A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL NAS OPORTUNIDADES DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO DO INTERIOR

Os Encontros Fora da Caixa iniciaram-se há quase dois anos e são uma iniciativa de relevo para as economias regionais.

in SODECIA, 18-12-2018


 

A competitividade empresarial nas oportunidades de desenvolvimento económico do Interior foi um dos temas em discussão num encontro promovido pela Caixa Geral de Depósitos no Teatro Municipal da Guarda, a 17 de dezembro.

A convite da administração da Caixa, o Diretor Geral da SODECIA Powertrain Guarda, Gabriel Alves, participou no debate sobre os desafios e oportunidades da interioridade.

Gabriel Alves salientou a necessidade de atrair e recrutar para a região recursos qualificados ao nível da engenharia, mecânica, automação e robótica. Salientou ainda que um dos maiores desafios é a formação de pessoas qualificadas. Para dar resposta a este desafio, a SODECIA Powertrain Guarda, a Câmara Municipal da Guarda, o Instituto Politécnico e outras 3 empresas do sector automóvel, assinaram um protocolo que prevê a criação de um Centro Tecnológico para a Indústria Automóvel na cidade da Guarda.

 

 

Safebag: Airbags made in Ponte de Lima equipam automóveis

NOVO BANCO / NEGÓCIOS | Prémios Exportação & Internacionalização

Safebag – Melhor exportadora de capital multinacional

in Negócios, por Filipe S. Fernandes, 18-12-2018


A empresa que pertence ao grupo alemão ZF, que é líder mundial em tecnologia de transmissão e chassis e na tecnologia de segurança activa e passiva e uma dos maiores empregadores no Alto Minho.

A Safebag faz montagem de módulo de airbags e instalou-se em Ponte de Lima em 2008, com base num contrato de investimento que incluiu outras empresas como a DMP-Dalphimetal Portugal e a Safe-Life, que pertenciam ao grupo TRW Automotive, que, em 2015, foi adquirido pelo grupo ZF Friedrischafen.

A Dalphimetal tem uma unidade industrial em Vila Nova de Cerveira, onde produz volantes, e a Safe-Life tem uma unidade fabril em Ponte de Lima, que produz sacos para módulos de air bags.

Centros de engenharia

O grupo tem dois centros de engenharia. O primeiro entrou em funcionamento, em 2001, em Vila Nova de Cerveira, que faz investigação dos materiais para volantes. O segundo foi inaugurado em 2017, e está vocacionado para o desenvolvimento, prototipagem e teste de módulos de ‘airbag’ e componentes têxteis.

A ZF é líder mundial em tecnologia de transmissão e chassis, segurança activa e passiva.

Foi comparticipado em cerca de quatro milhões de euros pelo Portugal 2020 e o investimento na construção do edifício foi na ordem de um milhão de euros. “Neste centro fazemos a investigação dos materiais para ‘airbag’ e produzimos o próprio ‘airbag’ na fábrica que temos aqui na zona industrial da Gemieira. Em Vila Nova de Cerveira fazemos o mesmo trabalho, mas relacionado com volantes”, afirmou Alexandre Mendes ao Diário de Notícias.

Têm cerca de 100 engenheiros e pessoal especializado, grande parte proveniente da Universidade do Minho. Há uma gestão única dos dois centros porque há recursos de departamentos transversais que trabalham em conjunto.

Líder mundial

A Safebag é fornecedora TIER 1, o que significa que equipa com os seus airbags directamente um significativo número de fabricantes de automóveis, com maior relevo para o grupo PSA (Peugeot e Citröen), Renault-Nissan, General Motors, Ford, Fiat, Volvo e o grupo VW. Os componentes produzidos em Ponte de Lima destinam-se, entre outros, aos fabricantes de automóvel instalados em Portugal, e ainda na China, Polónia, México e Estados Unidos. Em 2017 facturou 192 milhões de euros.

A DMP-Dalphimetal Portugal ,que tem unidade industrial em Vila Nova de Cerveira, fabrica de volantes e também é fornecedora dos principais fabricantes de automóveis europeus, tais como o grupo PSA (Peugeot e Citröen), Renault-Nissan, General Motors, Ford, Fiat, Volvo e o grupo VW.

A ZF é líder mundial em tecnologia de transmissão e chassis e na tecnologia de segurança activa e passiva e é um dos maiores fornecedores mundiais da indústria automóvel. A empresa possui cerca de 146 mil colaboradores, 230 unidades fabris em 40 países. Em 2017, a ZF teve vendas de 36,4 mil milhões de euros.

 

 

SLM: Peças de automóvel com vocação alemã

NOVO BANCO / NEGÓCIOS | Prémios Exportação & Internacionalização

SLM – Menção Honrosa – Melhor Grande Empresa Exportadora Bens Transaccionáveis

in Negócios, por Filipe S. Fernandes, 18-12-2018


 

Hoje no mundo circulam mais de 90 milhões de veículos com peças feitas pelas empresas do Schmidt Light Metal Group.

O Schmidt Light Metal Group produz peças em alumínio, por fundição injectada, exclusivamente para a indústria automóvel. Como diz Filipe Villas Boas, administrador do Schmidt Light Metal Group, “99% da nossa produção é exportada, sendo residual o comercializado em território nacional. Este ano iremos produzir cerca de 6,3 milhões de peças, sendo que circulam hoje no mundo mais de 90 milhões de veículos com peças feitas na nossa organização”.

A empresa nasceu, em 1989, pela mão de dois alemães, Hans Kupper e Ralf Schmidt, que conheciam a qualidade da produção de moldes e de peças para automóveis, e tendo por localização Oliveira de Azeméis, dada a sua tradição na área de injecção e moldes.

Em 2006, Hans Kupper vendeu a sua quota, e o capital passou a ser partilhado entre Ralf Schmidt, Marc Schmidt e Filipe Villas-Boas, pai do treinador de futebol André Villas-Boas. Foi esta saída que deu origem à renomeação de uma das empresas, a SLM, Fundição Injectada e a consequente criação do Schmidt Light Metal Group.

Mercado alemão

Esta origem viria a marcar as relações comerciais da empresa, que tem como principal destino das peças o mercado automóvel alemão e os seus construtores, que também têm fábricas na Áustria, Hungria, Eslováquia, Polónia e Bulgária. As peças são fornecidas para serem utilizadas no produto final que é o automóvel, por isso vendem tanto directamente a OEM (Original Equipment Manufacturer), por exemplo o grupo VW, que inclui a Audi, Seat, Skoda, Bentley, Porsche e Lamborghini, como indirectamente a Tier 1 (fornecedores directos das OEM).

Esta forte presença faz com que existam peças da empresa em quase todas as marcas de carros alemães. Um dos objectivos traçados na estratégia de crescimento para o futuro está a entrada no mercado automóvel britânico.

54 
Milhões de euros
É a previsão para o volume de negócios em 2018.

A empresa já fez grandes investimentos em robotização e automatização. Por isso o grande foco, é o desenvolvimento e a reconversão das pessoas. “A evolução tecnológica tem uma velocidade exponencial, para a qual as pessoas não estão preparadas. A importância do factor humano num mundo de máquinas é um foco que não devemos perder de vista e saber que competências humanas são essenciais para o sucesso num mundo dominado por tecnologia”, refere Filipe Villas Boas.

Cria soluções

O Schmidt Light Metal Group vai fechar o ano de 2018 com um volume de negócios de 54 milhões de euros, o que representa um aumento de 13,5% face ao ano anterior.

O grupo é composto por três empresas que se articulam para criar soluções integradas para os clientes. É uma fundição de ligas leves, como o alumínio, moldadas em moldes, que também fabricam, e são acabadas com maquinagem. Existe uma unidade central que é a Schmidt Light Metal, e depois duas especializadas, uma na fabricação de moldes, que a Autoconceptus, e outra na maquinagem.

Uma das particularidades na na indústria automóvel, é que o fornecedor de determinado componente, é o único fornecedor desse mesmo componente. o que gera uma relação de co-dependência entre o fornecedor e o cliente.

Esta tipo de relação levou a Schmidt Light Metal Group a investir nacapacidade de desenvolver uma solução para o cliente e não se ficar apenas pela produção da peça em fundição injectada. “A solução, de A a Z, de montante a jusante, até à entrega da peça, é pensada, desenhada e produzida por nós”, refere Filipe Villas-Boas.

 

 

AFIA aproxima empresas e formação

O desfasamento que existe entre a oferta e a procura de técnicos qualificados em Portugal é cada vez mais notório e um fator de preocupação para as empresas. Neste panorama, a Formação Profissional tem vindo a assumir um papel cada vez mais preponderante, sendo capaz de, num curto espaço de tempo, formar técnicos altamente qualificados de acordo com as necessidades da indústria.

in AFIA / ATEC, 17-12-2018


 

Ciente destas questões, a AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, promoveu um Open Day à ATEC – Academia de Formação, em Matosinhos, com o claro objetivo de aproximar as empresas às entidades de formação, fomentando sinergias por forma a encontrar um equilíbrio entre a “oferta” e a “procura” de recursos humanos qualificados.

Além da apresentação da Academia e visita às instalações, as empresas visitantes foram ainda desafiadas pelo Diretor da ATEC para a Região Norte, Paulo Peixoto, a refletir nas dificuldades e possíveis soluções de recrutamento de mão-de-obra qualificada.

Visitaram a ATEC o CINFU, a ERT Têxtil, o GRUPO PR, a TMG, a Sonafi, a ZF, a DF Elastomer Solutions, a Mitsubishi Fuso Truck, a PTCPORT – Plastic & Tooling Concept, a MICROplásticos, a Renault Cacia, a Fundínio e a Yazaki Saltano.

 

 

Volkswagen Navarra prevé fabricar 320.227 vehículos para 2019, un 18% más

La tercera producción más alta de la fábrica, aunque no cumple objetivo
La meta de los 350.000 se frustró por el abastecimiento de motores

in El Mundo, por Felix Garcia, 17-12-2018


 

La previsión para el año que viene supone un incremento de casi 50.000 cochescon respecto al cierre de 2018 que será de algo más de 271.000 vehículos. Una producción que se ha visto condicionada por la falta de motores de gasolina que ha hecho parar la producción 15 días.

La dirección de la empresa ha concretado que la producción asignada para el próximo año se distribuye entre 177.827 Volkswagen Polo y 142.400 Volkswagen T-Cross.

La dirección de Volkswagen Navarra ha anunciado , en el marco de la reunión de calendario celebrada con la representación social, el programa de producción previsto para 2019: 320.227 coches, que se distribuyen entre 177.827 Volkswagen Polo y 142.400 Volkswagen T-Cross. Además, la dirección ha expresado que esta fabricación originará nuevas contrataciones en Volkswagen Navarra a lo largo del próximo año.

Durante la reunión con la representación social, la dirección de Volkswagen Navarra ha subrayado “el valor de esta asignación” y ha detallado que la programación que se contempla para el próximo año supondría la tercera producción anual más alta en la historia de Volkswagen Navarra, sólo por detrás de las fabricaciones realizadas en los años 2010 (336.336 coches) y 2011 (353.353 coches).

Con el objetivo de atender este programa de producción, la dirección de Volkswagen Navarra ha explicado que tiene previsto generar empleo en la fábrica y realizar nuevas contrataciones a lo largo de 2019. Además, la dirección ha detallado que contempla un calendario laboral para el próximo año con 222 días productivos.

Durante el primer cuatrimestre de 2019 la producción diaria será de 1.408 coches. A partir del segundo cuatrimestre se emplearán medidas adicionales de flexibilidad, en concreto, turno de pausas desde la semana 18 hasta finales de año y 15 sábados voluntarios entre mayo y diciembre.

 

 

BEI apoia portuguesa TMG Automotive com empréstimo de 25 milhões

O plano de investimento da empresa têxtil será implementado no distrito de Braga e irá criar 160 novos postos de trabalho”.

in Jornal Económico, por Nuno Miguel Silva, 17-12-2018


 

O BEI – Banco Europeu de Investimento irá conceder um empréstimo de 25 milhões de euros à empresa portuguesa TMG Automotive, para promover processos inovadores e sustentáveis e aumentar a sua capacidade produtiva.

Segundo um comunicado da representação da comissão europeia em Portugal, “o plano de investimento será implementado no distrito de Braga e irá criar 160 novos postos de trabalho”.

“De fábrica têxtil abandonada a unidade inovadora capaz de produzir materiais para a indústria automóvel, utilizando tecnologias de ponta: esta transformação será possível graças a um empréstimo de 25 milhões de euros, concedido pelo BEI à TMG Automotive”, acrescenta o referido comunicado.

O acordo sobre este empréstimo foi assinado em Braga pela vice-presidente do BEI, Emma Navarro, e pela diretora executiva da TMG, Isabel Furtado.

O empréstimo conta com a garantia do orçamento da União Europeia, ao abrigo do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE), o principal pilar do Plano de Investimento para a Europa, conhecido como ‘Plano Juncker’.

“Este acordo irá promover uma indústria automóvel mais inovadora e sustentável em Portugal. A TMG utilizará o financiamento para implementar a sua estratégia de investigação e inovação, centrada na utilização de novas tecnologias que reduzem o impacto ambiental dos processos de produção de têxteis para a indústria automóvel. O lançamento de novas soluções de interiores de automóveis também reduzirá o peso dos veículos, contribuindo para a diminuição do consumo de combustível e das emissões poluentes”, acrescenta o referido comunicado.

O documento adianta que este apoio do BEI, irá permitir à TMG remodelar e melhorar as suas instalações industriais localizadas no distrito de Braga, impulsionando assim o crescimento económico numa região de coesão.

“Com o objetivo de estar preparada para concorrer num setor de elevada exigência e para satisfazer as necessidades do mercado no futuro, a empresa também irá expandir a sua capacidade produtiva. O programa de investimento irá promover a partilha de conhecimentos no seio da indústria automóvel europeia, onde a TMG é um interveniente destacado na produção de componentes”, assinala a representação da União Europeia em Portugal.

O comunicado refere ainda que “graças ao apoio do Plano Juncker, o BEI pode conceder à empresa financiamento a longo prazo e em condições flexíveis, que irá acelerar a implementação da estratégia”.

“O Plano de Investimento para a Europa permite ao Grupo BEI expandir a sua capacidade de financiamento de projetos de investimento de elevado valor acrescentado – no caso do presente acordo, promovendo o crescimento económico sustentável, a inovação e a coesão. O programa será implementado até 2020 e contribuirá para a preservação de empregos de qualidade: o grupo TMG conta atualmente com 1.400 trabalhadores e irá criar 160 novos postos de trabalho na mais recente unidade industrial da TMG Automotive”, sublinha o documento da representação da Comissão Europeia em Portugal.

Sobre este acordo de empréstimo, o Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, afirmou que “estamos perante o Plano Juncker no seu melhor: proporcionando a uma empresa o impulso financeiro necessário para promover a sua expansão, utilizar processos mais ecológicos, inovar e criar emprego para as comunidades locais, especialmente nas regiões mais carenciadas”.

“Com esta nova operação, Portugal continua a destacar-se como um dos maiores beneficiários do Plano Juncker”, observou Carlos Moedas.

Na cerimónia de assinatura realizada em Braga, a vice-presidente do BEI, Emma Navarro, declarou que “é com enorme agrado que apoiamos um projeto que irá fomentar o investimento na inovação, o crescimento económico e a criação de empregos altamente qualificados em Portugal, contribuindo também para uma indústria automóvel menos poluente e mais eficiente na Europa”.

“Este acordo demonstra o nosso forte empenhamento em apoiar empresas de média dimensão que atuam em ambientes altamente competitivos, em setores fundamentais para a economia europeia”, defendeu a comissária europeia.

Por seu turno, a diretora executiva da TMG, Isabel Furtado, explicou que, “enquanto membro do UN Global Compact, a TMG Automotive está profundamente empenhada em cumprir os dez princípios deste Pacto, centrados nos direitos humanos, nas práticas laborais, na proteção ambiental e no combate à corrupção, bem como em apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas”.

“Aliar os direitos humanos ao crescimento económico sustentável e à proteção ambiental é crucial para o futuro da TMG Automotive”, assegurou Isabel Furtado.

O Banco Europeu de Investimento (BEI) é a instituição de financiamento a longo prazo da União Europeia, cujo capital é detido pelos Estados-Membros. Concede financiamentos a longo prazo para investimentos viáveis que contribuam para a concretização dos objetivos políticos da UE.

O Plano de Investimento para a Europa, também conhecido como ‘Plano Juncker’, é uma das prioridades da Comissão Europeia e está centrado em impulsionar o investimento para gerar emprego e crescimento, utilizando de forma mais eficaz os recursos financeiros, eliminando os obstáculos ao investimento, bem como proporcionando visibilidade e assistência técnica a projetos de investimento.

O Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE) é o pilar central do ‘Plano Juncker’ e presta garantias de primeiras perdas, permitindo ao BEI investir em mais projetos, que acarretam frequentemente maiores riscos.

O FEIE já produziu resultados tangíveis, prevendo-se que os projetos e acordos cujo financiamento foi aprovado ao seu abrigo mobilizem investimentos superiores a 360 mil milhões de euros, incluindo 8.800 milhões de euros em Portugal, e apoiem 850.000 PME nos 28 Estados-Membros.

 

 

 

 

Algérie : Hyundai et Global Group créent une entreprise d’assemblage de véhicules utilitaires de la marque coréenne

Le constructeur automobile Hyundai Motor Co et la société algérienne Global Group, ont annoncé aujourd’hui, la création d’une usine d’assemblage de nécessaire en pièces détachées, d’une capacité annoncée de 6500 unités annuellement à partir de 2020, dans la ville de Batna.

in Tustex, 17-12-2018


 

Hyundai Truck and Bus Manufacturing Algeria (HTBMA) fabriquera les kits des modèles  Mighty et Xicent et les bus Solati et County, en vertu d’une convention signée en marge de la 5ème édition du Forum d’affaires algéro-coréen.

 

 

European auto industry faces tough CO2 emissions reduction target for 2030

Auto industry groups warned that a European Union goal to cut CO2 emissions from cars by 37.5 percent and from vans by 31 percent by 2030 compared to 2021 levels would threaten automotive jobs and consumer choice.

in Automotive News Europe, 17-12-2018


 

Representatives of EU governments and the European Parliament agreed to the reduction on Monday, finally settling differences between vehicle-producing countries and environmentally-conscious lawmakers.

The compromise was tougher than the original EU executive proposal of an emissions decline of 30 percent compared to 2021.
EU negotiators also fixed an interim CO2-cut target for cars and vans of 15 percent by 2025.

The 28-nation bloc has been divided for months over how strict to be on CO2 emissions from vehicles as part of its push to reduce greenhouse gases.
Germany, with the EU’s biggest auto sector worth some 423 billion euros ($480 billion) in 2017, had warned that tough targets and the drive towards more electric cars could harm its industry and cost jobs.

Germany’s VDA auto industry association said the new legislation would set high demands while doing little to promote or provide incentives for switching to electric vehicles

The negotiated deal “demands too much,” said VDA head Bernhard Mattes. “Nobody knows today how the agreed limits can be achieved in the given time,” he said.

ACEA, the European auto industry’s lobby group, expressed “serious concerns” about the 2030 target because delivering a 37.5 percent CO2 reduction “might sound plausible but is totally unrealistic based on where we stand.”

The compromise was tougher than the original EU executive proposal of an emissions decline of 30 percent compared to 2021. Germany had endorsed that, but a push by several EU countries, including the Netherlands and France, raised the target to 35 percent. The EU Parliament had wanted 40 percent, so in the end, they split the difference.

The EU’s current average caps on CO2 from cars are 130 grams per km set for 2015 and 95g/km fixed for 2021.

Brussels-based green lobbying group Transport & Environment expressed disappointment the deal was not even more ambitious.

“Europe is shifting up a gear in the race to produce zero emission cars. The new law means by 2030 around a third of new cars will be electric or hydrogen-powered,” its clean vehicles director Greg Archer said. “That’s progress, but it’s not fast enough to hit our climate goals.”

The agreement still needs the approval of member-country governments and the full EU Parliament — steps that are usually formalities.

“This is an important signal in our fight against climate change,” Environment Minister Elisabeth Koestinger of Austria, current holder of the EU’s rotating presidency, said in a statement after a nine-and-a-half-hour meeting that marked the third attempt in as many weeks to achieve a breakthrough. “We had tough and intense negotiations.”

About 15 million autos are sold each year in the EU, with cars accounting for more than a tenth of the bloc’s releases of CO2, the main greenhouse gas blamed for rising global temperatures. Electric vehicles in Europe have a market share of around 1.5 percent.

Bloomberg and Reuters contributed to this report

 

 

Novo investimento de 38 milhões da Coficab na Guarda

A Coficab Portugal – Companhia de Fios e Cabos vem reforçar a sua presença na Guarda, onde já se encontra presente desde a década de 1990, acrescentando uma nova fábrica para o desenvolvimento de cabos com a tecnologia 4.0.

in Supply Chain Magazine, 17-12-2018


 

A fábrica da Guarda já era uma das mais importantes do grupo, e este investimento de 38 milhões de euros, vem na sequência de benefícios fiscais para investimento atribuídos pelo Governo.

Hichem Elloumi, presidente do Grupo Coficab, destaca a importância que a Guarda tem para a empresa como sendo “a porta de entrada para o nosso desenvolvimento global e tecnológico”, e que isso os levou a serem líderes na produção de cabos para a indústria automóvel. “Estamos presentes em quatro continentes com 12 fábricas, da China aos Estados Unidos. A Guarda foi mesmo muito importante para o nosso sucesso”, acrescenta.

A empresa conta que o novo projecto, denominado Coficab – ECAD, irá ter como base o desenvolvimento de três vertentes tecnológicas: electrificação, conectividade e condução autónoma e funcionará na plataforma logística da Guarda, onde a Coficab adquiriu 28.000m2. Está previsto começar a laborar em Maio de 2019, criando 129 postos de trabalho para a nova unidade industrial.

 

 

SEAT Martorell, diez millones de vehículos en 25 años

La fábrica de SEAT en Martorell ha alcanzado y superado, en fechas recientes, la cota de diez millones de vehículos fabricados cuando cumple sus primeros 25 años de actividad.

in AutoRevista, 16-12-2018


 

En este cuarto de siglo, de sus líneas de producción han salido 39 modelos diferentes, desde modelos como la segunda generación del Ibiza y el primer Córdoba hasta el SEAT Arona o el Audi A1, que se empezó a fabricar hace unas semanas. El vehículo 10 millones, un Arona FR 1.5 TSI que combina los colores desired red y midnight black, se ha ubicado en un lugar específico en la fábrica de Martorell, en la exposición que conmemora su 25 aniversario. Este Arona se ha fabricado sobre la plataforma MQB A0, que el Ibiza y el Audi A1. SEAT fue la primera marca del Grupo Volkswagen en utilizar esta plataforma, que permite una mayor flexibilidad de fabricación, ya que soporta diferentes modelos y tipos de carrocería dentro del mismo segmento, y que ha hecho posible que Martorell incorporase a sus líneas tres nuevos modelos en los últimos 18 meses.

Christian Vollmer, vicepresidente de Producción y Logística de SEAT, afirma que “desde su inauguración en 1993, el corazón de SEAT se ha caracterizado por estar en la vanguardia de la innovación. Gracias a la continua inversión en tecnología y a un equipo humano altamente cualificado, la planta ha mejorado año tras año la calidad de los productos y los procesos, hasta conseguir convertirse en lo que es a día de hoy: la fábrica que más coches produce en España y un referente de Industria 4.0 y digitalización”.

En 2019, la planta incorporará a sus líneas una nueva generación del SEAT León. El aumento de producción y los modelos en la fábrica de Martorell, así como el lanzamiento de proyectos estratégicos relacionados con la conectividad del automóvil y la digitalización de la empresa, unidos al desarrollo y lanzamiento de Tarraco, han incrementado la plantilla de la compañía hasta más de 15.000 profesionales. De éstos, más de 12.500 trabajan en Martorell, tanto en la línea de producción como en los servicios centrales de la compañía y el Centro Técnico de SEAT, donde se diseñan y desarrollan todos los vehículos de la marca. Solo en 2018, se han incorporado a la compañía más de 500 trabajadores con contratos indefinidos.

La planta avanza en su transformación de la planta de Martorell a la Industria 4.0, con el objetivo de crear una fábrica inteligente, digitalizada y conectada, que se adapte a las necesidades y a los procesos de producción, y que gestione de manera más eficaz los recursos y la comunicación entre áreas. Cuenta hoy con más de 2.000 robots que tienen un papel esencial, ya que se encuentran en constante movimiento trabajando en un nuevo coche y ensamblando las más de 3.000 piezas que lo componen. Las novedades 4.0 conviven con los 8.000 trabajadores de la fábrica, que pueden llegar a fabricar 2.400 vehículos cada día, es decir, un coche cada aproximadamente 30 segundos. Por otro lado, SEAT ha dedicado ingentes esfuerzos en el ámbito de la sostenibilidad, con proyecto como Ecomotive Factory, SEAT al Sol y el objetivo de la compañía es reducir a la mitad su huella medioambiental hasta 2025, en comparación con 2010.