OPTIMAL @ GLOBAL AUTOMOTIVE COMPONENTS & SUPPLIERS 2019

OPTIMAL will be showcasing its capabilities at the Global Automotive Components & Suppliers Show
Event will run from 21-23 May 2019, and OPTIMAL will be exhibiting in Hall C2.

in OPTIMAL, 26-03-2019


Feel free to pass by to get to know us better, and see some of the components we produce.

 

http://optimal.pt/

 

https://www.globalautomotivecomponentsandsuppliersexpo.com

 

 

 

 

Assinatura de dois contratos de investimento com a Bosch

O Presidente da AICEP, Luís Castro Henriques, assinou dois contratos de investimento com a Bosch em parceria com a Universidade do Minho e a Universidade do Porto.

in AICEP, 26-03-2019


O Presidente da AICEP, Luís Castro Henriques, assinou dois contratos de investimento com a Bosch em parceria com a Universidade do Minho e a Universidade do Porto, numa cerimónia que contou com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa, e do Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, em Ovar.

Os projetos, que assinalam um novo ciclo de investimento na inovação em Portugal, têm como foco o desenvolvimento de soluções nas áreas da mobilidade, cidades inteligentes e seguras e indústria conectada. Está previsto um investimento total de mais de 50 milhões de euros até 2022 e a contratação de cerca de 300 pessoas pela Bosch e as Universidades.

 

 

CEAGA crea 1.500 empleos en 2018

La industria gallega de componentes de automoción cerró 2018 con un récord histórico de exportaciones de 1.500 millones de euros. Si se incluye la actividad del Centro de Groupe PSA en Vigo, esta cifra asciende a los 5.700 millones. Y es que, el 2018, fue un año importante en cuanto al nivel de inversiones realizadas por las empresas del sector para adaptar sus capacidades de cara a la Industria 4.0. La cifra de inversión registró una subida (por cuarto año consecutivo), alcanzando los 270 millones de euros.

in AutoRevista, 26-03-2019


En cuanto a la facturación de las empresas del Clúster, se mantuvo el ritmo registrado en 2017, alcanzando los 8.650 millones de euros, lo que representa un leve descenso del 0,3% con respecto al año anterior. Esta facturación equivale al 13,5% del PIB total de Galicia. Uno de los datos mas destacables es el del empleo generado en 2018, que asciende a un total de 22.3000 trabajadores directos a 31 de diciembre. Esta cifra representa un aumento de 7% con respecto al año anterior y 1.500 nuevos empleos generados. Actualmente, el empleo del sector de automoción representa un 13% del empleo industrial de Galicia.

Por último, con respecto a las ventas de la industria de componentes, Groupe PSA sigue siendo el principal constructor para el que trabajan las empresas gallegas, representando cerca del 40% de su volumen de negocio. El siguiente OEM es Renault-Nissan y le siguen en el ránking: 3º Volkswagen, 4ª Ford y 5ª Daimler.

 

 

Governo assina pacto de competitividade com seis clusters

Saúde, alimentar, moldes, construção, automóvel e Tl são as apostas

O Governo vai assinar na próxima semana pactos com seis sectores para dinamizar a atividade e, acima de tudo, tentar a acelerar as exportações.

in Expresso, por João Silvestre, 23-03-2019


São os primeiros seis “clusters de competitividade identificados pelo IAPMEI” de um conjunto de mais de 20 que estão igualmente a ser acompanhados e que, em breve, poderão ter pactos semelhantes. Estes acordos liderados pelo Ministério da Economia e pelo IAPMEI envolvem outros ministérios em particular o do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, mas também outros sectoriais , universidades e politécnicos, empresas, associações empresariais e centros tecnológicos. Nesta primeira vaga avançam os clusters automóvel, das tecnologias de produção (fabricantes de máquinas e de informática e tecnologias da informação indústria), moldes e plásticos, agroalimentar, saúde e arquitetura, engenharia e construção.

“Se queremos continuar a crescer nas exportações temos que perceber que há desafios que tem que ver com qualificação dos recursos humanos, com a indústria 4-0, com o acesso a fontes de financiamento e que são diferentes de sector para sector”, explica o ministro da Economia em declarações ao Expresso. Pedro Siza Vieira diz que a ideia é “cobrir todos os sectores relevantes para a economia portuguesa” e que, nesta fase, se optou por sectores críticos. Cada um à sua maneira. Três deles por serem os maiores exportadores: automóvel, agroalimentar e moldes. As tecnologias de produção por ser um sector “fundamental para a competitividade da indústria”. A arquitetura porque está num mercado que vai crescer muito na Europa e em Portugal com a descarbonização e tem que se “posicionar para ser mais competitivo”. Já a saúde “tem um peso muito grande no emprego e um valor acrescentado bruto de cerca 20 mil milhões de euros”, além do “peso que tem na investigação e desenvolvimento (I&D)10% do total de despesa privada”. Além disso, “tem perdido capacidade de produção nos últimos anos, nomeadamente na área farmacêutica, e é um sector onde temos um défice comercial acentuado”. Há ainda, diz o ministro, oportunidades no turismo de saúde ou na investigação, como por exemplo a participação em ensaios clínicos.

Dos pactos resultarão medidas concretas, algumas comuns a todos, relacionadas por exemplo com a qualificação dos recursos humanos ou a necessidade de investimento em I&D e inovação, outras não. Porque há necessidades específicas de cada sector. “Em quase todos temos um tema muito importante, como a qualificação dos recursos humanos, sobre como atrair recursos para estas nossas industrias e sectores decisivos e como dar a formação adequada para responder à necessidade da nova economia”, refere Siza Vieira. Isso passa, por exemplo, por “trabalhar com as indústrias e com as instituições de formação profissional, de ensino técnico-profissional e ensino superior no sentido de desenhar oferta formativa adaptada”.

Outro ponto comum é apoiar a investigação: “Em praticamente todos os sectores estamos confrontados com o desafio da digitalização, da robotização e isso implica um grande investimento na inovação.” Há ainda um terceiro fator relacionado com a internacionalização. “Tem a ver com promoção externa, com maior visibilidade das marcas e produtos portugueses”, acrescenta Siza Vieira. Isso “tem de ser trabalhado com cada um dos sectores” e é feito em articulação com a AICEP.

Como funcionam os pactos?

Estes pactos, que incluem “apoios à formação profissional e ao investimento e inovação” e implicam também a utilização de fundos europeus, vão ter metas que são propostas por cada sector em termos de valor acrescentado bruto (VAB) que mede o contributo do sector para o PIB e de investimento em I&D, entre outras coisas. Por exemplo, no automóvel um dos objetivo é “posicionar o sector nos veículos elétricos e autónomos” e “a ambição do cluster é aumentar o VAB em 12%”. Na arquitetura, engenharia e construção tem a ver “com temas como a economia circular, maior eficiência e aproveitamento de resíduos”. Nos moldes, pretende-se aumentar o VAB em 9%.

O objetivo de fundo é levar as exportações até 50% do PIB na próxima década. Atualmente, o peso está em 44%. “Aquilo que nos pareceu é que, se queremos assegurar um crescimento sustentado da economia portuguesa e se queremos atingir o objetivo de uma década a crescer mais do que a União Europeia, temos que trabalhar a sério nos fatores de crescimento da produtividade: investimento; inovação e qualificação dos recursos humanos”, refere o ministro.

As discussões com outros sectores continuam. Tem havido reuniões com os clusters da aeronáutica, calçado, informática, têxtil, mar, entre vários outros. “Vamos continuar a discussão com os vários sectores para identificar estratégias e medidas e durante os próximos meses vamos continuar a fechar estes pactos”, remata Siza Vieira.

O QUE VALEM OS SEIS SECTORES

  • Automóvel: 75 mil pessoas e um volume de negócios de €13,2 mi milhões (€12 mil milhões no exterior)
  • Tecnologias de produção: 127 mil empregos, €11 mil milhões de volume de negócios e €3 mil milhões de exportações
  • Arquitetura, engenharia e construção: mais de meio milhão de trabalhadores e um volume de negócios de €37,5 mil milhões
  • Moldes, Ferramentas Especiais e Plásticos: 102 mil postos de trabalho e a quase totalidade do seu volume de negócios de €12 mil milhões vêm do exterior
  • Agroalimentar: volume de negócios de €21 mil milhões, dos quais €16 mil milhões só na indústria alimentar e bebidas. Emprega 297 mil pessoas
  • Saúde: tem 279 mil postos de trabalho e representa 10,5% do investimento empresarial em I&D. Tem um volume de negócios de €27 mil milhões

 

 

 

I&D MCG: Projeto ModSeat em plena fase de testes funcionais e melhorias

A apresentação oficial na InnoTrans 2018 do primeiro protótipo do ModSeat, o banco ferroviário inovador, modular, versátil e customizável que a equipa de I&D da MCG está a desenvolver, foi um marco decisivo na vida do projeto. O consórcio responsável pelo desenvolvimento do projeto decidiu introduzir melhorias no protótipo já criado, nomeadamente ao nível da ergonomia e do conforto do passageiro em geral.

in MCG mind for metal, 21-03-2019


 

Na prática, essas alterações baseiam-se essencialmente em ajustes nas formas das espumas e no tipo da capa utilizadas, bem como em determinados pontos das respetiva construção e acabamento. Serão ainda corrigidos pequenos detalhes relacionados com os componentes mecânicos e com o movimento de reclinação.

 

Efetuadas estas melhorias técnicas, decorrentes dos testes funcionais consoante as características antropométricas dos passageiros, o segundo protótipo do ModSeat será produzido em maio, dando por encerrada a fase de desenvolvimento e protipagem.

 

Espera-se assim que a apresentação pública do projeto aconteça já este verão, conforme previsto inicialmente.

 

Relembramos que o consórcio ModSeat é composto pela MCG e por outras quatro entidades com igual importância no projeto: o Instituto Superior Técnico, a Almadesign, empresa na área do design industrial, a SETsa – Sociedade de Engenharia e Transformação S.A e a ERT, uma multinacional da cadeia de fornecimento do setor automóvel com instalações industriais em Portugal, República Checa e Roménia.

 

 

MCG transportation

 

 

 

 

Projeto MCG de I&D NewGenShell estreia site oficial

Investigar, conceber, desenvolver, prototipar e validar um novo conceito de caixas climáticas (com invólucros isotérmicos) com módulos de climatização integrados: as NewGenShell – New Generation of High Performance Shells for Climatic Chambers.

in MCG mind for metal


 

Responder a desafios colocados pelas indústrias automóvel, aeronáutica, eletrónica, biotecnológicas e frigorífica/criogénica na procura de câmaras de teste de grande dimensão com estas características.

 

http://www.mcg.pt/newgenshell/index.html

 

 

 

 

Tecnologias de topo MCG automotive no projeto Reinforcement – “C” Pillar do Volkswagen T-Roc

A longa experiência na produção de conjuntos e subsistemas metálicos para a indústria automóvel traduz-se pelas várias relações de longo prazo que a MCG automotive mantém com alguns dos maiores players mundiais deste mercado.  O Reinforcement – “C” Pillar para a plataforma Volkswagen T-Roc é um desses projetos, que tem com desafio a combinação dos principais processos de produção MCG com tecnologias avançadas em que a empresa também se tornou especialista.

in MCG mind for metal, 22-03-2019


O desenvolvimento deste conjunto Reinforcement – “C” Pillar para o automóvel produzido na AutoEuropa assenta na estampagem de peças em prensa de 3.300 toneladas (e com recurso a ferramentas transfer de 6.500 mm), elementos estes que são depois transformados num conjunto pela ação de células robotizadas de soldadura por pontos e robôs de aplicação de cola para reforço estrutural.

São 29 referências produzidas e montadas com recursos a técnicas avançadas de estampagem, colagem, soldadura, aparafusamento, rebitagem, zincagem e pintura, envolvendo automatismos para todos estes processos, entre eles quatro células de soldadura robotizadas e ainda dois outros robôs dedicados à aplicação de cola.

Um desafio a que a MCG automotive dá resposta da melhor forma e com sucesso absoluto, produzindo neste momento peças para a montagem de 800 automóveis por dia, número este que até 2021 chegará às 5.000 unidades por semana.

 

Mais pormenores sobre o projeto Reinforcement – “C” Pillar para a plataforma Volkswagen T-Roc nos Case Studies MCG:
» Célula de soldadura para Reinforcement – “C” Pillar
» Estampagem de transferência de 3.300 toneladas – “C” Pillar

 

 

MCG automotive

 

 

 

 

Bosch contrata mais 500 pessoas em Portugal nos próximos três anos

Multinacional alemã assina protocolos com as universidades do Porto e do Minho para cidades inteligentes e mobilidade.

in Dinheiro Vivo, 21-03-2019


Atualmente com cerca de 5800 pessoas em Portugal, a Bosch prepara-se para contratar pelo menos mais 500 trabalhadores nos próximos três anos para as unidades de Braga – dedicada à área da mobilidade – e de Ovar – dedicada aos sistemas de segurança. No total, serão investidos 52 milhões de euros, graças às parcerias com as universidades do Porto e do Minho.

A parceria com a universidade do Minho vale 35 milhões de euros e destina-se à unidade de Braga, que cria soluções para a área da mobilidade. Esta fábrica terá o projeto “Sensible Car”, que servirá para desenvolver tecnologias para que o carro possa detetar o ambiente em redor do veículo e tomar decisões com base na inteligência artificial e sensores. Para esta unidade serão contratadas 300 pessoas, adiantou Carlos Ribas, admistrador da Bosch Portugal, em entrevista publicada esta quinta-feira pelo Jornal de Negócios.

Com a universidade do Porto, o acordo vale 17 milhões de euros e está em causa o projeto “Safe Cities”, que permitirá desenvolver um ecossistema de IoT (Intenet das Coisas) para aumentar a segurança das cidades. Para esta unidade serão contratadas 200 pessoas.

A unidade de Braga poderá ainda receber mais dois projetos de investigação e desenvolvimento caso estes serão viabilizados pelo programa Portugal 2020. Se isso ocorrer, o investimento total poderá atingir cerca de 110 milhões de euros.

 

 

Ford dejará de fabricar en Valencia la Transit Connect para EEUU

La multinacional anuncia que fabricará este vehículo comercial en una planta de México a partir de 2021

in Faro de Vigo, por José Luis Zaragozá / José Luis García, 20-03-2019


Los nubarrones sobre la factoría valenciana de Ford se amontonan. La dirección de Ford Motor Company ha anunciado este miércoles que la furgoneta Ford Transit Connect que hasta ahora colocaba en Estados Unidos desde la planta de Almussafes se fabricarán desde una factoría de México, con lo que afectará a los planes de producción de la factoría valenciana. Este vehículo forma parte del paisaje urbano de Nueva York, donde la Connect es uno de los modelos oficiales de las empresas de taxis de la ciudad neoyorquina.

La planta valenciana fabrica esta furgoneta desde 2011, cuya producción arrancó paralelamente al Kuga, y conllevó una inversión de 582 millones de euros. Se produce en exclusiva para toda Europa. Ford España exporta ocho de cada diez unidades y la furgoneta que se comercializará en países de Asia o Estados Unidos.

En estos momentos, la furgoneta Transit Connect supone más de un 25% de los vehículos que se ensamblan en Almussafes. En concreto, el pasado 2018 fueron casi 110.000 unidades de las distintas líneas de furgoneta, un bocado importante de los 380.403 vehículos que se lanzaron desde València. El volumen de exportación del Transit Connect a dicho mercado oscila entre 35.000 y 40.000 unidades anuales y destacaron que la factoría valenciana continuará ensamblando este modelo para su comercialización en el mercado europeo.