Buenos resultados de los proveedores españoles de automoción con crecimiento moderado

En 2018, la facturación de la industria española de componentes para automoción alcanzó los 37.170 millones de euros, un 2.6% más que en 2017.

in SERNAUTO, 11-06-2019


  • En los últimos 5 años, la industria española de componentes ha creado casi 40.000 nuevos empleos directos.
  • Las exportaciones del sector alcanzaron un nuevo récord: 21.415 millones de euros, un 7% más que en 2017.
  • Su alta inversión en I+D+i (4,2% de la facturación), les posiciona como sector referente de la industria española.

Según los datos presentados hoy por la Asociación Española de Proveedores de Automoción (SERNAUTO), en 2018 la industria española de equipos y componentes para automoción continuó creciendo a pesar del estancamiento de la producción de vehículos a nivel nacional, la incertidumbre y las tensiones comerciales en la esfera internacional.

La facturación del sector llegó a los 37.170 millones de euros, un 2,6% más que en 2017, lo que supone un crecimiento moderado con respecto a años anteriores. Ello ha sido posible gracias al esfuerzo exportador de los proveedores españoles, su incremento de competitividad y su firme objetivo de mantenerse a la vanguardia tecnológica.

En este sentido, en 2018 el sector siguió invirtiendo en I+D+i el 4,2% de su facturación, un total de 1.545 millones de euros, lo que le permite seguir siendo reconocido como una de las industrias más innovadoras del país. Los proveedores invierten en I+D+i el triple que la media industrial.

Respecto al empleo, el sector creó más de 5.000 nuevos puestos de trabajo en 2018, alcanzando los 230.100 empleos directos y 372.800 empleos directos e indirectos. El empleo directo generado por el sector se caracteriza por ser estable, de calidad y repartido por toda la geografía. De hecho, representa más de 10% del empleo industrial en varias Comunidades Autónomas.

Con el fin de seguir siendo competitivos y adecuarse a las demandas de sus clientes, los proveedores de automoción continuaron invirtiendo más de 2.000 millones de euros en incrementar y mejorar sus capacidades productivas.

En 2018, las exportaciones del sector alcanzaron un nuevo récord: 21.415 millones de euros (un 7% más que en 2017), cifra que representa el 57,6% de la facturación.

De la facturación en el mercado nacional (15.755 millones de euros), 10.270 millones de euros corresponden al suministro de equipos y componentes a los fabricantes de vehículos (-5,9%) y 5.485 millones de euros proceden del mercado de recambios (+3,2%).

La Presidenta de SERNAUTO María Helena Antolin, destaca que: «las cifras demuestran, un año más, todo lo que contribuye la industria de componentes a la economía y sociedad española. Nuestra fuerte apuesta por la internacionalización y la I+D+i nos permite alcanzar estos resultados y seguir siendo socios estratégicos de todas las marcas de fabricantes de vehículos y de los principales grupos de distribución de recambios».

Evolución positiva

Los proveedores de automoción han experimentado una evolución positiva en los últimos años, contribuyendo cada año más a la economía y el empleo de nuestro país, así como a la balanza comercial.

En los últimos cinco años, la facturación del sector se ha incrementado más de 9.000M de euros; se han generado casi 40.000 empleos directos nuevos; y se han invertido más de 6.500M € en I+D+i.

Previsiones 2019

Según las primeras estimaciones de la Junta Directiva de SERNAUTO, en 2019 se ralentizará el crecimiento manteniendo los mismos niveles de facturación y empleo, con ligeros incrementos muy moderados.

José Portilla, Director General de SERNAUTO, comenta que «las incertidumbres y tensiones comerciales en nuestros principales mercados hicieron que 2018 fuera un año duro para el sector, a lo que se le une la disrupción tecnológica en la que estamos inmersos. Por ello, para que la industria de componentes pueda mantener los niveles alcanzados, se hace preciso el apoyo de la Administración a este sector, a través de medidas concretas y reales, para el fomento de la competitividad y para poder llevar a cabo la transición tecnológica e industrial con éxito, con el firme propósito de continuar generando riqueza y empleo de calidad en este país, como están haciendo en otros países europeos».

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TMG Automotive investe na pele artificial

O Confinseat, da TMG Automotive, pretende melhorar o conforto da pele artificial, nomeadamente em termos térmicos. A primeira fase do projeto, atualmente no primeiro ano, identificou já materiais e aditivos que poderão ajudar a alcançar esse objetivo.

in Portuhgal Têxtil, 11-06-2019


O projeto Confinseat, que está a ser desenvolvido em parceria com o CeNTI, pretende resolver um dos principais problemas resultantes da utilização de pele artificial no interior dos veículos: o conforto térmico. «Para aumentar o conforto térmico de uma pele artificial existem quatro fatores a ter em conta», revelou, durante a sua intervenção na iTechStyle Summit, Gonçalo Silveira, engenheiro de produto da TMG Automotive, enumerando «a capacidade de permear o vapor de água por convecção – normalmente conhecemos esta propriedade como a respirabilidade; a capacidade de permear água em estado líquido por absorção e difusão ao longo da sua espessura, e esta propriedade é normalmente conhecida como gestão de humidade; temos também a temperatura superficial; e, por fim, a condutividade térmica».

Até agora, a pele artificial consegue «cumprir praticamente todas as características necessárias num assento de automóvel, que são sobretudo o aspeto superficial, o toque e a durabilidade», assegurou Gonçalo Silveira. «No que diz respeito ao conforto térmico, como as peles artificiais são materiais à base de PVC, preferencialmente, e sendo o PVC um material muito hidrofóbico, o conforto normalmente é afetado, e até aos dias de hoje estava a ser bastante negligenciado», explicou o engenheiro de produto da TMG Automotive, que recentemente investiu numa nova unidade industrial.

Funcionalizar materiais

O problema, apontou, durante a mesma apresentação, Anabela Carvalho, investigadora do CeNTI, é que «este conforto não é só uma propriedade, mas o resultado de um conjunto e da combinação de várias propriedades». Como tal, «a nossa estratégia visa a funcionalização através da aditivação das camadas que constituem a pele artificial, o tecido plastificado, e recorrendo a metodologias matemáticas de simulação para fazer a validação e a verificação dessas alterações no desempenho do material final», explicou.

O primeiro passo no projeto, que terá uma duração de três anos, passou pela identificação de «materiais que pudéssemos usar como agentes refletores da radiação» e «aditivos que permitam trabalhar a condutividade ao longo da estrutura de forma a garantir que o calor não se acumula à superfície, ficando em interação com o utilizador, mas que é dissipado ao longo da estrutura», adiantou Anabela Carvalho.

Embora ainda numa fase muito inicial, os resultados estão, para já, a revelar-se promissores. «Conseguimos perceber que é possível prever o desempenho térmico dos materiais através do uso de ferramentas matemáticas e de certa forma conseguimos corroborar os resultados que temos das leituras dos ensaios que fazemos, o que nos permite também otimizar esse modelo matemático para ser cada vez mais aproximado ao real», concluiu a investigadora do CeNTI.

 

 

 

Continental investe 100 milhões e cria 100 postos de trabalho em Vila Nova de Famalicão

Nova unidade de produção para pneus fora da estrada (OTR) em Vila Nova de Famalicão faz parte da estratégia de crescimento da Visão 2025 do grupo.

in O Jornal Económico, por António Freitas de Sousa, 11-06-2019


A empresa Continental deu mais um passo em frente no seu crescimento: com um investimento de cerca de 100 milhões de euros, vai ampliar a unidade industrial em Lousado, Vila Nova de Famalicão. “A  nova área será usada para a produção de pneus para veículos de movimentação de terras e para aplicações portuárias, de jantes superiores a 24 polegadas de diâmetro. Com este novo investimento serão criados mais de 100 novos postos de trabalho”, refere o grupo alemão em comunicado.

“Através dos investimentos e criação de mais capacidade de produção continuamos com a estratégia de crescimento na Divisão de Pneus. Tanto os pneus para aplicações portuárias como para a movimentação de terras estão nas áreas-chave de crescimento do mercado de pneus especiais pesados. Esta nova linha de produção reflete claramente o nosso compromisso com estes segmentos e todo o negócio de pneus fora da estrada”, disse Christian Kötz, administrador executivo do Grupo Continental e responsável para a Divisão de Pneus, citado pelo comunicado.

A nova nave de produção está a ser instalada junto da unidade de produção de pneus agrícolas que foi inaugurada em 2017. Esta nave estará equipada com os mais modernos equipamentos e dispositivos automáticos, que foram desenhados para produzir pneus radiais englobando elevados padrões ergonómicos. Quando estiverem a funcionar em pleno, estas novas linhas irão entregar três novos modelos de pneus para veículos de movimentação de terras e três novos modelos para os portos.

Aalém das novas linhas de produção, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Lousado está a ser ampliado e será utilizado para testes de “performance” e de qualidade de todos os pneus agrícolas, pneus para portos e para movimentação de terras. “Com estes investimentos, reforçamos  a presença em Lousado e desenvolvemos uma fábrica que é das mais eficientes, apoiada num centro de competências para pneus radiais gigantes para uso fora da estrada. Ao longo dos últimos anos a continental já investiu 150 milhões de euros para aumentar a produção de pneus ligeiros de alta performance e o arranque da produção de pneus agrícolas em Lousado. Investimentos como este são a resposta da estratégia e Visão 2025 da Divisão de Pneus da Continental” concluiu Christian  Kötz.

Para Pedro Carreira, presidente da administração da Continental Mabor, “este novo investimento reflete, uma vez mais, a confiança do acionista na equipa de Lousado e segue a nossa estratégia para a sustentabilidade da empresa. Naturalmente, que para este investimento é crucial o apoio do Estado Português, sem o qual não seria possível trazer mais este novo e importante investimento para a nossa comunidade e para o nosso país”. E acrescentou: “estamos certos que brevemente iremos contar com a nova travessia sobre o Rio Ave  para podermos escoar os novos produtos”.

“A AICEP, ao longo destes anos, tem acompanhado e apoiado todos os investimentos e desenvolvimentos inovadores da Continental em Portugal, tendo assistido a um aumento notável das suas exportações Estamos particularmente contentes com esta nova atividade da Continental de Vila Nova de Famalicão pois representa não só mais uma linha de produção exportadora para o mundo, mas também a demonstração da elevada competitividade desta unidade industrial no seio do Grupo Continental. Parabéns à Continental e contem com a AICEP para dar todo o seu apoio a esta empresa exportadora de referência” disse Luís Castro Henriques, presidente da AICEP.

No ano passado a Continental Mabor produziu cerca de 18 milhões de pneus para viaturas de passageiros e comerciais  ligeiros e mais de 11 mil pneus agrícolas. No final do 2018 a empresa tinha no seu quadro permanente mais de 2.150 colaboradores.

 

 

Carlos Tavares, presidente da PSA: “Dogmatismo na redução de CO2 ameaça fábricas europeias, incluindo Mangualde”

Carlos Tavares, o português que conduz há seis anos o grupo PSA (Peugeot, Citroën, DS e Opel/Vauxhall), aproveitou o rali de Portugal para uma pausa no frenesim diário e uma viagem rápida ao norte do país para apoiar a equipa da Citroën. Recebeu o Expresso no pavilhão da marca, no centro operacional da prova (Exponor), encaixando na agenda saturada uma conversa de 20 minutos

in Expresso, por Abílio Ferreira, 09-06-2019


Na entrevista avisa que “o dogmatismo do governo” na redução das emissões de carbono põe em risco a viabilidade da unidade de Mangualde. No novo quadro, a indústria europeia terá de proceder a ajustamentos para sobreviver. A PSA inaugurou em abril uma base fabril em Kenitra, Marrocos.

É mais fácil conduzir num rali ou tripular um grupo como a PSA?
São situações muito diferentes, mas ambas exigem sangue frio, precisão e uma excelente equipa.

Ficou surpreendido com o anúncio do noivado entre a Fiat e Renault?
Com certeza que fiquei surpreendido. O anúncio foi muito súbito e, na realidade, a fusão é uma tomada de controlo da Renault pela Fiat. É uma espécie de hold up a passar-se mesmo à nossa frente. Como ex-executivo da Renault estranho que se deixe a Fiat meter a mão com tanta facilidade.

Como vai a PSA reagir?
Não tem de reagir. É uma empresa sólida, extremamente rentável, com uma situação financeira que é uma maravilha. Em 2018 ficou no pódio da rentabilidade e desfruta de uma posição financeira líquida de €9 mil milhões. Domina toda a tecnologia de que necessita e está preparada para enfrentar os desafios impostos por Bruxelas para 2020/21. Tem um plano estratégico bem delineado em execução (push to pass) que permite decisões estruturantes como entrar no mercado americano com a marca Peugeot, regressar à Rússia com a Opel ou entrar no mercado indiano com a Citroën.

Mas podem reforçar a parceria com a Toyota ou avançar com uma aquisição, por exemplo, da Jaguar?
Não temos objetivos específicos, temos uma atitude muito aberta. A prioridade é sempre a nossa competitividade. É isso que nos permite controlar o nosso destino, gerar lucros para financiar novas tecnologias e novos mercados e lançar novos modelos. Temos um ritmo de lançamentos de modelos estupendo. O que pode acontecer é que apareça uma empresa em dificuldades que se queira vender à PSA, como foi o caso da Opel e Vauxhall. Isso pode acontecer, estamos sempre abertos a novos negócios.

 

 

Consórcio de cinco empresas portuguesas de moldes inaugurou fábrica no México

Unidade do consórcio Mexportools foi inaugurada esta terça feira em San Luís Potosí

in Jornal de Leiria, por Raquel Sousa Silva, 07-06-2019


O consórcio Mexportools, que junta cinco empresas portuguesas de moldes, inaugurou esta terça-feira a unidade de produção e manutenção na região de San Luís Potosí, no México.

Moldit, TJMoldes, ASG Moldes, Mold World e Ribermold envolveram-se há dois anos e meio neste projecto, com o objectivo inicial de responder às necessidades de assistência técnica dos clientes da indústria portuguesa instalados naquele país da América Latina.

O consórcio estabeleceu um acordo com o centro tecnológico Ciateq, que já dispunha de instalações e equipamentos, e que devido a este projecto criou uma nova nave onde foram instalados novos equipamentos, explicou ao JORNAL DE LEIRIA João Faustino. “Com o apoio do governo mexicano definimos um plano de negócios e avançámos”, adiantou o administrador da TJ Moldes.

Prestar no local assistência aos moldes fabricados em Portugal, desenvolver actividade comercial para captar encomendas para o fabrico de moldes no nosso País e ministrar formação a futuros técnicos mexicanos são alguns dos objectivos do Mexportools.

“O México apresenta um crescimento muito grande ao nível da indústria automóvel, sector de excelência da indústria nacional de moldes [absorve mais de 80% da produção das empresas nacionais], mas também há oportunidades noutras áreas”, aponta João Faustino.

“Há oportunidades porque os clientes da indústria portuguesa necessitam de assistência local ao nível da manutenção e reparação. Pode ser o início de um ciclo muito dinâmico, quer de fabrico de moldes em Portugal, os mais complexos para os quais ainda não há competências no México, e um passo para construir moldes no futuro”, adiantou o empresário.

 

“Estamos analizando aumentar el volumen de compras en Marruecos y Túnez”

Klaus Ziegler, vicepresidente de Compras de SEAT

in AutoRevista, 07-06-2019


Klaus Ziegler, vicepresidente de Compras de SEAT, sintetiza para AutoRevista la estrategia de Compras en una región de creciente relevancia como el norte de África. En esta región, la compañía apoya en esta función al resto de marcas del Grupo Volkswagen y lidera el proyecto de una planta de montaje en Argelia.

AutoRevista.- ¿Desde cuándo ha asumido SEAT la responsabilidad de Compras para la península ibérica y Norte de África?

Klaus Ziegler.- Desde hace más de dos años, SEAT tiene la responsabilidad de Compras en la península ibérica y el Norte de África con respecto al análisis y al seguimiento de la red de proveedores en esa región. Eso incluye desde actividades de búsqueda a petición de ofertas y preparación para las nominaciones. Además, la marca SEAT apoya al resto de marcas del Grupo Volkswagen en todas las actividades relacionadas con compras en estas regiones.

AR.- Además de impulsar la creación de mayor contenido local para el suministro a las plantas del Grupo en esta área geográfica, ¿qué beneficios en cuanto a abastecimiento de productos y servicios se están derivando para otras plantas del Grupo?

K.Z.- Naturalmente, debido al aumento del volumen de compras en la península ibérica (para SEAT y también para el resto de las marcas) de los últimos años se han obtenido potenciales de ahorro; por ejemplo, en costes logísticos.

AR.- En el caso concreto del norte de África, ¿cuáles son las líneas de actuación en el desarrollo de proveedores? ¿Cómo se impulsa la mayor presencia de Tier 2 y Tier3, cuya implantación es baja en países como Marruecos, Argelia y Egipto?

K.Z.- Cada país tiene una legislación distinta y, por esta razón, estamos llevando a cabo una estrategia personalizada en cado uno de los países del Norte de África. Conjuntamente con nuestros proveedores directos (Tier 1) analizamos la posibilidad de localizar componentes de Tier 2 y Tier 3 en estos países y de esta manera aprovechar sinergias.

Marruecos y Túnez empezaron a desarrollar la industria de automóvil antes, y ya existe una base de proveedores consolidados. Por tanto, se está analizando la posibilidad de aumentar el volumen de compras. En el caso de Argelia, estamos haciendo el análisis de proveedores locales e internacionales.

 

 

Master Classes PTC Academy

A PTC Academy realizará, nos próximos dia 10 e 24 de julho, duas Master Classes alusivas aos temas:

 

 

 

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Ford confirms closure of UK engine factory

Ford confirmed it will close a UK engine factory as part of an overhaul of its unprofitable European operations in an $11 billion global restructuring.

in Automotive News Europe, by Ellen Milligan and Keith Naughton | Bloomberg, 06-06-2019


The plant in Bridgend, south Wales builds engines for several Ford models in Europe, including the Fiesta and B-Max.

Production of Ford’s 1.5-liter gasoline engine will end in February while a contract to supply Jaguar Land Rover finishes in September 2020, the U.S. automaker said on Thursday.

“Changing customer demand and cost disadvantages, plus an absence of additional engine models for Bridgend going forward, make the plant economically unsustainable in the years ahead,” Ford Europe President Stuart Rowley said in a statement on Thursday.

The Bridgend plant built about 20 percent of Britain’s 2.7 million automotive engines last year.

While Ford reiterated its commitment to other UK plants such as Dagenham and the remainder of an almost 9,000-person British workforce, the planned closure of Bridgend by September 2020 was condemned by labor groups.

“Ford broke promise after promise to the UK,” Unite Union General Secretary Len McCluskey said by email. “The company has deliberately run down its UK operations so that now not a single Ford vehicle — car or van — is made in the UK.”

Britain’s biggest trade union vowed to fight the move.

“We will resist this closure with all our might, and call upon the governments at the Welsh Assembly and Westminster to join us to save this plant,” McCluskey said.

Ford said it currently expects costs associated with the plant closure to reach $650 million, with approximately $400 million of the charges paid in cash as separation and termination payments for employees.

The remaining non-cash charges of approximately $250 million will include pension expenses and accelerated depreciation and amortization.

Ford said most of the pre-tax special item charges will be recorded this year and most of the cash outflows will occur in 2020.

The UK government will work closely with Ford, trade unions and other stakeholders, a spokesman said on Thursday, following the automaker’s announcement.

“The news of their intention and consultation on closing the Bridgend plant will be very worrying for the dedicated workforce,” the spokesman said. “Ford has committed to supporting employees throughout the consultation process and beyond, including with redeployment opportunities to other Ford sites in the UK.”

Brexit plans

Workers have long pushed for Bridgend to produce hybrid technology and electric vehicle components alongside a new third-party manufacturer to fill any surplus space but such investment has not been forthcoming.

“Significant efforts to identify new opportunities have not been successful,” Ford said.

In common with other automakers with a UK manufacturing presence, the future of Ford’s remaining operations in the country may depend on how the British government proceeds with a plan to leave the European Union by Oct. 31. The automaker warned earlier this year that a so-called no-deal exit would have “catastrophic” implications for its operations in the country, where it is the top-selling auto brand.

The Bridgend closure follows the decision by Honda to shutter its Swindon plant in 2021 with the loss of 3,500 jobs. Nissan no longer plans to build the X-Trail SUV in Sunderland, northern England, while Jaguar Land Rover is cutting 4,500 positions worldwide, many of them in the UK.

Ford is also closing factories in Germany, France and Russia as part of a deep retrenchment in Europe to weed out slow-selling models. The company wants to focus mainly on its commercial van and pickup truck businesses on the continent, where Ford made a pretax loss of $398 million last year.

Automotive News Europe and Reuters contributed to this report

MÉXICO E CHINA ESTÃO NA ROTA DOS INVESTIMENTOS DA ERT

México e China são os destinos que o grupo ERT tem em cima da mesa, sendo que a decisão final sobre estes investimentos está pendente do fecho de negociações para o estabelecimento de parcerias estratégicas com empresas locais, mas não só.

in Jornal T, 05-06-2019


Liderado por  João Brandão (foto), o grupo ERT tem fábricas que fornecem a indústria automóvel na República Checa, Roménia, Portugal e Marrocos – o mais recente destino, pois foi em setembro que foi inaugurada a unidade de Tânger, que tem como clientes diretos a Lear, Faurecia e Antolin e os franceses da PSA e Renault como clientes finais.

“No México as negociações estão mais avançadas do que na China”, confidencia Fernando Merino, diretor da inovação do grupo ERT, que emprega 1 100 pessoas e fechou 2018 com um volume de negócios de cerca de 120 milhões de euros.

Com base industrial apenas europeia (Marrocos é encarado como Europa para o efeito), o investimento em fábricas no México e China seria um grande salto em frente para o grupo de S.João da Madeira, que assim se tornaria num player global, presente nos três grandes continentes – Europa, América e Ásia – onde estão os maiores construtores automóveis.    

 

 

José Couto – MOBINOV «Carro do futuro será conectado, partilhado, “verde” e personalizado»

José Couto, membro do conselho de Administração da MOBINOV Associação do Cluster Automóvel, foi o convidado da terceira sessão do MOBItalks, uma parceria entre a Transportes em Revista e a JPAB – José Pedro Aguiar-Branco Advogados, com o apoio da AEP – Associação Empresarial de Portugal.

in Transportes em Revista, 05-06-2019


Enquanto plataforma agregadora de conhecimento e competência no âmbito da indústria do setor automóvel, a MOBINOV tem como principal objetivo transformar Portugal numa referência na investigação, inovação, conceção, desenvolvimento, fabrico e teste de produtos e serviços da indústria do setor automóvel. Segundo José Couto, o cluster automóvel em Portugal representa cerca de «7% do PIB nacional», sendo por isso um dos principais setores do país.

Um dos maiores desafios que se impõe à indústria automóvel advém da «mobilidade», conceito que José Couto caracteriza de «inevitável e incontornável». Para o responsável, «as cidades têm-se reinventado» e, consequentemente, têm surgido novos modelos de negócio associados diretamente ou indiretamente com a mobilidade. «As soluções crescem a um ritmo vertiginoso», acrescentou.

A par de novas soluções de mobilidade, são igualmente necessários «investimentos em infraestruturas», de forma a que as cidades «reforcem externalidades e se interliguem em rede».

Segundo José Couto, o cluster automóvel nacional gera receitas anuais superiores a 13,5 mil milhões de euros. Apesar disso, as novas gerações não veem neste modo de transporte a solução ideal para as necessidades do seu dia a dia. «Hoje em dia as pessoas querem ter acesso a um automóvel, mas não ter a propriedade do mesmo», esclarece o membro da administração da MOBINOV.

Apesar das novas tendências de mobilidade, «o setor automóvel continua valioso», prova disso, são os inúmeros serviços e produtos em torno do setor. O produto em si, diga-se, o automóvel, será no futuro «totalmente diferente». José Couto adivinha o automóvel «conectado, partilhado, verde e personalizado». Na sua opinião, as viaturas vão «falar» com as cidades, constituindo uma «cadeia de valor» sem precedentes.

A quarta sessão do ciclo de palestras MOBItalks está marcada para o próximo dia 18 de junho, e terá como convidado Mário Ferreira, presidente da Mystic Invest. A “Navegabilidade do Douro” será a temática em discussão.

Para se inscrever e saber mais informações consulte o site do MOBItalks, AQUI.

por: Pedro Venâncio