidirecional contínua de matriz termoplástica. Trata-se de um componente 44% mais leve que o braço de referência em aço, produzido através de novas tecnologias de fabrico com base na estampagem a quente e sobre-injeção.

in INEGI, 09-07-2019


“A necessidade de reduzir o peso dos veículos para aumentar a sua eficiência energética é inequívoca, num contexto em que a legislação sobre emissão de CO² é cada vez mais rigorosa. No entanto, a mudança de paradigma para o uso de materiais leves depende do desenvolvimento de processos que não representem um diferencial de custo significativo”, explica Rui Gomes, responsável pelo projeto no INEGI.

Uma vez demonstrada, através do projeto LaTCh, a viabilidade técnica da produção de componentes mais leves, de desempenho igual ou superior comparativamente com os seus congéneres metálicos, o projeto LaTCh II pretendeu reduzir o número de operações necessárias à obtenção do componente final, chegando a um processo “one-shot”.

Nesse sentido, a iniciativa promoveu a convergência das tecnologias de estampagem a quente e sobre-injeção numa única etapa, através de uma ferramenta montada na máquina de injeção, capaz de estampar o compósito de matriz termoplástica e sobreinjetá-lo de seguida. Este processo permite a redução do número de equipamentos, ferramentas e recursos humanos necessários para a produção, o que resulta em cadências mais altas e custos competitivos.

O projeto provou ainda a viabilidade da utilização deste tipo tecnologias para materiais compósitos em componentes de maior complexidade, uma vez que o produto alvo – braço de suspensão para automóvel elétrico do tipo MacPherson – incluiu elementos metálicos, constituindo um produto híbrido.

Ao longo de três anos, o LaTCh II englobou o estudo de materiais e a otimização estrutural para desenvolvimento do produto, a implementação de novos processos de fabrico e a criação de protótipos. Em todo este percurso, o INEGI contou com a parceria de três empresas: a Moliporex, a MCG e a Cadflow. De acordo com Rui Gomes “a diversidade e a complementaridade das entidades envolvidas foram fundamentais para que se reunissem as condições necessárias ao cumprimento dos objetivos propostos”.

Finalizado o projeto com sucesso, perspetiva-se, a longo prazo, a possibilidade de rentabilização comercial dos resultados, materializados num produto competitivo.  Espera-se ainda que o LaTCh II contribua para uma mudança de paradigma no setor automóvel, através do desenvolvimento de produtos de alto valor acrescentado, com recurso a materiais compósitos de matriz termoplástica.

Financiamento: Compete 2020, Portugal 2020, União Europeia

 

 

INEGI PROMOVE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS ENTRE OS SETORES AUTOMÓVEL E AERONÁUTICO

Participação portuguesa no projeto AEROCAR resulta em protótipo de banco de automóvel reforçado com materiais compósitos, normalmente usados na aeronáutica.

in INEGI, 09-07-2019


Serão os novos materiais e tecnologias de produção passíveis de transferência entre os setores aeronáutico e automóvel? Os protótipos desenvolvidos no âmbito do projeto europeu AEROCAR demonstram que sim.

Um destes protótipos foi desenvolvido pelo INEGI, com a colaboração da INAPAL Plásticos. Trata-se da estrutura de um banco de automóvel, que foi reforçada com materiais compósitos de alto desempenho, nomeadamente com um material pré-impregnado de fibra de carbono, normalmente usado em estruturas aeronáuticas. “A incorporação deste material resultou numa melhoria das propriedades mecânicas do produto, na redução do seu peso total em 25% e na melhoria da estética das partes estruturais visíveis”, explica Luís Pina, responsável pelo projeto no INEGI.

Importa sublinhar que, se hoje estamos a falar de um banco como exemplo, “a tecnologia pode ser rapidamente transferida para outras partes fundamentais da estrutura do carro, como os chassis ou uma grande parte da carroçaria, e a indústria automóvel pode assim vir a ter ganhos de performance e de conforto, com a utilização em massa de materiais compósitos já usados na aviação. Isto pode dar um impulso brutal, em particular ao segmento dos carros elétricos, que continua a debater-se com o desafio da autonomia, pois quanto mais leves os carros forem, maior será o alcance das baterias”, enfatiza Luís Pina.

O gestor do projeto AEROCAR em Portugal reforça que o modelo de assento desenvolvido ainda é um protótipo, mas que, “dentro de um ou dois anos, poderá passar à produção em larga escala”. Nota ainda que “para concretizar esta inovação foi fundamental a colaboração entre a INAPAL Plásticos, especializada na produção de componentes plásticos para a indústria automóvel, com grande experiência no processo utilizado (SMC – Sheet Molding Compound), e o INEGI, que tem grande experiência no desenvolvimento de novas tecnologias e processos de fabrico para os materiais compósitos”.

Promovido em colaboração com dois centros tecnológicos de investigação espanhóis, o CTAG e a Leartiker, e o centro francês de investigação e desenvolvimento Rescoll, o AEROCAR contribuiu, ao longo dos últimos três anos, para a criação de uma rede internacional de transferência tecnológica entre os setores aeronáutico e automóvel, com vista a maximizar o impacto dos desenvolvimentos tecnológicos nestes dois setores.

De acordo com Luís Pina, o projeto demonstrou que “existem tecnologias já completamente desenvolvidas e utilizadas em produtos que estão no mercado que, com um diminuto investimento de adaptação, podem ser transferidas em muito pouco tempo para outro setor, alavancando todo o investimento passado para a obtenção de proveitos em novos setores e mercados”.

 

 

A AFIA visita a sua Associada EPEDAL

A AFIA, representada pelo secretário-geral, visitou a empresa Associada EPEDAL tendo sido recebida por Paulo Ferreira, Administrador.

in AFIA, 09-07-2019


A EPEDAL, fundada no ano de 1981, é uma empresa portuguesa fornecedora de componentes metálicos e subconjuntos para a indústria automóvel.

As tecnologias de fabrico vão desde a estampagem, conformação de tubo e arame, soldadura robotizada até à montagem automatizada de subconjuntos.

Esta empresa de Sangalhos fornece componentes e subconjuntos para assentos, escapes, sistemas de refrigeração, chassis e carroçaria.

A EPEDAL é Associada da AFIA desde 1988 e tem um sistema integrado de gestão ambiental e qualidade, estando certificada pelas normas IATF 16949, ISO 14001 e OSHAS 18001.

 

Para mais informações, consulte o site da EPEDAL em:  https://epedal.pt

 

 

BPI reúne empresários em Viana do Castelo para debater desafios do cluster automóvel

O BPI reuniu mais de uma centena de empresários em Viana do Castelo para debater os desafios do cluster do setor de componentes para a Indústria Automóvel, no âmbito dos “Encontros BPI com Empresas”, anuncia o banco em comunicado.

in Jornal Económico, por Maria Teixeira Alves, 08-07-2019


Esta região beneficia da proximidade à maior fábrica do setor automóvel na Península Ibérica e a segunda maior da União Europeia, a Peugeot-Citroën de Vigo (Groupe PSA), cuja localização “atraiu fornecedores de peças e de equipamentos para o setor”. O autarca salientou a qualidade de vida, a rede de estradas e de conectividade e o conjunto de incentivos aos empresários como fatores que têm permitido “consolidar a fixação de enormes empresas na região”, segundo o autarca da região.

Além do contributo para o desenvolvimento económico, o cluster automóvel tem atraído para o Alto Minho jovens e quadros profissionais, portugueses e estrangeiros, dando um novo impulso aos indicadores demográficos da região, explica a nota do BPI.

“Assisti de perto ao desenvolvimento de Viana do Castelo nos últimos anos e ao crescente dinamismo empresarial da região”, salientou o administrador do BPI, Pedro Barreto.

O Administrador do BPI responsável pela Banca de Empresas e Institucionais explicou que o Banco tem equipas dedicadas à agricultura, ao turismo, ao empreendedorismo, ao comércio internacional, à reabilitação urbana e ao imobiliário. “O BPI é um parceiro para os projetos que queiram concretizar,” acrescentou.

A iniciativa contou com a presença de José Maria Costa, Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Tomás Moreira, da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA), e João Pires, da transportadora João Pires Internacional Transportes, num debate moderado por Miguel Ribeiro, Diretor Coordenador da Banca de Empresas e Institucionais da região norte do BPI.

“O Alto Minho está a crescer ao dobro da velocidade da região norte”, realçou o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa. “Somos um contribuinte líquido para a Balança de Transações Correntes, com o Alto Minho no seu conjunto a contribuir com um superavit de cerca de 600 milhões de euros.” O autarca destacou ainda que Viana do Castelo é líder nacional na produção de plásticos para o setor automóvel.

Tomás Moreira, da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA), fez um enquadramento do setor automóvel em Portugal, com um volume de negócios de 11 mil milhões de euros (80% para exportações), a representar 5% do PIB nacional, sendo “o principal setor industrial português”. Segundo o especialista, “somos um exportador líquido de viaturas e de componentes, com 70% da indústria de moldes nacional dirigida ao setor automóvel.” Após a quebra de 2008-2009, a indústria automóvel tem estado sempre a crescer, “nos últimos anos entre 5 e 10%, com um investimento na ordem dos 500 milhões de euros ao ano”.

João Pires, da João Pires Internacional Transportes, salientou na sua intervenção que “o setor automóvel representa 60 a 65% da mercadoria transportada” pela transportadora.

Em dois anos, o BPI irá percorrer todos os distritos e regiões autónomas para reforçar a proximidade às empresas e instituições de cada região.

 

 

BOSCH | Innovcar

A Bosch Car Multimedia Portugal, S.A. continua a afirmar-se como fonte de criação de conhecimento e tecnologia nas soluções multimédia do automóvel do futuro.

in COMPETE 2020, 03-07-2019


Continuar na vanguarda significa responder adequadamente aos desafios atuais do automóvel do futuro, que incluem:

> a segurança e conforto (com o objetivo de longo prazo da condução autónoma);

> a conveniência e o entretenimento (para o paradigma atual do “carro conectado” no contexto das redes de transporte e cidades inteligentes),

> e a eficiência e ecologia (redução de consumos e do impacto no ambiente).

O projeto INNOVCAR inclui um conjunto articulado de linhas de I&D em torno do desenvolvimento de novos produtos e serviços e dos processos de suporte ao desenvolvimento de produto, das ferramentas de controlo de qualidade e dos processos de fabrico necessários à capitalização dos novos produtos no mercado.

As inovações do projeto ultrapassam claramente as meras inovações ao nível de produtos, processos e serviços. Trata-se de inovações mundiais que estão no cerne da revolução atual que promete alterar radicalmente a forma como hoje vemos o automóvel e a segurança, o conforto e o prazer associados à mobilidade automóvel.

Um novo sistema de comunicações para veículos e redes de transporte inteligentes, novos sistemas sensoriais e de deteção da envolvente, novos sistemas de interação homem-máquina (HMI) seguros, que irão contribuir para avanços na direção da condução autónoma.

Novas experiências associadas à condução serão proporcionadas por linhas de produto de software e novas aplicações cloud que irão proporcionar novos serviços de entretenimento, conetividade, mobilidade e acessibilidade no contexto dos veículos e cidades inteligentes. Novos sistemas de cancelamento de ruído, sensores sem ruído e chassis 100% em plástico irão permitir melhorar o ambiente no interior automóvel e a redução de consumos.

As inovações deste projeto irão traduzir-se em pelo menos 12 novas patentes e estima-se que contribuam para vendas internacionais na ordem dos 1,1 mil milhões de euros entre 2019 e 2025. O projeto contribui para o aumento das capacidades de I&D dos copromotores e para o aumento do emprego jovem, através da contratação 151 quadros jovens para afetação exclusiva à I&D.

 

 

VIANA DO CASTELO LIDERA PRODUÇÃO DE PLÁSTICOS PARA O SETOR AUTOMÓVEL

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, marcou hoje presença no encontro “O cluster do setor de componentes para a Indústria Automóvel”, promovido pelo BPI Empresas, onde apresentou os últimos investimentos que têm sido efetuados no Alto Minho por diferentes produtores de componentes automóveis.

in Rádio Alto Minho, 04-07-2019 


Na sessão, que contou com a presença de Tomás Moreira, da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, João Pires, da João Pires Internacional Transportes, com moderação de Miguel Ribeiro, do BPI, marcaram presença empresas, associações e entidades públicas. O edil indicou que, para conquistar a fixação de novas empresas, a região apresenta como fatores decisivos a qualidade de vida existente no Alto Minho, os bons serviços públicos existentes por parte das autarquias e a qualidade dos recursos humanos, resultantes da presença de escolas de formação profissional e do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) como referências para a qualificação dos recursos humanos necessários para as empresas.

O autarca afirmou que Viana do Castelo é hoje o líder nacional da produção de plásticos para o setor automóvel graças a um conjunto de empresas que se tem vindo a fixar na região nos últimos quatro anos. José Maria Costa referiu que a instalação destas novas empresas acentuou o perfil exportador do concelho, tendo contribuído para que, atualmente, Viana do Castelo seja o 16º município mais exportador do país, contribuindo com 1,5% de todas as exportações nacionais.

O cluster automóvel tem sido também responsável, no Alto Minho, pela atração de jovens e de quadros profissionais quer de outras regiões do país, quer de outros países, contribuindo, desta forma, para melhorar os indicadores demográficos da região.

Recorde-se que José Maria Costa já anunciou ser ambição do Município de Viana do Castelo entrar no ‘top ten’ das exportações nacionais até 2020, ano em que o concelho deverá exportar mais de 1.000 milhões de euros, correspondendo 30% ao cluster eólico, 30% setor do papel e 40% ao setor automóvel.

 

 

AFIA – Nota de pesar

A Direcção da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, bem como os seus Colaboradores, vêm mostrar publicamente o mais profundo pesar pelo falecimento do Dr. Paulo Nunes de Almeida, Presidente da AEP – Associação Empresarial de Portugal.

O Dr. Paulo Nunes de Almeida deixou um património de grande valia, para sermos melhores pessoas, melhores dirigentes associativos, mais empenhados pelas causas sociais e empresariais, pela defesa do País. É esse exemplo que nos fica.

A AFIA endereça à Família, aos Dirigentes e Colaboradores da AEP e aos Amigos as mais sinceras e sentidas condolências, próprias destes momentos de tristeza.

A Direcção da AFIA

 

 

Gestamp instala a primeira linha de estampagem a quente em Portugal

A Gestamp, multinacional espanhola especializada na conceção, desenvolvimento e fabrico de componentes metálicos de alta engenharia destinados à indústria automóvel, inaugurou uma linha de estampagem a quente em Aveiro, a qual é mesmo a primeira do género em Portugal. A assinatura do contrato entre a AICEP e a Gestamp decorreu no dia 2 de julho, em Lisboa.
in Gestamp / AICEP, 03-07-2019

A assinatura do contrato contou com a presença do ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira. Este acordo contempla a concessão de um crédito de três milhões de euros à Gestamp, sem juros, do qual cerca de dois milhões de euros poderão ser convertidos a fundo perdido.

Localizada nas instalações da Gestamp em Aveiro, a nova linha, que apoiará a produção automóvel da Volkswagen, resulta de um investimento de 20,6 milhões de euros, entre 2018 e 2020, e prevê a criação de 35 postos de trabalho, dos quais 14 altamente qualificados. Esta infraestrutura foi considerada de interesse estratégico nacional, o que levou hoje à oficialização de uma parceria com o Governo português.

Graças a esta tecnologia de estampagem a quente, a Gestamp poderá fabricar peças mais seguras e leves, destinadas a veículos automóveis. Tal permitirá obter uma melhor relação entre consumo energético e impacto ambiental. A multinacional espanhola introduz esta tecnologia inovadora pela primeira vez em Portugal. Por esta via, pretende oferecer um melhor serviço aos seus clientes, as principais marcas automóveis, tanto para modelos movidos a combustão, como para os que possuem motorização elétrica.

Uma linha equipada com os métodos mais inovadores da Indústria 4.0

Esta linha é composta por um forno, o qual aquece o aço a temperaturas que rondam os 900 graus centígrados. A instalação conta com os mais recentes avanços ao nível da Indústria 4.0, e faz parte do projeto global do Grupo para monitorizar as suas linhas de estampagem a quente.

Com isso, espera melhorar o desempenho e aumentar a capacidade produtiva da sua linha de estampagem a quente. Para tal, são analisados diariamente mais de 100 mil milhões de dados, no sentido de identificar eventuais desvios dos padrões comportamentais da linha, e, assim, antecipar potenciais incidentes.

A Gestamp Aveiro conta com cerca de 700 colaboradores e exporta 80 por cento da sua produção, para além de trabalhar preferencialmente com fornecedores nacionais. Ao todo, a Gestamp emprega cerca de 1.600 pessoas nas três fábricas que possui no país, localizadas em Vila Nova de Cerveira e Vendas Novas, para além da de Aveiro. A empresa opera em Portugal desde 1997.

O diretor da Gestamp para a Europa do Sul, Fernando Macías, explicou que “desde a sua fundação que a Gestamp está presente em Portugal, há mais de duas décadas. Viemos, como sempre o fizemos, para acompanhar os nossos clientes no fabrico dos produtos mais inovadores. Hoje, essa aposta encontra-se mais viva do que nunca, como bem demostra este novo projeto”.

 

Altran investe 12 milhões de euros no Global Engeneeiring Center em Portugal

A Altran, líder global em serviços de engenharia e Investigação e Desenvolvimento, assinou, no dia 2 de julho, um contrato de investimento com a AICEP, por 12 milhões de euros, permitindo a criação de 260 novos postos de trabalho, dos quais 200 são altamente qualificados, principalmente nos seus Global Engeneeiring Centers.

in Altran / AICEP, 03-07-2019


Destinado à criação de novos empregos diretos e qualificados no Fundão e em Vila Nova de Gaia, o novo investimento faz parte da expansão do Global Engineering Center da Altran e irá permitir o desenvolvimento de projetos inovadores em todo o mundo nas áreas de de Intelligent Coding (aplicação da tecnologia de Inteligência Artificial aos processos associados aos serviços de engenharia de software) e Connected Things (Desenvolvimento de soluções de integração de sistemas inteligentes direcionados a sectores de relevância, como o Automotive, Medical Devices e Connected White Goods).

Pedro Siza Vieira, ministro Adjunto e da Economia, disse: “O novo investimento da Altran está alinhado com a aposta na qualidade da engenharia, ciência dos computadores que Portugal tem vindo a concretizar. Todos nos devemos congratular com a confiança que investidores nacionais e estrangeiros têm depositado no nosso sistema científico e tecnológico e na qualificação e na qualidade das nossas pessoas”.

Luís Castro Henriques, presidente do Conselho da AICEP, adiantou: “O novo investimento da Altran para a expansão do seu Global Engineering Center é uma aposta clara na inovação e no talento português. É um projeto que acrescenta valor, que cria postos de trabalho altamente qualificados e por isso é muito importante para a região em causa e para o país como um todo. A AICEP espera que a Altran possa continuar a investir em Portugal, prestando-lhe todo o apoio necessário.”

Célia Reis, CEO da Altran Portugal, acrescentou: “A Altran Portugal, em linha com a Estratégia Industrialized GlobalShore® tem, nos últimos seis anos, expandido continuamente o seu Global Engeneeiring Center, bem como a sua equipa de engenheiros altamente qualificados. Os nossos Global Engeneeiring Center no Fundão e Vila Nova de Gaia irão representar um Centro de Produção Europeu especializado com mais de 1.200 engenheiros, até 2021, entregando projetos de valor acrescentado para mais de 10 países em todo o mundo, com foco na França, Alemanha, Reino Unido e EUA, em segmentos-chave, como Automotive e MedTech.”

William Rozé, vice-presidente executivo e diretor de Operações da Europa do Grupo Altran, destacou: “Este novo investimento reforça o papel de Portugal como um país chave no domínio da Engenharia de Software e Telecom, acelerando o caminho de crescimento, fornecendo projetos complexos e críticos para os nossos clientes internacionais. Além disso, demonstra a forte parceria com o Governo português com o objetivo de potenciar a economia do país, em particular nas regiões do interior.”

Estabelecido no Fundão desde 2013, e em Vila Nova de Gaia desde 2015, o Global Engineering Center da Altran é um centro de inovação tecnológica que apoia projetos globais, garantindo a disponibilização de soluções de valor acrescentado desenvolvidas por engenheiros portugueses. A Altran está presente em Portugal desde 1998, emprega atualmente mais de 2.300 engenheiros, com sede em Lisboa e localizada em Vila Nova de Gaia e no Fundão.