Workshop PTC Academy | Reologia – A Ciência do Plásticos

A PTC Academy realizará, no próximo dia 10 de abril, às 19h00 um workshop alusivo ao tema “Reologia – A Ciência do Plástico”.

in PTC Academy, 04-04-2019


Neste evento, os participantes vão ter a oportunidade de saber mais sobre a Reologia, conhecer as vantagens dos estudos reológicos, bem como as etapas da sua realização.

 

Evento gratuito, mas de inscrição obrigatória.

 

A PTC Academy espera por si!

 

www.ptcacademy.pt

La nueva gama híbrida del Ford Kuga se fabricará en Valencia

Ford ha presentado el que califica como su “vehículo más electrificado de todos los tiempos”, el nuevo Kuga, que en esta nueva gama de híbridos se fabricará en la factoría de Almussafes (Valencia). Se trata del primero del constructor estadounidense en ofrecer motores mild hybrid, totalmente híbridos e híbridos enchufables. El Kuga híbrido enchufable ofrecerá una autonomía eléctrica de 50 km, con un consumo de combustible previsto de 1.2 l/100 km y emsiones de CO2 de 29 g/km. Se trata también el primer SUV basado en la nueva arquitectura global C2 de Ford que ofrece un 10% ciento más de rigidez torsional y una reducción de peso de hasta 90 kg en comparación con el Kuga anterior.

in AutoRevista, 03-04-2019


El modelo incorpora tecnologías avanzadas que incluyen el módem integrado FordPass Connect, pantalla digital de 12.3 pulgadas, cargador inalámbrico, SYNC 3 con pantalla táctil de 8 pulgadas y sistema de sonido B&O. Se estrenan en el modelo el sistema de mantenimiento de carril con asistente para puntos ciegos y Asistente Precolisión. Se presentan el Control de Crucero Adaptativo con Stop & Go, el Reconocimiento de Señales de Velocidad, y el Asistente de Centrado de Carril. “Las nuevas variantes del modelo, como el Kuga Titanium, el Kuga ST-Line y el Kuga Vignale, ofrecen una personalidad única para el creciente número de clientes de SUVs en Europa”, aseguran desde la compañía

“El nuevo Kuga es nuestro mejor ejemplo hasta la fecha del enfoque de diseño ‘human-centric’ de Ford, desarrollado en estrecha colaboración con los usuarios de SUVs Ford para ofrecer un estilo distintivo, una capacidad de elección de motorizaciones sin precedentes, un confort superior y tecnologías avanzadas que hacen la vida más fácil a los usuarios dentro y fuera del coche”, ha asegurado Stuart Rowley, presidente de Ford Europa.

El modelo se encuadra en la gama avanzada de vehículos eléctricos Ford, anunciada en el evento especial “Go Electric” en Amsterdam, Bajo el sello Ford Hybrid, la nueva gama de modelos incluye, según fuentes de la compañía, sofisticados motores mild hybrid, híbridos completos e híbridos enchufables para mejorar la eficiencia de combustible y la experiencia de conducción de los europeos, llevando a los vehículos eléctricos los valores de marca de Ford de confianza, asequibilidad y conducción.

El constructor también anunciado los lanzamientos del nuevo Ford Explorer híbrido enchufable de siete plazas, que ofrece 450 CV, 840 Nm de par motor y más de 40 km de autonomía eléctrica. Por otro lado, el nuevo Tourneo híbrido enchufable de ocho plazas apunta a una autonomía sin emisiones de hasta 50 kilómetros. Los nuevos Fiesta EcoBoost Hybrid y Focus EcoBoost Hybrid utilizan tecnología mild hybrid avanzada para aumentar la potencia, la capacidad de respuesta y la eficiencia de combustible. También se difundió el lanzamiento, en 2020, de un SUV totalmente eléctrico inspirado en el Mustang con una autonomía WLTP de 600 km. Asimismo, una nueva Transit, totalmente eléctrica, llegará en 2022. El innovador concept Transit Smart Energy Concept está ayudando a Ford a encontrar nuevas formas de ampliar la autonomía de conducción eléctrica a batería para vehículos eléctricos, aseguran desde la compañía.

 

 

Toyota confirma que la Proace City se fabricará en PSA Vigo

Toyota ha anunciado que su nueva furgoneta Proace City se fabricará en el Centro de Grupo PSA en Vigo, que sigue ampliando su condición de factoría multimarca. A las habituales Citroën y Peugeot se han añadido recientemente Opel y Vauxhall y ahora llega la enseña japonesa. El nuevo modelo hará su debut mundial bajo el marco del Salón del Vehículo Comercial de Birmingham 2019 (Reino Unido), el próximo 30 de abril.

in AutoRevista, 03-04-2019


El nuevo Proace City es un resultado adicional de la colaboración entre Toyota y el Grupo PSA, una relación que ya existente con el actual Toyota Proace. Este nuevo modelo permitirá a Toyota prolongar su relación con el constructor francés den determinados tipos de vehículos, con un producto “realmente atractivo y novedoso”, afirman desde la compañía japonesa.

Este vehículo ampliará a oferta actual de Toyota en el segmento de los vehículos comerciales y permitirá a la marca reforzar su presencia en el competitivo mercado de los vehículos comerciales ligeros. La información técnica del Toyota Proace City, motorizaciones disponibles, variantes y dimensiones serán comunicadas próximamente.

 

 

Carro autónomo: Governo e Bosch fecham acordo de 35 milhões para desenvolver soluções em Braga

Projeto permitirá a criação de uma nova unidade de negócio da Bosch, em Braga, que contratará de 64 novos trabalhadores. Em causa está também uma parceria com a Univ. do Minho que contratará 60 bolseiros. Estima-se que este projeto resulte em vendas de 42 milhões de euros entre 2021 e 2024.

in Jornal Económico, por José Varela Rodrigues, 02-04-2019


 

O contrato de investimento entre o Estado português, a Bosch e a Universidade do Minho, ambas em consórcio, no valor de 34,9 milhões de euros para o projeto de investigação e desenvolvimento (I&D) de sensores inteligentes para o mercado emergente da condução autónoma de automóveis, designado de Sensible Car, foi aprovado e publicado esta terça-feira em Diário da República (DR). O projeto será desenvolvido na Bosch Car Multimedia,em Braga.

O Sensible Car é um projeto a ser desenvolvido numa parceria entre a Bosch e a Universidade do Minho, “em regime de copromoção” e ao abrigo do sistema de incentivos à investigação e desenvolvimento tecnológico no regulamento específico do domínio da competitividade e internacionalização. Este projeto prevê a contratação de 64 novos trabalhadores “com níveis de qualificação superiores a VI [licenciatura], incluindo três com grau de doutoramento” para a unidade de Braga da multinacional alemã.

Além da contratação de novos profissionais, “representa um aumento considerável do investimento em I&D da Bosch Car Multimedia, permitindo a criação, em Braga, de uma nova área de negócio dedicada a sensores inteligentes para a mobilidade autónoma, e fomenta também o aumento dos investimentos em I&D de outras empresas nacionais em consequência das ações de disseminação e valorização dos seus resultados”.

Já para a Universidade do Minho, representa “a contratação de 60 bolseiros de investigação e de 12 novos quadros com níveis de qualificação iguais ou superiores a VII [mestrado]”.

O Sensible Car é um projeto que pretende desenvolver sensores inteligentes “críticos para dar reposta às capacidades exigidas aos veículos automóveis no contexto de condução autónoma, designadamente, perceção integral da envolvente, localização precisa e atualizada em tempo real e atuação sem falhas”.

Sendo a Bosch o “maior fornecedor independente da indústria automóvel” – lê-se no texto publicado em DR -, foi estimado que os resultados deste projeto se traduzam em vendas “totalmente destinadas aos mercados externos que representam, entre 2021 e 2024, cerca de 42 milhões de euros”.

O contrato de investimento que incentiva ao desenvolvimento e inovação da Bosch e Universidade do minho, hoje publicado em DR, foi celebrado com Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), em representação do Estado português, cuja tutela é partilhada pelo Ministério dos Negócios Estrageiros e Ministério Adjunto e Economia.

A aprovação deste contrato decorre da anunciada expansão da Bosch em Portugal, que no final de março já tinha comunicado novas parcerias com as universidades do Minho e do Porto, que representam globalmente um investimento de 52 milhões de euros nos próximos três anos nas unidades de I&D da empresa alemã.

 

 

Brexit. Componentes automóveis perdem 260 milhões no biénio 2018/19

A indústria portuguesa de componentes fornece no Reino Unido desportivos de luxo e marcas topo de gama. Fixou um recorde de 1088 milhões de euros em 2017, mas este ano ficará muito longe dessa meta

in Expresso, Abílio Ferreira, 01-04-2019


As exportações portuguesas de componentes automóveis para o Reino Unido correm o risco de perder pelo menos, 260 milhões de euros no biénio 2018/19, regredindo três anos. Face a 2017, o resultado de 2019 deverá refletir uma redução de 23%.

As vendas para o mercado britânico iniciaram o ano de 2019 em queda (menos 12%), mantendo a trajetória descendente que se verificara 2018 (menos 13%). Se o ano passado o negócio caiu 150 milhões, este ano as primeiras indicações apontam para uma redução da ordem dos 110 milhões.

A indústria de componentes fixou em 2017 um recorde no Reino Unido, superando a cifra mágica dos 1000 milhões de euros (1088 milhões). A evolução traduzia um crescimento sustentado que acelerou em 2015, ano em que o valor das exportações ficara nos 771 milhões.

Mas, se o desempenho de janeiro for replicado a longo de 2019, o mercado vai regredir para um valor que supera ligeiramente o registado em 2015.

O mercado representa 10% da receita do setor de componentes, ocupando o quarto lugar no ranking.

DESPORTIVOS E TOPO DE GAMA

A Indústria portuguesa “fornece a grande maioria das marcas fabricadas no Reino Unido, incluindo os desportivos de luxo, como Aston Martin ou McLaren e o segmento premium da Bentley, Jaguar ou Rolls-Royce”, diz ao Expresso a direção da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA). “Até os novos táxis londrinos, têm componentes fabricados em Portugal” acrescenta a associação.

O declínio das exportações portuguesas reflete a queda da produção no Reino Unido – 14% nos dois primeiros meses de 2019, quase o dobro da redução registado em 2018.

Evitando “abordagens especulativas” a partir das incertezas geradas pelo Brexit, a direção da AFIA, presidida por Tomás Moreira, reconhece que os factos e sinais já conhecidos são todos “desfavoráveis e preocupantes”, mesmo no cenário menos adverso.

As “barreiras alfandegárias levarão a um aumento de custos que a indústria não conseguirá transferir na íntegra para os clientes”. A margem e rentabilidade das empresas “será muito afetada”. A AFIA teme ainda os “constrangimentos logísticos”, no caso dos camiões foram obrigados a parar nos postos fronteiriços.

A AMEAÇA DO EFEITO CAMBIAL

Numa lógica menos imediatista, a direção de Tomás Moreira admite uma acentuada redução do volume de carros fabricados no Reino Unido e que a “esperada desvalorização da libra” colocará as peças portuguesas sob pressão e numa posição desfavorável face aos fabricantes britânicos.

O efeito cambial levará ao reforço “ do grau de incorporação de produção local”, adverte a AFIA.

Na audição parlamentar sobre o Brexit, o ministro da Economia Pedro Siza Vieira, apontou a fileira automóvel como uma das mais castigadas pelo efeito Brexit.

O ministro reconheceu que os fornecedores portugueses “lidam com margens mais apertadas do que os concorrentes” e enfrentarão no futuro “um ajustamento operacional”. A pauta aduaneira temporária negociada entre Bruxelas e Londres prevê o pagamento e uma taxa de 10%.

O mercado automóvel do Reino Unido é singular. A indústria exporta 80% da produção (1,6 milhões de unidades em 2018) e o comércio importa 85% dos carros vendidos (2,3 milhões).